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Prévia do material em texto

Larissa Irigoyen (T16A) ProfºMarcelo ANATOMIA I 
• Na parte abdominal da aorta tem várias ramificações para 
irrigação das vísceras abdominais e também para irrigação 
da pelve e dos membros inferiores. 
• O diafragma separa a parte torácica da parte abdominal da 
aorta, o orifício por onde a aorta passa na transição do tórax 
para o abdômen, é o chamado hiato aórtico ou hiato da 
aorta por onde a aorta passa do tórax para o abdômen. 
local de transição da parte torácica para abdominal. 
• A aorta tem ramificações para o diafragma que são 
chamadas de artérias frênicas (aquelas que irrigam o 
diafragma dos dois lados, na parte inferior). 
• Na parte anterior da aorta tem um dos maiores ramos 
chamados de tronco celíaco que leva sangue para algumas 
vísceras depois do tronco celíaco tem a artéria que vai 
irrigar o intestino chamada de artéria mesentérica superior. 
 depois da artéria mesentérica superior vem as artérias 
renais direita e esquerda que saem mais da parede lateral 
da aorta depois tem uma artéria que vai para gônada do 
lado direito/esquerdo chamadas de artérias gonadais, na 
homem artéria testicular a na mulher artéria ovariana, 
então irrigam testículos e ovários respectivamente. 
• A artéria mesentérica anterior também sai da parte anterior 
da aorta para irrigar o intestino, principalmente o intestino 
grosso. 
• Do lado da aorta saem ramos posteriores, chamadas de 
artérias lombares, porque estão na região lombar. 
Geralmente são 5 artérias lombares em cada lado. 
• As artérias lombares continuam como artéria sacral 
mediana que é involuida no ser humano, ou seja, é uma 
artéria hipoplásica (calibre fino), enquanto nos outros 
animais vertebrados essa artéria é grossa porque vai irrigar 
o rabo do cachorro por exemplo. 
• A aorta termina se dividindo em artéria ilíaca comum do 
lado direito e artéria ilíaca comum do lado esquerdo. 
 
• A artéria tronco celíaca tem 3 grandes artérias: 
1. Artéria gástrica esquerda – que vai ajudar a irrigar o 
estomago; 
2. Artéria hepática comum 
3. Artéria esplénica 
 
• O tronco celíaco também tem como ramo a artéria hepática 
comum que origina a artéria gastroduodenal (ajuda na 
irrigação do estomago e do duodeno que é a 1ªparte do 
intestino delgado) e a artéria hepática própria. (leva 
Pilares direito e esquerdo do 
diafragma. 
irrigação para o fígado e vesícula biliar), as vezes saindo da 
hepática própria ou da hepática comum tem a artéria 
gástrica direita que leva o sangue para o estômago. 
• Entao são esses os ramos do tronco celíaco = artéria gástrica 
esquerda, hepática comum e a artéria esplénica que vai em 
direção ao baço – a artéria esplenica tambem tem 
ramificacoes para o fundo do estomago chamadas de 
arterias gastricas curtas e tambem da esplenica sae o ramo 
grosso para o estomago chamados de arterias 
gastrohomentais direita e esquerda (antigamento 
gastroeplipoica). 
• Uniões de arterias são chamadas de ANATOMOSES porque 
quando uma esta entupida a outra faz o papel de irrigacao. 
 
 
• Muitas variações anatômicas podem acontecer nos ramos 
do tronco celíaco e da mesentérica superior para a irrigação 
do estomago, fígado ou baço. 
• A artéria hepática pode não sair do tronco celíaco e sair da 
mesentérica superior = variação anatômica. 
• Quando a artéria hepática comum se divide para o fígado, 
ela vai dar o ramo parolobu direita e parobolu esquerda para 
a irrigação do fígado, seguindo para o ramo para a vesícula 
biliar chamada de artéria cística. 
 
Tronco celíaco levando irrigação 
para o baço, fígado, vesícula biliar e 
duodeno. Também há uma irrigação 
para o pâncreas (órgão em 
amarelo). 
o Artéria gastroduodenal irriga o duodeno, mas também irriga o pâncreas. 
o Também é irrigado por ramo da artéria gastroduodenal denominado pancreato 
duodenal porque irriga o pâncreas e duodeno saindo da artéria 
gastroduodenal. 
o Existe ainda o ramo da artéria gastroduodenal que se origina da mesentérica 
superior e se une formando anastomoses. 
o Pâncreas também é irrigado por ramos de artéria esplênica e mesentérica 
superior, então há irrigação do pâncreas com a gastroduodenal, mesentérica 
superior e esplênica. 
• Tem ramos para o lado esquerdo e direito, a maior parte dos 
ramos para o lado esquerdo vão irrigar o intestino delgado 
nas suas partes jejunal e ileal artérias jejunais e ileais. 
Saem do lado esquerdo da mesentérica superior irrigando o 
jejuno e íleo. 
• Do lado direito da mesentérica superior tem as artérias 
Ileocólica que vai levar a irrigação tanto para a parte cólica 
do intestino grosso (cólon ascendente), quanto para o 
cécum e apêndice fecal. então é ramo cólico, ramo cecal 
e ramo apendicular. 
• Depois da artéria Ileocólica tem a artéria cólica direita e a 
artéria cólica média. 
 
Artérias jejunais irrigam o intestino grosso, a parte do jejuno. 
Artérias jejunais irrigam o intestino grosso, a parte de jejuno. 
Artérias ileais que vão irrigar o íleo 
Artéria Ileocólica que irriga parte do íleo, do cécum, do apêndice e do cólon ascendente. 
Artéria cólica direita que irriga parte do cólon ascendente e do transverso. 
Artéria cólica média que irriga o transverso 
Saindo da aorta mais pra baixo tem a artéria 
mesentérica inferior que vai irrigar através da 
artéria cólica esquerda parte do cólon transverso e 
parte do cólon descendente. 
Depois a artéria mesentérica inferior origina as 
artérias sigmoideas para a irrigação do cólon 
sigmoide. 
E por fim a artéria retal superior que vai irrigar 
parte superior do reto. 
O reto ainda é irrigado por ramos da artéria ilíaca 
interna. (ramos diretos e indiretos). artéria retal 
média e retal inferior de cada lado irrigam o terço 
médio e inferior do reto respectivamente. 
Ramos do tronco celíaco 
Ramos da mesentérica superior 
Ramos da mesentérica inferior 
Todos contribuindo para a 
irrigação das vísceras que são 
os órgãos abdominais. 
 
Trombose mesentérica/ isquemia 
mesentérica = falta de oxigenação. 
Havendo uma cancrena do intestino. 
Tronco celíaco e mesentérico 
superior 
Ainda temos que estudar as 
renais direitas/esquerdas; as 
gonadais direita/ esquerda; e a 
mesentérica inferior > art ilíaca 
comum direita e esquerda 
Olhar a disposição da veia cava superior que passa a DIREITA da aorta. 
Veia renal esquerda passa na frente da aorta, enquanto a veia renal esquerda passa 
atrás da mesentérica superior 
Art. ilíaca comum direita cruza a veia ilíaca comum esquerda 
A aorta também origina as artérias renais que tem múltiplas 
variações anatômicas. Mas o normal anatômico é existir uma 
artéria renal de cada lado. Há muitas irrigações anatômicas na 
irrigação renal. 
 
B Mas pode sair uma pro 
polo superior 
C podem sair duas artérias 
renais para cada rim. 
As vezes saem 5 artérias todas 
em alturas diferentes da aorta 
irrigando o rim. 
Então há uma variação muito 
grande na origem e irrigação 
das artérias renais para cada 
rim e para cada pessoa. 
 
 
 
Aneurisma de aorta abdominal, 
ou seja, a dilatação da aorta. 
O normal da aorta é de 2,0 a 2,5 
cm. Uma pessoa longilínea tem 
uma aorta maior, e uma 
brevilíneos uma menor. 
As pessoas que têm uma aorta 
mais de 2,5cm de diâmetro já 
começam a ter complicações. 
aneurisma é uma dilatação de 
mais de 50% do diâmetro normal 
da aorta. TUDO DEPENDE DO 
DIAMETRO NORMAL QUE ELA 
TEM. 
ARTÉRIA ILÍACA COMUM DIREITA 
PAREDE DA AORTA 
APÓS ABERTURA 
COM PROCESSO DE 
GORDURA. 
REDUZ O SANGRAMENTO 
PINCANDO A AORTA – CHAMADO 
DE PLANTE 
Do ponto de vista embrionário, o broto de formação arterial do 
membro inferior é a artéria isquiática que é ramificação de um 
dos ramos da artéria ilíaca interna. 
Aumentando de calibre quem forma é a artéria femoral que se 
desenvolve à medida que a artéria isquiática vai regredindo. 
• Aorta na divisão entre L3 e L4, mostrando o ramo pro lado 
direito que é a art. ilíaca comum do lado direitoe pro lado 
esquerdo a art. Ilíaca comum do lado esquerdo. 
• Quando chega na articulação sacroilíaca a artéria ilíaca 
comum de cada lado vai se subdividir em artéria ilíaca 
comum externa e artéria ilíaca comum interna de cada 
lado. 
• Para a nutrição dos órgãos pélvicos e da parte muscular 
pélvica tem os ramos da ilíaca interna provenientes da 
artéria ilíaca interna. 
 
• Aorta se dividindo em artérias ilíacas comum direita e 
esquerda que formarão artérias ilíacas interna e externa na 
altura da articulação sacroilíaca. E a art. ilíaca interna 
formando ramos que irão para a parede e ramos que irão 
para as vísceras. ramos parietais vão irrigar as paredes e 
ramos viscerais vão irrigar as vísceras pélvicas. 
• Artérias retais são ramos da ilíaca interna. 
• Quando a artéria ilíaca externa cruza o ligamento inguinal 
muda de nome para artéria femoral. 
• Na raiz da coxa tem uma região chamada de trígono femoral. 
 Então tem o ligamento inguinal que vai da espinha ilíaca 
anteroposterior até o tubérculo púbico e separa a parede 
abdominal da raiz da coxa. 
 No trígono passa a artéria femoral passa por baixo do M. 
sartório. 
 Art femoral vai descendo em direção ao membro inferior, 
logo na origem dela tem um ramo chamado de artéria 
femoral profunda que faz a nutrição do MMII através dos 
seus ramos. porque a artéria femoral somente faz a 
RAMOS 
PARIETAIS 
Trígono femoral é 
formado por sartório, 
ligamento inguinal e 
adutor longo. 
condução do sangue enquanto a profunda das a nutrição 
dos tecidos.
• Quando chega na região do hiato do musculo adutor magno, 
a artéria femoral vai mudar de nome passando a se chamar 
artéria poplítea. 
• Por trás da coxa tem a região chamada de charrete, na 
região posterior da coxa. 
• Continuação da artéria femoral atrás do joelho é chamada 
de artéria poplítea. 
Artéria femoral sofre muitas curvaturas quando fazemos 
movimentos de flexão seja do joelho, seja do quadril. Então 
ela sofre muito com a movimentação do membro inferior, o 
que é um fator de entupimento = locais suscetíveis a 
obstrução arterial. 
A artéria femoral passa 
embaixo do músculo sartório, 
essa região é chamada de canal 
dos adutores. 
 
Existem ai uns músculos que 
formam um canal e a artéria 
femoral passa entre eles, pra 
depois passar no hiato do 
adutor magno e mudar de 
nome chamando então artéria 
poplítea. 
Região onde a artéria femoral 
passa embaixo do sartório e na 
frente do adutor longo e do 
vasto medial. 
 
OBS: Logo no início forma a 
artéria femoral profunda que 
faz a nutrição dos tecidos, 
enquanto a femoral só faz a 
condução do sangue. 
 
 
 
 
• Atrás do joelho tem a fossa poplítea, onde está a artéria 
poplítea. 
• Nessa região também tem seus limites, o semi 
membranáceo, bíceps femoral e o grácio com o plantar 
longo. existem limites porque a fossa poplítea é um 
espaço na forma de losango onde passam a artéria, veias e 
nervos. 
• Tem várias ramificações chamadas de artérias geniculares 
ou artérias do joelho. Que fazem a chamada circulação 
colateral (se desenvolve desde o embrião, mas tem uma 
circulação maior quando a principal está entupida para 
através de anastomoses fazer a irrigação dos membros. 
• Quando a artéria poplítea cruza o musculo poplíteo, ela 
acaba se dividindo em 2 grandes artérias: artéria tibial 
anterior e artéria tibial posterior ou tronco tibiofibular 
porque origina a artéria tibial posterior e a artéria fibular. 
Então do joelho para baixo tem 3 artérias para a irrigação da 
perna e do pé artéria tibial anterior, artéria tibial 
posterior e artéria fibular. 
• Artéria tibial anterior perfura a membrana interóssea, 
então ela corre na frente dessa membrana. Por sua vez, a 
artéria fibular possa por trás da membrana interóssea indo 
para o tornozelo. 
• Artéria tibial posterior desce por trás da tíbia. 
• Tem muitas variações anatômicas na artéria poplítea. 
 
 
Variações anatômicas 
 
E também pode ocorrer aneurisma, 
que é a dilatação da artéria, 
portanto o aneurisma na artéria 
poplítea é muito comum. 
O aneurisma de poplítea é o mais 
frequente dos aneurismas 
periféricos. 
Artéria tibial anterior descendo na frente da membrana interóssea ao lado do 
musculo tibial anterior, ao lado do musculo extensor longo dos dedos. 
Quando a artéria tibial anterior passa no retináculo dos extensores passa a se chamar 
artéria dorsal do pé/ artéria pediosa porque vai estar no dorso do pé. Aqui é possível 
sentir o pulso. colocando o dedo ao lado do hálux conseguimos sentir a pulsação da 
art. dorsal do pé. 
 Artéria fibular desce por trás da interóssea chegando ao tornozelo. Tanto a artéria 
fibular quanto a artéria tibial posterior descem ate o tornozelo, e esta continua além 
do maléolo até o pé. 
• Quando chega no pé a artéria tibial posterior se divide em 
duas: 
Artéria plantar lateral – normalmente forma um arco na 
planta do pé originando ramos pros dedos. 
Artéria plantar medial – vai em direção ao hálux 
 DESCRIÇÃO DA IRRIGACAO DO MEMBRO INFERIOR 
Do ponto de vista embrionário, o broto de formação arterial do membro inferior é a artéria 
isquiática que é ramificação de um dos ramos da artéria ilíaca interna. Aumentando de calibre 
quem forma é a artéria femoral que se desenvolve à medida que a artéria isquiática vai 
regredindo. Aorta na divisão entre L3 e L4, mostrando o ramo pro lado direito que é a art. ilíaca 
comum do lado direito e pro lado esquerdo a art. Ilíaca comum do lado esquerdo. Quando chega 
na articulação sacroilíaca a artéria ilíaca comum de cada lado vai se subdividir em artéria ilíaca 
comum externa e artéria ilíaca comum interna de cada lado. Para a nutrição dos órgãos pélvicos 
e da parte muscular pélvica tem os ramos da ilíaca interna provenientes da artéria ilíaca interna. 
Ou seja, simplificando a aorta se divide em artérias ilíacas comum direita e esquerda que formarão 
artérias ilíacas interna e externa na altura da articulação sacroilíaca. E a art. ilíaca interna forma 
ramos que irão para a parede e ramos que irão para as vísceras (ramos parietais vão irrigar as 
paredes e ramos viscerais vão irrigar as vísceras pélvicas). Quando a artéria ilíaca externa cruza o 
ligamento inguinal muda de nome para artéria femoral. Art femoral vai descendo em direção ao 
membro inferior, logo na origem dela tem um ramo chamado de artéria femoral profunda que faz 
a nutrição do MMII através dos seus ramos, enquanto a artéria femoral somente faz a condução 
do sangue. Quando chega na região do hiato do musculo adutor magno, a artéria femoral vai 
mudar de nome passando a se chamar artéria poplítea. Quando a artéria poplítea cruza o músculo 
poplíteo, ela acaba se dividindo em 2 grandes artérias: artéria tibial anterior e artéria tibial 
posterior ou tronco tibiofibular porque origina a artéria tibial posterior e a artéria fibular. Então 
do joelho para baixo tem 3 artérias para a irrigação da perna e do pé: artéria tibial anterior, artéria 
tibial posterior e artéria fibular. Quando a artéria tibial anterior passa no Retináculo dos 
extensores passa a se chamar artéria dorsal do pé/ artéria pediosa porque vai estar no dorso do 
Processos obstrutivos 
acontecem nos 
membros inferiores 
levando a falta de 
oxigenação dos tecidos. 
Processos obstrutivos 
 causam processos 
inflamatórios dentro 
das artérias, 
provocados por 
tabagismo, além de

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