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1) Homem de 19 anos procurou serviço de otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal. Relatou que tal sinal persis<a há algumas semanas, mas que inicialmente pensou tratar-se de uma alergia, e se automedicou com an<- histamínicos, sem resultado. Queixou-se também de episódios de rinorreia. Ao longo das semanas observou que a obstrução da fossa nasal esquerda passou a ser bilateral. Durante o exame Hsico, o paciente relatou dor a compressão do seio paranasal, entretanto negou febre e astenia. Foi realizado rinoscopia anterior onde foi revelado pólipo único de origem no meato nasal médio projetando para o coano esquerdo. Síntese: obstrução nasal relacionada à alergia -> obstrução bilateral + pólipo nasal no meato nasal médio e projeção para coano. CAVIDADE NASAL • Coano • Conchas nasais (superior média, inferior) • Meatos nasais (superior, médio e inferior) • Ós<o nasolacrimal • Recesso esfenoe<moidal “... alergia...” FARINGE • Tonsila faríngea • Nasofaringe, orofaringe, laringofaringe “... compressão dos seios paranasais...” SEIOS PARANASAIS • Esfenoidal • E<moidal (anterior, médio, posterior) • Frontal • Maxilar • Parte posterior do meato nasal inferior -> abrem seio frontal e e<moidal anterior • Parte média do meato nasal médio (bulha e<moidal) -> seio e<moidal médio • Parte posterior do meato nasal medio -> seio maxilar • Recesso esfenoe<moidal -> seio esfenoidal 1. Obstrução nasal: estruturas da cavidade nasal 2. Alergia: quando o sistema imunológico reage de forma exagerada quando exposto a certas substâncias (alérgenos) 3. An<- histamínicos: Os an<-histamínicos (an<alérgicos) são os medicamentos mais u<lizados no tratamento das ur<cárias, uma vez que a histamina é a principal substância que ocasiona a maior parte dos sintomas da inflamação da alergia. Esses medicamentos atuam nas terminações nervosas e nos vasos sanguíneos (impedem a dilatação dos vasos), amenizando os sintomas da inflamação 4. Rinorreia: secreção excessiva, que varia de um líquido claro até um muco espesso, do nariz e das fossas nasais. 5. Obstrução da fossa nasal (cavidade nasal) esquerda passou a ser bilateral ( dos dois lados): estruturas da cavidade nasal 6. Dor a compressão do seio paranasal: seio esfenoidal, seio etmoidal (grupo anterior, posterior e médio), seio frontal e seio maxilar 7. Pólipo (tumor benigno indolor na mucosa do nariz) único de origem no meato nasal médio projetando para o cóano esquerdo (abertura posterior esquerda da cavidade nasal): Lâmina da cavidade nasal -> Corte longitudinal da cavidade nasal no aumento de 40x, mostrando o epitélio respiratório e o epitélio olfatório. 2) Criança de 9 anos, sexo masculino, foi trazida a emergência em razão de queda da altura do armário, aproximadamente duas horas antes. A mãe relatou que após a queda a crianças queixou-se de dor localizada no nariz além de outras escoriações. Ao exame Hsico apresentou aplainamento facial, edema e equimose na face, além de degraus à palpação. Foi realizada radiografia de crânio onde foi evidenciado tracos de fraturas em ossos do nariz. Síntese: queda do armário. Dor localizada no nariz. Radiografia revela fratura em ossos do nariz. NARIZ • Raiz • Dorso • Ápice • Base • Asas do nariz • Arcabouço car<laginoso ((Processo Lateral da Car<lagem do septo nasal, Car<lagem ala maior, Car<lagem ala menor) • Tecido epitelial colunar simples com células caliciformes • Car<lagem do septo nasal Histologia: O nariz é formado por car<lagem hialina Aplanamento Facial: • Raiz (Cartilagem Hialina) • Dorso (Cartilagem hialina) • Ápice (Cartilagem Elástica) • Base (Cartilagem Hialina) • Asa do nariz (Cartilagem Hialina) • Cartilagem do septo nasal (Cartilagem Hialina) • Cartilagem ala maior (Cartilagem Hialina) • Processo lateral do septo nasal (Cartilagem Hialina) Fraturas em ossos do nariz: • Vômer • Lamina perpendicular etmoidal (Cartilagem Hialina) • Conchas nasais: Superior, Média e Inferior • Tecido epitelial colunar simples com células caliciformes Lâmina da cavidade nasal -> Corte longitudinal da cavidade nasal no aumento de 40x, mostrando o epitélio respiratório e o epitélio olfatório. 3) Homem de 47 anos, hipertenso medicamentado, relatou episódio de epistaxe acompanhada de dor na nuca após estresse intenso no trabalho. Ao exame Hsico aparentava P.A. 190 x 110 mmHg e epistaxe anterior a<va. Foi medicando com an<- hipertensivo oral e subme<do a tamponamento nasal anterior com melhora do quadro. Síntese: hipertenso chegado ao PS com epistaxe anterior aPva. Medicado com anP- hipertensivos e realizado tamponamento nasal anterior. “... epistaxe...” região vascularizada: CAVIDADE NASAL • Vesrbulo Nasal • Septo nasal • Limiar do nariz • Lâmina cibriforme • Conchas nasais (inferior, média superior) • Meatos nasais (inferior, superior, médio) Pontos principais: Epistaxe: Sangramento Nasal, definida como um sangramento originário da mucosa nasal, representando uma alteração da hemostasia normal do nariz. Essa hemostasia pode estar comprome<da por perda da integridade vascular, anormalidades na mucosa nasal ou por alterações nos fatores de coagulação. Epistaxe anterior: Forma de tratamento U<lizadab->Tamponamento Nasal Anterior O tamponamento nasal foi introduzido na prá<ca médica por Hipócrates e vem sendo realizado até os dias atuais como procedimento de ro<na nos serviços de emergência. O tamponamento tem uma eficácia menor do que a cauterização, porque não atua diretamente sobre o vaso sangrante, mas exerce pressão uniforme sobre a mucosa como um todo. O edema e o processo inflamatório resultantes da presença do tampão atuam impedindo o sangramento. Existem diversos tampões nasais disponíveis, sendo mais comumente usados os de rayon ou gaze (embebidos em vaselina, nitrofurazona ou pomada de an<bió<co). A gaze é disposta em <ras ao longo da fossa nasal, em "pilha" ou "sanfona", até preencher por completo a fossa. Outras alterna<vas são os tampões feitos com dedo de luva preenchido com gaze, esponja de uso domés<co reves<da por preserva<vo e tampão Merocel (este úl<mo é introduzido na fossa nasal e embebido com gotas de an<bió<co, expandindo-se e preenchendo a fossa nasal). Para qualquer <po de tampão anterior vale a regra de introduzi-lo profundamente na fossa nasal, para que toda a mucosa seja pressionada, e não apenas a da região anterior do septo. O tampão nasal anterior é man<do por um período de 2 a 5 dias, dependendo da intensidade do sangramento. O Merocel deve ser re<rado em 48 horas, uma vez que possui a tendência de aderir à mucosa nasal, dificultando sua re<rada após esse período. Um dos riscos do tamponamento anterior, embora raramente observado, é a síndrome do choque tóxico, causada pela liberação de toxinas do Staphylococcus aureus, absorvidas pela mucosa nasal. Alguns autores advogam o uso de an<microbiano sistêmico profilá<co quando do tamponamento com a finalidade de prevenir a sinusite pelo acúmulo de secreções nos seios paranasais e fossa nasal; contudo, a síndrome do choque tóxico não é evitável pelo uso de an<microbiano sistêmico. A re<rada do tampão nasal pode ocasionar trauma importante da mucosa nasal, com recidiva do sangramento. Os pacientes com discrasias sanguíneas são par<cularmente suscerveis à novos episódios de sangramento, assim, aconselha-se o uso de esponjas hemostá<cas cirúrgicas (Gelfoam, Oxycel), que são reabsorvidas pela mucosa, sem necessidade de sua re<rada. Sua desvantagem é a menor eficiência no controle de sangramentos abundantes. (No caso não foi necessário). Existem outros métodos de tratamento como: • Cauterização • Tratamento Cirúrgico PA: 190/110 mm HG (Alta) Paciente Hipertenso medicamentado, com relato de dor na nuca após estresse, o que é uma possível causa da PA aumentada. A cefaleia tensional pode acontecer como consequência de diversas situações que favorecem as contraçõese o enrijecimento dos músculos da região do pescoço, como estresse, excesso de preocupação, ansiedade, tensão emocional, depressão e dor cervical. Além disso, a dor pode acontecer por conta de alterações do sono, do ape<te e esforço ocular. 4) Criança de 06 anos, sexo feminino, foi levada ao serviço de pediatria próximo a sua residência em virtude de febre alta, astenia e cefaleia. Há vinte dias apresentou resfriado, com resolução espontânea. A mãe relatou que a filha necessitava de uma cirurgia de re<rada das adenoides, que prejudicava muito a respiração, o que foi iden<ficado no exame Hsico, assim como dor a palpação da face e um leve desvio de septo nasal. A TC de crânio revelou opacificação do seio paranasal associado ao desvio de septo, sendo diagnos<cada com sinusite aguda. Síntese: chegada ao PS com febre alta, astenia e cefaleia. Realizou rePrada das adenoides. Dor a palpação da face. Desvio de septo nasal. TC opacificação de seio paranasal. DiagnósPco: sinusite aguda. “... re<rada das adenoides...” NASOFARINGE • Nasofaringe • Ós<o Faríngeo da Tuba Audi<va • Toro tubário • Tonsila faríngea • Prega salpingopala<na • Prega salpingofaríngea • Recesso esfenoe<moidal • Recesso faríngeo “... desvio de septo nasal...” NARIZ • Car<lagem do Septo Nasal CAVIDADE NASAL • Septo Nasal: parte óssea (posterior) • Septo Nasal: parte car<laginosa (anterior) “... dor à palpação...” SEIOS PARANASAIS • Esfenoidal • E<moidal (anterior, médio e inferior) • Frontal • Maxilar • Parte posterior do meato nasal inferior -> abrem seio frontal e e<moidal anterior • Parte média do meato nasal médio (bulha e<moidal) -> seio e<moidal médio • Parte posterior do meato nasal medio -> seio maxilar • Recesso esfenoe<moidal -> seio esfenoidal Re<rada das adenóides : Tonsila faríngea-> Localizada no teto da nasofaringe (epitélio colunar simples ciliado com células caliciformes). Tonsila faringea: Parênquima com nódulos linfá<cos, alguns com centros germina<vos. Quando inflamada é denominada adenóide. Lâminas de nódulos linfáPcos: Região cor<cal: local de linfócitos B Região paracor<cal: local de linfócitos T Região medular: cordões de células (linfócitos diferenciados). Nódulo linfá<co primário não está em a<vidade por isso não há centro germina<vo. Quando o nódulo linfá<co está em a<vidade ele é chamado de nódulo linfá<co secundário, tendo um centro germina<vo. Centro germina<vo (dividido em três regiões) Zona escura (centroblastos): linfócitos B imunocompetente virgem. Zona basal clara (centrócitos): linfá<co B expressam imunoglobulinas de superHcie. Zona apical clara: os linfócitos B que não sofreram apoptose se diferenciam em plasmócitos e células B de memória. Anatomia tonsila faríngea: Opacificação do seio paranasal: Quando há obstrução dos ós<os, a secreção do epitélio e da lâmina própria aumenta nas áreas e da lâmina própria aumenta nas áreas dos seios ocorrendo infecções e inflamações. Os seios paranasais são cobertos por tecido epitelial colunar simples com células caliciformes. Compressão dos seios paranasais: frontal, etmoidal, esfenoidal e maxilar. Obstrução das fossa nasal: Seios nasais (frontal, maxilar, esfenoidal e etmoidal) Meatos nasais (inferior, médio e superior). Anatomia dos seios paranasais: *Epitélio dos seios paranasais é o mesmo epitélio presente na n a s o f a r i n g e , e p i t é l i o respiratório. Resfriado com resolução espontânea: Aumento da produção de muco pelas células caliciformes(tecido conjun<vo frouxo), presentes no epitélio respiratório. O muco atua como filtro biológico. Desvio do septo nasal: Histologia das fossas nasais (Septo nasal): Septo Nasal: possui ossificação endocondral (car<lagem hialina). 5) Homem de 38 anos, subme<do a ressecção parcial da glândula <reoide, evoluiu no pós - operatório com dispneia importante e parda respiratória. Ao ser atendido pelo cirurgião de plantão, observou – se hematoma significa<vo na região cervical, sendo drenado imediatamente e subme<do a uma traqueostomia. Síntese: ressecção parcial da Preoide. Pós operatório com parada cardíaca drenado imediatamente. Realização de traqueostomia. “... <reoide...” LARINGE (acomodação da <reoide) • Car<lagem <reoide e proeminência laríngea (TC hialino) • Car<lagem cricóidea (TC hialino) • Car<lagem trircia • Ar<culação crico<reoidea ‘... traqueostomia...” TRAQUEIA • Car<lagens traqueais • Ligamentos anulares • Membrana cricotraqueal - Glândula <reoide (sistema endócrino): Posição anatômica: situa-se na base do pescoço, imediatamente por baixo da laringe, reves<ndo a parte anterior da traqueia. A sua forma assemelha-se a uma borboleta, pois é cons<tuída por dois lobos laterais, cada um com cerca de 4 a 6 cm de comprimento, 1,5 cm de largura e 2 a 3 cm de espessura, situados em ambos os lados da traqueia e unidos por uma estreita porção de tecido, denominada istmo. -Dois procedimentos de intervenção respiratória: A traqueostomia é um dos recursos que podem ser usados para facilitar a chegada de ar aos pulmões quando existe alguma obstrução no trajeto natural. É uma pequena abertura criada cirurgicamente feita na traquéia, que fica na parte anterior do pescoço, ela é composta por car<lagens traqueais e ligamentos anulares. Diferente da cricostomia que é feita na membrana crico<reoidea, feita em urgências, que libera a cavidade infragló<ca. - Faringe: Nasofaringe Ós<o faríngeo da tuba audi<va toro tubário Tonsilas faríngea Prega salpingopala<na Prega salpingofaríngea orofaringe Laringofaringe - Laringe: Car<lagem epiglote Car<lagem <reóide + proeminência laríngea Car<lagem cricóidea Car<lagem aritenóide Car<lagem corniculada Car<lagem cuneiforme Ar<culação crico<reoidostomia Ar<culação cricoaritenóidea Ádito da laringe Vesrbulo da laringe Pregas ves<bulares Pregas vocais Ventrículo da laringe glote + rima da glote Cavidade infragló<ca OBS: Anatomia interna da laringe é dividida em três regiões, em três espaços, vesrbulo, glote e cavidade infragló<ca - Dispneia importante e parada respiratória: compromete a porção respiratória: Bronquíolos respiratórios Ductos alveolares Sacos alveolares Alvéolos pulmonares Os hematomas cervicais: podem levar à obstrução das vias aéreas superiores + encontrado principalmente após <reoidectomias, traumas e tumores - Traqueia: Car<lagens traqueais Ligamentos anulares Parede membranácea da traqueia Músculo traqueal Carina da Traqueia Lamina da Traqueia: 1ª Lâmina: Corte transversal da traqueia no aumento de 40X, mostrando que formam as túnicas da traqueia. 2ª Lâmina: Corte transversal de traqueia no aumento de 400X, mostrando a camada mucosa. 6) Homem de 42 anos chegou ao serviço de emergência vi<ma de colisão de carro, apresentando ferida em região cervical anterior. Ao exame Hsico encontrava-se muito dispneico, o que mo<vou a realização da crico<reostomia de urgência. Síntese: acidentado. Necessidade de realizar cricoPreostomia de emergência “... crico<reostomia...” LARINGE • Car<lagem <reoidea e proeminência laríngea • Car<lagem cricoidea • Membrana crico<reoidea • Cavidade infragló<ca -> Crico<reostomia de emergência • A membrana crico<reoidea fica entre a car<lagem <reoide e a cricóide • Músculo crico<reoideo • Tecido epitelial colunar simples ciliado com células caliciformes: Na fossa nasal irá iniciar o processo de umedecimento , aquecimento e filtragem do ar através das vibrissas. Como o ar vai entrar depois , na traqueia , esse processo de filtragem ficará debilitado podendo ocasionar infecções -> Região cervical anterior : • M. Esternocleidomastóideo • M. escaleno anterior 7) Crianças de 4 anos chega ao pronto socorro as quatro horas da manhã com crises de dificuldade respiratória. Ao exame Hsico encontrava-se cianó<ca, dispneica com u<lização de musculatura acessória cervical. Ao examedo sistema respiratório a criança apresentou hiper<mpanismo em 2/3 inferiores do tórax. Foi realizada uma broncoscopia onde foi encontrado um pequeno objeto obstruindo a passagem de ar para os pulmões. Síntese: crises respiratórias na madrugada. Dispineica cianóPca com uPlização de musculatura acessória cervical. HiperPmpanismo em 2/3 do tórax. Broncoscopia encontrou objeto obstruindo passagem de ar para os pulmões. “... u<lização de musculatura acessória...” INSPIRAÇÃO FORÇADA • M. esternocleidomastóideo • Mm. Escalenos (anterior, médio, posterior) “... 2/3 do tórax...” dividem o hemítórax por três linhas horizontais (2/3 no pulmão direito equivalem ao lobo superior e médio, e no esquerdo ao lobo superior.) PULMÃO DIREITO • Lobo superior • Lobo médio • Fissura horizontal • Fissura oblíqua • Hilo pulmonar direito e suas estruturas • Seg. broncopulmonar apical do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar posterior do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar anterior do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar lateral do lobo médio do pulmão direito • Seg. broncopulmonar medial do lobo médio do pulmão direito PULMÂO ESQUERDO • Lobo superior • Fissura oblíqua • Hilo pulmonar esquerdo e suas estruturas • Seg. broncopulmonar apicoposterior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar anterior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar triangular superior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar triangular inferior do lobo superior do pulmão esquerdo “... broncoscopia...” Brônquios BRÔNQUIOS DIREITOS Brônquio principal direito • Brônquio lobar superior direito ➢ Brônquio segmentar apical direito ➢ Brônquio segmentar anterior direito ➢ Brônquio segmentar posterior direito • Brônquio lobar médio ➢ Brônquio segmentar lateral direito ➢ Brônquio segmentar medial direito • Brônquio lobar inferior ➢ Brônquio segmentar basilar medial direito ➢ Brônquio segmentar basilar lateral direito ➢ Brônquio segmentar basilar anterior direito ➢ Brônquio segmentar basilar posterior direito ➢ Brônquio segmentar superior direito • Parte intermédia do brônquio principal direito BRÔNQUIOS ESQUERDOS Brônquio principal esquerdo • Brônquio lobar superior esquerdo ➢ Brônquio segmentar apicoposterior ➢ Brônquio segmentar anterior ➢ Brônquio segmentar triangular ou lingular ➢ Brônquio segmentar triangular ou lingular superior ➢ Brônquio segmentar triangular ou lingular inferior • Brônquio lobar inferior esquerdo ➢ Brônquio segmentar basilar anteromedial esquerdo ➢ Brônquio segmentar basilar lateral esquerdo ➢ Brônquio segmentar basilar posterior esquerdo ➢ Brônquio segmentar superior esquerdo Lâmina de brônquios e bronquíolos -> Corte transversal do pulmão mostrando uma região onde aparecem brônquios e bronquíolos. 8) Mulher, 65 anos, sabidamente diabé<ca e cardiopata, foi levada à emergência por familiares apresentando tosse produ<va, febre e confusão mental há 4 dias, após estar gripada há 1 mês. Ao exame a paciente apresentou dispneia, PA 160 x 90 mmhg, FC 99 bpm, murmúrio vesicular diminuído em base do pulmão esquerdo. Foi realizado hemograma que apesentou 18.000 leucócitos e radiografia, que apresentou condensação pulmonar bilateral e pequeno derrame pleural à esquerda. A paciente foi internada para hidratação, controle da glicemia, an<bio<coterapia venosa, no quarto dia após o inicio do tratamento a paciente permanecia com leucocitose e febre, quando foi solicitado uma TC, que evidenciou a presença de liquido obliterado nos recessos pulmonares à esquerda. Uma toracocentese de alivio e diagnós<ca foi realizada, com saída de liquido francamente purulento, a analise laboratorial confirmou o diagnós<co de infecção por Streptococcus pneumoniae. Síntese: diabéPca e cardiopata, emergência com tosse produPva febre e confusão mental após gripe de 1 mês. Dispneia, murmúrio vesicular diminuído em base de pulmão esquerdo. Hemograma com leucocitose. Radiografia com condensação pulmonar bilateral e derrame pleural à esquerda. No monitoramento após apresentou líquido obliterado nos recessos pulmonares à esquerda, realizada toracocentese que apresentou líquido purulento e infecção que indicou pneumonia. “... base pulmonar esquerda...” LOBO INFERIOR DO PULMÃO ESQUERDO • Lobo inferior do pulmão esquerdo • Fissura oblíqua • Incisura cardíaca • Impressão cardíaca • Língula • Seg. broncopulmonar superior do lobo inferior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar basilar anteromedial do lobo inferior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar basilar lateral do lobo inferior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar basilar posterior do lobo inferior do pulmão esquerdo “...derrame pleural...” PLEURA • Lâmina parietal • Lâmina visceral • Cavidade pleural “... pneumonia...” BRÔNQUIOS - Tosse produ<va: com produção de muco, podendo ser consequência de doenças infecciosas agudas e crônicas das vias respiratórias inferiores sendo elas a traqueia, os brônquios, bronquiolos e os alvéolos pulmonares ou uma evolução da tosse seca, quando a inflamação das vias aéreas respiratórias superiores implica na produção de muco que vai do nariz para a faringe, local que se acumula . ”...dispneia, PA 160x90 mmhg, FC 99 bpm...” - Pode-se concluir que tais sintomas são oriundos de algumas patologias que a paciente apresenta, entre elas a cardiopa<a. -Experiência subje<va de desconforto respiratório. Essa sensação pode se manifestar de diferentes formas, como “sufocamento”, “sensação de aperto torácico”, “falta de ar”, entre outras. ”... murmúrio vesicular diminuído em base do pulmão esquerdo” - Murmúrio vesicular – representa o movimento do ar nos bronquíolos e alvéolos. São ouvidos em todos os campos pulmonares e são sons suaves e graves na inspiração longa e na expiração curta. - Murmúrio vesicular diminuido: presença de ar (pneumotórax), líquido (hidrotórax) ou sólido (espessamento pleural) na cavidade pleural, enfisema pulmonar, dor torácica que diminua movimento do tórax, obstrução de vias aéreas superiores (edema de glote, obstrução da traquéia) e oclusão parcial ou total dos brônquios e bronquíolos. ”...condensação pulmonar bilateral e pequeno derrame pleural à esquerda”. -Condensação pulmonar: é um sinal de doenças respiratórias caracterizada por subs<tuição do ar alveolar por líquido prejudicial (como transudato, exsudato ou tecido conjun<vo), lesionando a área. - Derrame pleural: a pleura é uma membrana delicada que recobre o pulmão pelo lado de fora (pleura visceral) e a superHcie interna da parede torácica (pleura parietal). Entre as duas pleuras, existe uma camada muito fina de líquido, que facilita o deslizamento suave dos pulmões dentro da caixa torácica quando eles se enchem e esvaziam de ar. O derrame pleural, ou água na pleura, é caracterizado pelo acúmulo excessivo de líquido no espaço entre a pleura visceral e a pleura parietal. O derrame pleural não deve ser confundido com a chamada “água no pulmão” (edema pulmonar), condição caracterizada pelo acúmulo de líquido dentro do pulmão, e não no espaço entre as pleuras. “...que evidenciou a presença de liquido obliterado nos recessos pulmonares à esquerda”. Derrame pleural ”... uma toracocentese de alívio e diagnós<ca” * Diagnós<ca: coleta de pequena quan<dade de líquido pleural para análise. * Alívio: re<rada de grande volume de líquido pleural para alívio de sintomas relacionados a um derrame pleural volumoso. A toracocentese consiste na punção com agulha fina do espaço pleural, por via transparietal 9) Homem de 70 anos, tabagista de longa data, foi subme<do a inves<gação por suspeita de câncer de pulmão e por apresentar pneumonias de repe<ção. Durante exame Hsico, observaram-se sibilos fixos em hemitórax esquerdo. Foi realizado TC, que demonstrou área hipertensaem região de brônquio principal esquerdo, além de diversas nodulações em lóbulos pulmonares. Foi indicada broncoscopia que revelou lesão endobrônquica de aproximadamente 2 cm, sendo re<rada amostra para avaliação histopalógica. Síntese: suspeita de câncer de pulmão por apresentar pneumonias de repePção. Apresentou sibilos fixos em hemitórax esquerdo. Área de brônquio principal esquerdo hipertensa. Nodulação em lóbulos pulmonares. Broncoscopia com rePrada de lesão endobrônquica com aproximadamente 2cm. “...brônquio principal esquerdo” BRONQUIOS BRONQUIOS ESQUERDOS Brônquio principal esquerdo • Brônquio lobar superior esquerdo -> LOBO SUPERIOR ➢ Brônquio segmentar apicoposterior ➢ Brônquio segmentar anterior ➢ Brônquio segmentar triangular superior ➢ Brônquio segmentar triangular inferior • Brônquio lobar inferior esquerdo -> LOBO INFERIOR ➢ Brônquio segmentar basilar anteromedial esquerdo ➢ Brônquio segmentar basilar lateral esquerdo ➢ Brônquio segmentar basilar posterior esquerdo ➢ Brônquio segmentar superior esquerdo Lâmina de brônquios e bronquíolos -> Corte transversal do pulmão mostrando uma região onde aparecem brônquios e bronquíolos. 10) Mulher 34 anos, deu entrada em ambulatório de emergência referindo quadro de adinamia intensa há 5 semanas associada a tosse produ<va com hemoptoicos, febre diária, sudorese importante e emagrecimento. Ao exame: paciente desidratada, hipocorada, febril ao toque, dispneica e apresentando lesões orais comparveis com candidíase oral, PA 100 x 60 mmhg, FC 11 bpm. Radiografia de tórax evidencia infiltrado pulmonar em região de ácinos pulmonares e cavitação em lobo superior do pulmão direito. A paciente é internada em caráter de urgência e em resposta ao exame de escarro foi iden<ficado posi<vo para tuberculose. A paciente autorizou teste rápido para HIV, que foi prontamente posi<vo. Paciente foi colocada em isolamento respiratório e iniciou-se o tratamento. Síntese: entrada em PS com grande fraqueza muscular (adinamia), associada à tosse produPva com presença de sangue (hemoptoico) febre, sudorese, emagrecimento. Radiografia evidencia infiltrados pulmonares em ácinos pulmonares e cavitação em lobo superior do pulmão direito (tuberculose) Teste rápido para HIV: posiPvo. “... ácinos pulmonares...” Parte respiratória + pleura • Bronquíolo respiratório • Sáculos alveolares e ductos alveolares • Alvéolos • Lâmina parietal da pleura • Lâmina visceral da pleura • Cavidade pleural “... cavitação em lobo superior do pulmão direito...” • Lobo superior • Seg. broncopulmonar apical do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar posterior do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar anterior do lobo superior do pulmão direito ... quadro de adinamia intensa há 5 semanas associada a tosse produtiva com hemoptóicos, febre diária, sudorese importante e emagrecimento... adinamia: falta de forças Hsicas que normalmente acompanha certas doenças graves. tosse produPva de hemoptóicos: tosse com hemoptóicos é quando há sangue que vem dos brônquios, pulmões e traqueia Histologia Traqueia 400x mostrando a camada mucosa Corte transversal da traqueia 40x Lâmina do pulmão Após o bronquíolo terminal têm o bronquíolo respiratório, ao con<nuar a “tubulação” tanto de um lado quanto do outro temos alvéolos, o que corresponde a um ducto alveolar, e esse ducto alveolar ( reves<do por epitélio simples cúbico, nas extremidades pode-se observar epitélio simples pavimentoso) vai chegar a uma região final onde teremos um aglomerado de alvéolos, o que vai corresponder a um saco alveolar, que são espaços nos quais se abrem diversos alveolos e é responsável pela estrutura esponjosa do parênquima pulmonar, cada dobrinha é um alvéolo, e cada risquinho da dobrinha é um septo interalveolar. Um bronquíolo terminal suprindo de ar toda essa área a gente chama de ácino pulmonar, mas aí você lembra que tem muitos brônquios, e um grupamento de bronquíolos suprindo a área vai formar o lóbulo pulmonar. Os bronquíolos terminais são reves<dos internamente por epitélio colunar cúbico com células ciliadas e não ciliadas. Possui células da Clara, que são ciliadaa e com superHcie apical em forma de abóbada e saliente em relação as outras células do epitélio. Possui em sua região apical grânulos secretores. - Cada bronquíolo terminal subdivide-se em dois ou mais bronquíolos respiratórios. Imagem de um bronquíolo respiratório A superHcie interna dos bronquíolos respiratórios é reves<da por epitélio simples que varia de colunar a cubóide, podendo ser ciliado no início Brônquios - Nos ramos maiores a mucosa é reves<da por epitélio respiratório, já nos ramos menores o epitélio é cilíndrico simples ciliado Bronquíolos - Bronquíolo terminal: o úl<mo da via de condução aérea, originando os bronquíolos respiratórios - Bronquíolos respiratórios e ductos e sacos alveolares formam os ácinos - Os ácinos juntamente com os bronquíolos terminais formam os lóbulos pulmonares. - Ausência de car<lagem e glândulas - Células caliciformes ausentes ou em pequena quan<dade - Seu epitélio é cilíndrico simples ciliado nas porções iniciais e na porção final é cúbico simples inicialmente ciliado e finalmente sem cílios Alvéolos - Trocas gasosas - Septo alveolar: ● Pneumócitos <po I: reves<mento de grande extensão da membrana alvéolo-capilar; unidos por zônulas de oclusão– impedir a passagem de água extravasada dos capilares para o interior dos alvéolos ● Pneumócitos <po II : une-se por desmossomos e junções oclusivas : produção de surfactante - Poros de Kohn: oriHcios nos septos que permitem a ven<lação contralateral (delimitados por pneumócitos <po I, sem capilares entre eles) - Quando há perda de pneumócitos <po I (dano alveolar difuso), há hiperplasia de pneumócitos <po II para repô-los. - Membrana alvéolo-capilar: fusão da membrana basal do alvéolo (pneumócito <po I) e da membrana basal do capilar (célula endotelial) trocas gasosas ...Radiografia de tórax evidenciou infiltrado pulmonar em região de ácinos pulmonares... - O infiltrado pulmonar ocorre quando uma substância mais densa que o ar (por exemplo, pus, edema, sangue, surfactante, proteínas ou células) permanece no parênquima pulmonar. O ácino pulmonar é cons<tuído de: Bronquíolos respiratórios (RB); Ductos alveolares (AD); Sacos alveolares (AS); Alvéolos. ... e cavitação em lobo superior do pulmão direito… A lesão pulmonar cavitária é uma área pulmonar preenchida por ar no centro de um nódulo ou área consolidada, iden<ficada habitualmente pela radiografia de tórax ou tomografia computadorizada. Vários agentes infecciosos e não infecciosos têm sido implicados como seus possíveis precipitantes. Neoplasias e Infecção são as duas causas mais comuns nos adultos. Também é um achado comum em pacientes HIV posi<vo ...a paciente é internada em caráter de urgência e em resposta ao exame de escarro foi idenPficado posiPvo para tuberculose… 11) Homem de 40 anos, procurou ambulatório de clinica médica referindo quadro de dispneia importante aos esforços associados a tosse seca. Nega febre ou emagrecimento assim como tabagismo, relata trabalhar com jateamento de areia e inalar muita poeira no trabalho a aproximadamente 12 anos. Ao exame: paciente eupneico, afebril, hidratado, corado, acianó<co. Foi solicitada radiografia de tórax que demonstrou infiltrado inters<cial micronodular bilateral, predominante em lobos superiores, aumento de imagens hilares, sugerindo linfonodos calcificados. A TC evidenciou micronódulos, com distribuição difusa (lobulares e subpleurais), espessamento inters<cial e áreas pulmonares enfisematosas, alterações comparveis com o diagnós<co de silicose. Síntese: dispneia importante a esforços com tosse seca. Trabalha commuita poeira há 12 anos. Radiografia com infiltrado intersPcial micronodular bilateral (sugestão de linfonodos calcificados) prevalentes em lobo superior dos pulmões, aumento de imagens hílares. Sugestão de silicose. “... lobo superior dos pulmões...” PULMÃO DIREITO • Lobo superior • Fissura horizontal • Fissura oblíqua • Seg. broncopulmonar apical do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar posterior do lobo superior do pulmão direito • Seg. broncopulmonar anterior do lobo superior do pulmão direito PULMÃO ESQUERDO • Lobo superior • Fissura oblíqua • Hilo pulmonar esquerdo e suas estruturas • Seg. broncopulmonar apicoposterior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar anterior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar triangular superior do lobo superior do pulmão esquerdo • Seg. broncopulmonar triangular inferior do lobo superior do pulmão esquerdo “...imagens hílares...” HILO DO PULMÃO DIREITO • Brônquio lobar superior direito • Artéria pulmonar direita • Veias pulmonares direitas • Linfonodos broncopulmonares “hílares” • Artérias bronquiais • Veias bronquiais HILO DO PULMÃO ESQUERDO • Artéria pulmonar esquerda • Brônquio lobar superior esquerdo, • Brônquio lobar inferior esquerdo • Veias pulmonares esquerdas • Linfonodos broncopulmonares “hílares” •”quadro de dispneia importante aos esforços associados a tosse seca” •”infiltrado inters<cial micronodular bilateral, predominantemente nos lobos superiores” •”infiltrado inters<cial micronodular bilateral, predominantemente nos lobos superiores” •” micronódulos, com distribuição difusa (lobulares e subpleurais), espessamento inters<cial e áreas pulmonares enfisematosas, alterações comparveis com o diagnós<co de silicose. ” • Pleura visceral (membrana que envolve o pulmão) não vai fechar o hilo • Pleura parietal é o final (quando chega no hilo) que volta ligado no tórax • Cavidade pleural é a “curva” das duas pleuras • Ligamento pulmonar- ponto em que as duas pleuras se encontram contornando o hilo Obs: a parietal vai estar presa no diafragma, quando inspira o diafragma contrai puxando a pleura parietal, aumenta o espaço da cavidade pleural fazendo com que a pressão fique nega<va em relação a pressão alveolar e atmosférica, isso vai favorecer a entrada do ar na inspiração Pulmão -> porção respiratória. Pulmão -> brônquios e bronquíolos 12) Um paciente do sexo masculino, 48 anos, branco, comparece ao consultório médico com queixas de um caroço no pescoço observado há quatro semanas, indolor, associado a sudorese noturna, episódios de febre e perda de peso (20 kg em 6 semanas). Ao realizar exame, verificam-sesinais vitais normais. Há linfadenopa<a indolor na cadeia cervical anterior. Os exames iniciais evidenciam hemoglobina de 9,5 g/dL, leucócitos de 16.000/ L, plaquetas de 214.000/ L, albumina de 3 g/dL. Por meio da tomografia de pescoço,confirma- selinfadenopa<a na cadeia cervical anterior. A par<r da tomografia de tórax, observa-se linfadenopa<amedias<nal, enquanto, na tomografia abdomino- pélvica, evidencia-se hepatoesplenomegalia. Submete-se,então, o paciente à biopsia excisional de linfonodos da cadeia cervical anterior. ``linfadenopaPa na cadeia cervical anterior`` ``Os exames iniciais evidenciam`` - A hemoglobina esta baixa referente ao valor normal (valor normal = 12,5 - 15,7), leucócito está alto referente ao valor normal (valor normal = a baixo de 10.000), valores das plaquetas normais (maior 150.000), albumina a baixo dos valores normais (3,5-4,7 g/ dL) ``tomografia de tórax, observa-se linfadenopaPamediasPnal, enquanto, na tomografia abdomino- pélvica, evidencia-se hepatoesplenomegalia`` - Hepatoesplenomegalia – baço e Hgado aumentados Lâminas de baço - linfadenopa<amedias<nal - Linfadenopa<as são as lesões mais comuns no medias<no médio, incluindo linfoma, sarcoidose e tumor de pulmão metastá<co. As massas do medias<no incluem tumores, bolsas cheias de líquido (cistos) e outras anormalidades nos órgãos do medias<no. Tais órgãos são o coração, o <mo, alguns linfonodos e partes da traqueia, esôfago, aorta, glândula <reoide e glândula para<reoide. 13) Paciente com história de febre vesper<na diária (não aferida), astenia, hiporexia e sudorese há ± 3 meses. Associado, apresentou aumento do volume abdominal, pequenos nódulos no pescoço e episódios de epistaxe (“sangue vivo”). Como permanecia até 4 dias sem evacuar em casa e apresentou 2 episódios de dispnéia em repouso, procurou por atendimento médico em sua cidade de origem, sendo tratado com sulfato ferroso e Bactrin®. Como, em 3 meses, não apresentou melhora do quadro febril e aumento abdominal, e ainda iniciou quadro de edema em ambos os pés e tosse seca, procurou pelo HRG por conta própria. Antecedentes Epilepsia (fez uso de fenobarbital até os 10 anos de idade, tendo interrompido por orientação médica). Nega outras doenças, alergias e uso de medicações atuais. EXAME FÍSICO REG, orientado, hipocorado (+/+4), eupnéico, febril ao toque, acianó<co, emagrecido. Peso: 29 kg, PA: 110 x 70 mmHg Linfonodos: Linfoadenopa<a cervical bilateral (± 1 cm, simétricos, indolores, móveis, fibroelás<cos, sem sinais flogís<cos). ACV: RCR em 2T, bulhas hiperfoné<cas, sopro sistólico (3+/+6). FC: 98 bpm AR: MV+ bilateralmente, s/ RA. ABD: Distendido, hiper<mpânico, Hgado à ± 5 cm do RCD e do apêndice xifóide, Traube ocupado (ponta de baço palpável?). Ext: Bem perfundidas, sem edema nos pés. Aumento do volume abdominal – hepatoesplenomegalia Hepatoesplenomegalia – aumento do Hgado e do baço • Baço - Componentes do baço O baço é um órgão alongado com formato geral triangular. Possui em uma das suas faces um hilo por onde entram e saem os vasos sanguíneos que irrigam o órgão. O baço é reves<do por uma cápsula de tecido conjun<vo denso. • Passe o cursor ou clique sobre a imagem para obter uma visão inicial de um corte de baço – na figura estão representados alguns dos seus componentes: folículos linfoides e trabéculas de tecido conjun<vo (em vermelho). O baço possui muitos folículos linfoides, porém diferente dos linfonodos em que os nódulos se acumulam na zona cor<cal da periferia do órgão, no baço estes nódulos estão espalhados por todo o órgão. Observe também que o tecido conjun<vo da cápsula se prolonga para o interior do órgão (como nos linfonodos), originando trabéculas de tecido conjun<vo. • A cápsula, as trabéculas e uma extensa rede de fibras re<culares do tecido conjun<vo compõem o estroma do órgão, um “esqueleto” que mantém a estrutura do baço, pois a grande maioria de suas células são isoladas e migratórias. O parênquima do órgão é o seu tecido funcional. Como todo órgão linfoide, no baço predominam os linfócitos. O parênquima do órgão é dividido em duas categorias: polpa branca e polpa vermelha, denominações que derivam do aspecto macroscópico de um corte do órgão a fresco. • Polpa vermelha: sinusóides repletos de sangue: hemácias textura pulposa, cor vermelha atribuida às remove hemácias envelhecidas e microorganismos da circulação • Polpa branca: Regiões ricas em linfócitos áreas circulares esbranquiçadas de textura firme no corte corado essas áreas são azuis, basoHlicas Local de proliferação e diferenciação de linfócitos B. Tosse seca + dispneia -> brônquios + bronquíolos Histologia dos Brônquios : - Mucosa: Epitélio pseudoestra<ficado cilíndrico ciliado à cilíndrico simples com células caliciformes. Lâmina própria de tecido conjun<vo frouxo rico em fibras elás<cas. - Camada de tecido muscular liso: feixes musculares dispostos em espiral. - Camada de tecido conjun<vo contendo glândulas seromucosas que abrem seus ductos na luz brônquica. - Placas de car<lagem hialina aparecem como ilhas entre o tecido conjun<vo. Advenrcia: tecido conjun<vo Histologia dos Bronquíolos: - Mucosa: inicia com epitélio cilíndrico simplesciliado com algumas células caliciformes e passa a cúbico simples intermitentemente ciliado apoiado em lâmina própria de tecido conjun<vo frouxo. - Camada de tecido muscular liso muito desenvolvida e disposta helicordal. Bronquíolos respiratórios Reves<do por epitélio cúbico situado sobre tecido conjun<vo fibroelás<co e músculo liso. Este segmento caracteriza-se por apresentar alvéolos em suas paredes. Ductos alveolares. Bioquímica Sulfato Ferroso e Bactrin – O sulfato ferroso é um medicamento des<nado ao tratamento da anemia por deficiência de ferro que decorre de privação alimentar, perdas crônicas ou interferência na absorção de ferro em crianças com mais de 7 anos, jovens e adultos. Terapêu<ca da anemia da gravidez. A possível suspeita de anemia pode ter ligação com o quadro de edema em ambos os pés. Bactrin - Bactrim® é indicado para o tratamento de infecções causadas por microrganismos sensíveis à associação dos medicamentos trimetoprima e sulfametoxazol, como certas infecções respiratórias, gastrintes<nais, renais e do trato urinário, genitais (homens e mulheres), infecções da pele, entre outros <pos de infecções. O uso dessa medicação faz ligação com a ausência de melhora do quadro febril e possivelmente com a tosse seca. Uso de Fenobarbital - O Fenobarbital é um barbitúrico com propriedades an<convulsivantes, devido à sua capacidade de elevar o limiar de convulsão. Este é um medicamento que age no sistema nervoso central, u<lizado para prevenir o aparecimento de convulsões em indivíduos com epilepsia ou crises convulsivas de outras origens. 14) Iden<ficação: feminina, 72 anos, branca, aposentada, natural de Alagoas e procedente de São Paulo – SP • Queixa Principal: Perda de peso • A paciente procurou o hospital em agosto- 2007 com queixa de emagrecimento de aproximadamente 13kg em 3 meses, associado a inapetência e fraqueza muscular dos membros superiores e inferiores. Relatava ainda dispnéia aos moderados esforços de caráter progressiva há 3 meses. Negava: tosse, febre e dor torácica. • Antecedentes pessoais: Nefrolirase; Infecção do trato urinário de repe<ção; HAS. Negava: diabetes mellitus e passado pulmonar • Hábitos: Tabagista 60 maços/ano. • Medicações em uso: alfa me<ldopa • Exame Físico: BEG, corada, eupneica, afebril, orientada; ACV: RCR-2T com sopro sistólico no FM (++/4+), FC- 63 bpm, PA – 130x80mmHG, sem turgência jugular; AP: MV+ bilateral sem RA, FR-13irpm; SpO2 = 96% com FiO2= 0,21 • Exames laboratoriais: Ht:42% e Hb:14,5mg/dl, L:9900( N:78%, L:19%), PLT-165.000/ mm3 U-49mg/dL, Cr- 0,8mg/dL, K-5,1mEq/L, Na-139mEq/L, CPK:2291 U/L, DHL:1329 U/ L, FR1/640, An< RNP, An< SM, An<-Ro e An<-La - nega<vos, TSH eT4L: normais • Imagens • Broncoscopia agosto-2007: dentro da normalidade. • Biópsia transbrônquica: parênquima pulmonar com discreto infiltrado linfomononuclear de parede. • Biópsia transtorácica guiada por ultrassom: Infiltrado inflamatório inespecífico; ausência de células neoplásicas. • Ultrassom Endoscópico realizado no HC- FMUSP: Massa hipoecóica, homogênea, não vascularizada ao doppler, regular, medindo 34x24mm, localizada na região subcarinal. Realizado ecopunção com biópsia por agulha fina: quadro citológico de neoplasia maligna pouco diferenciada. • Realizado estudo imuno-histoquímico: CD45-nega<vo, Citoquera<na 20- nega<va, Citoquera<na 7-posi<va, Cromogranina-nega<va, Prot P63-nega<va, Proteína S100- nega<va, TTF1-posi<vo, Vimen<na-posi<va, Surfactanteposi<vo.Æ Perfil imunocitoquímco comparvel com adenocarcinoma metastá<co de sí<o primário pulmonar • Evolução: A paciente evoluiu com piora da fraqueza muscular de predomínio proximal. (Força Muscular grau III em membros). Realizou eletroneuromiografia que foi comparvel com padrão de Nefrolirase: pedra nos rins HAS: hipertensão arterial sistêmica Alfa me<ldopa: an<-hipertensivo ACV: aparelho cardio vascular RCR-2T: reanimação cardiorrespiratória em dois tempos. Paciente nega: DM e problemas pulmonares pretéritos Faz Uso de an<-hipertensivo: Alfa Me<ldopa • Infiltrado linfomononuclear de parede: a doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), mais frequentemente um do <po B, se transforma em uma célula maligna, capaz de mul<plicar-se descontroladamente e disseminar-se. A célula maligna começa a produzir, nos linfonodos, cópias idên<cas, também chamadas de clones. Com o passar do tempo, essas células malignas podem se disseminar para tecidos próximos, e, se não tratadas, podem a<ngir outras partes do corpo. A doença origina-se com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax denominada medias<no. Brônquio: nos ramos maiores a mucosa é reves<da por tecido epitelial colunar simples ciliado com células caliciformes e nos ramos menores por epitélio cúbico simples ciliado. Externamente à mucosa é formado por uma camada músculo liso em forma de espiral. Em torno da camada muscular há glândulas seromucosas, cujos ducto se abrem no lúmen brônquico. Externamente à camada muscular estão situadas as peças car<laginosas dos brônquios: 15) Um paciente do sexo masculino, 40 anos, tabagista desde os 20 anos, fumante de cerca de um maço por dia, relata três tenta<vas prévias para parar de fumar sozinho sem sucesso. Afirma ter voltado a fumar devido aos sintomas apresentados na úl<ma tenta<va de cessação, como irritabilidade, ansiedade, agressividade e impaciência. No momento, refere muita mo<vação para cessar o hábito, visto que seu irmão faleceu recentemente de câncer de pulmão. Relata que fuma o primeiro cigarro imediatamente após acordar e que, com frequência, acorda no meio da noite para fumar. O paciente diz que fuma mais pela manhã, o primeiro cigarro do dia causa muita sa<sfação, tem dificuldade de ficar sem fumar em lugares proibidos e fuma mesmo doente. O exame Hsico é normal, exceto pelo cheiro de cigarro e pela coloração amarelada da unha do dedo indicador da mão direita. Considerando o alto grau de dependência, o consumo de mais de 10 cigarros/dia e os sintomas significa<vos de abs<nência em tenta<vas prévias, indicou-se para o paciente a realização de tratamento medicamentoso para minimização dos sintomas de abs<nência e terapia cogni<vo-comportamental para a cessação tabágica. Comportamento rebelde do adolescente, necessidade de afirmação de maturidade, desafio as autoridades, imitação de ídolos, pressão de amigos ou familiares fumantes, associação do tabagismo com pessoas bem resolvidas do ponto de vista profissional financeiro e sexual personalidade (busca de desafios) e caracterís<cas do desenvolvimento neuropsicológico. Gené<ca do tabagismo: herança mul<fatorial, fatores gené<cos podem ser agrupados a dois <pos: • Genes que interferem na neurobiologia dos transmissores como dopamina, seratonina e noradrenalina: Noradrenalina: hormônio/neurotransmissor associado com o sistema nervoso simpá<co. Monoaminoxidase (MAO-A E MAO-B). As monoaminoxidases são responsáveis por degradar a noradrenalina, no tabagismo ocorre o aumento da produção das monoaxidases e inibição da noradrenalina. Dopamina: neurotransmissor do prazer, receptor DRD2, SLC6A3 (transporte de dopamina na fenda sináp<ca). No tabagismo há polimorfismos que aumentam esse neurotransmissor. Serotonina: neurotransmissor responsável por modular o humor (sen<mento de bem estar) ,SERT e 5HT2A (genes dos receptores da serotonina). Está associada com a dependência/ vício no tabagismo, pois a mesma aumenta e leva a sensação de bem estar (a maioria das pessoas fumam pois estão nervosas ou ansiosas). Genes que influenciam a resposta à nico<na, interferindo nos receptores ou no metabolismo da nico<na. • Genes que influenciam a resposta à nico<na, interferindo nos receptores ou no metabolismo da nico<na: CYP2A6 (gene envolvidos no metabolismo da nico<na).Transformam a nico<na em co<nina. As pessoas não acumula nico<na no corpo devido à degradação feita por essa enzima. Polimorfismosque aumentam essa enzima- pessoas fumam mais (maior vício). Polimorfismos que diminuem essa enzima- pessoas fumam menos (menor vício). O fumante sofre o processo de metaplasia, que consiste na transformação do epitelio respiratório em epitélio pavimentose simples. Isso faz com que não ocorra mais a produção de muco pela célula caliciforme e propiciará o desenvolvimento de infecções. No cigarro há substâncias que inibem a Alfa 1 An<-Tripsina, essa enzima é responsável por inibir a elastase responsavel por degradar a elas<na. Se o indivíduo é fumante ele vai inibir essa enzima que irá destruir o parênquima pulmonar, o alveolo, podendo desenvolver para o enfisema pulmonar. Pessoas que manipulam o cigarro podem absorver substâncias pela mão como a nico<na e os dedos ficam com a coloração amarelada. Histologia do pulmão: Anatomia do pulmão: 16) F.O.S, sexo masculino, 18 anos, caucasiano, solteiro, estudante, procedente e residente de Sobral – CE, com histórico de tosse crônica e produ<va, além de infecções pulmonares recorrentes por Pseudomonas aeruginosa e Burkholderia cepacia desde os 4 anos de idade, procurou ambulatório de clínica medica com queixa de dor abdominal em quadrante superior direito iniciada há 24 horas, sendo direcionado à internação e à realização de exames. A dor em questão foi referida como de início súbito, em pontada, irradiando para o dorso, atribuído nível 8 na escala EVA, posição genupeitoral como fator de melhora e sem fatores piora. Como sintomas associados foram relatadas náuseas, vômito, e esteatorreia, além de agravamento dos episódios de tosse. Nega doenças dos pais, entretanto afirma que seu irmão nascido há 3 meses obteve complicações ao nascer, incluindo relatos de “suor bastante salgado”. Ao exame Hsico, o paciente encontrava-se em estado geral regular, orientado em tempo e espaço, lúcido, febril (38,5 °C), anictérico e acianó<co, desidratado, taquidispineico (FR = 25 IRPM), taquicárdico (FC = 120 bpm), e normotenso (110 x 70 mmHg). Aparelho respiratório com ausculta de estertores grossos disseminados nos dois hemitórax e diminuição da expansibilidade. O exame do abdome revelou dor à palpação superficial. Foram solicitados exames laboratoriais, radiografia de tórax e o teste do suor. Os exames laboratoriais revelavam: leucócitos 16.800 mm3, TGO 260 UI/L, Glicemia 220 mg/dL e LDH 370 mg/dL, dosagem sérica de amilase (500 UI/L) e lipase (450 UI/L), confirmando o diagnós<co de pancrea<te aguda do paciente. Sobre a radiografia foi encontrada bronquiectasia dos pulmões direito e esquerdo. A iontoforese pela pilocarpina (teste do suor) revelou 62 mEq/L, direcionando o diagnós<co para fibrose cís<ca. Após a análise de tais resultados, foi realizado o sequenciamento completo do gene CFTR, evidenciando a mutação indica<va da doença gené<ca fibrose cís<ca. - Histórico de tosse crônica (com muita secrecao) (bronquiectasia) - Infecções pulmonares (bacterias entram no corpo do paciente com fibrose cisi<ca) - Queixa de dor abdominal em quadrante superior direito (posição genupeitoral: pesssoa em formato de piramide: alivia a pressao e a dispneia: decubito preferencial) -> Os órgãos desse quadrante aumenta de tamanho e interferem no diafragma e por consequência do sistema respiratório, levando a dificuldade respiratória • Fígado: produz a bílis, que ajuda no processo diges<vo, par<cularmente na quebra das gorduras. Nos pacientes com FC a bílis pode se tornar excessivamente espessa e viscosa, e ocasionar inflamação e escarificação do Hgado - Irmão nascido há 3 meses obteve complicações ao nascer, incluindo relatos de “suor bastante salgado” (glândula sudorípara: alteração do suor: não consegue absorver cloreto ou sódio: suor tem aumento desses dois íons: diagnos<car a doença: dosagem de cloreto e de sódio no suor da pessoa que tem fibrose cís<ca: exame: iontoforese de pilocarpina) - Pancrea<te aguda do paciente • Inflamação do pâncreas que normalmente dura poucos dias e as causas mais comuns de pancrea<te aguda são traumas (lesão) no abdômen • 90% dos pacientes apresentam associação de náuseas e vômitos, que podem persis<r por algumas horas e até mesmo dispnéia (relacionada a inflamação do diafragma relacionada à própria pancrea<te) - Ausculta de estertores grossos disseminados nos dois hemitórax e diminuição da expansibilidade (ausculta pulmonar para descubrir se o problema é no brônquio ou bronquíolo): • Estertores grossos são ruídos anormais que podem ser ouvidos tanto no início da inspiração quanto na expiração com o estetoscópio durante uma auscultação pulmonar. • Decorrem da passagem do ar por brônquios e bronquíolos cheios de secreções. • Podem indicar um processo inflamatório ou infeccioso dos brônquios como uma broncopneumonia, uma bronquite ou uma bronquiectasia - Bronquiectasia dos pulmões direito e esquerdo (condição em que as vias aéreas dos pulmões são danificadas, dificultando a secreção de muco. Pode resultar de uma infecção ou condição médica, como pneumonia ou fibrose cís<ca. O muco acumula-se e gera bactérias, causando infecções frequentes. Os sintomas incluem uma tosse diária que ocorre ao longo de meses ou anos e produção diária de grandes quan<dades de catarro) -Pulmão: Problema na secreção respiratória: o sistema respiratório produz muco a par<r das células caliciformes o tempo inteiro (papel de defesa) Como que a pessoa tem fibrose cís<ca com doença pulmonar: junta três coisas: o muco muito espesso é diHcil de ser eliminado (muco acumula: local de proliferação de bactérias e microorganismos: lesão no parênquima pulmonar) + inflamação (sistema imunológico vem combater e causa mais danos ao pulmão: destruição tecidual) + fibrose (subs<tuição de tecido pulmonar elás<co por um mais resistente que é o colágeno: altera a função respiratória: dificuldade respiratória: excesso de fibrose que ocorre no pulmão) Pseudomona aeruginosa: principal agente responsável por essas infecções no paciente com fibrose (exame de escarro) - Fibrose cís<ca (FC) é uma doença autossômica recessiva (hereditária) que se caracteriza por níveis elevados de cloreto no suor, aumento da viscosidade do muco (que afeta os pulmões e, nos casos mais graves, além dos pulmões afeta o trato diges<vo e o pâncreas), bronquiectasia difusa e deficiência pancreá<ca exócrina. O gene CFTR é um canal de cloreto (controla o cloro e sódio) OBS: em síntese, fibrose acomete: glândula sudorípara, aparelho genital, intes<no, pâncreas, bile (Hgado e vesícula) e pulmão -Estruturas: Figado Músculo diafragma base do pulmão direito brônquio direito brônquios OBS: "vomito": esofago faringe orofaringe 17 ) Paciente masculino, 3 anos, com o diagnós<co de anemia falciforme desde os 6 meses de vida começou a apresentar tosse seca e rinorreia hialina há dois dias. Evoluiu com febre (38,6oC), sem sudorese noturna ou calafrios, associada a dor de forte intensidade em membros inferiores (acompanhante relata que as queixas eram principalmente na região entre joelhos e tornozelos) sem edema ou sinais flogís<cos na região, além de mudança do padrão da tosse que se tornou produ<va com secreção esverdeada. Nega falta de ar, dor torácica ou abdominal. Faz uso de ácido fólico, hidroxiureia e penicilina V em casa. Procurou então atendimento médico em serviço de emergência pediátrica. • Dor forte: como o paciente é falcemico, as hemácias afetadas possuem afinidades entre elas devido a desoxigenação, es<mulando a polimerização. Com isso a agregaçãoo de hemácias é elevada e, por consequência, o processo inflamatório se torna recorrente, intensificando a formação de trombos que podem ocasionar trombose nos membros inferiores, desencadeando hipóxia ou isquemia dos locais afetados. Além do mais, devido às hemácias falcizadas terem tamanho e formato alterado, poderá ocasionar vaso oclusão de pequenos vasos, ocasionado, por exemplo, infarto ósseo. Devido a esses mo<vos o paciente pode estar sen<ndo doresnos membros inferiores, chamada de crise álgica. • Tosse com secreção esverdeada: M. Traqueal Na tosse, esse músculo irá contrair, diminuindo o diâmetro da traqueia e facilitando a saída do muco • O muco será produzido pelas células caliciformes e glândulas seromucosas . A coloração verde pode ser uma indicadora de infecção bacteriana. • Anemia falciforme : Bioquimicamente , é definida como uma hemoglobinopa<a hereditária monogênica onde uma cadeia anormal de hemoglobina é produzida (HbS) , devido a subs<tuição de um glutamato-valina na posição 6 da cadeia beta. Caracterizada pela hemólise acelerada e pela presença de hemácias em foice , que ocorre em baixas condições de oxigênio. • A hidroxiureia es<mula a formação de cadeia gama , e a HB F é formada de cadeia alfa e gama as outras são alfa e beta , e alfa e delta , e como vai produzir mais da cadeia gama do que as outras vai ter maior quan<dade de hemoglobina fetal e menos produção das outras que vão ser as falcêmicas . Então como a HB fetal tem maior capacidade de carga de oxigênio ela vai ser posi<va para os indivíduos com anemia falciforme, uma vez que eles possuem deficiência de oxigênio por conta da forma em foice das células (drepanócitos) , que dificulta a passagem do oxigênio nos vasos sanguíneos. • HU aumenta os níveis de HbF e traz beneHcios para os anêmicos falciformes, como o controle do pH que mantem a fluidez da membrana plasmá<ca adequada e impede a síntese de HbS o que faz com que, hematologicamente, ocorra a melhora da anemia e queda na contagem de re<culócitos, leucócitos e plaquetas. Clinicamente, diminui a frequência de crises álgicas, incluindo os episódios de síndrome torácica aguda, além de haver uma redução na necessidade de hemotransfusão.