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PERIODONTIA PRÉ-CLÍNICA ERGONOMIA: É a ciência que visa projetar o trabalho. Tem por finalidade: reduzir fadiga, melhores condições, melhor produção. Na odontologia, é utilizada para planejamento de consultório. Plano Horizontal: Tem como objetivo organizar o espaço de atendimento. Posições: 09hrs: mais usada, acesso abrangente, para destros. 11hrs: região inferior lingual, superior vestibular. Arcada superior paciente + deitado, arcada inferior paciente + sentado. 15hrs: para sinistros. 12hrs: região anterior, sup vestibular e inf lingual. MESA CLÍNICA: 1. Para Raspagem Supragengival: Trio – Carpule – Sonda Nabers – Sonda Carolina do Norte - Pedra de Afiação – Gases – Taça de borracha – Pasta Profilática – Pote dappen - Fluor - Baixa Rotação Cureta Gracey e Gracey Mini Five 1-2: para dentes anteriores e suas faces 5-6: para dentes anteriores 11-12: para M de dentes posteriores 13-14: para D de dentes posteriores Curetas Mc-Call e Columbia: 13-14: dentes anteriores 17-18: dentes posteriores 2. Para raspagem Subgengival Trio – Carpule – Sonda Carolina do Norte – Sonda Nabers - Pedra de afiação – Afiador triangular – Gases (não se faz alisamento) Cureta Gracey e Gracey Mini Five 1-2: para dentes anteriores e suas faces 5-6: para dentes anteriores 11-12: para M de dentes posteriores 13-14: para D de dentes posteriores Cureta Columbia: 13-14 4R-4L Limas Hirschfeld: 5-11: superfícies proximais 3-7: superfícies livres PROTEÇÃO PESSOAL E DE EQUIPAMENTOS: Imunização: é o programa de controle de infecções. Para o CD: hepatite B, sarampo, tétano, influenza, varicela, rubéola, tuberculose, caxumba. Recomendações: BC6, tríplice viral, dupla bacteriana, hepatite B. INTRODUÇÃO A PERIODONTIA – ANATOMIA DO PERIODONTO: Periodontia envolve a manutenção de saúde, função e estética das estruturas e tecidos. Periodonto Fica ao redor do dente. FUNÇÂO: de proteção (gengiva) e sustentação (osso alv., ligamento perio., cemento). O periodonto está sujeito a variação morfológica e funcional, assim como a mudança associada a idade. Periodonto de Proteção – Macroscopia GENGIVA Mucosa mastigatória: Cobre o processo alveolar Circunda a proteção cervical dos dentes Reveste espaços interdentais Protege tecidos de sustentação contra agressões. Dividida em: Gengiva marginal livre Gengiva Inserida Gengiva Interdental Sulco Gengival 1. Gengiva Marginal Livre É a porção terminal ao redor do dente, por vestibular e lingual É arredondada, forma um sulco entre o dente e a gengiva Zênite Gengival: é o ponto mais apical Limites: margem gengival livre e ranhura gengival livre 2. Gengiva Inserida É firmemente inserida no processo alveolar Se estende do limite com a gengiva livre até a mucosa alveolar, na junção mucogengival É resistente a mastigação, atrição a escova -> Maior proteção gengival 3. Gengiva Interdental Compreende a papila interdental e ameia gengival Anteriores: formato piramidal Posteriores: formato de concavidade entre a papila vestibular e a lingual A gengiva apresenta-se aderida ao osso Não apresenta papila interdental 4. Sulco Gengival Espaço raso ou fenda ao redor do dente Delimitada pela superfície dentária e pelo epitélio sulcular Em formato de V Profundidade de soldagem: 2mm a 3mm 5. Mucosa Alveolar Encontrada apicalmente a junção ou linha muco-gengival Apresenta-se frouxa Transparece uma mobilidade Composta por ep. NÃO QUERATINIZADO BOCHECHA NÃO É QUERATINIZADO PALATO é ep.QUERATINIZADO, não há linha mucogengival no palato devido ser mais rígida. Periodonto de Proteção – Microscopia GENGIVA Possui 3 epitélios: Oral, do Sulco e Juncional. Esses três epitélios participam da resposta á infecção. O ep. Oral e o ep. do Sulco apresentam características semelhantes: barreira mecânica, química, microbiana e contra água. O ep. Juncional faz a defesa imunológica, sinalização, aumento de calibre e do nº de vasos, migração de células de defesa. O limite entre o ep. Oral e o ep. do Sulco é o tec. conjuntivo. 1. Epitélio Oral Voltado para a cavidade oral FUNÇÃO: proteger os tecidos subjacentes EP. PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO QUERATINIZADO NÃO tem contato com o dente Composto por Queratinócitos Constantemente renovado Caracterizado por uma superfície que descama, queratinócitos e renovação celular Possui 0,2 a 0,3mm de espessura 2. Epitélio do Sulco Fica entre o esmalte e parte superior da gengiva livre Voltado para o dente, porém, não entra em contato com o dente EP. PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO NÃO QUERATINIZADO NÃO TEM CAMADA CÓRNEA (sem queratina) É uma membrana semipermeável (não possui tanta queratina, por isso permeia mais) 3. Epitélio Juncional Promove inserção da gengiva do dente (hemidesmossomos voltados para o dente) Aderido ao dente por meio de hemidesmossomos Maior permeabilidade EP. PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO NÃO QUERATINIZADO Rápida renovação e reparo tecidual Não apresenta cristas Tem células maiores, espaços intercelulares amplos, menos nº de desmossomos Contribui para prevenir invasões bacterianas Fibras Gengivais: Circundam a gengiva FUNÇÂO: reforçar a gengiva e fornecer resistência e integridade entre o dente e gengiva. São divididas em: Circulares, Dentogengivais, Dentoperiósteas, Transeptais 1. Circulares Circundam o dente Dispostas na gengiva livre Auxiliam na manutenção do contorno e posição da gengiva livre 2. Dentogengivais Embutidas no cemente supre-alveolar Em forma de leque, para tecido gengival livre 3. Dentoperiósteas São embutidas no cemento (supra alveolar) Vai da gengiva inserida até o osso, e do osso até o cemento 4. Transeptais Sobre o cepto dentário Vai de um cemento de um dente até o outro cemento do dente Por cima do osso alveolar Mantém relacionamentos de dentes e protege o osso Inter proximal Periodonto de Sustentação Ligamento Periodontal Osso Alveolar Cemento 1. Ligamento Periodontal TEC. CONJUNTIVO FROUXO +++ Vascularizado FUNÇÃO: permite transmissão de forças da mastigação\oclusais essenciais para mobilidade dentárias. Principais células são FIBROBLASTOS Circula a raiz dos dentes Une o cemento ao osso alveolar Espessura de 0,25mm 2. Cemento É um tec conjuntivo mineralizado, avascular, que recobre a dentina radicular FUNÇÂO: inserção das fibras do lig. Periodontal á raiz do dente, faz a transmissão das forças oclusais ao lig. Periodontal, pode revestir pequenas porções da coroa. NÃO tem vasos sanguíneos NÃO tem inervação NÃO sofre remodelação e reabsorção fisiológica Formação contínua ao longo da vida Cemento Acelular: porção coronária e média da raiz Cemente Celular: fibras mistas e terço médio 3. Osso Alveolar Parte que forma os alvéolos dentários e são suporte a esses alvéolos Desenvolvem-se com o desenvolvimento e erupção dos dentes Maxila: osso mais espesso na palatina do que na vestibular Mandíbula: mais cortical que o maxilar EXAME PERIODONTAL Fatores que influenciam: Espessura da sonda Ângulo e posição da sonda Escala de graduação da sonda Pressão aplicada 1. IPV Índice de placa visível Apenas com jato de ar da seringa tríplice 2. ISG Índice de sangramento gengival Deve-se passar a sonda periodontal milimétrica em relação ao dente. 3. Cálculo Biofilme mineralizado Anotar presença de cálculo supregangival 4. PS Profundidade de sondagem É a distância da margem da gengiva até a porção mais apical sondável do sulco\bolsa A sonda milimetrada deve entrar paralela ao dente 5. SS Sangramento a sondagem Sangramento observado durante o OS 6. NIC Nível de Inserção Clínica É a distância da junção cementoesmalte até a porção mais apical sondável do sulco\bolsa gengival É medida em milímetros Lesão de Furca: Para ter lesão de furca, o dente tem que ter varias raízes. Característica única dos dentes multiradiculares, área entre as raízes Caracterizada pela reabsorção óssea e perda de inserção no espaço inter-radicular Grau 1: até 1\3 da largura do V\L do dnete Grau 2: mais de 1\3 da largura V\L,sem atravessar lado a lado Grau 3: abrange toda a área horizontal do dente, atravessa V\L, lado a lado Mobilidade Dental: É avaliada com o cabo de um instrumento e dedo indicador Grau 1: aumento da mobilidade da coroa do dente, no máximo 1mm na horizontal Grau 2: em mais de 1mm na horizontal Grau 3: nas direções horizontais e verticais ETIOPATOGENIA DAS DOENÇAS PERIODONTAIS É a causa (BIOFILME) e mecanismo (RESPOSTA TECIDUAL) que causa DESTRUIÇÃO DE TECIDOS Biofilmes: É uma comunidade microbiana Acontece sobre estruturas sólidas não descamáveis, meio líquido O biofilme SUBgenfival se origina do biofilme SUPREgengival Interação: entre as bacterias há compartilhamento de nutriente e remoção de produtos metabólicos inibidores ou tóxicos. Proteção: as espécies colonizadas fazem a defesa do hospedeiro e substancias potencialmente tóxicas, como ATB, dificultando ou impedindo-as no interior do biofilme. Bioflimes Dentais: massa amolecida, branca ou amarelada, em regiões cervicais. Formação do Biofilme: A película adquirida cria um condicionamento de colonização primária, com bactérias específicas do grupo GRAM + ANAERÒBICAS FACULTATIVAS As bactérias se aderem a película através dos polímeros extracelulares ou fimbrias. Vai ocorrer o crescimento microbiano, aumentando o número, além da síntese da matriz extracelular, formando colônias. Há formação de colónias secundárias, GRAM – ANAERÓBICAS ESTRITOS, que se ligam aos microrganismos primários, a qual se da pela interação molecular. Dessa forma, aumenta a ligação de outras bactérias, incluindo GRAM -. Forma o biofilme clímax, que facilita o amplo gama de interações microbianas (sinérgicas ou antagônicas), traz autonomia a toda a estrutura (comunidade autossuficiente) e faz a proteção contra invasão de microrganismos exógenos. Fatores que alteram a favor do biofilme: Dieta Composição salivar Rugosidade Inflamação gengival 6 Complexos Microbianos: Colonização Primária: fornece receptores e criam condições ecológicas para complexo laranja. Colonização Laranja: criam condições para a c. Vermelha Colonização Vermelha, são as bactérias: 1. Porpnynomonas Gengivalis 2. Tannerella Forsythia 3. Treponema Denticola Os dois tipos de biolfimes possuem condições ecológicas e desenvolvimento diferentes, PORÉM, a formação dos dois corre igual. Cálculo Dental – Tártaro É o biofilme mineralizado (cristais de fosfato de cálcio) O supragengival e o subgengival apresentam características semelhantes. Clinicamente: Massa branca Branco acastanhado ou marrom (SUPRA) Massa dura de cor marrom ou preta (SUB) Dureza moderada Superfície rugosa O cálculo é fator retentivo do biofilme, sendo meio ideal para aderência bacteriana, por isso se faz a remoção. Cálculo Supragengival: a mineralização ocorre a partir dos componentes da saliva Cálculo Subgengival: a mineralização ocorre a partir de componente de exsudato inflamatório, a remoção é mais difícil. FATORES DE RISCO SISTÊMICOS: DIABETES FATORES DE RISCO AMBIETAIS: FUMO DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO INFLAMATÓRIO GENGIVITE E PERIODONTITE Lesão Inicial\ Precoce: Gengivite Lesão Estabelecida\Avançada: Periodontite 1. Lesão Inicial: Subclínica: gengiva clinicamente sadia Só é vista com exame histopatológico Pode ocorrer se houver acúmulo de biofilme de 2 a 4 dias Não ocupa mais do que 5 a 10% do tec. conjunt. GENGIVA SADIA CLINICAMENTE Acúmulo de neutrófilos polimorfonucleares 2. Lesão Precoce Depois de vários dias de acúmulo de biofilme Maior nº de linfócitos T e macrófagos Sangramento LESÃO EVIDENTE CLINICAMENTE 3. Lesão Progressiva Aumento do biofilme SUB Presença de sangramento Forma bolsa apical Presença de plamócitos e linfócitos B O Biofilme subgengival é uma condição necessária mas não suficiente para a periodontite. 4. Lesão Avançada Perda óssea Grande perda de inserção Lesão avançada, chega no osso Perda de fibras colágenas Fatores Etiológicos para o Biofilme: Progressão da doença Lesão inicial Lesão precoce Lesão estabelecida Lesão avançada Aspectos Importantes do Processo de Defesa do Processo Inflamatório: Rubor Calor Edema Dor Perda de Função Células que Apresentam Antígenos: Langerhans Macrófagos Células B DIAGNÓSTICO PERIODONTAL Saúde Periodontal: É a ausência da inflamação detectável clinicamente Gengiva clinicamente sadia tem PS<3mm. Periodonto Intacto: Sem perda de inserção ou perda óssea Ausencia de sangramento Ausencia de eritema e edema Ausencia de sintomas Periodonto Reduzido: Com perda de inserção em algum momento da vida Presença de níveis ósseos reduzidos Ausencia de sangramento Ausencia de eritema e edema Ausencia de sintomas Gengivite: periodonto intacto Periodontite: periodonto reduzido GENGIVITE É uma lesão inflamatória, resultante das inserções entre biofilme\placa dental e a resposta imune inflamatória do hospedeiro (3-21 dias). É o principal fator de risco, sendo um pré requisito para a periodontite. O tratamento é estratégia para prevenção primaria da periodontite. Somente o controle mecânico resolve. Não se estende além da junção mucogengival É reversível Não tem dano permanente Não tem alteração da arquitetura Fatores locais que Dificultam o controle de Biofilme: Excesso em restaurações subgengivais Hipossalivação Xerostomia Sistêmicos: Fumo Diabetes Gravidez Dieta Aumento gengival influenciado por drogas: São medicamentos que afetam o tamanho dos tec. gengivais: Antisépticos Imunoreguladores Contraceptivos orais PERIODONTITE Doença inflamatória crônica multifuncional associada a disbiose bacteriana. Caracterizada por: destruição progressiva das estruturas de suporte dentário. Perda de inserção clínica, presença de bolsa periodontal, sangramento gengival. Clinicamente: perda de inserção periodontal detectável em 2 ou mais dentes. Características: Alteração de cor, textura e volume Aumento da OS ou formação de bolsa periodontal Sangramento a sondagem Perda de nível de inserção a sondagem Recessão da margem gengival Perda de osso alveolar Exposição de fura e aumento da mobilidade Gengivite X Periodontite Sintomas que podem ser relatados pelo paciente: Sangramento Gosto metálico Dor Halitose Como fazer diagnóstico periodontal: Classificação de DPS INSTRUMENTAL E AFIAÇÃO Classificação dos Materiais: 1. Sonda: localizar, mensurar e indicar bolsas 2. Exploradores: localizar os depósitos de cálculo e cárie 3. Raspagem e Alisamento Radicular: remoção de biofilme e depósitos calcificados de coroa e raiz 4. Limpeza e Polimento: limpar e polir as superfícies dentárias (taça de borracha, escovas e fitas dentárias). Ângulos: De Trabalho: 45º e 90º, é o encontro da face coronária do instrumento com a superfície dentária. De Afiação: 100º a 110º, é o encontro do instrumento com a pedra de afiação. 1. Sondas: Utilizada para localizar, mensurar e indicar bolsas Sonda Periodontal: exame, mapeamento de bolsa e sondagem final. Sonda Nabers: verificação de lesão de fruca, sondagem final das áreas apois RASUB. 2. Curetas Gracey e Gracey Mini Five Para raspagem SUPRA E SUB Possui UM ÚNICO BORDO CORTANTE Lâmina compensatória angulada de 60 a 70º com hastes Curvatura da lâmina em 2 planos 1-2: para dentes anteriores e suas faces 5-5: para dentes anteriores 11-12: para M de dentes posteriores 13-14: para D de dentes posteriores 3. Curetas Mc-Call e Columbia São UNIVERSAIS Possuem DOIS BORDOS CORTANTES NÃO é utilizada para SUBgengival Somente para raspagem SUPRAgengival 13-14: dentes anteriores 17-18: dentes posteriores 4. Cureta Columbia Raspagem de área de fruca 13-14 4R-4L 5. Limas Hirschfeld Para raspagem SUBgengival Para cálculos mais aderidos, bolsas estreitas e profundas 5-11: superfícies proximais 3-7: superfícies livres AFIADORES Pedra: para curetas Afiador Triangular: para limas Como fazer: Para Curetas Gracey: 100-110, afiar só o bordo cortante Para Curetas Mc-Call e Columbia: 100-110 afias os dois ladosPLANO DE TRATAMENTO PERIODONTAL Objetivos: Atingir saúde periodontal Restabelecimento da forma, função, estética e prevenção Reter dentição Sequência de Tratamento: Exame periodontal Diagnóstico Prognóstico Plano de tratamento Tratamento periodontal ativo Reavaliação Terapia periodontal de suporte Tratamento ocorre em 4 Fases: 1. Sistêmica: eliminar ou diminuir condições sistêmicas 2. Inicial: terapia relacionada a causa 3. Corretiva: medidas terapêuticas adicionais 4. Manutenção: terapia periodontal de suporte Tratamento Periodontal NÃO Cirúrgico Associado a Causa: Controle de biofilme SUPRA Controle de biofilme SUB CONTROLE DE BIOFILME SUPRAGENGIVAL Em cada sessão de controle de bioflme supragengival, após a RAPSUPRA, deve-se realizar o polimento coronário. CONTROLE DE BIOFILME SUBGENGIVAL Após a raspagem, NÃO SE DEVE FAZER POLIMENTO. TRATAMENTO DAS DOENÇAS PERIODONTAIS: Objetivos: saúde periodontal, reter dentição, restabelecimento de forma, função e estética Tratamento da Gengivite: controle do biofilme SUPRAGENGIVAL Tratamento da Periodontite: controle do biofilme SUBGENGIVAL Vantagens do Tratamento: possibilita tempo para o paciente receber treinamento, profissional avaliar, redução de OS ou SS. Veículos de Tratamento: 1. Dentifrícios: creme dental, ideias para administração de agentes controladores de biofilmes. 2. Colutórios: enxaguantes bucais Agentes Químicos: 1. Antissépticos Bisbiguanidas (periogard) 2. Fenóis e Óleos Essenciais (listerine) 3. Antibióticos 4. Bactericidas e Bacterostáticos 5. Fluoreto CLOREXIDINA (bisguanida) De amplo espectro Mec. De ação depende da concentração DE PRIMEIRA ESCOLHA Uso adjunto: antibiofilme (40%) e antigengivite (28%) Usado em pós-cirurgico ÓLEOS ESSENCIAIS (listerine) Resultado semelhante, porém menos efetivo que a clorexidina DE SEGUNDA ESCOLHA Mec de Ação: ruptura da parede celular, semelhante a clorexidina