Prévia do material em texto
• OMBRO • COTOVELO • PUNHO E MÃO • COXOFEMURAL/QUADRIL • JOELHO • TORNOZELO E PÉ EQUIPAMENTO Bobina de ombro pequena em arranjo ou bobina flexível pequena em varredura. Acolchoamento e faixas de imobilização. Tampões de ouvido. POSICIONAMENTO DO PACIENTE Paciente em decúbito dorsal com o braço a ser examinado ao longo do corpo, com o polegar para cima. Relaxe o ombro para impedir que ele fique excessivamente elevado. Posicione a bobina de forma que cubra a cabeça do úmero e as regiões superior e medial a ela. Oriente o paciente a não mexer a mão. PROTOCOLO SUGERIDO LOCALIZADOR T2 TSE FS COR T1 TSE COR T2 TSE COR DP FS TSE AXI T1 TSE AXI T2 FS TSE SAG T2 TSE SAG SEQUÊNCIAS ADICIONAIS T1 FS TSE COR/SAG/AXI com contraste. T2 FS TSE ABER ARTRORM: usada para diagnosticar rupturas do manguito rotador, lesões na glenóide e defeitos condrais. Principais artefato são de movimentação do paciente e os movimentos do fluxo originados nos vasos subclávios. Também a respiração às vezes pode causar problemas. Não se usa contraste de rotina em ombro. Muitos centros vem realizando contraste intra- articular em RM de ombro. É introduzida uma solução muito diluída de contraste em salina (1:100) na cápsula articular. EQUIPAMENTO Bobinas de superfície pequenas combinadas a bobinas de varredura. Acolchoamentos e faixas de imobilização. Blocos plásticos de ombro. Tampões de ouvido. POSICIONAMENTO DO PACIENTE O paciente fica em decúbito dorsal com os braços ao lado do corpo ou em decúbito ventral na posição de nadador. O braço e a bobina são elevados com o uso de acolchoamentos de espuma, de forma que a luz de alinhamento vertical passe pelo centro da articulação e alinhamento longitudinal situa-se entre os côndilos. PROTOCOLO SUGERIDO LOCALIZADOR T2 FS TSE COR T1 TSE COR T2 TSE COR PD FS TSE AXI T1 TSE AXI T2 FS TSE AXI T2 FS TSE SAG PD FS TSE SAG CORTES FINOS (2,5mm) SEQUENCIAS ADICIONAIS T1 FS TSE AXI/COR/SAG MOVIMENTAÇÃO DEVIDO O POSICINAMENTO DO PACIENTE PARA REALIZAÇÃO DO EXAME CONSIDERAÇÕES COM O PACIENTE Cuidadosamente posicionado. Tampões de ouvidos. O contraste pode ser útil na visualização de algumas anormalidades dos tecidos moles. Também pode ocorrer a injeção direta na articulação. Bobinas exclusivas de punho (de volume, phased array, de superfície pequena). Acolchoamento e faixas de imobilização. O paciente em geral é examinado em decúbito dorsal, com os braços ao longo do corpo com o cotovelo e punho voltados para cima. O punho e a mão são colocados em uma tala, para evitar movimentos e ajudar a garantir a posição da bobina. Colocar o punho no isocentro, se o paciente colaborar, use posição de nadador. Cuidar o isocentro nos três eixos: longitudinal, horizontal e vertical. Bobinas locais muito pequenas, especialmente projetadas, podem ser usadas para examinar as articulações dos dedos. Existe pouco artefato nesta região provido do fluxo dos vasos. Porém pode ocorrer artefatos de movimento. CONSIDERAÇÕES DO PACIENTE Avisar a possível longa duração do exame e da importância de se manter parado. Assegure-se de que o mesmo se encontra em posição confortável e imóvel. Não é usado de rotina no punho e na mão. IMAGENS BILATERAIS DO QUADRIL: Bobina corporal em arranjo de fase/ duas grandes bobinas flex dispostas em arranjo. Acolchoamento e faixas de imobilização. Tampões de ouvido. IMAGEM UNILATERAL DO QUADRIL: Bobina flexível grande ou pequena/ bobina pélvica com arranjo de fase. Acolchoamento e faixas de imobilização. Tampões de ouvido. POSICIONAMENTO DO PACIENTE O paciente em decúbito dorsal na mesa de exame, com as pernas esticadas e pés paralelos um ao outro. Luz de alinhamento longitudinal passando pela linha média e a linha de alinhamento horizontal na altura das cabeças dos femorais. Se for realizado o exame de apenas um dos lados do quadril, o paciente é descentralizado lateralmente, de forma a posicionar o lado examinado no centro do magneto. UNILATERAL BILATERAL PROTOCOLO SUGERIDO UNI T1 TSE COR BILATERAL T2 FS TSE COR T1 TSE COR T2 FS TSE SAG T1 TSE AXI T2 FS TSE AXI T2 FS TSE OBL COLO PROTOCOLO SUGERIDO BIL T1 TSE COR STIR COR T2 FS TSE SAG DIR T2 FS TSE SAG ESQ T1 TSE AXI STIR AXI OBLIQUO Principal é o fluxo dos vasos ilíacos e femorais. Próteses ou pinos no quadril produzem artefatos significativos, podendo ou não arruinar a imagem. Neste caso não use GRE, pois os gradientes não compensam a falta da homogeneidade no campo magnético, aumentando o artefato. CONSIDERAÇÕES DO PACIENTE Paciente com prótese de quadril podem sentir calor durante o exame. Alerte-o de que isso pode ocorrer. Quase nunca há indicação para contraste intravenoso. EQUIPAMENTO Bobina em arranjo de fase para joelho/ bobina de extremidade para joelho/ par de pequenas bobinas circulares associadas ao arranjo de fase/ bobina flexível grande. Acolchoamento para imobilização. Tampes de ouvido. POSICIONAMENTO O paciente fica em decúbito dorsal na mesa de exame, com os joelhos em uma posição relaxada e discretamente flexionados dentro da bobina. O joelho é firmemente imobilizado. Luz de alinhamento longitudinal passa pela linha média da perna que estiver sendo examinada. O centro desta corresponde à margem inferior da patela. Luz de alinhamento horizontal passa pelo centro da bobina. PROTOCOLO SUGERIDO LOCALIZADOR T2 TSE AXI PD FS TSE AXI PD FS TSE COR T1 TSE COR PD FS TSE SAG T1 TSE SAG SEQUENCIAS ADICIONAIS T2 TSE COR LCA T1 FS TSE SAG/COR/AXI COM CONTRASTE CONSIDERAÇÕES DO PACIENTE Pacientes com parafusos ou próteses metálicas podem sentir desconforto. Deve ser instruído pelo tecnólogo a informar qualquer alteração. Alguns pacientes podem não conseguir esticar os joelhos. Talas e órteses podem ser removidas antes do exame. Pulsação dos vasos poplíteos e movimentos do paciente. Quase nunca há indicação para contraste EV, embora o contraste seja útil para classificar alguma patologia. EQUIPAMENTO Bobina de extremidade/bobina de cabeça/bobina de superfície flexíveis/bobina pequena configurada com arranjo Acolchoamento de espuma e faixas para imobilização. Tampões de ouvido POSICIONAMENTO DO PACIENTE O pé é posicionado na bobina de extremidade ou cabeça. Ao usar essas bobinas cuidar para que os dedos (artelhos) não ultrapassem a área da bobina Decúbito dorsal na mesa de exame com o pé e o tornozelo contidos na bobina. O pé fica em dorsoflexão, de forma que a face dorsal permaneça perpendicular à mesa de exame (ângulo 90 graus) PROTOCOLO SUGERIDO TNZ LOCALIZADOR STIR SAG T1 TSE SAG PD FS TSE AXI T1 TSE AXI T2 TSE COR PD FS TSE COR ADICIONAIS: T1 FS TSE COR/AXI/SAG COM CONTRASTE PROTOCOLO SUGERIDO PÉ LOCALIZADOR T2 FS TSE SAG T1 TSE SAG PD FS TSE COR T1 TSE COR PD FS TSE AXI T1 TSE AXI ADICIONAIS: T1 FS TSE COR/AXI COM CONTRASTE CONSIDERAÇÕES DO PACIENTE Cuidadosamente imobilizado para diminuir artefato de movimento A posição do pé é importante, imobilizá-lo para que não saia do isocentro EXISTE POUCO ARTEFATO DE FLUXO O contraste não é utilizado como rotina em tornozelo Pé é importante contraste para pesquisa de neuroma de Morton, inflamações e tumores