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RELATÓRIO DA PRÁTICA: 
 
NOME: JAQUELINE DOS SANTOS SOUZA RA: 4255551 
 
LICENCIATURA/BACHARELADO: 
 
 
 
 1. INTRODUÇÃO 
 
 Atualmente o voleibol está entre os esportes mais populares em todo o 
mundo, sendo que 85% dos atletas de equipes adultas no mundo vêm de 
categorias básicas (infanto juvenil e juvenil) e, particularmente, nas divisões 
básicas do voleibol, o Brasil é o maior vencedor de títulos mundiais 
(CANFIELD, 1998). Desta maneira, é de fundamental importância que, para 
seu desenvolvimento futuro, um grande número de crianças, em todos os 
países, seja levado a praticá-lo o mais cedo possível, sendo que esta 
possibilidade pode ser fomentada pelo mini-voleibol. Isto vem sendo facilitado 
devido ao destaque que o Brasil vem tendo nas últimas décadas em outros 
esportes, além do tradicional futebol, como o próprio voleibol, o tênis, a 
ginástica, o atletismo e a natação, o que faz com que as crianças sintam-se 
motivadas a ampliar suas capacidades esportivas, identificando-se com um ou 
outro ídolo, vivência muito comum nesta fase. 
 As manifestações esportivas podem ser distinguidas por duas vertentes: uma 
forma lúdica, onde o jogar é o elemento fundamental de filiação e realização, e 
uma forma universalmente mais elaborada, sofisticada, discriminativa, onde se 
sobressaem os expoentes, os campeões (CANFIELD, 1998). 
 Ao contrário das outras modalidades citadas, o voleibol apresenta uma série 
de dificuldades motoras, como velocidade, destreza, habilidade de salto e 
reflexos, além de exigir também atenção e raciocínio rápido para organizar as 
jogadas, características estas que podem desestimular muitas crianças se estas 
só começarem a jogar depois dos 14 anos. Nesta idade o medo de rejeição e 
aceitação pelo outro pode inibir um iniciante no esporte pela exigência de 
habilidades necessárias, o que justifica uma iniciação lúdica ao jogo de vôlei 
antes da forma tradicional e mais elaborada. E isto pode ser conseguido através 
do mini-voleibol. 
 O mini-voleibol é um método simples e adaptado às necessidades das 
crianças de 08 a 14 anos, para a aprendizagem do voleibol, jogado por duas 
equipes compostas por menos de 6 jogadores em cada time, resultante de 
reflexões didáticas onde as ações complexas se reduzem a situações de jogos 
simplificadas, correspondentes ao estado de desenvolvimento dos jogadores 
(GOTSCH, 1983). 
 As vantagens da prática deste esporte pela criança podem ser distinguidas no 
plano físico, intelectual ou cognitivo e moral ou afetivo (CASSIGNOL, 1978; 
SINGER & DICK, 1980). Sobre o plano da psicomotricidade, o vôlei desenvolve 
a destreza, a coordenação, a capacidade de reação, a velocidade e o domínio 
sobre si mesmo. Neste plano os comportamentos podem ser caracterizados pelo 
verbo fazer. O aspecto intelectual ou cognitivo abrange as habilidades 
intelectuais do aluno, assim como seu conhecimento e sua capacidade de 
demonstrar esse conhecimento. E no plano moral, desenvolve o espírito de 
apoio, de ajuda e facilita a interação social progressiva (CASSIGNOL, 1978). No 
aspecto afetivo deve-se estar atento a basicamente a 12 características, tais 
como: agressividade, tensão, medo, determinação, desatenção, atenção, 
nervosismo, tranquilidade, falta de confiança, segurança, alegria, e motivação, 
as quais podem ser separadas em itens facilitadores positivos ou negativos e 
itens inibidores positivos e negativos (ROBAZZA et al., 2000). 
 Ressalta-se ainda que a idade de 8 a 12 anos é a melhor idade para aprender, 
fase em que a criança consegue exercer domínio sobre seu corpo, possuindo 
um interesse muito grande em aprender e fazer, em buscar o novo. O bom 
aproveitamento desta fase implicará na formação de uma base física/motora de 
ótima constituição, sobre a qual se dará, nas fases futuras de treinamento, um 
aperfeiçoamento de caráter altamente eficaz (WEINECK, 1991). 
 Desta maneira, a prática de esporte é uma etapa muito importante para a 
criança, tanto nos aspectos emocionais como físicos, principalmente nas fases 
de pré-adolescência e adolescência onde ela está começando a se socializar e 
querer pertencer a um grupo, assim como esta é uma fase que o esporte de 
impacto auxiliará no fortalecimento dos ossos. 
 Neste último aspecto o mini-voleibol é um esporte extremamente atraente 
para a maioria das meninas, que são propensas a evitar esportes de impacto e 
apresentam maior propensão para a osteoporose na fase adulta (FEHLING et 
al., 1995). 
 Apesar das vantagens do mini-voleibol para o desenvolvimento das crianças 
de 8 a 14 anos, são poucas as escolas que utilizam esta prática esportiva, fato 
este que acarreta prejuízos tanto ao desenvolvimento esportivo dos alunos. 
 Desta maneira, muitas são os obstáculos ainda a serem vencidos para que o 
mini-voleibol seja considerado uma prática comum nas escolas. Mas devido à 
preocupação de diversos países com a divulgação desta prática, assim como a 
unificação de critérios e investigação de novos métodos de ensino e treinamento 
é muito provável que estes fatos influenciem os professores de Educação Física 
e assim possamos dar aos nossos alunos uma oportunidade de desenvolvimento 
e integração na sociedade, diminuindo os problemas de identidade comuns na 
adolescência que leva muitos jovens a fumar ou beber, até se tornarem um 
problema para os pais, amigos e para a sociedade em geral, assim como previne 
o aparecimento de doenças comuns na velhice. 
 Mas para que estes resultados positivos sejam alcançados é necessária uma 
metodologia de ensino adequada aos jovens, pois o esporte praticado de 
maneira incorreta pode trazer prejuízos a curto e médio prazo no 
desenvolvimento físico e anatômico da criança, além de lesões no joelho, 
problemas lombares, como hérnias, etc. (ECKERT, 1993). Além de aspectos 
psicossociais, emocionais e traumáticos, causados por uma cobrança 
exagerada, incidentes como: a seletividade precoce e busca de resultados 
positivos a qualquer custo e cobranças (às vezes exigidas também pelos pais) 
podem ser causar sérios danos às crianças e até repulsa e abandono do esporte. 
Esta é uma preocupação que o professor sempre deve ter, fazendo que a prática 
do esporte seja espontânea para a criança, assim como estar atento a qualquer 
mudança negativa no comportamento de seus alunos. O professor deve deixar 
claro que eles não têm a obrigação de tornarem-se campeões ou que terão que 
jogar somente voleibol pelo resto da vida. O objetivo central do esporte deve ser 
principalmente o de socialização para que as crianças se tornem cidadãos 
saudáveis. 
 Neste sentido, o objetivo deste estudo foi apontar as vantagens para o esporte 
lúdico, especificamente o mini-voleibol, bem como fazer uma abordagem 
metodológica para este mini-jogo nas escolas, direcionado para crianças e 
adolescentes de 8 a 14 anos de idade. Ai a ideia de trabalhar o voleibol sentado, 
que é uma modalidade esportiva paraolímpica, com os alunos é de mostrar as 
diferentes possibilidades de práticas esportivas adaptadas para portadores de 
deficiências físicas com o objetivo de resgatar a autoestima, mudar conceitos e 
promover a inclusão dessas pessoas na sociedade. 
2. OBJETIVOS 
O que o aluno poderá aprender uma nova forma de jogar voleibol, experimentar 
o voleibol através da perspectiva de um portador de necessidades especiais. 
Vivenciar as dificuldades de locomoção de uma pessoa portadora de 
necessidades especiais. 
Estimular a solidariedade e a inclusão social através desta prática esportiva. 
Analisar a importância do voleibol enquanto conteúdo de Educação Física a 
partir da percepção dos alunos apresentar aos alunos o conteúdo programático, 
enfocando o voleibol, dando ênfase na aprendizagem dos tipos de saques. 
3. DESENVOLVIMENTO DA PRÁTICA 
 
Iniciamos com a preparação do local, onde foi improvisado a varanda para 
servir como a quadra, e sua coluna como as antenas onde são instaladas a 
rede, que foi improvisado o elástico paraservir como a rede, utilizamos uma 
bola simples para a filmagem. 
Para desenvolver a filmagem foi necessário a utilização de um celular. 
Duas equipes devem estar em quadra para o início do jogo enquanto as outras 
duas estão aguardando a vez de jogar do lado de fora. 
As partidas serão de quinze pontos cada uma, a equipe perdedora deve deixar 
a quadra para que uma das equipes que estava aguardando entre para jogar. 
No jogo de voleibol sentado às regras são as mesmas do voleibol oficial, as 
únicas mudanças são: 
1) Altura da rede 1 metro e quinze centímetros. 
2) Tamanho da quadra 10 metros de comprimento por seis de largura. 
3) Vale bloquear o saque. 
4) O jogador deve estar sempre com a pélvis em contado com o solo (sentado 
ou deitado) 
5) Os jogadores que estão fora da rede (fundo da quadra) só podem atacar a 
bola antes da linha dos dois metros (linha de ataque). 
O saque por baixo é um saque que é utilizado no vôlei sentado, pois dificulta o 
bloqueio, é permitido pela regra. 
A batida será dada pela palma da mão, por ser a parte mais forte e de maior 
área, proporcionando precisão e potência; todos os dedos deverão estar unidos, 
inclusive o polegar, o que deixará a mão firme. Pode-se também efetuar esse 
saque posicionando-se lateralmente na quadra, já o Saque por cima para não 
ser bloqueado facilmente, deve ser realizado com muita precisão e velocidade, 
lançar a bola pouco acima da cabeça e bater direto no centro da bola. O Toque 
de manchete é usado mais comumente como o passe de recepção, nele o toque 
da impulsão da bola é ocasionado pela extensão das pernas, o que não é 
possível no vôlei sentado, já que a posição das pernas não permite tal 
movimento, sendo então, um fundamento pouco utilizado. Por isso, nesse caso, 
o bom toque poderá ser obtido ficando os braços unidos, as mãos forçadas para 
baixo, fletindo levemente os cotovelos e os ombros para cima, no toque 
simples, assim como no vôlei tradicional, a bola deverá ser tocada com 
predominância pelos três dedos internos de cada mão, pelas partes internas. Os 
cotovelos deverão estar numa posição que permita os polegares estarem 
apontados um para o outro. O toque deverá ser realizado à frente do rosto, que 
estará levemente voltado para cima, posição que permite variação de direções, 
velocidade e precisão, para finalizar a Cortada, no vôlei sentado o movimento 
realizado geralmente é uma flexão de punho, já que os jogadores devem estar 
sentados e não podendo pular. Deve-se objetivar a observação pelo tato e visual 
do local da batida na bola. Lembrar que a palma da mão, para ficar firme, deverá 
estar com os dedos unidos (como no saque). No bloqueio o time que está 
defendendo pode bloquear tanto o saque quanto as jogadas de ataque do 
adversário, para tanto deve-se manter contato com o chão enquanto isso, já no 
deslocamento: para se deslocar em quadra na posição sentada, o jogador deve 
apoiar as duas mãos no chão ao lado do quadril e com o calcanhar fixo no chão 
encolher as pernas e se deslocar para frente e para trás. 
Definição de características do público-alvo da atividade proposta 
o mini vôlei ou voleibol para crianças deriva do jogo de voleibol, onde as ações 
complexas se reduzem a situações de jogo simplificadas, como quantidade de 
jogadores, largura da quadra, altura da rede e material de jogo (GOTSCH, 1983). 
É um jogo completo, que flui livremente, exprimindo gestos naturais para 
crianças entre 9 a 13 anos. Além de ser apropriado para iniciantes mais velhos 
mesmo que não estejam preparados para o jogo normal. pois os requisitos de 
aprendizagem específicos para se adquirem mediante jogos de movimento e 
exercícios em forma de jogo, cuja estrutura e condições de jogo o principiante já 
conhece. 
 Em um jogo normal de vôlei (6x6), o número de vezes que a criança toca a 
bola durante o jogo não é suficiente para o desenvolvimento motor desejável. 
Esta desvantagem é suprida pelo mini vôlei, no qual o jogador toca a bola muitas 
vezes, percorrendo distâncias menores, e logicamente mais adequadas para seu 
grau de desenvolvimento (BAACK, 1972). 
Na Fases do mini vôlei, voleibol é dividido em 4 ou 5 fases (GOTSCH, 1983; 
PROJETOS, 2000), em que cada uma delas apresenta uma habilidade 
específica do voleibol que deve ser bem trabalhada para se passar à fase 
seguinte. 
 
Base para o mini vôlei - 1x1: Nesta fase a criança familiariza-se com a bola, a 
quadra, a rede, ensinando as posturas básicas e movimentação na quadra; 
segurando, arremessando, lançando e rolando diferentes tipos de bolas 
(plástico, borracha, futebol, vôlei, futebol, etc.). Nesta etapa o jogo é 
preferencialmente 1x1. A bola deve ser apanhada e arremessada por sobre a 
rede. "Bola sobre a rede" é o jogo ou exercício mais importante para a introdução 
do voleibol. 
O mini vôlei - 2x2 - Passada a fase de domínio da bola, a criança já pode começar 
a preparar-se para o toque, a manchete e o saque por baixo, permitindo um jogo 
de voleibol simples: 2x2. Onde principal objetivo é atacar e lançar a bola sobre a 
rede, e aonde são ensinados os princípios de formação inicial, movimentos de 
acordo com as situações de jogo, cooperação com o colega, observação do 
oponente e posicionamento na quadra. 
 
Já o jogo básico de mini vôlei - 3x3 sem regras, nesta fase é a aquisição dos 
gestos técnicos básicos: toque, manchete, saque por baixo, ataque em toque, 
bem como, estimular situações que são exigidas no voleibol. Buscar a melhora 
da manchete para a recepção do saque e para uma possível situação de defesa. 
 
Baby-voleibol - 3x3 com regras, esta fase introduz-se o ataque sem salto e o 
ataque com salto. Ensinam-se diferentes variações de ataque e melhora de 
levantamento e das habilidades de defesa com queda, com contínua preparação 
física, com desenvolvimento da resistência (SANTOS, 1999). 
 
Mini-voleibol - 4x4, já acontece a introdução do bloqueio e da defesa, melhora 
dos fundamentos e habilidades técnicas e táticas. Aperfeiçoamento em todos os 
fundamentos, novas variações. Devem-se fazer exercícios básicos de tática, 
como passe e primeiro ataque; passe, recuperação da bola e contra-ataque; 
cobertura das jogadas e dos espaços vazios. 
 
Características motoras das crianças 
 Todos os movimentos fazem parte do domínio, os movimentos podem ser 
subdivididos em 6 fases: fase dos movimentos reflexivos; fase dos movimentos 
rudimentares; fase dos movimentos fundamentais ou básicos; fase de transição; 
fase dos movimentos especializados; e fase dos movimentos complexos. 
A proposta metodológica para o mini-voleibol, e necessário familiarizar a criança 
com a bola, a quadra e a rede, ensinando as posturas básicas e movimentação 
na quadra; segurando, arremessando e rolando diferentes tipos de bolas (vôlei, 
basquete, futebol). os três jogadores são atacantes, levantadores e defensores, 
possibilitando dessa forma a experiência prática em várias funções, fugindo, 
assim, da especialização pôr funções precocemente. 
 
Método para ensino do voleibol 
Estão apresentadas abaixo as etapas em ordem cronológica das estratégias 
utilizadas para o método de ensino do mini-voleibol, dentro de uma proposta 
pedagógica. Este método foi subdividido em 5 etapas, as quais podem ser 
visualizadas na Tabela 1. 
 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Trabalhamos a importância da aula prática, tanto em adquirir conhecimentos 
específicos do voleibol na teoria e na prática, e vivenciamos atitudes como 
cooperação, companheirismo liderança, pontualidade, disciplina, participação, 
envolvimento, colaboração e interação dos alunos nas aulas práticas de voleibol, 
atitudes essas que são muito importantes não só para a prática do esporte, mas 
tambémparavida. 
O material a ser utilizado no vôlei sentado, assim como no esporte tradicional é 
de fácil adaptação. Pode-se utilizar, por exemplo, bancos ou cordas no lugar das 
redes para divisão da quadra; fitas adesivas para demarcação da área de jogo; 
e também as bolaspodem ser de vários tipos de material, e que 
independentemente da idade crianças ou adultos e até mesmo idosos começam 
a tomar gosto por jogos coletivos e aperfeiçoar um número crescente de 
atividades que as habilitarão a fazer parte em esportes e jogos adultos, o mini-
voleibol é uma ponte de ligação ao voleibol, apresentando como um eficiente 
método que pode ser considerado como o mais adequado e mais indicado para 
um processo voltado à iniciação do voleibol, tendo em vista que apresenta todos 
os requisitos necessários para um trabalho de qualidade e de futuro promissor, 
desde que seja aplicado sob uma metodologia correta. 
 Com base nas informações adquiridas e relatadas pode-se concluir que a 
prática do mini-voleibol para crianças de 8 a 14 anos contribui largamente para 
o aprimoramento dos fundamentos básicos do voleibol, principalmente no que 
diz respeito às habilidades motoras, proporcionando um melhor funcionamento 
dos sistemas neuromusculares, bem como, aceleração do processo de 
amadurecimento das habilidades ligadas ao voleibol. Pôde-se constatar também 
que após os 10 anos de idade, meninos e meninas apresentam nítidas 
diferenças motoras, principalmente no que diz respeito à força e resistência 
muscular, evidenciando a necessidade de separa-los nos jogos coletivos após 
esta idade. 
 Entretanto, tem se observado que o número de atletas e alunos que passam 
ou já passaram pelo mini-voleibol até chegarem ao voleibol propriamente dito é 
muito baixo, mesmo considerando o aumento do número de praticantes da 
modalidade, bem como as conquistas a nível internacional. Este fato vem 
ocorrendo possivelmente devido, principalmente, à falta de motivação dos 
alunos e desconhecimento por parte dos professores de metodologias 
adequadas. Esta realidade precisa ser alterada para que o fomento do esporte 
auxilie na formação de crianças e jovens saudáveis e dispostos a praticar o 
voleibol com qualidade. 
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
BAACKE, H. Mini volleyball. In: CONFEDERAÇÃO Brasileira de Voleibol. 
Manual do Treinador. Brasília: Secretaria de Educação Física e Desportos; 
Subsecretária de Desportos. 1972. 
BAACKE, H. Mini volleyball: regras para crianças de 09 a 12 anos. In: 
CONFEDERAÇÃO Brasileira de Voleibol. Manual do Treinador. Brasília: 
Secretaria de Educação Física e Desportos; Subsecretaria de Desportos. 1975. 
CANFIELD, J.; REIS, C. Aprendizagem motora no voleibol. Rio de Janeiro: JTC, 
1998. 
CASSIGNOL, R. Las cinco etapas del voleibol. Buenos Aires: Kapelusz, 1978. 
ECKERT, M. Desenvolvimento motor. 3 ed. São Paulo: Manole, 1987. 
FEHLING, P.C.; ALEKEL, L.; CLASEY, J.; RECTOR, A.; STILLMAN, R. J. A 
comparison of bone mineral densities among female athlets in impact loading 
and active loading sports. Bone, v. 17, n. 3, p. 205-210, 1995 
GALLAHUE, David C. Developmental physical education for today's elementary 
school children. New York: Macmillan, 1987. 
GOTSCH, W. Minivoleibol. Argentina: Editorial Stadium, 1983. 
PROJETOS. Cursos e palestras para... 2. A experiência italiana (Gianfranco 
Briani). Introdução natural... a organização do mini-vôlei. Os programas podem 
... Disponível em: www.urbi.com.br/users/pimentel/projeto.htm. Acesso em: 12 
jul. 2000. 
ROBAZZA, C.; BORTOLI, L.; NOCINI, F.; MOSER, G.; ARSLAN, C. Normative 
and idiosyncratic measures of positive and negative affect in sport. Psychology 
of sport and exercise, v. 1, p. 103-116, 2000. 
SANTOS, M. A. G. N. dos. Mini-voleibol: um caminho para a iniciação. Sprint 
Magazine, mar/abr, p. 8-13, 1999. 
SINGER, R. N.; DICK, W. Ensinamento da Educação Física: Abordagem 
sistêmica. Porto Alegre: Editora Globo, 1980. 
TANI, G.; MANOEL, E. J.; KOKOBUN, E.; PROENÇA, J. E. Educação Física 
Escolar: Fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: 
E.P.U, 1988. 
WEINECK, J. Biologia do esporte. São Paulo: Manole, 1991.

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