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1º CURSO DE REMOÇÃO UTI INTER-HOSPITALAR ADULTO PROF. ENFERMEIRO GIULIANO ALMEIDA SANTOS INTRODUÇÃO História do Atendimento Pré - Hospitalar Barão Dominique Jean Larrey Pai do APH Rápido acesso ao paciente Tratamento e estabilização no campo Cuidados durante o transporte Jean-Henri Dunant Criador da Cruz Vermelha Convenção de Genebra Un Souvenir de Solferino História do Atendimento Pré - Hospitalar • Mundo 1869 – Criação do serviço de ambulância 1870 – Primeiro registro de transporte aeromédico 1899 – Primeira ambulância motorizada 1965 – Ministério de Saúde Francês cria o SAMU • Brasil 1983 lei que pretendia estabelecer o socorro médico em via publica 1990 Inicio do APH por bombeiro 1989 Introdução do SAMU APH – Atendimento Pré-Hospitalar • É o atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido agravo à saúde, assistir ao paciente e transportar adequadamente a um serviço de saúde. INTRODUÇÃO TRANSPORTE INTRA & INTER HOSPITALAR • Define-se transporte inter- hospitalar como a transferência de pacientes entre unidades não hospitalares ou hospitalares • Define-se transporte intra- hospitalar como a transferência temporária ou definitiva de pacientes por profissionais de saúde dentro do ambiente hospitalar. Transferência Inter-Hospitalar O ato de transportar deve reproduzir a extensão da unidade de origem do paciente, tornando-o seguro e eficiente, sem expor o paciente a riscos desnecessários, evitando, assim, agravar seu estado clínico. Toda vez que o benefício da intervenção programada for menor que o risco do deslocamento, este não deve ser feito. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES • Considera-se o transporte seguro quando: 1. A equipe multidisciplinar responsável pelo paciente sabe quando fazê-lo e como realizá-lo, ou seja, deve haver indicação para o deslocamento e, principalmente, planejamento para fazê-lo. 2. Se assegura a integridade do paciente, evitando o agravamento de seu quadro clínico. 3. Há treinamento adequado da equipe envolvida, desenvolvendo habilidade no procedimento. 4. Há uma rotina operacional para realizá-lo. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES • São consideradas contra-indicações para o transporte de pacientes: 1. Incapacidade de manter oxigenação e ventilação adequadas durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino. 2. Incapacidade de manter performance hemodinâmica durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino pelo tempo necessário. 3. Incapacidade de monitorar o estado cardiorrespiratório durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino pelo tempo necessário. SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES 4. Incapacidade de controlar a via aérea durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino pelo tempo necessário. 5. Número insuficiente de profissionais treinados para manter as condições acima descritas, durante o transporte ou durante a permanência no setor de destino (p. ex. médico, enfermeira, fisioterapeuta). Didaticamente, podemos dividir em três tipos a transferência inter-hospitalar: 1. Transferência, sem retorno, de centros de menor para outros de maior complexidade: inclui os pacientes, em vários estágios de gravidade, que são levados para realizarem tratamento definitivo em hospitais especializados, permanecendo internados neles definitivamente. – Nesta categoria são incluídos os pacientes transferidos para outras cidades. Didaticamente, podemos dividir em três tipos a transferência inter-hospitalar: 2. Transferência, com retorno, para tratamento ou exames diagnósticos em centros de maior complexidade: o tipo mais comum, onde o paciente vai a uma unidade isolada ou a outro hospital realizar um exame ou tratamento e retorna ao hospital de origem. – O local de destino frequentemente não possui os recursos para manter o suporte de vida e o tratamento do paciente, devendo estes recursos ser transportados junto a ele e mantidos até o fim do exame e/ou tratamento. Didaticamente, podemos dividir em em três tipos a transferência inter-hospitalar: 3. Transferência de pacientes politraumatizados de centros de menor complexidade, para onde são levados pelos sistemas de atendimento pré-hospitalar para estabilização, a outros de maior complexidade, para tratamento definitivo. Pacientes críticos podem ser levados temporariamente a uma unidade de menor complexidade, mas com capacidade de prestar suporte avançado de vida. MEIOS DE TRANSPORTE • A Portaria nº 2048/GM do Ministério da Saúde, de 5 de novembro de 2002, normatiza o serviço de atendimento pré-hospitalar móvel. Ela estabelece regras que vão desde as especializações da equipe médica até as características dos veículos e os equipamentos a serem utilizados nas ambulâncias. Definição de Urgência e Emergência PORTARIA Nº 2.338, DE 3 DE OUTUBRO DE 2011 • Paciente crítico/grave é aquele que se encontra em risco iminente de perder a vida ou função de órgão/sistema do corpo humano, bem como aquele em frágil condição clínica decorrente de trauma ou outras condições relacionadas a processos que requeiram cuidado imediato clínico, cirúrgico, gineco-obstétrico ou em saúde mental. TRANSPORTE SEGURO • Portanto, o transporte destes pacientes é sempre arriscado, devido ao quadro clínico complexo e, na maior parte das vezes, com grande instabilidade. A decisão de transportá-los sempre deve seguir normas e procedimentos extremamente rígidos e elaborados pelos profissionais da unidade de terapia intensiva de origem e corpo clínico do hospital. • Deve-se sempre lembrar que a decisão de transporte é de responsabilidade médica intransferível, cabendo a este profissional avaliar todas as variáveis envolvidas, independentemente de outros fatores alheios ao tratamento do paciente. PANEJAMENTO E COORDENAÇÃO • Planejamento e coordenação: aqui a palavra de ordem é rotina. • Ao planejar o transporte de um paciente crítico, deve-se procurar prever e, se possível, antecipar, todas as intercorrências que possam ocorrer durante o deslocamento, sejam de origem médica, logística, trânsito, condições climáticas ou até da operacionalidade do hospital. – A falta deste planejamento gera situações absurdas PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE TÓPICOS DO PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE Indicação do transporte: É necessária a realização deste exame? A intervenção modificará o seu prognóstico? Quadro clínico do paciente: Devo transportar um paciente instável, ou que poderá se tornar instável? Meios de transporte: Há equipamento específico para o transporte deste paciente? O equipamento possui capacidade de utilização autonômica, como, por exemplo, ter baterias com duração suficiente? A monitoração disponível é suficiente? Rota de transporte: Há uma rota de transporte para este paciente? As condições durante a rota são favoráveis? Ela é a mais rápida? Ela já se encontra pronta e disponível? Há algum obstáculo, como escadas, portas onde a maca não passa, elevadores pequenos etc.? O veículo é adequado para o transporte? Setor de destino: O setor de destino possui pessoal e equipamentos para acompanhar o paciente? Ele já está pronto para receber o paciente? Os equipamentos de monitoração e suporte de vida funcionam neste local? O transporte do cliente poderá ser classificado como de baixo, médio e de alto risco, considerando as condições clínicas do cliente CLASSIFICAÇÃO DE TRANSPORTE CONDIÇÕES CLÍNICAS DO CLIENTE Baixo Risco (A) Clientes estáveis, sem alterações críticas nas últimas 48 horas e que não sejam dependentes de oxigenoterapia. Médio Risco (B) Clientes estáveis, sem alterações críticas nas últimas 24 horas, porém, com necessidade de monitoração hemodinâmica ou oxigenoterapia.Alto Risco (C) Cliente em uso de droga vasoativa e/ou assistência ventilatória mecânica. OS KITS Kit Intubação Traqueal Kit Medicamentos de Emergência Kit Materiais de Suporte Equipamentos ** Cânula traqueal* Cânula orofaríngea* Seringa de 20 mL Fio guia esterilizado* (AMBU®)* Laringoscópio testado* Luvas esterilizadas* Máscara de Nebulização Contínua Cateter de aspiração* Copo umidificador com Água Destilada (AD) Extensor de silicone Legenda *Numeração de acordo Adenosina 6 mg/2ml Amiodarona150mg/3 mL Atropina 0,5 mg/1 mL Epinefrina 1mg/1mL Glicose 50% 10 mL Midazolam 15 mg/3mL SF 0,9%-100 mL Bicarbonato de sódio 8,4% 100 mL Morfina 1mg/mL Gluconato de cálcio AD Medicamentos de horário, se o transporte ocorrer no horário da prescrição. Seringas (3mL, 5mL e 10 mL) Agulhas (40X12 e 25X7 ou 30X8) Esparadrapo Cateter periférico (14 a 24G)* Three ways / multivias Algodão Álcool 70% Saco coletor Luvas de procedimentos Garrote Equipo macrogotas Gaze estéril Cateter gástrico Monitor multiparamétrico portátil Oxímetro de pulso Aspirador portátil Ventilador de transporte acoplado ao manômetro Cilindro de Oxigênio cheio Fluxômetro Bomba de Infusão (BIC) com bateria cheia Veículo de transporte adequado Estetoscópio/Esfigmoma nômetro ** Seleção de acordo com a avaliação da equipe Grupo de Risco Clientes em uso de drogas vasoativas Clientes em ventilação mecânica invasiva e com PEEP ≥ 10 Clientes com risco de broncoaspiração Clientes com instabilidade hemodinâmica grave Clientes no pós-operatório imediato Clientes politraumatizados Clientes com múltiplos dispositivos invasivos Clientes agressivos/agitados/psiquiátricos Clientes neurológicos e cardiopatas Fatores predisponentes ao erro ou ao evento adverso • Deficiência de recursos humanos, de materiais e de equipamentos • Uso de equipamentos sem manutenção preventiva ou corretiva (certificação e registro com a engenharia clínica). • Equipe não qualificada (falta de conhecimento, erros de julgamento, dificuldade de trabalhar em equipe, problemas de reconhecimento, pressa, desatenção, falta de seguimento de protocolo, preparo inadequado dos materiais, dos equipamentos e do cliente e demora no atendimento às intercorrências ocorridas) • Falta de planejamento multidisciplinar • Comunicação ineficiente multidisciplinar e interunidades • Infraestrutura inadequada (trajeto) • Ausência de protocolos e rotinas operacionais padrão atualizadas e baseadas em evidência científica Epidemiologia da Parada Cardiorrespiratória • A parada cardiorrespiratória (PCR) permanece como uma das emergências cardiovasculares de grande prevalência e com morbidade e mortalidade elevadas. A criação de protocolos e algoritmos internacionais permitiu a padronização e a organização da assistência médica. • O reconhecimento precoce das causas desencadeantes, orientando a intervenção para cada cenário clínico, com ênfase nos cuidados após o retorno à circulação espontânea, trouxe melhorias nos resultados, contribuído ao prognóstico dos pacientes. 4 RITMOS DA PCR Advanced Cardiac Life Support (ACLS) INTERVENÇÃO FV E TV SEM PULSO INTERVENÇÃO ASSISTOLIA E AESP Tratando as Causas Reversíveis • AESP e Assistolia podem ser causadas por condições reversíveis e tratadas com sucesso, se estas condições forem detectadas. Durante a RCP, os socorristas devem se lembrar dos “5Hs e 5Ts” • Na AESP, quando existe a suspeita de um Tromboembolismo Pulmonar (TEP), a administração empírica de trombolíticos deve ser considerada Intervenções Medicamentosas na Ressuscitação Cardiopulmonar • Objetivo do uso dos Vasopressores durante a RCP é aumentar a pressão de perfusão coronariana. • A adrenalina tem sido utilizada devido a seus efeitos pressores alfadrenérgicos possibilitando, por conseguinte, aumento das pressões de perfusão cerebral e coronariana. – “1 mg por via intravenosa tão logo se obtenha um acesso vascular, podendo ser repetida a cada 3 a 5 minutos, se necessário. As manobras de RCP não devem ser interrompidas para a administração de medicações” Intervenções Medicamentosas na Ressuscitação Cardiopulmonar • Teoricamente, a noradrenalina, por não apresentar efeitos beta-2-adrenérgicos importantes, promove maior aumento da PAD, causando menos taquicardia. A administração de noradrenalina não tem demonstrado benefícios adicionais durante a RCP, não sendo recomendada. Intervenções Medicamentosas na Ressuscitação Cardiopulmonar • A amiodarona pode ser considerada para FV/TVSP que não responde à RCP, desfibrilação e terapêutica vasopressora. A dose inicial deve ser de 300 mg por via intravenosa ou intraóssea e pode ser administrada uma dose adicional de 150 mg, intercalada com vasopressor. Intervenções Medicamentosas na Ressuscitação Cardiopulmonar • Evidências recentes mostraram que a lidocaína apresentou mesma taxa de sobrevida quando comparada à amiodarona em PCR extra-hospitalar. A dose inicial recomendada é de 1,0 a 1,5 mg/kg por via intravenosa. Se a FV/TVSP persistir, uma segunda dose de 0,5 a 0,75 mg/kg pode ser administrada. Seu uso pode ser considerado após a PCR infusão continua. Intervenções Medicamentosas na Ressuscitação Cardiopulmonar • Sulfato de magnésio por via intravenosa pode finalizar TV polimórfica do tipo TdP, porém não é efetiva para TV polimórfica em pacientes com intervalo QT normal. • A dose deve ser 1 a 2 g, diluída em 10 mL de soro glicosado 5%. Suas indicações são: suspeita de hipomagnesemia; TV com padrão eletrocardiográfico de TdP. – Não se recomenda seu uso rotineiro na RCP Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Reposição volêmica – Não há evidências definitivas quanto à administração rotineira de fluidos intravenosos durante a PCR. Considerar infusão quando houver suspeita de PCR por hipovolemia. Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Atropina – A atropina antagoniza a ação da acetilcolina, um neurotransmissor parassimpático, nos receptores muscarínicos. Dessa forma, ela bloqueia o efeito do nervo vago tanto no nó sinoatrial como no nó atrioventricular, aumentando a frequência de disparos do nó sinusal e facilitando a condução atrioventricular, o que, teoricamente, podia torná-la útil para uso em casos de assistolia ou AESP. No entanto, diversos estudos mostraram que ela não esteve associada com benefícios consistentes. Essa droga não é, assim, mais recomendada no tratamento da PCR Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Bicarbonato de Sódio – O melhor tratamento da acidose na PCR é a compressão torácica adequada. Além disso, há algum benefício com a ventilação. Durante a PCR/RCP, a gasometria arterial não se correlaciona com o estado metabólico tecidual. Ademais, o uso de bicarbonato pode ter alguns efeitos deletérios, como aumento na geração de dióxido de carbono, exacerbando a acidose intracelular e o desvio da curva de dissociação da hemoglobina para a esquerda. – Em situações especiais, como acidose metabólica prévia, hipercalemia e intoxicação por antidepressivos tricíclicos, sua administração pode ser benéfica. Quando for usado, a dose inicial é de 1 mEq/kg Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Cálcio – O cálcio apresenta papel no mecanismo celular de contração miocárdica e da musculatura lisa vascular. Não há evidências científicas que deem suporte ao uso rotineiro do cálcio na RCP. Seu uso pode ser considerado, na dose de 0,5 a 1 g (gluconato de cálcio 10%, de 15 a 30 mL, ou cloreto de cálcio 10%, de 5 a 10 mL), nas seguintes condições de PCR: hiperpotassemia, hipocalcemia e intoxicação por agentes bloqueadores dos canais de cálcio. • Não utilizar soluções de cálcio e bicarbonato de sódio simultaneamentena mesma via de administração Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Corticosteroides • Em PCR, não há dados suficientes para recomendar o uso de corticosteroides de, sendo necessários novos estudos. Intervenções Não Recomendadas Rotineiramente durante a PCR • Fibrinolíticos • Fibrinolíticos não devem ser administrados rotineiramente na PCR .Na suspeita de embolia pulmonar, ou se esta for a causa da PCR, seu uso empírico pode ser considerado. – ESTREPTOQUINASE – MENTALYSE – ACTILYSE TERAPIA ELÉTRICA Um joule é exatamente igual a 108 EV MARCAPASSO TRANSCUTÂNEO Ventilação Mecânica • Ventilação mecânica é o suporte oferecido, por meio de um aparelho, ao paciente que não consegue respirar espontaneamente por vias normais devido a fatores como doenças, anestesia e anomalias congênitas. Modos de Ventilação Mecânica • CICLOS CONTROLADOS: totalmente controlado pelo ventilador. • CICLOS ASSISTIDOS: iniciado pelo paciente, controlado e finalizado pelo ventilador. • CICLOS ESPONTÂNEOS: iniciado, controlado e finalizado pelo paciente VCV – VENTILAÇÃO CONTROLADA A VOLUME PCV – VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO PVC – VENTILAÇÃO CONTROLADA A PRESSÃO PSV – VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃO PSV – VENTILAÇÃO COM SUPORTE DE PRESSÃO SIMV – VENTILAÇÃO MANDATÓRIA INTERMITENTE SINCRONIZADA SIMV – VENTILAÇÃO MANDATÓRIA INTERMITENTE SINCRONIZADA PARAMERAMETROS VENTILATÓRIOS Pressão positiva ao final da expiração (PEEP) Pressão de Platô - é a tensão que as moléculas de gás exercem dentro do pulmão. PEEP APLICAÇÕES • Recrutamento de unidades alveolares: shunt • SARA • Edema agudo de pulmão • Fisiológico? PEEP - PRESSÃO POSITIVA EXPIRATÓRIA FINAL PROBLEMAS ASSOCIADOS VOLUME CORRENTE FLUXO • VALOR INICIAL: ALARMES SENSIBILIDADE RELAÇÃO I:E FREQUENCIA RESPIRATÓRIA DISPOSITIVO SUPRAGLÓTICO MASCARA LARINGEA Escolha o tamanho correto da ML para o paciente, de acordo com a seguinte tabela: • n.º 1 - RN a lactentes até 5kg / 4 ml • n.º 1,5 - lactentes de 5 a 10 kg n.º / 7 ml • 2 - lactentes de 10kg até pré-escolares de 20kg/ 10 ml • n.º 2,5 - crianças de 20 a 30kg / 14 ml • n.º 3 - crianças / adolescentes de 30 a 50 Kg/ 20 ml • n.º 4 - adultos de 50 a 70 Kg (geralmente mulheres / homens menor porte) / 30 ml • n.º 5 - adultos de 70 a 100 Kg (geralmente homens / idosos – ausência de dentes)/ 40 ml Combitube TOT Via Aérea Dificil Cricotireoidostomia por Punção VIA AÉREA DIFICIL CRICOTIREOIDOSTOMIA POR PUNÇÃO Via Aérea Dificil cricotireoidostomia por punção VIA AÉREA DIFICIL CRICOTIREOIDOSTOMIA POR PUNÇÃO Punção Intra-Ossea PHTLS