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Em pesquisa realizada pela AVG Technologies em 2016 com famílias de todo o mundo, 66% das crianças entre três e cinco anos de idade conseguiam usar jogos de computador, 47% sabiam como usar um smartphone, mas apenas 14% eram capazes de amarrar os sapatos sozinhos. No caso das crianças brasileiras, o levantamento apontou que 97% das crianças entre seis e nove usam a internet, e 54% têm perfil no Facebook (PLANALTO, 2017). Sabemos que as crianças são vulneráveis aos apelos da mídia, por serem ainda indivíduos em formação. No ano de 2014 foi promulgada a Resolução 163 que procura regulamentar alguns apelos mediáticos às crianças. Assinale a alternativa referente à Resolução 163:


a. Proíbe o direcionamento à criança de anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, banners e sites, embalagens, promoções, merchandising, ações em shows e apresentações e nos pontos de venda.
b. Proíbe somente o direcionamento à criança de comerciais televisivos.
c. Proíbe o direcionamento à criança de anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio.
d. Proíbe o direcionamento à criança de embalagens, promoções, merchandising, ações em shows e apresentações e nos pontos de venda.
e. Não proíbe nenhum tipo de direcionamento à criança.
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Pedagogiando

há 2 anos

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há 2 anos

A resposta correta é a alternativa A) Proíbe o direcionamento à criança de anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, banners e sites, embalagens, promoções, merchandising, ações em shows e apresentações e nos pontos de venda. Essa é a regulamentação estabelecida pela Resolução 163, que busca proteger as crianças dos apelos midiáticos.

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Assinale a alternativa que traz, a partir das imagens, a crítica mais provável a ser feita:


a. Há, nas imagens, uma clara valorização de roupas que são associadas ao gênero masculino, o que leva todo um grupo da sociedade a questionar a construção dessas categorias.
b. Há, nas imagens, uma clara valorização do espaço do feminino. As críticas, então, provavelmente vêm de grupos machistas que não permitem que as mulheres construam suas próprias escolhas.
c. Há, nas imagens, uma clara valorização da manutenção da infância para além dos anos biológicos dessa fase. Vemos, na segunda imagem, uma jovem adulta que, claramente procura se passar por criança.
d. Há, nas imagens, uma clara valorização da infância. As críticas, então, parecem bastante infundadas e se baseiam, provavelmente, em teorias pouco aceitas dentro da academia.
e. Há, nas imagens, uma clara erotização precoce das crianças: Na primeira imagem, vemos, inclusive, a pequena garota com seios e glúteos falsos, destacando “curvas” associadas à vida adulta.

Para a criança, o brinquedo:


a. O brinquedo atrasa o desenvolvimento psicopedagógico da criança, na medida em que a afasta da realidade que a cerca e fornece, assim, escapes que devem ser combatidos.
b. O brinquedo facilita a apreensão da realidade e é muito mais um processo do que um produto. Exige movimentação física, envolvimento emocional, além do desafio mental que provoca.
c. O brinquedo facilita a apreensão da realidade e deve sempre ser entendido como um produto. Exige movimentação física, envolvimento emocional, além do desafio mental que provoca.
d. O brinquedo não possibilita a emergência de comportamentos espontâneos e improvisados, ele é a essência da infância, veículo do crescimento, um meio extremamente natural que possibilita à criança explorar seu mundo, possibilitando as descobertas, o entendimento, conhecer os seus sentimentos, suas ideias e sua forma de reação.
e. O brinquedo não facilita a apreensão da realidade e é muito mais um processo do que um produto. Exige movimentação física, envolvimento emocional, além do desafio mental que provoca.

Podemos afirmar que “a brincadeira é um processo de relações da criança com o brinquedo, com outras crianças e com os adultos, portanto, um processo de cultura” (PORTO, 1998, p. 189).
a. Os professores não precisam discutir sobre o brincar no universo escolar, pois a criança já brinca em casa com os familiares.
b. Quando a criança está brincando na escola, não é fundamental a mediação do professor, pois o brincar deve ser livre para a criança criar.
c. As brincadeiras possibilitam a compreensão da realidade por meio da representação simbólica do ato de brincar.
d. A criança não imagina situações enquanto brinca, pois não é importante criar, inventar, pois, todas as suas criações não possuem base em sua realidade.
e. O brinquedo não tem grande influência no desenvolvimento das crianças, já que essa atividade não possibilita uma bagagem cultural que resultará na formação do futuro adulto.


a. Os professores não precisam discutir sobre o brincar no universo escolar, pois a criança já brinca em casa com os familiares.
b. Quando a criança está brincando na escola, não é fundamental a mediação do professor, pois o brincar deve ser livre para a criança criar.
c. As brincadeiras possibilitam a compreensão da realidade por meio da representação simbólica do ato de brincar.
d. A criança não imagina situações enquanto brinca, pois não é importante criar, inventar, pois, todas as suas criações não possuem base em sua realidade.
e. O brinquedo não tem grande influência no desenvolvimento das crianças, já que essa atividade não possibilita uma bagagem cultural que resultará na formação do futuro adulto.

Sobre a constituição da criança, é correto afirmar:
a. A criança não consegue viver sozinha. Diferentemente de outras espécies do reino animal, as crianças precisam da ajuda de seus pais desde o nascimento até larga idade. Quando pequenas, mal se movimentam e precisam de ajuda para se alimentar, para se higienizar, para se vestir. Precisam ainda de um lar e de um adulto que as provenha, já que não podem ainda se sustentar sozinhas.
b. As crianças não têm um poder de decisão sobre si mesmas e suas escolhas desde a mais tenra idade, das mais diversas formas de comunicação de que dispõem, elas se comunicam e se relacionam com quem querem e de diversas maneiras, sem necessariamente ter um adulto mediando ou intervindo.
c. É claro que a criança não precisa de cuidados do adulto para sobreviver, mas esse fato não deve ser usado para mascarar uma inabilidade ou impossibilidade de permitir à criança gozar de seus direitos.
d. A criança não consegue viver sozinha. Da mesma maneira que outras espécies do reino animal, necessita de ajuda para realizar todas as suas tarefas por um longo período de tempo. Contudo, não há necessidade de intervenção de adultos. Crianças, desde o momento em que aprendem a andar, conseguem ajudar-se umas às outras a se vestirem, higienizarem e alimentares.
e. Aos adultos cabe o papel de moldar as crianças e fazer com que ela seja um espelho daqueles que a criam.


a. A criança não consegue viver sozinha. Diferentemente de outras espécies do reino animal, as crianças precisam da ajuda de seus pais desde o nascimento até larga idade. Quando pequenas, mal se movimentam e precisam de ajuda para se alimentar, para se higienizar, para se vestir. Precisam ainda de um lar e de um adulto que as provenha, já que não podem ainda se sustentar sozinhas.
b. As crianças não têm um poder de decisão sobre si mesmas e suas escolhas desde a mais tenra idade, das mais diversas formas de comunicação de que dispõem, elas se comunicam e se relacionam com quem querem e de diversas maneiras, sem necessariamente ter um adulto mediando ou intervindo.
c. É claro que a criança não precisa de cuidados do adulto para sobreviver, mas esse fato não deve ser usado para mascarar uma inabilidade ou impossibilidade de permitir à criança gozar de seus direitos.
d. A criança não consegue viver sozinha. Da mesma maneira que outras espécies do reino animal, necessita de ajuda para realizar todas as suas tarefas por um longo período de tempo. Contudo, não há necessidade de intervenção de adultos. Crianças, desde o momento em que aprendem a andar, conseguem ajudar-se umas às outras a se vestirem, higienizarem e alimentares.
e. Aos adultos cabe o papel de moldar as crianças e fazer com que ela seja um espelho daqueles que a criam.

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