MÓDULO 8 - FINANCIAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL PÓS EM DIREITO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO - PUC MG AVALIAÇÃO Acerca da contribuição previdenciária devida pelo contribuinte individual é correto afirmar: O Contribuinte individual que presta serviços a diversas empresas, também, poderá optar pelo recolhimento simplificado para a Previdência Social, com a alíquota de 11% sob o salário-mínimo. A alíquota da contribuição previdenciária do Microempreendedor empresarial é de onze por cento. A dona de casa inscrita no CadÚnico para programas sociais do Governo Federal, desde que exerça atividade remunerada, poderá contribuir para a previdência social com alíquota de 5% sobre o salário-mínimo. O salário de contribuição do contribuinte individual consiste na remuneração auferida em uma ou mais empresas ou pelo exercício de sua atividade por conta própria, durante o mês, observado o limite máximo do teto dos benefícios previdenciários.
Acerca das obrigações acessórias, é correto afirmar: Entre as obrigações acessórias das empresas, a empresa não é obrigada a preparar folhas de pagamento das remunerações pagas ou creditadas a todos os segurados a seu serviço, de acordo com os padrões e normas estabelecidos pelo INSS. Prestar ao INSS todas as informações cadastrais, financeiras e contábeis de seu interesse, na forma por ela estabelecida, bem como os esclarecimentos necessários à fiscalização. Comunicar, mensalmente, aos empregados, por intermédio de documento a ser definido em regulamento, os valores recolhidos sobre o total de sua remuneração ao INSS. Lançar mensalmente em títulos próprios de sua contabilidade, de forma concentrada, ou seja, sem necessidade de discriminar os fatos geradores, todas as contribuições, o montante das quantias descontadas, as contribuições da empresa e os totais recolhidos.
Acerca da arrecadação e recolhimento das contribuições sociais, é correto afirmar: Os segurados contribuinte individual e facultativo estão obrigados a recolher sua contribuição por iniciativa própria, até o dia vinte do mês seguinte ao da competência. O empregador doméstico é obrigado a arrecadar e a recolher a contribuição do segurado empregado a seu serviço, assim como a parcela a seu cargo, até o dia 7 do mês seguinte ao da competência. O segurado especial não é obrigado a arrecadar a contribuição de trabalhadores a seu serviço. As empresas são obrigadas a arrecadar, somente, as contribuições dos empregados e contribuintes individuais que lhes prestam serviços.
Acerca do Fator Acidentário de Contribuição - FAP, é correto afirmar: FAP poderá ter como consequência a redução da alíquota do SAT em até 50%, ou a sua majoração até 100%. O FAP deve ser calculado de acordo com todos os acidentes do trabalho, inclusive os acidentes de trajeto. Quando do cálculo do índice de gravidade, os acidentes de trabalho terão o mesmo peso. Compete ao Ministério da Previdência a definição da metodologia para o cálculo do FAP.
Acerca da arrecadação e recolhimento das contribuições sociais, é correto afirmar: O valor retido na nota fiscal, em casos de contratação de serviços executados mediante cessão de mão de obra, deverá ser destacado na nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, mas não poderá ser compensado por qualquer estabelecimento da empresa cedente da mão de obra, por ocasião do recolhimento das contribuições destinadas à Seguridade Social devidas sobre a folha de pagamento dos seus segurados. A empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão de obra, exceto em regime de trabalho temporário, deverá reter 11% (onze por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços e recolher, em nome da empresa cedente da mão de obra, a importância retida até o dia 20 (vinte) do mês subsequente ao da emissão da respectiva nota fiscal ou fatura, ou até o dia útil imediatamente anterior se não houver expediente bancário naquele dia. A relação de serviços previstos na lei, sobre os quais incidirá a retenção da alíquota de 11% sobre o valor da nota fiscal, não é taxativa, ou seja, o regulamento poderá acrescentar novos serviços. Entende-se como cessão de mão de obra a colocação à disposição do contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de segurados que realizem serviços contínuos, desde que relacionados com a atividade-fim da empresa, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação.
Acerca da execução de contribuições da Seguridade Social, é correto afirmar: O INSS não tem o direito de recorrer, na Justiça do Trabalho, das decisões homologatórias que motivaram transação judicial, no curso do processo trabalhista. A Justiça do Trabalho não pode executar de ofício, as contribuições previdenciárias decorrentes da sentença que proferir. Compete à Justiça do Trabalho a execução de oficio, da contribuição referente ao Seguro de Acidente do Trabalho, decorrentes de sentenças proferidas que reconhecerem vínculo de emprego, ou diferenças de verbas salariais devidas pelos empregadores. Caso a Justiça do Trabalho execute de ofício as contribuições previdenciárias decorrentes da sentença que proferir, o juiz responsável responderá por improbidade administrativa.
Acerca das contribuições previdenciárias devidas pelas empresas, é correto afirmar: A empresa deverá pagar contribuição previdenciária de 20% sobre o valor da remuneração aos contribuintes individuais que lhe prestam serviços. A cooperativa de produção deverá pagar contribuição previdenciária de 11% sobre a remuneração paga aos seus cooperados. A entidade que tem imunidade tributária deverá recolher contribuição previdenciária de 11% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais que lhe prestem serviços, já que a imunidade atinge apenas a folha de salários. A cooperativa de trabalho deverá pagar contribuição previdenciária de 20% sobre a remuneração paga aos seus cooperados.
Acerca das disposições constitucionais sobre as contribuições sociais, é correto afirmar: Em nenhuma hipótese poderá haver concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais devidas pelas empresas, para a previdência social. As contribuições sociais destinadas ao financiamento da seguridade social devem obedecer ao princípio da anualidade. As contribuições sociais destinadas ao financiamento da previdência social poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da atividade econômica, da utilização intensiva de mão de obra, do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. O produtor, o parceiro, o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal, o garimpeiro, bem como os respectivos cônjuges, que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, sem empregados permanentes, contribuirão para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei.
Sobre a contribuição previdenciária do contribuinte individual é correto afirmar: A alíquota de contribuição do segurado contribuinte individual será de vinte por cento sobre o respectivo salário de contribuição. O contribuinte individual poderá optar em recolher onze por cento sobre o salário de contribuição, desde que opte pela exclusão ao benefício da aposentadoria por tempo de contribuição. O micoreempreendor individual, devidamente regulamentado pela Lei Complementar nº 123/2006, terá a direito a recolhimento especial para a previdência social, cuja contribuição será de 5% sobre o valor do salário-mínimo, com direito a todos os benefícios previdenciários. A dona de casa pertencente a família de baixa renda, desde que opte pela exclusão ao benefício da aposentadoria por tempo de contribuição, poderá optar em recolher onze por cento sobre o salário-mínimo, para financiar o seu direito ao futuro benefício previdenciário.
Acerca da responsabilidade solidária para o recolhimento das contribuições previdenciárias, é correto afirmar: As empresas que integram grupo econômico de qualquer natureza respondem entre si, subsidiariamente, pelas obrigações decorrentes desta Lei. É devida contribuição social se a construção residencial unifamiliar, destinada ao uso próprio, de tipo econômico, for executada sem mão de obra assalariada, observadas as exigências do regulamento. Exclui-se da responsabilidade solidária perante a Seguridade Social o adquirente de prédio ou unidade imobiliária que realizar a operação com empresa de comercialização ou incorporador de imóveis, ficando estes solidariamente responsáveis com o construtor. Somente o incorporador imobiliário e o condômino da unidade imobiliária, qualquer que seja a forma de contratação da construção, reforma ou acréscimo, são solidários com o construtor, e estes com a subempreiteira, pelo cumprimento das obrigações para com a Seguridade Social, ressalvado o seu direito regressivo contra o executor ou contratante da obra e admitida a retenção de importância a este devida para garantia do cumprimento dessas obrigações, não se aplicando, em qualquer hipótese, o benefício de ordem.
MÓDULO 8 - FINANCIAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL PÓS EM DIREITO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO - PUC MG AVALIAÇÃO Acerca da contribuição previdenciária devida pelo contribuinte individual é correto afirmar: O Contribuinte individual que presta serviços a diversas empresas, também, poderá optar pelo recolhimento simplificado para a Previdência Social, com a alíquota de 11% sob o salário-mínimo. A alíquota da contribuição previdenciária do Microempreendedor empresarial é de onze por cento. A dona de casa inscrita no CadÚnico para programas sociais do Governo Federal, desde que exerça atividade remunerada, poderá contribuir para a previdência social com alíquota de 5% sobre o salário-mínimo. O salário de contribuição do contribuinte individual consiste na remuneração auferida em uma ou mais empresas ou pelo exercício de sua atividade por conta própria, durante o mês, observado o limite máximo do teto dos benefícios previdenciários.
Acerca das obrigações acessórias, é correto afirmar: Entre as obrigações acessórias das empresas, a empresa não é obrigada a preparar folhas de pagamento das remunerações pagas ou creditadas a todos os segurados a seu serviço, de acordo com os padrões e normas estabelecidos pelo INSS. Prestar ao INSS todas as informações cadastrais, financeiras e contábeis de seu interesse, na forma por ela estabelecida, bem como os esclarecimentos necessários à fiscalização. Comunicar, mensalmente, aos empregados, por intermédio de documento a ser definido em regulamento, os valores recolhidos sobre o total de sua remuneração ao INSS. Lançar mensalmente em títulos próprios de sua contabilidade, de forma concentrada, ou seja, sem necessidade de discriminar os fatos geradores, todas as contribuições, o montante das quantias descontadas, as contribuições da empresa e os totais recolhidos.
Acerca da arrecadação e recolhimento das contribuições sociais, é correto afirmar: Os segurados contribuinte individual e facultativo estão obrigados a recolher sua contribuição por iniciativa própria, até o dia vinte do mês seguinte ao da competência. O empregador doméstico é obrigado a arrecadar e a recolher a contribuição do segurado empregado a seu serviço, assim como a parcela a seu cargo, até o dia 7 do mês seguinte ao da competência. O segurado especial não é obrigado a arrecadar a contribuição de trabalhadores a seu serviço. As empresas são obrigadas a arrecadar, somente, as contribuições dos empregados e contribuintes individuais que lhes prestam serviços.
Acerca do Fator Acidentário de Contribuição - FAP, é correto afirmar: FAP poderá ter como consequência a redução da alíquota do SAT em até 50%, ou a sua majoração até 100%. O FAP deve ser calculado de acordo com todos os acidentes do trabalho, inclusive os acidentes de trajeto. Quando do cálculo do índice de gravidade, os acidentes de trabalho terão o mesmo peso. Compete ao Ministério da Previdência a definição da metodologia para o cálculo do FAP.
Acerca da arrecadação e recolhimento das contribuições sociais, é correto afirmar: O valor retido na nota fiscal, em casos de contratação de serviços executados mediante cessão de mão de obra, deverá ser destacado na nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, mas não poderá ser compensado por qualquer estabelecimento da empresa cedente da mão de obra, por ocasião do recolhimento das contribuições destinadas à Seguridade Social devidas sobre a folha de pagamento dos seus segurados. A empresa contratante de serviços executados mediante cessão de mão de obra, exceto em regime de trabalho temporário, deverá reter 11% (onze por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços e recolher, em nome da empresa cedente da mão de obra, a importância retida até o dia 20 (vinte) do mês subsequente ao da emissão da respectiva nota fiscal ou fatura, ou até o dia útil imediatamente anterior se não houver expediente bancário naquele dia. A relação de serviços previstos na lei, sobre os quais incidirá a retenção da alíquota de 11% sobre o valor da nota fiscal, não é taxativa, ou seja, o regulamento poderá acrescentar novos serviços. Entende-se como cessão de mão de obra a colocação à disposição do contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de segurados que realizem serviços contínuos, desde que relacionados com a atividade-fim da empresa, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação.
Acerca da execução de contribuições da Seguridade Social, é correto afirmar: O INSS não tem o direito de recorrer, na Justiça do Trabalho, das decisões homologatórias que motivaram transação judicial, no curso do processo trabalhista. A Justiça do Trabalho não pode executar de ofício, as contribuições previdenciárias decorrentes da sentença que proferir. Compete à Justiça do Trabalho a execução de oficio, da contribuição referente ao Seguro de Acidente do Trabalho, decorrentes de sentenças proferidas que reconhecerem vínculo de emprego, ou diferenças de verbas salariais devidas pelos empregadores. Caso a Justiça do Trabalho execute de ofício as contribuições previdenciárias decorrentes da sentença que proferir, o juiz responsável responderá por improbidade administrativa.
Acerca das contribuições previdenciárias devidas pelas empresas, é correto afirmar: A empresa deverá pagar contribuição previdenciária de 20% sobre o valor da remuneração aos contribuintes individuais que lhe prestam serviços. A cooperativa de produção deverá pagar contribuição previdenciária de 11% sobre a remuneração paga aos seus cooperados. A entidade que tem imunidade tributária deverá recolher contribuição previdenciária de 11% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais que lhe prestem serviços, já que a imunidade atinge apenas a folha de salários. A cooperativa de trabalho deverá pagar contribuição previdenciária de 20% sobre a remuneração paga aos seus cooperados.
Acerca das disposições constitucionais sobre as contribuições sociais, é correto afirmar: Em nenhuma hipótese poderá haver concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais devidas pelas empresas, para a previdência social. As contribuições sociais destinadas ao financiamento da seguridade social devem obedecer ao princípio da anualidade. As contribuições sociais destinadas ao financiamento da previdência social poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da atividade econômica, da utilização intensiva de mão de obra, do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. O produtor, o parceiro, o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal, o garimpeiro, bem como os respectivos cônjuges, que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, sem empregados permanentes, contribuirão para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei.
Sobre a contribuição previdenciária do contribuinte individual é correto afirmar: A alíquota de contribuição do segurado contribuinte individual será de vinte por cento sobre o respectivo salário de contribuição. O contribuinte individual poderá optar em recolher onze por cento sobre o salário de contribuição, desde que opte pela exclusão ao benefício da aposentadoria por tempo de contribuição. O micoreempreendor individual, devidamente regulamentado pela Lei Complementar nº 123/2006, terá a direito a recolhimento especial para a previdência social, cuja contribuição será de 5% sobre o valor do salário-mínimo, com direito a todos os benefícios previdenciários. A dona de casa pertencente a família de baixa renda, desde que opte pela exclusão ao benefício da aposentadoria por tempo de contribuição, poderá optar em recolher onze por cento sobre o salário-mínimo, para financiar o seu direito ao futuro benefício previdenciário.
Acerca da responsabilidade solidária para o recolhimento das contribuições previdenciárias, é correto afirmar: As empresas que integram grupo econômico de qualquer natureza respondem entre si, subsidiariamente, pelas obrigações decorrentes desta Lei. É devida contribuição social se a construção residencial unifamiliar, destinada ao uso próprio, de tipo econômico, for executada sem mão de obra assalariada, observadas as exigências do regulamento. Exclui-se da responsabilidade solidária perante a Seguridade Social o adquirente de prédio ou unidade imobiliária que realizar a operação com empresa de comercialização ou incorporador de imóveis, ficando estes solidariamente responsáveis com o construtor. Somente o incorporador imobiliário e o condômino da unidade imobiliária, qualquer que seja a forma de contratação da construção, reforma ou acréscimo, são solidários com o construtor, e estes com a subempreiteira, pelo cumprimento das obrigações para com a Seguridade Social, ressalvado o seu direito regressivo contra o executor ou contratante da obra e admitida a retenção de importância a este devida para garantia do cumprimento dessas obrigações, não se aplicando, em qualquer hipótese, o benefício de ordem.