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DISCIPLINA 
DESENHO TÉCNICO 
 
 
 
 
 
Prof. Reginaldo Vaz 
1. Definição 
O que é desenho? 
O desenho é uma arte! 
É o processo de criação visual com objetivo final. 
Um bom desenho mostra a melhor expressão visual 
possível da essência daquilo que está representando. 
Desenho é a expressão gráfica da forma, Portanto não é 
possível desenhar sem o conhecimento das formas a serem 
desenhadas. 
 
 Desde épocas muito antigas, o desenho é uma forma 
importante de comunicação. E essa comunicação (representação 
gráfica) trouxe grandes contribuições para a compreensão da História, 
porque, por meio dos desenhos feitos pelos povos antigos, podemos 
conhecer as técnicas utilizadas por eles, seus hábitos e até suas ideias. 
 O homem pré-histórico marcou na rocha seres humanos, 
animais, plantas, elementos do seu mundo, expressando de uma forma 
intensa as suas vivências. 
Entre os tipos de desenho temos: 
a) Desenho artístico ou de expressão 
b) Desenho de resolução ou de precisão - a geometria 
descritiva 
c) Desenho de representação ou técnico 
 
 
Desenho técnico 
 É uma forma de representação gráfica usada, entre outras 
finalidades, para ilustrar instrumentos de trabalho, como máquinas, 
peças e ferramentas, por exemplo. 
 É também a linguagem universal para identificar um produto 
segundo sua forma gráfica. Pois, representam corpos, formas, 
dimensões e o material de que são constituídos. 
 O desenho técnico deve transmitir com exatidão todas as 
características do objeto a ser representado. 
 
Desenvolvido graças ao matemático francês Gaspar Monge 
(1746-1818). Os métodos de representação gráfica que 
existiam até aquela época não possibilitavam transmitir a 
idéia dos objetos de forma completa, correta e precisa. 
 
Monge criou um método que permite representar, com 
precisão, os objetos que têm três dimensões (comprimento, 
largura e altura) em superfícies planas, como, por exemplo 
em uma folha de papel, que tem apenas duas dimensões 
(comprimento e largura). 
 
Esse método, conhecido como mongeano, quando foi 
publicado em 1715, foi chamado de geometria descritiva, 
sendo os seus princípios a base do desenho técnico. 
ORIGEM DO DESENHO TÉCNICO 
No século XIX, com a revolução industrial, foi necessário 
normalizar a forma de utilização da geometria descritiva para 
transformá-la numa linguagem gráfica que, a nível internacional, 
simplificasse a comunicação e viabilizasse o intercâmbio de 
informações tecnológicas. 
 
 
Desta forma, a Comissão Técnica TC 10 da International 
Organization for Standardization – ISO normalizou a forma de 
utilização da geometria descritiva como linguagem gráfica da 
área técnica e da arquitetura, chamando-a de desenho técnico 
 
ORIGEM DO DESENHO TÉCNICO 
Desenho geométrico 
 
 Expressão gráfica da forma, considerando-se as 
propriedades relativas à sua extensão, ou seja, suas 
dimensões. 
 
• Essas dimensões são as três medidas que compõem o nosso mundo 
tridimensional: o comprimento, a largura e a altura (ou a espessura em 
alguns casos). 
 
• Algumas formas apresentam apenas o comprimento, logo o ente 
geométrico que traduz essa forma é a linha. 
 
• Quando um objeto apresenta duas dimensões, isto é, um 
comprimento e uma largura, o ente geométrico que o representa é o 
plano. Temos aí a idéia de área, de superfície. 
• Finalmente, ao depararmo-nos com objetos que apresentam as três 
dimensões, temos a idéia do volume. 
• Considerando agora as três dimensões 
 
• O Espaço Geométrico pode ser comparado à ideia tradicional do 
espaço cósmico infinito, ressaltando-se aqui que é sabido que outras 
teorias contestam esse modelo. No entanto, para a geometria 
tradicional fica valendo a velha ideia. É no Espaço Geométrico que se 
localizam os Entes Geométricos, que, organizados darão formato às 
figuras ou Corpos Geométricos. 
Entes geométricos: Ponto, Linha, O plano e a Reta 
Entes geométricos: Ponto, Linha, O plano e a Reta 
 
PRINCIPAIS NORMAS DO DESENHO TÉCNICO 
 
• NBR 10647 – DESENHO TÉCNICO – NORMA GERAL, cujo 
objetivo é definir os termos empregados em desenho técnico. 
 
• NBR 10068 – FOLHA DE DESENHO LAY-OUT E DIMENSÕES, 
cujo objetivo é padronizar as dimensões das folhas utilizadas na 
execução de desenhos técnicos e definir seu lay-out com suas 
respectivas margens e legendas. 
 
• NBR 8403 – APLICAÇÃO DE LINHAS EM DESENHOS – TIPOS 
DE LINHAS – LARGURAS DAS LINHAS 
 
• NBR10067 – PRINCÍPIOS GERAIS DE REPRESENTAÇÃO EM 
ESENHO 
TÉCNICO 
 
• NBR 8196 – DESENHO TÉCNICO – EMPREGO DE 
ESCALAS 
 
 
NBR 10582 – APRESENTAÇÃO DA FOLHA PARA DESENHO 
TÉCNICO, 
que normaliza a distribuição do espaço da folha de desenho, definindo 
a área 
para texto, o espaço para desenho etc.. 
 
• NBR 13142 – DESENHO TÉCNICO – DOBRAMENTO DE 
CÓPIAS, que fixa 
a forma de dobramento de todos os formatos de folhas de desenho. 
 
 
NBR 8402 – EXECUÇÃO DE CARACTERES PARA 
ESCRITA EM DESENHOS TÉCNICOS que, visando à 
uniformidade e à legibilidade para evitar prejuízos na clareza 
do desenho e evitar a possibilidade de interpretações erradas, 
fixou as características de escrita em desenhos técnicos. 
 
• NBR 12298 – REPRESENTAÇÃO DE ÁREA DE 
CORTE POR MEIO DE 
HACHURAS EM DESENHO TÉCNICO 
 
• NBR10126 – COTAGEM EM DESENHO TÉCNICO 
O DESENHO TÉCNICO pode ser desenvolvido: 
MANUALMENTE 
 Através de equipamentos e 
instrumentos manuais 
adequados 
INFORMATICAMENTE 
 Através do computador e 
programas específicos 
 
EQUIPAMENTOS de DESENHO: 
DESENHO TÉCNICO MANUAL 
 Lápis ou Porta-minas e Minas de 
dureza média (HB) 
 
Apara-Lápis 
Compasso Borracha 
Régua 
EQUIPAMENTOS de DESENHO: 
DESENHO TÉCNICO MANUAL 
 Esquadro (60º) 
 Esquadro (45º) 
Esquadro Geométrico (45º) Transferidor (180º) 
EQUIPAMENTOS de DESENHO: 
DESENHO TÉCNICO MANUAL 
 Régua T 
Estirador 
Estirador com Máquina de 
Desenho 
EQUIPAMENTOS de DESENHO: 
DESENHO TÉCNICO COMPUTACIONAL 
 
 Computador 
fixo, monitor, 
teclado e rato 
 Computador 
portátil 
 Impressora 
 Plotter 
 Software específico 
2. Instrumentos e utensílios de 
desenho 
 
 Para uma melhor apresentação do desenho (desenho preciso e 
límpido), devem ser utilizados instrumentos adequados. Com a difusão 
dos programas de CAD ( Computer Aided Design), alguns materiais de 
desenho se tornaram obsoletos. Mas, o conhecimento é importante no 
processo construção de conhecimentos. Alguns materiais são: 
2. Instrumentos e utensílios de desenho 
 
Prancheta: 
 Onde são fixados os papéis para a execução dos desenhos. 
Retângulo de madeira apoiado sobre um cavalete onde os 4 lados 
devem estar no esquadro. A superfície deve ser lisa. Deve-se ter 
cuidados com a iluminação para não formar sombra sobre o desenho. 
Régua paralela: 
 É uma régua composta de uma haste e fios para fixá-la na 
prancheta. Uma vez fixa, desliza sobre ela e é possível traçar-se linhas 
paralelas horizontais ou ainda apoiar esquadros para traçar-se linhas 
verticais ou com determinada inclinação. São fabricadas em acrílico 
transparente e podem ser encontradas em vários tamanhos. 
Esquadros: 
 São fabricados em material transparente para observar os 
pontos de contato. 
 Tem forma de triângulo retângulo, formando ângulos de 45º, 30º 
e 60º. São utilizados para o traçado de retas paralelas, retas oblíquas e 
retas perpendiculares as retas dadas. 
 Para usar o esquadro, fixe-o com a palma da mão, incline o 
lápis em relação ao papel aproximadamente 60º, de modo que a ponta 
fique ligeiramente afastada do esquadro. O esquadro é usado de modo 
que fique à direita do traço, isso não vale para desenhistas canhotos. 
Escalímetro ou escala: 
 
 Desenvolvida no formato triangular com seis tipos de escala sendo 
1:20, 1:25, 1:50, 1:75, 1:100 e 1:125. 
 A escala adotada deve ser indicada nalegenda do desenho e 
quando em uma mesma prancha se utilizar vários tipos de escala, deve-se 
colocar abaixo do desenho cada uma. 
 A escala é a razão existente entre as medidas no papel do 
desenho e as medidas reais do objeto. Veremos isto no capitulo referente 
ao estudo e uso das escalas. 
Não se deve usar a escala para traçar linhas, pois o lápis suja a régua, 
gasta a graduação e a linha não é regular por falta de apoio. Seu uso é 
exclusivamente para marcar e tomar medidas. 
Compasso: 
 
 Os fabricados em metal são mais precisos e duráveis. O 
compasso é usado para traçar circunferências, arcos de circunferências 
(partes de circunferência) e também para transportar medidas. 
 Numa de suas hastes temos a ponta seca e na outra o grafite, 
que deve ser apontado obliquamente (em bisel). Ao abrirmos o 
compasso, estabelecemos uma distância entre a ponta seca e o grafite. 
Tal distância representa o raio da circunferência ou arco a ser traçado. 
Transferidor: 
 
 Utilizado para medir e traçar ângulos, deve ser de material 
transparente (acrílico ou plástico) e podem ser de meia volta (180°) ou 
de volta completa (360°). 
Gabarito: 
 
 São placas vazadas de acrílico transparente para serem 
utilizadas a fim de desenhar perfis especiais e peças padronizadas 
como círculos, tubulações, elipses, louças sanitárias, etc. Possuem 
diversas escalas 
Borracha: 
 
 Branca e macia, preferencialmente de plástico sintético. Para 
pequenos erros, usa-se também o lápis-borracha. 
Régua: 
 
 Em acrílico ou plástico transparente, graduada em cm 
(centímetros) e mm (milímetros) 
 
. 
 
NBR-8196 – Escalas 
Escala gráfica é a relação entre as dimensões representadas 
no desenho e as dimensões reais do objeto. 
 
 Desenho Real 
. 
 NBR-8196 – Escalas 
A necessidade do emprego de uma escala na representação 
gráfica surgiu da impossibilidade de representarmos, em muitos 
casos, em tamanho real certos objetos, cujas dimensões não 
permitem o uso dos tamanhos de papel recomendados pelas 
Normas Técnicas. 
 
Ex.: Você não pode desenhar um casa no tamanho real em 
uma folha de papel então usamos a escala para reduzir o 
objeto para que possamos desenhá-lo proporcional ao real. 
 
. 
 
Tipos de escalas: 
 
 Nem sempre será possível representar os objetos em sua 
verdadeira grandeza,dependendo do nível de detalhamento que 
se deseja representar, são adotadas diferentes escalas. 
 
 
 
 
 Escalas Numéricas 
 
Redução 
Ampliação 
 As escalas são classificadas em dois tipos: 
 
Natural 
 
. 
 
Escala natural 
 É a escala onde a representação do objeto é feita 
em sua verdadeira grandeza, ou seja, uma unidade do 
desenho corresponde a uma unidade do objeto. 
 
 1 : 1 
 
 
 
 Desenho Real 
 
. 
 Escala de ampliação 
 É a escala onde a representação do objeto 
é maior que sua verdadeira grandeza, ou seja, X unidade 
do desenho corresponde a uma uma unidade do objeto. 
 
 X : 1 
 
 
 
 Desenho Real 
 
. 
 
Escala de redução 
 É a escala onde a representação do objeto é menor 
que sua verdadeira grandeza. 
 
1 : X 
 
 
 
 Desenho Real 
 
Em arquitetura normalmente empregam-se as escalas de redução, 
uma vez que as medidas reais geralmente são grande. Para 
detalhamento usamos a escala de ampliação. 
 
. 
 Condições básicas na escolha da escala 
 
 O tamanho do objeto a representar 
 As dimensões do papel disponível 
 A clareza e a precisão do desenho 
 
. 
 
Nomenclatura de escalas: 
 
 Forma de proporção: 
 1/100 – um pra cem 
 1/50 – um pra cinquenta 
 1/20 – um pra vinte 
 
 Forma ordinária: 
 1:100 – um pra cem 
 1:50 – um pra cinquenta 
 1:20 – um pra vinte 
1. Um muro foi representado em um projeto 
arquitetônico, com 15 mm de altura, na 
escala 1:200. Qual a dimensão real da 
altura deste muro em metros? 
 
ESCALAS 
2. Um engenheiro utilizou a escala de 
1/250, para representar o comprimento de 
uma indústria, sabendo-se que o 
comprimento real é de 50m, qual a medida 
da representação em cm. 
ESCALAS 
3. Uma estrada com 3km de comprimento, 
deseja-se representar em uma folha A4(210 
x 297 mm). Se a escala utilizada é de 
1/50000, qual a medida da representação 
em (mm). 
ESCALAS 
FORMATO DIMENSÕES MARGEM COMPRIMENTO 
DA LEGENDA 
ESPESSURA 
LINHAS DAS 
MARGENS ESQUERDA OU 
MARGEM DE 
ARQUIVO 
OUTRAS 
A0 841 x 1189 25 10 175 1,4 
A1 594 x 841 25 10 175 1,0 
A2 420 x 594 25 7 178 0,7 
A3 297 x 420 25 7 178 0,5 
A4 210 x 297 25 7 178 0,5 
e pré- 
• NBR 10068 – Folha de desenho - Leiaute e dimensões (10/1987) 
Padroniza as características dimensionais das
 folhas em branco impressas aplicadas a todos os 
desenhos técnicos. 
Os Formatos da série “A” seguem as seguintes dimensões em milímetros: 
 
 
 
A1 
 
A2 
 
A3 
A4 
A4 
Y = 1189 
X
 =
 8
4
1
 
X
 /
 4
 
X
 /
 2
 
Y / 2 Y / 4 Y / 4 
X
 /
 4
 
Formato das Folhas 
Os formatos da série “A” têm como base o formato A0, cujas dimensões 
guardam entre si a mesma relação que existe entre o lado de um quadrado 
e sua diagonal (841 2 =1189), e que corresponde a um retângulo de área 
igual a 1 m2. 
POSIÇÃO DO PAPEL 
•O papel sempre deve ser posicionado na parte inferior direita da mesa de 
trabalho com a margem de arquivo do papel na posição esquerda. 
A legenda é um elemento obrigatório e deve conter todos os dados para 
identificação do desenho (número, origem, título, executor etc.). Sempre 
estará situada no canto inferior direito da folha. 
LEGENDAS 
A3 
178 
420 210 
25 
LEGENDA 
 
A4 
 
LEGENDA 
7 
7 
7 
35 
2
9
7
 
2
9
7
 
 LEGENDAS 
 
 A legenda a qual chamamos de Carimbo, tem a 
finalidade de uniformizar as informações que devem acompanhar 
os desenhos. 
 
a- Nome do escritório , Companhia etc. ; 
b- Título do projeto ; 
c- Nome do arquiteto ou engenheiro ; 
d- Nome do desenhista e data ; 
e- Escalas ; 
f- Número de folhas e número da folha ; 
g- Assinatura do responsável técnico pelo projeto e 
execução da obra ; 
h- Nome e assinatura do cliente ; 
i- Local para nomenclatura necessária ao arquivamento 
do desenho . 
j- Conteúdo da prancha 
 
FATEC CARIRI 
 CURSO: DISCIPLINA: 
ALUNO: 
DATA: ESCALA: 
PRANCHA 
01 
HORIZONTES DE ESCRITA E LEITURA DO PAPEL 
 
•A margem de arquivo e a legenda definem os horizontes de escrita e leitura 
do papel. 
LEGENDA 
130 105 185 
185 
A 
 
3 
210 192 192 
LEGENDA 
1
2
3
 
105 
192 
A2 
2
9
7
 
2
9
7
 
210 260 185 185 
130 
105 
LEGENDA 
A1 
185 
2
9
7
 
• NBR 13142 - desenho técnico - dobramento de cópia (12/1999), que fixa a forma 
de dobramento de todos os formatos de folhas de desenho: para facilitar a 
fixação em pastas, eles são dobrados até as dimensões do formato A4. 
ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇOS (NBR 10582) 
O planejamento da execução do desenho na folha é necessário e deve-se 
respeitar os espaços para o desenho, a legenda e texto. 
 
 
Espaço para desenho 
Legenda 
Espaço 
para Texto 
O lápis 
Os lápis médios são os recomendados para uso em desenho técnico, a 
seleção depende sobretudo de cada usuário. 
MACIOS MÉDIOS DUROS 
Dimensões 
10-15 10-15 3 2 3 
3 2 3 
Linhas – terminações, cruzamentos 
Linhas – terminações, cruzamentos 
Traçados à mão livre 
Método para desenhar circunferências 
Método para desenhar arcos 
Método para desenhar arcos vinculados a pontosde tangência 
são: 
As exigências básicas do uso de caligrafia em desenhos técnicos 
Legibilidade; Uniformidade, e Adequação à microfilmagem e a outros 
processos de reprodução. 
CALIGRAFIA TÉCNICA 
O estilo das letras e números adotados em Desenho Técnico é o Gótico 
Comercial, constituído de traços simples com espessura uniforme. Pode-se 
utilizar tanto letras verticais como também inclinadas. NBR 8402 
 
DESENHO TÉCNICO - EM-312 
 
DESENHO TÉCNICO - EM-312 
 
desenho técnico - em-312 
 
desenho técnico - em-312 
Característica Relação Dimensões (mm) 
h Altura das letras maiúsculas 
 
h 2,5 3,5 5 7 10 14 20 
c Altura das letras minúsculas 
 
(7/10)h 
 
- 2,5 3,5 5 7 10 14 
a Dist. mínima entre caracteres 
 
(2/10)h 0,5 0,7 1 1,4 2 2,8 4 
b 
Dist. mínima entre linhas de 
base 
 
(14/10)h 3,5 5 7 10 14 20 28 
e Dist. mínima entre palavras 
 
(6/10)h 1,5 2,1 3 4,2 6 8,4 12 
d Largura de linha 
 
(1/10)h 
 
0,25 
 
0,35 0,5 0,7 1 1,4 2 
Deste modo, deve-se: 
Usar distância entre caracteres (a) no mínimo duas vezes a largura 
da linha (d); Aplicar a mesma largura de linha para letras maiúsculas 
e minúsculas, e ter a altura (h) com razão 21/2. 
CALIGRAFIA TÉCNICA – forma da escrita vertical 
CALIGRAFIA TÉCNICA – forma da escrita inclinada 
Papel: Blocos, cadernos ou folhas avulsas (papel ofício) de cor 
branca e sem pautas. 
Formato do papel: 
 
 Os formatos de papel para a execução dos desenhos técnicos 
são padronizados obedecendo as normas estabelecidas pela ABNT 
(Associação Brasileira de Normas Técnicas). 
 O formato básico, designado por A0 é o do retângulo de lado 
medindo 841 e 1189 mm, tendo área de 1 m². A partir deste formato 
básico derivam os demais da série A, pela bipartição ou duplicação 
sucessiva, que são: A0, A1, A2, A3 e A4 os mais usados, porém existem 
ainda formatos menores que A4 e maiores que A0. 
Lápis ou lapiseira: 
 
 Apresentam internamente o grafite ou mina, que tem grau de 
dureza variável, classificado por letras, números ou a junção dos dois. 
 As lapiseiras apresentam graduação quanto à espessura do 
grafite, sendo as mais comumente encontradas as de número 0,3 – 0,5 – 
0,7 e 1,0. 
Régua fexível: Permite qualquer tipo de curvatura. 
Fita adesiva: Para fixar o papel de desenho na prancheta. 
 Movimentos com os esquadros, da régua paralela e da 
lapiseira no traçado de linhas: 
Vamos praticar!!!

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