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Lilyana Siqueira -História da doença; Paciente homem de 25 anos, pisou “em falso” durante uma partida de futebol com os amigos, adquirindo Entorse de tornozelo, relatando dor intensa , edema (pé inchado), com dificuldade para andar -Diagnóstico fisioterapêutico; Grau 2: rompimento parcial dos ligamentos e articulação do tornozelo instável; -Avaliação; Deve-se realizar a palpação de toda parte ligamentar e óssea do tornozelo torcido. A estabilidade do tornozelo também deve ser examinada. O teste da gaveta anterior do tornozelo avalia a integridade do LTFA. É realizado por flexão plantar do tornozelo a aproximadamente 30 graus e aplicando uma força anterior ao calcâneo enquanto se estabiliza a tíbia com a outra mão. O teste de inclinação do talo é realizado com o tornozelo em posição neutra e avalia a integridade do tornozelo LCF. O teste de compressão é usado para diagnosticar uma lesão sindesmótica. É realizada apertando-se a fíbula e a tíbia proximais no meio da panturrilha e causa dor sobre a área sindesmótica. Da mesma forma, o teste de estresse de rotação externa é realizado colocando o tornozelo em uma posição neutra e girando a tíbia externamente, levando a dor na região sindesmótica. Diminuição da função e da amplitude de movimento e instabilidade articular. -Tratamento Proteção, repouso relativo, gelo (ice), compressão e elevação (PRICE) são a base principal do tratamento inicial e devem ser introduzidos imediatamente. -Prescrição da órtese de acordo com a avaliação. Órteses do tipo bota ortopédica (robofoot) removíveis de plástico ou talas, em posição de dorsiflexão, podem ser usadas em lesões de maior grau até melhora da dor ao deambular.