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INTERPRETAR NÃO É COMPREENDER: UM ESTUDO PRELIMINAR SOBRE A INTERPRETAÇÃO DE TEXTO1
LEFFA, Wilson J. Interpretar não é Compreender: um estudo preliminar sobre a interpretação de texto. In.: Wilson J. Leffa; Aracy Ernst. (Org.). Linguagem: metodologia de ensino. Pelotas: Educat, 2012.
1 CREDENCIAIS DO AUTOR E REFERENCIAL DA OBRA
Vilson J. Leffa possui doutorado em Linguística Aplicada pela Universidade do Texas em 1984, trabalhou na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na Universidade Católica de Pelotas, foi pesquisador visitante da Universidade da Califórnia, em Irvine e da Universidade Federal de Pelotas. 
A obra Linguagem: metodologia de ensino é um estudo publicado por ele em 2012 na Universidade Católica de Pelotas.
2 RESUMO DA OBRA
A obra é abordada pelo autor em três tópicos:
No tópico inicial há a explicação e o conceito de compreensão sendo apresentada a priori a etimologia da palavra para evidenciar a diferença entre compreender e interpretar, bem como traz os exemplos que garantem que compreender é entender. Além disso, o autor entende que a compreensão envolve quatro competências: tradução do código, montagem do quebra-cabeça, evocação do saber construído e o planejamento das estratégias.
O segundo tópico trata sobre a interpretação, primeiramente sendo apresentada a etimologia da palavra e evidenciando as divergências entre compreensão esclarecendo que a interpretação é via de mão única na leitura e se propõe de modo passivo uma vez que não necessita de interação e diálogo igualmente ao outro tópico anterior.
O terceiro tópico busca mencionar sobre a interpretação de texto em seio pedagógico, uma vez que exige grande empenho para esclarecer o sentido do conteúdo, do texto ou imagem que seja proposto. Menciona que há três auxiliares nesse processo sendo a interpretação como paráfrase, como réplica e como procedimento dialético.
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3 CRÍTICA DA RESENHISTA
Visando esclarecer as diferenças entre os conceitos, o autor, primeiramente analisa as semelhanças entre compreensão e interpretação que de modo distinto trazem clareza para o entendimento dos conteúdos. Em todos os tópicos, o autor busca trazer conceito e a etimologia para melhor entendimento, além dos exemplos e argumentos para facilitar a absorvição do assunto.
A obra dispensa leituras complexas ou complementares para promover entendimento, uma vez que os exemplos e a clareza das explicações, mesmo sem conhecimento prévio do conteúdo garantem o aprendizado acerca deste tema. Como forma de propor reflexões, o autor, promove um trabalho didático e permite a interação entre aluno e professor, por exemplo.
A conclusão do autor é que a interpretação e a compreensão se relacionam em vários ascpectos, mas se afastam em outros e explicam para o leitor a forma em que cada ponto pode ser colocado ou mesmo cada quebra-cabeça ser montado.
4 INDICAÇOES DA RESENHISTA
O conteúdo abordado permite uma reflexão e entendimento sobre intepretação de texto, pois o autor conceitua cada tópico compreensão, interpretação e interpretação de texto, o que proporciona entender as suas distinções e semelhanças para que não restem dúvidas, pois é entregue todo esse material enxuto aos professores da língua portuguesa e aos pesquisadores, o que garante a facilidade de passar adiante esses conceitos dentro da sala de aula.

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