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simulado AV1- Direito Constitucional Avançado

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A parte autora em um processo judicial, inconformada com a sentença de primeiro grau de jurisdição que se embasou no ato normativo X, apela da decisão porque, no seu entender, esse ato normativo seria inconstitucional. A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado Alfa, ao analisar a apelação interposta, reconhece que assiste razão à recorrente, mais especificamente no que se refere à inconstitucionalidade do referido ato normativo X. Ciente da existência de cláusula de reserva de plenário, a referida Turma dá provimento ao recurso sem declarar expressamente a inconstitucionalidade do ato normativo X, embora tenha afastado a sua incidência no caso concreto.
De acordo com o sistema jurídico-constitucional brasileiro, o acórdão proferido pela 3ª Turma Cível
não segue os parâmetros constitucionais, pois deveria ter declarado, expressamente, a inconstitucionalidade do ato normativo que fundamentou a sentença proferida pelo juízo a quo.
está juridicamente perfeito, posto que, nestas circunstâncias, a solução constitucionalmente expressa é o afastamento da incidência, no caso concreto, do ato normativo inconstitucional.
está incorreto, pois somente o STF tem competência para afastar a incidência de atos normativos.
está incorreto, posto que violou a cláusula de reserva de plenário, ainda que não tenha declarado expressamente a inconstitucionalidade do ato normativo.

A inconstitucionalidade da lei quanto ao objeto é classificada como formal e:
orgânica, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
orgânica, quando existe vício de competência no processo legislativo.
subjetiva, quando existe outro tipo de vício no processo legislativo.
objetiva, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
subjetiva, quando existe vício de competência no processo legislativo.

Marque a resposta abaixo que não corresponde a uma fonte do Direito Internacional Público, prevista pelo artigo 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça:
Doutrina e Jurisprudência.
Tratados e Convenções Internacionais;
Costume Internacional;
Princípios Gerais do Direito;
Atos Unilaterais;

A compra de órgãos humanos e patenteamento de material genético não são aceitos na Constituição Federal brasileira, sob o argumento de que contraria o princípio da dignidade humana. Caso um estado federado da República Federativa do Brasil promulgue uma lei contrariando esse princípio, caracterizada estaria uma incompatibilidade:
Formal
Material
Material subjetiva
Formal subjetiva
Formal objetiva

Considerando o direito constitucional brasileiro, bem como o entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o controle de constitucionalidade das leis e atos normativos, assinale a alternativa correta.
O controle preventivo pode ser exercido pelos Poderes Legislativo e Judiciário, mas não pelo Poder Executivo.
Nenhuma das respostas apresentadas.
O controle preventivo exercido, durante o processo de elaboração das espécies normativas, é feito pelos Poderes Legislativo e Executivo, mas não pode ser feito pelo Poder Judiciário.
Os atos do processo legislativo são imunes à apreciação do controle jurisdicional preventivo.
A Constituição Federal prevê hipótese de controle de constitucionalidade repressivo realizado pelo Poder Legislativo.

Sobre as classificações sobre controle de constitucionalidade, podemos afirmar:
Quanto ao momento, pode ser preventivo, de ofício e repressivo.
Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, somente pode ser difuso e abstrasto.
Quanto ao momento, pode ser preventivo e repressivo.
Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, pode ser somente difuso e concentrado.
Quanto ao órgão, pode ser político, jurídico ou constitucional.

O Controle difuso de constitucionalidade:
é realizado sobre a lei em tese
é realizado somente a partir de demanda do MP
é realizado somente em processos de conhecimento
é realizado somente em ações de rito ordinário
é realizado a partir da atuação de qualquer órgão jurisdicional

Sobre a classificação do controle de constitucionalidade, segundo [GÓES, Guilherme Sandoval. Direito constitucional avançado. Rio de Janeiro : SESES, 2018]:
O Decreto legislativo do Congresso Nacional faz controle político preventivo.
O veto do presidente da república faz controle político repressivo.
A arguição de descumprimento de preceito fundamental faz controle judicial repressivo.
O Decreto autônomo do Chefe do Executivo faz controle político preventivo.
A CCJ faz controle político repressivo.

Analise as afirmativas abaixo:
I. O controle difuso de constitucionalidade tem natureza judiciária, pois poderá ser feito por qualquer juiz ou tribunal como questão prejudicial imprescindível à resolução do litígio principal.
II. O Chefe do Executivo pode realizar controle preventivo de constitucionalidade por meio de sanção ou veto jurídico a projeto de lei aprovado pelo Poder Legislativo.
III. É cabível ação civil pública para, incidentalmente, suscitar a inconstitucionalidade de determinada lei federal que viole direitos difusos e coletivos. A sentença que declarar a inconstitucionalidade da lei em face da Constituição de 1988 produzirá sempre efeitos erga omnes.
IV. É cabível controle difuso de constitucionalidade sobre projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, desde que o parlamentar prejudicado impetre mandado de segurança para proteger o direito líquido e certo a processo legislativo conforme as normas constitucionais.
verifica-se que estão corretas: III e IV, apenas
I, II e III, apenas
I, II e IV, apenas
I, III e IV, apenas
I e II, apenas

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Questões resolvidas

A parte autora em um processo judicial, inconformada com a sentença de primeiro grau de jurisdição que se embasou no ato normativo X, apela da decisão porque, no seu entender, esse ato normativo seria inconstitucional. A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado Alfa, ao analisar a apelação interposta, reconhece que assiste razão à recorrente, mais especificamente no que se refere à inconstitucionalidade do referido ato normativo X. Ciente da existência de cláusula de reserva de plenário, a referida Turma dá provimento ao recurso sem declarar expressamente a inconstitucionalidade do ato normativo X, embora tenha afastado a sua incidência no caso concreto.
De acordo com o sistema jurídico-constitucional brasileiro, o acórdão proferido pela 3ª Turma Cível
não segue os parâmetros constitucionais, pois deveria ter declarado, expressamente, a inconstitucionalidade do ato normativo que fundamentou a sentença proferida pelo juízo a quo.
está juridicamente perfeito, posto que, nestas circunstâncias, a solução constitucionalmente expressa é o afastamento da incidência, no caso concreto, do ato normativo inconstitucional.
está incorreto, pois somente o STF tem competência para afastar a incidência de atos normativos.
está incorreto, posto que violou a cláusula de reserva de plenário, ainda que não tenha declarado expressamente a inconstitucionalidade do ato normativo.

A inconstitucionalidade da lei quanto ao objeto é classificada como formal e:
orgânica, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
orgânica, quando existe vício de competência no processo legislativo.
subjetiva, quando existe outro tipo de vício no processo legislativo.
objetiva, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
subjetiva, quando existe vício de competência no processo legislativo.

Marque a resposta abaixo que não corresponde a uma fonte do Direito Internacional Público, prevista pelo artigo 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça:
Doutrina e Jurisprudência.
Tratados e Convenções Internacionais;
Costume Internacional;
Princípios Gerais do Direito;
Atos Unilaterais;

A compra de órgãos humanos e patenteamento de material genético não são aceitos na Constituição Federal brasileira, sob o argumento de que contraria o princípio da dignidade humana. Caso um estado federado da República Federativa do Brasil promulgue uma lei contrariando esse princípio, caracterizada estaria uma incompatibilidade:
Formal
Material
Material subjetiva
Formal subjetiva
Formal objetiva

Considerando o direito constitucional brasileiro, bem como o entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o controle de constitucionalidade das leis e atos normativos, assinale a alternativa correta.
O controle preventivo pode ser exercido pelos Poderes Legislativo e Judiciário, mas não pelo Poder Executivo.
Nenhuma das respostas apresentadas.
O controle preventivo exercido, durante o processo de elaboração das espécies normativas, é feito pelos Poderes Legislativo e Executivo, mas não pode ser feito pelo Poder Judiciário.
Os atos do processo legislativo são imunes à apreciação do controle jurisdicional preventivo.
A Constituição Federal prevê hipótese de controle de constitucionalidade repressivo realizado pelo Poder Legislativo.

Sobre as classificações sobre controle de constitucionalidade, podemos afirmar:
Quanto ao momento, pode ser preventivo, de ofício e repressivo.
Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, somente pode ser difuso e abstrasto.
Quanto ao momento, pode ser preventivo e repressivo.
Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, pode ser somente difuso e concentrado.
Quanto ao órgão, pode ser político, jurídico ou constitucional.

O Controle difuso de constitucionalidade:
é realizado sobre a lei em tese
é realizado somente a partir de demanda do MP
é realizado somente em processos de conhecimento
é realizado somente em ações de rito ordinário
é realizado a partir da atuação de qualquer órgão jurisdicional

Sobre a classificação do controle de constitucionalidade, segundo [GÓES, Guilherme Sandoval. Direito constitucional avançado. Rio de Janeiro : SESES, 2018]:
O Decreto legislativo do Congresso Nacional faz controle político preventivo.
O veto do presidente da república faz controle político repressivo.
A arguição de descumprimento de preceito fundamental faz controle judicial repressivo.
O Decreto autônomo do Chefe do Executivo faz controle político preventivo.
A CCJ faz controle político repressivo.

Analise as afirmativas abaixo:
I. O controle difuso de constitucionalidade tem natureza judiciária, pois poderá ser feito por qualquer juiz ou tribunal como questão prejudicial imprescindível à resolução do litígio principal.
II. O Chefe do Executivo pode realizar controle preventivo de constitucionalidade por meio de sanção ou veto jurídico a projeto de lei aprovado pelo Poder Legislativo.
III. É cabível ação civil pública para, incidentalmente, suscitar a inconstitucionalidade de determinada lei federal que viole direitos difusos e coletivos. A sentença que declarar a inconstitucionalidade da lei em face da Constituição de 1988 produzirá sempre efeitos erga omnes.
IV. É cabível controle difuso de constitucionalidade sobre projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, desde que o parlamentar prejudicado impetre mandado de segurança para proteger o direito líquido e certo a processo legislativo conforme as normas constitucionais.
verifica-se que estão corretas: III e IV, apenas
I, II e III, apenas
I, II e IV, apenas
I, III e IV, apenas
I e II, apenas

Prévia do material em texto

16/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/ 1/4
 
Disc.: DIREITO CONSTITUCIONAL AVANÇADO 
Aluno(a): ALINI DA SILVA RUY-SÊCCO 201602219257
Acertos: 1,6 de 2,0 16/03/2021
Acerto: 0,0 / 0,2
A parte autora em um processo judicial, inconformada com a sentença de
primeiro grau de jurisdição que se embasou no ato normativo X, apela da
decisão porque, no seu entender, esse ato normativo seria inconstitucional. A
3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado Alfa, ao analisar a apelação
interposta, reconhece que assiste razão à recorrente, mais especificamente no
que se refere à inconstitucionalidade do referido ato normativo X. Ciente da
existência de cláusula de reserva de plenário, a referida Turma dá provimento
ao recurso sem declarar expressamente a inconstitucionalidade do ato
normativo X, embora tenha afastado a sua incidência no caso concreto.
De acordo com o sistema jurídico-constitucional brasileiro, o acórdão proferido
pela 3ª Turma Cível
está correto, posto que a 3ª Turma Cível, como órgão especial que é, pode arrogar para si a competência
do Órgão Pleno do Tribunal de Justiça do Estado Alfa.
não segue os parâmetros constitucionais, pois deveria ter declarado, expressamente, a
inconstitucionalidade do ato normativo que fundamentou a sentença proferida pelo juízo a quo.
 está juridicamente perfeito, posto que, nestas circunstâncias, a solução constitucionalmente expressa é o
afastamento da incidência, no caso concreto, do ato normativo inconstitucional.
está incorreto, pois somente o STF tem competência para afastar a incidência de atos normativos.
 está incorreto, posto que violou a cláusula de reserva de plenário, ainda que não tenha declarado
expressamente a inconstitucionalidade do ato normativo.
Acerto: 0,2 / 0,2
A inconstitucionalidade da lei quanto ao objeto é classificada como formal e:
subjetiva, quando existe vício de competência no processo legislativo.
 orgânica, quando existe vício de competência no processo legislativo.
orgânica, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
objetiva, quando existe vício de iniciativa no processo legislativo.
subjetiva, quando existe outro tipo de vício no processo legislativo.
 Questão1
 Questão2
3
javascript:voltar();
16/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/ 2/4
Acerto: 0,2 / 0,2
Marque a resposta abaixo que não corresponde a uma fonte do Direito Internacional Público, prevista pelo artigo
38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça:
Doutrina e Jurisprudência.
Princípios Gerais do Direito;
Tratados e Convenções Internacionais;
Costume Internacional;
 Atos Unilaterais;
Acerto: 0,2 / 0,2
A compra de órgãos humanos e patenteamento de material genético não são aceitos na Constituição Federal brasileira, sob o
argumento de que contraria o princípio da dignidade humana. Caso um estado federado da República Federativa do Brasil
promulgue uma lei contrariando esse princípio, caracterizada estaria uma incompatibilidade:
 
Formal
Formal objetiva
Material subjetiva
 Material
Formal subjetiva
Acerto: 0,2 / 0,2
Considerando o direito constitucional brasileiro, bem como o entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o
controle de constitucionalidade das leis e atos normativos, assinale a alternativa correta.
 A Constituição Federal prevê hipótese de controle de constitucionalidade repressivo realizado pelo Poder
Legislativo
O controle preventivo pode ser exercido pelos Poderes Legislativo e Judiciário, mas não pelo Poder
Executivo
Os atos do processo legislativo são imunes à apreciação do controle jurisdicional preventivo
Nenhuma das respostas apresentadas.
O controle preventivo exercido, durante o processo de elaboração das espécies normativas, é feito pelos
Poderes Legislativo e Executivo, mas não pode ser feito pelo Poder Judiciário
Acerto: 0,0 / 0,2
Sobre as classificações sobre controle de constitucionalidade, podemos afirmar:
 Quanto ao momento, pode ser preventivo e repressivo.
Quanto ao momento, pode ser preventivo, de ofício e repressivo.
 Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, pode ser somente difuso e concentrado.
Quanto ao controle jurisdicional de constitucionalidade, somente pode ser difuso e abstrasto.
Quanto ao órgão, pode ser político, jurídico ou constitucional.
Acerto: 0,2 / 0,2
Sobre a inconstitucionalidade material, podemos afirmar:
Por se tratar do conteúdo da norma é sanável.
Só admite a inconstitucionalidade da norma na sua integralidade.
 Questão
 Questão4
 Questão5
 Questão6
 Questão7
16/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/ 3/4
 A inconstitucionalidade material ocorre quando, o conteúdo de uma espécie normativa, afronta totalmente
ou parcialmente, outro dispositivo constitucional, com mesmo tema.
Não admite a a declaração de inconstitucionalidade parcial.
A inconstitucionalidade material ocorre quando, o conteúdo de uma espécie normativa, afronta totalmente
ou parcialmente, outro dispositivo legal, com mesmo tema.
Acerto: 0,2 / 0,2
O Controle difuso de constitucionalidade:
é realizado sobre a lei em tese
é realizado somente em processos de conhecimento
é realizado somente a partir de demanda do MP
 é realizado a partir da atuação de qualquer órgão jurisdicional
é realizado somente em ações de rito ordinário
Acerto: 0,2 / 0,2
Sobre a classificação do controle de constitucionalidade, segundo [GÓES, Guilherme Sandoval.
Direito constitucional avançado. Rio de Janeiro : SESES, 2018]:
O Decreto autônomo do Chefe do Executivo faz controle político preventivo
A CCJ faz controle político repressivo
O Decreto legislativo do Congresso Nacional faz controle político preventivo
O veto do presidente da república faz controle político repressivo
 A arguição de descumprimento de preceito fundamental faz controle judicial repressivo
Acerto: 0,2 / 0,2
Analise as afirmativas abaixo:
I. O controle difuso de constitucionalidade tem natureza judiciária, pois poderá ser feito por qualquer juiz ou
tribunal como questão prejudicial imprescindível à resolução do litígio principal.
II. O Chefe do Executivo pode realizar controle preventivo de constitucionalidade por meio de sanção ou veto
jurídico a projeto de lei aprovado pelo Poder Legislativo.
III. É cabível ação civil pública para, incidentalmente, suscitar a inconstitucionalidade de determinada lei federal
que viole direitos difusos e coletivos. A sentença que declarar a inconstitucionalidade da lei em face da
Constituição de 1988 produzirá sempre efeitos erga omnes.
IV. É cabível controle difuso de constitucionalidade sobre projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional,
desde que o parlamentar prejudicado impetre mandado de segurança para proteger o direito líquido e certo a
processo legislativo conforme as normas constitucionais.
verifica-se que estão corretas:
III e IV, apenas
I, II e III, apenas
 I, II e IV, apenas
I, III e IV, apenas
I e II, apenas
 Questão8
 Questão9
 Questão10
16/03/2021 Estácio: Alunos
https://simulado.estacio.br/alunos/ 4/4

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