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Prévia do material em texto

Janio Leal B. Alves
Samuel B. Nerilo
Fator de impacto
1.308
Universidade Estadual de Maringá
Departamento de Pós-Graduação em Ciência da Saúde
Tópicos Especiais em Toxicologia de Alimentos
INTRODUÇÃO
IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA E ECONÔMICA DOS FUNGOS
OS FUNGOS COMO DECOMPOSITORES
FUNGOS E PRODUÇÃO DE SUBSTÂNCIAS DE USO FARMACÊUTICO
RELAÇÕES ENTRE FUNGOS E OUTROS SERES VIVOS
FUNGOS E A PRODUÇÃO DE ALIMENTO
OS FUNGOS COMO DECOMPOSITORES
 
A decomposição permite que a matéria orgânica dos seres mortos possam ser aproveitadas por novos seres vivos.
A decomposição pode trazer prejuízos ao homem, pela ação decompositora de roupas, cercas, grãos de estocagem.
Fungos Saprófitos
Bactérias Saprófitos
Decompositores de M.O
Os fungos são organismos extremamente importantes para o equilíbrio da natureza. 
As espécies saprofágicas, juntamente com determinadas bactérias, desempenham o
 papel de decompositores,destruindo cadáveres e restos de plantas e animais. 
Isso permite que a matéria orgânica dos seres mortos possa ser aproveitada pelos novos seres que nascem.
Entretanto essa mesma atividade decompositora dos fungos pode ter um aspecto negativo, 
destruindo roupas, objetos de couro, cercas, dormentes de madeira das estradas de ferro etc.,
 causando ao homem grandes prejuízos econômicos.
4
FUNGOS E PRODUÇÃO DE SUBSTÂNCIAS DE USO FARMACÊUTICO
Penicillium chrysogenum 
Amanita phalloides
Claviceps purpurea
Foi do ascomiceto Penicillium chrysogenum que se extraiu originalmente a penicilina, um dos primeiros antibióticos a ser empregado com sucesso no combate a infecções causadas por bactérias.
Certos fungos produzem toxinas poderosas, que vêm sendo objeto da pesquisa farmacêutica. Muitos fungos produzem substâncias denominadas ciclopeptídios, capazes de inibir a síntese de RNA mensageiro nas células animais. Basta a ingestão de um único corpo de frutificação (cogumelo) do basidiomiceto Amanita phalloides, por exemplo, para causar a morte de uma pessoa. Um fungo muito estudado do ponto de vista farmacêutico foi o ascomiceto Claviceps purpurea, popularmente conhecido como ergotina. Foi dele que se extraiu originalmente o ácido lisérgico, ou LSD, substância alucinógena que ficou famosa na década de 1970.
A ergotina cresce sobre grãos de cereal, principalmente centeio e trigo. Cereais contaminados por ergotina causaram, no passado, intoxicações em massa, com muitas mortes. Desde o século XVI as parteiras já conheciam uma propriedade farmacêutica da ergotina: se ingerida em pequenas quantidades, acelera as contrações uterinas durante o parto.
5
RELAÇÕES ENTRE FUNGOS E SERES VIVOS
Micorrízicos  
Saprófitas 
Parasitas 
Micorrízicos – associação com as raízes de uma planta, constituindo a denominada micorriza, com a qual a planta aumenta a sua capacidade de absorção dos elementos minerais, e como troca o fungo obtém dela as substancias orgânicas necessárias para sobreviver (associação simbiótica);
Saprófitas – estes fungos desempenham um papel crucial como decompositores da matéria orgânica, mineralizando-a e colocando-a de novo à disposição das plantas;
Parasitas – fungos que vivem sobre plantas e animais, provocando, por vezes, graves doenças ou até mesmo a morte aos seus hospedeiros.
6
FUNGOS E A PRODUÇÃO DE ALIMENTO
Produção de pão
Produção de bebidas alcoólicas
Produção de queijos
Corpos frutíferos
FUNGOS E A PRODUÇÃO DE ALIMENTO
Cerca de duzentos tipos de cogumelo são usados na alimentação humana. Algumas espécies são largamente cultivadas, como é o caso do basidiomiceto Agaricus campestris; ascomicetos como a Morchella esculenta, depois de secos, constituem finíssima iguaria.
Produção de pão
As leveduras são fungos microscópicos, utilizados desde a Antiguidade na preparação de alimentos e bebidas fermentados. O levedo Saccharomyces cerevisae, empregado na fabricação de pão e de bebidas alcoólicas fermenta acúcares para obter energia, liberando gás carbônico e álcool etílico. Na produção do pão é o gás carbônico que interessa; as bolhas microscópicas desse gás, eliminadas pelo levedo na massa, contribuem para tornar o pão leve e macio.
Produção de bebidas alcoólicas
A produção dos diferentes tipos de bebida alcoólica varia de acordo com o substrato fermentado, com o tipo de levedura utilizada e com as diferentes técnicas de fabricação. Por exemplo, a fermentação da cevada produz cerveja, enquanto a fermentação da uva produz vinho. Depois da fermentação, certas bebidas passam por processos de destilação, o que aumenta sua concentração em álcool. Exemplos de bebidas destiladas são a aguardente, ou pinga, obtida a partir de fermentado de cana-de-açúcar, o uísque, obtido de fermentados de cereais como a cevada e o centeio, e o saquê, obtido a partir de fermentados de arroz.
Produção de queijos
Certos fungos são empregados na produção de queijos, sendo responsáveis por seu sabor característico. Os fungos Penicillium roquefortii e Penicillium camembertii, por exemplo, são utilizados na fabricação de queijos tipos roquefort e camembert respectivamente.
Corpos frutíferos de fungos superiores
7
Cerca de duzentos tipos usados na alimentação.
Cogumelos
Os macro fungos são fungos com “grandes” estruturas reprodutoras. 
Os Cogumelos são fungos pertencentes filos Ascomycota e Basidiomycota. 
Heterotróficos, ou seja, não possuem capacidade de produzir seu próprio alimento, alimentam-se por absorção.
	Reino	Fungi
	Filo	Basidiomycota
	Classe	Agaricomycetes
	Ordem	Agaricales
	Família	Agaricaceae
	Género	Agaricus
	Espécie	A. bisporus
Agaritina
Agaritina, um derivado de fenil-hidrazina de ocorrência natural no A.bisporus cogumelo cultivado tem sido descrita em alguns estudos de rato como potencial carcinogénio, com extrapolações de tais dados sendo feitos para alas consumo de cogumelo de areia thoutcomes heal humanos. No entanto, os estudos que descrevem os riscos potenciais para a saúde dos derivados de hidrazina Agaritina e têm, em geral, administrados compostos sintetizados quimicamente, em doses não-fisiologicamente relevantes para ratos.
9
Agaritina
Derivado de ocorrência natural em Cogumelos como o A. bisporus
 
Publicações
Citotóxico
Não Carcinógeno
Doses Irrelevantes
Não Citotóxico
Compostos sintéticos
Carcinógeno
Agaritina, um derivado de fenil-hidrazina de ocorrência natural no A.bisporus cogumelo cultivado tem sido descrita em alguns estudos de rato como potencial carcinogénio, com extrapolações de tais dados sendo feitos para alas consumo de cogumelo de areia thoutcomes heal humanos. No entanto, os estudos que descrevem os riscos potenciais para a saúde dos derivados de hidrazina Agaritina e têm, em geral, administrados compostos sintetizados quimicamente, em doses não-fisiologicamente relevantes para ratos.
Traduzir 
10
OBJETIVO
O objetivo desta mini-revisão ?
Analisar os estudos que avaliaram os efeitos dos derivados de Agaritina e hidrazina, bem como, cogumelos e extractos de cogumelo, sobre os modelos de animais utilizados; e avaliar os dados in vitro e metodologias em que extrapolações para a saúde humana vem sendo descritas.
Conteúdo de Agaritina em cogumelos
A. bisporus Suiça segundo Fischer et al., 1984.
Cogumelos frescos 94-629mg/kg
Cogumelos enlatados continha 1-55mg/kg
Extrato seco de Cogumelo 2110-6905mg/kg
A. bisporus Suécia segundo Andersson et al.,1999.
Cogumelos frescos 212-229 mg/kg
Niveis em sal moura foram ligeiramente diminuidos
Produtos enlatados diminuem em 10 X conteudo de Agaritina
Conteúdo de Agaritina em cogumelos
Reino Unido segundo Sharman et al., 1990.
 
Cogumelos frescos 80 – 250 mg/kg
Extrato seco de cogumelos 6520 mg/kg
Observou baixos indices em cogumelos transformados
Conteúdo de Agaritina em cogumelos
Segundo Stijve & Pitter, 2000.
Uma forma selvagem do A. Bisporus tem relatado duas vezes mais Agaritina do que a forma tradicional.
Cogumelos ao final de seu ciclo contem quantidades mais elevadas de Agaritina.
Conteúdo de 26espécies de cogumelos diferentes, não Agaricus foram testados todos eles não continham níveis de Agaritina 
Conteúdo de Agaritina em cogumelos
O cogumelo ostra, Pleurotus ostreatus, foi previamente relatado com conteudo de Agaritina similar ao A. bisporus, também de forma consistente foi observado resultado negativo neste estudo.
 Estudos com 32 spp. de cogumelos Agaricus, alguns tipos de cogumelos alucinógenos, Genero Lepiota e Coprinus indicaram que a ocorrência de Agaritina está limitada ao género Agaricus . 
Relataram que o estudo anterior foi baseado em uma metodologia pobre, produzindo resultados falsos positivos.
Estabilidade da Agaritina
Hajslova et al., 2002 testaram um componente sintética de Agaritina. 
Testada em agua e metanol.
Em agua degradado totalmente em 48h
Melhor em frascos abertos
Degradação similar de 4°C a 22°C
Melhor em pH < 7
Estabilidade da Agaritina
Segundo Schulzova et al., 2002.
Refrigeração ou congelamento de 
(20 – 75 %)
 Fervura 50%
Assado 25%
Frito (35 – 70%)
Cozimento (20 – 25%)
DEGRADAÇAO
Ames test
Este teste utiliza várias cepas mutantes de Salmonella typhimurium que não possuem a enzima fosforibosil ATP sintetase, que é necessária para a síntese de histidina.
Estas cepas são incapazes de crescer num meio deficiente-histidina, a menos que uma mutação inversa ou de volta para o tipo selvagem ocorreu.
Estudos in vitro
Friederich et al., 1986 apartir de Agaritina isolada de A. Bisporus
Teste de Ames  Mostrou mutagenicidade com as cepas TA1537 e com TA97a
Papaparaskeva et al., 1991 
Concluíram que Agaritina não era o principal componente mutagénico no cogumelo. 
Compostos fenólicos e quinonóide
Diferença de niveis de Agaritina ,não influenciavam de maneira correlativa a mutagenicidade da TA104.
Estudos in vitro
Gruter et al, 1991;. Pool-Zo bel et al., 1990
 Tambem relataram mutagenicidade pelo teste de Ames.
Soltaram a hipotese de que estes resultados são observados devido à presença de histidina livre nos extratos de cogumelos.
Sugerindo estudos futuros com este composto.
Potencial mutagênico de A. bisporus e extrato bruto de Agaratina in vivo
 camundongo transgênico lacI
Cogumelos frescos 3x/semana
Ração normal 4x/semana
Cogumelos liofilizados diluídos a 
25% p/p em pó Chow
Extrato de cogumelos contendo 
30% em pó Chow
15 semanas correspondentes a 
30, 80 e 120mg/kg
Aumento da frequência de 
mutação no rim e estômago
Correlação quantitativa entre mutagenicidade e
potencial carcinogênico para a dieta suíça de 
cogumelos contribui para um risco cumulativo 
de câncer de 2 casos em 100.000 
Estudo subsequente mostrou uma
genotoxicidade muito fraca e estimou 
um risco cumulativo de câncer de 1
caso em 100.000
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Mutagenicity Studies 
Urinary mutagenic potential was assessed using the Ames mutagenicity assay, employing Salmonella typhimurium strains TA98, TA100, and TA 104, and an activation system derived from the liver of rats treated with Aroclor 1254 ( 22). The volume of urine used in the mutagenicity studies was 500 mul; preliminary studies using urine from untreated animals have shown that at this level urine failed to influence the spontaneous reversion rate (results not shown). Mutagenic potential was determined before and after incubation of urinary samples with beta-glucuronidase or arylsulfatase; urine samples were passed through 0.45-mum filters before use.
22
Carcinogênese em ratos suíços após administração subcutânea ou intragástrica 
 Injeção subcutânea de N-metil-N-formilhidrazina
Fêmeas 180µg/g 
de peso corporal
Machos 120µg/g 
de peso corporal
Machos 100µg/g 
de peso corporal
40% de tumores 
no pulmão
12% de tumores da 
glândula prepucial
12% de tumores da 
glândula prepucial
 Injeção subcutânea de cloridrato de 4-metilfenilhidrazina 94-MPH)
14µg/g de peso corporal por 26 semanas
 N’-acetil-4-(hidroximetil)fenilhidrazina (AMPH) 
500µg/g de peso corporal por 26 semanas
Incidência significativa 
(24%) de fibrossarcomas
Tumores moles não relacionados
ao tratamento
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Carcinogênese em ratos suíços após administração intragástrica 
 3-metilbutanal metilformilhidrazona (3-MBMFH)
Intervalos de 53 semanas
50µg/g de peso corporal
Duas doses de 50µg/g 
de peso corporal
Machos e fêmeas
Machos e fêmeas
Incidência de tumores de 84%, 32%, 10%, 0% e 0% nas fêmeas, e 76%, 38%, 6%, 48% e 0% nos machos, respectivamente.
Incidência de tumores de 38%, 0%, 4%, 0% e 10% nas fêmeas, e 30%, 0%, 2%, 0% e 6% em machos, respectivamente.
pulmões, fígado, vesícula biliar, glândulas prepuciais e tireóide
(Toth & Gannett, 1990)
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
As incidências de tumores correspondentes nos controles não tratados foram de 26%, 0%, 0%, 0% e 0% nas fêmeas, e 26%, 0%, 0%, 0% e 0% nos machos, respectivamente.
24
↑ hidrazinas, em comparação com os encontrados em cogumelos;
Extrapolação das doses não fisiologicamente relevantes, extremamente irrealistas, e em alguns casos, níveis impossíveis de consumo de cogumelos em seres humanos;
Resultados contrastantes entre animais macho e fêmea;
Zero incidência de tumores em alguns grupos de camundongos macho e fêmea tratados com 3-MBMFH para 2 ou 53 semanas;
Incidência de 26% dos tumores em alguns animais não tratados macho e fêmea não fornece base científica para efeitos carcinogênicos em seres humanos.
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Estes estudos no modelo do rato suíça ter usado níveis extremamente elevados de hidrazinas, em comparação com os níveis de tais compostos encontrados em cogumelos. A extrapolação das doses de administração experimentais para estes ratos seria equivalente a não-fisiologicamente relevante, extremamente irrealista, e em alguns casos, níveis impossíveis de consumo de cogumelos em seres humanos. Os resultados contrastantes entre ratinhos macho e fêmea, em alguns estudos, assim como zero incidência de tumores em alguns grupos de ratinhos macho e fêmea tratados com 3-MBMFH para 2 ou 53 semanas, e uma incidência de 26% dos tumores em alguns não tratados camundongos de controle do sexo masculino e feminino não fornece base científica para efeitos tumorigênicos em seres humanos de cogumelo consumo.
25
Nenhum dos 13 estudos de carcinogenicidade em longo prazo com A. bisporus ou fenilhidrazinas foram realizados de acordo com protocolos padrão aprovados de carcinogenicidade;
Os camundongos suíços descritos acima são albinos a partir de uma colônia criados pela instituição de acolhimento desde 1951, e, portanto, os camundongos usados ​​são de uma colônia isolada que foi pura para mais de 40 anos;
 O uso de tais animais puros para fazer extrapolações para a saúde humana não foi validado cientificamente.
Andersson e Gry (2004)
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Estas séries de experiências utilizando os modelos de rato também foram analisados ​​por Andersson e Gry (2004) com estes autores, concluindo que nenhuma das 13 a longo prazo carro cinogenicity-estudos com A. bisporus ou os Fenilhidrazinas nos cogumelos em ratinhos, ou dois longo prazo estudos de carcinogenicidade com A. bisporus em ratos foram realizados de acordo para aprovados protocolos padrão de carcinogenicidade estudos. Fatores que não seguiram os protocolos padrão que podem ter uma influência significativa sobre os resultados finais incluídos controle grupos que geralmente não eram iniciados ao mesmo tempo, ou tratadas de uma maneira semelhante, introduzindo assim viés experimental, bem como a nutricional estado dos grupos de tratamento de animais, levantando a especulação de que a resposta ao tratamento foi cancerígenas induzida pelo protocolo de tratamento e não o cogumelo cultivada.
Os ratinhos suíços descritos acima são suíços ratinhos albinos a partir de uma colônia criados pela instituição de acolhimento desde 1951, e, portanto, os ratos usados ​​são de uma colônia isolada que foi pura para mais de 40 anos. Tais estirpes de rato que foram pura durantelongos períodos de tempo são completamente homozigóticas (e, por conseguinte, os animais individuais serão todos mostram as mesmas reações) e os resultados destes estudos são, em seguida, descrito como sendo aplicável a tumores humanos, funcionais, embora os seres humanos são heterozigotos e outbred. O uso de tais estirpes de animais puras para fazer extrapolações para a saúde humana não foi validado cientificamente.
26
Autores sugeriram que agaritina é rapidamente metabolizada e desaparece no plasma, enquanto que danos no DNA duram por um período mais longo após uma única administração;
A inferência para danos no DNA foi a partir de um resultado de um teste in vitro, e não dos dados in vivo;
Embora os dados com um marcador nomeadamente do estresse oxidativo mostrou este efeito, uma experiência semelhante com um marcador diferente do estresse oxidativo não apresentou este efeito. 
Além disso, este estudo utilizou agaritina de síntese química, e não cogumelos ou extratos de cogumelos.
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Os autores sugeriram que Agaritina é rapidamente metabolizado e desaparece no plasma, enquanto que danos no DNA dura por um período mais longo após uma única administração de Agaritina a ratinhos. A inferência para danos no DNA foi a partir de um resultado de um teste in vitro separada, e não os dados in vivo. Embora os dados com um marcador nomeadamente do estresse oxidativo mostrou este efeito, uma experiência semelhante com um marcador diferente do estresse oxidativo não apresentaram este efeito. Além disso, este estudo utilizou Agaritina de síntese química, e não cogumelos ou cogumelos extratos. Cadeia de DNA quebrando pelo radical de carbono centrada gerado a partir da síntese química 4-(hidroxi-metil) sal de benzenodiazónio de A. bisporus foi reportado no rato (Hiramoto et al, 1995).
27
Em contraste com os compostos utilizados de síntese química, um grande número de estudos usando cogumelos têm mostrado potenciais efeitos protetores contra danos no DNA. 
Diversas variedades de cogumelos, incluindo variedades de Agaricus, tiveram efeitos protetores contra danos oxidativos do DNA celular.
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Em contraste com os dois  estudos, que ambos os compostos utilizados de síntese química, um grande número de estudos usando cogumelos têm mostrado potencialmente efeitos protetores contra danos no DNA. Diversas variedades de cogumelos, incluindo variedades de Agaricus, foram relatados para ter efeitos pró-protetoras contra danos oxidativos do DNA celular. A. bisporus (Rocha et al, 2002)., Agaricus blazei (Barbisan et al, 2003). Agaricus brasiliensis, (Angeli et al, 2006)., Ganoderma luci-dum (Kim & Kim, 1999;. Pillai et al, 2006; Rocha et al, 2002;. Zhao et al, 2008), Inonotus oblíquo (Park et al, 2004) e Cordyceps sinensis, Grifola blazei, Grifola frondosa, Trametes versi-cor, e Agrocybe cylindracea (Wang et al... , 2004) foram reportado para ter efeito protetor contra danos ao DNA em linhagens de células humanas.
28
Camundongos fêmeas => dieta semi-sintética durante 26 semanas, onde 11% ou 22% da dieta foi substituída por cogumelos liofilizados (A. bisporus) equivalente a uma ingestão de agaritina de 92 ou 166mg/kg de peso corporal por dia falhou para induzir tumores no camundongo A/J modelo de tumor de pulmão.
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
 (Pilegaard et al., 1997)
Alimentando ratinhos fêmea uma dieta semi-sintético durante 26 semanas, onde 11% ou 22% da dieta foi substituído por liofilizada cogumelos(A. bisporus) equivalente a uma ingestão de Agaritina de 92 ou 166 mg / kg de peso corporal por dia falhou para induzir tumores no A/J rato modelo de tumor de pulmão (Pilegaard et al., 1997). O fornecimento de dietas ratinhos que continha 2% de cogumelos botão branco durante 4 semanas também resultou em nenhuma toxicidade que foi medida através de alterações no peso ou patologia de fígado, rim e trato gastrointestinal (Yu et ai., 2009).
29
Embora a injeção direta em camundongos com elevadas concentrações de compostos de hidrazina de síntese química têm sido reportado para resultar em tumores em alguns estudos com camundongos, mas não em outros, os estudos em que A. bisporus crus ou cozidos ou outros cogumelos, foram alimentados a camundongos ou onde agaritina foi administrada na água potável, diariamente, não detectou efeitos toxicológicos ou carcinogênicos.
5. Estudos em modelo animal (camundongos)
Embora a injeção direta de ratinhos com elevado concentrações de compostos de hidrazina de síntese química têm sido reportado para resultar em tumores em alguns estudos com ratos, mas não em outros, os estudos em que A. bisporus crus ou cozidos ou outros cogumelos, foram alimentados em camundongos ou onde Agaritina foi administrada a ratos na água potável, para a vida diária, mostrou que o consumo de cogumelos ou Agaritina na água potável não foram detectados efeitos toxicológicos ou carcinogênicos.
 
30
Agaritina marcada com carbono-14 [14C]
Rapidamente absorvida em ambas as espécies, alcançando níveis sanguíneos mais elevados, no camundongo, mas com absorção similar;
Ligação covalente às proteínas no fígado e nos rins;
A maioria da radioatividade foi excretada durante as primeiras 24h em ambas espécies de animais;
No rato, foi igualmente distribuída entre a urina e fezes, enquanto que no camundongo a maioria da radioatividade foi excretada na urina;
Não houve diferenças qualitativas no perfil metabólico evidentes, mas foram observadas diferenças quantitativas;
O tratamento da urina com enzimas desconjugadoras não revelou a presença de quaisquer conjugados. 
Agaritina e 4-(hidroximetil) benzeno diazônio íon não foram detectados na urina ou no plasma de ambas as espécies.
6. Estudos em modelo animal (ratos)
O destino do carbono-14 [14C] Agaritina marcada tem sido investigado nas linhagens de camundongos e ratos anteriormente empregados em estudos de carcinogenicidade com A. bisporus. Agaritina foi rapidamente absorvida em ambas as espécies, alcançando níveis sanguíneos mais elevados, no mouse, mas com a absorção similar. Ligação covalente de material Agaritina às proteínas foi detectada apenas no fígado e nos rins, mas a extensão da ligação foi o mesmo no rato e ratinho. A maioria da radioactividade foi excretada durante as primeiras 24h em ambas as espécies de animais. No rato, foi igualmente distribuída entre a urina e fezes, enquanto que no rato mais da radioactividade foi excretada na urina. Não houve diferenças quali-quantitativos e qualitativos no perfil metabólico foram evidentes, mas foram observadas diferenças quantitativas. O tratamento do urina com enzimas deconjugating não revelou a presença de quaisquer conjugados. Agaritina e 4 - (hidroximetil) ion diazónio benzeno não foram detectados na urina ou no plasma de ambas as espécies.
31
Nenhum agente mutagênico ou pró mutagênico foi detectado pelo ensaio de mutagenicidade de Ames na urina de uma ou outra espécie após a exposição ao Agaritina. 
Alimentando os ratos com uma dieta de cogumelo cru, de acordo com o protocolo empregado nos estudos de carcinogenicidade, não modulou a excreção de radioatividade ou o padrão metabólico urinário.
Não houve diferenças no destino da Agaritina no rato e camundongo que poderia fornecer uma razão para a carcinogenicidade de A. bisporus no camundongo, mas não no rato.
6. Estudos em modelo animal (ratos)
 (Walton et al., 2000)
 Sem mutagénicos ou promutagens foram detectados pelo ensaio de mutagenicidade de Ames na urina de uma ou outra espécie após a exposição ao Agaritina. A administração repetida de Agari-tine a ratos e ratinhos, não alterou o perfil metabólica urinária e excreção de radioactividade. Da mesma forma, alimentando os ratos uma dieta de cogumelo cru, de acordo com o protocolo empregado nos estudos de carcinogenicidade, não modular a excreção de radioactividade ou o padrão metabólica urinária. Não houve diferenças principais espécies no destino da Agaritina no rato e de ratinho foram notado que poderia forneceruma razão para a carcinogenicidade de A. bisporus no ratinho, mas não no rato (Walton et ai., 2000).
32
Estudo em longo prazo do consumo de A. bisporus
6. Estudos em modelo animal (ratos)
Fêmeas Charles River Sprague-Dawley
Não houve diferença significativa na incidência de tumores 
entre o grupo experimental e grupo de controle.
pó seco a 30% de A. bisporus 
durante 500 dias
grupo controle => dieta basal
 sem A. bisporus
Longo prazo de um consumo bisporus foi estudado em ratos. Fêmeas Charles River Sprague-Dawley foram alimentados com uma dieta contendo um pó de 30% e seco de A. bisporus durante 500 dias. Um grupo controle recebeu uma dieta basal sem A. bisporus. Não houve diferença significativa na incidência de tumores entre o grupo experimental e grupo de controlo. Nenhuma atividade carcinogénica de A. bisporus foi observado no presente estudo a longo prazo (Matsumoto et ai., 1991), embora o efeito de secagem sobre o nível Agaritina não foi determinado.
33
Avaliação da toxicidade crônica e oncogenicidade de 
A. blazei Murill
6. Estudos em modelo animal (ratos)
Ratos F344
peso corporal médio;
ganho de peso corporal;
parâmetros hematológicas ou bioquímicos;
peso dos órgãos absolutos ou relativos.
Alimentação (2 anos) => pó contendo 
A. blazei (25.000 ppm)
grupo controle
Estudos histopatológicos mostraram nenhum aumento na incidência de tumores.
A mortalidade nos machos teste foi 
significativamente menor do que nos controles 
Um estudo para avaliar a toxicidade crónica e oncogenicidade de A. blazei Murill em ratos F344 foi recentemente relatado (Lee et al., 2008). A longo prazo de alimentação (2 anos) de ratos de um dieta em pó contendo A. blazei em níveis de até 25.000 ppm (partes por milhão) não revelou nenhuma mudança notável no peso corporal médio, o ganho de peso corporal, hematológicas ou soro quimicos parâmetros, ou o peso dos órgãos absolutos ou relativos em controlo ou grupos de tratamento. A mortalidade no tratamento do sexo masculino (cogumelo) grupos foi significativamente menor do que nos controlos. Estudos histopatológicos mostraram nenhum aumento na incidência de tumores.
34
Um estudo clínico randomizado, duplo-cego e controlado com placebo (72 pacientes) avaliou os efeitos de A. blazei Murill, em combinação com metformina e gliclazida sobre a resistência à insulina no diabetes tipo II. 
Suplementação com extrato de A. blazei Murill induziu resistência à insulina entre os indivíduos com diabetes tipo II. 
O aumento da concentração de adiponectina após tomar o extrato de A. blazei Murill durante 12 semanas pode ser o mecanismo que resultou no efeito observado.
7. Estudos humanos de segurança alimentar com cogumelos Agaricus
(Hsu et al., 2007)
Uma série de testes em humanos foram conduzidos com cogumelos do gênero Agaricus. Um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo clínico (72 pacientes) avaliou os efeitos de A. blazei Murill, em combinação com metformina e gliclazida sobre a resistência à insulina no diabetes tipo II. Sup. plementação de A. blazei Murill extrair resistência à insulina entre os indivíduos com diabetes tipo II. O aumento da concentração adiponectina após tomar A. blazei Murill extracto durante 12 semanas pode ser o mecanismo que resultou no efeito observado (Hsu et al., 2007).
-Adiponectina é um hormônio protéico que modula vários processos metabólicos, incluindo a regulação da glicemia e o catabolismo de ácidos graxos.[2] A adiponectina é exclusivamente secretada do tecido adiposo na corrente sanguínea e seus níveis no plasma sanguíneo estão inversamente relacionados com o percentual de gordura corporal em adultos,[3] enquanto esta associação não está bem definida em crianças. Este hormônio tem um papel na supressão de eventos metabólicos que podem causar Diabetes tipo 2,[3] obesidade, aterosclerose,[2] Doença hepática gordurosa não alcoólica, e Síndrome Metabólica.[4]
Adiponectina é secretada na corrente sanguínea, onde representa cerca de 0,01% de todas as proteínas plasmáticas. Há um dimorfismo sexual em suas concentrações plasmáticas, com mulheres tendo níveis superiores aos dos homens. Os níveis de adiponectina estão reduzidos em diabéticos, se comparados aos não-diabéticos. A perda de peso corporal aumenta significativamente a concentração deste hormônio no plasma.[5]
A adiponectina exerce parte de seus efeitos de perda de peso pelo cérebro. Esta ação é similar a da leptina,[6] mas os dois hormônios tem ações complementares, e podem ter efeitos aditivos.
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Estudo piloto com A. blazei Murill (ABM) em pacientes com hepatite B 
 
7. Estudos humanos de segurança alimentar com cogumelos Agaricus
(Hsu et al., 2008)
4 pacientes com hepatite B que preenchiam os critérios:
- Idade entre 20 e 65 anos;
- Ser chinês; 
- Portador de ((HBAg (+)) por mais de 3 anos; 
- Alanina aminotransferase (ALT) > 100 UI/L; 
- Não tomar lamivudine, alfa-interferon, ou outras drogas para hepatite.
AST => 246,0 => 61.3IU / L 
ALT => 151,0 => 46.1IU / L
12 meses
Extratos de ABM (1500mg por dia)
A 1 ano aberto (não duplo-cego placebo ou con-controlada) estudo piloto foi relatado sobre se A. blazei Murill (ABM) extrair função hepática em pacientes com hepatite B. O estudo envolveu 12 meses de observação clínica- ção. Quatro (4) pacientes com hepatite B que preenchiam os critérios (1) com idade entre 20 e 65 anos, (2) ser chinês; (3) ter sido um transportador B hepática (HBAg (+)) por mais de 3 anos; ( 4) alanina aminotransferase> 100 UI / L, e (5) não tomar lami-vudine, alfa-interferon, ou outras drogas para hepatite partici-pado no estudo com o consentimento informado. Os pacientes incluídos foram dadas AbM extracto de 1500mg por dia durante 12 meses. No final do estudo, o nível médio de Aspar-Tate aminotransferase e alanina aminotransferase de-aumentou de 246,0 a 61.3IU / L e 151,0 a 46.1IU / L, respectivamente. A observação inicial parece indicar o benefício po-tencial de extrato AbM em normalizar a função hepática dos pacientes com hepatite B. estudos controlados com amostras maiores devem ser realizados para confirmar estas observações (Hsu et al., 2008).
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Ensaios clínicos do Brasil => pacientes com câncer colorretal foram suplementadas com cogumelo Agaricus sylvaticus, por via oral, duas vezes por dia (30mg/kg/dia), durante seis meses.
Estes ensaios sugerem benefícios em parâmetros hematológicos e imunológicos, e uma redução nos níveis de glicemia.
7. Estudos humanos de segurança alimentar com cogumelos Agaricus
(Garbi Novaes et al, 2007b; Fortes et al, 2009, 2008;. Garbi Novaes et al, 2007a, 2007c, 2007d, 2007e)
Uma série de estudos randomizados, controlados com placebo ensaios clínicos do Brasil em que os pacientes com câncer colorretal foram suplementadas com cogumelo Agaricus sylvaticus, por via oral, duas vezes por dia (30 mg / kg / dia), durante seis meses foram originalmente pré-representada no Mundial 2007 Congresso sobre o Câncer Gastrointestinal em Espanha (Garbi Novaes et al, 2007b.) e mais recentemente têm sido publicados (Fortes et al, 2009, 2008;. Garbi Novaes et al, 2007a, 2007c, 2007d, 2007e.). Estes ensaios sugerido benefícios em parâmetros hematológicos e imunológica, e uma redução nos níveis de glicémia. As análises em comparação com os grupos de valores de referência sem comparação dos grupos com um outro que diminui o valor das análises. 
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Testes em humanos também têm sido realizados com G. lucidum (Noguchi et al, 2008;. Wachtel-Galor et al, 2004;.. Zhou et al, 2005), Lyophyllum decastes (Ukawa et al, 2007), e Hericium erinaceum (Kawagishi & Zhuang, 2008; Mori et al, 2009); 
Não relataram quaisquer efeitos toxicológicos do consumo destes cogumelos.
7. Estudos humanos de segurança alimentar com cogumelos Agaricus
Testes em humanos também têm sido realizados com G. lucidum (Noguchi et al, 2008;. Wachtel-Galor et al, 2004;.. Zhou et al, 2005), decastes Lyophyllum (Ukawa et al, 2007). E erinaceum Hericium ( Kawagishi & Zhuang, 2008; Mori et al, 2009);. esses estudos não relataram quaisquer efeitos toxicológicos de con-sumodestes cogumelos.
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8. Conclusões
Administração direta de compostos de hidrazina sintéticos, incluindo agaritina, aos camundongos mostrou potenciais efeitos cancerígenos em alguns estudos, mas contrariada por outros estudos.
Nenhum efeito carcinogênico foi cientificamente validado em estudos com camundongos, ratos e seres humanos onde os cogumelos foram consumidos, indicando a importância da realização de estudos na matriz natural (ou seja, o alimento completo), especialmente se as mensagens sobre a saúde humana devem ser consideradas. 
Mutagenicidade fraca de alguns cogumelos tem sido relatada por vários autores que utilizam o teste Ames, embora esses estudos concluíram que agaritina não foi responsável pela mutagenicidade observada e nenhuma correlação entre os níveis de agaritina e mutagenicidade foi observada. 
Administração direta de compostos de hidrazina de síntese química, incluindo Agaritina, aos camundongos foi relatado para ser associado com potenciais efeitos cancerígenos em alguns estudos, mas contrariada por outros estudos. Não cancerígenas EF-ciais tenham sido cientificamente validados em estudos com camundongos, ratos e seres humanos onde os cogumelos foram consumidos indi-cando a importância da realização de estudos na matriz natural (ou seja, o alimento completo), especialmente se as mensagens sobre a saúde humana devem ser considerado. Mutagenicidade fraco de alguns cogumelos tem sido relatada por vários autores que utilizam o sistema de teste Ames bacteriana, embora esses estudos concluíram que Agaritina não foi responsável pela mutagenicidade observada e nenhuma correlação entre os níveis Agaritina e mutagenicidade foi observado. No entanto, estes resultados já foram relatadas como sendo um artefacto no ensaio utilizado, devido à presença de histidina livre nos extractos de cogumelos. Tem sido recomendado que histidina independentes sistemas de ensaio bacterianas ser usado para tais estudos no futuro. A adição do aminoácido histidina (um precursor em L-ergothioneine de produção) para o composto tem sido utilizada para aumentar a quantidade de L-ergothioneine, um antioxidante biologicamente activo em mush-quartos. Uma análise crítica dos estudos, até à data leva à conclusão de que o consumo de A. bisporus e outros cogumelos comestíveis não resulta em quaisquer efeitos toxicológicos conhecidos ou cancerígeno em seres humanos saudáveis.
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8. Conclusões
No entanto, estes resultados já foram relatadas como sendo um artefato no ensaio utilizado, devido à presença de histidina livre nos extratos de cogumelos. 
Tem sido recomendado que histidina independente do ensaio bacteriano seja usada para tais estudos no futuro.
 A adição do aminoácido histidina (um precursor em L-ergotioneina de produção) para o composto tem sido utilizada para aumentar a quantidade de L-ergotioneina, um antioxidante biologicamente ativo em cogumelos.
Uma análise crítica dos estudos, até à data leva à conclusão de que o consumo de A. bisporus e outros cogumelos comestíveis não resulta em quaisquer efeitos toxicológicos conhecidos ou cancerígenos em seres humanos saudáveis.
Administração direta de compostos de hidrazina de síntese química, incluindo Agaritina, aos camundongos foi relatado para ser associado com potenciais efeitos cancerígenos em alguns estudos, mas contrariada por outros estudos. Não cancerígenas EF-ciais tenham sido cientificamente validados em estudos com camundongos, ratos e seres humanos onde os cogumelos foram consumidos indi-cando a importância da realização de estudos na matriz natural (ou seja, o alimento completo), especialmente se as mensagens sobre a saúde humana devem ser considerado. Mutagenicidade fraco de alguns cogumelos tem sido relatada por vários autores que utilizam o sistema de teste Ames bacteriana, embora esses estudos concluíram que Agaritina não foi responsável pela mutagenicidade observada e nenhuma correlação entre os níveis Agaritina e mutagenicidade foi observado. No entanto, estes resultados já foram relatadas como sendo um artefacto no ensaio utilizado, devido à presença de histidina livre nos extractos de cogumelos. Tem sido recomendado que histidina independentes sistemas de ensaio bacterianas ser usado para tais estudos no futuro. A adição do aminoácido histidina (um precursor em L-ergothioneine de produção) para o composto tem sido utilizada para aumentar a quantidade de L-ergothioneine, um antioxidante biologicamente activo em mush-quartos. Uma análise crítica dos estudos, até à data leva à conclusão de que o consumo de A. bisporus e outros cogumelos comestíveis não resulta em quaisquer efeitos toxicológicos conhecidos ou cancerígeno em seres humanos saudáveis.
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