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Craque NetoCraque Neto

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Educação Inclusiva
O que é educação inclusiva?
“A educação inclusiva pode ser entendida como uma concepção de ensino contemporânea que tem como objetivo garantir o direito de todos à educação. Ela pressupõe a igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças humanas, contemplando, assim, as diversidades étnicas, sociais, culturais, intelectuais, físicas, sensoriais e de gênero dos seres humanos. Implica a transformação da cultura, das práticas e das políticas vigentes na escola e nos sistemas de ensino, de modo a garantir o acesso, a participação e a aprendizagem de todos, sem exceção”. FONTE: PROJETO DIVERSA.
Com relação à live dos professores: Maria Teresa Eglér Mantoan, José Eduardo Lanuti, Paulo Andrade e Bel Dias, confesso que fiquei confusa em algumas respostas sobre a inclusão. Nas falas desses especialistas, quando perguntados sobre a diferença de flexibilização Curricular com Adaptação Curricular, e por que porque adaptar currículo não é incluir, tanto a Maria Tereza quanto José Eduardo Lanuti e Bel Dias, responderam que não há diferenças, ao flexibilizar e adaptar estaríamos discriminando o aluno, pois estaríamos pressupondo e dimensionando o que o aluno pode ou não aprender. Segundo esses especialistas temos que fazer um currículo para todos, sem discriminar, além de ter as AEE-- Atendimento Educacional Especializado para auxiliar esses alunos de inclusão. O que entendi, é que, não precisa adaptar, mas sim, planejar aulas em que todos da sala participem da mesma forma, não existe um Desenho Universal, segundo os especialistas e concordo com eles, seria discriminatório, pois cada ser é único e cada um aprende de uma forma. 
Segundo a professora Mantoan, a maioria das nossas escolas ainda não estão preparadas para a inclusão. Falta ainda comprometimento por parte do poder público nas questões de repasse para benfeitorias das escolas, tanto na parte de acessibilidade quanto em materiais necessários para o melhor atendimento, não só aos alunos ditos de inclusão, mas para todos os alunos. Sem falar na desvalorização do profissional da educação. Pela pouca experiência em escolas, vejo que realmente, nem todas estão mesmo preparadas, tanto com a questão da acessibilidade, materiais, professores e espaços físicos. 
Sobre a questão do novo e do velho em aprender e ensinar, penso como os especialistas, as escolas ainda são as mesmas de séculos atrás, tem coisas que ainda não foram pensadas para mudar, as salas, o professor, a lousa, o giz ainda figuram nessas estruturas, o que tem que ser mudado são as atitudes dos professores, entendendo que vivemos em outros tempos, nossos alunos não são os mesmos do passado e que existem várias formas de ensinar que não sejam apenas o professor como o centro, mas colocar o aluno como protagonista e reconhecer que ele tem conhecimentos prévios, propor um ensino dentro de um contexto que faça sentido para os alunos. Nem tudo que é velho tem que ser descartado, penso que deva ser melhorado.

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