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Imaginologia 
Semiologia Torácica e Anatomia Radiológica 
Aspectos básicos da imaginologia 
• Raio X 
É uma escala de preto ao branco 
passando pelo cinza. 
O Que fica muito preto→ 
radioluscente ou radiotransparente 
O que fica muito branco→ radiopaco 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para definir se uma região com cor intermediária é 
radioluscente ou radiopaco dependerá da cor de um 
referencial. 
Por exemplo: na região C do boneco ao lado é 
radioluscente em relação ao B, mas é radiopaco em 
relação a A. 
Normalmente, a relação é descrito no laudo da imagem. 
 
 
 
 
 
 
 
A cor do raio X depende do 
tipo e espessura tecido que 
compõe a região/órgão do 
corpo: Quanto mais 
espessado e denso mais 
branco fica o raio X dessa 
região 
• Tomografia computadorizada 
A física da tomografia é a mesma do raio X, a 
diferença entre as duas é que a tomografia 
“fatia” a pessoa em diversas dimensões para 
obter imagens de forma rápida e depois e 
monta-se (junta) as imagens no computador, 
tornando a mais detalha que o raiox. 
Diferenças: 
▪ Raio X→bidimensional 
▪ TC→ tridimensional 
▪ TC 50 a 100x mais radiação 
▪ TC ainda é mais caro 
▪ Raio X→ mais disponível 
Obs: Pediatra pede menos tomografia devido a radiação (acumulativa→ toda vida). 
 
 
Avalia as densidades dos tecidos/órgãos de 
forma quantitativa. 
Nessa imagem ao lado, mostra a densidade 
das regiões no TC de forma numerada 
(quantitativa). 
 
 
 
Quanto mais escuro (preto) na 
TC→ hipoatenuante 
E mais claro (branco)→ 
hiperatenuante. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Radiologia do Tórax 
Usado em: 
- Avaliação pneumológica→ imprescindível contar com um estudo radiológico do tórax. 
- Saúde ocupacional, pré-operatório, diagnóstico e controle de tratamento, terapia intensiva, etc. 
Obs: Terapia intensiva→ risco grande de pneumonia aspirativa. 
• Técnicas de posição 
➢ PA (Póstero- 
anterior) 
Raio entra por trás e sai na 
frente. 
Pede ao paciente para 
realizar inspirações 
máxima. A imagem é feita 
em pausas respiratórias. 
Obs: Somente se faz raio X AP em pacientes acamados, no caso é de frente para trás. 
Porque é melhor fazer PA em vez de AP? 
Porque retiira a escapula da visão do raio X e por causa do coração (a medida que aproxima o 
coração do filme, ele aproxima do seu tamanho real). Em AP o coração fica mais magnificado. 
 
 
➢ Perfil 
 
 
Porque é importante fazer em duas incidências (PA e Perfil) em vez de uma? 
É importante para ter uma visão tridimensional, um tem 
noção de direito e esquerdo o outro de profundidade. E é 
importante para avaliar a lesão na questão espacial. 
➢ Técnicas complementares 
 Avaliação de Raio X de tórax fisiológico 
1. Importante verificar: Nome da pessoa (identificação certa), lado (técnico é obrigado a 
colocar os lados) e posicionar o raio x (avalia o raio X como o paciente estivesse de frente 
para você). 
 
2. Parede Torácica, ossos e abdome 
➢ Escapula 
➢ Processo coracóide da escapula 
➢ Costelas Posteriores e anteriores 
Como saber se a costela é anterior ou posterior? 
A costela anterior tem uma parte cartilaginosa 
(menos denso que a parte óssea), dessa forma fica 
menos visível (radioluscente). 
➢ Mamas 
➢ Bolha gástrica ou flexura esplênica do colón. 
 
 
 
 
Essa costela em branco é posterior- 
questão anatômica→ todo ósseo (muito 
visível). 
Em azul: mamas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Mediastino, coração e hilo 
1. Traqueia 
Estrutura tubular radiopaco→ importante está 
centralizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Silhueta do mediastino 
Em PA: 
1- V. cava superior 
2. VCI 
3- AD 
4- Arco aórtico 
5- tronco pulmonar 
6, 7- VE 
2. Coração 
Índice cardiotorácico (ICT) < 0,5 em 
adultos 
Crianças costumam ter maior de 0,5→ 
sendo normal. 
Raio X para avaliar o coração não é um 
método muito sensível. 
Claramente, aumento de ICT. 
Em Perfil 
VD e AE consegue visualizar 
 
 
 
4. Hilo Pulmonar 
Lado direito BAV 
Lado Esquerdo ABV 
**Não consegue visualizar com clareza o brônquio 
(presença de ar), basicamente consegue ver é a artéria 
(caracteriza hilo pulmonar no raio X). 
 
Artéria E (ABV) é mais alta que a Artéria D (BAV). 
 
Hilos pulmonares = Artérias pulmonares 
Parâmetros técnicos 
- Simetria: linha mediana no mediastino e linha 
borda medial das clavículas→ essas linhas 
devem estar equidistantes. 
 
 
4. Pulmões 
Avalia cada pulmão individualmente e depois avalia 
de forma comparativa os dois. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Contagem das Costelas 
- Inspiração: Pausas inspiratórias – pede o 
paciente para inspirar e segurar a respiração. 
Contagem dos arcos costais – pelo menos 9 arcos costais posteriores acima do diafragma 
 
 
 
 
 
Importante: 
Percepção de quantidade de tecido adiposo 
 Anatomia Pulmonar 
 
 
 
10 segmentos, 3 lobulos 10 segmentos, 2 lobulos 
1 e 2 → apico-posterior 
 Lesões Fundamentais 
 
 
 
Professor: Henrique Pereira Faria 
 Imaginologia 
Lesões fundamentais 
 
 
 
 Lesões do espaço aéreo 
 
 
 
 
• Consolidação 
- Espaço aéreo (alvéolo) preenchido por pus, células ou sangue. Esse preenchimento de vários 
alvéolos provocam uma opacidade homogênea na imagem apresentada no raio X. 
Características observadas: 
✓ Lesão radiopaca – raio x mais branco 
✓ Sinal de silhueta 
Contorno do mediastino → silhueta 
Estruturas de densidades semelhantes se tocam, 
passando a apresentar um contorno único. 
Perda do contorno mediastinal e diafragmático, 
utilizado para localiza lesões. 
✓ Broncogramas aéreos 
- O brônquio não é usualmente visível 
- Se há algum fluido preenchendo alvéolos, ele se 
trona visível. 
- Broncograma aéreo: sinal de patologia do Espaço 
aéreo 
 
 
 
 
 
Imagens radioluscentes tubulares na seta preta-→são os broncos normais, porém os ácinos 
estão preenchidos com algum fluido (consolidação), isso torna os brônquios visíveis 
(radioluscentes) com ar (antes não visíveis). 
 
 
Observação: Consolidação→ maioria das vezes pneumonia→ infecção→ 
muco,pus, etc. 
Anatomia radiológica x Consolidação 
 
 
Lobos superiores 
 
 
 
Imagem radiopaca no lobo superior direito com 
broncoespasmo aéreo de permeio, sugestivo de 
consolidação. 
Lobo Médio 
 
 
 
Raio X com presença de sinal da 
silhueta na borda cardíaca direita 
(perda da silhueta)→ acometimento 
é em alguma região em contato com 
borda cardíaca D→ lobo médio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem radiopaca na região esquerda→ 
opacidade homogênea com broncoograma aéreo, sinal da silhueta na borda esquerda 
cardíaca→lodo da lingula. Segmentos basais normais (sem comprometimento)→ diafragma 
normal. 
Lobo inferior 
 
 
 
Perda das duas bordas cardíacas (esquerda e 
direita) e perda da borda do diafragma direito. 
Segmentos basais do lobo direito, segmentos 
lobo médio D e lobo superior E comprometidos. 
Paciente intubado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lobos superior, médio e inferior D→ perda da 
silhueta cardíaca e diafragma D→ com 
broncograma aéreo no lobo médio→ sugestivo de 
consolidação. 
 
 
 
Causas 
✓ Pneumonias lobares e segmentares 
✓ Tuberculose 
✓ Infarto pulmonar 
✓ SARA 
✓ Edema agudo de pulmão 
 
• Atelectasia 
 
 
 
 
 
Tipos 
- Colabamento do espaço aéreo→ redução pulmonar 
- Ar é absorvido (não é substituído como na consolidação) 
- Opacidade homogênea com redução de volume 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Atelectasia Obstrutiva 
Sinais radiológicos 
▪ Sinal direto→ deslocamento das fissuras 
 
 
 
 
 
Difícil ver a fissura no 
fisiológico 
▪ Sinais indiretos 
- Desvio ipsilateral do mediastino 
- Elevação do hemidiafragma 
- Estreitamento dos espaços intercostais 
 
Obs: Atelectasia é melhor vista no PA, exceto do lóbulo médio (melhor vista no perfil). 
 
 
 
 
 
Sem broncogramaaéreo→ atelectasia do lóbulo 
superior direito. Há hipersuflacação dos outros 
lóbulos (compensatório). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fisiologico X Atelectasia 
 
 
 
Diafragma 
D e E subiu 
e traqueia 
deslocou 
para a D.--> 
redução de 
volume 
pulmonar→ 
sugestivo de 
atelectasia. 
 
 
Modo panqueca→ atelectasia lobo médio no perfil 
 
 
 
 
 
 
 
Clipes cirúrgicos →na região gástrica 
Eletrodos, sonda nasoenterica, sonda de monitorização, tubo 
de gastrostomia e catete central. 
 
 
Atelectasia do lobo inferior D 
 
 
 
 
Hemitorax opaco D, com desvio da traqueia 
ipsilateral→ sugestivo de atelectasia ou retirada total 
do pulmão D. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hemitorax E opaco, com desvio da traqueia e 
do coração ipsilateral→ sugestivo de 
atelectasia total ou retirada do pulmão 
 
 
 
 
Atelectasia do lobo superior E 
 
 
 
 
 
 
 
 
Inverteu o BAV com o ABV-> 
cefalização do hilo direito 
 
Professor: Henrique Pereira Faria 
 Imaginologia 
Lesões fundamentais 
 
 
 
Lesões do interstício e do parênquima - Lesões reticulonodulares e 
cavitações 
Interstício Pulmonar 
Estrutura de apoio dos alvéolos, 
composto por vasos sanguíneos, 
linfáticos, brônquicos e tecido 
conjuntivo. 
 
Lesões nodulares 
• Nódulos: lesões de até 30 mm 
• Miliares: menores de 2mm 
• Micronodulares: 2-7 mm 
• Nódulos: 7-30 mm 
• Massas: maiores de 30 mm 
 
** Nódulo é toda lesão que tenha até 3 cm, acima de 3 cm 
recebe o nome de massa ou uma lesão expansiva. 
 
Diagnóstico diferencial 
• Tuberculose (miliar) 
• Sarcoidose 
• Silicose 
• Acomete mais campos superiores 
• Metástase (tumor de tireoide pode dar várias metástases) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
. 
 
**somente é cobrado se enxergou o padrão reticulo-nodular 
 
Lesões Reticulares 
• Espessamento da rede de tecido conjuntivo intersticial - “linhas” 
• Diagnóstico diferencial 
- Fibrose pulmonar (idiopática)→Acomete mais campos inferiores 
 
Lesões Retículo-Nodulares 
• Padrão misto, com presença de padrão reticular e nodular 
• Diagnóstico diferencial 
- Lifangite carcinomatosa 
- Asbestose = Pneumoconiose por amianto (asbesto)→ Acomete 
mais os campos inferiores 
 Nódulo Pulmonar 
Nódulo Pulmonar Solitário (NPS) 
• Opacidade redonda ou oval menor que 3 cm completamente 
envolta por parênquima pulmonar. 
• Granuloma, hamartoma ou câncer 
***O nódulo pode ser uma neoplasia, hamartoma, granuloma. Importante 
diferenciar o tipo de nódulo. 
 
 
Características NPS 
• Tamanho 
• Localização 
• Calcificação 
• Gordura 
• Margens 
• Cavitação 
• Tempo de crescimento 
 
 
 
Calcificação 
• Característica mais importante 
• Central, difusa, laminada ou em pipoca - 
probabilidade de benignidade de quase 100% 
• Apenas 2% dos NPS com calcificação são 
cânceres 
• Calcificação nas lesões é bom ou ruim, em 
geral? É algo bom, quando é grosseira, 
grande, principalmente. Nódulos pulmonares 
com calcificação que são boas? Difusa, 
central, lamelar, pipoca. Praticamente são 
lesões benignas 
• Somente com o Rx não consegue saber se a quantidade 
de calcificação, geralmente, assim é pedido TC. 
Normalmente é uma cicatriz no tórax, devido uma infecção 
previa. 
• Calcificações puntiformes (“pequenas”)→ normalmente, é 
indeterminado, ou seja, pode ser neoplasia maligna. 
***Nódulo espiculados, pode ser preocupante. 
 
 
*microcalcificações→ indeterminados e ainda tem especula 
 
Tempo de crescimento 
• A falta de crescimento em um período de 2 anos ou mais 
sugere benignidade 
• Maioria dos nódulos malignos - dobra de tamanho em 30 a 400 dias 
***Para saber o tempo de crescimento deve ter um exame de anterior para comprar. 
***Bom prognostico→ lesão sem crescimento, pois as neoplasias têm grande taxa de mitose e 
assim crescimento. 
 
• Importante o guideline 
• Os guideline não são feitos para ingressar os atendimentos (condutas) 
• Quanto maior o tamanho, tabagista (carga e não tem as 4 características de calcificação→ 
mais chance de malignidade, mais agressivo deve ser a propedêutica→ biopsia. 
• Diagnóstico definitivo somente com a biopsia 
• Para tumores no pulmão, o grande fator de risco é o tabagismo. 
• Tuberculose 
• PPD+→ apenas um teste com o antígeno (bacilo de GHON) da tuberculose→ teste 
imunológicos, testar o estado imunológico do indivíduo. Chama teste botulínico 
• PPD+ sem reação e com reação fraca→ sem infecção 
• PPD+ com reação forte deve fazer RX para descartar infecção da tuberculose. 
 
Tuberculose 
• Fluxograma da doença 
95% resolução 
5% evolui para TBC 
• Observações: 
- A vacina protege contra casos graves da doença não da doença em si. 
- Teste tuberculínico = inocula antígenos no subcutâneo = reação caso o indivíduo já tenha tido 
contato ou esteja com tuberculose. 
 
Imagem→ calcificação difusa→ indivíduo teve contato com o bacilo da tuberculose, resolvido pelo 
sistema imunológico→ cicatriz, formou o nódulo. Porém nesses nódulos, há bacilos latentes no 
interior e pode reativar por fatores externos, como doença primária (DM, HIV) ou uso prolongado 
de corticoide. 
Contato Primário 
• Primeiro contato - Maioria em crianças 
• Pode haver evolução para TBC primária em 5% dos pacientes 
• Em 95% casos há resolução do processo – RX normal ou complexo primária. 
- Aparecimento no RX: 
Complexo de Ghon = nódulo calcificado na periferia 
Complexo de Hank = nódulo calcificado na periferia e no hilo 
- Fazer TC apenas para ver se o nódulo tem algum dos padrões de benignidade 
Doença Primária 
• Achados clínicos: linfadenopatia hilar e mediastinal (90%), consolidação parenquimatosa 
(70%), derrame pleural (5 a 10%), cavitação (raro). 
Pediatria: Consolidação que não melhora o quadro clinico com antibiótico, tem que pensar em 
tuberculose. Tuberculose pode ser confundida com pneumonia bacteriana, quando há 
consolidação no RX. 
Pós- primárias 
• Chamada de secundária ou por reativação 
• Disseminação broncogênica 
• Ocorrem em indivíduos já imunizados – adultos em sua maioria 
• Resultado da reativação de um foco de infecção adquirida em 
ocasiões anteriores 
• Achados: 
- Tendência a localizar-se no segmento apical ou superior do 
lobo inferior (85%) 
- Cavitações (comuns nos lobos superiores e ápices) – (20- 
45%) 
***Lobulos superior, apicais e segmento 6 (segmento superior dos 
lóbulos inferiores)→ alta concentração de O2. 
- Consolidação focal (50 a 70%) 
***Bacilos disseminandos no lóbulos→ consolidação 
 
 
 
 
❖ Lesão escavada (cavitação) = lesão pulmonar com 
espessura e parede maior de 1mm 
Cavitação: tuberculose pós-primária, neoplasias 
(adenocarcinoma do pulmão), abscesso pulmonar, infecção 
paracoco. 
❖ Pneumatocele = lesão no parênquima pulmonar com 
parede fina (≤ que 1mm) - infecção causada por S.aureous 
e pneumonia por estafilococos. 
▪ 3.linfadenopatia 
 
▪ 4. cavitação no terço 
médio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tuberculose Miliar 
• Disseminação hematogênica do bacilo 
• Mais comum em imunocomprometidos 
• Pode permanecer por longo período assintomático 
• Múltiplos pequenos nódulos distribuídos difusamente 
pelo pulmão 
 
 
Professor: Henrique Pereira Faria 
 Imaginologia 
Lesões fundamentais 
 
 
 
Embolia Pulmonar – TEP 
• Introdução e fisiopatologia 
✓ Êmbolos Pulmonares – geralmente provêm do sistema venoso dos membros inferiores 
✓ Principal local trombos: veias iliofemorais – veias de grosso calibre 
✓ Necropsias: êmbolos em 3 a 5% (68% foi a causa do óbito) 
✓ Letalidade embolia não tratada: 30% 
***muitos casos são subnotificados, devido ser difícil diagnostico 
Paciente com infecção COVID→ problemas com hipercoagulação. 
• Fatores de risco 
✓ Imobilização 
✓ Neoplasia 
✓ História de TEP prévia 
✓ Obesidade 
✓ Tabagismo 
✓ Gestação e pós-parto 
✓ Alterações de fatores de coagulação 
• Manifestações clínica 
✓ Sintomas: 
- Dispnéia (73%) 
- Dor torácica ventilatória-dependente(66%) 
- Tosse (37%) 
✓ Sinais: 
- Taquipnéia (70%) 
- Estertores (51%) 
- Taquicardia (30%) 
 
• Scores Clínicos 
É usado para diagnostico de TEP 
 
Todos os critérios 12,6 pontos. 
✓ >6 pontos→ alta 
✓ 2-6 pontos→ intermediária 
✓ < 2 pontos baixa 
Rx de Tórax 
• Alteração apenas 12% casos 
• Importante para excluir outros diagnósticos: pneumonia, insuficiência cardíaca, etc. 
• Algumas alterações clássicas 
 
✓ Corcova de Hampton 
 
 
 
✓ Sinal de “westermark” 
Oligoemia→ comprometimento de um vaso 
distal por embolo 
 
 
***Dímero D→É um exame que mostra a quantidade de fibrina quebrada (produto dela), acontece 
muito com trombos→ alta sensibilidade (exame de triagem), ajuda a excluir a doença, dificilmente 
o resultado é falso negativo. 
Angiografia Pulmonar→ é padrão ouro para TEP→ pouco realizado, devido ser muito invasivo e 
de difícil acesso. 
 Lesões do espaço Pleural 
Derrame Pleural 
• Anatomia/Fisiologia 
✓ Pleura visceral é aderente ao pulmão e ao espaço entre as pleuras é virtual 
✓ Há normalmente 2-10 ml líquido pleural 
✓ A cada hora, aproximadamente 100 ml de líquido é produzido, principalmente pela pleura 
parietal. 
• Causas 
✓ Síndrome nefrotica, cirrose, ICC, neoplasias, lúpus, pneumonia (parapneumônico). 
 
Em perfil, consegue visualizar os posteriores. 
Como saber qual é o direito e qual é o esquerdo? Seio costofrênico esquerdo você 
consegue ver até o coração. O direito visualiza-se inteiro. 
 
• Apresentação Radiológica 
 
Fisiologicamente os ângulos é agudo (obtusos), como 
mostra a imagem ao lado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
✓ Obliteração (velamento) seio costo – frênico posterior (mínimo 100mL) 
***Pois o RX é feito em pé→ é onde acumula primeiro 
 
Quando preenche de liquido, perde a 
chanfradura (ângulos fica mais reto). Para fazer 
esse nivelamento deve ter no mínimo 100ml, 
entre 10 e 100 ml não consegue visualizar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
✓ Sinal do Menisco ou Linha de Damoiseau 
 
 
 
Desvio do mediastino→ observa o desvio da traqueia 
(contralateral). 
✓ Obliteração (velamento) seio costo – frênico lateral (mínimo 175mL) 
Acima de 175 mL→ causa alteração no 
posterior e, também, no anterior. 
Alteração no direito. 
 
 
 
Esse método tem como objetivo verificar se há ou não derrame pleural, quando é pouco e 
não consegue visualizar em PA e perfil com o paciente me pé. 
 
✓ Derrame Loculado 
Quando o liquido é exsudato, viscoso, acometendo outros locais 
 
 
 
¨tumor fantasma” (na ponta da seta)→ devido poder ser 
reabsorvido pelo parênquima. 
 
✓ Hemitórax Opaco 
 
Pneumotórax 
 
• Causas 
✓ Trauma 
✓ Iatrogênia → técnica errada, ex. 
acesso central 
Pode ser simples ou hipertensiva 
(compressão)→ compressão dos vasos 
venosos (cava superior e inferior)→diminui 
o retorno venoso→ diminui DC→ diminui 
PA→ alteração hemodinâmica. 
** Emergência médica– não se faz Raio X 
devido ao risco iminente de vida. 
 
 
Sinusite aguda→ diagnostico clinico 
Sinusite crônica→ TC e não RX 
Cuidado com tto antibiótico, infecção virais como H1N1 simula uma sinusite.

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