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 A formação da bilirrubina depende da síntese dos grupos m presentes na 
hemácia, é as hemácias são fagocitadas pelo retículo endotelial (fígado, baço e 
medula óssea) para posterior degradação da hemoglobina liberando os grupos 
heme. 
 A bilirrubina é uma molécula polar, lipofílica e insolúvel no plasma sanguínea 
também chamada de bilirrubina livre. Já a bilirrubina conjugada é uma 
molécula polar, solúvel nos líquidos corporais e hidrofílica. 
 Armazenada na vesícula biliar, a bilirrubina conjugada é então excretada no 
duodeno (bile), mas a sua melhor absorção ocorre no intestino grosso, onde é 
reduzida a uma série de derivados incolores chamaram de estercobilinogênio . 
A reação é catalisada por desidrogenases bacterianas anaerobicamente no 
colo. O ácido glicurônico é removido por ação de enzimas bacterianas 
específicas, enquanto o pigmento é reduzido a urobilinogênio. A maioria do 
urobilinogênio formada no intestino é excretada nas fezes (estercobilina). Uma 
pequena parte é reabsorvida para a circulação portal e reexcretada na bile. Uma 
pequena fração ( 1 a 5%) do urobilinogênio volta para a circulação geral via ciclo 
entero-hepática e é excretado pelo rim (urobilina). 
Icterícia: coloração amarelada da pele e mucosa decorrente do do ao cúmulo de 
bilirrubina no soro e nos tecidos ultrapassa 2,5 mg no sangue. 
Cerca de 80% da bilirrubina formada no organismo deriva da hemoglobina das 
hemácias os 20% restantes são produtos da degradação de heme proteínas não 
hemogloblínicas como catalase e citocromos. 
O metabolismo da bilirrubina envolve 3 etapas: , conjugação e excreção, onde esta é 
a etapa limitante mais suscetível a falhas de doenças hepáticas. 
A bilirrubina,principal componente dos pigmentos biliares, é produto do catabolismo 
da hemoglobina e outras proteínas hepáticas, após a destruição normal ou patológica 
das hemácias. 
Van Den Berg entregou a reação descrita por Ehrlich (bilirrubina + diazo – reagente = 
cor púrpura) para determinar a bilirrubina plasmática, sendo observado 2 tipos de 
reação: reação direta , em solução aquosa, que corresponde à bilirrubina conjugada 
ao ácido glicurônico; e a indireta, após o acréscimo de álcool corresponde a bilirrubina 
não conjugada, insolúvel em água. 
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Somente a forma conjugada de bilirrubina, que é solúvel em água, é eliminada pelo 
fígado e rins. Como consequência tem várias ocorrências fisiopatológicas 
consideradas para a clínica: 
 Na insuficiência de glicuroniltransferase ocorre a hiperbilirrubinemia por que a 
bilirrubina indireta não se transforma em direta. 
 Na icterícia por hiper-hemólise não há eliminação urinária de bilirrubina (urina 
clara) porque nesses casos, o pigmento retido no sangue é tipo indireto. 
 Nas icterícias causadas por lesão hepatocelular ou hepatocanicular, bem como 
na obstrução biliar externa, está presente a eliminação urinária de bilirrubina 
(urina escura) já que o pigmento retido é do tipo indireto. 
 
O termo refere-se a coloração amarelada dos tecidos, incluindo a maridão da pele dos 
tecidos profundos, mucosas, tecidos ricos em elastina visto que a bilirrubina tem 
afinidade por eles. 
Em geral é causada pela grande quantidade de bilirrubina nos líquidos extras celulares 
na forma de bilirrubina livre ou conjugada. 
Além disso, muitas substâncias são excretadas na bile e, então, eliminada nas fezes. 
uma dessas substâncias é o pigmento verde-amarelado bilirrubina. ela é importante 
produto final da degradação de hemoglobina. Todavia figo ela também representa 
um instrumento extremamente valioso, para diagnosticar doenças hemolíticas e 
diversos tipos de doenças hepáticas. 
Quando os animais estiverem completar o seu tempo de vida (em média 120 dias, 
ficam muitos frases para existirem no sistema circulatório meu celular é se rompem e 
a hemoglobina liberada e fagocitada pelos macrófagos teciduais (denominado 
também de sistema reticuloendotelial). A hemoglobina é primeiro cindida em globina 
e não heme sendo um anel do grupo m aberta para fornecer ferro livre que é 
transportado pelo sangue pela ferritina e cadeia reta de 4 núcleos pirrólicos, que 
constitui substrato, a partir do qual a bilirrubina será eventualmente formada. 
A primeira substância formada é a biliverdina viva mas essa substância é rapidamente 
reduzida a bilirrubina livre, também chamada de bilirrubina não conjugada que é 
gradualmente liberada nos macrófagos para o plasma. A bilirrubina livre se liga de 
imediato e fortemente a albumina plasmática, sido transportado nesta combinação 
por todo o sangue e líquidos intersticiais. 
Em questão de horas, a bilirrubina não conjugada é absorvida através das membranas 
celulares dos hepatócitos. Ao passar pelo seu interior, é liberada da albumina 
plasmática e virgula logo depois, cerca de 80% serão conjugados com ácido 
glicurônico para formar o glicuronídeo de bilirrubina, cerca de 10% se uniram ao 
sulfato para formar o sulfato de bilirrubina, em torno de 10% se associaram à 
diversidade de outras substâncias. Sobre essas formas a bilirrubina é excretada nos 
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hepatócitos, processo de transporte ativo, para os canalículos biliares e daí para os 
intestinos. 
Uma vez no intestino, cerca de metade da bilirrubina conjugada é convertida por ação 
bacteriana na substância urobilinogênio , que é muito solúvel. certa quantidade do 
urobilinogênio é reabsorvida através da mucosa intestinal de volta para o sangue. sua 
maior parte é reexcretada pelo fígado novamente para o intestino, mas cerca de 5% 
são excretados na urina , pelos rins. Após a exposição ao ar, na urina, urobilinogênio 
é oxidado em urobilina; alternativamente nas fezes é alterado é o que se dado para 
formar estercobilina. 
 
A concentração plasmática de bilirrubina que se encontra na forma livre é de 0,5mg|dL 
de plasma, sendo que em condições anormais esta concentração pode aumentar e 
atingir 40,0mg|dL e grande parte pode ser transformada na forma conjugada, a pele 
costuma mostrar se ictérica quando a concentração aumenta cerca de 3 vezes do valor 
normal 1,5mg|dL. 
Icterícia refere-se à totalidade amarela dos tecidos corporais, incluindo a coloração 
amarela da pele e dos tecidos profundos. A causa usual da icterícia é a grande 
quantidade de bilirrubina nos líquidos extra celulares, tanto na sua forma não 
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conjugada como conjugada. a concentração normal de bilirrubina no plasma, que é 
quase inteiramente na forma não conjugada é, em média, de 0,5 mg\dl de plasma. em 
certas condições anormais essa quantidade pode elevar-se a níveis tão altos como 40 
mg\dl e grande parte dela pode ser do tipo conjugado. A pele geralmente começa 
aparecer ictérica, quando a concentração se eleva por cerca de 3 vezes ao normal , 
isto é acima de 1,5 mg\dl. 
As causas comuns de icterícia são: 1) destruição aumentado de hemácias rápida 
liberação da bilirrubina no sangue ; e 2) obstrução dos ductos biliares ou lesão das 
células apáticas, de modo que, mesmo as quantidades normais de bilirrubina, não 
possam ser excretadas pelo trato gastro intestinal. Esses 2 tipos de icterícia são 
denominadas respectivamente icterícia hemolítica e icterícia obstrutiva. 
Há 4 tipos de icterícia: hemolítica, parenquimatosa, obstrutiva, neonatal. 
Icterícia hemolítica: nesse tipo, a função excretora do fígado não é afetada, mas os 
eritrócitos sofrem hemólise rápida e as células hepáticas não conseguem excretar a 
bilirrubina com a mesma velocidade que é formada. Assim a concentração plasmática 
de bilirrubina livre aumenta e atinge valores acima do normal. A velocidade de 
informação do urobilinogênio no intestino aumenta acentuadamente e grande parte 
é absorvida no sangue e posteriormente excretada na urina. Assim, as fezees 
apresentam coloração escura assim como a urina. 
Icterícia obstrutiva: é causada por obstrução dos ductos biliares (câncer obstruindo 
colídoco, cálculos biliares) ou por lesão das células hepáticas(hepatite). A velocidade 
da formação da bilirrubina é normal porém a bilirrubina não consegue atravessar o 
sangue para o intestino para ser convertida em urobilinogênio. Abrir o Bina não 
conjugada ainda adentro zapatos, sendo conjugada de modo usual. essa bilirrubina 
conjugada é então devolvida para o sangue, provavelmente pela ruptura dos 
canalículos hepáticos congestionados, treinando de forma direta a bile para a linfa que 
deixa o filho. Consequentemente viu a maior parte da bilirrubina no plasma é do tipo 
conjugado, em vez de tipo não conjugado. Assim as fezes ficam brancas devido à falta 
de estercobilina e há presença de bilirrubina na urina. 
Diferenças diagnósticas icterícia hemolítica e obstrutiva: os 2 exames químicos 
laboratoriais podem ser usados para diferenciar bilirrubina não conjugada conjugada 
no plasma. Na icterícia hemolítica quase toda a bilirrubina está na forma não 
conjugada; na icterícia obstrutiva, ela é principalmente da forma conjugada. O teste 
denominado reação de van der Berg pode ser empregado para diferenciar as duas. 
Quando ocorre obstrução total do fluxo da bile, nenhuma bilirrubina pode chegar aos 
intestinos para ser convertida em urobilinogênio pelas bactérias. Portanto, nenhum 
urobilinogênio é reabsorvido pelo sangue e nenhum pode ser excretado pelos rins na 
urina. consequentemente, na icterícia obstrutiva total os testes para o urobilinogênio 
urinário são completamente negativos. Além disso, as fezes ficam de cor de argila, 
devido à ausência de estercobilina e outros pigmentos biliares. 
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Outra diferença importante entre a bilirrubina não conjugada e a conjugada, é que os 
rins podem excretar pequenas quantidades dá muito solúvel bilirrubina conjugada, 
mas não da bilirrubina não conjugada ligada a albumina. Por conseguinte, na ok there 
Sia obstrutiva grave, quantidade significativa de bilirrubina conjugada aparece na 
urina. Isso pode ser demonstrado de modo simples, agitando se a urina observando a 
espuma, que fica intensamente amarelada. Assim, pela compreensão da fisiologia da 
excreção da bilirrubina pelo fígado e do emprego de poucos teste simples, muitas 
vezes, é possível diferenciar entre múltiplos tipos de doenças hemolíticas e hepáticas, 
bem como determinar a gravidade da doença. 
Icterícia parenquimatosa: resultam da lesão de hepatócito seja por vírus, drogas, fev 
podem ser tóxicas ou autoimunes. Apresenta um aumento da bilirrubina direta e nas 
formas mais graves podem apresentar colúria a alcolia fecal. 
Icterícia neonatal: a bilirrubina formada pelo feto pode cruzar a placenta para dentro 
da mãe e ser excretada para o fígado desta, mas, imediatamente após o nascimento, 
o único meio de livrar o recém-nascido da bilirrubina é através do seu próprio fígado, 
que, durante a primeira semana de vida o fígado funciona de forma ineficiente e é 
incapaz de conjugar quantidades significativas de bilirrubina com o ácido glicurônico 
para excreção na bile. 
Consequentemente, a concentração plasmática de bilirrubina sobe acima de um valor 
normal de menos de 1,0mg|dl há uma média de 0,5mg|dl durante os 3 primeiros dia 
vida e depois gradativamente volta ao normal à medida que o fígado se torna 
funcional. Essa condição é chamada de hiperbilirrubinemia fisiológica relacionada à 
ictericia moderada da pele da criança e principalmente as escleras dos seus olhos. 
Quando aumentos de bilirrubina livre acima de 20 mg passa a existir um risco de 
acúmulo dessas nos núcleos da base do sistema nervoso central levando as lesões 
irreversíveis ao recém-nascido. Este quadro é chamado de kernicterus, por esse 
motivo utilize-se da exposição do recém-nascido a luz ultravioleta ou mesmo aplicas-
se injeção de albumina para que haja a degradação da bilirrubina acumulada nos 
tecidos. 
A icterícia da prematuridade ocorre com frequência em bebês prematuros, uma vez 
que levam muito mais tempo para que haja degradação da bilirrubina acumulada nos 
tecidos. 
Já a icterícia do leite materno ocorre em 1% a 2% dos bebês alimentados no peito, 
pode ocorrer icterícia causada por substâncias que a excreção intestinal da bilirrubina. 
Me enchi ao redor de 4 a 7 dias de vida e pode durar de 3 a 10 semanas. 
Em caso de incompatibilidade do grupo sanguíneo, RH ou ABO, a icterícia , muitas 
vezes já começa durante o primeiro dia de vida; incompatibilidade RH causa a forma 
mais severa, sendo prevenida com a injeção de gamaglobulina RH à mãe nas 
primeiras horas após o parto, e isso impede que ocorra a formação de anticorpos que 
podem colocar em risco a vida dos próximos bebês evitando a eristroblastose fetal. 
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Sob condições normais a taxa de produção sistêmica de bilirrubina é equivalente à 
taxa de captação hepática, conjugação e excreção biliar. No entanto a 
hiperbilirrubinemia ocorre quando a taxa de produção é maior do que a descrição. Ai 
que delícia é o aparecimento do pigmento amarelo nos tecidos resultantes da 
hiperbilirrubinemia. esta anormalidade pode ter várias causas, dividindo-se 
basicamente em pré hepática, hepática e pós hepática. 
 
Indireta: Hemólise: defeito da membrana dos eritrócitos , defeito metabólico dos era 
eritrócitos, hemoglobinopatias, doença autoimune,fragmentação eritrocitária. Icterícia 
pré-prática. 
 Hereditária síndrome de gilbert, entre outras. 
 Redução no transporte: hipóxia, drogas 
 Metabólica hipoglicemia, hipotiroidismo 
 Direta não colestática: metabólico: dubbin-Johnson (reduzir a excreção biliar). 
icterícia pós hepática. há o aumento da fosfatase alcalina. 
 Colestases intra e extra hepáticas : hepatitis, cirrose, drogas, álcool, linfoma, 
colangiocarcinoma , coledocolelitíase, ascaridíase. Na intra-prática ocorre o 
aumento da bilirrubina direta, da alanino aminotransferase e da asparato 
aminotransferase. 
A gravidade do comprometimento funcional é classificada, com a finalidade de 
prognóstica, em tabela universalmente aceita, conhecida como classificação de Child-
Turcotte-Pugh, que consiste em avaliar os indicadores: albumina, bilirrubin, ascite, 
grau de encefalopartia, tempo de protrombina. 
A presença de um suficiência hepática ou distinção circulação colateral, onde o sangue 
passa por fora do fígado, com a que se desenvolve na cirrose hepática, a amônia se 
acumula no sangue em quantidades crescentes e impregna no cérebro. É quando fica 
nos doentes se torna incapaz de eliminar amônia, o acúmulo dessa substância no 
cérebro pode causar transtorno transtornos neurológicos e psíquicos, inclusive o 
estado de coma ou morte. Cerca de 70% dos pacientes com cirrose hepática 
desenvolvem o estado de confusão mental. as funções intelectuais vírgulas de 
personalidade e de consciência e as suas funções neuromusculares sofrem alterações 
e limitações. 
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A maioria das drogas psiquiátricas são metabolizadas e destruídas no fígado, assim, 
na vigência da cirrose hepática, entrar a uma circulação em níveis muito muito 
elevados. Os benzodiazepínicos de longa duração apresentam-se em altos níveis 
plasmáticos na cirrose, o de curta duração são metabolizados normalmente. 
Antidepressivos tricíclicos caso em sedação, confusão e efeitos anticolinérgicos. Os 
inibidores seletivos de recaptação de serotonina e inibidores do sistema p 450 são 
recomendados a cirróticos, pois aumenta o tempo de metabolização das drogas que 
utilizam uma mesma via enzimática. 
A encefalopatia hepática, que também é conhecida como encefalopatia porto 
sistêmica, dessas seguintes fases: o paciente apresenta alterações em testes 
psicométricos e evoluir para o estágio 1 que compreendi desatenção, e irritabilidade, 
alterações da personalidade, tremores periféricos, e incoordenação motora. No 
estágio 2 apresenta sonolência, redução da memória, alteração do comportamento, 
tremores, fala arrastada e ataxia, este leva o terceiro estágio no qual apresenta 
confusão, desorientação, aminésia, sonolência, nistagmo, hiporreflexia e rigidez 
muscular. Esse últimoestágio, o 4, o quadro evoluir para coma, midríase e postura 
descerebração, arreflexia. 
A encefalopatia hepática é uma piora na função cerebral que ocorre quando o fígado 
não consegue mais remover as substâncias tóxicas no sangue. 
Doses e as proteínas totais e frações, pois a albumina é a principal proteína produzida 
no fígado e eu estou com proteína de transporte e regula a pressão os módica, ou 
seja, com comprometimento hepático haverá a sua diminuição e consequentemente 
o aumento do líquido extra vascular causando ascite; em recém-nascidos dosa se alfa 
fetoproteína ao invés da albumina, pois esta não é produzida em recém-nascidos e em 
adultos a produção dos doise em caso de tumor hepático ocorre a produção da alfa 
fetoproteína. A ausência ou diminuição da alfa 1-antitripsina pode causar dano 
pulmonar. Pesquisa de auto anticorpos com o fator antinúcleo (FAN) anticorpo anti 
mitocôndria são realizadas em suspeitas de hepatite auto-imune. 
Em caso de alcoolismo, são dosadas as ensinas transaminases e gama glutamil 
transferase , esta apresenta-se em nível elevado e a TGO aparece maior do que a TGP. 
A enzima fosfatase reproduzida pelo fígado, ossos e placenta e é liberada na corrente 
sanguínea após uma lesão hepática, biliar, assim como a desidrogenase láctica (DHL), 
que também é liberada após trauma hepático. 
Ultrassom, cintilografia com radionuclídeos, tomografia computadorizada, 
ressonância magnética, angiografia hepática, são os exames de imagem muito 
utilizados para o diagnóstico. 
 
GUYTON, A.C. e Hall J.E.– Tratado de Fisiologia Médica. Editora Elsevier. 13ª ed., 
2017. Unidade 13, CAP: 71.

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