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SEMIOLOGIA DO ABDOME (PORTO – 7ª EDIÇÃO) Laura Helena Marcon Teixeira / MEDICINA IMEPAC-IUB BAÇO Em condições normais NÃO É PALPÁVEL Para que ser palpável, tem de alcançar o dobro de seu tamanho normal (normal = 13 × 8 × 3,5 cm, com 180 a 200 gramas) Localiza-se na loja esplênica, recoberto pelo diafragma e pela parede costal esquerda, entre a 9a e a 11a costela; sua extremidade inferior dista 5 cm da reborda costal). ESPLENOMEGALIA É PATOLÓGICO! CAUSAS DA ESPLENOMEGALIA: Infecciosas/inflamatórias: o Sepse o Abscesso o Endocardite o Tb o Sífilis o Lupo Hipertensão portal: o Cirrose o Trombose da veia porta Hiperplásicas: o Anemias hemolíticas o Púrpura o Lúpus Metaplasia Doenças metabólicas: o Mucopolissacaridoses o DM Linfomas / leucemias Cistos CA SEMIOLOGIA DO ABDOME (PORTO – 7ª EDIÇÃO) Laura Helena Marcon Teixeira / MEDICINA IMEPAC-IUB PALPAÇÃO DO BAÇO Paciente em decúbito dorsal Médico ao lado esquerdo do paciente Mãos em garra no rebordo costal esquerdo: o Inspiração – mãos na parede, sem compressão o Expiração – mãos comprimem e movimentam para cima, buscando a borda o Inspiração – baço desce e bate na ponta dos dedos POSIÇÃO DE SCHUSTER: o Paciente deve estar posicionado em decúbito lateral direito com o membro inferior esquerdo fletido a 90° e o joelho serve como ponto de apoio sobre a mesa do exame, garantindo equilíbrio ao paciente. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE ESPLENOMEGALIA: o Tumores renais o Rim policístico o CA o Pseudocisto pancreáti LEMBRAR: Nem tudo que se palpa em HD é esplenomegalia! Esplenomegalia vai ocupar Traube: SÃO RARAS! Tumor de baço Cisto de baço PALPAÇÃO DO BAÇO Impalpável ( ) Palpável ( ) Esplenomegalia: Magnitude: Pequena ( ) Média ( ) Grande ( ) Sensibilidade: Indolor ( ) Dolorosa ( )