Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original
Apresentação Este material foi produzido com o intuito de facilitar o ensino da parte teórica musical para crianças. Pelos longos anos que venho me dedicando ao ensino da música, com carinho especial à criança, senti a necessidade de um material mais descontraído para ensinar a teoria musical de uma forma mais leve. Por isso, foi criada esta “TEORIA MUSICAL INFANTIL”. Com uma linguagem facilitada e uma variedade de ilustrações divertidas, este material proporciona um aprendizado fácil e agradável para todas as idades. Aproveitem com carinho e dedicação! Índice Noções Elementares de Órgão......................................................... 5 Módulo 1 O som........................................................................................ 9 As propriedades do som................................................................... 10 Os elementos da música................................................................... 13 Notação Musical............................................................................. 14 Exercícios – Módulo 1...................................................................... 18 Módulo 2 Figuras e pausas............................................................................ 19 Tempo....................................................................................... 27 Exercícios – Módulo 2..................................................................... 32 Módulo 3 Intervalo...................................................................................... 34 Fermata....................................................................................... 35 Exercícios – Módulo 3...................................................................... 36 Módulos 4 e 5 Acentuação métrica......................................................................... 37 Contratempo................................................................................ 38 Ligadura...................................................................................... 39 Exercícios – Módulos 4 e 5................................................................ 41 Módulo 6 Ponto de aumento.......................................................................... 42 Ponto de diminuição....................................................................... 42 Exercícios – Módulo 6..................................................................... 43 Módulo 7 Síncopa....................................................................................... 44 Exercícios – Módulo 7...................................................................... 45 Módulo 8 Semitom...................................................................................... 46 Tom........................................................................................... 46 Acidentes ou Sinais de alteração.......................................................... 47 Exercícios – Módulo 8...................................................................... 49 Módulo 9 Andamento.................................................................................. 51 Dinâmica..................................................................................... 52 Expressões................................................................................... 52 Metrônomo.................................................................................. 53 Quiálteras.................................................................................... 54 Exercícios – Módulo 9...................................................................... 55 Módulo 10 Compasso simples.......................................................................... 56 Exercícios – Módulo 10..................................................................... 61 Módulo 11 Compasso composto........................................................................ 64 Acentuação métrica nas subdivisões...................................................... 69 Exercícios – Módulo 11...................................................................... 70 Módulo 12 Compasso correspondente................................................................. 73 Acentuação métrica nos compassos correspondentes.................................. 74 Sinais......................................................................................... 75 Exercícios – Módulo 12..................................................................... 76 Módulo 13 Escalas diatônicas de modo maior........................................................ 77 Exercícios – Módulo 13..................................................................... 82 Módulo 14 Escalas relativas............................................................................. 88 Círculo das quintas (Modo maior e menor)............................................. 91 Exercícios – Módulo 14..................................................................... 92 Módulo 15 Escalas homônimas......................................................................... 97 Notas e escalas enarmônicas.............................................................. 97 Escalas cromáticas.......................................................................... 98 Exercícios – Módulo 15..................................................................... 99 Módulo 16 Tonalidade................................................................................... 101 Ornamentos................................................................................. 102 Exercícios – Módulo 16.................................................................... 105 . Teoria Musical Infantil – Noções Elementares de Órgão . Noções Elementares de Órgão Histórico Órgão. Instrumento musical dotado de teclado, no qual os sons são produzidos por tubos. Cada tubo produz uma altura diferente. O primeiro órgão conhecido foi construído na cidade de Alexandria, no século III a.C. Era um instrumento hidráulico, que funcionava através de duas bombas de ar. O órgão hidráulico era constituído de um grande teclado de 8 a 10 tubos. No século I d.C., surgiu o órgão pneumático, movido por foles manuais (daí o nome “órgão de foles” ou “Harmônio”). Com o passar dos tempos os órgão foram sendo aperfeiçoados: acrescentando teclas, pedais, etc. Os órgãos de tubos eram feitos de tubos de madeira, zinco ou estanho, formando timbres diversos. Os timbres eram designados pelas diferentes alturas (em pés) dos tubos. O órgão “Hammond”, desenvolvido pelo inventor americano Laurens Hammond em 1935, foi o primeiro órgão eletrônico prático que tinha capacidade de simular o som de um órgão de tubos. Este não possuía foles ou tubos, mas os sons eram produzidos por componentes eletrônicos. Em 1939 Hammond introduziu o “Novachord”, que simulava os sons de muitos instrumentos. . Teoria Musical Infantil – Noções Elementares de Órgão . Após muitas transformações surgiram, em 1970, os órgãos eletrônicos que conhecemos hoje. O órgão é considerado o “rei dos instrumentos”, porque, através de um único instrumento, podemos ouvir uma verdadeira orquestra. Partes do Órgão Teclado Superior (UPPER): usado para tocar a melodia. Teclado Inferior (LOWER): usado para tocar a harmonia. Pedaleira (BASS): usada para preencher a harmonia. Pedal de Expressão: usado para controlar a intensidade do som. Registros (Digitais e Deslizantes): usados para selecionar os sons existentes no órgão. Ex.: flute, strings, oboé, trumpet, etc... . Teoria Musical Infantil – Noções Elementares de Órgão . Existem, ainda, alguns efeitos que modificam os sons, porém, devemos ter cuidado ao usá-los. Ex.: sustain, vibrato, attack, etc... Os números que acompanham o nome dos registros indicam a altura em que as notas serão ouvidas (quanto maior for o número, mais grave será o som). Ex.: Se for adicionado o registro “flute 16”, o 1º DO (central) do teclado superior será ouvido uma oitava abaixo, ou seja, tocaremos este DO e ouviremos este som . O número 8 é a altura natural das notas. Tocaremos e ouviremos este som . O número 4 é uma oitava acima. Tocaremos e ouviremos . O número 2 são duas oitavas acima. Tocaremos e ouviremos . Esta explicação é válida para o som de outros instrumentos (oboé, trumpet, clarinet). Os registros que possuem os números 2½, 3¼, 5½, não devem ser acionados, pois desafinam a melodia. Para se tocar os hinos, predominam-se as “flutes”, sempre tendo o cuidado de coloca-las na altura certa. Exemplo de registração das “flutes” para tocar hinos: FLUTE 16 FLUTE 8 FLUTE 4 FLUTE 2 Para tocar os hinos, a pedaleira será sempre registrada em BASS 8’ pois a clave de fa já é grave, então, se for colocada em BASS 16’ tocará uma oitava mais grave, e o som não ficará de acordo com os baixos da orquestra. . Teoria Musical Infantil – Noções Elementares de Órgão . A maioria dos órgãos possuem, ainda, os seguintes registros: STRING (geralmente aparece na cor amarela): Indica instrumentos de cordas e produz um som agudo. REED (cor vermelha): Indica instrumentos de metal. VIBRATO (cor verde): Produz um efeito de vibração no som. Deve ser bem ajustado para não tirar a beleza do som. SUSTAIN (cor preta): Prolonga e une os sons. Para tocar os hinos e métodos este registro deve ser pouco adicionado. Registração é o ajuste dos diversos registros existentes no órgão, com a finalidade de deixá-lo com o som desejado. É importante que se aprenda a registrá-lo corretamente para tornar seu som mais agradável; para isso é indispensável o conhecimento da função de cada registro, considerando ainda que há variação de timbre de órgão para órgão. Postura Deve-se posicionar a banqueta ao centro do órgão, sentando-se no centro dela, com o pé direito sobre o Pedal de Expressão (que servirá de apoio). O pé esquerdo tocará a pedaleira. Deve-se manter a cabeça erguida, os pulsos acima do teclado e os braços “caídos” normalmente, tomando o cuidado de não curvar as costas sobre o órgão. Dedilhado: é o número estabelecido para cada dedo, conforme a figura abaixo: . Teoria Musical Infantil – Noções Elementares de Órgão . A finalidade do dedilhado é facilitar a movimentação dos dedos sobre o teclado. Dedicação ao Estudo O estudo deve ser diário e contínuo. Tudo no começo é difícil, mas a insistência e a força de vontade, aos poucos, tornarão as coisas mais fáceis. . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Módulo 1 O som Você já percebeu como o mundo está cheio de sons? Mas você já parou para pensar o que é som? Pois bem, som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando, ou mesmo músicas. Os sons que nos cercam são expressões de um movimento. Devido a esse movimento ser rápido ou lento, recebe o nome de vibração. Experimente fechar os olhos e ficar atento aos sons que nos cercam. Então, percebeu como silêncio é algo quase impossível? Os cientistas nos ensinam que o som é resultado das vibrações das coisas. Tudo o que existe na natureza pode vibrar. Estas vibrações se propagam pelo ar e por qualquer outro meio de condução, chegam aos nossos ouvidos e são transmitidas para o cérebro para que possam ser identificadas. Obs. (professor): Pode ser dado o exemplo com um diapasão. Percuta o diapasão e coloque na cabeça do aluno, no ouvido, no cotovelo, para que ele perceba sua vibração. O nosso ouvido percebe duas espécies de sons: musicais e não musicais. Sons musicais A vibração regular desses objetos produz sons com altura definida, em que você percebe como uma nota musical. Esses sons são chamados de sons musicais. Por exemplo, os sons produzidos pela flauta doce ou outros instrumentos musicais, ou o canto de um pássaro (bem-te-vi) que tem um sentido musical. Sons não musicais Já a vibração irregular produz sons sem altura definida, em que você não consegue distinguir a nota musical. Alguns desses sons são chamados de barulhos ou ruídos. Por exemplo: o som de um avião, ou de um liquidificador, o som de veículos, do vento, sirene, etc. Embora esses elementos sonoros não sejam agradáveis ao ouvido, podem ser aproveitados na música para efeitos especiais, combinados a outros sons musicais. Como está na definição de música: é a arte de combinar os sons. Também podemos tirar sons de diversos objetos e fazer um ritmo. Obs.: Podemos tirar som no chão, na cadeira, em um móvel, na parede, etc. Posso também tirar sons do meu próprio corpo utilizando a voz ou percussão corporal. . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Vamos improvisar uma sequência de sons corporais a partir da intervenção de cada companheiro do grupo. Atividade a) O professor fará um círculo com seus alunos e criará alguns sons com o corpo, todos devem repetir o som emitido. Começar com uma sequência de quatro movimentos. Ex.: 4 estalos / 2 palmas e 2 estalos / 1 palma, 1 estalo, 2 sons de sss / 2 palmas, 1 pé, o outro pé Invente: zzz i chi ....... , bater na perna, no peito, etc. Obs.: Não mudar antes de aprenderem a sequência dada. b) Em círculo, o primeiro participante emite um som corporal, o segundo o imitará e acrescentará outro som. O terceiro participante imitará o anterior e acrescentará mais um som. E assim sucessivamente, até chegar a um número máximo de sons e alguém errar. Comece novamente. As propriedades do som Do mesmo modo que nos referimos às cores, descrevendo-as como claras ou escuras, brilhantes ou pálidas, frias ou quentes, também descrevemos os sons. Os músicos chamam essas características do som de propriedades. É as propriedades que permitem distinguir um som do outro. São 4: duração, intensidade, altura e timbre. Estas propriedades formam a identidade de cada som. Duração É a propriedade que nos permite distinguir sons longos e sons curtos. Na música o som terá sua duração graças à sua permanência no tempo. Atividade a) O professor indicará na lição nº 1 do Método de Solfejo uma figura. Ele mostrará que esta figura é longa, prolongando ela por quatro tempos. Os alunos repetem o som fazendo: . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Ta - a - a - a ou Ta _ b) O aluno poderá bater palma no 1º tempo e o restante prolongar. Depois façam com a lição nº 2, onde a figura também é longa, mas iremos prolongar ela por apenas dois tempos. Então iremos fazer: Ta - a ou Ta _ c) Vamos para a lição nº 13 e faremos a mesma coisa com está figura, portanto prolongando ela por apenas um tempo. Fazendo: Ta ou Ta _ Você sabia que o som tem um companheiro que o complementa? É o silêncio. Como bons companheiros, som e silêncio são inseparáveis e se enriquecem mutuamente. O silêncio, assim como o som, também tem propriedades. A duração é uma delas, da mesma maneira que o som, o silêncio pode ser curto ou longo. Os músicos chamam o silêncio de pausa! Atividade a) Trabalharemos agora com o hino 131. Cantaremos as figuras do hino destacando o 1º tempo e as figuras rítmicas, fazendo: Ta - Ta - Ta - Ta – Ta a - Ta a ... b) Agora como já conhecemos a melodia do hino, cantaremos as notas em sua altura certa. c) O professor fará 3 fichas numeradas. A ficha nº 1 representará a , a nº 2 a e a nº 3 a . Separe os alunos em três grupos. Cada grupo pegará uma ficha e interpretará sua parte, até chegar ao final do hino, sem sair do andamento (o professor marcará o andamento). Pratiquem até que o ritmo fique em ordem. d) Agora veremos como o som e o silêncio são inseparáveis. Continuaremos a atividade do exercício anterior. O professor fará mais 3 fichas com asteriscos em cada uma. Quando ele mostrar as fichas para os grupos, os alunos devem interpretá-las de forma silenciosa. Assim, já estaremos trabalhando a percepção visual. Os alunos devem prestar atenção na partitura e no professor. (Ensine os alunos a respirar entre as notas). Intensidade É a propriedade que nos permite distinguir se o som é forte ou fraco. . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Atividade a) Vá para a lição nº 24 do Método de Solfejo e trabalhe as figuras como nos exercícios anteriores. Exemplo: = ti - ti b) O professor fará uma marcação em cada compasso (F - forte / f - fraco) e os alunos interpretarão os sons de baixa intensidade e de forte intensidade. Trabalhem várias lições mudando a sequência. c) Busque alguns sons com o corpo e produza diferentes intensidades. Exemplo: Na primeira sequência de ritmo F, na segunda f e assim por diante. Variação de intensidade Quando ordenamos uma sequência de sons de intensidade do suave para o forte ou do forte para o suave, estamos realizando uma variação de intensidade. Atividade a) Tente fazer uma variação de som. Comece pelo som suave e vá aumentando a intensidade até chegar a um som mais forte. Utilize as lições do Método de Solfejo para realizar a atividade. Altura É a propriedade do som que nos permite saber de ele é grave ou agudo. Por meio da voz e de alguns instrumentos, podemos experimentar e conhecer sons de diferentes alturas. Atividade . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . a) Vamos interpretar os sons agudos e graves por meio da voz, e o professor acompanhará com um instrumento. Observe os seguintes esquemas, que representam algumas sequências desses sons. Os sons situados na parte superior representam os agudos, e os situados na parte inferior, os sons graves. 1- 2- Agora, faça sequências com sons de três alturas diferentes: agudos, médios e graves. 1- 2- b) Vá para a lição nº 7 do Método de Solfejo, onde o professor tocará para que os alunos percebam a altura do som. Depois os alunos o acompanharão cantando, no tempo da figura (Ta a). Na lição nº 16 trabalhe as três alturas: grave, médio e agudo. Timbre É a propriedade que nos permite diferenciar um som do outro. Indica-nos qual é a origem do som que escutamos. Em um exemplo de comparação, o timbre seria os ouvidos assim como as cores são os olhos. Por meio do timbre identificamos o que está produzindo o som. Exemplo: quando ouvimos uma pessoa falar, um celular tocando, podemos saber qual fonte sonora produziu o som por causa do timbre. Obs.: O professor trabalhará o timbre dos instrumentos musicais. Mostrará aos alunos a orquestra e a família dos instrumentos. (A orquestra se divide em naipes: cordas, madeiras e metais. Pesquisa (GOOGLE): Timbre dos instrumentos musicais Timbre – Vivências Musicais Atividade . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . a) Depois de os timbres dos instrumentos serem bem trabalhados, o professor fará uma sequência de três sons, onde os alunos deverão distinguir quais são os instrumentos tocados. Os elementos da música A música (palavra derivada do idioma grego) cujo significado é a “arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante o som”. É a mais bela de todas as artes, e por meio dela, podemos expressar nossos sentimentos. Os elementos da música são 3: melodia, harmonia e ritmo. Melodia Sequência de sons formando o sentido musical. Harmonia É a combinação dos sons simultâneos. Ritmo Movimento ordenado dos sons no tempo. A duração dos sons nos leva ao ritmo. Exemplo: estalo estalo estalo palma . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Notação Musical Notação Musical é o conjunto de sinais convencionais com que é escrita a música. Os sons são representados por notas que se escrevem na pauta musical. As notas são sete: DO – RÉ – MI – FA – SOL – LA – SI. A esta série de notas sucessivas dá-se o nome de escala. A escala é ascendente quando segue esta ordem: DO RÉ MI FA SOL LA SI DO E descendente em sentido contrário: DO SI LA SOL FA MI RÉ DO . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Pauta ou pentagrama É um grupo de cinco linhas e quatro espaços, onde são escritas as notas musicais. Notas das LINHAS: Notas dos ESPAÇOS: Linhas suplementares As linhas suplementares servem para colocar as notas que não cabem na pauta. As linhas suplementares superiores servem para se colocar as notas mais agudas (de baixo para cima). . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . As linhas suplementares inferiores servem para se colocar as notas mais graves (de cima para baixo). Claves Clave é um sinal colocado no início da pauta que serve para dar nome às notas e determinar sua altura na escala. Com a clave o som passa a se chamar nota. São três espécies de claves. Clave de SOL A clave de sol se assina na 2ª linha. . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Clave de FA A clave de fa se assina nas 3ª e 4ª linhas. Clave de DO A clave de do de assina nas 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas. Exercícios – Módulo 1 1- Explique o que é: . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . Música: . Melodia: . Harmonia: . Ritmo: . Som: . Altura do Som: . Duração do Som: . Intensidade do Som: . Timbre: . 2- Responda às perguntas abaixo: a) Quais as notas musicais? . b) Como é chamado o lugar onde se escreve as notas e como ele é? . c) Como são divididos os sons? . d) Para que servem as linhas e espaços suplementares? . e) Qual a finalidade da clave? . f) Quais as claves mais usadas? . g) Quais as figuras que representam as claves? . . Teoria Musical Infantil – Módulo 1 . h) Quantas claves existem? . . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Módulo 2 Figuras e pausas As figuras e pausas são as formas usadas para representar as diversas durações dos sons musicais. Podem ser chamadas, também, de valores positivos e valores negativos, respectivamente. Figuras ou valores positivos são sinais que representam o som musical. Pausas ou valores negativos são sinais que representam o silêncio musical. As notas não têm a mesma duração. Para diferenciar a duração das figuras, elas adquirem diversas formas. A figura de maior duração é a semibreve. O número que representa a semibreve é o 1. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Partes da Figura Mínima A mínima vale a metade da semibreve. O número que representa a mínima é o 2. São necessárias duas mínimas para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 2. Semínima A semínima vale a metade da mínima. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . O número que representa a semínima é o 4. São necessárias quatro semínimas para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 4. Colcheia A colcheia vale a metade da semínima. O número que representa a colcheia é o 8. São necessárias oito colcheias para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 8. Semicolcheia A semicolcheia vale a metade da colcheia. O número que representa a semicolcheia é o 16. São necessárias dezesseis semicolcheias para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 16. Fusa A fusa vale a metade da semicolcheia. O número que representa a fusa é o 32. São necessárias trinta e duas fusas para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 32. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Semifusa A semifusa vale a metade da fusa. O número que representa a semifusa é o 64. São necessárias sessenta e quatro semifusas para fazer uma semibreve por isso o seu número é o 64. Atividade a) Qual é o número da semibreve? Por que ela recebe esse número? R.: . b) Qual é o número da mínima? Por que ela recebe esse número? R.: . c) Qual é o número da semínima? Por que ela recebe esse número? R.: . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . . d) Qual é o número da colcheia? Por que ela recebe esse número? R.: . e) Qual é o número da semicolcheia? Por que ela recebe esse número? R.: . f) Qual é o número da fusa? Por que ela recebe esse número? R.: . g) Qual é o número da semifusa? Por que ela recebe esse número? R.: . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . . Cada figura tem sua respectiva pausa que lhe corresponde ao tempo de duração. Figuras antigas Na grafia musical antiga, havia ainda quatro figuras, que caíram em desuso. Eram elas: a máxima, a longa, a breve e a quartifusa. Aqui estão estas figuras e suas respectivas pausas. Estas figuras obedeciam às mesmas regras dos valores das atuais: valem metade da anterior e o dobro da seguinte. Portanto, a máxima valia o dobro da longa, a longa valia duas breves, a breve valia o dobro da semibreve e a quartifusa valia a metade da semifusa. Divisão proporcional dos valores . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . A semibreve é a figura de maior valor. Ela representa o número 1. O valor das outras figuras está compreendido dentro do valor da semibreve. Uma semibreve vale 2 mínimas. Então são necessárias duas mínimas para fazer uma semibreve. A semibreve vale 4 semínimas. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . São necessárias quatro semínimas para preencher o tempo de uma semibreve. A semibreve também vale 8 colcheias. São necessárias oito colcheias para fazer uma semibreve. Uma semibreve vale 16 semicolcheias. Precisa-se de dezesseis semicolcheias para formar uma semibreve. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . E assim sucessivamente... Atividade a) Qual é a figura de maior valor? R.: . b) Quanto vale a mínima? R.: . c) Qual é o número da semibreve? R.: . d) Qual é o número da mínima? R.: . e) Qual é o número da semínima? R.: . f) Quantas colcheias completam o tempo de uma semibreve? R.: . Quadro Comparativo Quadro Comparativo Moderno 1 2 4 8 16 32 64 . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . 1 2 4 8 16 32 1 2 4 8 16 1 2 4 8 1 2 4 1 2 A semibreve é a figura de maior duração e as demais são frações dela. Por isso a semibreve é a figura utilizada como unidade de divisão proporcional dos valores. Sendo assim: Semibreve ( ) é a de maior duração. Mínima ( ) vale 1/2 da semibreve. Semínima ( ) vale 1/4 da semibreve. Colcheia ( ) vale 1/8 da semibreve. Semicolcheia ( ) vale 1/16 da semibreve. Fusa ( ) vale 1/32 da semibreve. Semifusa ( ) vale 1/64 da semibreve. Tempo Tempo é um valor determinado na duração do som ou do silêncio. Os tempos podem ser agrupados de dois em dois, de três em três, de quatro em quatro, de cinco em cinco, ou de sete em sete. Compasso Para fazer música precisa-se de tudo o que já foi aprendido até aqui. Mas não é suficiente... As figuras precisam ser agrupadas em porções de igual duração para definir o tipo da música. Então um trecho musical é dividido em partes iguais, chamadas de compasso. Cada compasso é dividido em tempos ou movimentos, que dão origem aos compassos binário (de 2 tempos ou movimentos), ternário (de 3 tempos ou movimentos), quaternário (de 4 tempos ou movimentos), quinário (de 5 tempos ou movimentos) e setenário (de 7 tempos ou movimentos). Destes compassos, os mais usados são: binário, ternário e quaternário. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Para indicar o tipo de compasso, usa-se a fórmula de compasso. Fórmula de compasso são dois números sobrepostos colocados depois da clave, que indica o tipo do compasso. O número superior (numerador) da fórmula de compasso indica a quantidade de tempos no compasso. O número inferior (denominador) da fórmula de compasso indica a figura que valerá um tempo no compasso. Existem compassos de dois tempos, três tempos, quatro tempos... . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Barra de compasso Os compassos são separados no pentagrama, por uma linha vertical chamada barra de compasso ou barra simples. Usa-se uma barra dupla para separar trechos da música. Para concluir a música usa-se a barra final. Para indicar repetição de um trecho musical, usa-se a barra de repetição (ritornello). . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Solfejo Solfejar é fazer a leitura das notas simultaneamente (ao mesmo tempo) com a divisão dos tempos do compasso. Podemos marcar os tempos do compasso “contando” enquanto se toca o instrumento. Marcação dos compassos: binário, ternário e quaternário. . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Obs.: O compasso pode ser representado pelo , e o compasso pelo . Veja só como se marca o compasso contando os tempos do compasso. (A semibreve preenche os quatro tempos / A mínima preenche dois tempos) (A semínima preenche um tempo / A colcheia preenche meio tempo) Atividade . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . Marque a contagem das lições abaixo Exercícios – Módulo 2 1- Faça a cruzadinha: 1- F 5- I G 6- U R 2- A 7- S - O U - V 3- A L . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . 4- O R E S 1. Seu número é o 32. 2. Seu número é o 2. 3. Seu número é o 8. 4. Seu número é o 16. 5. Seu número é o 64. 6. Seu número é o 1. 7. Seu número é o 4. 2- Quais são as figuras usadas para representar a duração dos sons? R.: . 3- Quais são os nomes das partes das figuras? R.: . 4- O que é pausa? R.: . 5- Como escrevemos a pausa da semibreve e da mínima? R.: . 6- Quais as figuras usadas com menos frequência? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 2 . 7- O que é valor positivo? R.: . 8- Por que chamamos de valores positivos e negativos, se tanto as notas como as pausas tem valor em suas durações? R.: . 9- Quais são as barras de divisão? Para que servem? R.: . 10- O que é fórmula de compasso? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 3 . Módulo 3 Intervalo Intervalo é a diferença de altura entre dois sons. Os intervalos podem ser de: 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª, 7ª, etc... Os intervalos também podem ser simples ou compostos Intervalo simples Os intervalos são chamados simples quando estão dentro da oitava. . Teoria Musical Infantil – Módulo 3 . Intervalo Composto Os intervalos chamam-se compostos quando ultrapassam a oitava. Etc... Atividade a) O que é intervalo? R.: . b) O que é intervalo simples? R.: . c) O que é intervalo composto? R.: . Fermata . Teoria Musical Infantil – Módulo 3 . Fermata é um sinal que se coloca acima ( ) ou abaixo ( ) das figuras para aumentar sua duração por tempo indeterminado (ou seja, não tem valor fixo). Adota-se como padrão aumentar aproximadamente o dobro da duração da figura. Ela pode ser chamada de coroa ou infinito. Quando colocada sobre uma pausa ela chama-se suspensão. Quando colocada sobre uma barra de compasso, indica uma parada entre os dois compassos. Exercícios – Módulo 3 1- Faça os intervalos pedidos: a) intervalo de 2ª b)intervalo de 8ª c)intervalo de 4ª d)intervalo de 7ª 2- Com que valor ficarão (aproximadamente) as figuras abaixo? . Teoria Musical Infantil – Módulo 3 . 3- O que é tempo? R.: . 4- O que é compasso? R.: . 5- O que indicam os números superiores e inferiores da fórmula de compasso? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . Módulos 4 - 5 Acentuação Métrica Dentro do compasso, os tempos obedecem às diversas acentuações (fortes e fracas), que chamamos de acento métrico. O acento métrico obedece à seguinte ordem: No compasso binário: 1º tempo = FORTE 2º tempo = fraco No compasso ternário: 1º tempo = FORTE 2º tempo = fraco . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . 3º tempo = fraco No compasso quaternário: 1º tempo = FORTE 2º tempo = fraco 3º tempo = meio Forte 4º tempo = fraco Contratempo Chama-se contratempo quando o tempo forte ou parte forte do tempo está preenchido por uma pausa. ATENÇÃO: só é contratempo quando a pausa estiver no tempo FORTE, se ela estiver no tempo fraco NÃO é contratempo. O contratempo pode ser regular ou irregular. Contratempo Regular Quando as figuras têm a mesma duração Contratempo Irregular Quando as figuras têm durações diferentes. . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . Ritmos Iniciais Existem 3 ritmos iniciais que são usados: Ritmo Tético, Ritmo Anacrúsico (ou Protético) e Ritmo Acéfalo (ou Decapitado). Ritmo Tético Inicia-se no tempo forte do compasso (1º tempo), e o compasso é completo. Ritmo Anacrúsico (ou Protético) Inicia-se no tempo fraco e o compasso é incompleto. Ritmo Acéfalo (ou Decapitado) Inicia-se por uma pausa no tempo forte (1º tempo) e o compasso é completo. Ligadura . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . É uma linha curva que é colocada acima ou abaixo das notas ligando-as. Existem 3 tipos de ligadura: Ligadura de Valor, Ligadura de Portamento e Ligadura de Fraseado. Ligadura de Valor Indica a soma de valores da mesma altura (sons iguais). Ligadura de Portamento Liga notas de diferentes alturas, acentuando a primeira nota e destacando a segunda. Ligadura de Fraseado Apresenta-se sobre diversos compassos num trecho musical. Sua função é separar as frases musicais. Obs.: No órgão, não pode levantar a mão antes de terminar de tocar todas as notas contidas na ligadura. . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . Não existe ligadura de pausas. Legato Consiste em ligar notas sucessivas de modo que não haja nenhum silêncio entre elas. Exercícios – Módulos 4 - 5 1- O que é acentuação métrica? R.: . 2- No compasso binário, qual é o tempo forte? R.: . 3- Em que compasso e em qual tempo está a acentuação “meio Forte”? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulos 4 - 5 . 4- Qundo o contratempo é irregular? R.: . 5- Qual é a ligadura que liga notas de diferentes alturas? R.: . 6- Quando o ritmo é tético? R.: . 7- As pausas podem ser ligadas? R.: . 8- Como são divididos os sons? R.: . 9- Aponte alguma lição do método de solfejo que possui ligadura de portamento. R.: . 10- Qual é a função da ligadura? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 6 . Módulo 6 Ponto de Aumento O ponto de aumento é colocado à direita da cabeça da figura, aumentando a metade do seu valor. As pausas também podem ser pontuadas. Podemos usar até 3 pontos de aumento: O 2º ponto aumenta a metade do valor do primeiro, e o 3º ponto aumenta a metade do valor do 2º ponto. Ponto de Diminuição (Staccato) É colocado acima ou abaixo da cabeça da figura, transformando parte do seu valor em pausa. . Teoria Musical Infantil – Módulo 6 . Existem 3 tipos de pontos de diminuição: Staccato Simples, Staccato Brando e Staccato Martelato. Staccato Simples Diminui a metade do valor da figura. Staccato Brando É um ponto combinado com ligadura e indica fraseado com uma rápida interrupção de som. Diminui 1/4 do valor da figura. Staccato Martelato Na sua execução subtrai-se 3/4 do valor da figura, faz soar apenas 1/4 do seu valor (1/4 do valor é som e 3/4 do valor é pausa). Pausa não tem ponto de diminuição. Exercícios – Módulo 6 1- Dê o significado dos pontos. 2- Com que valor ficarão as figuras abaixo (em figuras)? 3- Quanto tempo aumenta o triplo ponto de aumento de uma figura? . Teoria Musical Infantil – Módulo 6 . R.: . 4- O staccato simples diminui o mesmo tempo que o staccato martelato? R.: . Explique por meio de desenho. 5- A pausa tem ponto de diminuição? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 7 . Módulo 7 Síncopa Síncopa é uma figura que se inicia em um tempo fraco (f) e se prolonga para um tempo Forte (F). Ela se apresenta de várias formas. . Teoria Musical Infantil – Módulo 7 . A síncopa através da ligadura pode ser regular ou irregular. Síncopa Regular Quando se tem figuras com durações iguais. Síncopa Irregular Quando se tem figuras com durações diferentes. Exercícios – Módulo 7 1- Assinale as síncopas com um círculo. 2- Escreva abaixo onde é síncopa e onde é contratempo. . Teoria Musical Infantil – Módulo 7 . 3- Quando a síncopa é regular? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . mi - fa si - do mi-fa si-do mi-fa semitom cromático semitom diatônico Módulo 8 Semitom É o menor intervalo entre dois sons que podemos perceber e classificar. Existem dois tipos de semitons: o semitom cromático e o semitom diatônico. Semitom Cromático É formado por notas de nomes iguais e sons diferentes. Semitom Diatônico É formado por notas de nomes e sons diferentes (porém sucessivos). Tom Tom é o intervalo do som formado por dois semitons, um cromático e um diatônico. No teclado, as teclas vizinhas formam semitons Atividade . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . dobrado sustenido sustenido 1) Diga se o semitom é cromático ou diatônico: 2) Como é formado o tom? R.: . 3) O que é semitom cromático? R.: . 4) O que é semitom diatônico? R.: . Acidentes ou Sinais de Alteração São sinais que se colocam à esquerda de uma nota e que servem para modificar a sua entonação (altura). . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . bemo l dobrado bemol natural – bemol . . . . . . . . . Os acidentes são: sustenido, bemol, dobrado sustenido, dobrado bemol e bequadro. Sustenido Eleva a altura da nota em um semitom. Bemol Abaixa a altura da nota em um semitom. Dobrado Sustenido Eleve a altura da nota em dois semitons (um tom). Dobrado Bemol Abaixa a altura da nota em dois semitons (um tom). Bequadro Anula o efeito das alterações, levando a nota à seu estado natural. Os acidentes ou sinais de alteração podem ser: fixos, ocorrentes e de precaução. Acidentes Fixos . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . M SI MI LA RÉ SOL DO FA FA DO SOL RÉ LA MI SI bemol bemol bemol bemol bemol 3 4 F SO L SI D SI L SO F Aparecem na armadura de clave (acidentes que aparecem junto à clave), sempre em intervalos de 5ª ascendente ou 5ª descendente. Indicam que todas as notas correspondentes à eles serão alteradas. Sequência dos sustenidos Intervalo de 5ª ascendente com 7 sustenidos SUBIU CINCO DEGRAUS Sequência dos bemóis Intervalo de 5ª descendente com 7 bemóis DESCEU CINCO DEGRAUS Acidentes ocorrentes Aparecem em um determinado trecho musical, alterando somente as notas da mesma altura, até o fim do compasso. Ex.: hino 471. Acidentes de precaução São usados para evitar erros na leitura da música. Ex.: hino 436. . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . Exercícios – Módulo 8 1- Explique os itens abaixo e dê exemplos: Acidentes: . Acidentes Fixos: . Acidentes Ocorrentes: . Acidentes de Precaução: . 2- Marque os acidentes nas lições 78, 80, 84, 88 e 90 do Método de Solfejo. Relate abaixo quais acidentes encontrou em cada lição. R.: . 3- Desenhe no espaço abaixo os 6 acidentes existentes. . Teoria Musical Infantil – Módulo 8 . 4- Desenhe os bemóis e sustenidos na ordem correta que aparecem no pentagrama: BEMÓIS SUSTENIDOS 5- Por que falamos intervalos de 5ª ascendentes e intervalos de 5ª descendentes? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Módulo 9 Andamento Andamento é o movimento rápido ou lento dos sons, guardando sempre a proporção dos tempos no compasso. Conforme as movimentações, mais ou menos rápida, consideram-se três tipos de andamentos: lentos, moderados e rápidos. São indicados por palavras italianas, colocadas acima do pentagrama, no começo do trecho musical. Andamentos Lentos 40 a 76 t/m Andamentos Moderados 76 a 120 t/m Andamentos Rápidos 120 a 208 t/m Largo – o mais lento (40 a 60) Larghetto – um pouco menos que o anterior (60 a 66) Adágio – um pouco mais movido que o precedente (66 a 70) Andante – mais movido que o adágio (76 a 108) Moderato – moderado (108 a 120) Allegro – rápido (120 a 168) Presto – muito rápido (168 a 200) Prestíssimo – a mais rápido de todos (200 a 208) Os andamentos podem ser afetados momentaneamente de acordo com a expressão de cada trecho pelos vocábulos abaixo (também na língua italiana). Apressar o andamento . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Diminuir o andamento À vontade Accelerando (accel.) – Afrettando (afret.) Allargando (allarg.) – Rallentando (rall.) – Ritardando(ritard.) Ad libitum (ad llib.) Dinâmica A dinâmica trata do colorido da música, isto é, da variação de intensidade. Sinais de Intensidade Abreviatura Palavras Correspondentes Indica ppp molto pianissimo Bem pianíssimo. Delicadíssimo. pp pianissimo Suavíssimo. Muito brando. p piano Suave, brando. mp mezzo-piano Meio piano. mf mezzo-forte Meio forte. f forte Forte. Intensidade vigorosa. ff fortissimo Muito forte. Intensidade muito vigorosa. fff molto fortissimo Bem fortíssimo. Vigorosíssimo. aum. aumentando Aumentando o som. cresc. crescendo Aumentando o som. rinf. rinforzando Reforçando o som. dim. diminuendo Diminuindo o som. decres. decrescendo Diminuindo o som. smorz. smorzando Extinguindo o som. . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Além das palavras com sua abreviatura, empregam-se com muita freqüência os sinais CRESCENDO e DECRESCENDO para aumentar ou diminuir a intensidade do som. CRESCENDO DECRESCENDO Expressões São indicações colocadas no início da partitura que indicam como deve ser executada a música. São exemplos de expressões: Com Veneração (Ex. Hino 38) Significado: Ato ou efeito de venerar; Culto que se presta às pessoas, às divindades ou às coisas sagradas; Acatamento, respeito. Interpretação: deve-se diminuir o volume do som, e não se acentua as notas. Majestoso (Ex. Hino 135) Significado: Que tem majestade; Suntuoso, grandioso, imponente; Confiante. Interpretação: deve-se tocar com grandiosidade e convicção, preenchendo bem o tempo de duração da nota, porém sem exagero no volume do som. Solene (Ex. Hino 96) Significado: Que se celebra com pompa e suntuosidade; Acompanhado de cerimônias públicas e extraordinárias; Magnífico, pomposo; Que infunde respeito; Grave; Majestoso; Suplicante. Interpretação: deve-se tocar com mais virtuosidade, com som firme, exultante, porém não estridente; mantendo o equilíbrio da sonoridade. Com Júbilo (Ex. Hino 147) Significado: Grande alegria ou contentamento; Regozijo; Fervoroso. Interpretação: deve ser feita de forma alegre, executando as notas de forma mais solta, sem ligar, tomando cuidado para não acelerar o andamento da música (sem haver correria ou força demasiadamente). . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Com Submissão (Ex. Hino 61) Significado: Ato ou efeito de submeter-se; Disposição a obedecer; Humildade; Sujeição; Humilhação voluntária; Obediência espontânea; Suave e sereno. Interpretação: deve-se tocar com a menor suavidade possível (com a intensidade meio piano), sem acentuar as notas. Com Humildade (Ex. Hino 351) Significado: Virtude com que manifestamos o sentimento de nossa fraqueza; Modéstia; Demonstração de respeito, de submissão; Inferioridade. Interpretação: deve ser feita com a execução de veneração, ou seja, menor volume no som, porém com um pouco mais de submissão. Porém a expressão sonora deve transmitir o sentimento de clemência e devoção. Metrônomo O metrônomo é um aparelho, que determina o andamento. Os metrônomos antigos têm forma de uma pirâmide, com um pêndulo que marca a quantidade de batimentos por minuto. Foi inventado por Winke e, mais tarde, aperfeiçoado por Maelzel. De acordo com a posição do peso no pêndulo, ele oscila mais rápido ou mais lento. Hoje existe aparelhos mais fáceis de manusear, os metrônomos digitais. Quiálteras Quiálteras são grupos de notas alteradas na sua quantidade para mais ou para menos do que na sua subdivisão normal. Sobre o grupo dessas notas que compõem a divisão alterada, coloca-se o número indicando a quantidade de figuras, e sobre este grupo de figuras coloca-se, também, uma chave ou um arco. Exemplos: . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Usa-se, às vezes, colocar somente o número, sem a chave ou o arco. As quiálteras podem ser construídas por figuras de diferentes durações ou por uma mistura de figuras e pausas. As quiálteras podem ser aumentativas ou diminutivas. Quiálteras Aumentativas: Quando alteram para mais a divisão normal (exemplos acima). Quiálteras Diminutivas: Quando alteram para menos a divisão normal. Exemplo: Tercinas Quiálteras de três notas. É um grupo de três notas, no lugar onde deveriam aparecer apenas duas notas. Sextinas Quiálteras de seis notas. É um grupo de seis notas, no lugar onde deveriam aparecer apenas quatro notas . Teoria Musical Infantil – Módulo 9 . Obs.: Ao solfejar as quiálteras, nunca acentuar a última nota, e sempre executar os tempos de cada figura exatamente iguais Exercícios – Módulo 9 1- O que são quiálteras? R.: . 2- O que indica o número colocado sobre os grupos de quiálteras? R.: . 3- Dê um exemplo de sextina. 4- Para que serve o metrônomo? R.: . 5- Dê 3 exemplos de sinais (ou siglas) de intensidade. . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . Módulo 10 Compasso Simples Compasso é um conjunto de figuras musicais de duração igual ou variável. São divididos em dois tipos: Compasso Simples e Compasso Composto. Neste módulo vamos estudar o compasso simples. Compasso Simples é aquele que cada tempo é indicado por um valor simples, obedecendo uma subdivisão binária em seus tempos. Por que subdivisão binária? Os tempos já são uma divisão: Agora, quando dividimos os tempos ao meio, temos uma subdivisão (uma divisão dentro da divisão). Então cada tempo é dividido em dois, e é por isso que se chama SUBDIVISÃO BINÁRIA. . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . Os compassos podem ser agrupados de: Dois em dois tempos Três em três tempos Quatro em quatro tempos Lembra-se dos significados dos números da fórmula de compasso? O número superior é o numerador, e indica a quantidade de tempos que terão no compasso. (Exemplos acima!). E o número inferior é o denominador, que indica a figura que valerá um tempo no compasso. Número 2 (mínima) Número 4 (semínima) . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . Número 8 (colcheia) Tempo é a parte unitária da divisão de um compasso simples. A figura (ou valor) que preenche um tempo chama-se Unidade de Tempo (U.T.). O compasso simples é o compasso cuja essa unidade de tempo (U.T.) é uma figura simples (não é pontuada). A figura (ou valor) que preenche o compasso completo chama-se Unidade de Compasso (U.C.). Lembrando que para indicar o tipo de compasso, usa-se a Fórmula de Compasso (que são os dois números sobrepostos, colocados no início do trecho musical). Os compassos simples podem ser: BINÁRIO TERNÁRIO QUATERNÁRIO . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . Compasso Binário Simples O compasso binário quer dizer que existirão duas semibreves em cada compasso. (A semibreve, neste caso valerá um tempo). São duas mínimas em cada compasso (ou valores correspondentes à mínima em cada tempo). O compasso também é representado pelo . Eu sou um cor - dei - ri - nho são 2 semínimas em cada compasso (ou valores correspondentes à semínima em cada tempo). . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . São necessárias duas colcheias para fazer uma semínima. To - da a cri - an- ça que, com fé e a -mor Compasso Ternário Simples Ao agrupamento de tempos de 3 em 3, dá-se o nome de TERNÁRIO. Então: O compasso quer dizer que existirão três colcheias em cada compasso, ou valores correspondentes. O compasso quer dizer que existirão três mínimas em cada compasso, ou valores correspondentes. Je - sus Cris - to é o Pão ce - les - te Compasso Quaternário Simples Ao agrupamento de tempos de 4 em 4, dá-se o nome de QUATERNÁRIO. Então: . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . O compasso quer dizer que existirão quatro semínimas em cada compasso, ou valores correspondentes. O compasso também pode ser representado pelo . Nos di - as da tu - a pe - re - gri - na - ção, Exercícios – Módulo 10 1- O que é tempo? R.: . 2- O que é U.T.? R.: . 3- O que é U.C.? R.: . 4- Coloque, nos quadradinhos, o número das figuras. . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . 5- Quais são os numeradores (números superiores) das fórmulas de compasso simples? R.: . 6- Quais são os denominadores (números inferiores) das fórmulas de compasso? R.: . 7- Dos números da fórmula de compasso, qual indica a figura que valerá um tempo (no compasso simples)? R.: . 8- E qual número indica a quantidade de tempos que terá em cada compasso? R.: . 9- Escreva nos quadradinhos abaixo as fórmulas de compasso (simples) existentes. BINÁRIO . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . TERNÁRIO QUATERNÁRIO 10- Faça um trecho musical: 11- Quem vale um tempo no compasso ? R.: . 12- Quantos tempos tem o compasso ? R.: . 13- Quem vale um tempo no compasso ? R.: . 14- Coloque as fórmulas de compasso nos trechos musicais abaixo. E escreva os nomes dos compassos. . Teoria Musical Infantil – Módulo 10 . . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . Módulo 11 Compasso Composto Como já foi dito, compasso é um conjunto de figuras musicais de duração igual ou variável. São divididos em dois tipos: Compasso Simples e Compasso Composto. Neste módulo vamos estudar o compasso composto. Compasso Composto é aquele que cada tempo é indicado por um valor composto, obedecendo uma subdivisão ternária em seus tempos. Por que subdivisão ternária? Como já estudamos, a subdivisão é uma divisão dentro da divisão. Cada tempo (divisão) será subdividido em três partes. Por isso chama-se subdivisão TERNÁRIA. E o compasso é COMPOSTO. . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . A unidade de tempo (U.T.) do compasso composto (a figura que vale um tempo) é uma figura pontuada, porque cada tempo é dividido em três. E a unidade de compasso (U.C.) é, também, uma figura pontuada. O número superior da fórmula de compasso (numerador), no compasso composto, indica a quantidade de subdivisões que terá dentro do compasso. O número inferior da fórmula de compasso (denominador), no compasso composto, indica a figura da subdivisão. Esse número representará, então, a figura que vale 1/3 de tempo. Isso quer dizer que precisarão de três dessas figuras para formar um tempo composto. Nos compassos compostos, o Binário é representado pelo número 6. . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . Binário Composto é representado pelo número 6, porque precisam de 6 terços de tempo para formar um compasso completo. Cada tempo composto será subdividido em 3. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ Nos compassos compostos, o Ternário é representado pelo número 9. Ternário Composto é representado pelo número 9, porque precisam de 9 terços de tempo para formar um compasso completo. Cada tempo composto será subdividido em 3. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ Nos compassos compostos, o Quaternário é representado pelo número 12. Quaternário Composto é representado pelo número 12, porque precisam de 12 terços de tempo para formar um compasso completo. Cada tempo composto será subdividido em 3. __ ___ __ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . Compasso Binário Composto As fórmulas do compasso binário composto podem ser: O compasso quer dizer que terão seis semínimas (ou valores correspondentes) dentro do compasso. A unidade de tempo (U.T.) do compasso é a mínima pontuada. A unidade de compasso (U.C.), então, será a semibreve pontuada. Con - tem-pla do céu, ó Se - nhor, Teus fi - éis; Compasso Ternário Composto As fórmulas do compasso ternário composto podem ser: O compasso quer dizer que terão nove colcheias (ou valores correspondentes) dentro do compasso. . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . A unidade de tempo (U.T.) do compasso é a semínima pontuada. No compasso ternário composto NÃO EXISTE unidade de compasso, pois não se tem uma figura que reúna 9 terços de tempo em seu valor. Para preencher um compasso precisaremos unir duas figuras através de uma ligadura. Neste caso damos o nome de Unidade de Som (U.S.). Res-sus - ci - ta - dos, por gra - ça, fo - mos Compasso Quaternário Composto As fórmulas do compasso quaternário composto podem ser: O compasso quer dizer que terão doze colcheias (ou valores correspondentes) dentro do compasso. A unidade de tempo (U.T.) do compasso é a semínima pontuada. A unidade de compasso (U.C.), então, será a semibreve pontuada. . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . Cris - to Je - sus bre - ve vol-ta - rá, va -mos nos pre- pa - rar! Acentuação Métrica nas Subdivisões Os tempos são movimentos que fixam a duração absoluta dos valores, ou seja, são os movimentos que fazemos com as mãos indicando a pulsação. Tempo = pulsação. Acentuação métrica consiste na execução dos tempos, forte e fracos. É, também, aplicada às subdivisões do tempo (Subdivisão Binária Compasso Simples / Subdivisão Ternária Compasso Composto). Requer do ouvinte percepção aguçada. Acentuação métrica nos tempos (Compasso Simples e Composto) Compasso Binário Compasso Ternário Compasso Quaternário . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . Para diferenciar o compasso simples do compasso composto usamos a subdivisão dos tempos. No compasso simples a subdivisão é binária. No compasso composto a subdivisão é ternária. Acentuação Métrica no Compasso Simples Ex.: Sempre que o tempo for dividido em: Duas figuras Quatro figuras Acentuação Métrica no Compasso Composto Ex.: Sempre que o tempo for dividido em: Três figuras Seis figuras Exercícios – Módulo 11 . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . 1- Como é a Unidade de Tempo (U.T.) no compasso composto? R.: . 2- Existe U.C. no compasso Ternário Composto? Por quê? R.: . 3- Faça um trecho musical em cada pentagrama: 4- Ache as U.T e U.C dos compassos abaixo: 2 2 6 8 3 2 . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . 12 8 3 4 6 4 4 8 9 16 4 4 3 8 2 4 9 8 5- No compasso o valor de: 1 tempo é: ½ tempo é: ¼ tempo é: 2 tempos é: 1 e ½ tempo é: 6- No compasso o valor de: 1 tempo é: 2 tempos é: . Teoria Musical Infantil – Módulo 11 . 3 tempos é: 1 e ½ tempo é: ½ tempo é: ¼ tempo é: 7- No compasso o valor de: 1 tempo é: 2 tempos é: 3 tempos é: 4 tempos é: ½ tempo é: ¼ tempo é: ¾ tempo é: 1 e ½ tempo é: 8- No compasso o valor de: 1/3 tempo é: 2/3 tempo é: 1 tempo é: 2 tempos é: Metade de 1/3 de tempo é: 9- No compasso o valor de: 1/3 tempo é: 2/3 tempo é: 1 tempo é: 2 tempo é: Metade de 1/3 de tempo é: 10- Coloque a acentuação métrica: . Teoria Musical Infantil – Módulo 12 . Módulo 12 Compasso Correspondente Todo compasso simples possui um compasso composto correspondente. No compasso simples a U.T. é uma figura simples (não pontuada) e, no compasso composto, a U.T. é uma figura composta (pontuada). Para transformar um compasso simples em composto, multiplica-se o numerador (da fórmula de compasso) por 3 e o denominador por 2. Para transformar um compasso composto em simples, divide-se o numerador por 3 e o denominador por 2. Na tabela, estão relacionadas as principais correspondências entre os compassos simples e compostos. Os compassos Quinário e Setenário não estão relacionados porque não são mais utilizados na música atual. Binário Ternário Quaternário . Teoria Musical Infantil – Módulo 12 . Acentuação métrica dos compassos simples e seus correspondentes compostos 2 – Binário Simples 6 – Binário Composto 3 – Ternário Simples 9 – Ternário Composto 4 – Quaternário Simples 12 – Quaternário Composto Simples Composto Simples Composto Simples Composto 2 2 6 4 3 2 9 4 4 2 12 4 2 4 6 8 3 4 9 8 4 4 12 8 2 8 6 16 3 8 9 16 4 8 12 16 . Teoria Musical Infantil – Módulo 12 . Observe a diferença entre a acentuação dos compassos Ternário Simples e Binário Composto Ternário Simples (subdivisão binária) De - se - jo ser, ó meu Se – nhor, Binário Composto (subdivisão ternária) Ó Deus, meu Pai, gra - ças Te dou Sinais Sinais de mudança de velocidade Rallentando (rall.): Retardando. Diminuição progressiva e suave da velocidade. Ex.: (lições dos métodos). Poco Rallentando (poco rall.): Retardando pouco. Retarda menos que o rallentando. Ex.: Hinos 15, 157 e 378. Sinais de Repetição Da Capo (D.C.): Do começo. Retornar ao início. Ex.: (lições dos métodos). Ritornello ( :|| ): Sinal que indica repetição de um determinado trecho musical. Ex.: (lições dos métodos). Reclamo Dal Segno (D.S.): Do sinal. O trecho compreendido entre o e D.S. deve ser repetido (até a palavra “Fine” ou Fim). Ex.: (lições dos métodos). . Teoria Musical Infantil – Módulo 12 . To Coda: Às vezes aparece o sinal “D.S to Coda”. Neste caso deve-se voltar ao e executar o trecho musical até a escrita “To Coda”. Então, pula-se um determinado trecho e toca-se a partir do lugar em que estiver o sinal (Coda). Ex.: (lições dos métodos). Final: Encontrado no hinário. Alguns hinos foram reduzidos, ou seja, executam-se todas as estrofes para depois tocar o que seria o “Coro”, que agora é (nesse caso) chamado de “Final”. Ex.: Hinos 6, 21, 41, 42, 47, 50, 56, 61, 63, 67, 74, 92, 97, 102, 105, 138, 149, 162, 185, 214, 215, 226, 238, 247, 251, 268, 272, 298, 316, 331, 337, 347, 372, 457, 459, 465 e 475. Sinais de Expressão Com Veneração: Hinos 38, 176, 271 e 414. Com Submissão: Hino 61. Solene: Hinos 96, 299, 310 e 464. Majestoso: Hinos 135, 367, 390 e 395. Com Júbilo: Hino 147. Com Humildade: Hinos 260 e 351. Exercícios – Módulo 12 1- O que é rallentando? R.: . 2- Para que serve o D.C.? R.: . 3- O que se deve fazer nos hinos que possuem “Final”? R.: . 4- O que é compasso correspondente? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 12 . 5- Como se acha o correspondente de um compasso simples? E de um compasso composto? R.: . 6- Dada a fórmula de compasso, ache a sua correspondente: 6 8 4 4 3 4 2 4 3 8 9 16 12 8 2 2 2 1 9 8 9 4 3 2 4 8 12 64 2 32 3 16 . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . Módulo 13 Escalas Diatônicas de Modo Maior Escala diatônica Escala diatônica é uma sucessão de 8 sons separados por intervalos de 5 tons e 2 semitons diatônicos. Cada nota da escala é chamada de grau, portanto a 1ª nota é o 1º grau e assim segue. Cada grau da escala recebe um nome e uma função dentro dela e são numerados por algarismos romanos. Grau Nome Função na escala I Tônica Dá o nome (origem) à escala. II Supertônica Fica 1 tom acima da tônica. III Mediante Grau médio entre o I grau e o V grau. IV Subdominante Fica 1 tom abaixo da dominante(dá origem às escalas em bemóis). V Dominante Grau mais importante depois da tônica (dá origem às escalas de sustenidos). VI Superdominante Fica 1 tom acima da dominante(dá origem às escalas relativas menores). VII Sensível Nota atrativa que fica 1 semitom abaixo da tônica maior. VIII (I) Repetição da Tônica Termina a escala ou começa outra 8ª da escala. I II III IV V VI VII VIII Modo Maior Modo é a maneira como os tons e os semitons se distribuem entre os graus da escalas. Esta distribuição é feita de 2 formas: modo maior e modo menor. Modo maior é quando os semitons se encontram do III para o IV grau e do VII para o VIII grau. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . A escala de Do Maior é o modelo das escalas do modo maior. Tetracorde Tetracorde é um grupo de 4 notas formado por 2 tons e 1 semitom diatônico. A escala natural (Do maior) é formada por 2 tetracordes separados por um intervalo de 1 tom. Para construir escalas a partir das demais notas musicais, usamos notas com acidentes (sustenidos e bemóis), para mantermos o mesmo padrão de intervalos da escala modelo (Do maior). Formação das escalas maiores em sustenido Após a escala modelo ser dividida em 2 tetracordes, transformamos o 2º tetracorde em 1º tetracorde de uma nova escala em sustenido, e construímos o 2º tetracorde na ascendente. Teremos, então, uma escala cujo I grau será a nota SOL como tônica, que será a escala de Sol Maior. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . Nota-se que o semitom do 2º tetracorde não está na mesma posição da escala modelo. Ele deveria aparecer do VII para o VIII grau, mas está aparecendo do VI para o VII grau. Para se corrigir isso devemos elevar a nota Fa em 1 semitom, colocando, então, um sustenido, ficando perfeitamente construída a escala de Sol Maior. Continuando o mesmo processo, consegue-se construir todas as escalas maiores com sustenido. Convém lembrar, também, que essas escalas podem ser reproduzidas por intervalo de 5ª ascendente, a partir da escala modelo. Desta forma, cada nova escala recebe a elevação de 1 semitom no seu VII grau Formação das escalas maiores em bemol Após a escala modelo ser dividida em 2 tetracordes, transformamos o 1º teracorde em 2º tetracorde de uma nova escala em bemol, e construímos o 1º tetracorde na descendente. Teremos, então, uma escala cujo I grau será a nota FA como tônica, que será a escala de Fa Maior. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . Nota-se que nesta escala, o semitom deveria aparecer do III para o IV grau, está aparecendo do IV para o V grau (justamente na separação dos tetracordes, onde deve ser TOM, e não semitom). Para se corrigir isso devemos abaixar a nota Si em 1 semitom, colocando, então, um bemol, ficando perfeitamente construída a escala de Fa Maior. Continuando o mesmo processo, consegue-se construir todas as escalas maiores com bemol. Convém lembrar, também, que essas escalas podem ser reproduzidas por intervalo de 4ª ascendente, a partir da escala modelo. Desta forma, cada nova escala recebe o abaixamento de 1 semitom no seu IV grau. Regras para formar escalas maiores com sustenido 1ª regra Quando se tem o nome da escala em sustenido, para saber quantos sustenidos têm: Ver qual nota vem antes do nome da escala e procurar ela na ordem dos sustenidos. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . 2ª regra Quando se tem os sustenidos, para saber o nome da escala: Ver qual nota vem depois do último sustenido. Regras para formar escalas maiores com bemol 1ª regra Quando se tem o nome da escala em bemol, para saber quantos bemóis têm: Colocar os bemóis em ordem até o nome da escala e acrescentar mais um bemol. 2ª regra Quando se tem os bemóis, para saber o nome da escala: Desça quatro notas a partir do último bemol, ou volte no penúltimo bemol. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . O modo maior é constituído por 15 tons: a escala modelo (que é natural), 7 tons com sustenido e 7 tons com bemol. Natural Do Maior (Escala Modelo) 1 sustenido Sol Maior 1 bemol Fa Maior 2 sustenidos Ré Maior 2 bemóis Si Maior 3 sustenidos La Maior 3 bemóis Mi Maior 4 sustenidos Mi Maior 4 bemóis La Maior 5 sustenidos Si Maior 5 bemóis Ré Maior 6 sustenidos Fa Maior 6 bemóis Sol Maior 7 sustenidos Do Maior 7 bemóis Do Maior Exercícios – Módulo 13 1- O que é escala diatônica? R.: . 2- O que é grau? R.: . 3- Relacione as colunas: a) Tônica ( ) Nota atrativa, 1 semitom abaixo da Tônica b) Supertônica ( ) Dá origem às escalas relativas menores c) Mediante ( ) Dá origem às escalas em sustenidos d) Subdominante ( ) Dá o nome à escala . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . e) Dominante ( ) Termina a escala f) Superdominante ( ) Fica 1 tom acima da Tônica g) Sensível ( ) Dá origem às escalas em bemóis h) Repetição da Tônica ( ) É o grau médio entre o I e o V 4- O que é Modo? R.: . 5- O que é Modo Maior? R.: . 6- Qual escala é modelo para o Modo Maior? R.: . 7- O que é Tetracorde? R.: . 8- Como é formada a escala natural? R.: . 9- O que usamos para construir escalas com as demais notas musicais? R.: . 10- Explique, com suas palavras, como se constrói escalas maiores em sustenidos usando os tetracordes. . . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . 11- Explique a outra forma que existe de construir escalas maiores em sustenidos. . 12- Explique, com suas palavras, como se constrói escalas maiores em bemóis usando os tetracordes. . 13- Explique a outra forma que existe de construir escalas maiores em bemóis. . 14- Construa todas as escalas maiores com sustenidos, usando tetracordes. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . 15- Construa todas as escalas maiores com bemóis, usando tetracordes. . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . 16- Construa as seguintes escalas: Ré Maior Fa Maior Si Maior . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . Sol Maior Do Maior Do Maior Do Maior Mi Maior . Teoria Musical Infantil – Módulo 13 . 17- Qual o nome da escala das seguintes lições do Método de Solfejo? a) 77 . b) 78 . c) 81 . d) 82 . e) 85 . f) 86 . g) 87 . h) 89 . i) 90 . 18- Por quantos tons é constituído o Modo Maior? Explique. R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . Módulo 14 Escalas Relativas Chamam-se escalas relativas àquelas que possuem a mesma armadura de clave e modos diferentes. Para encontrar a escala relativa: Se estiver no modo maior, desça 3 semitons e encontre a relativa menor. Se estiver no modo menor, suba 3 semitons e encontre a relativa maior. . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . Relativa maior é a escala maior que começa no III grau ascendente da escala menor e tem a mesma armadura de clave. Relativa menor é a escala menor que começa no III grau descendente da escala maior e tem a mesma armadura de clave. Acidentes Relativa Maior Relativa Menor Natural Modelo Do Maior La Menor 1 Sol Maior Mi Menor 2 Ré Maior Si Menor 3 La Maior Fa Menor 4 Mi Maior Do Menor 5 Si Maior Sol Menor 6 Fa Maior Ré Menor 7 Do Maior La Menor 1 Fa Maior Ré Menor 2 Si Maior Sol Menor 3 Mi Maior Do Menor 4 La Maior Fa Menor 5 Ré Maior Si Menor 6 Sol Maior Mi Menor 7 Do Maior La Menor Modo menor é aquele em que os semitons se encontram do II para o III grau e do V para o VI grau. . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . O modo menor pode ser estudado em quatro formas: natural (ou antiga), harmônica, melódica e bachiana. Escala menor natural (ou antiga) é a relativa menor que só leva os acidentes da escala maior. Escala menor harmônica é a relativa menor que leva os acidentes da escala maior, e mais o VII grau elevado em um semitom. Escala menor melódica é a relativa menor que leva os acidentes da escala maior, mais o VI e o VII graus elevados em um semitom na ascendente. Na descendente, fica da mesma forma que a escala menor natural (obedece apenas a armadura de clave). Escala menor bachiana é a relativa menor que leva os acidentes da escala maior, e mais o VI e o VII graus elevados em um semitom na ascendente e, também, na descendente. Recebeu esse nome por ter sido utilizada algumas vezes em composições do alemão Johann Sebastian Bach. As escalas menores são reproduzidas de maneira idêntica ao modo maior. A partir da escala modelo (Lá Menor) encontra-se por 5ª ascendente aquelas que são formadas por sustenidos. . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . E por 5ª descendente aquelas que são formadas por bemóis. O modo menor também é constituído por 15 tons: a escala modelo (natural), 7 tons com sustenidos e 7 tons com bemóis. Natural La Menor (Escala Modelo) 1 sustenido Mi Menor 1 bemol Ré Menor 2 sustenidos Si Menor 2 bemóis Sol Menor 3 sustenidos Fa Menor 3 bemóis Do Menor 4 sustenidos Do Menor 4 bemóis Fa Menor 5 sustenidos Sol Menor 5 bemóis Si Menor 6 sustenidos Ré Menor 6 bemóis Mi Menor 7 sustenidos La Menor 7 bemóis La Menor Círculo das Quintas (Modo Maior e Menor) . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . A formação das escalas maiores e menores com sustenidos pode ser feita pelo círculo das quintas em sentido horário. O ponto de partida é a escala modelo, e a partir dela se encontra a próxima escala por intervalo de 5ª ascendente. A formação das escalas maiores e menores com bemóis pode ser feita pelo círculo das quintas em sentido anti-horário. O ponto de partida é a escala modelo, e a partir dela se encontra a próxima escala por intervalo de 5ª descendente. Exercícios – Módulo 14 1- O que são escalas relativas? . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . R.: . 2- Como se acha a relativa se estiver no modo maior? R.: . 3- Como se acha a relativa se estiver no modo menor? R.: . 4- O que é relativa maior? R.: . 5- O que é relativa menor? R.: . 6- O que é modo menor? R.: . 7- Em quantas formas se estudam o modo menor? Quais são? R.: . 8- O que é escala menor natural (ou antiga)? R.: . 9- O que é escala menor harmônica? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . 10- O que é escala menor melódica? R.: . 11- O que é escala menor bachiana? R.: . 12- Quais as relativas de: Sol Maior Fa Maior Ré Maior 13- Quais as relativas de: Si Menor . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . Sol Menor Do Menor 14- Formar a escala maior com sua relativa menor nas quatro formas existentes. Fa Maior Mi Maior . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . 15- Como são reproduzidas as escalas menores formadas com sustenidos? R.: . 16- Como são reproduzidas as escalas menores formadas com bemóis? R.: . 17- Por quantos tons é constituído o modo menor? R.: . 18- Explique a formação das escalas maiores e menores com sustenidos pelo círculo das quintas. . Teoria Musical Infantil – Módulo 14 . R.: . 19- Explique a formação das escalas maiores e menores com bemóis pelo círculo das quintas. R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 15 . Módulo 15 Escalas Homônimas Escalas homônimas são as escalas que tem a mesma tônica com modos diferentes. Notas e escalas enarmônicas Notas e escalas enarmônicas são aquelas que produzem o mesmo som com nomes e grafias diferentes. Notas enarmônicas Escalas enarmônicas: . Teoria Musical Infantil – Módulo 15 . Escala Cromática Escala cromática é aquela em que as notas se sucedem por semitons. Ela não dá origem a nenhuma tonalidade. Não existe, por exemplo, uma escala cromática de Do Maior ou de Ré maior. Ela é uma só tanto na ascendente como na descendente, pode começar e terminar em qualquer nota. Podemos cromatizar qualquer escala, observando as seguintes regras: Construímos a escala e marcamos os semitons diatônicos (que se encontram do III para o IV grau, e do VII para o VIII grau), pois entre as notas dos semitons não pode haver alterações. Para escalas sem armadura de clave. Na forma ascendente as notas naturais são sustenizadas. Na forma descendente as notas naturais são bemolizadas. Para escalas com armadura de clave. Na forma ascendente: nota natural fica com sustenido, nota com sustenido fica com dobrado sustenido e nota com bemol fica com bequadro. Na forma descendente: nota natural fica com bemol, nota com bemol fica com dobrado bemol e nota com sustenido fica com bequadro. nota com bemol fica com bequadro. . Teoria Musical Infantil – Módulo 15 . Exercícios – Módulo 15 1-O que são escalas homônimas? De exemplo: R.: . 2-O que são notas e escalas enarmônicas? De exemplo: R.: . 3-O que é escala cromática? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 15 . 4-A escala cromática dá origem a alguma tonalidade? Explique: R.: . 5-Explique a cromatização de uma escala ascendente sem armadura de clave. R.: . 6-Explique a cromatização de uma escala descendente sem armadura de clave. R.: . 7-Explique a cromatização de uma escala ascendente com armadura de clave. R.: . 8-Explique a cromatização de uma escala descendente com armadura de clave. R.: . 9- Pode ocorrer alteração entre as notas dos semitons diatônicos das escalas a serem cromatizadas? R.: . . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . Módulo 16 Tonalidade Tonalidade é o meio de reconhecermos o tom de um trecho musical. Para reconhecermos o tom em que está escrito um trecho devemos observar o seguinte: 1º Analisando a armadura de clave se focaliza 2 tons (um maior e o outro menor) dentre os 30 tons que formam o nosso sistema tonal. Ex.: Se o trecho tem na armadura de clave 1 bemol o tom é Fa Maior ou Ré menor, pois são esses os tons cujas armaduras de clave tem 1 bemol 2º Procurar a alteração do VII grau que identifica o modo menor. Depois de analisada a armadura de clave, (1 bemol), no tom menor (Ré menor), procuramos o VII grau (que será a nota do sustenido). Agora analisamos se nos primeiros ou nos últimos compassos do trecho aparece o do sustenido; se aparecer, o trecho está escrito no tom Ré menor, caso não apareça, está em Fa Maior. 3º Podemos também observar a última nota do trecho, e ver se ela é a tônica de qual tom (Maior ou menor), convém lembrar que isso não é regra obrigatória. Ex.: Lição 77 do Método de Solfejo: está escrita no tom de Fa maior (Tem 1 bemol na armadura de clave, não tem do sustenido nos primeiros e últimos compassos e a última nota é a tônica de Fa Maior). Lição 80 do Método de Solfejo: está escrita no tom de Ré menor (Tem 1 bemol na armadura de clave, tem do sustenido nos primeiros e últimos compassos e a última nota é a tônica de Ré menor). Tonalidade principal é aquela que começa e termina a música. Modulação é a mudança de tonalidade no decorrer da música. Como reconhecer a tonalidade dos hinos Reconhecemos a tonalidade dos hinos pela escala que lhe serve de base. Todos os hinos são de tonalidade maior. Não havendo acidentes na armadura de clave o hino está em Do Maior. Havendo sustenidos na armadura de clave: ver qual nota vem depois do último sustenido . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . Havendo bemóis na armadura de clave: desça 4 notas a partir do último bemol ou volte no penúltimo bemol. Ornamentos Ornamento são notas estranhas que servem para adornar as notas da melodia. São representadas por sinais ou por notas grafadas (menores que as notas reais). Notas reais são as notas originais da melodia. Apogiatura é uma nota mais aguda ou mais grave do que a nota real. Superior quando é mais aguda Inferior quando é mais grave Apogiatura longa quando sua duração está incluída na nota real. . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . Apogiatura breve quando sua duração esta incluída na nota anterior à nota real. Apogiatura sucessiva quando é formada por 2 notas. Mordente é a execução rápida da nota real com a vizinha superior ou a vizinha inferior. Mordente superior Mordente inferior Grupeto é a execução da nota real com as 2 vizinhas (a inferior e a superior). Quando começa com a vizinha superior: . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . Quando começa com a vizinha inferior: Trinado é a repetição rápida e alternada de 2 notas vizinhas. Trinado com terminação é quando pede para mudar de nota no final. Glissando é o deslizar rápido de uma nota para a outra. . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . Floreio é um ornamento sem forma definida, toca-se uma ou mais notas entre duas notas reais. A nota real cede parte do seu valor para as notas do floreio. Cadência melódica é uma passagem sobrecarregada de notas de valores iguais ou desiguais e sua interpretação fica á critério do executante, interrompendo a marcação do compasso durante sua execução, devendo observar apenas a divisão proporcional dos valores. Ex.: Lições 93 e 98 do Método de solfejo. Exercícios – Módulo 16 1- O que é tonalidade? R.: . 2- Explique com suas palavras como se reconhece o tom de um trecho, dando um exemplo diferente do que está no texto: R.: . 3- O que é tonalidade principal? . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . R.: . 4- O que é modulação? R.: . 5- Como reconhecemos a tonalidade de um hino? R.: . 6- Os hinos são Maiores ou menores? R.: . 7- Não havendo acidentes na armadura de clave,que tom está o hino? R.: . 8- Havendo sustenidos na armadura de clave,como se acha o tom? R.: . 9- Havendo bemóis na armadura de clave,como se acha o tom? R.: . 10- O que são ornamentos? R.: . 11- O que são notas reais? . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . R.: . 12- O que é apogiatura? R.: . 13- O que é apogiatura longa? R.: . 14- O que é apogiatura breve? R.: . 15- O que é apogiatura sucessiva? R.: . 16- O que é mordente? R.: . 17- O que é grupeto? R.: . 18- O que é trinado? R.: . 19- O que é glissando? . Teoria Musical Infantil – Módulo 16 . R.: . 20- O que é floreio? R.: . 21- O que é cadência melódica? R.: .