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Transtorno Bipolar 
Basta um episódio de mania: Humor anormal 
persistentemente elevado, expansivo 
ou irritável + aumento de energia 
ou atividade voltada a objetos; 
duração mínima de uma semana ou mais, 
Autoestima inflada ou grandiosidade. 
 
 Necessidade de sono, Loquacidade, Fuga de 
ideias ou pensamento acelerado Distração , 
Atividade dirigida a objetos ou agitação 
psicomotora, Envolvimento excessivo atividade 
com consequências dolorosas. Prejuízo 
acentuado, hospitalização ou psicose. 
 
Um episódio hipomaníaco + episódio 
depressivo. Humor anormal e 
persistentemente elevado, expansivo ou 
irritável + aumento da energia, duração de 
4 dias consecutivos 3 ou mais dos 
mesmos critérios de mania. Mudança clara 
no funcionamento, diferente do habitual. 
Mudanças observadas por outras pessoas. 
Não causa prejuízo grave, não tem 
psicose, não necessita de internação. Obs: 
nunca houve episodio maníaco. 
Causas e fatores de risco: 
• Genética e histórico familiar; 
• Estrutura e funcionamento cerebral; 
• Abuso de substancias 
• Fatores ambientais 
• Desequilíbrios hormonais podem 
desencadear ou causar transtorno 
bipolar. 
Bipolar Tipo II Bipolar Tipo I 
T
r
a
t
a
m
e
n
t
o 
Mania aguda-Suspender os antidepressivos; 
Adm. Antipsicótico e/ou estabilizador do humor. 
DEPRESSÃO AGUDA- Antidepressivos + 
estabilizador de humor OU antipsicóticos atípicos 
com ou sem estabilizador de humor; ECT 
MANUTENÇÃO-Antidepressivos + estabilizador 
de humor OU antipsicóticos atípicos com ou sem 
estabilizador de humor. 
Terapia Medicamentos
o 
A psicoterapia quando combinada com a medicação, 
pode ser um tratamento muito eficaz para o transtorno 
bipolar, fornecendo apoio, educação e orientação para 
pessoas com o transtorno e suas famílias. Alguns 
tratamentos incluem: Terapia focada na família, 
Terapia de ritmos interpessoais e sociais, 
Psicoeducação. 
Educar e orientar paciente e seus familiares sobre essa 
doença dizendo o que é quais os sintomas, quais os 
tratamentos existentes, bem como a importância de 
tomar regularmente a medicação para estabilizar a 
patologia clínica. 
 
 
 
Nas sessões iniciais, deve ser realizada a 
construção da aliança terapêutica, a 
educação sobre o modelo cognitivo; a 
psicoeducação sobre o transtorno; a 
avaliação sobre o uso da medicação e 
sintomas e a organização de um “plano de 
emergência”, caso o paciente desestabilize. 
Monitorar os sintomas é importante no 
início do tratamento, pois ajuda o paciente e 
o terapeuta a conhecerem como são as 
oscilações de humor, podendo prever 
precocemente novos episódios da doença. 
 
 Então nessa faze o tratamento, inicia-se a reestruturação cognitiva, que 
pode ser efetuada com o uso de diferentes técnicas: identificação de 
pensamentos, de sentimentos e comportamentos, bem como a correção de 
distorções cognitivas a través de registro de pensamentos disfuncionais 
(RPD) ou do ABC; do questionamento socrático; da flecha descendente e do 
diagrama de conceitualização cognitiva. 
Uma vez que os problemas e os objetivos vão sendo sanados, a terapia 
vai finalizando. É realizado um trabalho de prevenção a recaídas. O 
principal objetivo da prevenção é promover alterações na maneira como 
o paciente vive, tendo como finalidade a diminuição do risco em 
desenvolver novos episódios. 
O tratamento é longo e tem por objetivo final desafiar pensamentos 
automáticos residuais e comportamentos emotivos que ainda existam 
no final do processo terapêutico, fazendo com que o paciente venha a 
ser o seu próprio terapeuta.

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