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Indique a alternativa que descaracterize as regras dos negócios jurídicos:


Os negócios jurídicos que tenham por fim transferir direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que não tenham sido registradas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.
Os negócios jurídicos que tenham por fim constituir direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que não tenham sido registradas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.
Os negócios jurídicos que tenham por fim constituir direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que tenham sido averbadas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.
Os negócios jurídicos que tenham por fim modificar direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que não tenham sido registradas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.
Os negócios jurídicos que tenham por fim transferir direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que não tenham sido averbadas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.
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há 2 anos

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há 2 anos

A alternativa que descaracteriza as regras dos negócios jurídicos é a seguinte: Os negócios jurídicos que tenham por fim transferir direitos reais sobre imóveis são eficazes em relação a atos jurídicos precedentes, nas hipóteses em que não tenham sido registradas na matrícula do imóvel, as informações estabelecidas em lei específica.

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Leia e COMPLETE as lacunas:
Não obstante o ______ ajustado para ______, se ______ da tradição o ______ cair em insolvência, poderá o ______ sobrestar na entrega da coisa, até que o ______ lhe dê caução de pagar no tempo ajustado.


a) Prazo; O pagamento; Depois; Vendedor; Vendedor; Comprador
b) Preço; O pagamento; Depois; Vendedor; Vendedor; Comprador
c) Prazo; O preço; Depois; Comprador; Comprador; Vendedor
d) Preço; O pagamento; Antes; Vendedor; Vendedor; Comprador
e) Prazo; O pagamento; Antes; Comprador; Comprador; Vendedor

Leia, reflita e assinale a afirmativa CORRETA:
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im


I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im
I – A cláusula resolutiva tácita opera de pleno direito; a expressa depende de interpelação judicial.
II – A parte lesada pelo inadimplemento não pode pedir a resolução do contrato, nem preferir exigir-lhe o cumprimento, cabendo, em qualquer dos casos, indenização por perdas e danos.
III – Nos contratos unilaterais, nenhum dos contratantes, antes de cumprida a obrigação, pode exigir o im

IV – Se, depois de concluído o contrato, sobrevier a uma das partes contratantes diminuição em seu patrimônio capaz de comprometer ou tornar duvidosa a prestação pela qual se obrigou, não pode a outra recusar-se à prestação que lhe incumbe.
V – Nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente onerosa, com extrema vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários imprevisíveis, poderá o devedor pedir a resolução do contrato. Os efeitos da sentença que a decretar retroagirão à data da citação.


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