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Colégio davi r. costa Wilhelm Haarberg são bernardo do campo 2020 Colégio davi r. costa Wilhelm Haarberg Trabalho apresentada a disciplina de (ATES), do (Ensino Fundamental ll), (Colégio CAMP), como requisito parcial para avaliação biemstral. Professor: são bernardo do campo 2020 Titulo do trabalho Resumo: Iremos falar sobre um pouco sobre a semana da arte moderna e um pouco sobre a história Wilhelm Haarberg. Palavra-chave: Arte. Sumário 1 Introdução 4 1.1 subtitulo 4 1.2 objetivo 4 2 Material e Método 5 2.1 subtitulo 5 3 RESULTADOS 6 4 conclusão 8 5 referências 9 13 Introdução subtitulo Iremos falar sobre um pouco sobre a semana da arte moderna e um pouco sobre a história Wilhelm Haarberg. objetivo Objetivo é apresentar as pessoas sobre a arte e, sua história, e falar um pouco sobre o escritor. 1 Material e Método subtitulo Foi usado para ser realizando esse trabalho: Computador, Wifi, Mouse, Teclado, Internet e Sites. Foi usado a internet porque é mais acessível, rápido e fácil. O Computador foi usado pois é mais prático de usa e digitar mais rápido que o normal. Tambem ajuda muito ao criar o trabalho de uma forma melhor. 20 MATERIAL E MÉTODO 16 MATERIAL E MÉTODO RESULTADOS O que foi a semana da Arte Moderna? A Semana de Arte Moderna, também chamada de Semana de 22, ocorreu em São Paulo, entre os dias 11 e 18 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal da cidade. O governador do estado de São Paulo da época, Washington Luís, apoiou o movimento, especialmente por meio de René Thiollier, que solicitou patrocínio para trazer os artistas do Rio de Janeiro: Plínio Salgado e Menotti Del Picchia, membros de seu partido, o Partido Republicano Paulista. Cada dia da semana trabalhou um aspecto cultural: pintura, escultura, poesia, literatura e música. O evento marcou o início do modernismo no Brasil e tornou-se referência cultural do século XX. A Semana de Arte Moderna representou uma verdadeira renovação de linguagem, na busca de experimentação, na liberdade criadora da ruptura com o passado e até corporal, pois a arte passou então da vanguarda para o modernismo. O evento marcou época ao apresentar novas ideias e conceitos artísticos, como a poesia através da declamação, que antes era só escrita; a música por meio de concertos, que antes só havia cantores sem acompanhamento de orquestras sinfônicas; e a arte plástica exibida em telas, esculturas e maquetes de arquitetura, com desenhos arrojados e modernos. Participaram da Semana nomes consagrados do modernismo brasileiro, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Heitor Villa-Lobos,Tácito de Almeida, Di Cavalcanti entre outros, e como um dos organizadores o intelectual Rubens Borba de Moraes que, entretanto, por estar doente, dela não participou. Na ocasião da Semana de Arte Moderna, Tarsila do Amaral, considerada um dos grandes pilares do modernismo brasileiro, se encontrava em Paris e, por esse motivo, não participou do evento. Muitos dos idealizadores do evento eram quatrocentões. Origens A Semana de Arte moderna ocorreu em uma época cheia de turbulências políticas, sociais, econômicas e culturais. As novas vanguardas estéticas surgiam e o mundo se espantava com as novas linguagens desprovidas de regras. Alvo de críticas e em parte ignorada, a Semana não foi bem entendida em sua época. A Semana de Arte Moderna se encaixa no contexto da República Velha (1889-1930), controlada pelas oligarquias cafeeiras - as famílias quatrocentonas - e pela política do café com leite (1898-1930). O capitalismo crescia no Brasil, consolidando a república e a elite paulista, esta totalmente influenciada pelos padrões estéticos europeus mais tradicionais. Seu objetivo era renovar o ambiente artístico e cultural da cidade com "a perfeita demonstração do que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual", como informava o Correio Paulistano, órgão do partido governista paulista, em 29 de janeiro de 1922. A Semana A Semana, de uma certa maneira, nada mais foi do que uma ebulição de novas ideias totalmente libertadas, nacionalista em busca de uma identidade própria e de uma maneira mais livre de expressão. Não se tinha, porém, um programa definido: sentia-se muito mais um desejo de experimentar diferentes caminhos do que de definir um único ideal moderno. · 13 de fevereiro (Segunda-feira) - Casa cheia, abertura oficial do evento. Espalhadas pelo saguão do Teatro Municipal de São Paulo, várias pinturas e esculturas provocam reações de espanto e repúdio por parte do público. O espetáculo tem início com a confusa conferência de Graça Aranha, intitulada "A emoção estética da Arte Moderna". Tudo transcorreu em certa calma neste dia. · 15 de fevereiro (Quarta-feira) - Guiomar Novaes era para ser a grande atração da noite. Contra a vontade dos demais artistas modernistas, aproveitou um intervalo do espetáculo para tocar alguns clássicos consagrados, iniciativa aplaudida pelo público. Mas a atração da noite foi a palestra de Menotti del Picchia sobre a arte estética. Menotti apresenta os novos escritores dos novos tempos e surgem vaias e barulhos diversos (miados, latidos, grunhidos, relinchos…) que se alternam e confundem com aplausos. Quando Ronald de Carvalho lê o poema intitulado Os Sapos de Manuel Bandeira (poema criticando abertamente o parnasianismo e seus adeptos, ou seja, a crítica é dirigida diretamente à forma tradicional dos parnasianos fazerem poemas com regras, Bandeira dizia que essa maneira não era a verdadeira literatura), o público faz coro atrapalhando a leitura do texto. A noite acaba em algazarra. Ronald teve de declamar o poema pois Bandeira estava impedido de fazê-lo por causa de uma crise de tuberculose. · 17 de fevereiro (Sexta-feira) - O dia mais tranquilo da semana, apresentações musicais de Villa-Lobos, com participação de vários músicos. O público em número reduzido, portava-se com mais respeito, até que Villa-Lobos entra de casaca, mas com um pé calçado com um sapato, e outro com chinelo; o público interpreta a atitude como futurista e desrespeitosa e vaia o artista impiedosamente. Mais tarde, o maestro explicaria que não se tratava de modismo e, sim, de um calo inflamado. A Importância A Semana de Arte Moderna de 1922 é um marco na história da arte e será sempre lembrada como um grande evento em prol dos artistas e livre expressão. Há 95 anos o Teatro Municipal de São Paulo reunia artistas ilustres como Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira entre outros, que apresentavam seus trabalhos e transformavam a arte no país, dando o pontapé inicial no movimento artístico conhecido como Modernismo. O evento foi realizado entre os dias 13 e 18 de fevereiro e, mesmo depois de tantos anos, jornais, rádios e veículos impressos ainda falam sobre o acontecimento que levou uma nova visão da arte brasileira ao mundo. A arte esteve sempre intimamente ligada ao contexto histórico de seu artista. Naquela época o Brasil comemorava o seu primeiro centenário de Independência, mas as mudanças não ocorreram. A ideia da movimentação artística então, era expressar a realidade do que ocorria no país de forma disruptiva, se distanciando da arte extremamente formal que era dominante na época, em especial a poesia rebuscada do parnasianismo. A marginalização estava presente desde o sertão nordestino até o subúrbio carioca. A classe operária era socialmente excluída, gerando revolta e intensificando as greves. A arte era usada como forma de expressão desses artistas para opinar sobre a situação política, social e econômica do Brasil. Um modo de protesto que modificou todo o modo como a arte brasileira passou a ser vista e feita. A partir das ideias da Semana de Arte Moderna, o Grupo dos Cinco, formado por Tarsilado Amaral, Menotti del Picchia, Anita Malfatti, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, encabeça o modernismo no Brasil. O movimento é um marco que firma a relevância da Semana da Arte Moderna. Inspirado em movimentos artísticos da vanguarda europeia, o modernismo rompe com o tradicionalismo e abre portas para a experimentação. Nesse período surgem obras de arte memoráveis como Abaporu, de Tarsila do Amaral, O Homem Amarelo, de Anita Malfatti; grandes obras literárias de Oswald de Andrade e Mário de Andrade; e na música, composições do maestro Heitor Villa-Lobos. Engana-se quem pensa que a Semana de Arte Moderna de 1922 foi recebida com aplausos, na verdade esse acontecimento enfrentou vaias e insultos, na época a imprensa fez duras críticas, é sempre difícil compreender o novo e aceitá-lo de bom grado, mas a proposta de romper com a tradição acadêmica e as influências europeias transformaram o cenário cultural da época. Hoje, inúmeros veículos de comunicação dão atenção a esta parte da história brasileira. Tornando possível compreender um pouco mais sobre o movimento e a vida dos artistas que participaram da ação e assim entender o contexto histórico e a importância desse momento para a arte brasileira, e também para o mundo. É de extrema importância que empresas estejam conectadas com este tipo de informação, não apenas pela necessidade de se dar valor à cultura produzida em nosso país, mas também pelo entendimento da história brasileira. A Semana de Arte Moderna de 1922 foi uma forma de protesto sobre os acontecimentos que ocorriam na época, assim como o Brasil atual viveu e segue vivendo uma onda de protestos que buscam melhorias em diversos setores, o que dentro de alguns anos, estará sendo sendo citado como parte da história do país. Wilhelm HAarberg Wilhelm HAarberg, 1891-1986, ALEMANHA. Escultor, desenhista, restaurador e professor. Wilhelm Haarberg. Residiu em Săo Paulo e aproximou-se do escritor e crítico de arte Mário de Andrade, que o caracterizava como um escultor da escola expressionista alemă que incorporara traços arcaizantes aos seus trabalhos; durante o período em que viveu na capital paulista, ministrou aulas de plástica para crianças na Escola Alemă. 4 CONCLUSÕES 50 APÊNDICE 2 12 CONCLUSÕES Nós entendemos que é importante nos sabemos um pouco mais sobre a Arte, e entendemos que foi muito importante a semana da arte para nossa história, e foi muito bom aprender sobre esse artista que foi muito importante para nós. ReferÊncias https://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_Arte_Moderna https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-foi-a-semana-de-arte-moderna-de-1922/ https://arteref.com/arte/artistas-brasileiros-de-arte-moderna/