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Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA
Campus Santana do
Livramento Curso de
Graduação em Direito
 Professora: Deisemara Turatti
Aluno/Matrícula: Felipe Pinheiro de Omena
(2010100755)
1. “Examinar e problematizar as relações entre a História e o Direito reveste-se
hoje da maior importância, principalmente quando se tem em conta a percepção
da normatividade extraída de um determinado contexto histórico definido como
experiência pretérita que conscientiza e liberta o presente” (WOLKMER, Antonio
Carlos. Paradigmas, historiografia crítica e direito moderno. In: Revista Fac.
Direito, Curitiba, n. 28, 1994/95, p. 55-67).
Considere a afirmação acima e tendo como referência as aulas estudadas,
responda à seguinte questão: Qual a importância na atualidade de
problematizar a relação entre História e Direito?
Conhecer os fundamentos do Direito e sua gênese é imprescindível para
entender/compreender seu objeto de estudo e saber como se desenvolveram em
outras culturas/sociedades os meios que possibilitaram o convívio social a luz da
legislação vigente da época. Entender a lei é entender como a sociedade se
comporta e, por conseguinte, aprender com o passado para entender o presente
e planejar o futuro. 
2. Considere a figura abaixo:
FONTE: Disponível em: <http://cultura.culturamix.com/curiosidades/as-primeiras-sociedades>. 
Acesso em: 23 fev. 2021. 
Com base na imagem acima, quais os elementos que você pode considerar
relacionados ao surgimento do direito e por quê?
Na representação da sociedade tribal, temos que os mais velhos das famílias
tomavam as decisões quanto as responsabilidades dos membros do grupo, com
isso vemos os espaços bem delimitados onde cada indivíduo tem uma função
social na tribo.
T
a
r
e
f
a
3. De acordo com a leitura indicada ("História do Direito" de Rodrigo Freitas
Palma), apresente os principais avanços do direito dos povos da Mesopotâmia,
considerando o direito babilônico, o direito assírio, o direito horrita e o direito
fenício e, justifique aquele que mais lhe chamou atenção.
Também chamado de Direito Cuneiforme as decodificações surgidas na antiga
Mesopotâmia, traz à história do Direito e revela como este sempre esteve
presente na “sociedades”. Existe muito do passado no presente, para tal, faz se
mister à exploração destas antigas sociedades;
A sociedade babilônica foi o seio de grandes civilizações, tendo seu marco
histórico para o Direito a partir do Código de Hammurábi e o Direito anterior a
este marco Buzon vai chamar de “Direito babilônico pré-hammurabiano”. Nos
primórdios o direito predominantemente atuava no ramo penal, em parte também
nos contratos, balizavam condutas sociais em prol das ordens do soberano.
Alguns ordenamentos “pré-hammurabiano” são; as Leis de Eshnunna; Código
de Lipit-Ishtar; Gilissen; Código de Urukagina entre outros.
Hammurábi (1726-1686 a.C.) foi o responsável pela ascensão da Babilônia ao
Império. A partir de fontes como os costumes, os precedentes, os provérbios,
entre outros, criou o Código de Hammurábi, que entre suas disposições se
encontra a lei do Talião, do falso testemunho, roubo e receptação e etc. Contudo
percebe-se que o direito esteve presente na sociedade babilônica e foi um
importante instrumento de controle para o soberano, assim como, um
exemplo/inspiração para as sociedades futuras.
Outros povos que também viveram na mesopotâmia fora os assírios. Imponentes
nas guerras, os assírios se tornaram um grande Império a partir da cidade de
Assur. O Direito nos assírios tinha um caráter mais rudimentar e com termos
simplistas, porém as suas normas eram severas e detinham um “toque” de
terror. Diferente do direito horrita, que não empregavam as suas penas tão
severamente como os assírios. Embora tenha grande influência do código de
Hammurábi, o deireito horrita pode se considerar mais “humanizado” que o dos
babilônios e assírios.
O direito que mais me chamou a atenção foi justamente o que não se sabe muito
sobre. O destaque dos Fenícios nas navegações (muito à frente de seu tempo),
no comércio e até mesmo na sua tecnologia, nos propõe à pensar como seriam
as leis que norteavam todas essas ramificações da sociedade fenícia.