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CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 
 
 
 
GRACIETE BRENDA MONTEIRO SALES 
HAIANY DA CONCEIÇÃO FIGUEIREDO 
JOICE KELLY SOARES FERREIRA 
PAULA JAMILLE MONTEIRO ALVES 
VANESSA NORONHA PINTO DE OLIVEIRA 
 
 
 
ASPECTOS IMUNO E SINTOMATOLÓGICOS EM PORTADORES DE DIABETES 
MELLITUS TIPO 1: o papel do enfermeiro na promoção da saúde. 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM-PA 
2020 
 
 
 
GRACIETE BRENDA MONTEIRO SALES 
HAIANY DA CONCEIÇÃO FIGUEIREDO 
JOICE KELLY SOARES FERREIRA 
PAULA JAMILLE MONTEIRO ALVES 
VANESSA NORONHA PINTO DE OLIVEIRA 
 
 
ASPECTOS IMUNO E SINTOMATOLÓGICOS EM PORTADORES DE DIABETES 
MELLITUS TIPO 1: o papel do enfermeiro na promoção da saúde 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM-PA 
2020 
Trabalho apresentado ao curso de 
Enfermagem da Universidade da 
Amazônia- UNAMA, como 
requisito parcial para obtenção de 
nota de primeira avaliação da 
disciplina Tópicos Integradores I 
 Orientadora: Prof.ª. MSc. Hellen 
Ribeiro da Silva. 
SUMÁRIO 
RESUMO 4 
1 INTRODUÇÃO 5 
1.1 PROBLEMATIZAÇÃO 6 
1.2 JUSTIFICATIVA 6 
1.3 HIPOTESE 7 
2 OBJETIVOS 7 
2.1 OBJETIVO GERAL 7 
3 METODOLOGIA 8 
4 DESENVOLVIMENTO 9 
4.1 DIABETES MELLITUS TIPO 1 (DM1) 9 
4.2 A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DIANTE PORTADORES DE DIABETES 
MELLITUS TIPO 1 10 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 12 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 13 
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 14 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
RESUMO 
 
 Devido a diabetes mellitus ser um grande problema enfrentado pela população 
mundial, podendo ocasionar graves complicações se não for precocemente 
diagnosticada, iniciado o tratamento, se paciente não receber orientações gerais 
sobre o quadro, pode trazer grandes agravos a sua saúde, desse modo adaptado 
esse problema para a realidade da enfermagem, o trabalho solucionará os objetivos 
propostos, tendo como geral, relatar a os aspectos imuno e sintomatológicos e 
importância do papel do enfermeiro em promoção a saúde como no desenvolver do 
diagnóstico, tratamento e acompanhamento do portador de diabetes mellitus tipo um. 
Este trabalho é uma revisão de literatura que utilizou várias fontes bibliográficas 
para solucionar o problema estudado e esclarecer seu objetivo geral e específicos. 
Pode-se concluir através deste trabalho que assistência de enfermagem e de extrema 
importância para a prevenção, orientação auxilio no tratamento da diabetes mellitus 
tipo um em conjunto com a equipe multiprofissional. 
Palavras-chave: Enfermagem; Papel do Enfermeiro, Diabetes Mellitus, Complicações. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
 O Diabetes Mellitus é um distúrbio endócrino caracterizado por altas taxas de 
glicose no sangue, podendo ocasionar problemas nos diversos sistemas do corpo, 
como um grupo de doenças metabólicas, nas quais os níveis elevados de glicose 
sanguínea são resultantes de defeitos na secreção de insulina e/ou na ação desta 
(DIRETRIZES SBD; 2013/2014). 
 Os tipos de diabetes mais conhecidos são: tipo 1, tipo 2 e a gestacional. Além 
de diferenças nos sintomas e tratamento, delas se diferenciam na população que 
atingem. 
O diabetes tipo 1, centro deste projeto, é caracterizado através da destruição 
da célula beta, levando ao estágio de carência absoluta de insulina, tornando-se 
necessário a administração de insulina para evitar cetoacidose, coma e morte. A 
destruição das células beta resulta de processo autoimune, que pode ser detectado 
pela pesquisa de autoanticorpos circulantes, como antidescarboxilase do ácido 
glutâmico (anti-GAD), anti-ilhotas e anti-insulina (REDDY, 2002). 
Flumignan (2006) esclarece que, o desenvolvimento do DM1 é progressivo, 
mais rapidamente em crianças e adolescentes, e em adultos ocorre de forma mais 
lenta. De acordo com Cardoso (2011), a DM1 é uma doença em que antes mesmo do 
nascimento o indivíduo já se torna diabético, ou seja, é uma doença congênita, porém 
não necessariamente hereditária, mas o feto ou recém-nascido com antecedentes 
familiares se mostram com maiores possibilidades de se tornarem diabéticos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
1.1 PROBLEMATIZAÇÃO 
 
O número elevado de pacientes com Diabetes Mellitus tipo 1 com complicações 
agudas e crônicas, podem ser reduzidos se estes pacientes tiverem uma boa adesão 
quanto e mudanças em seus hábitos alimentares sendo orientado por enfermeiros 
capacitados e compromissados com a problematização da comunidade. 
Pesquisas mostram que quando confirmado o diagnóstico de DM, o paciente 
apresenta alterações na sua autoestima, que se apresenta baixa, possivelmente por 
não compreender os fatores que levam à doença, e, pela não aceitação da mesma, 
por isso se faz necessário o tratamento e acompanhamento deste usuário. Esses 
pacientes reduzem suas atividades, por sentirem-se incapazes levando-os a um déficit 
em sua convivência social, em seu interesse de levar uma vida normal devido às suas 
atuais limitações. Face ao exposto, idealizou-se como objetivo descrever a influência 
do cuidado prestado pelo enfermeiro para minimizar essas dificuldades enfrentadas 
por pelos portadores de diabetes mellitus tipo 1, buscando uma melhoria na sua 
qualidade de vida. 
 
1.2 JUSTIFICATIVA 
 
Os conhecimentos do enfermeiro integram um papel de extrema importância 
para instrução e explicação em relação às indagações frequentes que os portadores 
de DM1 e seus familiares possam apresentar. Mantendo assim uma relação de 
confiança, necessária para melhora da qualidade de vida e recuperação da saúde 
desses indivíduos (VIEIRA, 2012). 
 
O enfermeiro envolvido na assistência ao diabético deve promover a saúde 
desses pacientes portadores de diabetes, através de programas com novas práticas 
de cuidado, pois a adesão ao tratamento e o autocuidado são pontos que devem ser 
ponderados com mais ênfase (XAVIER et al., 2009). 
Este trabalho será realizado baseado em revisão de literatura sobre Diabetes 
Mellitus tipo 1 em decorrer do aumento da patologia a nível mundial e também por 
7 
 
observações vividas no cotidiano que despertou o interesse pela patologia e com o 
conhecimento gerado durante o decorrer da graduação em disciplinas de imunologia 
e patologia, entre outras. Com a realização da pesquisa podemos colaborar com o 
desenvolvimento de programas de saúde que promovam uma qualidade de vida 
adequada aos portadores da doença. 
 
 
 
1.3 HIPOTESE 
 
• Que achados imuno e sintomatológicos o portador de diabetes tipo 01 
pode desenvolver? 
• Como enfermeiro atua na promoção à saúde de portadores de diabetes 
melitus tipo 1? 
 
2 OBJETIVOS 
 
2.1 OBJETIVO GERAL: 
Estudar sobre papel do Enfermeiro diante de portadores de diabetes mellitus tipo 1 
 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 
2.1 Descrever a atuação do enfermeiro diante de achados imuno e 
sintomatológicos em portadores de Diabetes Mellitus tipo 1. 
2.2. Fomentar a discussão acadêmica sobre a importância do papel do 
enfermeiro na promoção à saúde de portadores de Diabetes Mellitus tipo 1. 
 
 
 
8 
 
3 METODOLOGIA 
 
 
Para realização deste trabalho foi utilizado o método revisão de literatura , cujo 
objetivo foi analisar a atuação do enfermeiro diante dados imuno e sintomatológicos 
em portadores de DM1 onde foram selecionados artigos os quais foram colhidas 
informações que contemplassem o critério de estudo, de avaliação e de resultados 
comparativos em portadores de Diabetes mellitus tipo 1 e suas complicações na vida 
diária onde foram usados descritores, diabetes mellitus, papel do enfermeiro, 
Qualidade vida, de busca bibliográfica tendo como bases de dados protocolos, 
manuais, cadernos de atenção básica normas assim como artigos pesquisados no 
Google Acadêmico. 
 
Como critérios de inclusão foram utilizados os artigos que se encaixavam com 
os objetivos e tema escolhido pelo autor definidos idiomas em que os trabalhos foram 
escritos, período de sua publicação. E os critériosde exclusão foram artigos 
publicados em outros idiomas que não sejam o inglês e espanhol. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
 
4 DESENVOLVIMENTO 
 
4.1 DIABETES MELLITUS TIPO 1 (DM1) 
 
O Diabetes Mellitus (DM) tem como característica a alteração do funcionamento 
normal do organismo, o que provoca concentração elevada de açúcar no sangue. O 
problema pode ter diversas causas, sendo causado pela falta de produção de insulina 
ou da incapacidade do organismo de utilizá-la corretamente. A insulina é produzida 
pelo pâncreas exatamente para que os níveis de açúcar no sangue sejam controlados. 
O DM é uma das mais frequentes doenças crônicas em todo o mundo, havendo, 
atualmente, cerca de 382 milhões de indivíduos diabéticos, estimando-se, para o ano 
de 2035, que esse número chegue a 592 milhões. No Brasil, os diabéticos somam 12 
milhões, sendo o quarto país no ranking mundial (ALMEIDA et al., 2015). 
 
O diabetes mellitus tipo 1 (DM1), caracteriza-se pela destruição das células 
beta, causando a escassez na produção de insulina, caracterizado em 10% dos casos 
diagnosticados (FLUMIGNAN, 2006). 
 
A destruição das células beta é provocada por processo autoimune, que pode 
ser detectado por autoanticorpos circulantes como autoanticorpos do ácido glutâmico 
(antiga), antiga, pode também estar associado a outras doenças autoimunes como: a 
tireoidite de Hashimoto, a doença de Edison e a miastenia gravis. Em alguns casos a 
causa pode ser desconhecida como o tipo 1 idiopático (BRASIL, 2006). 
 
Flumignan (2006) esclarece que, o desenvolvimento do DM1 é progressivo, 
mais rapidamente em crianças e adolescentes, e em adultos ocorre de forma mais 
lenta. De acordo com Cardoso (2011), a DM1 é uma doença em que antes mesmo do 
nascimento o indivíduo já se torna diabético, ou seja, é uma doença congênita, porém 
não necessariamente hereditária, mas o feto ou recém-nascido com antecedentes 
familiares se mostram com maiores possibilidades de se tornarem diabéticos. 
 
Pode haver também ausência ou diminuição de secreção da insulina pelas 
células betas das ilhotas de Langherans do pâncreas por fatores hereditários, 
destruição das células beta por autoanticorpos ou ainda por destruição viral (VANCINI 
e LIRA, 2011). 
 
O portador do DM1 pode ser denominado também de insulinodependente, 
devido à utilização de insulina artificial. A conscientização e a prossecução do 
tratamento são extremamente importantes para o portador de DM1, pois a posologia 
de insulina a ser utilizada diverge de acordo com os seus hábitos, o que denota a 
relevância de avaliar a necessidade de realização das aplicações diárias de insulina 
no organismo do paciente (VIEIRA, 2012). 
 
O uso da insulina artificial está intimamente relacionado ao estilo de vida do 
portador, que deve dedicar-se à prática de atividades físicas e manter uma dieta 
alimentar saudável que são primordiais no tratamento do diabetes. Sendo assim, o 
controle dessas atividades e da alimentação favorece o controle da glicemia, 
podendo-se reduzir a dose de insulina artificial essencial para o desempenho do 
organismo do portador (VIEIRA, 2012). 
10 
 
 
 
4.2 A ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DIANTE PORTADORES DE DIABETES 
MELLITUS TIPO 1 
 
 Os conhecimentos do enfermeiro integram um papel de extrema importância 
para instrução e explicação em relação às indagações frequentes que os portadores 
de DM1 e seus familiares possam apresentar. Mantendo assim uma relação de 
confiança, necessária para melhora da qualidade de vida e recuperação da saúde 
desses indivíduos (VIEIRA, 2012). 
 enfermeiro, envolvido na assistência ao diabético, deve promover a saúde 
desses pacientes portadores de diabetes, através de programas com novas práticas 
de cuidado, pois a adesão ao tratamento e o autocuidado são pontos que devem ser 
ponderados com mais ênfase (XAVIER et al., 2009). 
 O papel do enfermeiro na assistência de enfermagem apresenta-se 
fundamental para o paciente portador de diabetes, desde a ação de orientação, 
acompanhamento e até mesmo o acolhimento deste paciente, promovendo assim 
incentivo ao portador e educação à saúde para a aprendizagem da convivência com 
a doença (VIEIRA, 2012). 
A assistência de enfermagem ao paciente portador de 
diabetes deve estar voltada a prevenção de complicações, 
avaliação e monitoramento dos fatores de risco, orientação 
quanto à prática de autocuidado. Sendo de competência de 
o enfermeiro realizar a consulta de enfermagem, solicitar 
exames e realizar transcrição de medicamentos de rotina 
de acordo com protocolos ou normas técnicas 
estabelecidas pelo gestor municipal, desenvolver 
estratégias de educação em saúde e fazer 
encaminhamentos quando necessário (OLIVEIRA e 
OLIVEIRA, 2010, p. 42). 
 
Segundo Vieira (2012) a consulta de enfermagem é uma intervenção 
extremamente importante para se implantar o processo de educação em saúde, 
fundamental para que tanto o portador quanto seus familiares compreendam e se 
conscientizem da importância de se cumprir o tratamento e atividades propostas para 
a melhoria de sua qualidade de vida. O enfermeiro deve acolher prontamente o 
portador de diabetes e seus familiares, possibilitando aproximação e confiança como 
forma estratégica de se orientar e responder possíveis questionamentos 
demonstrados pelo indivíduo e seus familiares que se encontram, a priori, comovidos 
diante do atual diagnóstico. 
 
11 
 
Ao enfermeiro cabe educar os pacientes para que eles 
obtenham conhecimento sobre sua condição e os riscos à 
saúde, incentivando a aceitação da doença e a 
implementação das medidas de autocontrole, tais como: 
Controle dos níveis glicêmicos através de mudança 
nutricional (conforme pirâmide alimentar), prática de 
exercícios físicos, terapêutica medicamentosa, além das 
medidas preventivas como cuidados com os pés, aferição 
da pressão arterial regularmente e evitar maus hábitos, 
como alimentos ricos em gordura, tabagismo e etilismo. O 
enfermeiro deve informar ao paciente sobre a 
sintomatologia da hipoglicemia e hiperglicemia para o 
mesmo saber como agir diante dessas situações (GRILLO, 
2005 apud OLIVEIRA e OLIVEIRA, 2010, p. 44). 
Vieira (2012) salienta o fato de que, o paciente recém diagnosticada demanda 
acompanhamento eficiente e contínuo, enfatizando que os sintomas podem ser 
amenizados com a intervenção da enfermagem na conscientização da necessidade 
do controle do nível de glicemia. 
 
De acordo com Oliveira e Oliveira (2010) concerne ao profissional enfermeiro 
determinar o mais prematuramente possível os fatores de riscos, como: 
vulnerabilidade do indivíduo e o ambiente em que vive, para definir intervenções 
sistematizadas visando reduzir riscos e agravos à saúde. A ação de enfermagem é 
baseada na educação em saúde, com orientações para mudanças no estilo de vida, 
nos hábitos alimentares indicando uma dieta balanceada e propiciar ao portador e 
seus familiares informações sobre à patologia. 
Tem-se então que, através deste estudo, sobreleva-se que o papel prestado 
pelo enfermeiro junto ao portador de DM1 é de fundamental importância desde o 
acolhimento até o acompanhamento do tratamento proposto, criando uma atmosfera 
de confiança e respeito nas consultas de enfermagem onde são estabelecidas ações 
de educação em saúde, informações e retirada de dúvidas sobre a doença, 
orientações sobre controle glicêmico através da insulinoterapia, dietoterapia e prática 
de atividades físicas e no acompanhamento das ações individuais e familiares, 
propiciando sensação de amparo e segurança para que tanto o portador quanto seus 
familiares possam perpetuar em suas atividades cotidianas. 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
No que se refere ao conhecimento dos portadores do (DM) em relação a sua 
doença foi identificado através dos depoimentos citado no artigo (Costa e Junior 2010) 
que os clientes possuem conhecimento regular, pois nãoforam observadas 
informações incoerentes a respeito do diabetes. Além disso, não foi identificado 
diferenças marcantes nas falas dos entrevistados, levando em consideração o tempo 
de convívio com a doença, pois tanto aqueles que tem menos anos de descoberta da 
doença, como os que tinham mais anos de descoberta sabiam coisas similares a 
respeito do diabetes. 
Analisando alguns artigos foram observados alguns resultados, importantes 
pois a maioria dos pacientes entrevistados pelos autores sabe que o diabetes é uma 
doença crônica que leva o paciente a fazer modificações nos seus hábitos de vida e 
que causa muitas complicações. Além disso, referem ainda que estes conhecimentos 
sobre sua doença são fundamentais na prevenção de complicações, no autocuidado 
e na manutenção do controle metabólico. Em um estudo realizado sobre o 
conhecimento dos pacientes diabéticos a respeito de sua doença demonstrou 
resultados insatisfatórios, pois a maioria dos entrevistados tinha um conhecimento 
superficial e até mesmo incoerente a respeito de sua patologia, e isto se deve à falta 
de informação por parte dos profissionais de enfermagem ou de saúde em geral que 
acompanham estes pacientes no hospital ou unidade básica de saúde. Desta forma, 
é imprescindível destacar a importância da equipe interdisciplinar para avaliar 
constantemente o seu processo de trabalho verificando se sua abordagem apresenta 
resultados positivos, ou precisa de novas direções educacionais. (ROCHA, O 
CONHECIMENTO DOS PORTADORES DO DM SOBRE AS COMPLICAÇÕES DA 
PATOLOGIA (2002). 
 
 
 
13 
 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 É o tipo mais agressivo, causa emagrecimento rápido. Ocorre na infância e 
adolescência. Causa destruição autoimune das células β das Ilhotas de 
Langerhans.Auto-anticorpos contra as células β contra insulina, contra os tecidos 
glutâmico descarboxilase, contra tirosina fosfatase. O indivíduo não tem produção de 
insulina, a glicose não entra nas células e o nível de glicose no sangue fica aumentado 
(SMELTZER; BARE, 2002). 
 
Ao longo das pesquisas foi notória e perceptiva, a importância que os 
profissionais de enfermagem têm com relação ao quadro de saúde dos portadores de 
diabetes mellitus, assim também como na saúde de todos os pacientes, pois os 
cuidados ao paciente diabético na perspectiva da atenção primária demonstrou ser 
um desafio para os envolvidos nos serviços de saúde. Foi percebido também nos 
estudos que o perfil dos portadores de diabetes, está de acordo com os fatores de 
risco referenciados para o desenvolvimento desta doença, uma população tanto nova, 
como de idade avançada, está com excesso de peso, dieta inadequada, e 
sedentários, entre outros. 
Com relação aos comportamentos que os portadores do (DM) foi percebido que 
muito tem conhecimentos sobre a patologia, e se aderiram aos tratamentos e as dietas 
melhorando assim o seu quadro de saúde, enquanto outros pouco se sabe sobre a 
patologia, e não obedecem às orientações passada pelos profissionais de saúde, 
talvez por falta de uma orientação mais precisa por partes dos profissionais, e com 
isso vem as complicações indesejadas. 
 
 
 
 
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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
 
ALMEIDA-PITITTO, B.; DIAS, M. L.; MORAES, A. C. F et al. 
Type 2 diabetes in Brazil: epidemiology and management. 
Diabetes MetabSyndrObes, v. 8, p. 17-28, 2009. 
 
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Atenção Básica. Diabetes mellitus. Cadernos de Atenção Básica, Brasília, DF, n. 16, 
2006. 
BRASIL. IDB 2006a- Indicadores de morbidade e mortalidade - D.10 Taxa de 
prevalência do diabetes mellitus. Brasília. Disponível em: 
<http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2006/d10.htm>. Acesso em: 26 de julho 2007. 
DIRETRIZES SBD; 2013/2014. Disponível: 
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302010000300011&script=sci_arttext. 
Acesso: 27 de setembro de 2015. 
FLUMIGNAN, I.H. Diabetes Mellitus e os fatores de risco ambientais. Dissertação. 
Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Rio de Janeiro, 2006. 
OLIVEIRA, G. K. S.; OLIVEIRA, E. R. Assistência de enfermagem ao portador de 
diabetes mellitus: um enfoque na atenção primária em saúde. VEREDAS FAVIP - 
Revista Eletrônica de Ciências, v. 3, n. 2 - julho a dezembro de 2010. 
VIEIRA, V. H. F. B., O PAPEL DO ENFERMEIRO NO TRATAMENTO DE 
PACIENTES COM DIABETES DESCOMPENSADA. Disponível 
em:<http://www.redentor.inf.br/arquivos/pos/publicacoes/31072012TCC%20Viviane
%20Helena%20Fidelis.pdf>. Acesso em: 10, abr. 2012. 
 
VANCINI, R. L.; LIRA, C. A. B. Aspectos gerais do diabetes mellitus e exercício. 
Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício. Universidade Federal de São Paulo, 
2011. 
 
XAVIER, A. T. F.; BITTAR, D. B.; ATAIDE, M. B. C. Crenças no autocuidado em 
diabetes: implicações para a prática. Texto & Contexto – Enfermagem, Florianópolis, 
v.18, n.1, p. 124-130, 2009. 
 ROCHA, F. J. Júnior , Rodrigues Alves(2010) o nível conhecimento dos portadores 
de diabetes mellitus sobre a patologia . iniciare de campo mouaão, 91-112.acesso 
em 12/11/2017 disponível em 
http://publicacoesacademicas.fcrs.edu.br/index.php/rec/article/view/1330

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