Ed
ano passado
Vamos analisar as informações apresentadas no caso do paciente Geraldo, que tem 65 anos e relata dificuldade em entender a fala, especialmente de mulheres e crianças, além de dificuldades em localizar a fonte sonora. Ele nega dor de ouvido (otalgia) e histórico de secreção (otorreia). Agora, vamos analisar as alternativas: a) Presbiacusia - É a perda auditiva relacionada à idade, que geralmente afeta a capacidade de entender a fala, especialmente em ambientes ruidosos e com vozes agudas, como as de mulheres e crianças. Isso se encaixa bem com os sintomas do paciente. b) Otosclerose - É uma condição que pode causar perda auditiva, mas geralmente não se apresenta com a queixa específica de "ouvir, mas não entender" de forma tão clara quanto a presbiacusia. c) Perfuração timpânica - Geralmente se associa a dor e secreção, o que não é o caso aqui, já que o paciente nega otalgia e otorreia. d) Otite média crônica colesteatomatosa - Essa condição pode causar perda auditiva, mas também costuma estar associada a sintomas como dor e secreção, que o paciente não apresenta. e) Otite média aguda - Normalmente se apresenta com dor e, muitas vezes, febre, o que não é mencionado pelo paciente. Diante da análise, a principal hipótese diagnóstica, considerando a idade do paciente e os sintomas apresentados, é: a) Presbiacusia.
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Ed
há 3 anos
Pela história clínica apresentada, a principal hipótese diagnóstica é a presbiacusia, que é a perda auditiva relacionada ao envelhecimento. A dificuldade em entender a voz de mulheres e crianças, bem como a dificuldade em localizar a fonte sonora, são sintomas comuns da presbiacusia. No entanto, é importante realizar a avaliação audiométrica para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau e tipo de perda auditiva.
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