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@resumosodontologia 
 
 
 
 
ESTOMATOLOGIA 
Milena Almeida 
@resumosodontologia 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
 
Diagnóstico 
O conjunto de dados clínicos obtidos através 
do exame (sinais e sintomas) do paciente, 
conduz e orienta para determinação de uma 
doença. 
 
Semiologia 
É o estudo dos sinais e sintomas. 
 
Sintomas: 
É relatado pelo paciente e representa 
manifestações subjetivas, ex: dor, coceira. 
 
Sinal: 
É observado pelo profissional e representa 
manifestações objetivas. Ex: mancha, 
elevação da mucosa. 
Sinal patognomônico 
 
 
 
 
 
 
 
Classificação da semiologia 
É dividida em 3 partes: 
 
 Semiogênese 
 
 
 
 Semiotécnica 
 
 
 
 
 Propedêutica 
 
 
 
 É exclusivo de uma doença e indica de 
maneira absoluta sua existência. 
É o estudo da formação dos sinais e dos 
sintomas no ponto de vista clínico. 
É a técnica de colheita dos sinais e 
sintomas. Utilizam-se os sentidos naturais 
do examinador, através de manobras. 
Realiza o estudo, análise e interpretação 
dos dados coletados na semiotécnica . 
 
 
 
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Conduta clínica para 
estabelecimento do 
diagnóstico – tratamento 
Uma vez obitidos os sinais e sitomas 
procede-se à interpretação dos dados 
montando um quadro clínico. 
 
Prognóstico 
O prognóstico pode ser qualificado como: 
(bom, mau ou duvidoso). Está sempre 
associado ao tratamento . 
 
Tratamento 
O tratamento seá estabelecido para um 
doente específico acometido por uma 
determinada doença, sendo importante saber 
qual será o comportamento de uma terapia 
aplicada neste paciente. 
Tratamento de suporte 
 
 
 
Tratamento espectante 
 
Tratamento sintomático 
 
 
 
Proservação 
É o período após o tratamento em que o 
paciente será acompanhado durante o tempo 
indicado pela doença, no qual todas as 
possibilidades são esperadas (cura ou 
morte). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
É a manutenção da saúde geral do 
paciente através de alimentação, 
repouso e suplemento alimentar. 
Quando aguarda a evolução. 
É aquele usado para combater os 
sintomas apresentados. 
 
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O termo anamnese é de origem grega e 
significa recordar. 
Clinicamente, deve ser entendida como a 
história evolutiva da doença, desde suas 
manifestações prodrômicas (manifestações 
iniciais ou precursoras de uma doença) até o 
estágio de evolução do momento do exame. 
 
Queixa principal 
Representa o motivo fundamental que levou 
o paciente à consulta e pode ser 
representada pela presença de indícios de 
anormalidade (ou sinais e sintomas). 
A queixa costuma ser denominada 
anamnese espotânea, pois é o paciente que 
relata a razão da visita. 
HISTÓRIA DA DOENÇA 
ATUAL 
Resulta no histórico completo e detalhado da 
queixa apresentada em toda a sua evolução. 
As perguntas devem ser claras e simples, 
procurando orientar o paciente a relembrar 
os fatos ocorridos desde o inicio do processo 
até o momento atual. 
 
 
 
Durante a obtenção da história atual, 
algumas perguntas são quase que 
sistemáticas: 
- Tempo de evolução do processo, isto é, 
quando se iniciou a sintomatologia. 
- Como eram no iníco os sinais e sintomas. 
- Recorde-se de algum fato que possa ter 
exacerbado a doença. 
 
História bucodental 
Último tratamento a que ele se submeteu, 
seu motivo, quais tratamentos foram feitos. 
 
Manobras semiotécnica 
As manobras de semiotécnica são os 
recursos clínicos utilizados para colher sinais. 
Insperção 
Utiliza-se a visão de modo direto (a olho nu) 
ou indireto por meio de espelhos. 
 
 
 
 
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Palpação 
Tocar com a ponta dos dedos. Por meio da 
palpação colhem-se sinais pelo tato e pela 
compressão. 
 
 
 
 
Percussão 
Leves batidas originam vibrações por meio 
das quais se indentifica o estado físico da 
estrutura que está sendo percutida. 
A percussão pode auxiliar no diagnóstico da 
patologia periapical ou periodontal por meio 
da percusão vertical e horizontal. 
 
Percussão indireta - normalmente é feita 
com o cabo do espelho. 
Percussão direta – realizada diretamente 
com os dedos. 
 
Auscultação 
Ato de ouvir. Utilizamos essa técnica com o 
estetoscópio. É impotante na avaliação da 
ATM. 
 
 
Punção 
A punção consiste em introduzir a agulhade 
diâmetro amplo o suficiente para aspirar 
líquidos, por meio da tração do âmbolo. 
 
 
Diascopia 
Consistem em vizualizar uma determinada 
estrutura comprimida por uma lâmina de 
vidro. Sendo utilizada em lesões escuras, 
suspeita de hemangioma ou nevo. 
 
 
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Citologia esfoliativa 
A citologia esfoliativa é um exame 
complementar de diagnóstico que utiliza 
células naturalmente eliminadas para estudo 
microcópio. 
 
A principal finalidade da citologia esfoliativa é 
a detecção de tumores malignos. 
 
Apesar de ser um exame altamente 
confiável, a citologia esfoliativa não substitui 
a biópsia, pois não define o tipo de lesão 
maligna. 
Pode-se colher o material pela punção. O 
material assim colhido é depositado em uma 
lâmina de vidro. 
FIDELIDADE DE DIAGNÓSTICO 
A citologia esfoliativa é um exame cuja 
fidelidade, para estudo de tumores malignos, 
está em torno de 95% . 
 
 
 
Classificação da citologia 
Classe I – normal 
Classe II – normal com atípicas para a região 
Classe III – suspeita de malignidade 
Classe IV – fortemente sugestiva de 
malignidade 
Classe V – malignidade 
 
Biópsia 
Na grande maioria das vezes, é um recurso 
necessário e seguro para obter o diagnóstico 
final da doença, mas naõ necessariamente 
funciona como tratamento para acondição. 
A biópsia é indicada para lesões que se 
apresentam sob forma de úlceras 
persistentes que não cicatrizam 
espontaneamente ou após o tempo. 
 
 
 
 
 
 
 
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Os cuidados gerais aplicam-se a indivíduos 
portadores de alterações sistêmicas que de 
alguma forma comprometem a indicação, o 
ato e pós-operatório . 
Destacam-se os diabéticos, que tem a 
hemostasia alterada, o que pode provocar 
hemorragia. Esses indivíduos estão sujeitos 
a infecções, tem reparação tecidual e 
cicatrização retardadas. 
Destacam-se pacientes: 
Anêmicos 
Hemofílicos 
Transplantados 
Nefropata 
Hepatopatas 
 
As lesões de pequenas dimensões podem 
ser removidas totalmente, sem riscos de 
sangramentos. 
A biópsia pode ser : 
INCISIONAL 
Quando se retira um fragmento da lesão. 
 
EXCISIONAL 
Quando toda lesão é retirada. 
 
Existe uma técnica conhecida como técnica 
de descompressão utilizada em cistos, em 
geral de grandes dimensões. Retira-se uma 
porção da parede do cisto com a acápsula 
cisistica, juntamente com a mucosa que a 
recobre. 
É importante relatar o diagnóstico clínico ou a 
hipótese de diagnóstico. Com base na 
suspeita clínico-cirúrgica. 
 
No relatório deve conter : 
Nome 
Idade e sexo do paciente 
Data da coleta do material 
Descrição da lesão (forma, localização, 
dimensão, cor, base, contorno, textura, 
número). 
Breve relatório clínico 
Tipo de biópsia 
 
Devem-se formecer dados que auxiliem o 
exame histopatológico. 
 
 
 
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Radiografia 
É parte integrante do exame clínico. 
O diagnóstico e o controle das lesões ósseas 
podem ser realizados com maior fidelidade, 
tornando-se acada vez mais precisos à 
medida que os recursos da radiografia se 
aplicam. 
O exame radiográfico de rotina deve fazer 
parte dos exames periódicos da boca e de 
suas estruturas anexas. 
 
 
 
Cintilografia 
É o estudo das imagens de alterações óssea 
obtidas por meio da injeção de uma 
substância radioativa na corrente circulatória. 
 
 
Ultrassonografia 
A maior parte dos tecidos biológicos 
transmite bem as ondas sonoras. O ar, o 
osso e as estruturas calcificadas possuem 
densidade muito diferenteda dos tecidos 
moles em geral. 
Imagem branca – hiperecoica 
Imagem escura – hipoecoica 
 
 
 
 
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TOMOGRAFIA 
COMPUTADORIZADA 
É realizada com uma fonte circular de 
emissão de raio X que gira ao redor da 
cabeça do paciente. Realiza aquisição 
simultanêa das imagens da maxila e da 
mandíbula. Além disso o exame permite ver 
a relação das duas arcadas. 
A tomografia tem aplicações importantes em 
todas as especialidades odontológicas. 
Na ortodontia é utilizada na avaliação de 
dentes inclusos e na análise de sua relação 
com estruturas adjacentes. 
Na implantodontia, a tomografia permite a 
avaliação quantitativa e qualitativa do osso 
alveolar, possibilitando a menssuração de 
sua altura e diimensão anteroposterior. 
 
Na cirurgia bucomaxilofacial, ela exerce um 
papel fundamental na detecção de fraturas 
do nariz, da maxila, da mandíbula e do arco 
zigomático, Dentes inclusos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Hemograma 
O sangue é considerado um tecido vivo 
formado por várias células diferentes entre si 
e com finalidade específicas. Hemograma é o 
estudo da contagem da células sanguíneas. 
Série vermelha – estuda as hemácias(ou 
eritrócitos ou glóbulos vermelhos). 
Série branca – abrange a pesquisa dos 
leucócitos ( ou glóbulos brancos) 
representados pelos neutrófilos, eosinófilo, 
basófilos, linfócitos e monócitos. 
Série plaquetária – verifica a quantidade de 
plaquetas presentes em uma determinada 
amostragem de sangue colhida. As plaquetas 
são também chamadas de trombócitos. 
 
COAGULOGRAMA 
É composto por uma série de análise. De 
maneira geral, o tempo de protrombina (TP) 
avalia os fatores de coagulação. 
Outra análise de muita importância clínica 
presente no coagulograma é o índice de 
relação normalizada (INR), que consiste em 
uma relação matemática entre o valor normal 
 
 
 
 
do TP comparado com o valor encontrado na 
amostra de sangue. 
O INR é um exame fundamental para 
avaliação e controle de pacientes 
anticoagulados que necessitam de 
intervenções cirúrgicas 
 
INR: 
1,0 – valor ideal, pois mostra o equilíbrio 
entre coagulação e anticoagulação. 
 
Neutrófilos 
Responsáveis pelo combate as bacterias. 
(infecção bacteriana neutrófilos ) 
 
Linfócitos 
Segundo mais comum dos glóbulos brancos. 
 
Principais linhas de defesa contra infecções 
virais e surgimento de tumores. 
 
 
 
 
 
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São processos patológicos básicos que 
apresentam clínicamente várias alterações. 
 
Manchas ou mácula 
Modificação na coloração normal, sem que 
ocorra elevação ou depressão do tecido. 
- Apresentar cor, tamanho e forma variado. 
Exesso de melanina = mancha escura 
Falta de melanina = mancha clara 
 
 
 
Placa 
Lesão bem característica, elevada em 
relação ao tecido normal. 
- Superfície pode ser rugosa, verrugosa, 
ondulada ou lisa. 
- Consistente a palpação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Erosão 
Perda parcial do epitélio SEM exposição do 
tecidos conjuntivo. 
- Predominantemente de origem sistêmica. 
 
 
 
Úlcera ou ulceração 
Exposição de tecido conjuntivo. 
 
Úlcera – lesões de caráter crônico (persiste 
por semana ou meses ). 
 
 
Úlceração – lesões de curta duração. 
 
Vesículas e bolhas 
Elevação do epitélio contendo líquido no seu 
interior. 
Vesícula – lesões que não ultrapassam 
3mm. 
 
Bolhas – lesões maiores. 
 
 
 
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Pápula 
Pequenas lesões sólidas, circunscrita, 
elevadas, diâmetro não utrapassa 5mm. 
- únicas ou múltiplas. 
- arredondadas ou ovais. 
 
Nódulos 
Lesões sólidas, superficiais ou profundas. 
Pedínculadas – diâmetro maior que a base. 
 
Séssil – Diâmetro e a base são iguais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Lesões ulceradas 
Também conhecidas como feridas. 
Pode-se observar que a afta inicia de forma 
semelhande ao tipo mais comum de câncer 
na boca. O desenvolvimento do exame 
clínico identifica a afta que desaparece em 
poucos dias. 
 
AFTA 
 
É uma lesão ulcerada muito frequente, com 
características próprias e típicas. É pouco 
conhecida no ponto de vista etiologico e de 
tratamento. 
Ocorre em áreas pouco queratinizadas da 
mucosa bucal, como o soalho da boca e 
mucosa labial, sendo rara no palato duro e 
na gengiva inserida. 
É recidivante 
 
 
 
 
 
 
 
Etiologia 
É desconhecida. Algumas teorias tem sido 
citada na literatura envolvendo os fatores 
hereditários, psicossomáticos, hormonais 
e infecciosos. 
 
Manifestações clínicas 
Pode-se notar, do início, eritema localizado e 
uniforme, que aos poucos se torna vermelho. 
No segundo dia – a dor se intensifica e suge 
no local uma úlcera arredondada de 
contorno regular e uniforme, medindo não 
mais que 3mm de diâmetro, halo 
eritematoso, exudato acinzentado ou 
amarelo na porção central. 
A úlcera manifesta-se sempre em mucosa 
pouco queratinizada – soalho de boca, 
mucosa jucal, labial, ventre da língua e 
palato mole. 
 
 
 
 
 
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DOR E ARDOR PROVOCADO OU 
ESPOTÂNEA 
 
Diagnóstico 
Evolução clínica. 
Prognóstico favorável e desaparece 
espontaneamente de 5 a 7 dias. 
 
 
Tratamento 
Anti-inflamatório tópico – pomada de 
triancinolona. 
 
 
ÚLCERA TRAUMÁTICA 
 
É frequentemente confundida com a afta. 
Porém se diferencia pelo aspecto clínico e 
pela etiologia. 
Etiologia 
Traumatismo, em geral mecânico, o qual 
pode ser instantâneo (ex: mordida na língua). 
Na maioria das vezes o agente traumático 
incide nos tecidos moles bucais como 
irritação crônica . 
 
Dentes cortantes ou pontiagudos. 
Alimentos 
Procedimentos odontológicos 
 
Manifestações clínicas 
É representada por úlceras únicas, profundas 
de contorno irregulares e dimensões 
variadas. 
 
Diagnóstico 
Exame clínico. 
 
Tratamento 
Remoção do agente traumático, caso não 
haja melhora deve-se usar analgésicos e 
anti-inflamatório tópico. 
 
 
 
 
 
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Lesões vesiculares e bolhosas 
Essas lesões tem grandes possibilidade de 
ulcerar. A fase de vesícula ou bolha pode ser 
curta. 
Causadas por infecção: 
 
HERPES 
 
O herpes apresenta com lesões vesiculares 
mucocutâneas que ocorrem 
predominantemente no lábio e que ulceram 
com frequência. 
O 1º contato com o vírus ocorrer ainda na 
infância. Grante parte da população está 
contaminada, pois se expõe a pessoas 
portadoras durante a vida. 
 
Etiologia 
Causada pelo vírus do herpes simples (VHS), 
que tem afinidade por células epiteliais da 
mucosa bucaç e peribucal. 
Manifestações clínicas 
Fases iniciais – surgem vesículas em fundo 
eritematoso na mucosa, na semimucosa e na 
pele do lábio, em geral próximo à comissura. 
Essas vesículas se juntam formando bolhas 
que se rompem, dando a alterações que, na 
pele do lábio formam crostas, geralmente são 
umas próximas das outras de 4 a 7 lesões. 
 
 
 
Diagnóstico 
Exame clínico, antecedentes e evolução 
. 
Tratamento 
Aciclovir (5 vezes ao dia por 5 dias) – uso 
tópido. 
Via oral – 5 comprimidos por 5 dias. 
 
 
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HERPES ZOSTER 
 
Lesões vesiculares mucocutâneas que 
ocorrem principalmente na pele e na mucosa 
sempre acompanhando uma terminação 
nervosa periférica. 
 
 
 
 
 
Etiologia 
Causada pelo vírus da varicela zóster. 
 
Manifestação clínica 
Vesículas, bolhas e crostas na pele 
peribucal, nariz, nas pálpebras e no palato, 
em geral UNILATERAIS, com dores de alta 
intensidade. 
 
Diagnóstico 
Exame clínico, evolução e exames. 
 
Tratamento 
Aciclovir + corticoides + analgésico 
Origem imunológica 
 
PÊNFIGO VULGAR 
 
É uma doença mucocutânea que eclode na 
mucosa bucal, principalmente na gengiva,muitas vezes simulando uma gengivite. 
 
Etiologia 
Origem imunológica. 
 
Manifestação clínica 
Aparecimento de bolhas intraepiteliais na 
mucosa e na pele com conteúdo 
transparente e límpido. Paciente apresenta 
mal-estar, febre e linfoadenopatia. As bolha 
rapidamente se rompe deixando áreas 
extensas ulcerada. 
Ocorre geralmente acima de 40 anos. Maior 
incidência no sexo feminino. 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
Diagnóstico 
Sinal de nikolsky – após pressionar o local 
notará imediatamente que aparecerá uma 
bolha que se rompe. 
 
Tratamento 
Corticóides, imunossupressores, antibióticos 
e antifúngicos 
 
 
RÂNULA 
 
Aparece no soalho da boca. Apresenta as 
mesmas características da mucocele 
 
 
MUCOCELE 
 
Ocorre principalmente na mucosa labial 
inferior e no ventre anterior da língua, sob 
forma de bolha recoberta por camada tênue 
de mucosa deixando transparente o líquido 
no seu interior. 
 
Etiologia 
Traumatismo mecânico, em geral mordida no 
lábio inferior ou traumatismo por aparelho 
ortodôntico. 
 
Manifestação clínica 
Bolhas na mucosa labial inferior, geralmente 
em crianças. 
 
Diagnóstico 
Biópsia e aspecto clínico. 
 
Tratamento 
Cirúrgico. 
 
@resumosodontologia 
 
Lesões brancas e 
pigmentadas 
As lesões brancas que surgem na mucosa 
bucal tem como características principal o 
acúmulo de queratina. 
Diagnóstico diferencial 
Existem menbranas de coloração branca a 
que recebem úlceras. Essas menbranas, 
diferentemente das hiperqueratoses, 
destacam-se quando raspadas. 
O traumatismo crônico por meio dos dentes 
provoca uma hiperqueratose linear 
acompanhando a linha de oclusão 
 
LINHA ALBA 
 
Não é incomum ocorrerem menbranas 
brancas recobrindo áreas que sofreram 
traumatismo mecânico instântaneo, como em 
pacientes que receberam anestesia local. 
Existem ainda lesões de aspecto branco que 
surgem de forma desconhecida, como as 
 
LEUCOPLASIAS 
 
Etiologia 
As lesões brancas da mucosa bucal se 
desenvolvem a partir de reação 
hiperqueratótica que resulta do aumento da 
camada superfícial de queratina do epitelio, 
pelo estimulo de agentes agressivos como 
tabagismo, etilismo e traumatismo mecânico 
prolongado. 
 
HIPERQUERATOSE 
 
É representada clínicamente por placa 
branca tênue que não é removida pela 
raspagem . 
Áreas mais comuns: 
Ventre lateral posterior da língua 
Mucosa bucal 
Palato duro 
Etiologia 
É uma hiperplasia da camada superfical de 
queratina induzida por agentes agressores, 
que podem ser um trauma mecânico crônico. 
 
@resumosodontologia 
 
Dentes fraturados 
Com cárie 
Hígidos 
A hiperqueratose pode também ser 
provocada pela ação química tóxica dos 
produtos do fumo – tabaco, alcatrão, nicotina. 
 
ESTOMATITE NICOTÍNICA 
 
 
O lábio inferior apresenta com frequência 
hiperqueratose na semimucosa (vermelhão) 
provocada pela radiação solar. 
 
QUEILITE ACTÍNICA 
 
Diagnóstico 
Clínico e histopatológico 
 
● Pode-se utilizar o azul de toluídina (teste 
de Shedd)pincelando-o sobre a área branca. 
Remove-se o excesso do corante por meio 
de bochechos. Onde houver impregnação 
residual azul, deve-se fazer citologia 
esfoliativa ou biópsia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tratamento 
Afastar do agente causal 
 
 
@resumosodontologia 
 
LEUCOPLASIA 
 
Leucoplasia (leuco = branco; plasia = 
crescimento) é uma lesão representada por 
placa branca que se desenvolve na mucosa 
bucal, em geral, provocada por trauma 
mecânica ou pelos produtos e pelo fumo ou 
ainda o uso prolongado do álcool. 
A leucoplasia NÃO é destacada pela 
raspagem e não desaparece após remover o 
agente causador. 
 
As áreas mais comuns: 
Lábios 
Borda lateral da língua 
Mucosa julgal 
 
Outro tipo de leucoplasia é a Leucoplasia 
verrucosa - maior possibilidade de 
malignização. 
 
Diagnóstico 
Clínico e exames histopatológicos. 
 
 
Tratamento 
Cirúrgico. 
O material retirado deve ser encaminhado 
para o histopatológico. 
 
LÍQUEN PLANO 
 
É uma doença mucocutânea que atinge com 
maior freqüência somente a mucosa bucal. A 
lesão é constituída por placa branca 
localizada, com variação no formato. 
O aspecto clássico e mais frequente é o 
reticular, que se desenvolve bilateralmente 
na mucosa jugal sob forma de placas 
filiformes. 
 
@resumosodontologia 
 
 
Etiologia 
A lesão resulta da reação imunologica sendo 
muito comum em pacientes com distúrbios 
emocionais. 
 
Diagnóstico 
Bilateralmente. 
Estrias de Wickham 
 
Tratamento 
Corticoides – diminui os sitomas como 
queimação. Muitas vezes o desaparecimento 
da lesão coincide com a melhora do estado 
emocional. 
NEVO BRANCO ESPONJOSO 
 
O nevo branco esponjoso apresenta-se 
indolor como uma placa rugosa, branca ou 
branco-acinzentada opaca, com textura 
esponjosa. Na maioria das vezes, a lesão é 
grandes proporções (SIMÉTRICO e 
BILATERAL). Podendo ser confundida com 
leucoplasia. 
 
 
Etiologia 
É uma lesão de origem hereditária por gene 
autossômico dominante e que se torna 
evidente na infância. 
 
Diagnóstico 
Biópsia 
 
Tratamento 
Não a necessidade de tratamento, realizar 
exames periódicos. 
 
@resumosodontologia 
 
Lesões pigmentadas 
São manchas escuras que ocorrem na 
mucosa bucal, com coloração diferente da 
mucosa normal. São provocadas por 
pigmentos próprios do organismo ou 
adquiridos do meio externo. 
O fator relacionado aos pigmentos próprios 
da mucosa bucal – MELANINA e 
HEMOGLOBINA . 
Na pigmentação endógena – os pigmentos 
naturais produzidos pelo próprio organismo 
que normalmente circulam nos tecidos 
principalmente a melanina, podem estar em 
certos pontos da mucosa provocando – 
machas escuras. 
A pigmentação exógena é causada pela 
deposição de material estranho nos tecidos 
por contato ou por ingestão de substâncias 
que depositam nos tecidos bucais. 
Ex: manchas por deposição de amálgama. 
 
PIGMENTAÇÃO MELÂNICA 
A pigmentação melânica fisiológica é uma 
alteração constitucional na forma de 
manchas provocadas pelo aumento da 
produção e deposição de melanina. 
É observada mancha enegrecida que ocorre 
geralmente em toda a extensão da gengiva 
inserida, por vestibular. 
 
 
 
TATUAGEM POR AMÁLGAMA 
A tatuagem por amálgama gera manchas 
azuladas, acinzentadas ou enegrecidas 
localizadas em algum ponto da mucosa. 
 
 
 
 
 
 
 
É comum o aparecimento dessas manchas 
na mucosa corresponde ao ápice do dente 
submetidos a uma obturação retrograda. 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
Crescimentos teciduais 
causados por traumatismo 
O tecido conjuntivo responde a agentes 
traumáticos com um aumento cujo conteúdo 
é tipicamente inflamatório. A massa desses 
crescimentos é composta principalmente de 
tecido de granulação, vasos neoformados, 
células de defesa e fibroblastos. 
O agente traumático é físico-mecânico, de 
baixa intensidade, de ação prolongada e 
intermitente. A presença de dentes, próteses, 
espículas ósseas, corpos estranhos, 
alimentos durante a mastigação. 
A resposta do organismo varia conforme o 
tempo de aplicação, a frequência e 
intensidade do agente traumático e as 
características individuais do paciente. 
Pode-se observar clinicamente as sequintes 
lesões: 
Granuloma gengival 
Granuloma piogênico 
Lesão periférica de células gigante 
Hiperplasia fibrosa infamatória 
Fibromatose gengivais 
 
GRANULOMA GENGIVAL 
É uma lesão nodular globosa que emerge da 
papila interdental, medindo cerca de 0,5 cm. 
Tem coloração rosa escuro a vermelho 
intenso. As lesões pouco avermelhada são 
pouco consistente à palpação e se torna 
isquêmico quando comprimidas. 
 
A mucosa que reveste a boca é uma das 
mais susceptíveis a traumatismo. Tem 
evolução indolor. 
 
GRANULOMA PIOGÊNICO 
 
O granuloma piogênico é um granuloma 
gengival que ulcerou e infectou, 
apresentando mesclas de áreas eritematosase amareladas. 
 
 
 
 
 
Tratamento 
Remoção do agente traumático e remoção 
cirúrgica. 
 
@resumosodontologia 
 
LESÃO PERIFÉRICA DE 
CÉLULAS GIGANTES 
 
É uma lesão nodular que emerge de forma 
éssil da mucosa do rebordo alveolar. É 
avermelhada e pode atingir até 3cm, tendo 
em geral coloração marrom, contorno 
irregular e superfície brilhante. 
 
A lesão é pouco consistente a palpação. Seu 
aspecto clínico pode se assemelhar ao 
hemangioma. Por suas simensões e 
agressividade, pode atingir o osso alvolar. 
 
Etiologia 
Trauma instantâneo e de alta intensidade. 
 
Tratamento 
Remoção cirúrgica com grande margem de 
segurança. Pois pode ter recidiva. 
 
 
 
 
 
 
 HIPERPLASIA FIBROSA 
INFLAMATÓRIA 
 
A HIPERPLASIA FIBROSA 
INFLAMATÓRIA DO PALATO – é 
provocada pelo uso de prótese total superior 
confeccionada com uma depressão central 
mediana conhecida como câmara de vácuo. 
 
 
Tratamento 
Afastar o agente agressor e reavaliar após 7 
a 15 dias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
FIBROMATOSE GENGIVAL 
IRRITATIVA 
 
Etiologia 
Desenvolve-se de maneira geral, a partir do 
ressecamento da mucosa gengival anterior 
por vestibular em respiradores bucais. 
 
Manifestações clínicas 
Nota-se aumento das papilas gengivais 
interdentais, formando nódulos. 
 
Tratamento 
Na fase inicial, pode-se esperara regressão 
afastando os fatores irritativos. Se a fibrose 
persistir deve-se realizar gengivectomia. 
 
 
 
 
 
 
 
FIBROMATOSE GENGIVAL 
HEREDITÁRIA 
 
Etiologia 
É uma anomalia de desenvolvimento que 
resulta de fator genético 
 
Manifestação clínica 
Apresenta crescimento tecidual fibrótico, 
recobrindo total ou parcialmente os dentes 
anterossuperiores. 
 
Tratamento 
Gengivectomia ou ulectomia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
FIBROMATOSE GENGIVAL 
MEDICAMENTOSA 
 
Etiologia 
O agente que provoca a hiperplasia gengival 
está contido em certoos medicamentos, 
como dilantina (anticonvulsivante), 
ciclosporina (imunossupresso). 
 
Manifestações clínicas 
Podem-se notar massas nodulares firmes, 
róseas, de superfície brilhante, textura lisa e 
contorno irregular. São lesões múltiplas que 
mergem da gengiva livre e inserida por 
vestibular, palatina e lingual. 
Essas massas variam na intensidade de 
crescimento e se desenvolvem de forma que 
possam recobrir as coroas dos dentes. 
 
Tratamento 
Gengivectomia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
 
A presença de microorganismos novos na 
boca de um organismo saudável nem sempre 
apresenta caráter lesivo, pois pode propiciar 
a formação de anticorpos para combater uma 
eventual futura doença. 
A inflamação tem ação protetora. Porém, se 
a reação inflamatória de inicio é benéfica, 
com o passar do tempo pode causar necrose 
do tecido inflamatório. 
O 1º estágio pelo qual passa um processo 
inflamatório é o agudo, caracterizado 
clinicamente pela presença dos sinais 
cardinais da inflamação. 
 
 
Edema – a histamina promove uma 
disjunção das células endoteliais, 
aumentando a permeabilidade vasculare 
saída do líquido plasmático. 
Rubor – esse sinal ocorre em decorrência da 
abertura dos esfincteres pré-capilares 
 
 
 
 
 
estimulados por animais vasoativas, como 
serotonina e bradicina, que levam ao 
aumento da irrigação local. 
 
Calor – resultado do aumento da função 
metabólica principalmente das fibras 
musculares. As reações que provocam 
aumento de aporte anguíneo propiciam 
aumento de temperatura. 
Dor - a inflamação aguda é proveniente da 
estimulação pela prostaglandinas e pela 
histamina. 
 
 
CANDIDÍASE 
 
A candidíase é tambem conhecida como 
sapinho. 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
Etiologia 
É causada por fungo. A candida albicans. 
Esse fungo faz parte da microbiota bucal na 
forma de levedura, não patogênica. 
 
Manifestações clínicas 
Apresenta-se como uma menbrana branco-
acinzentada, destacável a raspagem, 
superfície irregular e brilhante. 
 
Diagnóstico diferencial 
Observar se destaca a raspagem. 
Qualquer fator que altere o equilíbrio do 
ecossistema bucal pode ocasionar ou 
favorecer o aparacecimento da candidíase. 
Fatores sistêmicos – estresse físico e 
emocional, diminuição do fluxo salivar, uso 
de fumo, uso de prótese. 
Uso de medicamentos – corticoides 
(dificultam a defesa local), antibiótico 
(inativam 
bácterias 
total ou 
parcial). 
Tratamento 
Fluconazol – 1 comp de 200mg (apenas uma 
dose) 
Nistatina 
 
 
PARACOCCIDIOIDOMICOSE 
 
É uma doença sistêmica cuja sintomatologia 
inicial geralmente ocorre na boca, que serve 
como porta de entrada. A infecção e o 
comprometimento inicial ocorre no pulmão, e 
a infecção bucal sucede a pulmonar. 
 
Etiologia 
Causada pelo Paracoccidioides brasiliensis, 
fungo. Normalmente a transmissão ocorre 
por inalação. 
A grande maioria dos indivíduos 
contaminados trabalha como lavrador. Como 
o fungo é resistente ao calor, pode 
permanecer na palha do milho. A gengiva é o 
sítio de prevalência da lesão bucal. 
 
Manifestação clínica 
Lesão ulcerada, micropapulas avermelhadas, 
puntiformes, assentadas em meio à 
ulceração esbranquiçada, em geral extensas. 
 
@resumosodontologia 
 
É comum sangramento ao toque ou mesmo 
espontâneo, ocorre principalmente na 
gengiva livre e inserida, ficando muitas vezes 
latente no sulco gengival 
 
 
.Diagnóstico diferencial 
A base não endurecida 
 
Diagnóstico 
Citologia esfoliativa 
Biópsia 
 
Tratamento 
Sulfa, anfotericina B. 
 
 
 
 
 
 
 
 
GENGIVITE ULCERATIVA 
NECROSANTE 
A gengivite ulcerativa necrosante (GUN) é 
uma doença infecciosa que ocorre na 
gengiva. 
 
 
Etiologia 
Doença bacteriana. 
 
Manifestação clínica 
Úlceras extremamanete doloridas, 
localizadas na gengiva inserida e livre, 
principalmente região anterior. Atinge a 
papila interdental, aspecto de papila 
invertida. 
Por causa da necrose e da presença de 
restos alimentares e células , a GUN produz 
um odor fetído. O paciente refere gosto 
metálico, dor, aumento de temperatura, mal 
estar e linfoadenopatia. 
 
Diagnóstico 
Clínico 
 
@resumosodontologia 
 
Tratamento 
Higienizar o local com enxaguantes, realizar 
o tratamento periodonta + antibiótico 
(cefalotina, cefalosporina e ampicilina) 
500mg, de 6 em 6 horas. 
 
SÍFILIS 
 
É uma doença infecciosa humana cuja 
transmissão se dá exclusivamente por 
contato. 
 
Etiologia 
Causada pelo Treponema pallidum, 
transmitido muitas vezes pelo contato sexual. 
A infecção se manifesta no local de 
inoculação, atingindo rapidamente a 
circulação. 
 
Manifestação clínica 
Varia de acordo com a fase em que se 
encontra a doença. 
A sífilis primária ocorre 2 a 4 semanas após o 
contágio, no ponto de inoculação, na forma 
de úlcera ou erosão. 
Quando atinge a línggua e os lábios, a úlcera 
é profunda de base endurecida, com bordos 
elevadoos e crateriforme. 
A duração da fase primária – o paciente 
imagina que está curado, pois a lesão 
desaparece cerca de 20 dias após seu 
aparecimento. No período de 2 a 4 semanas 
depois disso, inicia-se o aparecimentode 
lesões cutãneas, linfoadenopatias difusa, 
mal-estar e febre, que corresponde a fase 
secundária. 
Na fase secundária – ocorre lesões 
cutâneas em todo corpo, inclusive nas 
palmas da mãos e nas plantas dos pés, sob 
forma de úlceras. O paciente refere dor 
muscular, cefaleias e acentuada perda de 
peso. 
 
Na fase terciária – a sífilis está em sua 
forma clínica mais grave, pois pode 
desenvolver distúrbios sistêmicos graves. 
Sífilis congênita – ocorre contaminação do 
feto pela mãe infectada, ainda na vida 
intrauterina, provoca alterações de 
desenvolvimento. 
Incisivos de em forma de barril. 
Molares de amora. 
 
 
 
 
@resumosodontologiaDiagnóstico diferencial 
Características clínicas 
 
Tratamento 
Na fase primária – Penicilina G benzantina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HERPES 
 
Etiologia 
Causada pelo vírus VHS-1. 
Após a infecção primária, o vírus penetra nas 
células epiteliais, onde permanece em estado 
latente, mantendo-se assim em equilíbrio 
com o hospedeiro, até que fatores 
estimulantes façam com que o vírus se 
axacerbe, provocando recidiva. 
Alguns fatores faz com que a doença se 
manifeste: 
Frio 
Calor excessivo 
Sol 
Baixa na imunidade 
Estresse 
 
Manifestação clínica 
A 1º manifestação clínica da doença ocorre 
com crianças de 6meses a 5 anos. Cerca de 
um dia ou horas antes da eclosão da doença, 
ocorre sensações variadas como : prurido, 
queimação ou formigamento, eritema. 
 
@resumosodontologia 
 
Em seguida surge vesículas múltiplas. - se 
rompem 2 a 3 dias após seu aparecimento, 
deixando úlceras próximas umas das outras. 
Se regeneram de 7 a 15 dias. 
A sintomatologias das lesões recidivante é 
menos sevrea do que a da primeira eclosão. 
Ocorre edema e eritema do lábio, de 12 a 24 
horas terá os sintomas prodrômicos no local: 
ardor, queimação, prurido, desconforto, 
parestesia. (cerca de 12 horas depois surge 
as vesículas) 
 
 
Diagnóstico 
Aspecto clínico 
 
Tratamento 
Aciclovir 5x ao dia, durante 5 dias. 
 
 
ZÓSTER 
 
Etiologia 
Cauasado pelo vírus da varicela zóster. 
 
Manifestação Clínica 
Vesícula e bolhas na pele e na mucosa. As 
vesículas se rompem dando lugar a úlceras 
crostas. São múltiplas úlceras, umas 
próximas das outras conhecido como 
cobreiro. 
 
Tratamento 
É o mesmo tratamento para herpes, acrecido 
corticoides. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
OSTEOMIELITE 
 
São infecções que acomete os ossos da 
maxila. As osteomielites podem ser AGUDAS 
ou CRÔNICAS. 
 
AGUDAS 
A osteomielite aguda ocorre toda vez que o 
microrganismo apresenta maior poder de 
patogenicidade e o organismo não consegue 
combater. 
 
Etiologia 
A condição está associada, a traumatismo 
mecânico, como exodontias de dentes que 
propiciaram infecção. Após a exodontia o 
alvéolo foi contaminado ou ainda quando 
ocorre contaminação óssea externa. 
Inicia-se por meio de abscesso 
dentoalveolar, sendo comum seu 
desenvolvimento em estruturas ósseas 
acometidas de infecção odontogênica. 
Manifestações clínicas 
Dor, febre, mal-estar. Pele apresenta 
aumento pouco consistente à palpação, 
 
 
 
eritematosa, brilhante e com temperatura 
elevada. 
Radiograficamente, pode-se encontrar 
reabsorção óssea difusa. 
Tratamento 
Atibioticoterapia e drenagem na secreção 
purulenta. 
 
CRÔNICAS 
A osteomielite crônica costuma surgir após a 
osteomielite aguda. 
O que caracteriza a fase crônica é a 
presença de – sequestros ósseos. 
 
Manifestações clínicas 
São semelhantes ás da osteomielite aguda, 
mas muito mais brandas. Permanece uma 
fístula produtiva, drenando exudato 
purulento. 
 
Radiograficamente 
Nota-se reabsorção óssea irregular, podendo 
observar presença de seuqestros ósseo. 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
Tratamento 
Localizar o agente causal, e antibiograma. 
 
 
ALVEOLITE 
Quando o cóagulo se desloca do alvéolo. 
Etiologia 
Exodontias em que houve contaminação do 
alvéolo. 
Manifestações clínicas 
Restringem-se ao osso alveolar, 
apresentando sintomatologia dolorosa de 
grande intensidade. 
Tratamento 
Curetagem e irrigação do alvéolo. 
 
 
 
 
 
OSTEOMIELITE CRÔNICA COM 
PERIOSTITE PROLIFERATIVA 
 
Etiologia 
Esta reação do periósteo pode ser explicada 
pela progressão de infecção odontológicaque 
trespassa tábua óssea vestibular, 
provocando a reação periosteal pela 
presença da infecção. 
Manifestação clínica 
Ocorre exclusivamente em crianças. A 
condição tem períodos de exacerbação da 
sintomatologia. 
Tratamento 
É realizado para extinguir o foco infeccioso, 
por meio do tartamento endodôntico. 
 
 
OSTEONECROSE 
 
Tem-se utilizado medicação á base de 
bifosfonatos para o tratamento de uma série 
doenças (osteoporose, displasia fibrosa, 
osteogênese imperfeita, entre outras). 
Se por um lado o efeito terapêutico é 
eficiente, os efreitos colaterais podem ser 
observados. A osteonecrose que ocorre nos 
ossos maxilares, principalmente mandíbula. 
 
@resumosodontologia 
 
Etiologia 
É causada por fámacos que contém 
compostos bifosfonatos nitrogenados em sua 
composição. Os mais usados são: 
- Alendronato 
- Zolendronato 
- Risedronato 
- Pamidronato 
Manifestação clínica 
Radiograficamente como sinal precoce de 
osteonecrose – lâmina dura que não se 
remodela, na madíbula apresenta-se osso 
exposto ao mínimo traumatismo. 
 
 
Tratamento 
Antibioticoterapia por via oral. 
●Doxicilina 100mg – 1x ao dia 
●Levofloxacino 500 mg – 1x ao dia 
●Penicilina V 500mg – 4x ao dia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
As glândulas salivares fazem parte dos 
órgãos anexos ao tubo digestório. Elas 
exercem papel fundamental no mecanismo 
da digestão produzindo amilase salivar - um 
enzima que atua diretamente sobre o bolo 
alimentar como catalizador no processo da 
degradação. 
 
SIALADENITE 
RECORRENTE 
 
É uma inflamaçãoda glândula salivar parótida 
de etiologia desconhecida, com períodos de 
remissão e exacerbação. Parece ter origem 
em xerosttomia prolongada, infecções 
retrógradas do ducto parotídeo, anti-
hipertensivos, antidepressivos, anti-
histamínicos. 
Observa-se aumento lento e progressivo de 
uma das gglândulas parótidas, que se torna 
dolorosa e inflamada. Tem duração de 
1semana ou menos,regredindo totalmente ou 
parcialmente. 
Tratamento 
Depende da fase evolutiva em que o 
processo se encontra. Antibiótico ou anti-
inflamatório. 
 
 
 
MUCOCELE 
 
Trata-se de uma lesão com aparência cística. 
Ela costuma ser classificada como fenômeno 
de retenção de muco. 
Etiologia 
Forma-se apartir de traumatismo mecânico, 
como mordida ou machucado por aparelhos 
ortodônticos. O traumaismo provoca o 
rompimento do ducto ou mesmo da glândula 
menor, provocando acumulo de saliva e 
consequentemente surgindo bolhas na qual a 
saliva fica retida. 
 
Clinicamente 
Observada principalmente nas crianças, na 
maioria das vezes no lábio inferior, assim 
como na mucosa jugal e no ventre da língua. 
Tem a forma de bolha e varia bastante em 
tamanho, contendo saliva no seu interior. 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
 
Diagnóstico 
É feito a punção. Para estabelecer o 
diagnóstico definitivo. 
 
Tratamento 
Cirúrgico com remoção total da lesão. 
 
RÂNULA 
A rânula é uma bolha contendo saliva em 
tudo à mucocele. 
● Localização – soalho da boca. 
● Tamanho – maior que a mucocele. 
● Tipo de glândula acometida - glândulas 
menores ou ductos das glândulas ou 
submandibular. 
 
 
 
SIALOLITÍASE 
 
Sialolitos são estruturas calcificadas que se 
desenvolvem no sistema de ductos nas 
glândulas salivares maiores. 
Os sialólitos são decorrentes a deposição de 
sais de cálcio nas paredes dos ductos, 
geralmente em áreas que favorece essa 
deposição- defeitos das paredes dos ductos, 
acidentes anatômicos. 
É comum o cálculo ser expelido 
espontaneamente pela pressão que a saliva 
retida exerce, muitas vezes deslocando-o 
que permite o esvaziamento da glândula. 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
SÍNDROME DE 
SJOGREN 
 
Trata-se de uma disfunção imunológica 
crônica caracterizada por aumento da 
glêndula salivares e sintomatologia de secura 
persistente de olhos e na boca. 
 
Etiologia 
O distúrbio imunológico resulta em uma 
inflamação crônica que pode estar associada 
a fatores endócrino-metabólicos e ∕ ou 
microbiológicos. 
 
Manifestação clínica 
PRIMÁRIA – envolve exclusivamente as 
glândulas salivares e lacrimais,provocando 
hipossalivação e consequentemente 
sensação de boca seca (xerostomia) e 
secura conjuuntival (xeroftalmia). 
SECUNDÁRIA – ocorre em glândulas 
salivares e lacrimais acompanhada de 
comprometimento sistêmico com 
desenvolvimento de artrite reumatoide, lúpus 
eritematoso. 
Essa síndrome acomete pacientes do sexo 
feminino adultos. 
Tratamento 
Realizado a base de corticoides por via oral e 
estimulação do fluxo salivar. 
 
TUMORES DAS GLÂNDULAS 
SALIVARES 
Os tumores das glândulas salivares podem 
originar-se de glândulas salivares menores, 
maiores ou ainda glãndulas acessórias. 
Algumas glãndulas salivares envolvidas em 
tumores continuam produzindo saliva, 
principalmente em tumores banignos e 
malignos. Por isso é incomum o paciente 
referir que o tumor aumenta em volume . 
Um sinal relativamente comum nos casos de 
tumores malignos é a paralisia facial 
unilateral, que pode ser total ou parcial. 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
TUMOR BENIGNO 
 
ADENOMA 
Adenoma é o tumor de maior ocorrência 
entre os tumores de glândulas salivares. 
 
Manifestações clínicas 
A localização mais comum são as glândulas 
salivares do palato duro, próximo ao palato 
mole, e a glândula parótida. 
Pode ocorrer na mucosa do lábio superior, 
tem evolução lenta e se apresenta 
clínicamente como nódulo firme à palpação, 
dimensões variadas. 
É indolor e em geral autolimitado. 
 
 
Exames complementares 
Tomografia computadorizada, 
ultrassonografia e ressonância magnética. 
 
Tratamento 
Cirúrgico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
CARCINOMA 
MUCOEPIDERMOIDE 
 
Desenvolve-se por meio de duas formas, que 
se distinguem pela difrença de 
comportamento clínico e histológico. 
Carcinoma mucoepidermoide de baixo 
grau de malignidade – tem melhor 
prognóstico, com semelhanças clínicas dos 
tumores benignos. 
Carcinoma mucoepidermoide de alto grau 
de malignidade – mais agressivo. 
 
Manifestação clínica 
Acomete as glândulas salivares menores do 
palato e se apresenta clínicamente como um 
nódulo séssil, em geral ulcerado. 
 
Exames complementares 
Biópsia 
 
 
 
Tratamento 
Cirúrgico com margem de segurança. Em 
casos mais avançados quimioterapia . 
 
 
ADENOCARCINOMA 
 
Também chamado de CARCINOMA DE 
CÉLULAS ACINARES. 
A maioria dos tumores das glândulas 
salivares parece sugir do epitélio do sistema 
de ductos. Porém, algumas lesões se 
desenvolvem a partir das células acinares ou 
serosas. Ocorre principalmente na parótida, 
mas pode ocorrer com menor frequência, nas 
glândulas salivares menores no palato 
Manifestações clínicas 
Tem baixa malignidade, e seu 
comportamento clínico é pouco agressivo. 
Pode ser primárrio glândulas salivares, mas 
pode ser metastático de adenocarcinoma. 
 
Tratamento 
Remoção cirúrgica com margem de 
segurança. 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
CARCINOMA ADENOIDE 
 CÍSTICO 
 
 
Lesões histologicamente semelhantes se 
desenvolvem nas glândulas lacrimais e nas 
glândulas da faringe, da traqueia, dos 
brônquios e das mamas. 
 
Características clínicas 
As glândulas salivares comumente 
envolvidas são as glândulas menores do 
palato duro, seguida da parótida e das 
submandibulares. 
Nódulos que se desenvolvem de forma lenta. 
 
Tratamento 
Cirúrgico com margens de segurança. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
Na maioria dos casos, não tem origem 
definida. Porém pode ocorrer o aparecimento 
de lesões tumorais benignas estimadas por 
fator traumático mecânico ou virótico. 
 
FIBROMA 
 
É uma lesão nodular globosa, submucosa, 
em geral pedinculada. Apresenta coloração 
normal da mucosa ouu é ligeiramente mais 
clara, em virtude do conteúdo de sua massa. 
O tamanho variável de 3mm de diâmetro. 
É encontrado em qualquer região da mucosa 
bucal, eventualmente na gengiva. Pode 
originar-se de hiperplasia fibrótica provocada 
por trauma. 
 
PAPILOMA 
 
O papiloma é uma lesão nodular globosa, 
perdiculada, verrugosa, filiforme ou papilífera, 
 
 
 
de coloração esbranquiçada, superfície 
opaca e textura áspera. 
Apresenta pequenas dimensões, cerca de 1 
a 5 mm. Pode ocorrer em qualquer área da 
mucosa bucal, sendo prevalente: 
Semimucosa labial 
Dorso da língua 
Palato duro. 
 
Pode estar associado a traumatismo 
mecânico crônico de baixa intensidade, em 
alguns casos associado ao HPV. 
 
 
Tratamento 
Cirúrgico com margens de segurança, 
espera-se recidiva. 
 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
LIPOMA 
 
É uma lesão oriunda de tecido gorduroso. É 
representado por lesão nodular, submucosa, 
em séssil, pouco consistente a palpação, 
globosa. Ocorre principalmente na mucosa 
jugal. 
A mucosa que reveste é normal. É comum 
observar coloração amrelada, propiciada pelo 
tecido gorduroso que ocupa sua massa. 
Varia de 10 mm . 
 
 
 
HEMANGIOMA 
 
Tem características próprias e são anomalias 
de desenvolvimento. 
 
Etiologia 
Tem origem congênita, a maioria dos casos 
são detectada durante o 1º ano de vida. 
 
Manifestações clínicas 
Bolhas de cpnteúdo sanguíneo ou mesmo 
manchas de coloração avermelhada ou 
arroxeada. 
Tamanho é extremamente variável, desde 
pouco milimetros até vários centímetros. 
 
Diagnóstico 
Compressão 
 
Tratamento 
Cirurgia 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
 
 
 
Cavidade patológica com conteúdo fluido, 
semifluido, que NÃO é formada por acúmulo 
de secreção purulenta. 
ETIOLOGIA 
Proliferação de remanescentes epiteliais 
associados a formação dos dentes. 
 
Cisto Dentígero 
Origina-se da separação do folículo que fica 
ao redor da coroa e se conecta pela JAC 
(Junção Cemento Esmalte). 
Manifestações clínicas 
- Dentes impactados . 
- Mais prevalente no gênero Masculino, 
jovens 10-70 anos. 
- ASSINTOMÁTICO 
Manifestações radiográficas 
 - Imagens radiolúcidas unilocular. 
Tratamento 
- Enucleção cirúrgica . 
- Remoção ou não do dente. 
 
 
 
 
Cisto Gengival 
Cisto gengival do adulto 
Cisto gengival do recém nascido 
Etiologia 
- Restos da lâmina dentária 
Manifestações clínicas 
●Recém nascido 
-Rebordo alveolar 
- Perólas de Epstein 
● Adultos 
- Gengiva vestibular e mucosa alveolar 
- Cor azulada ou cinza 
*Reabsorção em tarça* 
Tratamento 
Cirúrgico 
 Enucleação: remover 
o cisto 
 
 
 
@resumosodontologia 
 
Cisto Periodontal Lateral 
Gênero mais prevalente em homens. 
- Localização: PMI, região anterior da maxila 
 
Manifestações radiográficas 
- Área radiolúcida. 
- Reabsorção radicular . 
Tratamento 
- Enucleação 
 
Cisto de Erupção 
Também conhecido como Hematoma de 
erupção. 
- Associado a um dente em processo de 
erupção 
 
Manifestações radiográficas 
- Aumento de volume em tecido mole. 
 
 
 
- Aspecto azulado. 
- Mais comum em dentes 
 
Tratamento 
Excisão 
 
 
Cistos Odontogênico 
Glândular 
 
Cisto raro. 
Manifestações clínicas 
- Geralmente pacientes de 40-50 anos. 
- Maior acometimento da mandíbula. 
- Pode apresentar comportamento agressivo. 
Manifestações radiográficas 
- Imagem radiolúcida 
- Uni ou Multilocular 
Tratamento 
Enucleação e curetagem 
* Propensão para recidiva * 
 
ICI decíduos 
1º M permanente 
ICS decíduos 
 
@resumosodontologia 
 
Ceratocisto Odontogênico 
Surge a partir dos restos celulares da lâmina 
dental. 
* É tratado como cisto mas se comporta 
como tumor* 
Manifestações clínicas 
- De 10 a 40 anos. 
Pequenos – ASSINTOMÁTICO 
Grandes 
 
Manifestações radiográficas 
-Área radiolúcida uni ou Multilocular. 
- Bem delimitada com margens esclerótica. 
- Sem expansão Óssea 
- Pode reabsorção óssea. 
 
Tratamento 
Enucleação + Curetagem 
 
Cisto Odontogênico 
Calcificante 
Lesão incomum, com diversidade 
histopatológica e comportamento variável.Manifestações clínicas 
- Predominante intra-ósseo. 
- 65 % na região de incisivos e caninos. 
 Manifestações radiográficas 
- Área radiolúcida, UNILOCULAR 
- Reabsorção radicular. 
Tratamento 
Enucleação 
 
Cisto Odontogênico 
Ortoqueratinizado 
 
Manifestações clínicas 
- Predominante em adultos jovens. 
- 2x mais freqüente na maxila. 
Manifestações radiográficas 
- Imagem radiolúcida, unilocular. 
Tratamento 
Enucleação 
 
REFERÊNCIA 
Livro: Nevilli 
Dor 
Edema 
Drenagem