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Prévia do material em texto

+-*9-----+-+-----------------******************************INTRODUÇÃO 
A medição do pulso na Medicina Tradicional Chinesa (MTC), é o exame ou avaliação da informação energética dos meridianos, mediante a palpação das artérias, que na medicina chinesa tem um papel fundamental. Faz-se esta palpação em um determinado segmento da artéria radial na altura do punho. Nesta observação do pulso, avalia-se o estado do equilíbrio energético dos órgãos do paciente. 
O diagnóstico pelo pulso é a mais difícil entre as partes diagnósticas chinesas: é um assunto muito complexo que deve envolver um nível profundo de compreensão e uma grande dose de habilidade. É uma ferramenta diagnóstica essencial para todos os terapeutas da Medicina Chinesa.
A prática da percepção tátil dos pulsos nos diz que cada pessoa tem seu pulso próprio, tão característico como as suas impressões digitais.
“Adquirir as habilidades para um bom diagnóstico pelo pulso requer uma enorme dose de paciência e para tornar-se competente são necessários anos de prática” (MACIOCIA, 2006, p. 354).
Apesar de isso não ser sinônimo de demonstração científica de uma relação órgão-pulso, essa relação, no entanto, está garantida pelos fatos: é quase impossível praticar a acupuntura sem o profundo conhecimento da PULSOLOGIA CHINESA.
O exame da pulsação pode ser considerado dentro da avaliação do interrogatório indireto como parte do exame de palpação. Segundo Yamamoto (1998, p. 55) “a Pulsologia deveria, na realidade, ser considerada como um exame a parte, devido a riqueza de informações que pode apresentar quando realizada adequadamente”.
ZANG FU NO PULSO
O diagnóstico pelo pulso tem por base a relatividade - comparação - entre as posições. Aconselha-se aos principiantes, depois de tomada em conjunto dos pulsos (esquerdo - direito – superficiais - profundos - posição I - posição III), examinar cada posição para determinar qual a função mais fraca e qual a função mais forte, partindo daí para o diagnóstico das demais.
Os meridianos podem apresentar também sintomas de excesso ou insuficiência em segmentos de seus trajetos, o que significa desequilíbrio de energia local.
A pulsologia chinesa completa estabelece três níveis de observação de pulso na artéria radial. Os dados obtidos na aferição são incluídos no diagrama dos cinco elementos e só a partir deste que será obtida a visão geral do equilíbrio energético do paciente. 
Basicamente, percebemos a pulsação do Qi pela pulsação do sangue. Usamos a artéria radial para sentir a pulsação do sangue para termos uma idéia do estado do Qi. 
Segundo a Medicina Tradicional Chinesa, o Qi flui ao longo de uma rede invisível de canais chamados meridianos, que ligam todos os órgãos e sistemas do corpo humano. Qualquer bloqueio ou desequilíbrio nessa rede provocará doenças físicas ou mentais. O objetivo do diagnóstico na MTC é identificar qualquer sinal de perturbação, bloqueio ou desequilíbrio nos meridianos ou no trajeto da energia Qi, para que se possa aplicar o tratamento adequado. 
“O diagnóstico pelo pulso é importante por duas razões: ajuda a identificar o órgão interno afetado ou o padrão prevalecente e reflete o complexo de Qi e Sangue como um todo” (MACIOCIA, 2006, p. 354).
No diagnóstico pelo pulso, tomam-se pelo menos doze pulsos diferentes, que correspondem aos principais órgãos e sistemas do corpo humano. Segundo Maciocia (2006, p. 354) “o único significado do diagnóstico pelo pulso, entretanto, é que, por si só, permite-nos diagnosticar um padrão, mesmo na ausência dos sintomas”.
O pulso nos dá uma idéia do estado do Qi e do Sangue como um todo, do estado dos órgãos Yin e Yang, do estado das partes do corpo e da constituição do indivíduo. Nenhuma outra manifestação clínica pode fazer isso, somente a língua chega perto de fazer isso.
“Cabe a cada profissional obter a melhor fórmula possível com a intenção de não incorrer em erros que perturbem o bom andamento de seu atendimento no tratamento do paciente” (YAMAMOTO, 1998, p. 57).
I - Localizando Níveis do Pulso
 
As três seções do pulso são:
	Polegada
	Cun
	Anterior
	Portão ou Barreira
	Guan
	Média
	Pé
	Chi
	Posterior
A posição Polegada governa o Aquecedor Superior incluindo a pele e os pelos até as mãos; a posição Portão ou Barreira governa o Aquecedor Médio incluindo o Abdome e o dorso; a posição Pé governa o Aquecedor Inferior incluindo o abdome inferior até os pés.
A Seção Polegada-Cun (Anterior) reflete as energias Yang e a Seção Portão-Guan (média) e a seção Pé-Chi (Posterior) reflete as energias Yin.
Resumindo, existem 3 seções: Polegada, Portão e Pé e três pressões, superficial, média e profunda, que formam 9 regiões. A região superior pertence a Céu e reflete doenças do tórax até a cabeça, a seção Média pertence a pessoa e reflete doenças do diafragma até o umbigo, a Seção Inferior pertence a Terra e reflete doenças do umbigo até os pés. Estas seções devem ser examinadas antes da inserção das agulhas.
O Nível superficial é o que se obtém com uma pressão mínima na artéria, suficiente apenas para sentir sua pulsação. Corresponde à pressão arterial mínima.
 	O Nível Profundo é obtido pressionando-se a artéria até interromper o fluxo sangüíneo e em seguida aliviando-se a pressão até sentir de novo o batimento arterial. É a pressão arterial máxima. 
 	O Nível Médio é intermediário aos dois citados acima. 
	
II - Posições dos órgãos no pulso
Além de atribuir as três seções do pulso aos três aquecedores, o diagnóstico chinês pelo pulso vai mais longe no fato de designar cada posição do pulso ao Qi de um órgão em particular.
A suposição comumente sustentada de que o nível superficial reflete o estado dos órgãos Yang e o nível profundo, o estado dos órgãos Yin nunca foi a única na medicina chinesa. Na verdade, os diferentes níveis (ou diferentes lugares) onde os órgãos Yin e Yang são percebidos são descritos como wai (externo) e nei (interno).
“A relação entre os órgãos Yin e Yang refletido no pulso precisa ser interpretada dinamicamente e não mecanicamente, não devermos simplesmente designar o nível superficial aos órgãos Yang e o nível profundo aos órgãos Yin” (MACIOCIA, 2006, p. 361).
Como a relação entre os órgãos Yin e Yang acoplados é muito íntima, cada posição individual do pulso deve ser analisada primeiro como um todo, prestando-se atenção na intensidade e no nível do pulso.
Ao sentir o pulso, deve-se aplicar três diferentes pressões para sentir os três diferentes níveis de energia: o nível superficial é sentido com uma pressão bem leve e corresponde ao Qi, Yang e aos órgãos Yang. O nível profundo é sentido com uma pressão forte e corresponde ao Yin e aos órgãos Yin. E o nível médio é sentido entre os dois níveis com uma pressão moderada e corresponde ao Sangue.
A 1ª posição no punho, a nível profundo no lado direito representa o Coração e no esquerdo o Pulmão, a posição intermediária, no lado direito, o Fígado e no esquerdo Baço-Pâncreas e a posição mais distal, o Rim e no esquerdo Circulação Sexualidade). 
As posições superficiais representam os Fu associados aos Zang descritos. Vale lembrar que a patologia mostrada pode estar tanto no órgão em análise quanto em seu meridiano.
	Verificando a mão direita do paciente
	Verificando a mão esquerda do paciente
	Com a mão esquerda do terapeuta
	Com a mão direita do terapeuta
	Indicador
	C (Profundo) 
ID (Superficial)
	P (Profundo)
IG (Superficial
	Indicador
	Médio
	F (Profundo)
VB (Superficial)
	BP (Profundo)
E (Superficial)
	Médio
	Anular
	R (Profundo)
B (Superficial)
	CS (Profundo)
 TA (Superficial)
	Anular
III - Metodologia para a tomada do pulso
3.1. A Postura
Na hora de tomar o pulso a postura deve ser correta. O paciente fica sentado em frente ao terapeuta, com a coluna reta e em uma posição cômoda, a palma da mão fica para cima com o pulso estendido e na mesma altura do coração. O mais adequado é que o dorso do pulso descanse sobre uma pequena almofada com o objetivo de evitar vibrações parasitas e que o pulso fique bem estendido. Quando a postura não é correta, a circulaçãodo Qi e Xue pode ser influenciada brindando dados falsos na tomada do pulso. Por isso, este item não deve deixar de ser respeitado.
Segundo Maciocia (2006, p. 364) “se o paciente estiver deitado, o braço deve estar em repouso na maca do exame; não deve ser dobrado, nem ficar apoiado no corpo do paciente”.
A distribuição dos dedos nas áreas Cun, Guan, Chi, vai adequar-se às características de cada paciente. Nas pessoas altas e de membros compridos, os dedos são colocados mais separados e nas pessoas menores os dedos ficam mais unidos.
Com o indicador apoiado no processo estilóide do rádio, podem ser sentidas 3 posições de cada lado (em cada um dos dedos), e essas posições podem ser divididas na sensação mais superficial (Yang) e mais profunda (Yin), a 1a indicando o estado do Fu e a 2a do Zang. 
Os dedos são colocados simultaneamente na artéria radial para fazer uma avaliação inicial da força, do nível e da qualidade do pulso. Para se avaliar as posições individualmente, é necessário erguer ligeiramente dois dos dedos, enquanto se interpreta o pulso com o terceiro dedo. Para sentir o pulso, deve-se usar a polpa dos dedos ao invés das pontas.
3.2. O Horário
O horário mais adequado para a tomada do pulso é cedo, pela manhã, “quando o Yin está calmo e o Yang ainda não está agitado; é também o momento em que o pulso não está afetado pelo trabalho, pelas refeições, pelas emoções” (MACIOCIA, 2006, p. 364). Observamos que na aurora, o Yin não se mexe e o Yang ainda não se expandiu; não se ingeriu ainda alimentos e os canais não estão repletos; o Qi e Xue não estão desordenados. Neste horário o pulso manifesta-se fielmente.
A referência acima é ideal, mas na vida moderna é difícil de ser executado a não ser que o paciente se encontre internado. Mas não quer dizer que a tomada do pulso em outros horários do dia não terá valor, a diferença está em que, ela estará mais influenciada pelos fatores ambientais, psicológicos e alimentares. Por isso, o local de consulta deve ter um ambiente tranqüilo e harmônico. Antes de tomar o pulso, o paciente deve manter-se em repouso pelo menos 15 minutos, com o ânimo tranqüilo e sem exaltação.
3.3. A Respiração
A respiração tem um papel crucial no diagnóstico através do pulso. Ela nos ajuda a determinar a freqüência do pulso. A respiração, tanto do terapeuta como do paciente, deve ser natural, profunda, harmônica e regular para não obtermos dados falsos. Especialmente no caso do terapeuta, estes pontos devem ser invariavelmente cumpridos: a sua respiração é a referência para determinar a freqüência do pulso. Assim, uma inspiração e expiração são consideradas um ciclo respiratório. A contagem do pulso será realizada em um ciclo respiratório.
3.4. Atitude Mental
A atitude mental correta do terapeuta é muito importante para despertar a sensibilidade necessária na tomada do pulso. O terapeuta deve estar com sua mente atenta e concentrada no que está sentindo; a mente localiza-se na ponta dos dedos quando se toma o pulso. Não devem existir pensamentos parasitas ou ansiedade nessa hora. O espírito concentrado e a mente calma e vazia de pensamentos são os princípios básicos na tomada do pulso.
3.5. Tempo
O pulso precisa de um tempo para a coleta de todos os dados imprescindíveis para ajudar a estabelecer o diagnóstico. O objetivo principal é determinar com claridade o ritmo do pulso eliminando a possibilidade da existência de pulsos arrítmicos.
3.6. Pulso Normal
Considera-se um pulso normal aquele que se sente mais claramente ao nível intermediário, não sendo nem superficial, nem profundo. Sua freqüência deve ser de 4 a 5 batidas por ciclo respiratório ou 70 a 80 batimentos por minuto. Devemos senti-lo nas três posições e que seu ritmo seja estável e tenha força. Sendo o pulso na posição Qi, profundo, mas com força.
 
IV - Fatores que influenciam o pulso normal
4.1. Estações do ano
“O pulso varia consideravelmente de acordo com as estações“ (MACIOCIA, 2006, p. 366). 
Os pulsos sazonais foram descritos de formas ligeiramente diferente em várias passagens dos clássicos chineses.
A analogia entre os pulsos sazonais e os instrumentos de medida enfatiza a idéia de equilíbrio e harmonia do pulso com a mudança das estações. O comentário moderno explica que, na primavera, o pulso deve ser leve, flexível e deslizante; no verão, deve ser transbordante e relativamente rápido; no outono, deve ser superficial e relativamente macio como um cabelo e, no inverno, deve ser como uma pedra e profundo.
4.2. Condições Geográficas
As condições geográficas e ambientais também influenciam o comportamento normal do pulso. Por exemplo, nas regiões onde o clima é mais quente e úmido, o pulso tende a ser mais filiforme e levemente rápido. Nos lugares mais frios e secos, o pulso tende a ser mais profundo e forte.
4.3. O Sexo
As características do pulso também variam de mulher para homem, dentro dos critérios de normalidade. O pulso na mulher tende a ser mais superficial, fino e levemente rápido que no homem. Na mulher, quando grávida, o pulso torna-se escorregadio.
	Para Maciocia (2006, p. 367) “o pulso do lado esquerdo é mais forte que o pulso do lado direito nos homens e vice-versa nas mulheres”.
	É interessante notar que essa situação quase nunca é observada na prática: os pulsos das mulheres são mais comumente fracos na posição. Isso talvez indique um declínio da força hereditária do Rim em comparação com as gerações anteriores.
4.4. Faixas Etárias
O pulso pode variar na freqüência e intensidade de acordo às diferentes faixas etárias. Por exemplo, nas crianças de 5 a 6 anos é normal encontrar um pulso com 90 a 110 batimentos por minuto. Na medida que envelhecemos o pulso vai ficando mais moderado. Numa pessoa jovem o pulso é forte, mas numa pessoa idosa o pulso normalmente é mas débil.
4.5. Compleição física
O tipo de constituição também marca as características do pulso em cada pessoa. Nas pessoas altas, o pulso é mais longo, nas pessoas baixas de estatura o pulso é mais curto, nas pessoas magras o pulso é mais superficial e nas pessoas obesas o pulso é mais profundo.
4.6. Alimentação
O fato de ter ingerido alimentos pode variar também as características do pulso. Depois da ingestão de alimentos ou consumo de vinho, o pulso é mais rápido e forte. Mas, quando ficamos famintos, o pulso também é influenciado tornando moderado e sem força.
4.7. Menstruação
	“Na semana que precede o início dos períodos menstruais, o pulso fica ligeiramente deslizante, especialmente na posição Posterior direita. Quando os períodos menstruais chegam, o pulso perde sua qualidade deslizante e torna-se relativamente fraco e talvez um pouco mais lento” (MACIOCIA, 2006, p. 368).
CONCLUSÃO
A Pulsologia da Medicina Tradicional Chinesa, a despeito da polêmica acerca de sua validade, oferece maior quantidade de informação sobre o organismo como um todo que qualquer método diagnostico ocidental.
A percepção das posições clássicas oferece um panorama geral sobre todos os Zang-Fu, e a pratica clinica sempre mostra clara correlação com a sintomatologia quando associado ao diagnostico da língua.
Para a Medicina Tradicional Chinesa o diagnóstico consiste na observação do indivíduo como um todo, nos fornecendo informações importantes para a elaboração da terapêutica a ser utilizada. Conclui-se que é de extrema importância a avaliação dos quatro princípios diagnósticos da Medicina Tradicional Chinesa (ver, escutar, apalpar, interrogar) incluindo a pulsologia chinesa, a semiologia da língua, o estudo da íris e do pavilhão auricular.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MACIOCIA, Giovani. O Diagnóstico da Medicina Chinesa. São Paulo: Roca, 1996.
YAMAMOTO, Celso. PULSOLOGIA – Arte e Ciência do Diagnóstico na Medicina Oriental. São Paulo: GROUND, 1998.

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