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@samanthastudies_ Contenção em répteis A contenção deve ser segura para o manipulador, animal e equipe. A técnica vai variar de acordo com a serpente, podendo ser peçonhenta ou não peçonhenta. É importante ressaltar que a contenção só deve ser feita se o profissional conhecer a serpente e saber identificar se é peçonhenta ou não. A cobra coral sempre deve ser tratada como verdadeira para evitar acidentes. Essa serpente possui comportamento mais “tímido”, e não vai atacar se não tiver estímulo, mas ainda sim é preciso indicar a um colega que conheça as técnicas. NÃO PEÇONHENTAS: São mais comuns na fauna brasileira. O tamanho e formado da cabeça ou da pupila não é indicativo de peçonha. ÁGLIFA Mais comum Todos os dentes são iguais Jiboias OPISTÓGLIFA Dente maior no fundo da boca A peçonha serve para ajudar na digestão do animal e não como defesa, por isso não são caracterizadas como serpentes peçonhentas A CONTENÇÃO: Normalmente se utiliza um gancho, que deve ter o tamanho compatível com a serpente, já que o bote geralmente tem o alcance de um terço do tamanho da serpente. Fazer uma leve pressão na região occipital com auxilio do gancho e fazer a contenção manual. A contenção manual pode ser feita com dois dedos ou com três. “cada metro de cobra para uma pessoa” ou seja: caso a serpente tenha mais de um metro, deve ser contida com mais de uma pessoa, por exemplo: uma serpente de 2 metros deve ser contida por duas pessoas, já uma serpente de 3 metros deve ser contida por três pessoas, e assim suscetivelmente. PEÇONHENTAS: PROTERÓGLIFA @samanthastudies_ Possuem toxinas Não conseguem projetar as presas Corais verdadeiras SOLENÓGLIFA Dentição que projeta para frente Jararaca, cascavel e surucucu CONTENÇÃO: São utilizados tubos de acrílico e pinção. TUBO DE ACRÍLICO O tubo serve para deslocamento, avaliação clinica e remoção de peçonha. A contenção manual das peçonhentas difere das não peçonhentas. Os dentes são maiores e podem varar a boca do animal e acabar atingindo o dedo. Deve ser utilizado a técnica dos dois dedos ou três dedos. LAGARTOS: Não se deve segurar em cauda de lagartos devido a autotomia. Conter a base da cabeça e membros torácicos. Outra mão deve segurar a cauda e as patas. É importante fazer o estímulo vasovagal, onde se faz uma pressão no globo ocular acalmando o animal. QUELÔNIOS: Colocar o paciente sob um copo ou pote, para que ele não possa ter contato com o chão. É importante ter cuidado com a cabeça para evitar mordedura. @samanthastudies_ CROCODILIANOS Pode utilizar cambão, toalhas e fitas. É preciso retirar o animal da água com cambão, tracionando atras do pescoço juntamente com um membro para evitar que ele gire. Colocar outro cambão na boca para poder fechar e em seguida posicionar uma toalha molhada sobre os olhos para diminuir os estímulos. Por fim, se posicionar sobre o animal e passar a fita na boca.