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– Hospedeiro: bovinos. Localização: prepúcio dos machos e vagina das fêmeas. Forma evolutiva: trofozoíta. - Trofozoíta de formato piriforme ou fusiforme; - Axóstilo, estrutura de sustentação, tem uma parte livre e se localiza no centro do corpo; - Um núcleo ovalado grande e deslocado; - Sem simetria bilateral; - Blefaroplasto localizado anteriormente ao axóstilo; - Presença de quatro flagelos, sendo três anteriores e um recorrente, os quais formam a membrana ondulante que percorre todo o corpo do parasito, tendo a extremidade posterior livre. Tritrichomonas Foetus A transmissão é puramente mecânica e se dá por meio do coito, por isso esse protozoário não apresenta forma cística, pois não necessita de resistência no meio ambiente. O macho, uma vez infectado, passa a ser o agente transmissor. Pode ocorrer contaminação também por fômites e sêmen contaminado. Nas vacas, o parasito passa da vagina para a parede uterina, onde se fixa ás células epiteliais, induzindo a liberação de substâncias tóxicas, o que causa morte celular. Antes do estro, os tricomonas vão para a vagina e contaminam o touro durante a monta natural. Reproduzem-se por meio de divisão binária longitudinal. Os sinais clínicos não apresentam características especificas da doença. Nos touros, o material coletado deve ser o esmegma, ou lavado prepucial e nas vacas, o muco cérvico-vaginal. A identificação também pode acontecer nos fetos abortados ou em suas membranas fetais. O mais indicado é coletar o material dos touros, por serem os maiores disseminadores e estarem em menor número nas propriedades. Muco vaginal purulento Inflamação do sistema reprodutor; Vaginite moderada; Endometrite; Esterilidade temporária; Piometrite; Salpingite; Cervicite; Inflamação do útero; Aborto; Placentite; Estação de nascimentos prolongados; Infertilidade; Repetição de cio em intervalos aumentados e irregulares; Diminuição na produção por repetição de cios e abortos; Descargas uterinas ou vaginais; Morte do embrião. Aborto bovino O controle pode ser alcançado com a utilização de inseminação artificial, a eliminação dos touros infectados e o repouso das fêmeas (3 a 4 meses, pois a mudança de pH durante o cio mata o parasita).