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5ºAula
Currículo e as novas 
tecnologias
Boa aula!
Na aula 04 refletimos a respeito de duas visões 
influentes na organização curricular de nossas escolas: a visão 
conservadora e visão progressista, esta última defendida por 
Paulo Freire. Abordamos ainda algumas questões sobre o 
planejamento curricular em instituições escolares. 
Ao final desta aula você estará mais preparado para 
reflexões referentes ao currículo na contemporaneidade e os 
desafios com as novas tecnologias.
Fonte: Google Imagem, 20 outubro 2012.
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Escola, Currículo e Avaliação Institucional
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Objetivos de aprendizagem
1 - Tecnologia 
2 - Novas tecnologias e educação
3 - Currículo e Novas Tecnologias
Ao término desta aula, vocês serão 
capazes de:
• compreender o currículo frente às 
mudanças decorrentes das novas tecnologias.
Seções de estudo
1 - Tecnologia
Fonte: Google imagem. Acesso em: 20 outubro 2012 14h35min.
Como elucida o quadrinho acima, as novas 
tecnologias fazem parte do cotidiano de todo 
homem moderno.
: O termo tecnologia vem do 
um produto da ciência e da engenharia que envolve um 
conjunto de instrumentos, métodos e técnicas que visam 
tecnologias primitivas ou clássicas envolvem a descoberta 
do fogo, a invenção da roda, a escrita, dentre outras. As 
tecnologias medievais englobam invenções como a prensa 
as tecnologias das grandes navegações que permitiram 
transformações no processo produtivo.
de informação e comunicação através da evolução 
das telecomunicações, utilização dos computadores, 
desenvolvimento da internet e ainda, as tecnologias 
avançadas, que englobam a utilização de Energia Nuclear, 
provocam grande impacto na sociedade. Pelo lado positivo, 
a tecnologia resulta em inovações que proporcionam melhor 
nível de vida ao Homem. Como fatores negativos, surgem 
questões sociais preocupantes como o desemprego, devido 
a substituição do Homem pela máquina ou a poluição 
ambiental que exige um contínuo e rigoroso controle.
Tecnologia é a maneira como o homem utiliza 
cada ferramenta, por ele mesmo criada, para realizar 
determinada ação. A evolução social e cultural da 
humanidade instigou a criação de tecnologias; 
desde a descoberta do fogo, da roda, da invenção do 
ábaco, até o momento predominam as tecnologias 
por onde o homem transita culturalmente. 
Segundo Macedo (1997), o papel que as 
tecnologias vêm desempenhando nas diversas áreas 
da vida social tem sido estudado, tanto no campo 
da filosofia, quanto no da sociologia. Os mais 
conservadores defendem que as novas tecnologias 
são responsáveis pela destruição de alguns padrões 
éticos e morais, e, no extremo oposto, há grupos que 
encaram a tecnologia como o principal instrumento 
do avanço social, como um todo.
Fonte: Google imagem, acesso em: 20 outubro de 2012.
As tecnologias acompanham o homem desde 
suas primeiras e mais simples invenções. É de 
importância nas mais diversificadas áreas de 
atuação da atividade humana. Nesse sentido, os 
debates em relação ao tema se tornam cada vez 
mais comuns e instigantes.
[...] a emergência de novas tecnologias tem reorientado 
acentuadamente o futuro social, econômico, político, cultural 
e ambiental das populações (JARDIM, 1992, p. 2).
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2 - Novas tecnologias e educação
A contemporaneidade é permeada pelas 
novas tecnologias informacionais, o impacto das 
redes de computadores, da microeletrônica, das 
telecomunicações é total e pode ser sentido em 
todas as esferas sociais. Sendo assim, o homem 
segue como parte integrante, ora passivamente, ora 
atuante, nesse cenário de singularidade e de intensas 
mudanças tecnológicas. 
Tais mudanças refletem com nitidez no campo 
educacional. De forma veloz, se intensificam o uso 
das redes neste setor da sociedade.
merecendo destaque a euforia com que foram anunciadas 
as novas possibilidades de seu uso para a educação a 
que ainda lutam com a falta de universalização da educação 
Acompanhada aos condicionantes da 
globalização contínua desde a Segunda Guerra 
Mundial, a revolução da tecnologia da informação 
tem sua origem mais ou menos no fim dos anos 1960 
e meados da década de 1970 (JARDIM, 1992, p. 2).
A década de 1980 ganha destaque, disseminam-
se os computadores, e em passos lentos, vai se 
apercebendo sobre a importância do micro. Como 
afirma Figueiredo (1997, p. 420) “[...] suas aplicações 
evoluem então do processador de texto para 
programas de bancos de dados, gráficas, estatísticas 
e redes de comunicação”. 
O crescimento das redes eletrônicas ocasiona 
a disseminação de uma gama de informações e 
o acesso de um público mais amplo na arena da 
digitalização (DOLLAR, 1994)
Especificamente na área educacional, na 
era contemporânea, são expressivos os avanços 
notados nas pesquisas relacionadas à educação 
após a utilização de dados digitalizados disponíveis 
nos variados bancos de dados governamentais e 
nas agências, no que diz respeito a características 
demográficas, educacionais, econômicas, como 
tantas outras da população em geral. Tornam-se, 
segundo May (2004, p. 89), “[...] uma rica fonte de 
dados para os pesquisadores sociais”. No entanto, 
faz-se necessário considerar com rigorosidade, 
os pontos fortes desses dados, assim como suas 
fragilidades. 
Numa perspectiva geral o uso de computadores, 
redes, programas, tem impactado o caminho da 
educação. A facilidade com que a informação é 
apresentada com a utilização dessas ferramentas 
tecnológicas caracteriza-se em avanços para as 
pesquisas educacionais. 
Grandes estudos educacionais iniciados em 
países avançados utilizaram-se das ferramentas 
metodológicas das tecnologias disponíveis na época 
para garantirem sua eficácia. Um exemplo são os 
relatórios realizados na década de 60 nos Estados 
Unidos, como também os relatórios realizados na 
Inglaterra, que chegaram a resultados que até os dias 
atuais orientam pesquisas educacionais referentes à 
eficácia escolar. 
Compreende-se assim a relevância das novas 
tecnologias para o campo educacional nas últimas décadas.
Diante de ganhos, limites e desafios que 
chegam aliados aos novos meios tecnológicos, há de 
se considerar que a integração “Tic’s” e “educação”, 
expressam-se no cenário atual das mais variadas 
formas. 
O espaço escolar frente às novas tecnologias. 
No caso brasileiro as últimas décadas marcam a 
entrada das novas tecnologias no cotidiano escolar. 
O uso de computadores, redes e programas, assim 
como outras fontes de arquivo, informação e 
comunicação começam a ser parte integrante da 
vida escolar, tardiamente quando comparados a 
países avançados. 
A diminuição da distância da informação e 
comunicação entre países, estados, municípios, 
escolas, que acabam por formar uma única rede, 
propiciada pelos meios tecnológicos atualmente 
existentes, vem conduzindo a mudanças positivas 
que se remetem em ganhos para o campo 
educacional.
Mas é preciso considerar que inúmeras são 
as desigualdades existentes e que mesmo com 
tais avanços, muitas realidades brasileiras não se 
encontram inseridas nessas redes que se formam 
diante das novas tecnologias.
São inúmeros os desafios no próprio espaço 
escolar para a inserção dos meios digitais como 
parte integrante do seu cotidiano. A adequação das 
tecnologias ao currículo, o profissional da educação 
preparado em sua formação inicial e continuada 
para lidar com os novos recursos de trabalho 
disponíveis, a utilização das tecnologias para o 
trabalho com os arquivos escolares, podem parecer 
questões mínimas, mas que ainda são necessidades 
a requerer intervenções para que esse diálogo entre 
novas tecnologias e educação verdadeiramente 
aconteça
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Escola, Currículo e Avaliação Institucional
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O pensamento de Pretto e Pinto (2006) 
contribui na compreensão da complexidade e 
abrangência do papel das novas tecnologias frente 
à educação escolar. 
A tecnologia sempre foi instrumento de inclusão social, 
mas agora isso adquire novo contorno, não mais como 
incorporação ao mercado, mas como incorporaçãoà 
cidadania e ao mercado, garantindo acesso à informação 
e barateando os custos dos meios de produção multimídia 
através das novas ferramentas que ampliam o potencial 
crítico do cidadão. Somos cidadãos e consumidores, 
emissores e receptores de saber e informação, seres ao 
mesmo tempo autônomos e conectados em redes, que são 
a nova forma de coletividade. 
para essa revolução
O espaço escolar constitui-se marcado pelas 
transformações decorrentes na sociedade em 
geral, sendo assim é um campo empírico rico para 
a compreensão de como as mudanças chegam 
e afetam os mais diversos cidadãos através da 
instituição pública de frequência diversa. Como 
aponta Andrade (2003) “a eficiência de uma técnica 
não está na sua novidade, mas no seu uso social ou 
cultural, no grau de atendimento às “necessidades” 
ou aos desejos da comunidade”.
A revolução trazida pela rede mundial possibilita 
que a informação gerada em qualquer lugar esteja 
disponível rapidamente. A globalização do acesso 
e a simultaneidade da informação são ganhos 
inestimáveis para as relações sociais. A diminuição 
da distância da informação e comunicação entre 
países, estados, municípios e o espaço escolar vêm 
contribuindo para o enfrentamento e efetividade 
dos desafios que se apresentam para a educação.
3 - Currículo e as Novas tecnologias 
É importante pensarmos que a tecnologia 
no espaço educacional precisa colocar-se a serviço 
de seus objetivos. E para que isso venha a ocorrer 
são necessárias mudanças no conceito de currículo 
escolar. Tais mudanças irão demandar esforços por 
parte de educadores e autoridades governamentais.
link, software, hardware, 
conexão, internet, o que fazer com tudo isso na educação?
Tecnologia é ferramenta. Como um canivete, um bom 
artesão pode produzir as mais belas esculturas em madeira. 
Um torno de controle numérico em mãos erradas é um 
elefante branco, não serve para nada. Mas, obviamente, 
esse torno em mãos certas é um instrumento de colossal 
produtividade. Nada diferente com as tecnologias educativas. 
São ferramentas e há muitas, cada uma melhor para lidar 
com cada problema particular (CASTRO, 2000, p.65).
Para Macedo (1997), a resistência dos 
educadores às tecnologias educacionais pode 
ser em função dos interesses subjacentes às 
políticas públicas que envolvem as tecnologias 
educacionais, normalmente consumidoras de 
vultosas somas transferidas do poder público para 
a iniciativa privada.
Alguns dos questionamentos que surgem partem do 
pressuposto de que, diante de tantos problemas que 
rodeiam a educação, qual é realmente a importância do 
tamanho dos investimentos em projetos, que nem sequer 
são devidamente acompanhados e avaliados?
Partindo desse pensamento, a maioria dos 
professores se defende e tenta, ao máximo de 
um jeito ou de outro, “ganhar” tempo para que 
a implementação da tecnologia se faça o mais 
lentamente possível. Talvez, seja essa resistência que 
reforce ainda mais a dificuldade em realizar esses 
projetos.
As mudanças encontradas na Lei de Diretrizes e 
Bases 9.394/1996 trazem importantes contribuições 
para o enriquecimento escolar.
 Para que ocorram transformações inovadoras 
no campo educacional faz-se necessário formar 
educadores pesquisadores com visão ampla de 
futuro, com ideias que ultrapassem os limites da 
escola, educadores comprometidos com a ideia de 
comunidades de aprendizagem.
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Pensando nisso, avaliaremos agora a relação 
entre currículo e novas tecnologias.
Tratar a relação entre currículo e tecnologia, que 
aqui se restringirá, apenas, ao uso da informática, 
significa falar do que atualmente vem obtendo 
maior pressão no que diz respeito a mudanças e 
alterações dos currículos escolares e, também, a 
que maior resistência tem encontrado por parte 
dos professores; claro que não desconsiderando as 
demais tecnologias existentes.
Desde a década de 70 que as questões ligadas 
às tecnologias vem ganhando espaço nas discussões 
sobre currículo escolar e sobre o mundo produtivo e 
competitivo, o que cobra, cada vez mais, a presença 
da informática. Por um lado, a escola tem o papel de 
tornar o aluno cada vez mais informatizado, e, por 
outro, a ideia de formação profissional tem sofrido 
inúmeras mudanças.
A busca por preparar e oferecer aos alunos a 
capacidade de operar a informática desafia a escola 
a se modernizar. Os currículos deveriam introduzir 
a informática, familiarizando esses alunos com a 
nova tecnologia e, mais que isso, deverá prepará-los 
para atuar no mercado de trabalho, cada vez mais 
competitivo e exigente.
O fato é que, se a escola se curvar diante das 
exigências do mercado de trabalho, introduzindo 
a informática em seu currículo, estará banalizando 
as dificuldades impostas a ela pela racionalidade 
científica. A questão seria: como introduzir essa 
tecnologia nos currículos escolares. Conceituar a 
tecnologia não como artefato técnico, mas como 
uma construção social, pode certamente contribuir 
para o esclarecimento sobre o processo social no 
qual se constroem, conjuntamente, a tecnologia da 
informática e o currículo.
Outra questão que também deve ser levada em 
consideração é o fato de, atualmente, ao falarmos 
de formação profissional, termos claras as inúmeras 
mudanças em torno das organizações curriculares 
clássicas. Primeiro, porque os conteúdos do trabalho 
não são aprendidos na escola pela experiência; 
segundo, porque as habilitações hoje existentes 
parecem não ser suficientes para atender às novas 
exigências do processo produtivo, o que pede uma 
generalização do conhecimento. Caberia à escola 
fornecer um currículo vasto, pois a formação 
específica ficaria a cargo das empresas.
A tecnologia, apesar de tornar o homem mais 
capaz e com um forte domínio sobre a natureza, 
tende a transformar a vida em uma prática cada vez 
mais irrefletida.
Dessa maneira, a modernização tecnológica 
sobre o cotidiano dos homens exige que o saber 
técnico seja mediado pela prática histórica concreta, 
sendo que o poder técnico e a vontade política 
devem se articular. 
novas tecnologias, para a educação, pode ser tão facilmente 
assumido pelas empresas?
Na década de 1970, viveu-se, no campo 
do currículo, a uniformização das experiências 
pedagógicas, seja por modelos curriculares 
desenvolvidos por especialistas, ou por livros 
didáticos e programas de televisão adotados em 
todo o país. Em seguida, na década de 1990, mais 
uma vez ressurge e convida a vivenciar novamente 
tais anseios.
Começa-se a discussão sobre o currículo 
nacional, sobre a valorização do livro didático, 
utilizado como um auxiliar do professor, propõe-se 
programas de educação a distância para treinamento 
de professores, por todo o país, e, claro, sonha-se 
com todas as salas de aula informatizadas, tudo em 
prol da melhoria da qualidade da educação.
De modo geral, consideramos o computador 
uma ferramenta como qualquer outra.
Assim, o livro didático, o lápis e o papel não 
seriam muito diferentes, pois devemos concordar 
que tais instrumentos vieram facilitar o trabalho, 
tanto dos professores, quanto dos alunos. O livro 
didático, por exemplo, liberou os alunos e professores 
das extensas cópias. O mesmo ocorre com o 
computador, que veio para facilitar a elaboração de 
gráficos, a apresentação de trabalhos, a realização 
de experimentos científicos, a pesquisa, a notícia em 
tempo real, entre tantos outros benefícios.
A utilização de computadores como máquinas 
de ensinar, fontes de pesquisa e editores de texto traz 
consigo determinadas concepções de conhecimento 
e de sociedade. Talvez o maior erro seja ter dado 
mais relevância para os pontos negativos do que 
para os positivos.
Porém, não se trata simplesmente de aceitar 
a tecnologia, mas de obter um cuidado crítico em 
relação aos usos educativos que dele se faz.
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Escola, Currículo e Avaliação Institucional
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A preocupação gira em torno de subordinar a 
máquina a determinadas decisões curriculares, ao 
invés de nos tornarmos seus subordinados,pois 
sabemos que esse processo apresenta alguns riscos. 
O computador deve ser utilizado como mais um 
dos instrumentos que contribuem para a mediação, 
a construção do conhecimento e da aprendizagem. 
Por outro lado, o computador, que se mostra 
apenas como uma ferramenta, esconde formas de 
organização e seleção do conhecimento válidos. 
Por isso, utilizá-lo de maneira crítica é um processo 
extremamente difícil, que envolve ter bem claras, 
todas as escolhas que não devemos fazer.
Como educadores, devemos fazer opções, 
utilizar ou não determinados programas, assumir 
riscos, qualquer que seja nossa decisão. É importante 
lembrar que os aspectos positivos dos programas 
são bem ressaltados nos folhetos de propaganda, já 
os negativos, são desconsiderados por quem busca 
a comercialização.
Portanto, precisam-se criar mecanismos para 
introduzir o computador em nossos currículos 
escolares, mas de acordo com a lógica da escola. É 
preciso construir alternativas para o conhecimento 
objetivo, proposto como mito inquestionável pela 
máquina. E, ainda, construir um currículo que 
interaja com o computador, mas que seja uma 
negociação de sentidos, de ideais, da aceitação 
da subjetividade e de valorização da experiência. 
Só assim poderemos subordinar, efetivamente, o 
computador à diversidade da experiência humana.
Retomando a aula
 1 - Tecnologia 
Tecnologia é a maneira como o homem utiliza 
cada ferramenta, por ele mesmo criada, para realizar 
determinada ação. A evolução social e cultural da 
humanidade instigou a criação de tecnologias; 
desde a descoberta do fogo, da roda, da invenção do 
ábaco, até o momento predominam as tecnologias 
por onde o homem transita culturalmente. 
2 - Novas tecnologias e educação 
São inúmeros os desafios no próprio espaço 
escolar para a inserção dos meios digitais como 
parte integrante do seu cotidiano. A adequação 
das tecnologias ao currículo, o profissional da 
educação preparado em sua formação inicial e 
continuada para lidar com os novos recursos de 
trabalho disponíveis, a utilização das tecnologias 
para o trabalho com os arquivos escolares, podem 
parecer questões mínimas, mas que ainda são 
necessidades a requerer intervenções para que 
esse diálogo entre novas tecnologias e educação 
verdadeiramente aconteça.
 3 - Novas tecnologias e educação 
Como educadores, devemos fazer opções, 
utilizar ou não determinados programas, assumir 
riscos, qualquer que seja nossa decisão. É importante 
lembrar que os aspectos positivos dos programas 
são bem ressaltados nos folhetos de propaganda, já 
os negativos, são desconsiderados por quem busca 
a comercialização.
Vale a pena
Vale a pena ler
• Treino para a vida
Vale a pena assistir
Currículo, Cultura e Sociedade
MOREIRA, Antonio Flávio Barbosa 
Organizador: TADEU, Tomaz Editora: 
Cortez 1994Fonte: https://
www.google.com.
br/imghp?hl=pt-
BR&tab=wi
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