Prévia do material em texto
Fragmentado (Split), M. Night Shyamalan;17 de janeiro de 2017(EUA)-1:57min. UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL ULBRA CAMPUS TORRES/RS CURSO DE ENFERMAGEM RESENHA DE FILME E DIAGNÓSTICO DE TDI Acadêmicos Quinniag Justin Gabriel Sampaio Vitória Costa Trabalho apresentado como Atividade Parcial 2, data 26/10/202 para a Disciplina de Saúde Mental, na Universidade Luterana do Brasil / Campus Torres. Professora: Carolina Miranda. TORRES, 2020. FILME FRAGMENTADO RESENHA Resenhado por: Quinniag Justin Witt Professora: Carolina Miranda da Rosa O objetivo deste trabalho é analisar e escolher uma patologia de transtorno mental no filme Fragmentado, produzido em 2016 e lançado em 17 de janeiro de 2017(EUA), com a duração de 1:57min, sob a direção M. Night Shyamalan. A análise será feita com a personagem principal: Kevin Wendell Crumb interpretado pelo ator James McAvoy. Além disso, também será feita uma abordagem em relação a sua principal vítima e sobrevivente ao cativeiro Casey Cooke interpretada pela atriz Anya Taylor-Joy. Os acontecimentos relatados no filme se passam no Engenho de Dentro bairro da Cidade Philadelphia, Pensilvânia – EUA. Kevin é o paciente da Dr. Karen Fletcher (psiquiatra), sofria de TDI que foi desenvolvido pelas agressões frequentes que sofria de sua mãe, demostrava melhoras em seu tratamento e que havia assumido o controle de suas 23 personalidades que não conseguia controlar retratava a troca de personalidade como “nome da identidade (a personalidade que ia assumir) quer ter a vez na luz)” e provando que o eu verdadeiro estava no controle porém, Kevin não estava mais tomando os remédios. Até que um dia, Kevin sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento e informa a ela que as sequestrou por não saberem o que era sofrimento. Vivendo com as três jovens em cativeiro, Kevin mostra suas diferentes identidades as três jovens. Casey a única vítima identificar que Kevin era uma pessoa doente e sua personalidade infantil Barry acaba ficando sua amiga. Kevin das 23 personalidades três se sobressaíram a identidade feminina de Kevin que é controladora que controla as outras identidades como Patrícia é diabética e o mesmo faz uso de insulina quando está nesta identidade também a outra identidade Dennis é a que possui TOC de organização e limpeza e a terceira é a FERA onde ele se sobressai com uma força sobre-humana e extrema agressividade. E assim quando sua psiquiatra desconfia vai visitar Kevin e ele acaba mantando ela pois ela sabe com sabe como trazer o Kevin de volta, com a personalidade após as meninas estão em cativeiro acaba matando duas meninas que tentaram fugir e sobra somente Casey que sobreviveu ao cativeiro devido a Kevin conseguir entender que Case também teve sofrimentos devido a ver as mutilações no corpo de Casey, quando a ver sem o casaco (Case sofria de abuso sexual por parte do seu tio tinha sua guarda, após a morte de seu pai) e Kevin identifica ela também sofreu teve sofrimento e a deixa ir e foge. Transtorno dissociativo de identidade (Transtorno de personalidade múltipla) O Transtorno Dissociativo de Identidade, anteriormente denominado Personalidade Múltipla, é um transtorno mental de difícil diagnóstico, de sintomatologia diversificada e forte comorbidade. O transtorno dissociativo de identidade é crônico e potencialmente incapacitante, ainda que muitas pessoas desempenhem suas atividades muito bem e levem vidas criativas e produtivas. TDI e uma identidade que se sobressai no individuo após um trauma, e suas personalidades identificam um trama recorrente sofrido, onde o doente arranja uma fuga para seu sofrimento mental, uma forma de vencer ou esconder o sofrimentos. PRINCIPAIS SINTOMAS · Amnesia assimétrica: Na qual o que é conhecido por uma identidade pode ou não ser conhecido por outra e, uma identidade pode ter amnésia para eventos vividos por outras identidades. Algumas identidades parecem conhecer e interagir com outras em um mundo interno complexo, e algumas identidades interagem mais do que outras. · Cabeça intensas ou outros desconfortos, dores e mutilações. · Forma de possessão: As identidades geralmente se manifestam como se fossem agentes externos, normalmente um ser ou espírito sobrenatural (mas às vezes outra pessoa), que assumiu o controle da pessoa, fazendo com que a ela fale e aja de uma maneira muito diferente. Nesses casos, as diferentes identidades são muito evidentes (prontamente notadas pelos outros). Em muitas culturas, estados de possessão semelhantes são parte normal da prática cultural ou espiritual e não são considerados transtorno dissociativo de identidade. A forma de possessão que ocorre no transtorno dissociativo de identidade difere pelo fato de que a identidade alternativa é indesejada e ocorre involuntariamente, causa muita aflição e deficiência e se manifesta em tempos e lugares que violam as normas culturais e/ou religiosas. as diferentes identidades da pessoa aparecem como se fossem agentes externos que assumiram o controle da pessoa. O agente externo pode ser descrito como um ser ou espírito sobrenatural (geralmente um demônio ou um deus, que exige que a pessoa seja punida por ações passadas) mas, às vezes, é outra pessoa (normalmente alguém que já morreu, às vezes de maneira dramática). Em todos os casos, a pessoa conversa e age de forma diferente da normal. Portanto, as identidades diferentes ficam óbvias para as outras pessoas. Em muitas culturas, estados semelhantes de possessão são uma parte normal da cultura ou religião local e não são considerados um transtorno. Em contraste, no transtorno dissociativo de identidade, a identidade alternativa não é desejada, provoca angústia e comprometimento substanciais e surge em horas e locais que são inapropriados para a situação social, cultura e/ou religião da pessoa. Formas de não possessão Tendem a ser menos evidentes. As pessoas podem sentir uma alteração súbita na forma como veem o self ou a identidade, talvez sentindo como se fossem observadores de sua própria fala, emoções e ações, em vez de o agente. Muitos também têm amnésia dissociativa recorrente. DIAGNÓSTICO Anamnese Sondagens da vida cotidiana. Avaliação corporal do paciente sem sua percepção. Teste internacionais Testes diagnósticos Método de Rorschach O teste consiste em dar respostas sobre com o que se parecem as dez pranchas com manchas de tinta simétricas. A partir das respostas, procura-se obter um quadro amplo da dinâmica psicológica do indivíduo. Teste de Pfister Os dados são analisados segundo os princípios de interpretação do teste tendo sido considerados o modo de colocação dos quadrículos, o processo de execução, as síndromes cromáticas, o aspecto formal, a fórmula cromática, as variações cromáticas e de matizes, as cores por dupla, o tempo de execução, o tempo psíquico de reação, a análise das pirâmides em função dos planos da personalidade e os valores posicionais. Verificaram-se indicadores sintomatológicos e dissociativos significativos caracterizados por amnésia, traumas e emersões espontâneas entre personalidades. INTERVENÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM O PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM não deverá interferir ou impedir que o paciente leve a cabo o seus hábitos e muito menos apressá-lo, a não ser nos casos em que as ações provoque danos sérios à saúde do mesmo; o que pode ser feito é tentar ocupá-lo, desenvolvendo com ele um programa de atividades diárias. Conhecer as personalidades existentes e compreender a forma de tratamento de cada identidade, seus hábitos e rituais. Avaliando sempre a conduta a ser realizada e compreender o que leva a troca de identidade e os mecânicos de defesa que levam a essa alteração. Apresentação do trabalho disponível em: https://view.genial.ly/5f96db4aff278e0d96685ea1/presentation-ap2-saude-mental-cinedebate ANEXOS REFERÊNCIAS msdmanuals.com - transtorno dissociativo de identidade. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-dissociativos/transtorno-dissociativo-de-identidade#:~:text=Diagn%C3%B3stico,-Avalia%C3%A7%C3%A3o%20de%20um&text=O%20m%C3%A9dico%20faz%20o%20diagn%C3%B3stico,a%20maneira%20que%20ela%20%C3%A9.Acessado: 20 de outubro de 2020. FARIA, Marcello de Abreu et al . A utilização do Método de Rorschach no diagnóstico diferencial da Esquizofrenia e Transtorno Dissociativo de Identidade. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília , v. 35, e3521, 2019 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-37722019000100300&lng=en&nrm=iso>. access on 26 Oct. 2020. Epub July 18, 2019. https://doi.org/10.1590/0102.3772e3521. FARIA, Marcello de A.. O Teste de Pfister e o transtorno dissociativo de identidade. Aval. psicol., Porto Alegre , v. 7, n. 3, p. 359-370, dez. 2008 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712008000300009&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 26 out. 2020.