Prévia do material em texto
Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Capítulo 3: Propriedades de uma Substância Pura �Equação de estado do gás ideal �Outras equações de estado �Outras propriedades termodinâmicas Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Princípio de estado O número de propriedades independentes requerido para especificar um estado termodinâmico de um sistema é: N + 1 onde N é o número de formas de trabalho reversível possíveis. • Sistema simples compressível: o número de propriedades independentes será 2 N + 1, onde N = 1 (um trabalho reversível) Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte E como se obtém estas propriedades? • Tabelas de propriedades • Equações de estado Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Equação de estado • As equações usadas para relacionar as propriedades de estado P, νννν e T são as chamadas equações de estado. • Um exemplo é a equação dos gases ideais: PV = n R T Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal • Experimentos mostram que ao confinar amostras de 1 mol de vários gases em recipientes de volumes idênticos e mantê-los na mesma temperatura, suas pressões medidas são praticamente – mas não exatamente – as mesmas. • Repetindo este experimento com as densidades mais baixas dos gases, as pequenas diferenças nas pressões medidas tendem a desaparecer. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal • Para densidades suficientemente baixas todos os gases reais tendem a obedecer à relação: PV = nRT onde P, V, n, R e T são respectivamente pressão absoluta, volume, número de moles do gás, constante universal dos gases e temperatura absoluta. • Constante universal dos gases: R = 8,31434 kJ/kmol.K = 0,0831434 bar.m3/kmol.K = = 1,9858 Btu/lbmol.R = 10,73 psia-ft3/lbmol.R • Os gases que atendem a esta equação de estado são conhecidos como gases ideais. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal • A equação de estado do gás ideal também pode aparecer através da constante particular do gás: PV = MRgT onde M = massa do gás Rg = constante do gás em particular • Esta constante pode ser obtida a partir da constante universal dos gases: gás mol R R g = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal Tabela A-7: Propriedades de diversos gases ideais Gás Fórmula química Peso molecular R (kJ/kg*K) cp (kJ/kg*K) cv (kJ/kg*K) γ Ar 28,97 0,28700 1,0035 0,7165 1,400 Dióxido de carbono CO2 44,01 0,18892 0,8418 0,6529 1,289 Metano CH4 16,04 0,51835 2,2537 1,7354 1,299 Etano C2H6 30,07 0,27650 1,7662 1,4897 1,186 Oxigênio O2 31,999 0,25983 0,9216 0,6618 1,393 Hidrogênio H2 2,016 4,12418 14,2091 10,0849 1,409 Nitrogênio N2 28,013 0,29680 1,0416 0,7448 1,400 cp, cv e γ obtidos a 300K Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal • A equação de estado do gás ideal pode aparecer de várias formas: PV = nRT PV = MRgT P = ρρρρRgT Pνννν = RgT P1V1 = P2V2 T1 T2 Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Então, quando considerar um gás ideal ? Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal • Em densidades baixas (pressões baixas ou altas temperaturas), os gases reais se comportam de maneira próxima a dos gases ideais. P = ρρρρRgT • Ar, nitrogênio, oxigênio, hidrogênio, hélio, argônio, dióxido de carbono apresentam um erro de menos de 1% no uso da equação de estado dos gases ideais quando em baixas densidades. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gás ideal Qual seria o erro ao usar a equação para gases ideais para calcular os valores das propriedades para TODAS as substâncias puras? – Depende da pressão e da temperatura do sistema. – Quanto maior a temperatura, menor o erro: (T/Tc > 2,0) – Quanto menor a pressão, menor o erro: (P/Pc < 0,1) Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte E quando o gás não se comportar como gás ideal ? Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gases reais • Em densidades altas, o comportamento dos gases desvia-se da equação de gases ideais. • Neste caso, deve-se utilizar outra equação de estado. • Uma opção é aplicar um fator de correção na equação de estado dos gases ideais. • Este fator de correção é chamado de fator de compressibilidade (Z). Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gases reais: Fator de compressibilidade • Esta é uma equação genérica e dela pode-se chegar a equação dos gases ideais: • Para um gás ideal: Z = 1 • Para um gás real: Z<1 ou Z>1 TR P Z g ν = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Princípio dos estados correspondentes • O fator de compressibilidade é aproximadamente o mesmo para todos os gases à mesma pressão reduzida e temperatura reduzida. Z = Z(Pr, Tr) para todos os gases • Nestas condições diz-se que os gases estão em estados correspondentes. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Pressão e temperatura reduzidas • Essas grandezas são obtidas com o auxílio da temperatura e pressão crítica. • Isto porque no pronto crítico todos os gases estão num estado equivalente. • Podem ser determinadas como: Tc T Tr Pc P Pr = = Onde Pr e Tr são respectivamente a pressão reduzida e a temperatura reduzida; P e T são valores absolutos; Pc e Tc são os valores no ponto crítico. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Fator Z, Pr e Tr • O fator Z é expresso na forma de gráfico para uma grande quantidade de gases (carta de compressibilidade). • No entanto é necessário saber a pressão e a temperatura reduzidas para se determinar Z. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Fator Z, Pr e Tr Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Outras equações de estado para gases reais • Equação de estado de van der Waals; • Equação de estado de Redlich-Kwong; • Equação de estado do virial. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Outras propriedades termodinâmicas Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Coeficiente de compressibilidade isobárica (ββββ) 0 T 1 β P > ∂ ∂ = v v • Representa a variação fracional de volume pela variação unitária de temperatura para um processo a pressão constante. Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Coeficiente de compressibilidade isotérmica (κκκκ) • Representa a variação fracional de volume pela variação unitária de pressão para um processo a temperatura constante. 0 P κ T > ∂ ∂ −= v v 1 Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Coeficientes de compressibilidade ββββ e κκκκ • Os coeficientes de compressibilidade isobárica (ββββ ) e isotérmica (κκκκ) são funções da relação P-νννν-T para a substância e valores numéricos podem ser obtidos a qualquer estado definido. • Estas propriedades são particularmente úteis quando se trabalha com substâncias na fase líquida ou sólida. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Coeficientes de compressibilidade ββββ e κκκκ κνdPβνdTdν dP P v dT T v dν P)ν(T,ν TP −= ∂ ∂ + ∂ ∂ = = • Como o volume específico é uma função da pressão e da temperatura tem-se: • Para substâncias que não sejam ideais, caso ββββ e κκκκ sejam constantes teremos: ( ) ( )1212 1 2 PPκTTβ ν ν ln −−−= Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Energia interna específica (u) A energiainterna (U) representa a energia armazenada, ou possuída pelo sistema, devido às energias cinética e potencial das moléculas presentes na substância que o constituí. M U =u • A energia interna específica: onde M é a massa da substância • Medidas experimentais mostram que u é função apenas da temperatura e do volume específico: ),( νTuu = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Calor específico a volume constante (cv) v v T u c ∂ ∂ = • Este refere-se à energia necessária para que 1kg de uma substância sofra a elevação de 1oC num processo a volume constante. É um valor tabelado e obtido experimentalmente. ),( νTuu = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Entalpia específica (h) A entalpia é o somatório da energia interna e do produto PV. νPuh += • A entalpia específica: • Medidas experimentais mostram que h é função apenas da temperatura e da pressão: ),( PThh = PVUH += Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Calor específico a pressão constante (cp) P p T h c ∂ ∂ = • Este refere-se à energia necessária para que 1kg de uma substância sofra a elevação de 1oC num processo a pressão constante. É um valor tabelado e obtido experimentalmente. ),( PThh = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Gráfico de calor específico • Como cp e cv são funções da temperatura, pode-se expressar seus valores através de gráficos. • Exemplo: gráfico cp para várias substâncias. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Calores específicos cp e cv Tabela A-7: Propriedades de diversos gases ideais Gás Fórmula química Peso molecular R (kJ/kg*K) cp (kJ/kg*K) cv (kJ/kg*K) γ Ar 28,97 0,28700 1,0035 0,7165 1,400 Dióxido de carbono CO2 44,01 0,18892 0,8418 0,6529 1,289 Metano CH4 16,04 0,51835 2,2537 1,7354 1,299 Etano C2H6 30,07 0,27650 1,7662 1,4897 1,186 Oxigênio O2 31,999 0,25983 0,9216 0,6618 1,393 Hidrogênio H2 2,016 4,12418 14,2091 10,0849 1,409 Nitrogênio N2 28,013 0,29680 1,0416 0,7448 1,400 cp, cv e γ obtidos a 300K Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Energia interna específica, entalpia específica e calores específicos para o caso de gases ideais Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Energia interna específica (u) Para um gás ideal, a energia interna específica é função apenas da temperatura. • Isto foi obtido experimentalmente através dos trabalhos realizados por Joule, em 1843. Nestes ele mostrou que a energia interna do ar à baixa densidade (gás ideal) depende essencialmente da temperatura. )(Tuu = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Relacionando energia interna específica e cv Para gases ideais: u = u(T)u = u(T) No entanto: dv v u dT T u du Tv ∂∂∂∂ ∂∂∂∂ ++++ ∂∂∂∂ ∂∂∂∂ ==== 0 dTTdu )(c dT T u v v = ∂ ∂ = A variação de energia interna será: dT(T)c 2 1 T T v∫=−=∆ 12 uuu Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Entalpia específica (h) Para um gás ideal, a entalpia específica também é função apenas da temperatura. • Isto pode ser verificado: )(Tuu = νPuh += Como: TRP g=ν Tem-se: TRTuh g+= )( Assim: )(Thh = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Relacionando entalpia específica e cp h = h(T)h = h(T) No entanto: dP P h dT T h TP ∂ ∂ + ∂ ∂ =dh 0 dTTdh )(c dT T h p p = ∂ ∂ = A variação de entalpia será: dT(T)cp∫=−=∆ 2 1 12 T T hhh Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Relacionando cp e cv TRuh g+= gR dT du dT dh += Derivando em função de T: E desta forma: gvp Rcc += Quando gases ideais possuem cp e cv constantes, eles são chamados de gases perfeitos. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Resumo para gases ideais • u, h, cv e cp são funções apenas da temperatura ideal gas p ideal gas v c ;c = = dT dh dT du gvp Rcc += Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Três maneiras de se obter ∆∆∆∆u e ∆∆∆∆h • ∆u = u2 - u1 (tabela) • ∆u = • ∆u = cv,cte∆T (T) dT c v∫ 2 1 • ∆h = h2 - h1 (tabela) • ∆h = • ∆h = cp,cte∆T (T) dT c p∫ 2 1 Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício: Determine a variação de entalpia para 1 kg de nitrogênio (considerado como gás ideal) aquecido de 300K para 1200K: a) Usando a tabela de gases: T = 300K → h(molar) = 8.723 kJ/kmol T = 1200K → h(molar) = 36.777 kJ/kmol b) Integrando cp(T) c) Assumindo o cp,cte Use M = 28 kg/kmol Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício: Determine a variação de entalpia para 1 kg de nitrogênio (considerando gás ideal) aquecido de 300K para 1200K: a) Usando a tabela de gases b) Integrando cp(T) c) Assumindo o cp,cte Use M = 28 kg/kmol kJ 1.002 28 28.054 kmoles n∆hH molar ==⋅=∆ a) De acordo com a tabela de propriedades do nitrogênio: T1 = 300K h(molar)= 8.723 kJ/kmol T2= 1200K h(molar)= 36.777 kJ/kmol Logo: kJ/kmol054.28723.8777.3612 =−=−=∆ hhh Em 1 kg de nitrogênio tem-se 1/28 kmoles. Assim: Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício: Determine a variação de entalpia para 1 kg de nitrogênio (considerando gás ideal) aquecido de 300K para 1200K: a) Usando a tabela de gases ∆∆∆∆H= 1.002 kJ b) Integrando cp(T) c) Assumindo o cp,cte Use M = 28 kg/kmol 325,1 100 40,820 100 70,072.1 100 79,51206,39 −−− − + −= TTT c molarp b) A expressão para cp molar(T) para o nitrogênio pela tabela A-5 é: Para um gás ideal: dT(T)c 2 1 T T p∫=∆h Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício: Determine a variação de entalpia para 1 kg de nitrogênio (considerando gás ideal) aquecido de 300K para 1200K: a) Usando a tabela de gases ∆∆∆∆H= 1.002 kJ b) Integrando cp(T) c) Assumindo o cp,cte Use M = 28 kg/kmol dT TTT h ∫ −−− − + −=∆ 1200 300 325,1 100 40,820 100 70,072.1 100 79,51206,39 b) Assim: kJ 1.003H kJ/kmol093.28 =∆ =∆h Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício: Determine a variação de entalpia para 1 kg de nitrogênio (considerando gás ideal) aquecido de 300K para 1200K: a) Usando a tabela de gases ∆∆∆∆H= 1.002 kJ b) Integrando cp(T) ∆∆∆∆H= 1.003 kJ c) Assumindo o cp,cte Use M = 28 kg/kmol c) Considerando cp= constante a partir da tabela A-7: Cp,cte = 1,0416 kJ/kg K kgkJTc ctep /938)3001200(0416,1 =−=∆=∆h Pelos valores encontrados, o resultado da integral é praticamente o mesmo que o resultado das tabelas. O resultado usando cpmédio constante levou a um erro de 6%. Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Razão entre os calores específicos (γγγγ) v g v p c R 1 c c += (T) (T)c (T)c c c v p v p γγ ==≡ 1 R c 1 R c g p g v - e - γ γ γ == Para a maioria dos gases γγγγ é quase constante com a temperatura e igual a 1,4. γγγγ >1gvp Rcc += Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processos isotérmico e politrópico para gases ideais Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo isotérmico • Para um gás ideal: PV = MRgT = constante Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo isotérmico • O trabalho será: == ∫ 1 2 g 2 1 g V V nTMR V dV TMRW l dV V TMR PdVW 2 1 2 1 g ∫ ∫== Como M,Rg e T são constantes: Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo politrópico PVn = constantePVn = constante n = 1 ⇒⇒⇒⇒ Isotérmico (temperatura constante) n = γγγγ = Cp/Cv ⇒⇒⇒⇒ Adiabático (Q=0) n = 0 ⇒⇒⇒⇒ Isobárico (pressão constante) n = ∞∞∞∞ ⇒⇒⇒⇒ Isocórico (volume constante) PV1 = c PVγ = c Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo politrópico • Considerando que:• Considerando que: n 1 2 2 1 n 22 n 11 n V V P P constanteVPVP constante PV = == = Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo politrópico • O trabalho será: ( )1n para n1 VV c n-1 V v v c V dV c dV V c PdV W n1 1 n1 2 n-1 2 1 2 1 n 2 1 1 1 n ≠ − − = = === −− ∫∫ ∫ Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Processo politrópico • O trabalho será: ( ) 1n , n1 VPVP W n-1 VVP)(VVP W 1122 n1 1 n 11 n1 2 n 22 ≠ − − = − = −− • Considerando que: constanteVPVP n22 n 11 == Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Resumo de processos politrópicos 1n , V V nTMRW 1n , n1 VPVP W dV V c PdV W 1 2 g 1122 2 1 n 2 1 = = ≠ − − = == ∫∫ l Por Prof. Eugênio S. Rosa Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício 3) Um gás ideal em uma montagem pistão-cilindro é submetido a um processo de expansão para a qual a relação entre pressão e volume é dada por: PVn = constante A pressão inicial é 3 bar, o volume inicial é 0,1 m3 e o volume final é 0,2 m3. Determine o trabalho para o processo, em kJ, se: a) n=1,5 b) n=1,0 c) n=0 Gás PVn=cte Estado inicial (1): P1 = 3 bar (300 kPa); V1 = 0,1 m3 Processo de expansão Estado final (2): V2 = 0,2 m3 1W2 = ?? 1n , V V nTMRW 1n , n1 VPVP W dV V c PdV W 1 2 g 1122 2 1 n 2 1 = = ≠ − − = == ∫∫ l Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício 3) Um gás em uma montagem pistão-cilindro é submetido a um processo de expansão para a qual a relação entre pressão e volume é dada por: PVn = constante A pressão inicial é 3 bar, o volume inicial é 0,1 m3 e o volume final é 0,2 m3. Determine o trabalho para o processo, em kJ, se: a) n=1,5 b) n=1,0 c) n=0 Gás PVn=cte Estado inicial (1): P1 = 3 bar (300 kPa); V1 = 0,1 m3 Processo de expansão Estado final (2): V2 = 0,2 m3 1W2 = ?? a) n = 1,5 n1 VPVP W 1122 − − = n 1122 VPVP = n kPa n 106 2,0 1,0 300 5,1 = == 2 n 11 2 V VP P kJ 17,6 1,51 030,2*106 W = − − = 1,*00 Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício 3) Um gás em uma montagem pistão-cilindro é submetido a um processo de expansão para a qual a relação entre pressão e volume é dada por: PVn = constante A pressão inicial é 3 bar, o volume inicial é 0,1 m3 e o volume final é 0,2 m3. Determine o trabalho para o processo, em kJ, se: a) n=1,5 b) n=1,0 c) n=0 Gás PVn=cte Estado inicial (1): P1 = 3 bar (300 kPa); V1 = 0,1 m3 Processo de expansão Estado final (2): V2 = 0,2 m3 1W2 = ?? b) n = 1,0 (processo isotérmico) 2g1g1122 TMRTMRVPVP === kJ 2 W 79,0 1,0 2,0 ln*1,0*300 = = V V nTMRW 1 2 g = l Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercício 3) Um gás em uma montagem pistão-cilindro é submetido a um processo de expansão para a qual a relação entre pressão e volume é dada por: PVn = constante A pressão inicial é 3 bar, o volume inicial é 0,1 m3 e o volume final é 0,2 m3. Determine o trabalho para o processo, em kJ, se: a) n=1,5 b) n=1,0 c) n=0 Gás PVn=cte Estado inicial (1): P1 = 3 bar (300 kPa); V1 = 0,1 m3 Processo de expansão Estado final (2): V2 = 0,2 m3 1W2 = ?? c) n = 0 (processo isobárico P=cte) 30kJ0,1)-300(0,2 W ==−== ∫ 2 1 12 )( VVPPdV Profa. Dra. Carla K. N. CavalieroEM524 - Fenômenos de Transporte Exercícios - Capítulo 3 Propriedades de uma substância pura Proposição de exercícios: 3.2 / 3.4 / 3.6 / 3.9 / 3.12 / 3.16 / 3.21 / 3.22 / 3.26 / 3.32