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53. Dentro do romance A falência, de Júlia Lopes, os personagens Sancha, Catarina e Joana representam, respectivamente:


a) Escravidão tardia, gêneses feminista e catolicismo exacerbado.
b) Africanismo, catolicismo e escravidão.
c) Feminismo natural, catolicismo e capitalismo.
d) Legalidade, feminismo e escravidão.
e) Violência escravocrata, feminismo e catolicismo humano.
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Testando o Conhecimento

há 2 anos

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há 2 anos

Dentro do romance "A falência", de Júlia Lopes, os personagens Sancha, Catarina e Joana representam, respectivamente: a) Escravidão tardia, gêneses feminista e catolicismo exacerbado.

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A narrativa está centrada em um narrador que busca construir um relato:


a) em terceira pessoa, no qual prevalece a consciência de um vasto conhecimento sobre os acontecimentos envolvendo Lalino e os demais personagens, o que permite ao narrador selecionar e organizar as informações para contar a história.
b) no qual prevalece, como nos textos dramáticos, o diálogo das personagens em detrimento do ato de contar, o que faz com que a presença do narrador esteja limitada, como se fossem rubricas, a breves observações pontuais e objetivas.
c) no qual o ponto de vista é de Lalino Salãthiel, o protagonista da história, o que faz com que a narrativa, por meio do discurso indireto livre, apresente os acontecimentos a partir das percepções do marido pródigo.
d) impessoal na terceira pessoa, no qual os comentários e avalições ficam restritas não à sua voz, mas à das personagens, o que faz com que esse narrador tenha como tarefa fornecer informações essenciais para o andamento do enredo.
e) no qual o ponto de vista privilegiado é o dos patrões, o que faz com que a narrativa selecione e se limite aos acontecimentos e às percepções deles em relação a Lalino Salãthiel, o marido pródigo.

Na narrativa, o personagem Lalino Salãthiel é caracterizado como um rapaz:


a) trabalhador, que não só serve de exemplo aos demais personagens, como os organiza enquanto grupo de trabalhadores rurais para o serviço na roça e para os eventuais enfrentamentos com os patrões.
b) malandro, que, por não ser muito afeito ao trabalho sistemático, precisa fazer uso de suas habilidades pessoais para que os camaradas de serviço trabalhem por ele e para que os patrões sejam benevolentes com suas esquivas ao trabalho.
c) dedicado aos patrões, cujos interesses defende ao colocar ordem entre seus companheiros de serviço na pedreira, a ponto de conseguir, por sua dedicação, um posto mais elevado e melhores condições de vida.
d) ligado à cultura, em especial à música popular, e que não consegue se adaptar ao trabalho manual, mas, por suas qualidades de artista, conquista a simpatia dos patrões e um posto mais elevado na hierarquia entre os trabalhadores.
e) lutador, que busca melhores condições de vida para si e para a família, a ponto de conquistar, fora da cidade natal, um posto de trabalho rentoso por conta de suas qualidades artísticas e suas habilidades pessoais ligadas ao trabalho na construção de estradas.

52. Sobre a obra literária "Marília de Dirceu", assinale a alternativa correta


"Marília de Dirceu" está dividida em três partes: a primeira trata da iniciação amorosa, o namoro e a felicidade do casal; a segunda trata da descrição da realização amorosa, descrevendo o casamento de Dirceu com Marília, e a terceira parte trata da separação causada pelo aprisionamento de Dirceu por questões políticas.
"Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,/ que viva de guardar alheio gado;/ de tosco trato, de expressões grosseiro,/ dos frios gelos e dos sóis queimado./ Tenho próprio casal e nele assisto;/ dá-me vinho, legume, fruta, azeite;/ das brancas ovelhinhas tiro o leite,/ e mais as finas lãs de que me visto." Nesse fragmento, descreve-se um pastor pobre e grosseiro que tira seu sustento do gado alheio.
A obra é um monólogo em que Marília canta a seu amado Dirceu; só ela canta enquanto que Dirceu é o pastor ausente com seu rebanho.
Bucolismo, pastoralismo e elementos da cultura Greco-latina são algumas das características presentes nessa importante obra representante do Barroco brasileiro.
"Marilia de Dirceu" é a principal obra de Tomás Antônio Gonzaga, inspirada em seu romance com Maria Dorotéia, em que se percebe a preocupação com a necessidade de se aproveitar o tempo que passa (carpe diem).

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