Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Morfofuncional- SP2 
Tronco
 
ARTÉRIA DA PAREDE TORÁCICA 
os vasos que irrigam essa parede vão surgir de três 
grandes vasos principais que são: 
- Parte torácica da aorta: daqui irá surgir as artérias 
intercostais posteriores e subcostal. Essas artérias 
vão irrigar os espaços entre as costelas na região 
posterior dessa cavidade. (ultima artéria é a 
subcostal). 
- Artéria subclávia: daqui irá surgir a artéria 
torácica interna (dela vai partir vários ramos que vão 
irrigar os espaços intercostais anteriores) e 
intercostal suprema que irriga o primeiro e segundo 
espeço intercostal. 
- Artéria axilar: é uma continuação da artéria 
subclávia; dela surge um ramo chamado artéria 
torácica superior que vai irrigar o começo da nossa 
caixa torácica mas na região muscular (músculos da 
frente); surge também a artéria lateral que passa por 
toda lateral da nossa cavidade torácica. 
 
ARTÉRIA INTERCOSTAIS POSTERIORES: O 
primeiro e o segundo espaço intercostal ele é irrigado 
pela artéria intercostal suprema. 
Os demais espaços da região posterior são subdivido, 
 
No 3º até o 11º espaço intercostal: vai ser irrigada por 
ramos que surgem da nossa parte torácica da aorta. 
 
Cada artéria emite um ramo dorsal que vai irrigar a 
nossa coluna vertebral, músculos dorsais, medula 
espinal e a pele do dorso. Além desse ramo dorsal, 
das artérias intercostais posteriores, existe também o 
surgimento de um ramo colateral que irrigará a 
região superior da costela inferior. 
Logo, temos 3 ramos irrigando o espaço intercostal, 
além de auxiliar na irrigação da coluna vertebral, da 
medula espinal, da pele e da musculatura do dorso. 
 
 
 
ARTÉRIA INTERCOSTAIS ANTERIOR: 
A região anterior, possui uma comprida artéria que 
passará por toda a cavidade torácica, chamada de 
artéria torácica interna. Se origina como um ramo 
anterior da artéria subclávia, que desce 
posteriormente às cartilagens costais, até o 6º espaço 
intercostal, onde se ramifica e forma dois grandes 
vasos importantes para a irrigação do abdômen, a 
artéria epigástrica superior, que irriga a região do 
epigástrio, e a artéria musculofrênica que irrigará 
tanto o diafragma quanto algumas regiões 
intercostais. 
 
 
Da artéria torácica interna, vão surgir ramos 
denominados de artérias intercostais anteriores, que 
irrigarão do 1º ao 6º espaço intercostal. Assim como 
as artérias intercostais posteriores, temos um ramo 
Morfofuncional- SP2 
principal e um ramo colateral, que irrigam toda a 
região anterior da cavidade torácica e fazem 
anastomose na linha mediana com os ramos 
posteriores, para que o suprimento sanguíneo nunca 
se cesse. 
Os ramos intercostais anteriores que se originam da 
artéria musculofrênica, realizarão a irrigação do 7º 
ao 9º espaço intercostal. 
o 10º e 11º só é irrigado pelas artérias intercostais 
posteriores (costelas flutuantes) 
 
 
 
DRENAGEM VENOSA 
 As veias acompanharão as artérias; 
 
VEIAS INTERCOSTAIS POSTERIORES: 
As veias intercostais posteriores também apresentam 
ramos principais e laterais; Estas, vão de maneira 
direta ou indireta, drenar para a veia cava superior. 
No primeiro espaço intercostal, geralmente drenam 
para a veia braquiocefálica, que desembocará na veia 
cava superior (VCS). No segundo e terceiro espaço, 
as veias intercostais se unem formando um tronco, 
denominado de veia intercostal superior; Do lado 
direito, essa veia é tributária à veia ázigo (grande 
veia que passa pelo lado direito da coluna vertebral e 
desemboca na VCS). A veia áziga também é 
responsável pela drenagem das veias intercostais 
posteriores do 4 ao 11º espaço. Do lado esquerdo, a 
veia intercostal superior drena para a veia 
braquiocefálica de maneira independente. (sistema 
hemiázigo) 
 
 
 
VEIAS INTERCOSTAIS ANTERIORES: 
As veias intercostais anteriores irão drenar o sangue 
em direção à veia torácica interna, que por sua vez, 
desembocará na veia subclávia, seguindo para o 
tronco braquiocefálico e VCS, retornando o sangue 
para a circulação pulmonar e em seguida para a 
circulação sistêmica. 
 
PRINCIPAIS ARTÉRIAS E VEIAS DA PAREDE 
ANTEROLATERAL DO ABDOME 
 
ARTÉRIAS: 
Vários ramos contribuem para a irrigação da parede 
anterolateral do abdome. A primeira delas é a 
torácica interna, que se divide em epigástrica 
superior e musculofrênica. A musculofrênica 
contribui para a irrigação anterolateral do diafragma, 
e emite ramos que contribuem para a irrigação da 
parede superficial e profunda que nutrem a região de 
hipocôndrio (direito e esquerdo). A epigástrica 
superior desce rente ao músculo reto do abdome, 
irrigando-o na região umbilical e na região de 
epigástrio. Também emite ramos superficiais e 
profundos; 
A aorta também contribui para a irrigação da parede 
anterolateral. Dela, surgem a 11° e 12° artérias 
intercostais e a artéria subcostal, que irriga os 
espaços e contribuem com a irrigação superficial e 
profunda do abdome na região lombar e flancos. Por 
volta da L4, a aorta se bifurca, dando origem às 
artérias ilíacas comuns, que se divide em ilíaca 
externa e femoral. Da ilíaca externa surge um ramo, 
denominado artéria epigástrica inferior, que é 
profundo, passando pela região profunda do músculo 
reto do abdome, irrigando-o e auxiliando na irrigação 
da região púbica e umbilical inferior. Além disso, 
outro vaso profundo surge da ilíaca externa, a artéria 
Morfofuncional- SP2 
circunflexa ilíaca profunda, que passa pelo músculo 
ilíaco, irrigando-o e contribuindo para a irrigação 
profunda do abdome na região inguinal/fossa ilíaca. 
Da artéria femoral, surgem vasos mais superficiais. 
Um ramo é denominado artéria epigástrica 
superficial, que passa pelos músculos reto e 
transverso, contribuindo para a irrigação da parede 
anterior do abdome na região púbica e umbilical 
inferior. A artéria circunflexa ilíaca superficial passa 
abaixo da crista ilíaca e auxilia na nutrição da parede 
superficial do abdome na região inguinal e na face 
anterior adjacente da coxa (dobrinha). 
 
 
 
VEIAS: 
A drenagem é feita via um plexo venoso bastante 
extenso. 
Na região medial, a drenagem é feita por veias que 
encaminharão o sangue para a torácica interna, que 
por sua vez transporta o conteúdo até a veia subclávia 
e está desemboca na VCS. 
Lateralmente, as veias drenam para a torácica lateral, 
que drena até a veia axilar, seguindo para a subclávia 
e dali para a VCS. Portanto, pode-se inferir que a 
região umbilical superior e a região de epigástrio terá 
seu conteúdo venoso drenado para a torácica 
interna. 
A região de flanco e hipogástrio vão drenar para as 
veias torácicas laterais, seguindo para a a axilar, 
subclávia e VCS. 
A região inferior (púbica, inguinal, hipogástrio) será 
drenada através das veias epigástricas superficiais e 
epigástrica inferior, que drenam respectivamente 
para a veia femoral e ilíaca, e estas drenam para a 
VCI. 
 
 
MÚSCULOS DO TRONCO 
 
Músculos do tórax que movimentam o cíngulo 
do MS: 
Cíngulo do membro superior: sustentam a parte 
livre do membro superior; clavícula e escápula 
 
MÚSCULO SUBCLÁVIO: 
Localizado bem abaixo da costela. Se fixa 
proximalmente à primeira costela e distalmente a 
clavícula. Sua contração pode inferiorizar e 
anteriorizar a clavícula, além de ajudar a estabilizar 
o cíngulo. 
 
 
MÚSCULO PEITORAL MENOR: 
Localiza-se abaixo do peitoral maior; Se fixa 
proximalmente às costelas, variando de pessoa pra 
pessoa (2 a 5, 3 a 5, 2 a 4; não se fixa na 1 nem na 6) 
e distalmente no processo coracóide da escápula. Sua 
contração movimenta o processo coracóide, 
aproximando-o para a frente do corpo, causando a 
abdução da escápula (leva a escápula para longe da 
linha mediana do corpo). Nesse movimento de 
contração e relaxamento, também rotaciona a 
escápula inferiormente. 
 
 
Morfofuncional- SP2 
AMR: ação de movimento reverso > Podeacontecer 
com os músculos que movimentam o sistema 
esquelético; Quando outros músculos levam 
estabilidade do ponto de fixação distal e quando 
contrair o ponto de fixação proximal acaba se 
movimentando (mov. reverso) 
Logo, quando a escápula está estabilizada por conta 
de outras musculaturas, quem se movimenta é a 
costela, se elevando (exemplo: respiração forçada). 
 
MÚSCULO SERRÁTIL ANTERIOR / MÚSC. DO 
BOXEADOR 
Está na lateral do corpo, é um músculo bem extenso. 
Se fixa proximalmente às costelas (1 a 8 ou 1 a 9), e 
distalmente à margem vertebral e ângulo inferior da 
escápula. Sua contração causa abdução da escápula e 
rotação para cima da escápula. 
AMR: Eleva as costelas quando a escápula tiver 
estabilizada (respiração forçada) 
 
 
 
TRAPÉZIO: 
Músculo extremamente extenso (abrange nuca, 
ombros e costas); Se fixa proximalmente à linha 
nucal superior do osso occipital, ao ligamento nucal 
(grupo de fibras musculares que passa rente aos 
processos espinhosos) e aos processos espinhosos da 
vértebra cervical 7 até a vértebra torácica 12, e 
distalmente à articulação da clavícula com a 
escápula, ao acrômio da escápula e espinha da 
escápula. Por conta dos 3 pontos de fixação distal, 
podemos dividir sua ação em 3 partes; 
parte descendente (linha nucal até acrômio): roda a 
escápula pra cima 
parte transversa (C7 até espinha da escápula): aduz 
(aproxima da linha mediana) a escápula 
parte ascendente (processos espinhosos): abaixa e 
roda a escápula 
 
 
LEVANTADOR DA ESCÁPULA: 
Se fixa proximalmente aos processos transversos (C1 
a C4) e distalmente à margem medial superior da 
escápula. Sua contração eleva a escápula e a roda 
para baixo. 
 
 
 
ROMBÓIDE MAIOR: 
“conecta as escápulas”; Se fixa proximalmente aos 
processos espinhosos (T2 - T5) e distalmente à 
margem medial inferior da escápula. Sua contração 
aproxima as escápulas (ombro pra trás), aduzindo as 
escápulas e também as rotaciona pra baixo. 
 
 
 
Morfofuncional- SP2 
 
ROMBÓIDE MENOR: 
Acima do rombóide maior. Se fixa proximalmente à 
C7 e a T1 e distalmente à margem medial superior da 
clavícula. Sua contração gera a mesma ação do 
rombóide maior. 
 
 
 
MÚSCULOS DO TÓRAX QUE 
MOVIMENTAM O ÚMERO 
 
PEITORAL MAIOR: 
Ampla extensão de fixação; Se fixa proximalmente à 
clavícula, ao esterno e cartilagens costais (costela 2 
a 6) e distalmente ao tubérculo maior e lábio lateral 
do sulco intertubercular do úmero. Sua contração 
leva a adução (aproxima o braço do corpo) e rotação 
medial do braço na articulação do ombro 
 
 
 
LATÍSSIMO DO DORSO: 
É o músculo que forma a parede posterior abdominal. 
Se fixa proximalmente aos processos espinhosos 
(C7-L5), costelas 9 a 12, as cristas do sacro e às 
cristas ilíacas. Distalmente, fixa-se ao sulco 
intertubercular do úmero. Sua contração causa 
extensão do braço (para trás), adução e rotação 
medial do braço na articulação do ombro. 
 
 
 
DELTÓIDE: 
músculo da injeção; Se fixa proximalmente à 
extremidade acromial da clavícula, acrômio da 
escápula e espinha da escápula. Distalmente, se fixa 
à tuberosidade deltóide. Por apresentar pontos 
distintos de fixação proximal, apresenta distintas 
ações. 
parte acromial: abdução do braço 
parte clavicular: flexão e rotação medial do braço 
parte espinal: extensão e rotação lateral do braço 
 
 
 
SUBESCAPULAR: 
Músculo profundo da escápula, posicionado na 
região anterior do corpo. Se fixa proximalmente à 
fossa subescapular e distalmente ao tubérculo menor 
do úmero. Sua contração gera uma rotação medial do 
braço. 
 
Morfofuncional- SP2 
 
 
SUPRAESPINAL: 
Músculo profundo da escápula, posicionado na 
região superior e posterior. Se fixa proximalmente à 
fossa supraespinal e distalmente ao tubérculo menor. 
Sua contração auxilia o músculo deltóide na abdução 
do braço 
 
 
 
INFRAESPINAL: 
Se fixa proximalmente à fossa infraespinal da 
escápula e distalmente ao tubérculo maior do úmero 
(face medial). Sua contração movimenta o tubérculo 
e causa rotação lateral do braço na articulação do 
ombro. 
 
 
 
REDONDO MAIOR: 
Músculo profundo. Se fixa proximalmente ao ângulo 
inferior da escápula (pontinha) e distalmente ao lábio 
medial do sulco intertubercular do úmero. Sua 
contração estende o braço e auxilia na abdução 
(aproximação do braço da linha mediana) 
 
 
 
REDONDO MENOR: 
acima do redondo maior; Se fixa proximalmente à 
margem lateral inferior da escápula e distalmente ao 
tubérculo maior do úmero. Tem a mesma ação do 
redondo maior. 
 
 
 
CORACOBRAQUIAL: 
Região anterior. Se fixa proximalmente ao processo 
coracóide da escápula e distalmente a parte 
intermediária da face medial do corpo do úmero. Sua 
contração aproxima o úmero do processo coracóide 
(flexão) e realiza adução. 
Morfofuncional- SP2 
 
 
OBS: manguito rotador: 4 músculos em conjunto 
que são responsáveis pelos movimentos de rotação 
(redondo menor, infraespinal, subescapular e 
supraespinal). 
 
 
 
MÚSCULOS DO TÓRAX QUE AUXILIAM NA 
RESPIRAÇÃO 
expandem ou diminuem a cavidade torácica 
 
DIAFRAGMA: 
Separa a cavidade torácica da cavidade abdominal. 
Se fixa proximalmente ao processo xifóide do 
esterno, as cartilagens costais e a parte adjacente da 
costela (costela 7 a 12), vértebras lombares e seus 
discos intervertebrais. Distalmente se fixa ao centro 
tendíneo (tendão). Quando contrair, o centro 
tendíneo se movimenta em direção a cavidade 
abdominal, fazendo com que a cavidade torácica 
possa se expandir, levando a inspiração. Portanto, 
seu relaxamento diminui a cavidade, levando à 
expiração. Não é só o diafragma que participa da 
respiração (intercostais tb). 
 
 
INTERCOSTAIS EXTERNOS: 
mais externos. Se fixam proximalmente à margem 
inferior da costela que está acima, e por 
consequência, se fixa distalmente à margem superior 
da costela que está abaixo. Sua contração eleva a 
costela abaixo, logo a contração expande a dimensão 
da cavidade torácica (inspiração) e o relaxamento 
causa o contrário (expiração). 
 
 
 
INTERCOSTAIS INTERNOS: 
Distribuídos por toda a caixa torácica. Se fixa 
proximalmente à margem superior da costela abaixo 
e distalmente à margem inferior da costela acima. 
Sua contração ocorre no momento da expiração 
forçada, aproximando as costelas adjacentes e isso 
causa a redução do tamanho da dimensão da 
cavidade torácica. 
 
Morfofuncional- SP2 
 
MÚSCULOS QUE COMPÕEM O ABDOME 
protegem nossas vísceras abdominais e auxiliam na 
movimentação da coluna vertebral. 
 
RETO DO ABDOME: 
O músculo mais superficial do abdome (gominhos); 
Se fixa proximalmente à crista e a sínfise púbica 
(junção dos ossos púbicos) e distalmente às 
cartilagens das costelas 5 até a 7 e ao processo 
xifóide do esterno. A contração aproxima a cavidade 
torácica da pelve, levando a flexão da coluna 
vertebral (lombar) e comprime o abdome auxiliando 
nos momentos de defecação, micção e expiração 
forçada. 
 
 
 
OBLÍQUO EXTERNO DO ABDOME: 
abaixo do reto; Se fixa proximalmente às costelas 5 
a 12 e distalmente à crista ilíaca e a linha alba (meio 
da cavidade). Podem trabalhar em conjunto ou 
isolados; Em conjunto, comprimem o abdome e 
fletem a coluna vertebral (porção lombar). Isolados, 
vão causar um flete lateral da coluna, além de 
rotacionar a coluna (estralar). 
 
 
 
OBLÍQUO INTERNO DO ABDOME: 
abaixo do externo. Se fixa proximalmente à crista 
ilíaca, ao ligamento inguinal e fáscia toracolombar e 
distalmente à cartilagem das costelas 7 a 10 e à linha 
alba. Sua contração comprime o abdome e flete a 
coluna vertebral. Isoladamente, a flexão é lateral 
assim como no externo, também rotacionando. 
 
 
 
TRANSVERSO DO ABDOME: 
abaixo do oblíquo interno. Se fixa proximalmente à 
crista ilíaca, ao ligamento inguinal, a fáscia lombar e 
às cartilagens das costelas 5 a 10. Distalmente, se 
fixa ao processoxifóide, à linha alba e o púbis. Sua 
contração também comprime o abdome (pra dentro). 
Morfofuncional- SP2 
 
 
QUADRADO DO LOMBO: 
região dorsal. Se fixa proximalmente à crista ilíaca e 
ao ligamento iliolombar. Distalmente, fixa-se à 
margem inferior das costelas 12 e aos processos 
desde a L1 até a L4. Sua ação em conjunto traciona 
a costela 12 durante a expiração forçada, impedindo 
que se movimente. Além disso, segura a costela 12 
durante a inspiração. Isoladamente, sua ação gera um 
flete da coluna lateralmente.

Mais conteúdos dessa disciplina