Prévia do material em texto
JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO DO ENSINO APREDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Introdução Aluno: Fernanda Lopes dos Santos. RA: 28267904. Aluno: Jailsa Alves da Macena. RA: 28266409. Aluno: Shirley Maria Marcelino Costa. RA 28267444. INTRODUÇÃO A educação passou por grandes mudanças no decorrer dos anos. Atualmente o aluno é o protagonista do ensino aprendizagem, e o professor mediador do ensino. A educação infantil é a primeira etapa da educação básica que vai de zero a cinco anos. De acordar com a Base Nacional Comum Curricular as brincadeiras e interações são eixos norteadores da educação infantil, diante disso devemos ressaltar que os jogos e brincadeiras são importantes para o desenvolvimento cognitivo, físico e motor, socialização. O brincar, conviver, participar, expressar, explorar e conhecer-se são direitos que a criança precisa desenvolver suas habilidades e competências assegurado na BNCC. Com os jogos e brincadeiras as crianças desenvolvem sua autonomia, raciocínio lógico e linguagem. A importância do brincar como recursos pedagógicos, proporciona á criança refletir sobre o que está fazendo, organizar e desorganizar, construir e reconstruir e crescer nos aspectos culturais e sociais. Diante disso, os jogos e as atividades lúdicas no ambiente escolar é muito significativo e também necessário, o brincar, não é um passatempo, mas um objeto importante na aprendizagem e desenvolvimento da criança. Maluf (2009) vem nos dizer que “acredito que através do brincar a criança prepara para aprender. Brincando ela aprende novos conceitos, adquire informações e tem um crescimento saudável" (MALUF, 2009, p.20-21). A ideia de desenvolver esse tema deu se devido á dinâmica nas aulas de psicomotricidade, onde as atividades são desenvolvidas por meio da ludicidade, ações em que as crianças brincam, jogam, se divertem, sentem, pensam e desenvolvem. A vivência dessa pesquisa ocorreu no Colégio Atheneu, localizado na rua Juiz de Fora, 185, na vila Virgínia, Itaquaquecetuba SP, onde a prática da ludicidade é vivida diariamente. A escolha do tema justifica o intuito de realizar um estudo a fim de verificar a melhor forma da qual os educadores possam utilizar as práticas ludo pedagógicas durante o processo de desenvolvimento das atividades escolares. Pois fazendo uma análise das práticas pedagógicas no processo de estagio, foi possível perceber que as atividades educativas para a alfabetização infantil, se posiciona de forma prioritária na busca de estratégias que possam garantir o cuidar e o educar durante o processo de ensino e aprendizagem na alfabetização infantil. Tendo em vista atender as necessidades do corpo e mediar o desenvolvimento sociocultural das crianças desde seu primeiro momento na sala de aula. E assim assegurar-lhes direitos que se esboçam para esta etapa da educação, o direito a brincar, criar e aprender. A educação lúdica, é uma ação inerente na criança e aparece sempre como uma forma de conhecimento ,que se redefine na elaboração constante como o pensamento coletivo (Almeida,1995 p11). Vivemos num mundo globalizado, as crianças crescem informatizados. As informações estão por todas as partes, na televisão, rádios, celulares, jornais, revistas etc. As tecnologias estão adoecendo nossas crianças e jovens. Muitos deles estão com crises de estresse, depressão, ansiedade e distanciando da sua vida real e das relações com seus familiares causando, dependência tecnológica. Muitos dessas crianças não estão mais brincando, ou seja, elas estão deixando de ser criança, pois não estão não estão interagindo com o seu mundo, prejudicando elas mesmas. É importante seus familiares ficarem atentos e impor limites nessas crianças e jovens, pois, devemos usar a tecnologia a nosso favor e que ela deve facilitar a nossa vida e não ao contrário. Piaget (1976) fala que é obrigatório as atividades lúdicas para todas as crianças porque brincando as crianças gastam energia e melhora seu conhecimento intelectual, quando a criança está brincando ela se envolver por completo nas brincadeiras e com a mediação do professor as atividades lúdicas passaram a ser agradáveis e significativas para as crianças se desenvolveram cada vez mais. Toda criança vive agitada e em intenso prove de desenvolvimento corporal e mental. Nesse desenvolvimento se expressa á própria natureza da evolução e esta exige cada instante uma nova função e a exploração de uma nova habilidade. Essas funções e habilidades ao entrarem em ação impelem uma manifestação plena que é brincar e o jogar. Assim o brincar está mais relacionada aos estimulo internos que as contingências externas (ANTUNES,2012). Kishimoto descreve que no início do século XIX, o jogo surge como meio de enriquecer, e passa a fazer parte da educação infantil, ele destaca a importância do jogo livre para o desenvolvimento infantil. O jogo promove a unir crianças, os grupos sociais e também serve como suporte para obtenção de regras (KISHIMOTO,2003, p.19). As escolas necessitam cultivar a espontaneidade, diálogo, convivência em grupos, pois, as crianças geralmente não brincam sozinhas, sendo que o jogo proporciona oportunidades para ela pensar, falar, ser ela autenticamente, saber combinar os momentos livres (lazer) e atividades orientadas (escolas), (KISHIMOTO, 2011). Nesta perspectiva, acredita se quando o professor tem uma boa formação acadêmica ela atuará com mais cuidado na elaboração do seu planejamento escolar onde irá buscar novos recursos pedagógicos motivando os alunos a participarem das aulas onde ela desenvolverá suas habilidades e competências de forma significativa. O apoio de seus familiares e de extrema importância para formação destes cidadãos. Nessa direção, podemos argumentar: Será que os professores, por meio de sua formação acadêmica estão preparados para trabalhar junto com as crianças o ensino lúdico? Dentro do presente exposto, os objetivos da pesquisa é de verificar a importância do lúdico como ferramenta fundamental para o processo de ensino-aprendizagem e indicar a contribuição dos jogos e brincadeiras no desenvolvimento das crianças. Conforme já explicitado anteriormente para que pudéssemos ter a dimensão da importância das atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem na educação infantil, algumas questões aos professores foram fundamentais, são elas: · Os professores utilizam atividades lúdicas na Educação Infantil? · O lúdico contribui para estimular o desenvolvimento da criança? · Quais as atividades lúdicas mais utilizadas pelos professores em suas práticas pedagógicas na Educação Infantil? O objetivo geral busca proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a construir hipóteses, sendo a mesma elaborada através de uma avaliação significativa, em que foram estabelecidos critérios claros e um único ponto de vista. Por fim, a estrutura desse trabalho será dividida em três capítulos. O primeiro capitulo denominado “A importância dos jogos e brincadeiras na Educação Infantil” a partir da leitura de alguns teóricos relacionado ao tema tentou-se abordar os aspectos históricos sobre a Educação Infantil, jogos educativos e brincadeiras. O segundo capitulo intitulado “Problemas na aplicação do lúdico em sala de aula” buscou-se efetuar uma reflexão com autores que dialoguem sobre o tema, de como os jogos educativos e as brincadeiras são importantes para as crianças de 0 a 5 anos e suas contribuições para o desenvolvimento das crianças. Por fim o terceiro capitulo com o tema “Aplicação de jogos e brincadeiras em sala de aula” que pretendeu-se realizar um estudo de caso no colégio Atheneu, localizado em Itaquaquecetuba. A fim de entender como esses recursos de jogos educativos e brincadeiras são inseridos em sala de aula na educação infantil e sua efetivação e contribuição para crianças de 0 a 5 anos. CAPÍTULO I - A IMPORTÂNCIA DO JOGO, BRINQUEDO E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Este capítulo tem como objetivo abordar um breve relatosobre a história da Educação e conceito de Educação Infantil, bem como o conceito e a importância de jogo, brinquedo e brincadeiras ,nesta modalidade, e como estes recursos auxiliam no desenvolvimento integral das crianças. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e documental. Aspectos históricos da Educação Infantil A Educação Infantil, desde o seu surgimento até os dias atuais sofreu várias reformas, a educação de modo geral sofreu grandes alterações. No início a educação era só para a elite. No período colonial os jesuítas aplicavam dois modelos de instrução, o primeiro voltado para os indígenas e o segundo voltado para os filhos dos colonos. Esse período de ensino não era aberto as discussões e críticas. Os ensinamentos dos jesuítas eram contrários da coroa portuguesa, esta queria colocar as escolas a serviço do Estado e não da fé. Em 1759 os jesuítas vão embora e a educação do país praticamente volta ao marco zero. Em 1807 com a chegada da corte portuguesa, há investimento no ensino técnico e nas escolas de ensino superior em contrapartida e educação popular ensino primário e médio ficam esquecidos. Em 1824 a primeira constituição brasileira, nomeada como Constituição Política do Império Brasil em seu artigo XXXII, diz que: A Instrução primaria, e gratuita a todos os Cidadãos. Após 10 anos essa responsabilidade é passada aos Estados. Após a primeira guerra mundial há um grande crescimento industrial no país e a partir de 1930 é criado o ministério da educação pelo governo de Getúlio Vargas. A constituição de 1934 estabelece que a educação é um direito de todos e que deve ser promovida pelos poderes públicos e pela família. Nesse momento da história temos a valorização do ensino profissionalizante. O ensino básico era dividido em três etapas, sendo 5 anos de curso primário, 4 anos de curso ginasial e 3 anos de colegial. Durante a ditadura em 1964 a 1984 o ensino superior privado ganha espaço e com o fim da ditadura os educadores passaram a discutir o ensino de uma forma mais ampla e democrática e com a promulgação da nossa última constituição em 1988. Dentro desse cenário temos a Educação Infantil que a princípio era somente para elite, Kuhlmann Júnior (2001, p.84) relata que: As primeiras iniciativas foram do setor privado para o atendimento às crianças da elite. No Rio de Janeiro foi fundado em 1875 o jardim de infância do Colégio Menezes Vieira, e em São Paulo, em 1877, o da Escola Americana. No ano de 1896 foi criado, pelo setor público, o jardim de infância Caetano de Campos para o atendimento às crianças da burguesia paulistana. Página 130 (Kuhlmann, 2001, p.84) Kramer relata que as políticas públicas para a infância brasileira entre o século XIX e começo do século XX são determinadas por ações de programas de caráter assistencial, não havia um compromisso com o desenvolvimento infantil e os direitos da criança: [...] voltadas, quando muito, para a liberação das mulheres para o mercado de trabalho ou direcionar a uma suposta melhoria do rendimento escolar posterior, essas ações partem também de uma concepção de infância que desconsiderava a sua cidadania e desprezava os direitos sociais fundamentais capazes de proporcionarem às crianças brasileiras condições mais dignas de vida. (Kramer, 1988, p.199) E conforme o passar dos anos a Educação Infantil, a passos lentos, alcança alguns direitos. Mas somente em 1988 com a constituição federal o atendimento em creches e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos torna-se dever do Estado, conforme a Base Nacional Comum Curricular: Com a Constituição Federal de 1988, o atendimento em creche e préescola às crianças de zero a 6 anos de idade torna-se dever do Estado. Posteriormente, com a promulgação da LDB, em 1996, a Educação Infantil passa a ser parte integrante da Educação Básica, situando-se no mesmo patamar que o Ensino Fundamental e o Ensino Médio. E a partir da modificação introduzida na LDB em 2006, que antecipou o acesso ao Ensino Fundamental para os 6 anos de idade, a Educação Infantil passa a atender a faixa etária de zero a 5 anos. (BRASIL, 2017, p.35) Mas somente em 2009, por meio de uma emenda constitucional, a matricula para crianças a partir de 4 anos tornou-se obrigatória, até então o ensino fundamental era a única fase obrigatória e após a emenda o ensino passa a ser obrigatório dos 4 aos 17 anos, segundo a BNCC: Entretanto, embora reconhecida como direito de todas as crianças e dever do Estado, a Educação Infantil passa a ser obrigatória para as crianças de 4 e 5 anos apenas com a Emenda Constitucional nº 59/200926, que determina a obrigatoriedade da Educação Básica dos 4 aos 17 anos. Essa extensão da obrigatoriedade é incluída na LDB em 2013, consagrando plenamente a obrigatoriedade de matrícula de todas as crianças de 4 e 5 anos em instituições de Educação Infantil. (BRASIL, 2017. P.36) Deste modo a Educação Infantil é uma etapa de suma importância no aprendizado, tendo em vista que é através dos estímulos recebidos pelas crianças nos primeiros anos de vida, que contribuem para a vida escolar e seu desenvolvimento integral ,sendo ;motor, afetivo e social. Nesta modalidade de ensino, a criança terá as condições aprender a conhecer, questionar, opinar escolher participar e descobrindo valores, costumes e sentimentos, através das interações sociais, e nos processos de socialização, o desenvolvimento da identidade e da autonomia. As propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro do planejamento curricular, nas interações com seus pares constroem identidade fantasia, desejo, sentimentos produzindo e reproduzindo sua cultura. Sendo assim a Educação Infantil é o espaço privilegiado do brincar. E nesse espaço que serão preparados objetos, brinquedos para que possam interagir com outras crianças e principalmente que possam aprender, pois o brincar é uma importante forma de comunicação e aprendizagem educar junto ao brincar estabelece experiências de desenvolvimento à aspectos relevantes na formação do indivíduo. Deste modo o lúdico auxilia na aprendizagem, pois ajuda na construção da reflexão, autonomia e da criatividade. De acordo com os Parâmetros Nacionais da Educação Infantil do nosso país, a instituição de Educação Infantil é um dos espaços de inserção das crianças nas relações éticas e morais que permeiam a sociedade na qual estão inseridas. Ela ajuda ao desenvolvimento físico, social, motor, emocional e psicológico do indivíduo, que está em formação. Sendo a primeira etapa da educação básica, colabora no desenvolvimento global do ser humano. A Base Nacional Comum Curricular começou a ser criada em 2015, e foi publicada em 2017. Na contemporaneidade é o documento que regulamenta as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas brasileiras públicas e particulares de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A BNCC tem como objetivo nortear os currículos dos Estados e municípios colocando em curso o que está previsto na LDB. De acordo com a BNCC são dois os eixos estruturantes das práticas pedagógicas, durante a educação infantil, as interações e as brincadeiras: A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustrações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções. (BRASIL, 2017, p.37) Diante dos eixos estruturantes das práticas pedagógicas, seis direitos de aprendizagem asseguram para que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar um papel ativo em ambientes que as convidem a vivenciar desafios e a sentirem-se provocadas a resolvê-los, nas quais possam construir significados sobre si, os outros e o mundo social e natural. São seis os direitos de aprendizagem: Conviver, brincar, participar, explorar, expressare conhecer-se. Diante de tudo isso, a BNCC está estruturada em cinco campos de experiências: [...} no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural. (BRASIL, 2017, p.40) Os cinco campos de experiências são: O eu, o outro e o nós; Corpo, gestos e movimentos; traços, sons, cores e formas; Escuta, fala, pensamento e imaginação; Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações. Diante disso, podemos ver que Educação Infantil por muito tempo aconteceu conforme a classe social das crianças e por muito tempo existiu a ausência de políticas públicas educacionais. Na contemporaneidade, hoje com a instauração da Educação Infantil, graças a um conjunto de legislações, não mais se dissocia o cuidar e o educar, pois ambas entendem a criança como sujeito de direito e do processo de educação. E assim cabe a Educação Infantil o desenvolvimento integral de toda criança tendo em vista a aprendizagem no contexto escolar. A seguir será discorrido sobre os jogos, brinquedo e brincadeiras na Educação Infantil. O Jogo, O Brinquedo E A Brincadeira Na Educação Infantil A brincadeira juntamente com os jogos e brinquedos estão presentes no cotidianos de todos as crianças ,porém o que muitos não compreende é que esses recursos são de suma importância para o desenvolvimento dos pequenos ,portanto além delas brincarem o que torna-se um momento alegre e prazeroso, o que contribui favorável para seu desenvolvimento integral É possível afirmar que a infância e uma fase de grande relevância, que possibilita, inúmeras descobertas e aprendizados. Para muitos principalmente para os familiares, a brincadeira se torna somente algo ara diversão, atração e distração dos pequenos, porém segundo Bueno; Brincar não significa perda de tempo como também não é uma forma de preenchimento de tempo, mas uma maneira de se colocar a criança de frente com o objeto, muito embora nem sempre a brincadeira envolva um objeto. (Bueno, 2010, p. 21). Conforme este autor, é reafirmado a importância do brincar, que não é um ato de fazer com m que a criança se distraia em seu tempo disponível, vai muito além. Jean Piaget e Winnicoot, expõe que os conceitos de jogos, brinquedo e brincadeiras, são formados e conceituados ao longo de nossas vidas, e que casa um utiliza de certo modo para nomear seu brincar. no entanto para esses autores; “tanto a palavra jogo quanto a palavra brincadeira podem ser vistas como sinônimos de divertimento (1975 p 48). Já para a autora Kishimoto em umas de suas obras, afirma que jogo possui como característica, marcante a existência de regras, tem sua realização em um tempo e espaço definidos (...) o jogo só pode ser jogo, quando escolhido do livre e espontaneamente pela criança caso contraio, é trabalho ou ensino. Carvalho afirma que: [...] desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade, portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante. (1992, p.14) Já o grande Vygotsky (1991 p,122) comenta que; “os jogos conseguem despertar no educando um grande interesse e atração, pois ao mesmo tempo em que em que está se divertido também está aprendendo e se desenvolvendo” O mesmo autor Vygotsky também afirma que: [...] a brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal que não é a outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de um problema, sob a orientação de um adulto ou um companheiro mais capaz. (1989, p. 130) Conforme os estudos de Piaget(1971 ), existem três tipos de estruturas que caracterizam o jogo infantil e fundamenta a classificação , que são; · Jogos de exercício: são as atividades lúdicas para as crianças de 0 anos até o aparecimento da linguagem, ou seja, no período sensório-motor. São atividades (jogos sonoros, visuais, olfativos, gustativos, motores e de manipulação) caracterizam-se pela repetição de gestos e de movimentos simples e têm valor exploratório. ( p,149) · Jogos simbólicos: São jogos de ficção e imitação, que compreende a idade dos 2 aos 7 anos aproximadamente. Por meio de atividades do fazde-conta, a criança realiza sonhos e fantasias, revela conflitos interiores, medos e angústias, aliviando tensões e frustrações. Destacam-se os jogos de papéis, faz-de-conta e representação. (p,26) · Jogos de regras: são desempenhados por crianças a partir dos 7 anos de idade. A regra é o elemento básico deste tipo de jogo. Há dois tipos de regras nesse jogo: contratual e momentânea, propostas pelas próprias crianças que surge da organização coletiva das atividades lúdicas e são indispensáveis para o desenvolvimento moral, cognitivo, social, político e emocional. (p,75) Com isso para Piaget, no jogo contribui para o desenvolvimento cognitivo, que possibilita o acesso a mais informações, o que acaba tornando o conteúdo mais rico Agora abordando sobre os brinquedos, com base na mesma autora Kishimoto, o brinquedo é entendi como um objeto, suporte de brincadeira ou jogo , que no sentido concreto ,quer no ideológico Deste modo o brinquedo pode assumir duas funções, a função lúdica, em que o brinquedo proporciona diversão, prazer e até desprazer, quando escolhido voluntariamente, e educativa, onde o brinquedo ensina qualquer coisa que complete o indivíduo em seu saber, seus conhecimentos e a sua apreensão do mundo Já em relação a brincadeira, são elementos que perpetuam a manifestação livre e espontânea da cultura popular e tem por objetivo estimular diferentes formas de relações sociais e o prazer de brincar. Ainda Kishimoto complementa que;” quando a brincadeira é apontada como uma atividade espontânea da criança, sozinha ou em grupo, ela constrói uma ponte entre a fantasia e realidade, o que pode levar a lidar com complexas dificuldades psicológicos”. Sendo assim a brincadeira na educação infantil possibilita a criança a solucionar conflitos por meio da imitação ampliando suas possibilidades linguísticas, psicomotoras, afetivas sociais e cognitivas “ Em relação à brincadeira, Cunha et al (2009, p. 100) comenta que “a brincadeira nada mais é do que o brinquedo em ação, a prática realizada pela criança. Ela é livre e espontânea e está totalmente ligada com o jogo e o brinquedo” Baseado nos estudos de Kishimoto, destaca-se três tipos de brincadeiras: Brincadeiras tradicionais– ligadas ao folclore, e transmitidas oralmente ao longo dos anos, essas brincadeiras tradicionais traz o lúdico em sua origem. Exemplo a amarelinha. Brincadeiras de faz-de-conta – O faz-de-conta é a entrada ao imaginário. Por volta dos 2 a 3 anos, a criança começa a expressar-se e assumir papéis ou personagens nas suas brincadeiras. Brincadeiras de construção – Os conhecidos tijolinhos que montados formam casa, cidade, trem, carrinhos etc., que ajuda na imaginação e no mundo simbólico da criança. (2010, p. 42-45) Na visão da autora, Kishimoto (1996): O brinquedo, a brincadeira e o jogo são recursos auxiliares para o desenvolvimento físico, mental e socioemocional da criança. Essas atividades assumem função lúdica, (diversão, prazer ou certo desprazer que o brinquedo propicia) e função educativa (conhecimento e apreensão do mundo, que completa o indivíduo em seu saber). Sendo assim, os jogos, brinquedos e brincadeiras são de suma importância para o desenvolvimento das crianças. Para Correa; Bento ([s/d], p. 1) ;”O brincar é importante, não porque é coisa de criança, mas porque é a melhor forma de aproximaro mundo da fantasia do mundo real, que mesmo com toda sua complexidade, se torna simples pelo olhar de uma criança.” Neste sentido, brincando a criança aprende regras, sentimentos como frustrações de perda e alegrias da vitória assim descobre como lidar com os sentimentos sejam eles bons ou ruins. Antunes complementa: (...) no ato de brincar que toda criança se apropria da realidade imediata, atribuindo-lhe significado. Em outras palavras, jamais se brinca sem aprender e, caso insista em ima separação, esta série de organizar o que se busca ensinar, escolhendo brincadeiras adequadas para que melhor se aprende. Ajuda também a aprender a lidar com as regras, as frustrações da perda, e a socialização fundamental para vida adulta. (2004 p.31) Esse contato com os jogos, brinquedos e brincadeiras possibilita a criança se desenvolver, pois por meio deles a criança é estimulada a ter autonomia, a curiosidade, atenção, concentração, a linguagem e muito outros aspectos. No momento de interação com os jogos e/ou brincadeiras são levadas a pensar, refletir, analisar, experimentar, criar, dominar a angústia e ansiedade, além de conhecer o próprio corpo. Com isso vimos a importância ,dos jogos, brinquedo e brincadeiras na Educação Infantil , em que podem ser desenvolvidas em inúmeros ambientes, em casa, escolas, muitos professores já utilizar essas ferramentas para estimular , repassaram conceitos, conhecimento , e também ensinar sobre regras e convívio em grupo para os pequenos. Na contemporaneidade muito professores e profissionais da área da educação relatam que as crianças aprendem de forma mais rápida quando existe jogos e brincadeiras no processo educativo. Diante disso no próximo tópico será discorrido sobre jogos e brincadeiras no auxílio ao desenvolvimento integral do educando Jogos E Brincadeiras No Auxílio Ao Desenvolvimento Integral Da Criança Conforme visto o desenvolvimento integral é um direito dos estudantes da Educação Básica brasileira, de acordo com a BNCC. A concepção de educação pressupõe o desenvolvimento do ser humano em suas dimensões intelectual, física, emocional, social e cultural. Foi constatado que o brincar vem sendo estudado ao longo dos tempos por vários pesquisadores, que buscam associar os resultados dessa ação no desenvolvimento integral da criança. Segundo Macedo (2007): [...] através do brincar e do jogar, as crianças aprendem e se desenvolvem. O brincar contribui para o desenvolvimento psicossocial, nas relações interpessoais, na forma de como ver o mundo e interagir com o meio em que vive. (2007, p.31) A criança na fase infantil gosta muito de brincar , seja em casa, na rua , com amigos ou até mesmo sozinhas ,conforme Sampaio ;“ é na hora de brincar que a criança aprende sobre as formas de interagir com as pessoas, de se reconhecer como gente” (SAMPAIO et al, 2012, p. 137). O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (BRASIL, 1998) define o brincar como uma linguagem própria do universo infantil: [...] nas brincadeiras as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brinca. (...) no ato de brincar que a criança estabelece os diferentes vínculos entre as características do papel assumido, suas competências e as relações que possuem com outros papéis, tomando consciência disto e generalizando para outras situações [...] (BRASIL, RCNEI, 1998, p. 27-28, v. 1). O brincar, portanto é um dos pilares da educação infantil, por isso, as atividades devem ser direcionadas através do lúdico, favorecendo o aprendizado e visando o desenvolvimento integral da criança. O brincar é um dos direitos de aprendizagem da Educação Infantil na BNCC e a esse direito compete: Brincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. (BRASIL, 2017, p.38) Sem dúvidas as brincadeiras fazem parte da infância, e com a BNCC é também um direito de aprendizagem. As brincadeiras proporcionam muitos benefícios, pois desenvolvem a cooperação, as regras, o respeito ao próximo, as diferenças entre outros. Diante disso SOARES afirma: O ato do brincar traz muitos benefícios para quem participa dessa atividade, pois, contribui para o desenvolvimento físico, social, intelectual, respeito ao outro, a criança supera os desafios através da brincadeira ou jogo, além disso, os educando aprendem a serem cooperativos, aprendem regras, a lidar com seus limites, enfim, não é somente uma atividade que proporciona alegria, prazer, divertimento, direta ou diretamente está trabalhando na formação do sujeito, para que ele aprenda a conviver com os outros, a respeitar, a aceitar as pessoas que são diferentes, independente que tenham ou não alguma deficiência. (2010, p. 12). Para KISHIMOTO (2002): [...]usar atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem pode ser uma grande ajuda, para o desenvolvimento do/a educando/a, os jogos e brincadeiras são atividade que despertam muito o interesse do aluno. (2002,p.10) KISHIMOTO ainda afirma que: O jogo como promotor da aprendizagem e do desenvolvimento, passa a ser considerado nas práticas escolares como importante aliado para o ensino, já que colocar o aluno diante de situações lúdicas como jogo pode ser uma boa estratégia para aproximá-lo dos conteúdos culturais a serem veiculados na escola. (2002, p. 13). Em relação ao brincar na vida dos pequenos, Santos, ressalta que a brincadeira e os jogos fazem parte do universo infantil, e consequentemente do ambiente escolar. E que sem dúvidas são de suma importância para o desenvolvimento da criança. ...[..]“O brincar já nasce com a criança, é algo espontâneo, e é por meio desse ato que ela desenvolve suas habilidades e acumula conhecimentos. Por isso, se faz necessária no contexto escolar.” (SANTOS, 2008, p. 16). É valido relembrar que toda criança tem seu tempo e forma diferente de aprender. Cada criança tem seu jeito, de pensar, de agir, de refletir entre outros., o que a torna única. Diante disso para Santos: Cada criança tem um nível maturacional diferente, tem uma bagagem de experiências diferente, tem uma forma de interagir com o meio que lhe é própria, possui maneiras distintas de desequilibra-se consequentemente o estímulo que possibilita a construção do conhecimento é absolutamente individual. (2008, p. 16): Sendo assim, vimos que cada criança tem seu jeito de aprender e se desenvolver e assim também tem uma forma única de se sentir estimulada por um determinado jogo, brinquedo ou brincadeira. Cabe a nós profissionais da educação identificar quais aspectos ou objetos às crianças sentem-se estimuladas a interagirem. Em relação a ação aos professores da educação infantil, Mattos esclarece que (1999, p. 51) “o professor tem que ser um especialista em interagir com o aluno sua preocupação deve ser o como fazer para possibilitar uma aprendizagem mais eficiente e menos trabalhosa para a criança”. Mattos, ainda afirma que “[...] o professor é orientador, guia, facilitador da aprendizagem e não o dono da verdade, possuidor do saber com uma aula totalmente centrada na sua capacidade de abordar o tema falando sobre ele”. (1999, p. 51) Para esse autor não é necessário que o professore seja um especialista na área, mas que sim seja aberto para inovações, que inove suas aulas, trazendo recursos lúdicos afim de fazer com que os pequenos se desenvolvam de forma plena Nesse contexto escolar é necessário que se crie uma relação baseada em respeito, empatia, troca de ideias, entre outros, para que esse contato entre professor e aluno seja algo agradável para ambas as partes. Ainda em relação aos docentes, é importante destacar que; a utilização dos jogos, brinquedos e brincadeiras também pode apontar um lado negativo,quando o professor não entende que “[...] com o lúdico, a criança aprende tão bem ou até melhor do que qualquer atividade tradicional limitada a livros e cadernos. O fato de estar numa brincadeira não representa um momento de lazer, e sim uma forma alternativa de aprender”. (SANTOS, 2008, p. 18). Os jogos, brinquedos e brincadeiras “[...] não devem ser utilizados ao acaso, mas sim como meios para se alcançar determinados objetivos didáticos”. (SANTOS, 2008, p.18). Diante disso é necessário, ao fazer uso dos jogos, brinquedos e brincadeiras, que o educador tenha em seu planejamento objetivos para que os resultados sejam positivos e prazerosos para todos. Como vimos a Educação Infantil, o jogo, brinquedos e brincadeiras são de suma importância na fase de aprendizado dos pequenos, por sua vez a educação infantil, tem como base o desenvolvimento e aprendizagem, local onde são desenvolvidas as capacidades afetivas, motoras, sociais e culturais das crianças, preparando-as para enfrentar um novo ciclo da educação. Sendo assim, entender a função do brincar no processo educativo é importante para todos; família, escola, comunidade etc. Pois somente com essa compreensão será mais fácil conduzir a criança com o lúdico e com as brincadeiras ,ajudando suas descobertas durante a infância No próximo capitulo iremos efetuar uma reflexão acerca da formação continuada do professor, bem como a importância da família na inserção de jogos e brincadeiras afim de contribuir mais com o desenvolvimento integral da criança nesta fase. CAPÍTULO II - PROBLEMAS NA APLICAÇÃO DO LÚDICO EM SALA DE AULA O problema da presente pesquisa consiste em verificar de que forma os professores da referente escola, vêm utilizando as práticas lúdicas na educação infantil e para a coleta dessas informações, foram aplicados questionários com professores que trabalham com crianças de 0 a 5 anos. A hipótese do trabalho visa buscar uma melhor compreensão de que até onde as atividades lúdicas possam contribuir no ensino das crianças em series iniciais, porque através do lúdico, ou seja jogos e brincadeiras, se propõem situações desafiadoras que auxiliam as crianças a desenvolverem o raciocínio lógico e a construírem conceitos, de forma envolvente e relevante. Assim os professores utilizam atividades lúdicas para trabalhar o processo de construção de conhecimento das crianças na educação infantil, o lúdico como ferramenta pedagógica auxilia no desenvolvimento do raciocínio lógico, facilita a relação entre teoria e prática, favorece a construção de conceitos e a socialização dos alunos, e para isso os professores utilizam os mais variados tipos de jogos voltados ao âmbito educativo para o desenvolvimento da educação infantil, como por exemplo: dominó, tangram, blocos lógicos e dama. Das mais importantes ferramentas para o processo do desenvolvimento infantil no âmbito pedagógico, com toda certeza e quase de forma unanime, que o primeiro passo a ser citado, são as atividades lúdicas, pois através do lúdico é possível estimular o aluno a desenvolver suas habilidades no âmbito da educação infantil. Segundo (Duprat 2015) é de extrema importância a formação lúdica do professor, pois isso faz que as atividades lúdicas sejam levadas mais a sério no contexto escolar, assim passando a ser mais utilizadas. Através das atividades lúdicas o aluno interage em diversos meio, como conteúdo do seu próprio cotidiano, com base na afirmativa do autor, este capitulo, tem objetivo de trazer à tona, reflexões sobre as dificuldades e problemas sobre os trabalhos com atividades lúdicas a alunos da educação infantil nas instituições escolares. Essas reflexões serão feitas com base na metodologia de obras literárias que em seu contexto defendem as ações lúdicas para o pleno desenvolvimento pedagógico, pessoal e cognitivo do educando no processo de educação infantil. Duprat (2015), traz em seu pensamento que o uso de jogos e brincadeiras como recurso na educação infantil, torna os conceitos mais compreensível e mais relevante para o aluno, ou seja, o lúdico através dos jogos e brincadeiras é a única forma de se trabalhar com diferentes tipos de linguagem ao mesmo tempo. Neste sentido, trabalhar com ferramentas voltadas a atividades lúdicas abrange no aluno toda sua capacidade de aprender e desenvolver suas habilidades cognitivas, tudo isso podendo ser trabalhada em sala de aula. Para Coria-Sabine; Lucena, (2009), a sala de aula deve ser um espaço aberto onde a cooperação estabeleça uma forte relação entre o professor e o aluno, em sala de aula deve se ter a liberdade para levantar hipótese e colocá-las, a prova. Informações que não são obtidas por meio de atividades realizadas pelo aluno, com plena liberdade de iniciativa, deixam de ser formadoras para se tornarem simples adestramento. Sendo assim podemos se dizer que a rotina diária durante as aulas ministradas em uma sala de aula, faz se de fundamental importância para aplicação de atividades voltadas ao lúdico, para que seja estimulada a autonomia do aluno, para que ele se sinta um formador de opinião na realização das atividades a que ele foi imposto. Portanto é perceptível enxergar o quanto o lúdico contribui para o pleno desenvolvimento cognitivo e pessoal dos alunos, pois o mesmo é um recurso que ensina, desenvolve e educa de forma prazerosa. Quando o professor aplica como recursos pedagógicos voltados as atividades lúdicas, como jogos e brincadeiras, é possível fazer uma análise de quão importante ferramenta é este recurso em sala de aula, pois o mesmo permite ao professor uma ampliação no uso de recursos didáticos durante o processo de ensino e aprendizagem na educação infantil, além de abrir um leque de oportunidades aos alunos no desenvolvimento de suas atividades em sala de aula. Quando a criança inicia sua carreira no processo de alfabetização, ou seja, como um aluno matriculado em uma instituição de ensino em educação infantil, porque o processo de alfabetização já começa na educação infantil, o processo de aprendizado é a construção de conhecimentos seguindo diferentes etapas de seu desenvolvimento cognitivo. Utilizar o lúdico na educação infantil durante o processo de alfabetização é uma estratégia que favorece a aprendizagem, já que a criança participa de várias atividades, onde estão presentes jogos e brincadeiras. Sendo assim, jogos e brincadeiras poderão ser definidos como experimentos e liberdade de criação, nos quais os educandos expõem suas emoções, sensações e pensamentos sobre o mundo e também um espaço de interação consigo e com os outros. O Lúdico Para Duprat (2015), a motivação lúdica deve ser aplicada com o objetivo de motivar cada vez mais o aluno em seu processo de desenvolvimento cognitivo, então é necessário que o professor auxilie os alunos na busca da construção de respostas para problemas que possam aparecer. Ele deve se atentar as necessidades das novas abordagens, com o objetivo de oferecer uma gama possível de oportunidades de ensino aprendizagem, buscando sempre despertar o interesse e a curiosidade do aluno. No âmbito da educação de uma forma geral, a ludicidade é utilizada como um importante recurso pedagógico, pois a utilização desses recursos, como jogos e brincadeiras, auxilia a transposição dos conteúdos para o mundo do educando. A construção do conhecimento pode ocorrer a partir da realização de atividades lúdicas propostas pelo professor em sala de aula, principalmente quando pensamos em atividades para a educação infantil, pois é nessa fase que o aluno tem mais prazer no desenvolvimento das atividades lúdicas, pois os mesmos gostam de brincar e jogar. Conforme afirma Benvenuti (2012), na instituição escolar, não apenas se disciplina corpos, mas saberes, neste sentido a autora chama a atenção em dar uma atenção maior em expor que os benefícios das atividades lúdicas vão além do desenvolvimento físico, mas cognitivo, pessoal e social do aluno. Com base na perspectiva de Benvenuti (2012), os jogos e as brincadeiras se tornam uma importanteferramenta para a construção do conhecimento dentro do processo educacional. Por isso, atividades lúdicas de uma forma geral, devem estar sempre presentes no cotidiano das crianças, sendo essas atividades livres e espontâneas, porém, com o objetivo de extrair o melhor da capacidade cognitiva do aluno. Para alcançar resultados no âmbito cognitivo do aluno, algumas atividades devem ser mediadas pelo professor, onde o aprendizado acontece por meio das interações com as demais crianças e com os objetos a sua volta. Atividades como o ato de brincar e jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual, sempre estiveram presentes em qualquer povo, desde o mais remoto tempo. Através das atividades lúdicas, a socialização, a iniciativa e a auto estima, coloca a criança de em condições de ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor. Entende-se o lúdico como uma ferramenta pedagógica de grande poder e importância na construção dos saberes e no desenvolvimento social, humano e cognitivo do aluno, pois através das atividades aplicadas tendo a ludicidade como ferramenta de apoio das mesmas na metodologia de ensino, o aluno tem a possibilidade de centralizar e absorver a proposta pedagógica feita pelo professor e assim se beneficiando das vantagens que a prática de ensino, aprendizado e educação infantil venham auxiliá-lo no seu desenvolvimento interpessoal. Vale ressaltar que o professor não só pode, como deve mediar, visando uma forma mais prazerosa e harmoniosa as atividades pedagógicas por ele aplicado no processo de educação infantil ao aluno, buscando estratégias para um aprender, além de, harmonioso e prazeroso, mais espontâneo. Segundo Duprat (2015), todos nós já fomos crianças e sabemos da importância que as atividades lúdicas tiveram em nossas vidas. Além de nos proporcionarem diversos momentos prazerosos e recreativos, elas foram responsáveis pelo desenvolvimento de diversas habilidades, como a inteligência, a coordenação motora e a sociabilidade. Ou seja, mesmo sem saber estávamos físicos e psicologicamente. Esta afirmativa reforça ainda mais o conceito de se trabalhar as atividades lúdicas para o aluno da educação infantil, tendo em vista os benefícios que o lúdico traz para o pleno desenvolvimento do aluno. Além disso, entende-se que, através das atividades lúdicas o estimula das diversidades emocionais de cada aluno e com isso é possível ter um acesso notório na particularidade de cada um, no qual pode se observar nas atividades desenvolvidas em sala de aula. Com base nos estudos feitos até aqui, pode se afirmar que o ato de brincar se faz benéfico em todas as áreas da criança, pois os jogos e brincadeiras aplicadas como material de ensino didático no contexto escolar, leva o aluno a sensação de liberdade, de expor suas emoções de maneira espontânea, e assim os dando a sensação de liberdade, liberdade essa que extravasa suas angustias e ansiedades. A Ludicidade E As Brincadeiras A ludicidade, o ato de brincar e a brincadeira leva a criança a ter uma noção mais ampla e significativa sobre seu espaço sociocultural e socioambiental, ou seja, resumindo sobre seu mundo, e nesta percepção sendo capaz de construir sua própria identidade. Conforme Duprat (2015), para que a criança brinque de forma espontânea, independentemente de estar brincando sozinha ou em grupo, há a necessidade de haver um espaço adequado a esta criança ou grupo. Nos dias atuais as brincadeiras acabam se limitando quanto seu espaço físico, levando se em consideração o local onde está criança mora, ou seja, na sua grande maioria a criança não consegue desenvolver sua performance lúdica por morar em local de pouco espaço. Trazendo em conta que nos dias atuais as escolas já contam com amplo espaço para o desenvolvimento das atividades lúdicas e que a brincadeira é uma linguagem natural da criança, e é importante que esteja presente na escola desde a educação infantil, para que o aluno possa se colocar e se expressar através das atividades lúdicas, considerando-se como lúdicas as brincadeiras, os jogos, a música, a arte, a expressão corporal, ou seja, atividades que mantenham a espontaneidade das crianças. Não é de agora que jogo e brincadeira vem sendo apontados como as atividades mais comum no desenvolvimento da criança dentro do contexto escolar. Isso é tão perceptível que o termo lúdico tem ocupado um lugar de destaque diante do processo de desenvolvimento pedagógico, ou seja, na educação infantil, onde se inicia o processo de desenvolvimento pedagógico da criança. Pode se dizer que, os conceitos de ludicidade estão presentes nas brincadeiras, nos jogos, na música, na arte, na expressão corporal”, ou seja, neste contexto, embora associa-se lúdico a jogos e brincadeiras, quando se trata de atividade lúdica, abre-se um leque com uma série de atividades que pode ser classificada como atividades lúdicas. O Lúdico E A Educação Infantil Quando falamos em educação infantil e as tomadas de ação para o desenvolvimento pedagógico de alunos matriculados na modalidade, intervenções lúdicas são as mais citadas para este contexto, pois quando paramos para pesquisar sobre o tema lúdico, é que passamos a ter a dimensão de quão amplo é este tema e quantas atividades extracurriculares ela pode englobar. Vários são os autores que estudam, pesquisam, escrevem sobre o presente tema e cada um deles tem seu próprio conceito sobre lúdico, mais precisamente no âmbito da educação infantil. Nos estudos de Benvenuti (2015), define-se a “palavra lúdico” como vindo do latim “ludus”, e significa brincar, um brincar onde estão incluídos, além de jogos; brincadeiras, todas as atividades de expressão corporal, além das artes e da música. Coria-Sabine; Lucena (2009), afirmam que os jogos e as brincadeiras utilizados como atividades lúdicas para o processo de educação infantil, auxilia o aluno a superar determinados bloqueios que os impedem a se desenvolverem pedagogicamente, principalmente em conceitos matemáticos. Tais atividades são de extrema importância para otimizar o processo de ensino e aprendizado no âmbito da educação infantil. As atividades lúdicas durante o processo de educação infantil oferecem ao aluno um método de educação infantil mais espontâneo e prazerosa, uma educação mais prazerosa, divertida, onde a criança aprende brincando. Levando se em consideração que ao longo dos tempos os alunos na instituição de ensino vêm gradativamente perdendo o interesse nas práticas didáticas do método de ensino tradicional, como o uso de materiais didáticos, cadernos, lápis, borracha, quadro negro entre outros usados em sala de aula. O avanço tecnológico tem mudado o conceito dos alunos no âmbito da educação. Neste contexto, mais uma vez entra o termo lúdico. Na educação infantil é possível o professor se soltar e trabalhar os jogos como forma de difundir os conteúdos. Para isso, o professor deve trabalhar com três pontos fundamentais, que são: a vivência, a percepção e o sentido, reflexão em cima da vivência. Ou seja, o educador precisa selecionar situações importantes dentro da vivência em sala de aula; perceber o que sentiu, como sentiu e de que forma isso influencia no processo de educação infantil, além de compreender que no vivenciar e no brincar, a criança é mais espontânea Com isso ao brincar, os conceitos do lúdico sobre as práticas pedagógicas no âmbito educacional, nos leva a uma reflexão muito mais ampla do que o conceito que tínhamos incialmente sobre o lúdico na educação infantil. Saber lidar com o emocional de cada aluno dentro da sala de aula é uma variável das atividades lúdicas neste contexto. Perceber suas emoções, e acima de tudo, perceber como eles estão assimilando o conteúdo das aulas a eles aplicadas. As atividades lúdicas no processo de educação infantil dão ao professor a oportunidade de conhecer a cada um de seus alunos, com base no desenvolvimento cognitivo de cada aluno. A ludicidade e o brincar são certamente elemento vitais no planejamento das atividadespara educação infantil, e discutir sobre eles não significa desmerecer sua importância, pelo contrário, é importante repensar como, por vezes, eles são utilizados, também como poderes reguladores dos sujeitos infantis. Para Coria-Sabine; Lucena (2009), a palavra brincar não se relaciona apenas as atividades da criança, pois em todas as idades as pessoas brincam. Também os jogos estão presentes em todas as faixas etárias, embora as crianças os pratiquem de forma mais frequente e com mais liberdade. Quando as crianças brincam, observa se a satisfação que elas experimentam ao participar das atividades. No que define os autores para exposição do presente ensaio, no conceito com relação ao lúdico, foi possível observar que os mesmos definem esse termo em conceito único. Pois para eles, o lúdico é uma ferramenta pedagógica que contribui de forma significativa para o desenvolvimento do ser humano, não somente no âmbito da aprendizagem, mas em tudo que venha trazer benefícios em seu desenvolvimento interpessoal. Problemas Em Se Aplicar O Lúdico Em Sala De Aula Por meio da brincadeira, o aluno pode ter a oportunidade de aprender a respeitar as regras, discutir, inventar, criar e transformar o mundo em que está inserido. Isso porque o jogo é “uma atividade organizada por um sistema de regras, no qual você pode ganhar ou perder”. (QUEIROZ, 2003, p. 158). Com base nessas ideias, procuramos desenvolver neste capítulo conforme mencionado acima, para verificar como funcionam os jogos e brincadeiras na educação infantil. Especificamente, o objetivo foi investigar a relevância dos jogos e da brincadeira no desenvolvimento da criatividade, equilíbrio, coordenação e comunicação dos alunos. O estudo foi realizado por meio das observações feitas durante nossas atividades de estágio supervisionado, e também por meio de estudos bibliográficos relacionados ao tema investigado. Assim, ao investigarmos os jogos e brincadeiras na Educação Infantil, buscamos conhecer a melhor forma de inserir as atividades lúdicas no cotidiano da Educação Infantil e no processo de aprendizagem. Para isso, é necessário conhecer a realidade dos alunos e propor atividades que despertem o seu interesse e a sua aprendizagem. Segundo Vygotsky (1984,1994,1998) e Kishimoto (1993), autores que foram as referências básicas que apoiaram este capítulo para fornecer contribuições sobre o jogo e o brincar na educação infantil, além de abordar a questão da socialização e constituição do ser, através da interação social. Este capítulo foi escrito e inicialmente organizado com a apresentação das diretrizes metodológicas que deram origem à pesquisa, seguidas da fundamentação teórica que sustentou algumas ideias e achados. Posteriormente, foi realizada uma análise das observações realizadas e também das contribuições de professores, diretores de escolas e alunos. Por fim, são apresentadas as considerações que retornam à questão que originou o problema desta pesquisa, buscando respondê-la a partir do estudo realizado. Construindo Fundamentos Sobre A Ludicidade Segundo a autora Adriana Friedmann em seu livro (O BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL); podemos afirmar que o brincar já exista na vida dos seres humanos antes mesmo que o tema provocasse os olhares dos pesquisadores e estudiosos mais curiosos e interessados neste assunto; que atualmente se tornou tão polêmico e discutido nas instituições de ensino. Desde a antiguidade e ao longo do tempo histórico há registros de que o homem brincou. Mas talvez por todas as transformações que sofreu o mundo, com a tecnologia, mídias eletrônicas, redes sociais entre outras razões, tenha começado a existir uma preocupação com o resgate do brincar no dia-a-dia das crianças. Ao realizar algumas observações percebemos que surgem diferentes perspectivas de análise do comportamento de brincar: afetivas, cognitivas, sociais, morais, culturais, corporais linguísticos etc. De acordo com a Psicologia do desenvolvimento, citada no livro de (Friedmann) a linha sociointeracionista, representada, principalmente por Piaget (1896-1980) e Vygotsky (1896-1934); é uma corrente teórica que defende a existência de relações recíprocas entre indivíduo e meio: ao mesmo tempo em que acriança modifica o meio, ela é modificada por ele; fundamentando este trabalho nesta linha de pensamento partiremos para uma perspectiva mais ampla, a teoria piagetiana que nos mostra como as crianças apreendem o mundo e apropriam-se do conhecimento e também interage com o mesmo e com diferentes objetos e indivíduos. Piaget analisa detalhadamente e explica a função do brincar no desenvolvimento intelectual da criança e sua evolução nos diferentes estágios; mostrando como o brincar é essencial no desenvolvimento das crianças. Já Vygotsky enfatiza a importância das atividades das crianças, isto são suas interações na construção de seus conhecimentos tanto na vida familiar quanto na comunidade. A dimensão interacionista é enfatizada por Vygotsky, sobretudo quanto ao papel do meio social e cultural na formação das funções psicológicas. Já Piaget não analisa, de forma tão específica, o papel do meio na estruturação das condutas do sujeito. Ele dá mais ênfase ao interacionismo no que se refere ao papel ativo do sujeito; referindo-se, ao contexto social que determina a atividade lúdica e a questão das interações sociais O homem, por excelência, sempre manifestou uma tendência lúdica para realizar suas tarefas. Desde muito cedo, a atividade essencial da criança é brincar, e dessa forma ela consegue se expressar e se comunicar, tornando-se um ser social. Observando-as, particularmente, em sala de aula podemos perceber que elas se utilizam desse dispositivo para interagirem e assim estabelecerem novos papéis com o mundo. “O jogo e o brincar funcionam de modo comparável ao sonho. É, portanto, a via principal do acesso ao inconsciente” M. Klein (1959apud BROUGERE1998.p43) A infância é a idade da brincadeira. Por meio dela, a criança libera energia, expande sua criatividade, fortalece a sociabilidade e estimula a liberdade. Assim pelo fato da brincadeira estar intrínseca ligada ao desenvolvimento infantil, também foi inserida no contexto os jogos pedagógicos que reúnem a ludicidade e a aprendizagem. Aplicação Do Lúdico Nas Aulas De Educação Infantil Ao longo dos tempos a inserção das atividades lúdicas no âmbito educacional vem se tornando uma importante ferramenta de auxilio no desenvolvimento cognitivo e pessoal do educando em todos os seus níveis. Quando se fala no nível da alfabetização infantil, esta ferramenta passa a ser definitivamente parte da grade curricular das atividades pedagógicas aplicadas aos educandos. Aprender de forma lúdica proporciona uma série de benefícios para a criança no contexto da alfabetização infantil. Quando se trabalha as atividades escolares de uma forma lúdica, como jogos e brincadeiras, é possível analisar, quão importante ferramenta é este recurso em sala de aula, pois o mesmo permite ao professor uma ampliação no uso de recursos didáticos durante o processo de ensino na alfabetização infantil. Quando a criança começa a desenvolver suas capacidades pedagógicas, ou seja, como um aluno matriculado em uma instituição de ensino que tem como objetivo a alfabetização infantil, começa também um processo de aprendizado pois os mesmos começam a construir conhecimentos seguindo diferentes etapas de seu desenvolvimento cognitivo. Utilizar o lúdico no processo de alfabetização infantil é uma estratégia que favorece a aprendizagem, já que a criança participa de várias atividades, onde estão presentes jogos e brincadeiras. Neste caso, pode se definir jogos e brincadeiras como experimentos e liberdade de criação, nos quais os educandos expõem suas emoções, sensações e pensamentos sobre o mundo e também um espaço de interação consigo e com os outros. Com base nesta apresentação o objetivo deste capitulo é fazer uma análise, com base nas reflexões metodológicas do referencial apresentado, sobre os problemas e dificuldades encontrados para inserçãodas atividades lúdicas em sala de aula e como as atividades lúdicas devem ser abordadas nas instituições de alfabetização infantil. Deve se levar em consideração que as atividades lúdicas ainda não são vistas por parte de alguns educandos como uma atividade curricular que visa o desenvolvimento cognitivo do educando, ou seja, atividades lúdicas como jogos e brincadeiras ainda são vistas como diversão, então, o mesmo busca compreender, a contribuição das atividades lúdicas no ambiente escolar, e com isso fazer um levantamento dos benefícios transmitidos aos alunos após as aulas ministradas durante o processo de ensino aprendizagem, tendo como ferramenta principal as atividades lúdicas. E com base nestas percepções, foi possível ver que é de suma importância que educadores continuem tomando ações lúdicas no processo de alfabetização infantil, pois o brincar é uma forma de linguagem onde a criança atua, se desenvolve e cria seu próprio conhecimento, com as atividades lúdicas, espera-se que a criança quanto aluno desenvolva a coordenação motora, a atenção, o movimento, conhecimento quanto à posição do corpo, direção a seguir entre outros processos que complementam a alfabetização infantil. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGUIAR, Severina Bezerra da Silva Melo. A Ludicidade Infantil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 02, Vol. 01. pp 495-507, Abril de 2017. ISSN:2448-0959. ANTUNES, Celso. Novas Maneiras de Ensinar - Novas formas de Aprender. Rio de Janeiro: Artmed, 2002. ___________, 1937- Educação Infantil: prioridade imprescindível- Petrópolis, RJ: ed. Vozes, 2004 ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação das múltiplas inteligências 18o Ed. Petrópolis,RJ: Vozes,2012. BENVENUTI, Alice, O lúdico na pratica pedagógica, ed. ULBRA. São Paulo 2012 BNCC_Ministério da Educação site: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica. 2017, BRASIL. BROUGÉRE, G. Jogo e Educação. Tradução Chinotti Ramos. Porto Alegre, RGS: Artes Medicas, 1998 BUENO, Elizangela. Jogos e Brincadeiras na educação infantil: ensinando de forma lúdica. Londrina – PR, 2010. CARVALHO, A.M.C. et al. (Org.). Brincadeira e cultura: viajando pelo Brasil que brinca. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992. Constituição Política do Império do Brasil, Disponível em: CÓRIA- SÁBINI, M. A; LUCENA, R. F. Jogos e Brincadeiras na educação infantil Campinas, SP: Papirus, 2004 CORIA-SABINE, Maria Aparecida; LUCENA, Regina Ferreira de. Jogos e brincadeiras na Educação Infantil. Campinas: Papirus, 2009. CUNHA, Nylse Helena Silva. Brinquedos, desafios e descobertas. Petrópolis, RJ: ed. Vozes, 2005. CUNHA, R, C.; ARRUDA, R. E. C.; LOPES, W. S. Ser criança: repensando o lugar da criança na Educação Infantil. In: MELO, G. M. L. S.; BRANDÃO, S. M. B. A.; MOTA, M. S. M. (orgs). Campina Grande: Ed. EDUEPB, 2009. P. 97-107. DUPRAT, Maria Carolina (org.) Ludicidade na educação infantil. São Paulo, Pearson: 2015. FRIEDMANN. Adriana, “A importância do brincar”, Revista Diário na Escola, Santo André SP 2003. FRIEDMANN. Adriana. Livreto Aliança Pela Infância: Brincar, São Paulo, 2005 http://www.aliancapelainfancia.org.br/biblioteca/textos/detalhes. KISHIMOTO, Tisuko Morchida. Jogos infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis,RJ: Vozes,1993. KISHIMOTO, Tisuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação.(org):_14 Ed. São Paulo:Cortez,2011. KISHIMOTO, Tisuko Morchida. (org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 7ed. São Paulo, SP: Cortez, 2003. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo, SP: Cortez, 2002. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogos tradicionais infantis: O jogo a criança e a educação. Petrópolis, Rio De Janeiro: Vozes, 1993. MACEDO, L.SÍCOLI, A.L, CHRISTE, N. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005. MALUF, Angela Cristina Munhoz. Brincar: prazer aprendizado. 7.ed.Petropolis,RJ:Vozes,2009. MATTOS, Mauro Gomes de. Educação física infantil: construindo o movimento na escola. Guarulhos, SP: Phorte, Editora, 1999. MINISTERIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL (Brasil 1998) referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília, DF: MEC/SEF. 1 Vol. MORAIS,Elirian De Oliveira/ Araújo, Eudeiza Jesus de O lúdica educação infantil o desenvolvimento Intelectual. https://fapb.edu.br/wpcontent/uploads/sites/13/2018/02/especial/10.pdf NICOLAU, Marieta Lucia Machado; DIAS, Marina Celia Moraes. Oficinas de Sonho e Realidade Na Formação do Educador da Infância. Campinas, SP: Papirus, 2003 NOVA ESCOLA. Revista de_Educacao_infantil. Edição Especial nº 15, Agosto, 2007. PIAGET, Jean e Inhelder. A psicologia da criança. São Paulo, SP: Difusão europeia do livro, 1973. PIAGET, J. A formação do Símbolo na criança. Rio de Janeiro, RJ: Zahai, 1978. ________. O julgamento moral na criança. São Paulo, SP: Mestre Jou, 1977. PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1975. Piaget,Jean. Psicologia. Pedagogia.Trad.Por Dirceu Accioly Lindoso e Rosa QUEIROZ, T. D..Dicionário Pratico de Pedagogia. 1.ed. São Paulo: Rideel,2003 QUEIROZ, T. e MARTINS, J.L. Jogos e Brincadeiras de A a Z. EDITORA Rideel2002. SALES, Flávia. O papel das atividades lúdicas no processo de desenvolvimento e aprendizagem: http://pedagogia.brasileira.com/trabalho-docente/o-papel-das-atividadesludicas-no-processo-desenvolvimento-.htm. SANTOS, Luciana Alves Dos. As Brincadeiras no Âmbito Escolar: um estudo sobre o papel do brincar no desenvolvimento cognitivo de crianças da educação infantil de uma escola privada do Paraná. Brasília: 2008 SANTOS, Santa Marli Pires dos. O lúdico na formação do educador. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. SANTOS, SOUZA, ISADORA, BOAVENTURA, Adalgisa Maria de Moraes, Silvio Pacheco Macedo, Isadora Maria Silva, Kelly E Lima, “O lúdico nas práticas pedagógicas” 2009 Acesso em 22/03/2018. Disponível em: wwwportaleducarparavida. SILVA ,Kenia Jacine da . Os benefícios do brincar para o desenvolvimento intelectual e social da criança. Itabaiana PB, 2013 ;https://fapb.edu.br/wpcontent/uploads/sites/13/2018/02/especial/10.pdf TELES, Maria Luiza Silveira. Socorro! É proibido brincar! Rio de Janeiro: Vozes, 1999. VYGOTSKY, Levi Semenovich. A Formação Social da Mente. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes Editora LTDA, 1998. VYGOTSKY, Levi Semenovich. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991. VYGOTSKY, Levi Semenovich. Luria, A. R, LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. Trad. Maria da Penha Vilalobos. São Paulo, SP: Ícone, 2001. VYGOTSKY, Levi Semenovich. A formação social da mente. São Paulo, SP: Livraria Martins Fontes, 1988. VYGOTSKY, Levi Semenovich e LEONTIEV, Alexis. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Edusp,1998. VYGOTSKY, Levi Semenovich. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1994. WAJSKOP, Gisela. Brincar na pré-escola. São Paulo, SP: Cortez, 1995.