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Português 
 
Questão 1: NC-UFPR - Prof NT I (ITAIPU)/ITAIPU/Técnico em Hidrologia/2019 
Assunto: Ortografia - Casos Gerais e Emprego das Letras 
O Texto 1, a seguir é referência para a questão. 
 
Imunização de crianças em queda: por que os pais deixam de vacinar os filhos? 
 
(Vanessa Fajardo, G1, 21/06/2018) 
 
Os baixos índices de imunização de crianças no Brasil acenderam o alerta para especialistas. Mas, afinal, quais os motivos por 
 da decisão de pais que não vacinaram os filhos? Para Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de 
Imunizações, um dos motivos que explicam o menor índice em 16 anos de cobertura de vacinação em crianças menores de um 
ano é o fato de que as vacinas estão culturalmente vinculadas à percepção de risco da doença. Quando se trata de doenças 
erradicadas, a população tem mais dificuldade de enxergar seus perigos. “As vacinas acabam sendo vítimas de seu próprio 
sucesso. A cultura do ser humano é de se vacinar quando há um risco , quando ele não esse risco, não trata 
com prioridade, o que é um equívoco”. 
 
Kfouri cita como exemplo os dados de cobertura da vacina contra a gripe, em 2016, que em três semanas atingiu a meta de 80% 
de cobertura, quando houve um surto da doença. “Hoje isso não seria possível nem em três meses”. 
 
Para a pediatra Ana Escobar, consultora do programa “Bem Estar”, muitos pais mais jovens ficaram muito longe da realidade de 
ter uma criança com poliomielite ou sarampo, por exemplo. “Não conhecem e nem nunca viram crianças com essas doenças. Por 
isso, não há um estímulo vigoroso para que compareçam aos postos de saúde com a frequência necessária para vacinar seus 
filhos. Há pouca informação na mídia sobre a gravidade dessas doenças, que de fato diminuíram sensivelmente sua incidência”, 
analisa. [...] 
 
Mas por que os pais deixam de vacinar os filhos? 
 
Para Kfouri, um impeditivo para a vacinação é o fato de que muitas vezes a população e até os profissionais da área da saúde não 
conhecem a doença contra a qual precisam se imunizar e, consequentemente, não entendem seus riscos. 
 
Há outros motivos para que as pessoas deixem de se vacinar? 
 
Além da percepção do risco da doença, fatores como o horário de funcionamento dos postos de saúde, além da falta sazonal de 
uma determinada vacina podem ser motivos para a falta de vacinação, segundo Kfouri. Ele lembra que os postos funcionam em 
horário comercial e nem sempre atendem as necessidades das famílias, cujos pais trabalham fora. “Os horários nem sempre são 
os mais adequados, é preciso repensar isso”. 
 
Medo de supostas reações pode contribuir para a não vacinação? 
 
Para Kfouri, o público que deixa de vacinar seus filhos por medo das reações é uma parcela , que não impacta os 
índices de cobertura. 
 
Quais as consequências desses baixos índices de imunização? 
 
Para a doutora Ana Escobar, não há dúvidas: o risco do retorno de doenças já erradicadas é uma das consequências dos baixos 
índices de imunização. “Observe-se que frequentemente temos tido um aumento de casos de sarampo aqui ou ali, que 
imediatamente é controlado com campanhas de vacinas. Importante saber que a única doença oficialmente erradicada do planeta 
é a varíola. Nem a poliomielite está erradicada. Portanto, baixas coberturas vacinais podem, sim, trazer algumas dessas doenças 
de volta”, explica. 
 
(Fonte: <https://g1.globo.com/bemestar/noticia/imunizacao-de-criancas-em-queda-por-que-os-pais-deixam-de-vacinar-os-filhos-veja 
perguntas-e- 
res postas.ghtml>. Adaptado.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) traz – eminente – enxerga – despresível. 
b) trás – eminente – encherga – desprezível. 
c) traz – iminente – encherga – despresível. 
d) trás – iminente – enxerga – desprezível. 
e) tráz – eminente – encherga – desprezível. 
Gabarito: D 
 
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4 
 
Questão 2: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Ortografia - Casos Gerais e Emprego das Letras 
Em que frase estão corretos o uso e a grafia da expressão sublinhada? 
a) A escola foi depedrada ontem pelos marginais do bairro. 
b) O prurido é um formigamento ou irritação intensos da pele. 
c) O menino apredejou o carro de seu vizinho. 
d) A guarda municipal procura tarado que amedontra mulheres na região. 
e) O estrupador foi preso e condenado a vinte anos de reclusão. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 3: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Ortografia - Casos Gerais e Emprego das Letras 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais 
 
Sérgio Pardellas 
 
Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma 
idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se 
informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
 
E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espectro político, quase ninguém 
escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, 
é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do 
adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá 
na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”. 
 
Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasileiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e 
crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. 
Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara 
para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitas vezes não faz qualquer 
sentido, não junta lé com cré. 
 
O pior é quando o texto embute uma bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a mensagem e, 
se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade. 
 
A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente , 
constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, é fundamental. A mídia exagera, beatifica e na mesma 
velocidade, e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não 
aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalista gosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem 
torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom 
debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas 
ainda não inventaram modelo mais eficaz. 
 
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma 
catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua 
existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da 
cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-jamais/>.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem quem aparecem no texto. 
a) meia-verdade – auto-crítica– linxa – inviesa. 
b) meia-verdade – autocrítica – lincha – enviesa. 
c) meia verdade – autocrítica – lincha – envieza. 
d) meiaverdade – auto-crítica – lincha – inviesa. 
e) meia verdade – auto crítica – linxa – invieza. 
Gabarito: B 
 
 
Questão 4: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Ortografia - Casos Gerais e Emprego das Letras 
Considere o seguinte trecho retirado de uma notícia: 
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5 
 
O parlamentar Robson Pereira da Rocha Silva foi preso nesta 6ª-feira (23.mar.2018) durante uma operação que 
 um esquema de de armas no Distrito Federal. Ele trabalha no gabinete do deputado José Otávio 
Germano (PP-RS). De acordo com a Polícia Civil, ele foi durante a operação Shooter com uma pistola calibre 380. 
 
(Adaptado de: <https://www.poder360.com.br/ 
brasil/assessor-de-deputado-do-rs-e-preso-em-operacao-contra-trafico-de-armas/>.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) acessor – desbaratou – tráfego – fraglado. 
b) assessor – desbarateou – tráfeco – flagrado. 
c) assessor – desbaratou – tráfico – flagrado. 
d) ascessor – desbaratou – tráfigo – fraglado. 
e) asseçor – desbarateou – tráfico – fragrado 
 
Gabarito: C 
 
Questão 5: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Ciência da mudança 
 
Hélio Schwartsman 
 
Um programa humorístico “mainstream” dos anos 70 ou 80, daqueles que a família se reunia em torno da TV para assistir junta, 
não iria ao ar hoje nos canais abertos nem no turno da madrugada. É que boa parte das piadas que nos faziam rir no passado 
soam hoje insuportavelmente machistas, homofóbicas, racistas etc. Nossas sensibilidades mudaram. ? Como? 
 
É a essas perguntas que o jurista convertido em estudioso do comportamento humano Cass Sunstein (Harvard) tenta responder 
em seu mais recente livro, “How Change Happens” (como a mudança ocorre). 
 
A revisão de normas sociais pode ser rápida ou devagar, pode dar-se para o bem ou para o mal. Se a escravidão, que foi vista 
como perfeitamente natural durante a maior parte da história, tornou-se um tabu quase universal, o anti-intelectualismo, do qual 
as pessoas se envergonhavam uma década atrás, não só foi normalizado como é um dos elementos que marcam a recessão 
democrática que o mundo atravessa. 
 
Uma das muitas razões esses processos são tão dinâmicos é que as pessoas não revelam suas reais preferências se 
estas não se coadunarem com a norma social vigente, mas basta que a regra seja contestada por um certo número de indivíduos 
(“tipping point”) para que a todos se sintam livres para dizer o que de fato pensam, levando eventualmente ao colapso do antigo 
consenso. Já se a norma social reflete as preferências, aí é difícil mudá-la, mesmo alterando a legislação. Um bom exemplo é a 
persistência de práticas racistas. 
 
Sunstein apoia-se em muita pesquisa científica e doses generosas de bom senso liberal. O conjunto da obra é um pouco 
descosido, já que o livro foi elaborado a partir de artigos publicados anteriormente. Essa falta de unidade não impede o auto r de 
propor discussões interessantes. Devemos usar a lei para fazer avançar agendas políticas? Existem limites para o nível de 
transparência que devemos exigir dos governantes? 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/ciencia-da-mudanca.shtml) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) Porquê – porque. 
b) Por quê – por que. 
c) Por que – por quê. 
d) Por quê – por quê. 
e) Por que – por que. 
Gabarito: B 
 
Questão 6: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
Considere o uso dos verbos “baixar” e “abaixar” nas sentenças a seguir. 
 
1. O Congresso novas medidas contra abusos na cobrança de planos de saúde. 
 
2. O Sol hoje às 18h. 
3. A prefeitura o valor do IPTU. 
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4. A direção do setor novas normas de segurança. 
 
5. O nível do rio . 
 
Pode-se usar tanto “baixou” quanto “abaixou” em: 
a) 3 apenas. 
b) 5 apenas. 
c) 1, 3 e 4 apenas. 
d) 2 e 5 apenas. 
e) 2, 3 e 5 apenas. 
Gabarito: A 
 
Questão 7: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
Considere o seguinte trecho: 
 
É um processo fundamental vida, mas não é nada simples. Tanto que, durante evolução, animais primitivos – 
como os vermes que viviam 600 milhões de anos – foram desenvolvendo uma rede de neurônios no sistema digestivo. 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) à – a – há. 
b) a – a – a. 
c) a – à – há. 
d) à – à – à. 
e) a – à – à. 
Gabarito: A 
 
Questão 8: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
Considere a seguinte tira de Armandinho: 
 
 
(https://www.infoenem.com.br/ora- pois-os-porques-em-portugal-sao-diferentes/) 
 
Com relação ao uso dos porquês, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima. 
a) POR QUÊ – PORQUE – POR QUE – PORQUÊ. 
b) POR QUE – POR QUE – PORQUÊ – PORQUE. 
c) PORQUÊ – POR QUE – PORQUÊ – POR QUÊ. 
d) PORQUÊ – PORQUE – POR QUE – POR QUÊ. 
e) POR QUE – PORQUE – POR QUÊ – PORQUÊ. 
Gabarito: E 
 
Questão 9: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
Em que frase estão corretos o uso e a grafia da expressão sublinhada? 
a) Não existiria luz senão houvesse a escuridão. 
b) Pelo menos três pessoas ficaram preocupadas, senão todas. 
c) Dedicar-me-ei muito, senão serei reprovado. 
d) Não encontrei nenhum se não em sua tese. 
e) Não era ouro nem prata, se não bijuteria. 
Gabarito: C 
 
Questão 10: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
http://www.infoenem.com.br/ora-
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Assinale a alternativa em que o uso e a grafia da expressão sublinhada foram usados INCORRETAMENTE. 
a) Ele não está tão afim de você. 
b) O espanhol é uma língua afim com o português. 
c) O pai se sacrifica a fim de dar uma vida melhor à filha. 
d) Os parentes e afins compareceram à festa. 
e) Ana e eu não temos negócios afins. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 11: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Biologia Palotina/2018 
Assunto: Fatos da Língua Portuguesa (porque, por que, porquê e por quê; onde, aonde e donde; há e a, etc) 
Em que frase estão corretos o uso e a grafia da expressão sublinhada? 
a) Ao ser indagado pelos policiais a cerca da procedência do veículo, o condutor apresentou os devidos documentos. 
b) A Bityond, fundada a cerca de um ano, arrancou este mês com uma oferta inicial de moeda (ICO, na sigla inglesa) para 
atrair financiamento. 
c) O impacto negativo das consequências da greve chegou em Frutal, cidade localizada há cerca de 110 quilômetros de Rio 
Preto. 
d) Enquanto um iPhone X é vendido acerca de R$ 35 mil/kg, o mercado paga em torno de R$ 50/kg para um caminhão 
extrapesado e R$ 20/kg para um veículo de modelo mais popular. 
e) Muito se tem falado acerca do Regulamento Geral da Proteção de Dados (RGPD), que promete trazer significativas 
alterações dentro das empresas, tornando-as propícias a elevadas multas caso não cumpram a nova regulamentação. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 12: NC-UFPR - Prof NU Jr (ITAIPU)/ITAIPU/CiênciasContábeis/2019 
Assunto: Acentuação 
Assinale a alternativa em que as formas verbais estão grafadas corretamente: 
a) Nem todos os armários contém livros; alguns só armazenam papéis avulsos. 
b) Diversas iniciativas de edições colaborativas compõe um cenário novo no mercado editorial. 
c) Não são muitos os estudantes que retém as informações apenas ouvidas e não visualizadas. 
d) O aparelho mantem o usuário conectado por horas, de forma prejudicial à saúde. 
e) Os especialistas veem com bons olhos a iniciativa de jogos terapêuticos. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 13: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte texto: 
 
O exercicio fisico é considerado pela medicina um remedio natural contra infarto, acidente vascular cerebral, depressão e cancer. 
Mais recentemente, surgiram evidencias dos beneficios para o cerebro, especialmente para conter a perda de memoria e o 
declinio cognitivo que marcam a doença de Alzheimer. Na semana passada, pesquisadores brasileiros confirmaram os efeitos 
positivos da pratica e foram alem, mostrando o mecanismo pelo qual exercitar-se regularmente é uma boa forma de prevenção e 
de tratamento da enfermidade. Em artigo publicado na versão online da revista cient ifica Nature Medicine, a equipe da 
Universidade Federal do Rio de Janeiro responsavel pelo estudo mostrou que a explicação esta na irisina, hormonio liberado 
durante a execução das atividades. 
 
(Adaptado de: https://istoe.com.br/exercicio-protege-contra-o-alzheimer/) 
Quantas palavras, nesse trecho, deveriam estar acentuadas, mas não estão? 
a) 12. 
b) 13. 
c) 14. 
d) 15. 
e) 16. 
Gabarito: D 
 
Questão 14: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte trecho de um texto (publicado em https://www.acritica.com/opinions/roubo-na-assembleialegislativa, = em 
22, abr. 2019): 
 
Não são milhões. Não é superfaturamento. Não é “esquema entre politicos”. Na Assembleia Legislativa do Estado, o furto de rolos 
http://www.acritica.com/opinions/roubo-na-assembleialegislativa
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de papeis higienicos do tipo industrial, de dentro dos banheiros da Casa, passou a ser monitorado pela segurança do orgão. 
Parece comico, não fosse tragico concluir que, neste caso, o desvio de conduta nada tem a ver com aqueles que naturalmente 
são acusados pelo povo de trapacear para obter lucro facil. Não se sabe o “montante” do prejuizo. Sabe-se, definitivamente, que 
corrupção não tem cargo. 
 
Quantas palavras, nesse trecho, deveriam estar acentuadas, mas não estão? 
a) 5. 
b) 6. 
c) 7. 
d) 8. 
e) 9. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 15: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte trecho de um texto publicado no jornal El país, em sua edição de 1º/07/2018: 
 
Os caçadores do programa de Kirkland eliminaram em um ano mais de 800 repteis dessa especie. Ninguem acredita que seja 
possivel extermina-los. O desafio atual é conter sua população, e essa estrategia tem sido a mais bem-sucedida. Os rastreadores 
tem acesso a caminhos de terra que entram nas regiões dos Everglades fechadas ao publico. Andam lentamente de carro por eles 
verificando as margens do caminho em busca dessas cobras. 
 
Quantas palavras, nesse trecho, deveriam estar acentuadas, mas não estão? 
a) 4. 
b) 5. 
c) 6. 
d) 7. 
e) 8. 
Gabarito: E 
 
Questão 16: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte trecho de um texto publicado no jornal El país, em sua edição de 1º/07/2018: 
 
A força que impulsiona cientistas e empresarios a estudarem os asteroides tem muito a ver com nosso instinto de sobrevivencia . 
E não so pela possibilidade de que um fragmento rochoso devaste a vida na Terra, mas tambem porque esses restos espaciais 
podem ser uma fonte de abastecimento para quando o planeta azul não for mais um lugar encantador e repleto de recursos. Ou, 
simplesmente, para quando for rentavel explora-los. 
 
Quantas palavras, nesse trecho, deveriam estar acentuadas, mas não estão? 
a) 4. 
b) 5. 
c) 6. 
d) 7. 
e) 8. 
Gabarito: C 
 
Questão 17: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte texto: 
 
Assim como no Facebook, Twitter ou mesmo nos resultados do Google, o conteudo que nos chega atraves de muitos sites esta 
adaptado as nossas preferencias. E verdade que os filtros são necessarios diante de uma quantidade de informação inabarcavel 
por si so, e por isso abraçamos tudo o que essas plataformas põem a nossa disposição para facilitar a nossa vida. 
 
Quantas palavras nesse trecho DEVERIAM estar acentuadas, mas não estão? 
a) 5. 
b) 7. 
c) 9. 
d) 10. 
e) 11. 
Gabarito: D 
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Questão 18: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Biologia Palotina/2018 
Assunto: Acentuação 
Considere o seguinte texto: 
 
Cerca de 13 mil novos casos de cancer em crianças e adolescentes ocorreram no Brasil em 2017. Entre varios tipos, o de maior 
incidencia é a leucemia, correspondendo a 30% dos casos. O porque e como seres humanos tão novinhos desenvolvem essa 
doença geram controversias há decadas – possiveis causas ambientais, como radiações ionizantes, ondas eletromagneticas ou até 
mesmo produtos quimicos nunca apresentaram evidencias concretas para serem aceitas. Agora, cientistas londrinos descobriram 
alguns provaveis culpados pela leucemia linfoblastica aguda (LLA)– e a limpeza excessiva na primeira infancia esta entre eles. 
 
(Adaptado de: <https://super.abril.com.br/saude 
/cientistas-descobrem-possiveis-causas-da-leucemia-infantil-e-uma-delas-tem-a-ver-com-1.limpeza-excessiva/>.) 
Assinale a alternativa que apresenta o número de palavras desse texto que estão erroneamente sem acento. 
a) 10. 
b) 12. 
c) 13. 
d) 14. 
e) 15. 
Gabarito: D 
 
Questão 19: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Uso do Hifen 
Considere o seguinte trecho de um texto publicado na revista Mente Curiosa (Ano 3, nº 49, fev. 2019): 
 
As selfies são comuns nas redes sociais. O termo americano não tem tradução para o português, elas basicamente funcionam 
como . O que as pessoas não sabem é que essas publicações revelam muito sobre a de quem posta e 
têm um impacto direto na de quem vê. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) auto retrato – auto estima. 
b) autorretrato – autoestima. 
c) auto-retrato – autoestima. 
d) auto-retrato – auto-estima. 
e) autorretrato – auto-estima. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 20: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Uso do Hifen 
Considere o seguinte trecho (adaptado de <https://www.bbc.com/portuguese/geral-43435538>): 
 
Ornitorrincos amamentam de uma forma completamente diferente dos outros animais – e isso pode fazer com que se tornem 
aliados importantes dos cientistas no esforço para combater as . Pesquisadores australianos descobriram em 2010 
que o leite do ornitorrinco contém uma proteína potente que evita a proliferação desses . Seu sistema de 
amamentação pode estar ligado às propriedades do leite, de acordo com os cientistas. A resistência 
 ocorre quando as bactérias acumulam uma tolerância contra os antibióticos e passam essa resistência para a 
próxima geração de bactérias, produzindo . 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) super-bactérias – microorganismos – antibacterianas – antimicrobiana – super-espécies. 
b) superbactérias – micro-organismos – antibacterianas – antimicrobiana – superespécies. 
c) super bactérias – micro-organismos – anti-bacterianas – anti-microbiana – super espécies. 
d) super bactérias – microorganismos – antibacterianas – antimicrobiana – superespécies. 
e) superbactérias – micro-organismos – anti-bacterianas– anti-microbiana – super-espécies. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 21: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Biologia Palotina/2018 
Assunto: Uso do Hifen 
Considere o seguinte trecho: 
 
Uma espécie de origem africana, o , vem despertando a atenção de cientistas e produtores como para fazer um 
http://www.bbc.com/portuguese/geral-43435538
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combustível eficiente e amigo do meio ambiente. “O material é uma alternativa ao uso tanto de combustíveis fósseis e de carvão 
mineral e óleo diesel quanto do das biomassas já tradicionalmente utilizadas para geração de energia elétrica ou produção de 
biocombustíveis, como a e espécies florestais”, garante a engenheira Márcia Mitiko Onoyama, da Embrapa Agroenergia. 
 
(Adaptado de: <http://chc.org.br/verde-energia/>) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima: 
a) capim elefante – matéria-prima – cana de açúcar. 
b) capim elefante – matéria prima – cana de açúcar. 
c) capim-elefante – matéria prima – cana-de-açúcar. 
d) capim elefante – matéria-prima – cana-de-açúcar. 
e) capim-elefante – matéria-prima – cana-de-açúcar. 
Gabarito: E 
 
Questão 22: NC-UFPR - Prof NT I (ITAIPU)/ITAIPU/Técnico em Hidrologia/2019 
Assunto: Correlação verbal 
Considere o seguinte trecho: 
 
Cabe à Divisão de Manutenção a vistoria periódica e a substituição de peças quando necessidade, mas o serviço não 
 ser realizado enquanto a luz vermelha se acesa. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) haver – podendo – manter. 
b) haverá – pode – mantém. 
c) houvesse – podia – mantenha. 
d) há – poderia – mantivesse. 
e) houver – poderá – mantiver. 
Gabarito: E 
 
Questão 23: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Correlação verbal 
Considere o seguinte trecho do texto “A crise habitacional em Londres”: 
 
Schumacher afirma que o crescimento do preço da habitação em Londres constitui-se em uma distorção evitável, ao invés de um 
processo adaptativo racional e inevitável, explicado pelo aumento da concentração populacional na cidade. O dramático aumento 
de preços deve-se à interferência política no processo de desenvolvimento urbano, impedindo que a oferta atender 
ao grande crescimento da demanda. Segundo ele, a baixa densidade urbana de Londres em comparação com Paris, por exemplo, 
indica que muito espaço para crescimento, caso as forças do mercado operar com mais liberdade. 
 
As restrições de zoneamento impostas de forma inadequada podem levar a essas distorções de mercado e desenvolvimento. A 
maioria dos habitantes de Londres consome espaço residencial em locais mais afastados do centro e menos desejáveis. Dessa 
forma, o processo de concentração urbana sinérgica, que aumenta a produtividade, é impactado negativamente. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiobernardes/2019/04/a-crise-habitacional-em-londres.shtml) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) pudesse – há – possam. 
b) pudesse – haverá – poderiam. 
c) possa – há – podem. 
d) pode – haverá – pudessem. 
e) possa – haveria – pudessem. 
Gabarito: E 
 
Questão 24: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Correlação verbal 
Considere o seguinte texto: 
 
Você já ouviu falar que usamos apenas 10% do cérebro? Se isso verdade, imagine se um dia alguém 
usar o cérebro todo, quão desenvolvido não ? Mas não é bem assim: todas as partes do cérebro estão trabalhando 
para nos fazer movimentar, sentir, emocionar, raciocinar. 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) seja – conseguisse – estará. 
http://chc.org.br/verde-energia/
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b) fosse – conseguisse – estaria. 
c) for – conseguirá – estaria. 
d) fosse – consegue – esteja. 
e) for – consegue – estivesse. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 25: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Correlação verbal 
Considere o seguinte trecho: 
 
Conseguimos tudo o que neste mundial – diz o lateral Gerets, que está se despedindo da seleção – e acho que ficar 
entre os quatro melhores do mundial foi a nossa grande vitória. Mas não decepcionar os torcedores que nos 
 durante toda a Copa. Comentários como este de Gerets tornaram-se comuns entre os jogadores. Assim que 
souberam da pretensão de This, eles conversaram com o técnico – todos o consideram uma pessoa aberta ao diálogo e lhe 
 vários motivos para que não o seu ponto de vista. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) queremos – deveremos – acompanharam – exporam – mantivesse. 
b) queríamos – deveríamos – acompanharão – expunham – mantesse. 
c) queremos – devíamos – acompanharam – expuseram – manteve. 
d) queríamos – devemos – acompanharam – expuseram – mantivesse. 
e) queríamos – devemos – acompanhariam – expunham – mantenha. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 26: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Correlação verbal 
 
Considere a seguinte frase: 
 
Para que o projeto aprovado, preciso a anuência de 75% dos deputados, o que não 
 obter. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima. 
a) fosse – é – que tenha – conseguira. 
b) venha a ser – era – que tenha – conseguirá. 
c) seja – seria – que tivesse – conseguiria. 
d) pudesse ser – seria – que tivesse – conseguiu. 
e) tenha sido – é – que venha a ter – consegue. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 27: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Correlação verbal 
Considere o seguinte texto: 
 
Desde o início do ano, foram encontrados 16 macacos mortos por febre amarela nas cidades de Ubatuba, Peruíbe, Itanhaém, São 
Sebastião e Caraguatatuba. Segundo o coordenador de controle de doenças da Secretaria Estadual da Saúde, Marcos Boulos, os 
macacos mortos no inverno que o vírus ainda está em circulação pelo litoral, não restrito ao verão, quando é 
mais comum. “Tem que vacinar, não história. O verão promete ser de muitos casos, se as pessoas não 
protegidas”, afirma. 
 
 
(Fonte: <https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/casos-de-febre-amarela-poem-cidades-do-litoral-paulista-em-alerta-no-
feriado.shtml>. 
Acesso em 05 set. 2018.) 
 
Assinale a alternativa que completa as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto: 
a) indicaram – estando – terá – estivessem. 
b) indicam – estão – tem – estão. 
c) indica – está – tem – estejam. 
d) indicam – estando – tem – estiverem. 
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e) indicaram – tem estado – teve – estivessem. 
Gabarito: D 
 
Questão 28: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere o seguinte texto: 
O ensino fundamental no Brasil hoje pode ser considerado universal, com 99,2% das crianças de 6 a 14 anos frequentando a 
escola, o que representa 26,5 milhões de estudantes, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: 
Educação (Pnad Contínua), divulgada no final de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo 
tempo, um levantamento da unidade brasileira da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), também produzido 
com base na PNAD, identificou que, em 2002, apenas 10,7% dos jovens mais pobres do país chegavam ao Ensino Médio na idade 
adequada, patamar que hoje subiu para 39%. Sem deixar de reconhecer a importância desses avanços, os números indicam que 
as desigualdades que antes se manifestavam no acesso à escola pública, agora se revelam dentro dela, com crescentes 
diferenças nos níveis de aprendizagem, que podem chegar ao equivalente a três anos de escolarização entre crianças da mesma 
idade. 
 
(Trecho extraído da reportagem “Expansão desigual”, Revista Pesquisa, FAPESP, fev.2018.) 
 
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém o sentido original. 
 
Embora avanços, os números indicam que as desigualdades hoje se manifestam dentro da escola. 
a) tenha havido. 
b) hajam. 
c) há. 
d) haverem. 
e) houve. 
Gabarito: A 
 
Questão 29: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere o excerto de texto abaixo: 
 
A natureza é inexorável no momento de garantir a vida. Alguns pássaros, como o patola-de-pés-azuis, colocam dois ovos. Se o 
filhote que primeiro que não cresce o suficiente, seja por sua mãe não lhe dar comida ou por uma época 
de pouco alimento, a bicadas o segundo filhote. Se comida para os dois, então tudo certo. 
 
(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/12/ciencia/1555073592_113155.html, acesso em 22, abr. 2019.) 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) nasceu – vendo – matará – houvesse. 
b) nascerá – vê – mata – houver. 
c) nasceu – viu – matava – há. 
d) nasce – vê – mata – há. 
e) nasce – vir – matará – haverá. 
Gabarito: D 
 
Questão 30: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere a seguinte frase: 
 
Mesmo que não sofrendo ameaça iminente, convém que nosso estado de alerta e que as 
devidas precauções. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem na frase. 
a) estamos – mantenha – tomemos. 
b) estejemos – mantenhamos – tomem. 
c) estamos – mantenhemos – tomamos. 
d) estejamos – mantenhamos – tomemos. 
e) esteja – mantenhamos – tomamos. 
Gabarito: D 
 
Questão 31: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
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Considere o seguinte trecho de texto: 
 
Talvez, posta no papel, a ideia um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima. 
a) perda. 
b) perde. 
c) perca. 
d) perda-se. 
e) perca-se. 
Gabarito: C 
 
Questão 32: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Assinale a alternativa corretamente grafada. 
a) Piloto de fórmula Truck não freiou o seu carro a tempo e provocou a colisão. 
b) Freiamos o carro no momento certo. 
c) Rubens é o único piloto da F1 que freia com o pé direito. 
d) Antes da linha de chegada eles freiaram o carro e deixaram o 2° participante passar. 
e) A locadora pediu que não freiemos o carro de maneira abrupta. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 33: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere o seguinte trecho: 
 
Mesmo com o projeto agora completo, não sou capaz de compreender totalmente quão especiais e únicos são os relacionamentos 
dos gêmeos. Eu realmente espero que qualquer um que para estas imagens e as citações sentir uma 
fração do que eu senti quando fiz esses retratos especiais. 
 
É claro que muito poucos de nós conseguirão vivenciar totalmente a ligação que os gêmeos têm, mas espero que, ao tentar ver 
as coisas através das minhas lentes, aprender a valorizar um pouco mais nossas próprias parcerias. 
 
(Fonte: Gabriel H. Sanchez – Buzzfeed.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) olha – leia – pode – podemos. 
b) olhe – leia – possa – possamos. 
c) olhe – ler – poderá – possamos. 
d) olhar – ler – pode – poderemos. 
e) olha – lê – possa – podemos. 
Gabarito: B 
 
Questão 34: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere o seguinte trecho: 
 
Na rede privada, como há excesso de leitos, os hospitais têm interesse em mantê-los ocupados para cobrar diárias dispendiosas 
dos planos de saúde. Não é incomum que pacientes em condições de ser acompanhados fora da UTI mantidos na 
unidade por mais tempo. Ou que um estímulo das instituições para que os médicos em procedimentos 
capazes de prolongar a internação, ainda que o doente não recuperável. Os cuidados paliativos, que trazer 
conforto e dignidade aos doentes, raramente recebem a mesma valorização. 
 
(Adaptado de: <https://epoca.globo.com/saude/cristiane-segatto/noticia/2017/05/o-que-o-brasileiro-espera-do-fim-da-vida.html>) 
 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) sejam – haja – insistam – seja – poderiam. 
b) são – há – insistissem – seja – podem. 
c) são – haveria – insistam – seria – possam. 
d) fossem – haveria – insistam – é – podiam. 
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e) seriam – haja – insistissem – seja – poderiam. 
Gabarito: A 
 
Questão 35: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Questões Variadas de Verbo 
Considere as frases abaixo: 
1. Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral) intermedia diálogo entre Justiça e movimentos sociais. 
2. Eleições: mais de 10 nomes anseiam pelo comando do país. 
3. Supremo remedia caixa das empresas e declara inconstitucional cobrança de taxa. 
 
Está correta a conjugação dos verbos sublinhados em: 
a) 1 apenas. 
b) 2 apenas. 
c) 3 apenas. 
d) 1 e 2 apenas. 
e) 1, 2 e 3. 
Gabarito: B 
 
Questão 36: NC-UFPR - Prof NU Jr (ITAIPU)/ITAIPU/Ciências Contábeis/2019 
Assunto: Pronomes 
Assinale a alternativa em que a substituição do trecho sublinhado por pronome está correta. 
a) Cabe a vocês acatar as decisões tomadas na assembleia geral – ...acatá-las. 
b) Denunciaram o mau uso dos espaços públicos – Denunciaram-nos. 
c) Informei os enfermeiros sobre o estado da paciente – Informei-lhes. 
d) Falta responder o ofício pendente no sistema eletrônico – ...responder-lhe. 
e) Venho solicitar a esse departamento que providencie a atualização do sistema - ...solicitá-lo. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 37: NC-UFPR - Prof NT I (ITAIPU)/ITAIPU/Técnico em Hidrologia/2019 
Assunto: Pronomes 
Assinale a alternativa em que todos os pronomes foram empregados conforme a língua escrita padrão: 
a) A companhia de teatro Absurdamente tem o prazer de recebê-los e deseja-os um bom espetáculo. 
b) A receita do médico foi passando de um atendente para outro, porque ninguém conseguia lê-la. 
c) O Diretor de Iluminações Pirotécnicas gostaria de convidar-lhe para o churrasco de encerramento. 
d) Ainda não falei com o responsável, mas assim que eu lhe encontrar tudo será esclarecido. 
e) A resposta fornecida pela empresa foi de que essas 20 caixas restantes não a pertenciam. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 38: NC-UFPR - Prof NU Jr (ITAIPU)/ITAIPU/Ciências Contábeis/2019 
Assunto: Conjunção 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Praticamente desde o surgimento dos primeiros jogos digitais comerciais há questionamentos sobre os seus supostos perigos. As 
perguntas vão se tornando mais numerosas à medida que a indústria cresce e esses jogos se multiplicam na sociedade. As 
acusações vão desde provocar sedentarismo nos jovens a causar danos à postura e, mais frequentemente, provocar 
comportamentos violentos. Entretanto, nenhuma dessas acusações foi provada ainda de forma convincente por pesquisas 
científicas. [...] 
 
Segundo Chris Ferguson, psicólogo norte-americano que pesquisa jogos digitais há 15 anos, o tempo excessivo de jogo muitas 
vezes é o sintoma de outro problema mais grave, como ansiedade, estresse ou depressão. Jogar seria uma forma de escape ou 
de lidar com esses problemas, e privar alguém dessa atividade não promove a cura, mas mascara o problema e pode ainda 
agravar seu estado. [...] Um fenômeno importante mencionado por Ferguson é como pessoas com problemas psicológicos 
frequentemente usam jogos como forma de alívio para suas dificuldades. Vale a pena se perguntar: se os jogos podem ser meios 
para ajudar a lidar com o estresse, a ansiedade e até adepressão, o que mais podem fazer para nos beneficiar? 
 
Jogos sérios 
 
Alguns programadores têm feito esforços para projetar intencionalmente jogos digitais com o fim de apoio psicológico. O Sparx, 
por exemplo, é um jogo on-line criado para auxiliar adolescentes com depressão e ansiedade. Outros jogos, como o Depression 
Quest, da game designer estadunidense Zoe Quinn, e o Rainy Day, desenvolvido pela brasileira Thaís Weiller, foram criados não 
apenas para aqueles que lidam com esses problemas, mas para que amigos e familiares possam entender melhor a situação dos 
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jogadores, compartilhando seus dilemas cotidianos de um modo interativo. [...] 
 
Esse esforço de se usar jogos para fins terapêuticos é parte de um movimento maior – geralmente chamado de jogos sérios –, 
que sucedeu e ampliou o conceito dos jogos educativos. Jogos sérios podem ser entendidos como aqueles que tratam de temas 
considerados de relevância (social, econômica, política, educacional etc.) e que buscam, além do entretenimento, promover 
mudanças na vida real, fora do jogo. [...] 
Além disso, merece destaque a relação entre o jogador e sua representação no jogo, ou seu avatar, como é chamado. O 
psicólogo sino-americano Nick Yee, especializado em jogos digitais, defende que existe uma relação de identificação entre o 
jogador no mundo real e seu avatar no mundo virtual do jogo. Não no sentido de que o jogador ‘se torna’ o avatar, mas sim no 
de que o jogador, ao usar o avatar para interferir no jogo, acaba se influenciando pelas características positivas dele, modificando 
em algum grau o seu próprio comportamento. 
 
Esse fenômeno, chamado por Yee de ‘efeito Proteus’, seria, por exemplo, responsável pela mudança de atitude de muitos 
jogadores tímidos, que, ao jogar com personagens mais poderosos, passam a ser mais decididos nas conversas com outras 
pessoas on-line. E, em alguns casos, chegam a trazer essa mudança no relacionamento com as pessoas no mundo real. Nesse 
aspecto, a ideia do avatar como um ‘corpo digital’, combinada ao efeito Proteus, torna-se um importante fundamento para os 
jogos de saúde, que defendem que, se o jogador aprender formas de cuidar melhor do ‘bem-estar’ e da ‘saúde’ do seu avatar 
dentro do jogo, esse conhecimento pode, de algum modo, transbordar para além do jogo e impactar sua vida de forma positiva, 
melhorando sua saúde no processo. 
 
(Extraído de “Do Senet aos videogames”, por Marcelo Simão de Vasconcellos, Ciência Hoje, n. 
349, nov/18.) 
 
Na frase “... responsável pela mudança de atitude de muitos jogadores tímidos, que, ao jogar com personagens mais poderosos, 
passam a ser mais decididos nas conversas com outras pessoas on-line”, a parte sublinhada estabelece uma relação de: 
a) finalidade. 
b) causalidade. 
c) condicionalidade. 
d) temporalidade. 
e) proporcionalidade. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 39: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Conjunção 
O paradoxo da bondade 
 
Hélio Schwartsman 
 
Podemos dividir os seres humanos em rousseauistas e hobbesianos. Os primeiros acreditam que o homem é bom, mas a 
sociedade o corrompe; os segundos acham que somos umas pestes e é a civilização que nos mantém na linha. Em “The 
Goodness Paradox” (o paradoxo da bondade), o primatologista Richard Wrangham (Harvard) aposenta essa dicotomia, dando 
razão todos. 
 
Para Wrangham, existem dois tipos de violência muito distintos: a reativa e a planejada. Elas diferem não só moral e 
juridicamente, mas também no plano neurobiológico. No que diz respeito violência reativa, os rousseauistas estão certos. 
O homem é o mamífero mais tolerante e pró-social de que se tem notícia. É verdade que vezes nos irritamos com o 
próximo e podemos até matá-lo numa explosão de fúria, mas o fazemos numa escala incomensuravelmente menor do que a de 
nossos parentes mais próximos, não só os belicosos chimpanzés como também os mais pacíficos bonobos. 
 
Quando mudamos o registro da violência quente para a premeditada, aí é Hobbes quem triunfa. Nossa capacidade de 
cooperar com aliados para matar aqueles que percebemos como inimigos é quase infinita. 
 
Wrangham, numa prosa muito gostosa de ler, destrincha os mecanismos por trás de cada um dos dois tipos de violência e ainda 
apresenta uma hipótese bastante plausível para o homem ser ao mesmo tempo o mais pacífico e o mais violento dos primatas: a 
autodomesticação. 
 
Retomando ideias de Christopher Boehm, que já tive a oportunidade de expor aqui, Wrangham monta um bom caso em favor da 
tese de que a maior capacidade de cooperação entre humanos levou uma sociedade que abominava machos-alfa, banindo 
ou mesmo eliminando aqueles que se mostravam excessivamente dominantes. Não apenas seus genes foram excluídos do pool 
como os próprios indivíduos passaram a pensar duas vezes antes de agir de forma que parecesse muito egoísta. Nascia assim a 
moral. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/03/o-paradoxo-da-bondade.shtml) 
 
No trecho “Não apenas seus genes foram excluídos do pool como os próprios indivíduos passaram a pensar duas vezes antes de 
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agir de forma que parecesse muito egoísta”, as expressões sublinhadas estabelecem uma relação de: 
a) alternância. 
b) oposição. 
c) conclusão. 
d) compensação. 
e) adição. 
Gabarito: E 
Questão 40: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte trecho: 
 
Uma avalanche de patinetes elétricos encheu no ano passado o centro de Madri. Embora as autoridades locais tivessem pedido 
que esperassem a aprovação da nova legislação sobre mobilidade, três empresas espalharam pela cidade esses veículos de duas 
rodas que afetariam a circulação e a comodidade dos cidadãos. 
 
(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/23/economia/1550946892_712943.html) 
 
A expressão sublinhada no texto estabelece uma relação de: 
a) causalidade. 
b) comparação. 
c) alternância. 
d) concessão. 
e) consequência 
Gabarito: D 
 
Questão 41: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Conjunção 
No trecho “Elas diferem não só moral e juridicamente, mas também no plano neurobiológico”, os termos sublinhados estabelecem 
uma relação de: 
a) comparação. 
b) proporcionalidade. 
c) oposição. 
d) adição. 
e) comparação. 
Gabarito: D 
 
Questão 42: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Conjunção 
Mágicas de linguagem 
Hélio Schwartsman 
 
A linguagem é uma ferramenta poderosa. Tão poderosa que basta insistir por alguns anos numa propaganda bem-feita para 
convencer pessoas inteligentes até de que algo que as prejudica é um direito inalienável. 
 
Victor Klemperer (1881-1960), o filólogo judeu que conseguiu sobreviver durante a Segunda Guerra na Alemanha, registrando 
num diário a ascensão do nazismo, faz uma análise primorosa de como a manipulação da linguagem pode servir a propósitos 
ideológicos. Se você pensou na “novilíngua” de George Orwell, acertou, mas Klemperer escreveu suas observações antes do 
inglês, e elas diziam respeito ao mundo real, e não ao da ficção. 
 
No Brasil, o FGTS é um bom exemplo dessa mágica operada pela linguagem. Quase todos, da esquerda à direita, passando pela 
própria Constituição, o tratam como um direito. Mais até, como cláusula pétrea da Carta, que só poderia ser extinta por revolução 
essa é a posição da OAB. 
 
Não é preciso, porém, mais do que noções elementares de economia e desprendimento em relação às “idées reçues”* para 
constatar que o Fundo é mais bem descrito como um confisco do que como um direito. 
 
Para início de conversa, num mercado de trabalho competitivo, se não houvesse FGTS, os vencimentos mensais recebidos pelos 
assalariados seriam 8% maiores. Na verdade, o que o FGTS faz é impor ao trabalhador uma poupança compulsória, da qual ele 
não pode dispor nem em emergências,cujos rendimentos são fixados pelo governo num valor que fica sistematicamente abaixo 
do da inflação. Nas contas da Econometrica, entre 1997 e 2017, o FGTS rendeu 202%, contra 465% da poupança, 756% do 
Ibovespa e 1.724% do CDI. O IPCA no período foi de 250%. 
 
Basicamente, o governo tirou dinheiro do trabalhador. Num mundo não povoado por singularidades de linguagem, sindicatos e 
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organizações que defendem direitos difusos pediriam o fim do FGTS, não sua perpetuação. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/magicas-de-linguagem.shtml) 
 
No texto, a frase “Tão poderosa que basta insistir por alguns anos numa propaganda bem-feita para convencer pessoas 
inteligentes...” introduz uma relação de: 
a) consequência. 
b) comparação. 
c) gradação. 
d) proporção. 
e) causa. 
Gabarito: A 
 
Questão 43: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte excerto: 
 
Um psicólogo pode ser um terapeuta; um terapeuta não é necessariamente um psicólogo. O termo psicoterapeuta pode se referir 
a um psicólogo, um psiquiatra ou um psicanalista numa situação específica do trabalho clínico. , também é 
denominado terapeuta “o indivíduo que possui habilidades adquiridas por meio da formação e experiência, seja em uma ou mais 
áreas de assistência à saúde, cujo trabalho é oferecer apoio. Pode atuar na área da psicologia, psiquiatria, fisioterapia e terapia 
holística, entre outras”, esclarece a psicoterapeuta holística Myriam Durante. 
 
Considere as seguintes possibilidades de preenchimento da lacuna acima: 
 
1. Portanto. 
 
2. Contudo. 
 
3. Não obstante. 
 
4. Nesse sentido. 
 
A lacuna acima é corretamente preenchida por: 
a) 2. 
b) 1 e 4. 
c) 2 e 3. 
d) 1, 3 e 4. 
e) 2, 3 e 4. 
Gabarito: C 
 
Questão 44: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Conjunção 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
O aplauso de pé, por Ruy Castro 
 
Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira 
no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para 
o cargo de primeira-ministra. Voltou ao palco e, há tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes 
diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a plateia a aplaudiu de pé por 
longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”. 
 
Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas por que de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é 
mais que suficiente. 
 
Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken 
Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, 
ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu 
seus papéis pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeir a 
opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim. 
 
Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé . No 
Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se 
começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo? 
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Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão 
oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-de-pe.shtml) 
No trecho “E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu [...]”, a expressão sublinhada estabelece 
uma relação de: 
a) alternância. 
b) concessão. 
c) conclusão. 
d) compensação. 
e) adição. 
Gabarito: B 
 
Questão 45: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Conjunção 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Cientistas comprovaram, pela primeira vez, que o ritmo da entrada e saída de ar no corpo cria uma atividade elétrica no céreb ro 
humano que acentua os julgamentos emocionais e até lembranças desconfortáveis. Esses efeitos se alteram se a pessoa está 
inspirando ou expirando – e se ela respira pelo nariz ou pela boca. 
 
No estudo, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de Northwestern, voluntários foram capazes de identificar 
uma expressão amedrontada mais rapidamente quando deparavam com o rosto enquanto inalavam do que quando exalavam. Os 
participantes tiveram mais facilidade em se lembrar de um objeto quando se deparavam com ele enquanto inspiravam do que 
quando expiravam. O efeito desaparecia se eles estivessem respirando pela boca. 
 
“Uma das principais descobertas desse estudo é que existe uma grande diferença na atividade cerebral na amígdala e no 
hipocampo durante a inspiração em comparação com a expiração”, explicou a autora principal do estudo, Chris tina Zelano, 
professora assistente de neurologia da Escola de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern. “Quando você inspira, nós 
descobrimos que você está estimulando neurônios no córtex olfativo, amígdala e hipocampo, através de todo o seu sistema 
límbico”. O estudo foi publicado noperiódico científico Journal of Neuroscience. O autor sênior é Jay Gottfried, professor de 
neurologia na Feinberg. 
 
Os pesquisadores chegaram a essas conclusões ao acompanhar sete pacientes com epilepsia que estavam com cirurgias cerebrais 
marcadas. Uma semana antes dos procedimentos, um cirurgião implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a 
origem das convulsões. Isso permitiu que os cientistas adquirissem dados eletrofisiológicos diretamente do cérebro dos pacientes. 
Os sinais elétricos registrados mostraram que a atividade cerebral flutuou durante a respiração. A atividade ocorre em áreas 
cerebrais nas quais emoções, memórias e cheiros são processados. 
 
A descoberta levou os cientistas a se perguntar se as funções cognitivas tipicamente associadas com essas regiões do cérebro – 
especialmente o processamento do medo e da memória – poderiam ser afetadas também pela respiração. A amígdala está 
fortemente associada com o processamento emocional, em particular emoções relacionadas ao medo. Desse modo, os cientistas 
pediram a 60 pessoas, no ambiente do laboratório, que tomassem uma decisão rápida sobre expressões emotivas enquanto 
registravam a respiração deles. 
 
Os voluntários receberam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tiveram de indicar rapidamente qual emoção 
cada rosto estava expressando. Quando encaravam as fotos durante a inspiração, os indivíduos as reconheciam como 
amedrontadas mais rapidamente do que quando faziam o mesmo durante a expiração. Isso não aconteceu com as expressões de 
surpresa. Esse efeito diminuiu quando os participantes realizaram a mesma tarefa enquanto respiravam pela boca. [...] 
 
Em um experimento que tinha como objetivo acessar a função da memória (ligada ao hipocampo), os mesmos participantes 
observaram fotos de objetos em uma tela de computador e foram instruídos a memorizá-las. Os pesquisadores descobriram que 
os participantes do experimento se lembraram melhor quando tinham encarado as imagens durante a inspiração. 
 
“Isso significa que uma respiração rápida poderia conferir vantagens quando alguém está numa situação perigosa”, explica 
Zelano. “Se você está em um estado de pânico, o ritmo da sua respiraçãose torna mais rápido”, afirma. “Como resultado, você 
passará proporcionalmente mais tempo inalando do que em um estado calmo; assim, a resposta natural do nosso corpo ao medo 
em aumentar a frequência da respiração pode ter um impacto positivo no funcionamento do cérebro e resultar em uma resposta 
mais rápida a estímulos perigosos do ambiente.” Outro insight potencial da pesquisa diz respeito aos mecanismos básicos da 
meditação ou percepção da respiração. “Quando a pessoa inspira, em certa medida está sincronizando oscilações cerebrais por 
meio da rede límbica”. 
 
(Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html)
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1. Na frase “Quando encaravam as fotos durante a inspiração, os indivíduos as reconheciam como amedrontadas mais 
rapidamente do que quando faziam o mesmo durante a expiração”, a expressão sublinhada introduz a ideia de proporção. 
2. Na frase “Quando a pessoa inspira, em certa medida está sincronizando oscilações cerebrais por meio da rede límbica”, o 
termo sublinhado introduz uma relação temporal. 
 
3. Na frase “O efeito desaparecia se eles estivessem respirando pela boca”, o termo sublinhado estabelece entre as partes 
uma relação causal. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 46: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte texto: 
 
É consenso entre os cientistas que o ser humano se originou na África, mas pouco se sabe como nossa espécie evoluiu dentro do 
continente. Muitos haviam assumido que os primeiros ancestrais humanos se originaram como uma única população ancestral 
relativamente grande e trocaram genes e tecnologias como ferramentas de pedra de uma maneira mais ou menos aleatória. 
 
 , um novo estudo desafia essa visão. Um grupo de cientistas, liderados pela Dra. Eleanor Scerri, pesquisadora do 
Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana, descobriu que os ancestrais humanos estavam espalhados pela África e 
amplamente separados por uma combinação de habitats diversos e mudanças nas fronteiras ambientais, como florestas e 
desertos. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima. 
a) Contudo. 
b) Portanto. 
c) Por isso. 
d) Consequentemente. 
e) Logo. 
Gabarito: A 
 
Questão 47: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte texto: 
 
Os autores da pesquisa afirmam que essa diferença pode causar problemas de autoestima e distorção na autoimagem, já que as 
pessoas se veem de uma forma diferente do que realmente são. 
 
O trecho sublinhado exprime, em relação ao trecho anterior: 
a) temporalidade. 
b) causalidade. 
c) condicionalidade. 
d) finalidade. 
e) proporcionalidade. 
Gabarito: B 
 
Questão 48: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte texto: 
 
O novo míssil disparado por Kim Jong-un atingiu uma altitude de 4475 quilômetros e voou por 950 quilômetros. Se fosse lançado 
numa trajetória menos vertical, teria capacidade de alcançar os Estados Unidos. 
 
No trecho sublinhado, estabelece-se uma relação de: 
a) proporcionalidade. 
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b) condicionalidade. 
c) causalidade. 
d) continuidade. 
e) adversidade. 
Gabarito: B 
 
Questão 49: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte texto: 
 
A EIA calcula que os gases produzidos na China estão ligados ao aumento das emissões observado no relatório da agência em 
maio. , embora os achados da EIA sejam considerados plausíveis, alguns especialistas acreditam que eles não 
explicariam, por si só, o atual elevado nível de emissão de gases que tem comprometido a camada de ozônio. 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna acima. 
a) No entanto. 
b) Por isso. 
c) Por conseguinte. 
d) Assim. 
e) Portanto. 
Gabarito: A 
 
Questão 50: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere as seguintes frases: 
 
• Cumprimentei-o. 
 
• Hoje ele conquistou o cargo que desejava. 
 
Para reescrever essas duas frases numa sentença só (Cumprimentei-o, ele conquistou o cargo que desejava), elas 
deverão ser unidas pelo termo: 
a) que. 
b) pois. 
c) mas. 
d) conforme. 
e) então. 
Gabarito: B 
 
Questão 51: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte trecho: Como ninguém se interessou em continuar o projeto de pesquisa, decidimos cancelá-lo. Caso haja 
algum interesse no futuro, tornaremos a reabri-lo. 
 
Os termos sublinhados indicam, respectivamente: 
a) finalidade e tempo. 
b) consequência e finalidade. 
c) causa e condição. 
d) finalidade e duração. 
e) causa e proporção. 
Gabarito: C 
 
Questão 52: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte trecho de texto: 
 
Quanto mais participam em redes sociais e chats online, veem vídeos na internet, baixam músicas ou fazem outras atividades do 
universo digital, mais os adolescentes tornam-se propensos a experimentar sintomas de TDAH. 
 
Nesse trecho, estabelece-se entre as ideias expostas uma relação de: 
a) causa. 
b) finalidade. 
c) temporalidade. 
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d) proporção. 
e) comparação. 
Gabarito: D 
Questão 53: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte trecho: 
 
Foi o xeque-mate para o paradigma da Terra esférica. Quando se colocou em questão o valor constante do raio da Terra, chegou- 
se a um novo conceito: o de um elipsoide de revolução. 
 
Na parte sublinhada, estabelece-se entre as ideias expressas uma relação: 
a) causal. 
b) condicional. 
c) explicativa. 
d) comparativa. 
e) temporal. 
Gabarito: E 
 
Questão 54: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Conjunção 
Considere o seguinte trecho retirado da notícia “Os números explicam o mundo”: 
 
A ciência avança , tecendo teorias e evidências. as provas materiais se esgotam, surgem discussões e as 
hipóteses se multiplicam ( não há provas para falseá-las). aparecem novas pistas que reforçam algumas 
explicações e enfraquecem outras, fazendo nosso conhecimento dar um salto adiante... surgir a próxima incógnita. 
 
(Adaptado de: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/23/ciencia/1527088298_574101.html>) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas. 
a) assim – Quando – porque – Então – até. 
b) então – Porque – quando – Quando – para. 
c) enfim – Então – assim – Até – quando. 
d) assim – Porque – então – Assim – quando. 
e) então – Assim – enfim – Quando – até. 
Gabarito: A 
 
Questão 55: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Conjunção 
Leia o seguinte fragmento de texto: 
 
 um levantamento com amostra significativa e avaliação de voluntários por mais de uma década, o estudo ainda pode 
estar aberto a inconsistências por conta dos relatos sobre alimentação a cada cinco anos, que podem não estar 100% corretos ou 
suas dietas podem simplesmente não ser tão regulares quanto foi reportado. 
 
Considere as seguintes possibilidades de preenchimento da lacuna acima: 
 
1. Por ser 
 
2. Apesar de ser 
 
3. Mesmo sendo 
 
4. Sendo 
 
Preenche(m) corretamente a lacuna acima o(s) item(ns): 
a) 1 apenas. 
b) 2 apenas. 
c) 3 apenas. 
d) 1 e 4 apenas. 
e) 2 e 3 apenas. 
Gabarito: E 
 
Questão 56: NC-UFPR - Cad (PMPR)/PM PR/2018 
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Assunto: Conjunção 
A explosão das medusas em todo o mundo se deve a uma série de fatores inter-relacionados. Uma das principais causas é o 
excesso de pesca de seus predadores naturais, como o atum, o que ao mesmo tempo elimina a concorrência pelo alimento e o 
espaço de reprodução. Em paralelo, diversas atividades humanas em regiões costeiras também ajudam a explicar o fenômeno: ali 
onde enormes quantidades de nutrientes são jogadas no mar (em forma de resíduos agrícolas, por exemplo), produzindo grandes 
explosões de populações de algas e plânctons, que consomem o oxigênio da água e geram as denominadas zonas mortas. Não 
muitos peixes e mamíferos aquáticos conseguem sobreviver nelas, mas as medusas sim, além de encontrarem no plâncton uma 
fonte de alimentação abundante e ideal. Quando as populações de medusas conseguem se estabelecer, as larvas de outras 
espécies acabam sendo parte do cardápio também, desequilibrando a cadeia trófica. 
 
As medusas são, além disso, um dos poucos vencedores naturais da mudança climática, já que seu ciclo reprodutivo é favorecido 
pelo aumento da temperatura nos ciclos oceânicos. Mas há mais fatores. Existem evidências de que certas espécies de medusa se 
reproduzem com mais facilidade junto a estruturas costeiras artificiais, como molhes e píeres. Por isso, é difícil saber se os 
esforços para deter, ou até reverter a mudança climática, representam uma solução à crescente presença de medusas nos mares, 
pelo menos enquanto continuem gerando problemas em ecossistemas costeiros e cadeias alimentares marinhas. [...] 
 
No entanto – e não muito longe de Monte Hermoso – um cientista elucubra uma ideia mais interessante: se queremos resolver o 
problema das medusas, temos de parar de vê-las como um mal, e começar a vê-las como comida. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/ciencia/1537282711_864007.html>.) 
 
Entre o segmento “Quando as populações de medusas conseguem se estabelecer” e o segmento “as larvas de outras espécies 
acabam sendo parte do cardápio também”, exprime-se uma relação de: 
a) causalidade. 
b) condicionalidade. 
c) proporcionalidade. 
d) temporalidade. 
e) complementaridade. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 57: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Conjunção 
Leia o excerto abaixo: 
 
As bombas que os aliados lançaram sobre a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial conseguiram atingir a borda inferior do 
espaço: a ionosfera se enfraqueceu sob a influência da onda expansiva de tantos explosivos. o efeito tenha sido 
temporário, chegou a ser sentido nos céus da Inglaterra. , os bombardeios alemães, primeiro os da Luftwaffe (a 
aviação nazista) e, depois, com os foguetes V1 e V2, mal deixaram vestígios na atmosfera. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) Embora – No entanto. 
b) Ainda que – Por isso. 
c) Consoante – Não obstante. 
d) Posto que – Logo. 
e) Porquanto – Contudo. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 58: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Conjunção 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava. 
O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de 
pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito 
queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam. 
 
Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 
O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No 
fora do tempo. 
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O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na 
minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda 
chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da 
Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional 
queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante 
dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional 
queimando. […] 
 
Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na 
mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de 
Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A 
realidade é Science Fiction”. 
 
Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em 
muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. 
Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
 
A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas 
em dimensões continentais”. […] 
 
Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O 
bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob 
controle”. 
 
Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida 
que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”. 
 
O Brasil está queimando. 
 
E o meteoro estava dentro do museu. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 
04, set. 2018.) 
 
No primeiro parágrafo do texto, o articulista afirma que “Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que 
não tinha mais passado”. O termo destacado conecta as sentenças em uma relação de: 
a) modo. 
b) lugar. 
c) tempo. 
d) conclusão. 
e) condição. 
Gabarito: C 
 
Questão 59: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Conjunção 
“Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no 
intervalo de duas a três semanas”. Essas duas frases poderiam ser encadeadas, sem prejuízo de significado, por meio da 
expressão: 
a) embora. 
b) porque. 
c) por isso. 
d) porém. 
e) bem como. 
Gabarito: B 
 
Questão 60: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Conjunção 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Mel e remédios isentos de prescrição devem ser a primeira opção no tratamento da maior parte das tosses, segundo novas 
diretrizes recém-divulgadas pelo sistema de saúde britânico. 
 
Antibióticos, por outro lado, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente porque, na maioria dos casos, eles não 
ajudam a combater os sintomas. 
As novas recomendações do sistema de saúde são dirigidas especificamente a médicos, com o intuito de minimizar o uso 
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indiscriminado de antibióticos – que tem como efeito colateral a proliferação de “superbactérias” cada vez mais resistentes a 
esses medicamentos. 
 
“Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no 
intervalo de duas a três semanas”, disse em comunicado a médica Tessa Lewis, representante do Instituto Britânico de Excelência 
na Saúde, organizaçãoque emite recomendações ao sistema público de saúde do país (o NHS). 
 
“Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no 
intervalo de duas a três semanas”. Essas duas frases poderiam ser encadeadas, sem prejuízo de significado, por meio da 
expressão: 
a) embora. 
b) porque. 
c) por isso. 
d) porém. 
e) bem como. 
Gabarito: B 
 
Questão 61: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Conjunção 
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio. 
 
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para 
familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no 
suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência 
comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores 
tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte. 
 
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, 
quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o 
restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse. 
 
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes 
represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma 
prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar 
o risco de novas tentativas. 
 
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida. 
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia. 
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o 
personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo 
motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um 
suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuai s 
de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real 
por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é 
decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.) 
 
 
Na frase “Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é decisivo para 
que outros escolham o mesmo destino”, a expressão sublinhada estabelece, entre as ideias, uma relação: 
a) de condicionalidade. 
b) causal. 
c) aditiva. 
d) de alternância. 
e) de comparação. 
Gabarito: E 
 
Questão 62: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Análises Clínicas/2018 
Assunto: Conjunção 
Pessoas inteligentes têm neurônios maiores 
O ditado popular pode até dizer que tamanho não é documento, mas, neste caso, é, sim. Quanto maiores forem seus neurônios, 
mais inteligente você é, de acordo com um estudo feito por cientistas holandeses. É a primeira vez que o nível de inteligência é 
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associado ao tamanho das células cerebrais, e isso pode ser uma chave para desenvolver técnicas realmente eficazes que 
aumentem nossa inteligência. 
 
Até agora, a maioria das pesquisas ligadas ao intelecto havia identificado regiões do cérebro envolvidas com a capacidade de 
desenvolver certas habilidades, e chegou também a selecionar genes relacionados ao QI. Mas o estudo holandês, feito na 
Universidade Livre de Amsterdã, foi por um novo caminho e provou que quanto maior é a célula, melhor. 
 
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/pessoas-inteligentes-tem-neuronios-maiores/>. Acesso em 03 mai. 2018) 
 
 
No trecho “Quanto maiores forem seus neurônios, mais inteligente você é”, estabelece-se uma relação: 
a) condicional. 
b) causal. 
c) aditiva. 
d) de comparação. 
e) de proporcionalidade. 
Gabarito: E 
 
Questão 63: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Questões Variadas de Classe de Palavras 
Assinale a alternativa em que o termo LOGO apresente o mesmo sentido que na sentença “Logo, não tenho mais o que desejar”. 
a) Espero que minha encomenda chegue logo. 
b) Logo ele, o que mais critica, vem pedir colaboração. 
c) Ele ficou doente e, logo naquele dia, a farmácia estava fechada. 
d) Trata-se de uma lei, logo, deve ser cumprida. 
e) Ligava para avisar a esposa, logo que chegava ao serviço. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 64: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Questões Variadas de Classe de Palavras 
Observe a seguinte oração: 
 
Daqui pouco começam as eleições e os candidatos presidência buscam garantir a votação necessária, visto que 
neste ano não investimentos de empresas para campanha eleitoral. 
 
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas: 
a) a – à – há – a. 
b) a – a – à – há. 
c) à – à – a – a. 
d) há – a – à – à. 
e) à – há – há – à. 
Gabarito: A 
 
Questão 65: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Questões Variadas de Classe de Palavras 
O nobilíssimo ponto e vírgula 
 
Estava na “capa” do UOL ontem: “Medo de ser assassinado atinge 3 em 4 brasileiros; 67% de jovens temem a PM”. Por favor, 
veja o ponto e vírgula, prezado leitor. Que faz ele aí? É correto o seu emprego? [...] 
 
Posto isso, voltemos ao título do UOL e ao ponto e vírgula que há nele. Esse título diz respeito a uma pesquisa realizada pelo 
Datafolha e publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O tema da pesquisa, obviamente, é a violência no Brasil, que, 
como se sabe, é um país pacífico, solidário etc., etc., etc. 
 
As duas informações que há no título são distintas: a primeira diz respeito ao medo de ser assassinado, sentimento de 76% dos 
entrevistados; a segunda diz respeito ao temor que 67% dos jovens entrevistados têm da Polícia Militar. 
 
As informações são distintas, mas integram o mesmo assunto, o mesmo campo, o mesmo território, por isso foi empregado 
(corretissimamente) o ponto e vírgula, que separa o primeiro bloco, completo, autônomo etc., do segundo bloco, também 
completo, autônomo etc. 
O papel do ponto e vírgula é sempre o de separar partes autônomas de um todo, isto é, blocos que apresentam sentido e 
informação completos e pertencem ao mesmo conjunto, ao mesmo assunto. […] 
 
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(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/ 
2016/11/1828820-o-nobilissimo-ponto-e-virgula.shtml?loggedpaywall>. 
Acesso em 01/06/18. Adaptado) 
 
Com base no uso do superlativo pelo autor no texto acima (adjetivo: nobilíssimo; advérbio: corretissimamente), assinale a 
alternativa em que foi utilizado corretamente o mesmo processo de formação de ambos os exemplos – com adjetivo e com 
advérbio. 
a) provavilíssimo e equivocadissimamente. 
b) ineficazíssimo e estupidissimamente. 
c) pobríssimo e acertadissimamente. 
d) dificíssimo e educadissimamente. 
e) azulzíssimo e erradissimamente. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 66: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Colocação pronominal 
Mágicas de linguagem 
Hélio Schwartsman 
 
A linguagemé uma ferramenta poderosa. Tão poderosa que basta insistir por alguns anos numa propaganda bem-feita para 
convencer pessoas inteligentes até de que algo que é um direito inalienável. 
 
Victor Klemperer (1881-1960), o filólogo judeu que conseguiu sobreviver durante a Segunda Guerra na Alemanha, registrando 
num diário a ascensão do nazismo, faz uma análise primorosa de como a manipulação da linguagem pode servir a propósitos 
ideológicos. Se você pensou na “novilíngua” de George Orwell, acertou, mas Klemperer escreveu suas observações antes do 
inglês, e elas diziam respeito ao mundo real, e não ao da ficção. 
 
No Brasil, o FGTS é um bom exemplo dessa mágica operada pela linguagem. Quase todos, da esquerda à direita, passando pela 
própria Constituição, o tratam como um direito. Mais até, como cláusula pétrea da Carta, que só poderia ser extinta por revolução 
essa é a posição da OAB. 
 
Não é preciso, porém, mais do que noções elementares de economia e desprendimento em relação às “idées reçues”* para 
constatar que o Fundo é mais bem descrito como um confisco do que como um direito. 
 
Para início de conversa, num mercado de trabalho competitivo, se não houvesse FGTS, os vencimentos mensais recebidos pelos 
assalariados seriam 8% maiores. Na verdade, o que o FGTS faz é impor ao trabalhador uma poupança compulsória, da qual ele 
não pode dispor nem em emergências, cujos rendimentos são fixados pelo governo num valor que fica sistematicamente abaixo 
do da inflação. Nas contas da Econometrica, entre 1997 e 2017, o FGTS rendeu 202%, contra 465% da poupança, 756% do 
Ibovespa e 1.724% do CDI. O IPCA no período foi de 250%. 
 
Basicamente, o governo tirou dinheiro do trabalhador. Num mundo não povoado por singularidades de linguagem, sindicatos e 
organizações que defendem direitos difusos pediriam o fim do FGTS, não sua perpetuação. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/magicas-de-linguagem.shtml) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna na primeira linha do texto. 
a) prejudica elas. 
b) prejudica-lhes. 
c) as prejudica. 
d) lhes prejudica. 
e) prejudicá-las. 
Gabarito: C 
 
Questão 67: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Colocação pronominal 
Leia o seguinte trecho: 
 
Em seu recurso, o autor alegou que sua mãe não tem condições de sustentá-lo, pois está desempregada. Seu pai, apesar de 
efetuar alguns depósitos, os faz fora do prazo e em valores inferiores ao que foi combinado. Segundo o autor, sua avó paterna 
recebe pensão e tem responsabilidade complementar em relação a seu pai, devendo, assim, arcar com seus alimentos, porém a 
avó diz . 
(Disponível em: https://correio-forense.jusbrasil.com.br/noticias/660444788/. Acesso em 12 de 
abril. 2019) 
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Para completar a lacuna final, considere as seguintes possibilidades: 
 
1. não lhe poder fazer. 
2. não poder fazer isso. 
3. não podê-lo fazer. 
4. não poder o fazer. 
5. não poder fazê-lo. 
6. não o poder fazer. 
7. não poder fazer-lhe. 
 
Completam corretamente a lacuna: 
a) 4 e 6. 
b) 1, 3 e 5. 
c) 1, 2 e 7. 
d) 2, 5 e 6. 
e) 3, 4 e 7. 
Gabarito: D 
 
Questão 68: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
Considere o seguinte trecho: 
 
Ao advogar por legislações específicas para grupos, em vez de formulações universais, a esquerda erode a mensagem mais 
esquerdista de todos os tempos, que é a de que somos todos seres humanos, iguais diante da lei. 
 
(Disponível em: Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/ 
colunas/helioschwartsman/2019/02/iguais-diante-da-lei.shtml) 
 
O termo “erode” tem o sentido no texto de: 
a) elevar. 
b) omitir. 
c) resgatar. 
d) desgastar. 
e) referenciar. 
Gabarito: D 
 
Questão 69: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
Iguais diante da lei? 
 
Hélio Schwartsman 
 
O STF deve retomar hoje o julgamento da criminalização da homofobia. As proteções que a legislação dá a negros e outros 
grupos mencionados na lei nº 7.716 devem ser estendidas a homossexuais? 
 
Conceitualmente, não vejo espaço para dúvidas. Se é errado discriminar alguém pela cor da pele, religião, nacionalidade ou grupo 
étnico, também o é fazê-lo em virtude de sua orientação sexual. Não tenho dificuldade em aceitar a ampliação de direitos pela via 
jurisprudencial. 
 
Não poderia ter sido mais acertada a decisão do Supremo que equiparou os direitos de casais homossexuais aos de 
heterossexuais, abrindo caminho para o casamento gay. 
 
O problema de fundo deste julgamento é que não estamos aqui tratando de direitos civis, mas de legislação criminal. Como a 
privação da liberdade é um dos castigos mais graves que o Estado pode impor, a maioria dos doutrinadores entende que tipos 
penais 
jamais podem ser criados por tribunais, exigindo sempre um ato do Legislativo. É um argumento forte. Estou curioso para ver 
como os 
ministros resolverão essa quadratura do círculo. 
 
Isso dito, devo afirmar que compreendo, mas não gosto da estratégia do movimento gay e de outros grupos de esquerda de levar 
a legislação penal para o terreno identitário. Não é por falta de tipos penais que os assassinatos de gays, por exemplo, não são 
contidos. No Brasil, matar um homossexual só pelo fato de ele ser homossexual configura homicídio doloso qualificado (motivo 
fútil), com pena de até 30 anos de reclusão, a maior admitida no país. Se a repressão à violência contra gays é tíbia, o problema 
não está na ausência de lei, mas em outras engrenagens do sistema, como polícia, MP e juízes. 
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Ao advogar por legislações específicas para grupos, em vez de formulações universais, a esquerda erode a mensagem mais 
esquerdista de todos os tempos, que é a de que somos todos seres humanos, iguais diante da lei. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/02/iguais-diante-da-lei.shtml) 
 
No trecho “Se a repressão à violência contra gays é tíbia, o problema não está na ausência de lei, mas em outras engrenagens 
do sistema, como polícia, MP e juízes”, a expressão sublinhada pode ser substituída por: 
a) fraca. 
b) dura. 
c) violenta. 
d) constante. 
e) maléfica. 
Gabarito: A 
 
Questão 70: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico de que bactérias desenvolverão resistência 
a antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo em que ele ocorre está sujeito às ações dos homens. O 
uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer suas 
equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem opúblico quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
Na quinta linha, o termo em destaque – debelados – tem o sentido de: 
a) revelados. 
b) intensificados. 
c) modificados. 
d) desencadeados. 
e) neutralizados. 
Gabarito: E 
 
Questão 71: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
Considere o seguinte excerto: 
 
A natureza é inexorável no momento de garantir a vida. Alguns pássaros, como o patola-de-pés-azuis, colocam dois ovos. Se o 
filhote que nasce primeiro vê que não cresce o suficiente, seja por sua mãe não lhe dar comida ou por uma época de pouco 
alimento, mata a bicadas o segundo filhote. Se há comida para os dois, então tudo certo. 
(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/12/ciencia/1555073592_113155.html. Acesso em 22 abr. 2019.) 
 
A palavra “inexorável”, que aparece nesse excerto, pode ser substituída, sem mudança de significado, por: 
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a) perversa. 
b) injusta. 
c) flexível. 
d) severa. 
e) mutável. 
Gabarito: D 
 
Questão 72: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
Considere o seguinte trecho de texto: 
 
Cinco anos depois de sua eclosão, os protestos que tomaram o país em junho de 2013 ainda provocam espanto naqueles que, 
com simpatia ou sentimento crítico, tentam encontrar a chave para sua interpretacão. 
 
No texto, a palavra “eclosão” pode ser substituída, sem alterar o sentido, por: 
a) extinção. 
b) desfecho. 
c) avaliação. 
d) ocorrência. 
e) proibição. 
Gabarito: D 
 
Questão 73: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais 
 
Sérgio Pardellas 
 
Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma 
idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se 
informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
 
E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espectro político, quase ninguém 
escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, 
é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do 
adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá 
na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”. 
 
Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasileiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e 
crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. 
Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara 
para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitas vezes não faz qualquer 
sentido, não junta lé com cré. 
 
O pior é quando o texto embute uma meia-verdade bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a 
mensagem e, se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade. 
 
A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente, 
constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, autocrítica é fundamental. A mídia exagera, beatifica e lincha na mesma 
velocidade, enviesa e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não 
aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalista gosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem 
torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom 
debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas 
ainda não inventaram modelo mais eficaz. 
 
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma 
catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua 
existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da 
cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe. 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-jamais/>.) 
 
O sentido da palavra “idiossincrasia” no texto é o de: 
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a) aversão à diversidade. 
b) ideologia. 
c) debilidade. 
d) comportamento pessoal. 
e) apologia. 
Gabarito: D 
 
Questão 74: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Sinônimos e Antônimos 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais 
 
Sérgio Pardellas 
 
Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma 
idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se 
informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
 
E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espectro político, quase ninguém 
escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, 
é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do 
adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá 
na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”. 
 
Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasileiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e 
crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. 
Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara 
para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitas vezes não faz qualquer 
sentido, não junta lé com cré. 
 
O pior é quando o texto embute uma meia-verdade bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a 
mensagem e, se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade. 
 
A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente, 
constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, autocrítica é fundamental. A mídia exagera, beatifica e lincha na mesma 
velocidade, enviesa e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não 
aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalistagosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem 
torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom 
debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas 
ainda não inventaram modelo mais eficaz. 
 
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma 
catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua 
existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da 
cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-jamais/>.) 
 
No segmento “nos estertores da vida”, a expressão sublinhada pode ser substituída por: 
a) nos momentos de euforia. 
b) nos momentos brilhantes. 
c) nos momentos finais. 
d) nos momentos de aperto. 
e) nos momentos de indignação. 
Gabarito: C 
 
Questão 75: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Homônimos e Parônimos 
Considere o seguinte texto: 
Na de notícias do site da Câmara Municipal de Canoinhas/SC foi publicado um texto, contendo o seguinte trecho: 
durante a desta terça-feira, 06, o vereador Paulinho Basílio (MDB) fez uso da tribuna para defender a da 
área ao instituto, com o objetivo de possibilitar a ampliação dos cursos oferecidos pela instituição. 
(https://www.canoinhas.sc.leg.br/institucional/noticias/vereadores-defendem-cessao-de-area-para-expansao-do-ifsc) 
http://www.canoinhas.sc.leg.br/institucional/noticias/vereadores-defendem-cessao-de-area-para-expansao-do-ifsc)
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Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) sessão – cessão – seção. 
b) sessão – seção – cessão. 
c) seção – sessão – cessão. 
d) cessão – seção – sessão. 
e) cessão – sessão – seção. 
Gabarito: C 
 
Questão 76: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Denotação e Conotação 
Leia a seguinte poesia de Carlos Drummond de Andrade: 
 
Foi-se a Copa? 
 
24/06/1978 
 
Foi-se a Copa? Não faz mal. 
Adeus chutes e sistemas.(B 
A gente pode, afinal, 
cuidar de nossos problemas. 
Faltou inflação de pontos? 
Perdura a inflação de fato. 
Deixaremos de ser tontos 
se chutarmos no alvo exato.(A e (D 
O povo, noutro torneio,(C e (E 
havendo tenacidade, 
ganhará, rijo, e de cheio, 
A Copa da Liberdade. 
 
Assinale a alternativa correta a respeito de cada expressão destacada do texto. 
a) Em “Se chutarmos no alvo exato”, a palavra “chutarmos” está empregada em sentido próprio e pode ser substituída por 
“pontapé”. 
b) Em “Adeus chutes e sistemas”, a palavra “chutes” está empregada em sentido figurado e pode ser substituída por 
“pontapés”. 
c) Em “O povo, noutro torneio”, a palavra “torneio” está empregada em sentido próprio e pode ser substituída por 
“competição esportiva”. 
d) Em “Se chutarmos no alvo exato”, a palavra “chutarmos” está empregada em sentido figurado e pode ser substituída por 
“direcionarmos”. 
e) Em “O povo, noutro torneio”, a palavra “torneio” está empregada em sentido figurado e pode ser substituída por 
“campeonato”. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 77: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Ordenação de parágrafos 
Considere o seguinte início de um texto retirado da revista Superinteressante (02/2019): 
 
Terapia genética pode curar síndrome de Angelman em fetos 
 
A síndrome de Angelman foi relatada pela primeira vez em 1965 pelo neurologista britânico Harry Angelman, e é um distúrbio 
neurológico raro que causa um crescimento insuficiente do cérebro. 
 
Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem das ideias que dão sequência lógica ao trecho acima. 
 
( ) Uma nova terapia genética criada por cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, porém, 
pretende se tornar a cura para a doença. 
 
( ) Problemas decorrentes da doença envolvem deficiência intelectual e efeitos colaterais, como alterações de 
comportamento, convulsões e dificuldade em andar e dormir. 
( ) Sua ação libera um conjunto de moléculas que corrigem as falhas genéticas do bebê ainda no útero. 
 
( ) O tratamento, que ainda não foi testado em humanos, consiste em usar a ferramenta de edição genética CRISP-Cas 
para injetar um vírus inofensivo que infecta propositalmente os neurônios de fetos. 
 
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( ) Em casos mais graves, pessoas nessa condição podem passar a vida inteira sem falar uma única palavra. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 1 – 2 – 5 – 4 – 3. 
b) 1 – 3 – 4 – 2 – 5. 
c) 4 – 3 – 1 – 2 – 5. 
d) 3 – 1 – 4 – 5 – 2. 
e) 3 – 1 – 5 – 4 – 2. 
Gabarito: E 
 
Questão 78: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Ordenação de parágrafos 
O texto a seguir contém trechos de uma entrevista dada por Leona Forman, fundadora da BrazilFoundation (BF), organização 
social sediada em Nova Iorque, à Revista IstoÉ. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas 
perguntas. 
 
1. Comparado a outros povos, o brasileiro é mesmo solidário? 
2. E quanto aos incentivos fiscais ao doador, eles ainda são poucos no Brasil? 
3. Temos de lutar mais pela eficiência dos serviços públicos, para não sermos tão dependentes de doações? 
4. O brasileiro ainda tem muito a cultura de doar em festas beneficentes. Isso é bom ou ruim? 
 
( ) Precisamos reconhecer que esse abatimento não é uma perda para o orçamento nacional, ao contrário, ele irá para as 
novas forças que contribuem para o desenvolvimento. Enquanto alguns países oferecem dedução fiscal para doador, o Brasil 
tem poucas, e ainda taxa a doação. 
 
( ) Por que não, se dá resultados? Eu acho isso importante, porque quanto mais a filantropia for vista, mais pessoas vão 
querer fazer o mesmo. 
 
( ) É muito difícil na situação do Brasil de hoje. Se você mora em uma comunidade e vê que o seu tempo e o seu recurso 
estão fazendo a diferença, que mal pode haver? Não há dependência. É uma aceitação que pode levar você, como indivíduo, 
a ajudar a sua cidade, o seu país. 
 
( ) Nós temos uma pesquisa feita em 139 países que mostra que o brasileiro é muito generoso, se comparado com os 
cidadãos de outros países, em termos de tempo e voluntariado. Nós temos uma coisa do “jeitinho”, de ir lá, ajudar, fazer o 
que parecia impossível. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 2 – 4 – 3 – 1. 
b) 1 – 2 – 4 – 3. 
c) 1 – 4 – 2 – 3. 
d) 2 – 1 – 3 – 4. 
e) 3 – 2 – 4 – 1. 
Gabarito: A 
 
Questão 79: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Ordenação de parágrafos 
Considere o seguinte início de um texto retirado revista Galileu (11/2017): 
 
Uma pesquisa comandada pelo neurocientista da Universidade de Cambridge, Taylor W. Schmitz, apontou o GABA, um 
neurotransmissor inibidor presente nos mamíferos, como fundamental para suprimir pensamentos e memórias indesejáveis. 
 
Numere os parênteses, identificando a ordem das ideias para que o texto apresente lógica textual. 
 
( ) Depois reuniram 24 jovens saudáveis e, enquanto eram monitorados pelo MRS, os colocaram para jogar. Com um 
controle com dois botões na mão, foram orientados a apertar um ou outro botão de acordo com as cores que apareciam. 
 
( ) Para chegar à conclusão, os pesquisadores utilizaram um equipamento raro e caro, chamado ressonância magnética 
espectroscópica (ou MRS na sigla em inglês). 
( ) O joguinho foi repetido com insistência, até que os participantes já apertassem botões sem nem pensar direito. Foi então 
que os pesquisadores introduziramum novo desafio: se a luz fosse acompanhada por um som, nenhum botão deveria ser 
apertado. 
 
( ) As pessoas com maior presença do GABA no hipocampo – a região do cérebro responsável pela memória – foram as que 
se saíram melhor no teste. 
 
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( ) Com ele, além das imagens da atividade do cérebro, é possível identificar também a química que rola dentro da cabeça. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 4 – 2 – 3 – 1 – 5. 
b) 3 – 1 – 4 – 5 – 2. 
c) 2 – 4 – 3 – 5 – 1. 
d) 3 – 4 – 5 – 1 – 2. 
e) 2 – 1 – 4 – 3 – 5. 
Gabarito: B 
 
Questão 80: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Ordenação de parágrafos 
As frases abaixo, retiradas do trecho em que o escritor Ruy Castro narra um dos episódios da história de amizade entre Vinícius 
de Morais e o jornalista Antonio Maria, estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência textual correta. 
 
( ) Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta, tirando finos em sua 
cabeça. Era um passarinho gordo, como Maria. 
 
( ) De repente, foram dar a Vinicius a notícia de que Antonio Maria morrera na véspera, de infarto. 
 
( ) Vinicius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. 
 
( ) O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para 
me tirar da fossa”. 
 
( ) Foi em 1964. Vinicius de Moraes estava à espera do jornalista e compositor Antonio Maria num chalezinho em Barão de 
Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. 
 
(Adaptado de <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2018/03/livros-lidos-e-amados.shtml>.) 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 3 – 2 – 1 – 5 – 4. 
b) 3 – 4 – 1 – 2 – 5. 
c) 4 – 2 – 3 – 5 – 1. 
d) 5 – 4 – 2 – 3 – 1. 
e) 4 – 1 – 3 – 2 – 5. 
Gabarito: C 
 
Questão 81: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Significação de vocábulo e expressões 
‘Ferrugem’: um ótimo nacional encara o cyberbullying 
 
Um celular perdido, um vídeo viralizado, e Tati, de 16 anos, se vê no meio de um furacão que abalaria qualquer um – e muito 
mais uma menina a quem ainda falta o equipamento emocional para lidar com uma situação tão drástica de exposição da 
intimidade e de ostracismo social. Os amigos e amigas vão caindo fora; com os pais, ela não consegue falar. Renet, o garoto com 
quem ela começava a engatar um flerte quando tudo começou, dá as costas a ela. E Tati, interpretada pela ótima novata Tiffanny 
Dopke, de fisionomia suave e jeitinho cativante, sucumbe à pressão. 
 
‘Ferrugem’, do diretor Aly Muritiba, é um dos pontos altos de uma safra surpreendentemente boa do cinema nacional nos últimos 
meses (completada ainda por ‘Aos Teus Olhos’, ‘As Boas Maneiras’, ‘O Animal Cordial’ e ‘Benzinho’). Da agitação e cacofonia dessa 
primeira parte do filme, Muritiba vai, na segunda metade, para um estilo oposto: com atenção e reflexão, acompanha o 
sofrimento de Renet (o também muito bom Giovanni de Lorenzi) com as consequências do episódio que afetou Tati. Aqui, duas 
visões morais muito distintas se opõem: a do pai (Enrique Diaz), que quer poupar Renet, e a da mãe (a calorosa Clarissa Kiste), 
que quer obrigá-lo a enfrentar os fatos. 
 
Maduro, lúcido, muito bem escrito e filmado, ‘Ferrugem’ está na comissão de frente dos possíveis indicados do Brasil ao Oscar do 
ano que vem. 
(Disponível em: <https://veja.abril.com.br/tveja/em-cartaz/ferrugem-um-otimo-nacional-encara-o-cyberbullying/>. Acesso em 
31/08/2018.) 
 
As expressões ‘equipamento emocional’ e ‘ostracismo social’, no segundo parágrafo, podem ser interpretadas, segundo o contexto 
de ocorrência, respectivamente, como: 
a) objeto que regula emoções – exílio. 
b) capacidade de sentir emoções – exclusão. 
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c) experiência – falta de exposição. 
d) maturidade – isolamento. 
e) malícia – incapacidade de se expressar. 
Gabarito: D 
 
Questão 82: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Análises Clínicas/2018 
Assunto: Significação de vocábulo e expressões 
Na sentença “A obsolescência programada acontece quando há uma ação deliberada da empresa fabricante que força o cliente a 
adquirir um novo modelo do bem”, o termo sublinhado pode ser substituído pelo sinônimo: 
a) organizada. 
b) errada. 
c) fraudulenta. 
d) intencional. 
e) involuntária. 
Gabarito: D 
 
Questão 83: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Biologia Palotina/2018 
Assunto: Significação de vocábulo e expressões 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: 
“Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar 
Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em 
Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na 
corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um 
exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança 
Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o 
protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto. 
 
Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a 
recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à 
pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que 
aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para 
quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não 
querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que 
vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a 
cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida 
no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como 
fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao 
governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, 
sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece 
ser formulada. Perguntar não ofende. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>) 
 
Na sentença “Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT 
Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é ‘estúpida’”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o sentido, 
por: 
a) violenta. 
b) conivente. 
c) intolerante. 
d) dualista. 
e) ostensiva. 
Gabarito: D 
 
Questão 84: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Outras questões de semântica 
Trocadilho é o emprego de palavras ou expressões de duplo sentido. Assinale a alternativa em que ocorre emprego de trocadilho. 
a) Sem nenhuma surpresa, a popularidade do papa Francisco caiuentre católicos americanos de direita, diz pesquisa do Pew 
Research. Muitos consideram o pontífice “muito liberal” e “ingênuo”. 
b) No índex do politicamente correto, cocares e penas resistiram na avenida e ainda ganharam o apoio de uma usuária de 
raiz. A índia Ysani, da tribo calapalo, disse sentir-se homenageada pela fantasia. 
c) A China baniu da internet imagens do personagem Ursinho Pooh da Disney, muito associado a Xi Jinping. A censura visa a 
evitar a disseminação de críticas ao fim do limite do mandato presidencial. 
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d) Estudo da universidade inglesa de Nottingham Trent concluiu que o vício em selfies é um transtorno mental. Um sintoma: a 
postagem de mais de seis fotos de si mesmo por dia. 
e) A verba que os senadores gastam com fretamento de jatinhos cresceu 40% desde 2014. O recordista é Ciro Nogueira 
(PPPI), que mandou 190.000 reais pelos ares em 2017. 
Gabarito: E 
 
Questão 85: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Outras questões de semântica 
Leia a tirinha a seguir: 
 
 
(Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/page/8) 
 
Diante da falta de compreensão (“Não entendi nada!”) de Armandinho, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. A palavra público no primeiro quadrinho é um adjetivo e significa “que pertence a todos”, enquanto a mesma palavra no 
segundo quadrinho é um substantivo e significa “o homem comum”. 
 
2. A palavra “privadas” no primeiro quadrinho é um adjetivo e significa “que pertencem um indivíduo particular”, enquanto a 
palavra “privados” do segundo quadrinho é um verbo e significa “impedidos de ter o gozo de algo”. 
 
3. As expressões “transporte público”, do primeiro quadrinho, e “transporte coletivo de qualidade”, do segundo quadrinho, 
significam a mesma coisa. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: D 
 
Questão 86: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Outras questões de semântica 
O nobilíssimo ponto e vírgula 
 
Estava na “capa” do UOL ontem: “Medo de ser assassinado atinge 3 em 4 brasileiros; 67% de jovens temem a PM”. Por favor, 
veja o ponto e vírgula, prezado leitor. Que faz ele aí? É correto o seu emprego? [...] 
 
Posto isso, voltemos ao título do UOL e ao ponto e vírgula que há nele. Esse título diz respeito a uma pesquisa reali zada pelo 
Datafolha e publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O tema da pesquisa, obviamente, é a violência no Brasil, que, 
como se sabe, é um país pacífico, solidário etc., etc., etc. 
 
As duas informações que há no título são distintas: a primeira diz respeito ao medo de ser assassinado, sentimento de 76% dos 
entrevistados; a segunda diz respeito ao temor que 67% dos jovens entrevistados têm da Polícia Militar. 
 
As informações são distintas, mas integram o mesmo assunto, o mesmo campo, o mesmo território, por isso foi empregado 
(corretissimamente) o ponto e vírgula, que separa o primeiro bloco, completo, autônomo etc., do segundo bloco, também 
completo, autônomo etc. 
 
O papel do ponto e vírgula é sempre o de separar partes autônomas de um todo, isto é, blocos que apresentam sentido e 
informação completos e pertencem ao mesmo conjunto, ao mesmo assunto. […] 
 
(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/ 
2016/11/1828820-o-nobilissimo-ponto-e-virgula.shtml?loggedpaywall>. 
Acesso em 01/06/18. Adaptado) 
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Em determinado momento do texto, o autor faz uso da ironia. Assinale a alternativa na qual podemos constatar tal uso. 
a) “Por favor, veja o ponto e vírgula, prezado leitor. Que faz ele aí? É correto o seu emprego?”. 
b) “O tema da pesquisa, obviamente, é a violência no Brasil, que, como se sabe, é um país pacífico, solidário etc., etc., etc.”. 
c) “Esse título diz respeito a uma pesquisa realizada pelo Datafolha e publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública”. 
d) “As informações são distintas, mas integram o mesmo assunto, o mesmo campo, o mesmo território, por isso foi 
empregado (corretissimamente) o ponto e vírgula [...]”. 
e) “O papel do ponto e vírgula é sempre o de separar partes autônomas de um todo [...]”. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 87: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Orações subordinadas adverbiais 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Em ensaio, a jornalista Alice Fishburn comenta sua decisão de consagrar um ano à leitura exclusiva de mulheres. A sua iniciativa 
ganhou corpo a partir da observação do sistema de pontuação que seu irmão mais novo havia criado para se motivar a ler 
mulheres e outras minorias. 
 
Segundo a autora, as regras do irmão funcionavam da seguinte forma: “Pela leitura de uma mulher, ele receberia um ponto. Por 
cada escritor vivo, outro ponto. Se a mulher estivesse viva, ele receberia dois pontos, enquanto a leitura de um autor falecido lhe 
custaria igual pontuação. Seu objetivo era conseguir manter um total acumulado de zero ou superar essa pontuação. Mas, para 
isso, ele sentia dificuldades”. 
 
Impressionada com tamanha disciplina, Fishburn, que se define feminista, viu-se obrigada a confrontar a precariedade das suas 
próprias estantes, questionando quão difícil seria, em nossa época, ter notícias do trabalho de escritoras antigas e 
contemporâneas. Ela surpreendeu-se ao constatar que, apesar de todo o seu feminismo, a sua lista de leituras do ano 
anterior resumia-se a títulos de “literatura vitoriana e testosterona”. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/03/por-que-ler-mulheres.shtml, acesso em 
13, mar. 2019.) 
 
A sentença destacada no último parágrafo estabelece com a informação anterior uma relação de: 
a) restrição. 
b) condição. 
c) consequência. 
d) temporalidade. 
e) finalidade. 
Gabarito: D 
 
Questão 88: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Função sintática dos pronomes pessoais átonos 
Considere o seguinte trecho de texto: 
Esta ideia para um conto de terror é tão terrível que, logo depois de , me arrependi. 
Assinale a alternativa preenche corretamente a lacuna acima. 
a) ler-la. 
b) ler ela. 
c) ler a mesma. 
d) lê-la. 
e) ler-lhe. 
Gabarito: D 
 
Questão 89: NC-UFPR - Prof NT I (ITAIPU)/ITAIPU/Técnico em Hidrologia/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa em que a pontuação está correta, conforme a língua padrão escrita. 
a) Comunicamos aos senhores condôminos que, a partir do dia 20/02, o sistema da portaria será substituído por câmeras 
inteligentes, acionadas remotamente pela empresa HGW, responsável por fornecer, também, os novos cartões de acesso. 
b) Comunicamos, aos senhores condôminos que, a partir do dia 20/02 o sistema da portaria será substituído por câmeras 
inteligentes, acionadas remotamente, pela empresa HGW responsável, por fornecer também, os novos cartões de acesso. 
c) Comunicamos aos senhores condôminos que a partir do dia 20/02, o sistema da portaria será substituído, por câmeras 
inteligentes acionadas, remotamente pela empresa HGW, responsável por fornecer, também os novos cartões de acesso. 
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d) Comunicamos aos senhores condôminos que: a partir do dia 20/02 o sistema da portaria será substituído por: câmeras 
inteligentes, acionadas remotamente, pela empresa HGW, responsável, por fornecer também, os novos cartões de acesso. 
e) Comunicamos: aos senhores, condôminos que, a partir do dia 20/02, o sistema da portaria será substituído, por câmeras 
inteligentes acionadas remotamente pela empresa HGW, responsável por fornecer, também, os novos cartões de acesso. 
 
Gabarito:A 
 
Questão 90: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Paciente infectado passou a ter carga viral indetectável após cientistas repetirem, 12 anos depois, um procedimento que já 
havia dado certo em outra pessoa: transplante de células-tronco imunes ao HIV. 
b) Paciente, infectado passou a ter carga viral indetectável após cientistas repetirem 12 anos depois, um procedimento que já 
havia dado certo em outra pessoa: transplante de células-tronco imunes ao HIV. 
c) Paciente infectado, passou a ter carga viral indetectável, após cientistas repetirem, 12 anos depois um procedimento, que 
já havia dado certo em outra pessoa, transplante de células-tronco imunes ao HIV. 
d) Paciente infectado passou a ter carga viral indetectável, após cientistas repetirem 12 anos depois um procedimento, que já 
havia dado certo em outra pessoa, transplante de células-tronco imunes ao HIV. 
e) Paciente infectado passou a ter: carga viral indetectável, após cientistas repetirem 12 anos depois um procedimento que, 
já havia dado certo em outra pessoa – transplante de células-tronco imunes ao HIV. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 91: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Nacionalismo, em doses baixas pode ajudar, mas em doses altas, torna-se produto tóxico. 
b) Nacionalismo, em doses baixas pode ajudar mas, em doses altas, torna-se produto tóxico. 
c) Nacionalismo em doses baixas, pode ajudar, mas, em doses altas torna-se produto tóxico. 
d) Nacionalismo, em doses baixas, pode ajudar, mas, em doses altas, torna-se produto tóxico. 
e) Nacionalismo em doses baixas, pode ajudar mas, em doses altas, torna-se produto tóxico. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 92: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico de que bactérias desenvolverão resistência 
a antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo em que ele ocorre está sujeito às ações dos homens. O 
uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer suas 
equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
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(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. As aspas usadas em “apenas uma teoria” e na palavra “ensinam” são usadas com a mesma finalidade. 
 
2. Ao dizer que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria”, o autor quer dizer que, além de ser uma teoria, é também 
uma forma de prever o futuro. 
3. Em “ensinam”, as aspas marcam o uso dessa palavra em sentido figurado. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 93: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada, de acordo com a língua padrão escrita. 
a) O cineasta, Cacá Diegues, 78 anos, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro, e para que tal elogio fique claro, é só 
lembrarmos que é dele o fenomenal filme: “Bye Bye Brasil”. 
b) O cineasta Cacá Diegues, 78 anos, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro – e para que tal elogio fique claro, é 
só lembrarmos que é dele o fenomenal filme “Bye Bye Brasil”. 
c) O cineasta Cacá Diegues 78 anos, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro: e, para que tal elogio fique claro, é só 
lembrarmos que é dele o fenomenal filme, “Bye Bye Brasil”. 
d) O cineasta Cacá Diegues “78 anos”, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro – e, para que tal elogio fique claro é 
só lembrarmos que é, dele, o fenomenal filme “Bye Bye Brasil”. 
e) O cineasta Cacá Diegues – 78 anos, é um profundo conhecedor da alma do brasileiro; e para que tal elogio fique claro, é 
só lembrarmos que: é dele o fenomenal filme, “Bye Bye Brasil”. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 94: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Quando a Nasa começou a usar computadores para a missão em que John Gleen orbitou a Terra pela primeira vez (1962), 
Katherine Johnson foi consultada para verificar os cálculos da máquina. “Se a garota diz que são bons, então estou pronto para 
ir”, disse o astronauta, segundo lembrou a própria Katherine. De fato, a Nasa reconhece em seu site que “não teria sido possível 
fazer essas coisas sem Katherine Johnson e seu amor pela matemática”. 
 
Katherine foi uma menina curiosa e brilhante, nascida em 26 de agosto de 1918 em White Sulphur Springs Virgínia, EUA, que aos 
dez anos já cursava o ensino médio. Entrou para a Universidade Estadual de West Virginia, onde se graduou em Matemática e 
Francês com honras máximas em 1937, e aceitou um trabalho como professora em uma escola pública para negros. “Sempre 
estava cercada de gente que estava aprendendo coisas, eu adoro aprender. Você aprende se quiser”, afirmou. 
 
A vida tomaria um novo rumo para Katherine quando, em 1952, um parente lhe disse que havia vagas na seção de computação 
da ala oeste (onde trabalhavam os afro-americanos) do Laboratório Langley da Naca – a agência que antecedeu a Nasa –, razão 
pela qual ela e seu marido decidiram se mudar para Hampton, na Virgínia. 
 
Mulher decidida e com habilidades de liderança, Katherine não se limitou a fazer cálculos, mas pediu para participar das reuniões 
com os engenheiros, algo inédito para uma mulher e afro-americana, e finalmente conseguiu, o que lhe abriu o caminho e fez 
com que ganhasse o respeito de seus colegas. 
 
Eram os anos 1950 e havia leis de segregação racial nos EUA, mas a matemática garante que “não tinha tempo para isso”, 
lembrando o que o pai lhe ensinou: “Você é tão boa como qualquer um nesta cidade, mas não é melhor”.Katherine também não 
sentiu a segregação em seu trabalho. “Lá você pesquisava. Tinha uma missão e trabalhava nela”, afirmou. No entanto, quando 
ela começou a trabalhar com brancos, seus colegas exigiram que ela usasse uma cafeteira diferente. 
 
Essa é uma das histórias do livro “Hidden Figures”, de Margot Lee Shetterly, no qual se baseou o filme “Estrelas Além do Tempo”, 
e que tirou Katherine e duas de suas companheiras, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, do anonimato. 
(Disponível em: https://www.efe.com/efe/brasil/educacao/) 
 
http://www.efe.com/efe/brasil/educacao/)
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Sobre a pontuação utilizada no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Os parênteses foram usados com o objetivo de fornecer informação suplementar. 
 
2. As aspas foram utilizadas para introduzir citações diretas e o nome de outras obras já publicadas (livros e/ou filmes). 
 
3. As citações apresentadas entre aspas são da própria Katherine. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 95: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada, de acordo com a norma padrão escrita. 
a) Independentemente de sua crença uma coisa é fato, para todos nós, a vida exatamente como você a vive agora, é uma 
só. 
 
Independentemente de sua crença, uma coisa é fato para todos nós: a vida, exatamente como você a vive agora, é uma só. 
b) 
 
Independentemente, de sua crença uma coisa é fato para todos nós a vida, exatamente como você a vive agora, é uma só. 
c) 
 
Independentemente de sua crença: uma coisa é fato, para todos nós – a vida exatamente como você a vive agora: é uma só. 
d) 
 
Independentemente, de sua crença, uma coisa é fato para todos nós: a vida. Exatamente como você a vive agora, é uma só. 
e) 
 
 Gabarito: B 
 
Questão 96: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta, conforme a língua padrão de escrita. 
a) Pesquisadores acreditam que um período de aridez obrigou os moradores a abandonarem a Caverna de Ardales, que 
utilizavam como refúgio, e se deslocarem para uma área com mais água. 
b) Pesquisadores, acreditam que um período de aridez obrigou os moradores a abandonarem a Caverna de Ardales, que 
utilizavam como refúgio e, se deslocarem para uma área com mais água. 
c) Pesquisadores acreditam que: um período de aridez, obrigou os moradores a abandonarem a Caverna de Ardales que 
utilizavam como refúgio, e se deslocarem para uma área com mais água. 
d) Pesquisadores, acreditam que um período de aridez, obrigou os moradores a abandonarem a Caverna de Ardales, que 
utilizavam como refúgio e se deslocarem para uma área com mais água. 
e) Pesquisadores acreditam que, um período de aridez obrigou os moradores a: abandonarem a Caverna de Ardales que 
utilizavam como refúgio, e se deslocarem para uma área com mais água. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 97: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
O aplauso de pé, por Ruy Castro 
 
Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira 
no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para 
o cargo de primeira-ministra. Voltou ao palco e, há tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes 
diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a plateia a aplaudiu de pé por 
longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”. 
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Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas por que de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é 
mais que suficiente. 
Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken 
Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, 
ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu 
seus papéis pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeir a 
opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim. 
 
Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé . No 
Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se 
começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo? 
 
Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão 
oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-de-pe.shtml) 
 
Em qual dos trechos a seguir a vírgula foi empregada para marcar a omissão do verbo? 
a) “[...] assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas”. 
b) “Se já se começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo?”. 
c) “[…] tenham gostado ou não, começam a bater palmas”. 
d) “Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear?”. 
e) “[…] o cinema nunca foi sua primeira opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim”. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 98: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta, conforme a língua padrão escrita. 
a) Outra consequência é que a pirâmide etária brasileira seria invertida, ou seja, haveria: mais idosos e menos jovens; 
processo que estamos atravessando para valer agora. 
b) Outra consequência, é que a pirâmide etária brasileira seria invertida ou seja, haveria mais idosos, e menos jovens. 
Processo que estamos atravessando para valer, agora. 
c) Outra consequência é que a pirâmide etária brasileira seria invertida. Ou seja haveria mais idosos e menos jovens, 
processo que estamos atravessando, para valer agora. 
d) Outra consequência é que a pirâmide etária brasileira seria invertida, ou seja, haveria mais idosos e menos jovens – 
processo que estamos atravessando para valer agora. 
e) Outra consequência é que, a pirâmide etária brasileira, seria invertida, ou seja: haveria mais idosos, e menos jovens 
(processo que estamos atravessando para valer, agora). 
 
Gabarito: D 
 
Questão 99: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Trata-se da terapia larval (ou larvoterapia), que como o nome sugere, é o uso de larvas, no caso moscas para a 
cicatrização de ferimentos que resistem à cicatrização. 
b) Trata-se da terapia larval (ou larvoterapia) que, como o nome sugere é o uso de larvas, no caso moscas, para a 
cicatrização de ferimentos, que resistem à cicatrização. 
c) Trata-se da terapia larval (ou larvoterapia) que como o nome sugere é: o uso de larvas no caso moscas, para a cicatrização 
de ferimentos que resistem à cicatrização.d) Trata-se da terapia larval (ou larvoterapia), que, como o nome sugere, é o uso de larvas, no caso moscas, para a 
cicatrização de ferimentos que resistem à cicatrização. 
e) Trata-se da terapia larval, (ou larvoterapia), que como o nome sugere é o uso de larvas; no caso moscas; para a 
cicatrização de ferimentos, que resistem, à cicatrização. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 100: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Ao longo dos anos, o estereótipo do homem resfriado, que aparenta sofrer mais do que uma mulher com a infecção, 
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ganhou tanta força que a expressão “gripe masculina” entrou para os prestigiosos dicionários das universidades inglesas de 
Cambridge e Oxford. 
b) Ao longo dos anos o estereótipo do homem resfriado, que aparenta sofrer mais do que uma mulher com a infecção ganhou 
tanta força, que a expressão: “gripe masculina” entrou para os prestigiosos dicionários das universidades inglesas de Cambridge e 
Oxford. 
c) Ao longo dos anos, o estereótipo do homem resfriado que aparenta sofrer mais do que uma mulher com a infecção, ganhou 
tanta força que a expressão “gripe masculina” entrou para os prestigiosos dicionários das universidades inglesas, de Cambridge e 
Oxford. 
d) Ao longo dos anos, o estereótipo do homem resfriado, que aparenta sofrer mais do que uma mulher com a infecção 
ganhou tanta força que a expressão: “gripe masculina”, entrou para os prestigiosos dicioná rios das universidades inglesas de 
Cambridge e Oxford. 
e) Ao longo dos anos o estereótipo do homem resfriado que aparenta sofrer mais do que uma mulher, com a infecção, 
ganhou tanta força, que a expressão “gripe masculina” entrou para os prestigiosos dicionários das universidades inglesas de 
Cambridge e Oxford. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 101: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa em que a pontuação deixa claro que a amiga de Carlota se chama Juraci. 
a) Minha amiga - disse Carlota a Juraci - está com ótimas ideias para nossa loja explorar na próxima estação. 
b) Minha amiga disse: “Carlota, a Juraci está com ótimas ideias para nossa loja explorar na próxima estação”. 
c) Minha amiga – disse Carlota –, a Juraci, está com ótimas ideias para nossa loja explorar na próxima estação. 
d) “Minha amiga!”, disse Carlota a Juraci, “está com ótimas ideias para nossa loja explorar na próxima estação”. 
e) Minha amiga disse, Carlota: a Juraci está com ótimas ideias para nossa loja explorar na próxima estação. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 102: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) A Copa do Mundo da América do Norte que ocorrerá em 2026, será majoritariamente disputada nos EUA, das 80 partidas 
do torneio, 60 serão nos EUA, inclusive a final. 
b) A Copa do Mundo da América do Norte, que ocorrerá em 2026 será majoritariamente disputada nos EUA. Das 80 partidas 
do torneio 60 serão nos EUA inclusive a final. 
c) A Copa do Mundo da América do Norte que ocorrerá em 2026 será majoritariamente disputada nos EUA, das 80 partidas do 
torneio, 60 serão nos EUA inclusive a final. 
d) A Copa do Mundo da América do Norte que ocorrerá, em 2026, será majoritariamente disputada nos EUA. Das 80 partidas 
do torneio 60 serão nos EUA, inclusive, a final. 
e) A Copa do Mundo da América do Norte, que ocorrerá em 2026, será majoritariamente disputada nos EUA. Das 80 partidas 
do torneio, 60 serão nos EUA, inclusive a final. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 103: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
O nobilíssimo ponto e vírgula 
 
Estava na “capa” do UOL ontem: “Medo de ser assassinado atinge 3 em 4 brasileiros; 67% de jovens temem a PM”. Por favor, 
veja o ponto e vírgula, prezado leitor. Que faz ele aí? É correto o seu emprego? [...] 
 
Posto isso, voltemos ao título do UOL e ao ponto e vírgula que há nele. Esse título diz respeito a uma pesquisa realizada pelo 
Datafolha e publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O tema da pesquisa, obviamente, é a violência no Brasil, que, 
como se sabe, é um país pacífico, solidário etc., etc., etc. 
 
As duas informações que há no título são distintas: a primeira diz respeito ao medo de ser assassinado, sentimento de 76% dos 
entrevistados; a segunda diz respeito ao temor que 67% dos jovens entrevistados têm da Polícia Militar. 
 
As informações são distintas, mas integram o mesmo assunto, o mesmo campo, o mesmo território, por isso foi empregado 
(corretissimamente) o ponto e vírgula, que separa o primeiro bloco, completo, autônomo etc., do segundo bloco, também 
completo, autônomo etc. 
 
O papel do ponto e vírgula é sempre o de separar partes autônomas de um todo, isto é, blocos que apresentam sentido e 
informação completos e pertencem ao mesmo conjunto, ao mesmo assunto. […] 
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(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/ 
2016/11/1828820-o-nobilissimo-ponto-e-virgula.shtml?loggedpaywall>. 
Acesso em 01/06/18. Adaptado) 
 
Com base no seu conhecimento e na explicação dada pelo autor, considere o uso do ponto e vírgula nas seguintes afirmativas: 
 
1. Não foi possível fazer a impressão do documento, nem colorida; nem em preto e branco. 
2. Na linguagem escrita é o leitor; na fala, o ouvinte. 
 
3. Ele chegou adiantado, como de costume; como de costume, foi o último a sair. 
 
4. Uns trabalham; outros descansam. 
 
Está correto o uso do ponto e vírgula em: 
a) 1 e 3 apenas. 
b) 2 e 4 apenas. 
c) 1, 2 e 3 apenas. 
d) 2, 3 e 4 apenas. 
e) 1, 2, 3 e 4. 
Gabarito: D 
 
Questão 104: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Para comemorar o evento sua mulher, a escritora Heloísa Seixas organizou o volume “Trêfego e Peralta”, lançado pela 
Companhia das Letras reunindo sua produção jornalística. 
b) Para comemorar o evento sua mulher a escritora Heloísa Seixas organizou o volume: “Trêfego e Peralta”, lançado pela 
Companhia das Letras, reunindo sua produção jornalística. 
c) Para comemorar o evento, sua mulher, a escritora Heloísa Seixas, organizou o volume “Trêfego e Peralta”, lançado pela 
Companhia das Letras, reunindo sua produção jornalística. 
d) Para comemorar o evento, sua mulher a escritora Heloísa Seixas, organizou o volume “Trêfego e Peralta” lançado pela 
Companhia das Letras reunindo sua produção jornalística. 
e) Para comemorar o evento sua mulher, a escritora, Heloísa Seixas, organizou o volume (“Trêfego e Peralta”) lançado, pela 
Companhia das Letras, reunindo sua produção jornalística. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 105: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam à especulação imobiliária e uma 
estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se 
adaptem aos tempos. Eles foram submetidos a alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos para 
adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi 
colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou a ela uma moral, com o objetivo de alertar as meninas quanto às intenções 
perversas dos desconhecidos. 
 
Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz.Se a 
Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua 
atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma 
linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por 
isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] 
 
A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por 
uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de 
Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças 
sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a 
morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as 
crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tristezas e de 
suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem 
violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. 
 
Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 
melhores contos da tradição popular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas 
são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e 
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infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do 
mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiços”. Com 
sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da 
avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá- 
 las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as 
partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória 
humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
(Marta Rebón. Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/eps/1537265048_460929.html>.) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Na frase “Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá-las de ferramentas para 
viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral”, a vírgula depois de “conduta” pode ser 
suprimida sem alteração do sentido. 
2. Na frase “A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes 
–, ressalta a importância de se assustar...”, a vírgula depois do segundo travessão pode ser corretamente suprimida. 
3. No trecho “...não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também contêm uma explicação geral do 
mundo...”, a vírgula depois de “cultura” pode ser corretamente suprimida. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 106: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) A técnica de Mourou e Strickland criada em 1985, e conhecida como: amplificação de pulso com varredura em frequência – 
CPA, por sua sigla em inglês, tornou-se muito rapidamente a ferramenta-padrão para obter lasers de alta intensidade, utilizados, 
desde então, em milhões de cirurgias do olho. 
b) A técnica de Mourou e Strickland, criada em 1985, e conhecida como amplificação de pulso com varredura em frequência 
(CPA, por sua sigla em inglês); tornou-se muito rapidamente, a ferramenta-padrão para obter lasers de alta intensidade utilizados 
desde então em milhões de cirurgias do olho. 
c) A técnica de Mourou e Strickland criada em 1985 e conhecida como amplificação de pulso com varredura em frequência, 
(CPA, por sua sigla em inglês), tornou-se muito rapidamente a ferramenta-padrão, para obter lasers de alta intensidade utilizados 
desde então, em milhões de cirurgias do olho. 
d) A técnica de Mourou e Strickland, criada em 1985 e conhecida como amplificação de pulso com varredura em frequência – 
CPA, por sua sigla em inglês – tornou-se muito rapidamente, a ferramenta-padrão para: obter lasers de alta intensidade utilizados 
desde então em milhões de cirurgias do olho. 
e) A técnica de Mourou e Strickland, criada em 1985 e conhecida como amplificação de pulso com varredura em frequência 
(CPA, por sua sigla em inglês), tornou-se muito rapidamente a ferramenta-padrão para obter lasers de alta intensidade, utilizados 
desde então em milhões de cirurgias do olho. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 107: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) A todos os lugares e superfícies sobre os quais você foi alertado quanto à grande quantidade de germes e bactérias – 
assentos do metrô, cabines de aviões, caixas eletrônicos, e até, animais de estimação –, adicione a bandeja da segurança 
aeroportuária. 
b) A todos os lugares e superfícies sobre os quais você foi alertado quanto à grande quantidade de germes e bactérias – 
assentos do metrô cabines de aviões caixas eletrônicos e até animais de estimação, adicione a bandeja da segurança 
aeroportuária. 
c) A todos os lugares e superfícies, sobre os quais você foi alertado quanto à grande quantidade de germes e bactérias, 
(assentos do metrô, cabines de aviões, caixas eletrônicos e até animais de estimação) adicione, a bandeja da segurança 
aeroportuária. 
d) A todos os lugares e superfícies sobre os quais você foi alertado quanto à grande quantidade de germes e bactérias: 
assentos do metrô, cabines de aviões, caixas eletrônicos e, até animais de estimação, adicione a bandeja da segurança 
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aeroportuária. 
e) A todos os lugares e superfícies sobre os quais você foi alertado quanto à grande quantidade de germes e bactérias – 
assentos do metrô, cabines de aviões, caixas eletrônicos e até animais de estimação –, adicione a bandeja da segurança 
aeroportuária. 
Gabarito: E 
 
Questão 108: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Quase todo mundo é ansioso. Segundo a Associação Internacional de Controle do Stress (ISMA), 72% dos trabalhadores 
brasileiros são estressados. Mais da metade da população está acima do peso e tem problemas de sono – hoje se dorme 1h30 a 
menos, por noite, que na década de 1990. E nunca houve tanta gente, no mundo, sofrendo de depressão. De onde vem tudo 
isso? Cada um desses problemas tem suas próprias causas. Mas novos estudos têm revelado um ponto em comum entre todos 
eles: a sua barriga. 
 
Dentro do sistema digestivo humano existe o que alguns pesquisadores já chamam de “segundo cérebro”, com meio bilhão de 
neurônios e mais de 30 neurotransmissores (incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo). 
Tudo isso para controlar uma função essencial do corpo: extrair energia dosalimentos. Mas novas pesquisas estão revelando que 
não é só isso. Os neurônios da barriga podem interferir, sem que você perceba, com o cérebro de cima, o da cabeça – afetando o 
seu comportamento, as suas emoções e até o seu caráter. […] 
Outros estudos já encontraram relação entre a falta de lactobacillus e doenças como depressão e anorexia. Esses 
microorganismos ajudam a manter a camada de muco que protege o intestino. Quando eles não estão presentes, essa barreira 
fica mais fraca, e surgem pequenas inflamações no intestino – que são encontradas em 35% das pessoas deprimidas. Para tentar 
entender o porquê, os cientistas autores da descoberta injetaram lactobacilos em ratos. As bactérias protegeram o intestino e 
produziram efeitos semelhantes aos de remédios antidepressivos. 
 
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/seu-segundo-cerebro/>. Acesso em 05, set. 2018.) 
 
Sobre a pontuação do texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Na primeira linha do texto, os parênteses foram usados para introduzir uma explicação do termo anterior. 
2. No segundo parágrafo, a expressão “segundo cérebro” foi escrito entre aspas para demarcar um deslocamento do sentido 
usual da palavra. 
3. No último parágrafo, o termo lactobacillus foi registrado em itálico por se tratar de um termo científico. 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: D 
 
Questão 109: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Apesar dos rápidos avanços na tecnologia médica, e na compreensão de como funciona o cérebro humano várias doenças 
neurológicas como as de Alzheimer e Parkinson, e tumores cerebrais, permanecem sem um tratamento eficaz. 
b) Apesar dos rápidos avanços na tecnologia médica e na compreensão de como funciona o cérebro humano, várias doenças 
neurológicas, como as de Alzheimer e Parkinson e tumores cerebrais, permanecem sem um tratamento eficaz. 
c) Apesar dos rápidos avanços, na tecnologia médica e na compreensão de como funciona o cérebro humano várias doenças 
neurológicas como as de Alzheimer e Parkinson e tumores cerebrais, permanecem, sem um tratamento eficaz. 
d) Apesar dos rápidos avanços na tecnologia médica e na compreensão de como funciona o cérebro humano, várias doenças 
neurológicas, como as de Alzheimer e Parkinson e tumores cerebrais, permanecem sem um tratamento eficaz. 
e) Apesar, dos rápidos avanços na tecnologia médica e na compreensão de como funciona o cérebro humano; várias doenças 
neurológicas: como as de Alzheimer e Parkinson e tumores cerebrais permanecem, sem um tratamento eficaz. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 110: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
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a) No mundo dos negócios o sucesso é procurado por muitos mas, na verdade há muito valor no fracasso. 
b) No mundo dos negócios, o sucesso é procurado por muitos, mas, na verdade há muito valor no fracasso. 
c) No mundo dos negócios, o sucesso é procurado por muitos, mas, na verdade, há muito valor no fracasso. 
d) No mundo dos negócios, o sucesso é procurado por muitos mas na verdade, há muito valor no fracasso. 
e) No mundo dos negócios o sucesso é procurado por muitos, mas na verdade, há muito valor no fracasso. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 111: NC-UFPR - Antro (UFPR)/UFPR/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
A não menos nobre vírgula 
 
[...] Jacob mandou esta questão: “Sempre aprendi que o advérbio deveria vir entre vírgulas, mesmo que, às vezes, a frase fique 
truncada. 
 
Quando vi que não colocou os advérbios entre vírgulas, senti que há uma esperança de me libertar dessas verdadeiras amarras 
dos tempos escolares. Como pontuar, afinal, nesses casos?”. 
 
O leitor acertou na mosca quando se referiu a “essas verdadeiras amarras escolares”. Tomemos como exemplo o próprio texto do 
leitor, que na passagem “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” optou por pôr entre vírgulas a expressão adverbial “às 
vezes”, que vem entre a locução conjuntiva “mesmo que” e “a frase”, sujeito da oração introduzida por “mesmo que”. 
 
Vamos lá. Teria sido perfeitamente possível deixar “livre” a expressão adverbial “às vezes”, ou seja, teria sido possível não 
empregar as duas vírgulas (“...mesmo que às vezes a frase fique truncada”). É bom que se diga que, com as duas vírgulas, a 
expressão “às vezes” ganha ênfase, o que não ocorreria se não fossem empregadas as vírgulas. 
 
O que não se pode fazer de jeito nenhum nesses casos é empregar a chamada “vírgula solteira”, que é aquela que perde o par no 
meio do caminho. Tradução: ou se escreve “...mesmo que, às vezes, a frase fique truncada” ou se escreve “...mesmo que às 
vezes a frase fique truncada”. [...] 
 
(Pasquale Cipro Neto, publicado em: <https://www1.folha.uol.com.br/ 
colunas/pasquale/2016/11/1831039-a-nao-menos-nobre-virgula.shtml>. Acesso em 24/03/18. Adaptado) 
 
A partir da explicação dada pelo autor, considere o uso da vírgula nas seguintes afirmativas: 
 
1. O presidente eleito disse, durante a campanha que construirá um muro entre o México e os EUA. 
2. O presidente eleito disse, durante a campanha, que construirá um muro entre o México e os EUA. 
3. O presidente eleito disse durante a campanha que construirá um muro entre o México e os EUA. 
4. O presidente eleito disse durante a campanha, que construirá um muro entre o México e os EUA. 
 
Está correto o uso da vírgula em: 
a) 1 apenas. 
b) 2 apenas. 
c) 3 apenas. 
d) 1 e 4 apenas 
e) 2 e 3 apenas. 
Gabarito: E 
 
Questão 112: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Pontuação (ponto, vírgula, travessão, aspas, parênteses etc) 
Assinale a alternativa corretamente pontuada. 
a) Mas, a Sinfra defendeu a conduta do governo anterior, alegando que a lei 8.666 permite as licitações com base em projeto 
básico. 
b) ‘Quem é Carille?’: sete anos depois, título dá resposta a Andrés Sanchez. 
c) Bretas: o Rio, está com você! 
d) Fernanda Lima avisou à equipe do Amor & Sexo: o programa, “até segunda ordem” fica fora da grade este ano e deve 
retornar em 2016. 
e) “A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, [sic] concede ao maior presidente da República Federativa do Brasil, 
senhor Luiz Inácio Lula da Silva, o torneiro mecânico o título de doutor honoris causa”. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 113: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Regência Nominal e Verbal (casos gerais) 
Considere o seguinte trecho: 
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46 
 
 
Entender como o tamanho e a estrutura das cidades disseminação de doenças pode prevenção e o 
controle de epidemias. 
 
“Analisamos epidemias de gripe em todos os Estados Unidos e encontramos modelos recorrentes de como as temporadas de 
gripe se desenrolam. Diferenças não apenas em como as pessoas pegam gripe, mas diferenças entre as cidades que 
 mudanças de padrão no período de ocorrência dos casos”, disse o biólogo Benjamin Dalziel, pesquisador da 
Universidade de Oregon. 
 
(Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45743871) 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) impactam na – corroborar a – implicam em. 
b) impactam a – corroborar com a – implicam nas. 
c) impactam a – corroborar a – implicam. 
d) impactam na – corroborar com a – implicam em. 
e) impactam na – corroborar na – implicam. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 114: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Regência Nominal e Verbal (casosgerais) 
Considere a seguinte frase: 
 
As declarações do candidato no último comício corroboraram 
da campanha de privilegiar os aspectos econômicos em detrimento preferência dos eleitores. 
http://www.bbc.com/portuguese/geral-45743871)
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47 
 
declarações feitas anteriormente, deixando claro o objetivo sociais, com o intuito de impactar fortemente 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que parecem na frase. 
a) as – dos – a. 
b) com as – dos – a. 
c) com as – aos – na. 
d) as – aos – na. 
e) com as – dos – na. 
Gabarito: A 
 
Questão 115: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Regência Nominal e Verbal (casos gerais) 
É verdade que na Alemanha (da mesma forma que em outros países europeus) sempre existiram ressentimentos xenófobos e 
antissemitas, como também grupos e partidos de extrema direita. Não são fenômenos novos. A novidade desses últimos anos é o 
exibicionismo desavergonhado são manifestadas em público essas posturas desumanas, o desenfreio 
 se assedia e se fustiga nas ruas os que têm aspecto, crenças e uma forma de amar diferentes dos da maioria. A 
novidade é o consenso social é tolerável dizer e o que deve continuar sendo intolerável. 
 
(<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/21/opinion/1537548764_065506.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM>.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) com que – que – sob aquilo. 
b) onde – quanto ao que – sob o que. 
c) em que – que – sobre que. 
d) com o qual – com o qual – sobre o que. 
e) que – onde – sobre o qual. 
Gabarito: D 
 
Questão 116: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Crase 
O paradoxo da bondade 
 
Hélio Schwartsman 
 
Podemos dividir os seres humanos em rousseauistas e hobbesianos. Os primeiros acreditam que o homem é bom, mas a 
sociedade o corrompe; os segundos acham que somos umas pestes e é a civilização que nos mantém na linha. Em “The 
Goodness Paradox” (o paradoxo da bondade), o primatologista Richard Wrangham (Harvard) aposenta essa dicotomia, dando 
razão todos. 
 
Para Wrangham, existem dois tipos de violência muito distintos: a reativa e a planejada. Elas diferem não só moral e 
juridicamente, mas também no plano neurobiológico. No que diz respeito violência reativa, os rousseauistas estão certos. O 
homem é o mamífero mais tolerante e pró-social de que se tem notícia. É verdade que vezes nos irritamos com o próximo 
e podemos até matá-lo numa explosão de fúria, mas o fazemos numa escala incomensuravelmente menor do que a de nossos 
parentes mais próximos, não só os belicosos chimpanzés como também os mais pacíficos bonobos. 
 
Quando mudamos o registro da violência quente para a premeditada, aí é Hobbes quem triunfa. Nossa capacidade de 
cooperar com aliados para matar aqueles que percebemos como inimigos é quase infinita. 
Wrangham, numa prosa muito gostosa de ler, destrincha os mecanismos por trás de cada um dos dois tipos de violência e ainda 
apresenta uma hipótese bastante plausível para o homem ser ao mesmo tempo o mais pacífico e o mais violento dos primatas: a 
autodomesticação. 
 
Retomando ideias de Christopher Boehm, que já tive a oportunidade de expor aqui, Wrangham monta um bom caso em favor da 
tese de que a maior capacidade de cooperação entre humanos levou uma sociedade que abominava machos-alfa, banindo 
ou mesmo eliminando aqueles que se mostravam excessivamente dominantes. Não apenas seus genes foram excluídos do pool 
como os próprios indivíduos passaram a pensar duas vezes antes de agir de forma que parecesse muito egoísta. Nascia assim a 
moral. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/03/o-paradoxo-da-bondade.shtml) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) a – à – às – à – a. 
b) a – a – às – à – à. 
c) a – à – às – a – a. 
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48 
 
d) à – à – as – à – à. 
e) à – a – às – à – a. 
Gabarito: C 
 
Questão 117: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Crase 
Considere o seguinte trecho: 
 
A popularização do modelo de educação distância (EAD) tornou-a praticamente um sinônimo de acesso tecnologia, 
refletindo os tempos atuais de amplo acesso internet. No entanto, esse modelo já é secular. Data de meados de 1904 o 
primeiro curso profissionalizante por correspondência no Brasil. Após essa fase, tornaram-se comuns os cursos por rádio e 
televisão. O advento da internet – considerada a principal ferramenta do EAD – e a popularização dos microcomputadores 
pessoais impulsionaram modalidade. 
 
(Disponível em: http://www.amanha.com.br/posts/view/7188/uninter-democratizando-o-conhecimento) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) à – à – à – à. 
b) à – à – à – a. 
c) à – a – à – à. 
d) a – a – a – a. 
e) a – à – à – a. 
Gabarito: E 
 
Questão 118: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Crase 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico bactérias desenvolverão 
resistência antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas outras o material genético responsável pela resistência uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos 
resistentes, como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo ele ocorre está sujeito ações dos 
homens. O uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de 
fazer suas equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender 
das drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mort es 
por infecções resistentes chegarão 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) à – as – a – à – às – à. 
b) à – às – à – a – às – a. 
c) a – às – a – a – às – a. 
d) a – as – à – a – as – a. 
e) a – às – a – à – as – à. 
Gabarito: C 
 
http://www.amanha.com.br/posts/view/7188/uninter-democratizando-o-conhecimento)
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Questão 119: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Crase 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Em ensaio, a jornalista Alice Fishburn comenta sua decisão de consagrar um ano leitura exclusiva de mulheres. A sua 
iniciativa ganhou corpo partir da observação do sistema de pontuação que seu irmãomais novo havia criado para se 
motivar ler mulheres e outras minorias. 
 
Segundo a autora, as regras do irmão funcionavam da seguinte forma: “Pela leitura de uma mulher, ele receberia um ponto. Por 
cada escritor vivo, outro ponto. Se a mulher estivesse viva, ele receberia dois pontos, enquanto a leitura de um autor falecido lhe 
custaria igual pontuação. Seu objetivo era conseguir manter um total acumulado de zero ou superar essa pontuação. Mas, para 
isso, ele sentia dificuldades”. 
 
Impressionada com tamanha disciplina, Fishburn, que se define feminista, viu-se obrigada confrontar a precariedade das 
suas próprias estantes, questionando quão difícil seria, em nossa época, ter notícias do trabalho de escritoras antigas e 
contemporâneas. Ela surpreendeu-se ao constatar que, apesar de todo o seu feminismo, a sua lista de leituras do ano 
anterior resumia-se títulos de “literatura vitoriana e testosterona”. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/03/por-que-ler-mulheres.shtml, acesso em 
13, mar. 2019.) 
 
Assinale a alternativa que completa as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) à – à – a – a – a. 
b) à – a – a – a – a. 
c) a – a – à – à – a. 
d) a – à – à – à – à. 
e) à – a – a – a – à. 
Gabarito: B 
 
Questão 120: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Crase 
Considere o seguinte texto: 
 
Em meio escassez de recursos, não foi possível dar atenção especial todos os que mais precisavam de ajuda. 
Contudo, que foi possível identificar como casos críticos, foi dispensado tratamento prioritário. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) a – a – àqueles. 
b) à – à – aqueles. 
c) à – a – àqueles. 
d) a – a – aqueles. 
e) a – à – àqueles. 
Gabarito: C 
 
Questão 121: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Crase 
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam especulação imobiliária e 
uma estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se 
adaptem aos tempos. Eles foram submetidos alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos 
para adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi 
colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou intenções perversas dos desconhecidos, ela uma moral, com o objetivo de 
alertar as meninas quanto 
 
Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz. Se a 
Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua 
atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma 
linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por 
isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] 
 
A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por 
uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de 
Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças 
sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a 
morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as 
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crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tr istezas e de 
suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem 
violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. 
 
Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 
melhores contos da tradição popular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas 
são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e 
infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do 
mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiços”. Com 
sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da 
avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá-las 
de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as 
partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória 
humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
 
(Marta Rebón. Disponível em: 
<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/eps/1537265048_460929.html>.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do primeiro parágrafo, na ordem em que aparecem no texto: 
a) a – a – à – às. 
b) à – à – a – as. 
c) à – a – a – às. 
d) a – à – à – as. 
e) à – à – à – as. 
Gabarito: C 
 
Questão 122: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Concordância (Verbal e Nominal) 
‘Science’: A aposta nas células-tronco tumorais 
Pesquisadores esperam que testes clínicos provem teoria controversa e ofereçam novos tratamentos 
 
A Science, renomada revista científica, publicou recentemente um artigo de Jocelyn Kaiser sobre um estudo que vem sendo feito 
no combate ao câncer. Robert Weinberg é um dos pesquisadores de câncer mais do mundo, graças em grande parte 
a seu trabalho pioneiro na identificação de genes que baseiam o desenvolvimento de tumores. Ele já viu a esperança para 
tratamentos de câncer . “Estou nesse ramo, para o bem ou para o mal, há 40 anos. Muitas das coisas nas quais 
trabalhamos se mostraram relativamente inúteis na clínica”. Mas, aos 72 anos, ele está otimista de novo. “Essa é realmente a 
primeira vez em que eu estou posicionado para ajudar a efetuar o desenvolvimento de um agente ou de agentes que realmente 
vão beneficiar pacientes de câncer”, diz ele. 
 
O pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) está agora arriscando parte de sua considerável reputação, e 
quase US$ 200 milhões que por investidores a uma empresa da qual ele é um cofundador, em uma ousada teoria 
que dividiu o campo do câncer. Weinberg e outros que tumores contêm um pequeno número de células que são 
distintas porque elas parecem com as células-tronco que dão origem a tecidos normais. Eles acreditam que essas sementes do 
câncer, capazes de resistir à quimioterapia e voltar meses ou anos depois do tratamento, podem explicar as trágicas recaídas que 
as pessoas costumam experimentar. Acredita-se que, ao mirar especificamente nessas células-tronco tumorais, será possível 
manter a doença sob controle. 
 
(Adaptado de: <http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/02/19/ science-a-
aposta-nas-celulas-tronco-tumorais/>. Adaptado.) 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto: 
a) conhecido – irem e virem – foi dado – argumenta. 
b) conhecidos – irem e virem – foram dados – argumenta. 
c) conhecido – ir e vir – foram dados – argumenta. 
d) conhecidos – ir e vir – foram dados – argumentam. 
e) conhecidos – ir e vir – foi dado – argumentam. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 123: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/AnálisesClínicas/2018 
Assunto: Concordância (Verbal e Nominal) 
Pessoas inteligentes neurônios maiores 
 
O ditado popular pode até dizer que tamanho não é documento, mas, neste caso, é, sim. Quanto maiores forem seus neurônios, 
mais inteligente você é, de acordo com um estudo feito por cientistas holandeses. É a primeira vez que o nível de inteligênci a é 
associado ao tamanho das células cerebrais, e isso pode ser uma chave para desenvolver técnicas realmente eficazes que 
http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2015/02/19/
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51 
 
 nossa inteligência. 
 
Até agora, a maioria das pesquisas ligadas ao intelecto identificado regiões do cérebro envolvidas com a capacidade 
de desenvolver certas habilidades, e também a selecionar genes relacionados ao QI. Mas o estudo holandês, feito na 
Universidade Livre de Amsterdã, foi por um novo caminho e provou que quanto maior é a célula, melhor. 
 
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/pessoas-inteligentes-tem-neuronios-maiores/>. Acesso em 03 mai. 2018) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima. 
a) tem – aumentam – haviam – chegou. 
b) tem – aumentassem – haviam – chegaram. 
c) têm – aumentam – havia – chegaram. 
d) têm – aumentem – havia – chegou. 
e) tinham – aumentaram – haviam – chegaram. 
Gabarito: D 
 
Questão 124: NC-UFPR - Antro (UFPR)/UFPR/2018 
Assunto: Concordância (Verbal e Nominal) 
Considere o seguinte texto: 
 
Ministro da Educação erra no português e internet não perdoa 
 
Em entrevista à Globo News na semana passada, o ministro da Educação, Mendonça Filho, errou no português e a internet não 
perdoou o deslize do político. “Haverão mudanças, mas essas mudanças não ocorrerão em um curto prazo”, disse ele, ao 
responder sobre as propostas para o novo Enem. 
 
O plural do verbo haver, de acordo com a regra da língua portuguesa, é considerado impessoal, ou seja, não tem sujeito. Sendo 
assim, usa-se haver (no sentido de ocorrer) sempre no singular. O correto então seria: “haverá mudanças”. 
 
(https://catracalivre.com.br/ 
geral/educacao-3/indicacao/ministro-da-educacao-erra-no-portugues-e-internet-nao-perdoa/) 
 
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa em que o verbo “haver” foi usado corretamente. 
 
a) Os sentenciados houveram do juiz a comutação de pena. 
b) Haviam anos que não nevava. 
c) As encomendas havia chegado quando eu estava lá. 
d) Houveram duas ocorrências ontem à noite. 
e) Os alunos houve-se muito bem nas provas. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 125: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Biologia Palotina/2018 
Assunto: Concordância (Verbal e Nominal) 
Assinale a alternativa que segue as normas do português padrão. 
a) No Brasil, é realizado um milhão de abortos por ano, aproximadamente, segundo a Organização Mundial de Saúde. 
b) Segundo o SEBRAE, a maioria das empresas fecha com menos de um ano de atuação. 
c) Depois da graduação, 22% dos internautas escolhe cursos online para estudar. 
d) Na contramão da crise econômica, o mercado de tecnologia de games são um dos que mais cresce no Brasil. 
e) Por enquanto, está sendo concedido férias coletivas, mas se a situação não mudar, o desemprego será inevitável. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 126: NC-UFPR - Cont (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Na era de ouro da comunicação, pululam informações falsas que buscam difundir crenças sem qualquer base científica. 
Conceitos consolidados ao longo de séculos, como a esfericidade da Terra, passam a ser questionados de forma simplória e 
irresponsável. Conteúdos pseudocientíficos na internet desautorizam, por exemplo, a eficácia de vacinas e a utilidade da ener gia 
nuclear. Mas conhecer e entender o mundo a partir do método científico é a forma mais eficiente de melhorá-lo. 
 
Um dos conselhos mais conhecidos em divulgação científica é: se há algo importante a ser dito, que seja dito logo. Cumpre -se, 
então, o conselho: a Terra é redonda. Para um(a)leitor(a) desavisado(a), pode parecer exagero ter de lembrar o formato de 
nosso planeta, mas os tempos mudam e nem sempre para melhor. Esse fato científico consolidado tem sido questionado em sítios 
pseudocientíficos na internet. Nossa tarefa aqui é consertar esse equívoco. […] 
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(Adaptado de: http://cienciahoje.org.br/artigo/a-terra-e-redonda/, acesso em 28, fev. 2019.) 
 
O termo sublinhado ao fim do primeiro parágrafo (lo) faz referência a: 
a) fato científico consolidado. 
b) método científico. 
c) conteúdo pseudocientífico. 
d) mundo. 
e) conselho. 
Gabarito: D 
 
Questão 127: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Iguais diante da lei? 
 
Hélio Schwartsman 
 
O STF deve retomar hoje o julgamento da criminalização da homofobia. As proteções que a legislação dá a negros e outros 
grupos mencionados na lei nº 7.716 devem ser estendidas a homossexuais? 
 
Conceitualmente, não vejo espaço para dúvidas. Se é errado discriminar alguém pela cor da pele, religião, nacionalidade ou grupo 
étnico, também o é fazê-lo em virtude de sua orientação sexual. Não tenho dificuldade em aceitar a ampliação de direitos pela via 
jurisprudencial. 
 
Não poderia ter sido mais acertada a decisão do Supremo que equiparou os direitos de casais homossexuais aos de 
heterossexuais, abrindo caminho para o casamento gay. 
 
O problema de fundo deste julgamento é que não estamos aqui tratando de direitos civis, mas de legislação criminal. Como a 
privação da liberdade é um dos castigos mais graves que o Estado pode impor, a maioria dos doutrinadores entende que tipos 
penais 
jamais podem ser criados por tribunais, exigindo sempre um ato do Legislativo. É um argumento forte. Estou curioso para ver 
como os 
ministros resolverão essa quadratura do círculo. 
 
Isso dito, devo afirmar que compreendo, mas não gosto da estratégia do movimento gay e de outros grupos de esquerda de levar 
a legislação penal para o terreno identitário. Não é por falta de tipos penais que os assassinatos de gays, por exemplo, não são 
contidos. No Brasil, matar um homossexual só pelo fato de ele ser homossexual configura homicídio doloso qualificado (motivo 
fútil), com pena de até 30 anos de reclusão, a maior admitida no país. Se a repressão à violência contra gays é tíbia, o problema 
não está na ausência de lei, mas em outras engrenagens do sistema, como polícia, MP e juízes. 
 
Ao advogar por legislações específicas para grupos, em vez de formulações universais, a esquerda erode a mensagem mais 
esquerdista de todos os tempos, que é a de que somos todos seres humanos, iguais diante da lei. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/02/iguais-diante-da-lei.shtml) 
 
Na quarta linha do texto, o termo sublinhado “o” (em “também o é”) refere-se a: 
a) grupo étnico. 
b) errado. 
c) alguém. 
d) espaço para dúvidas. 
e) Conceitualmente. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 128: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Considere o seguinte trecho: 
 
Lúpus é uma doença inflamatória de origem autoimune, os anticorpos afetam órgãos saudáveis do organismo, como 
pele, rins, cérebro e articulações, entre outros. 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima: 
a) onde. 
http://cienciahoje.org.br/artigo/a-terra-e-redonda/
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b) cujos. 
c) na qual. 
d) no que. 
e) quando. 
Gabarito: C 
 
Questão 129: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Mortes anunciadas 
Hélio SchwartsmanUma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico bactérias desenvolverão 
resistência a antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo ele ocorre está sujeito às ações dos homens. 
O uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer 
suas equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
Os quadros 1 e 2 no texto podem ser preenchidos de forma correta, respectivamente, por: 
a) onde – que. 
b) de que – em que. 
c) onde – no qual. 
d) de que – que. 
e) que – no que. 
Gabarito: B 
 
Questão 130: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Quando a Nasa começou a usar computadores para a missão John Gleen orbitou a Terra pela primeira vez (1962), 
Katherine Johnson foi consultada para verificar os cálculos da máquina. “Se a garota diz que são bons, então estou pronto para 
ir”, disse o astronauta, segundo lembrou a própria Katherine. De fato, a Nasa reconhece em seu site que “não teria sido possível 
fazer essas coisas sem Katherine Johnson e seu amor pela matemática”. 
 
Katherine foi uma menina curiosa e brilhante, nascida em 26 de agosto de 1918 em White Sulphur Springs Virgínia, EUA, que aos 
dez anos já cursava o ensino médio. Entrou para a Universidade Estadual de West Virginia, se graduou em 
Matemática e Francês com honras máximas em 1937, e aceitou um trabalho como professora em uma escola pública para negros. 
“Sempre estava cercada de gente que estava aprendendo coisas, eu adoro aprender. Você aprende se quiser”, afirmou. 
 
A vida tomaria um novo rumo para Katherine quando, em 1952, um parente lhe disse que havia vagas na seção de computação 
da ala oeste (onde trabalhavam os afro-americanos) do Laboratório Langley da Naca – a agência que antecedeu a Nasa –, razão 
pela qual ela e seu marido decidiram se mudar para Hampton, na Virgínia. 
 
Mulher decidida e com habilidades de liderança, Katherine não se limitou a fazer cálculos, mas pediu para participar das reuniões 
com os engenheiros, algo inédito para uma mulher e afro-americana, e finalmente conseguiu, lhe abriu o caminho e 
fez com que ganhasse o respeito de seus colegas. 
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Eram os anos 1950 e havia leis de segregação racial nos EUA, mas a matemática garante que “não tinha tempo para isso”, 
lembrando o que o pai lhe ensinou: “Você é tão boa como qualquer um nesta cidade, mas não é melhor”. Katherine também não 
sentiu a segregação em seu trabalho. “Lá você pesquisava. Tinha uma missão e trabalhava nela”, afirmou. No entanto, quando 
ela começou a trabalhar com brancos, seus colegas exigiram que ela usasse uma cafeteira diferente. 
 
Essa é uma das histórias do livro “Hidden Figures”, de Margot Lee Shetterly, se baseou o filme “Estrelas Além do 
Tempo”, e que tirou Katherine e duas de suas companheiras, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, do anonimato. 
 
(Disponível em: https://www.efe.com/efe/brasil/educacao/) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto. 
a) a qual – onde – ao que – em que. 
b) na qual – que – onde – no que. 
c) que – aonde – o que – onde. 
d) onde – no que – onde – o qual. 
e) em que – onde – o que – no qual. 
Gabarito: E 
 
Questão 131: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Com facas e panelas, supermercados expandem troca de selinho por prêmio 
 
As campanhas de fidelização de clientes com troca de selinhos por prêmios em supermercados viraram febre e devem avançar 
neste ano para além das panelas e facas. 
 
Uma das maiores empresas nesse segmento, a BrandLoyalty, que tem entre seus clientes o Pão de Açúcar e o Extra, calcula ter 
movimentado 760 milhões de selos, trocados por cerca de 8 milhões de produtos como facas, panelas e outros. 
 
De origem holandesa, a BrandLoyalty afirma que já tem o Brasil como seu quinto mercado de maior faturamento atualmente e 
que, neste mês, Pão de Açúcar, Extra e Muffato abrem novas temporadas de prêmios. 
 
Nos cerca de 60 países em que desenvolve suas campanhas, a BrandLoyalty já fez programas semelhantes, distribuindo bichinhos 
de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários. 
 
Segundo a empresa, o Pão de Açúcar distribuiu no ano passado mais de 800 mil panelas Fontignac, que foram trocadas por mais 
de 90 milhões de selos. O Extra, cuja campanha ofereceu facas da marca Royal VKB, movimentou mais de 260 milhões de 
selinhos e distribuiu mais de 2 milhões de produtos. 
 
A estratégia está em selecionar produtos que se tornem desejados pelo público-alvo ao longo de, em média, 18 semanas de 
compras. E é preciso fazer gestão de segurança. Os selinhos adesivos são impressos no exterior e numerados individualmente 
para evitar fraudes, com sistema de rastreamento do código de cada uma das unidades. 
 
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2019/03/com-facas-e-panelas-supermercados-expandem-troca-
de-selinho-por- 
premio.shtml>. Acesso em: 25 mar. 2019) 
 
O termo “unidades”, destacado na última linha do texto, faz referência a: 
a) produtos que se tornem desejados. 
b) facas da marca Royal VKB. 
c) selinhos adesivos. 
d) panelas Fontignac. 
e) bichinhos de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 132: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Considere o seguinte conjunto de informações: 
 
- Uma equipe de pesquisadores britânicos estudou um grupo de pacientes. 
 
- Essa equipe captou imagens do cérebro desse grupo de pacientes. 
http://www.efe.com/efe/brasil/educacao/)
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- Essas imagens revelaram algo extraordinário. 
 
- O estudo durou 5 anos. 
 
Considere as seguintes possibilidade de união dessas informações num único período: 
 
1. Um grupo de pacientes cujas imagens do cérebro revelaram algo extraordináriofoi estudado durante 5 anos por uma 
equipe de pesquisadores britânicos. 
 
2. Durante cinco anos, uma equipe de pesquisadores britânicos estudou um grupo de pacientes onde as imagens do cérebro 
revelaram algo extraordinário. 
 
3. Imagens do cérebro de um grupo de pacientes, que foram estudadas durante cinco anos por um grupo de pesquisadores 
britânicos, revelaram algo extraordinário. 
 
4. Uma equipe de pesquisadores britânicos, durante 5 anos, estudou um grupo de pacientes que as imagens do cérebro 
revelaram algo extraordinário. 
 
Está/Estão de acordo com a norma padrão da escrita: 
a) 2 apenas. 
b) 1 e 3 apenas. 
c) 2 e 4 apenas. 
d) 1, 3 e 4 apenas. 
e) 1, 2, 3 e 4 apenas. 
Gabarito: B 
 
Questão 133: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Considere o seguinte trecho de um texto retirado do jornal El País 
(https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/14/ciencia/ 1528961412_619152.html): 
 
O impacto dos humanos sobre a vida selvagem tem muitas arestas. 
 
Numere os parênteses, identificando a ordem das ideias para que o texto apresente lógica textual. 
 
( ) Além disso, esses espaços naturais são cada vez mais reduzidos e esquartejados, e sua qualidade se reduz a cada nova 
infraestrutura que os cerca. 
 
( ) Mas há outra forma de se esconder das pessoas: só sair quando elas vão dormir. 
 
( ) A mais evidente é a redução do espaço disponível para os animais à medida que a espécie humana foi se expandindo 
pelo globo. 
 
( ) Uma das consequências de tudo isto é que os animais se movem cada vez menos nas zonas com presença humana e se 
refugiam em áreas cada vez mais diminutas. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 4 – 2 – 1 – 3. 
b) 3 – 4 – 2 – 1. 
c) 2 – 1 – 3 – 4. 
d) 4 – 2 – 3 – 1. 
e) 2 – 4 – 1 – 3. 
Gabarito: E 
 
Questão 134: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Considere o seguinte texto: 
 
Usando modelos geométricos, os pesquisadores puderam calcular a distorção relativa de diversas partes do rosto com a câmera 
posicionada a diferentes distâncias, e chegaram à conclusão o ideal é tirar a foto com a câmera a 1,5 metros do rosto. 
A 30 centímetros, a distorção da largura do nariz chega a ser de até 30%. 
 
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna acima. 
a) em que. 
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b) onde que. 
c) de que. 
d) cuja qual. 
e) porque. 
Gabarito: C 
 
Questão 135: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Na edição de 14/03/2018, a revista Veja publicou entrevista com Michael Wolff, o jornalista que publicou um livro sobre os 100 
primeiros dias do governo Trump. A seguir, são reproduzidas algumas das perguntas a que ele respondeu. Numere a coluna da 
direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. O que explica a eleição de Trump à Presidência americana? 
 
2. Como observador íntimo do governo Trump, como imagina seus próximos lances? 
 
3. Que vantagem um vendedor nato como Trump obteria ao virar presidente? 
 
4. O senhor teve direito a um espaço reservado, só seu, na Casa Branca. Na prática, o que esse salvo-conduto lhe 
proporcionou? 
 
( ) Tudo o que move Trump é a busca da fama e da atenção. Hoje, ele conseguiu o que queria: riqueza, poder e, de brinde, 
a Presidência americana. 
 
( ) Sentado num sofá, fiz cerca de 200 entrevistas com pessoas que me contaram como é trabalhar e conviver com Donald 
Trump. Mas o principal era estar, despercebido, no centro das decisões. 
 
( ) Veremos. O segundo ato vai começar provavelmente em novembro, com as eleições para o Congresso. E eu aposto que 
será um segundo ato muito sangrento. 
 
( ) Eis um mistério fantástico que diz algo sobre o tempo em que estamos vivendo. Sinto que todos ainda querem entender 
como isso aconteceu e o que significa para o mundo. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 4 – 2 – 3 – 1. 
b) 3 – 4 – 2 – 1. 
c) 2 – 1 – 3 – 4. 
d) 3 – 1 – 2 – 4. 
e) 2 – 4 – 1 – 3. 
Gabarito: B 
 
Questão 136: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Na edição de 4 de abril de 2018, a revista Veja publicou entrevista com Marc Prensky, o especialista em educação que criou a 
expressão “nativos digitais” e “imigrantes digitais” para diferenciar os que já nasceram na era da internet daqueles que tiveram de 
se adaptar a ela. A seguir, são reproduzidas algumas das perguntas a que ele respondeu. Numere a coluna da direita, 
relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. A recente descoberta do uso de informações pessoais capturadas via Facebook para fins eleitorais e divulgação de fake 
news reacendeu o debate sobre privacidade na rede. Há como preservar pelo menos parte dessa privacidade? 
 
2. O senhor é a favor de eliminar as disciplinas tradicionais do currículo? 
3. Ninguém sai batendo porta ou gritando em uma briga virtual. Não há uma perda, em termos de emoção? 
 
4. O Google está tornando a memória dispensável? 
 
( ) Acho que deveriam ser muito reduzidas. A quantidade de coisas que todo mundo precisa armazenar na cabeça é muito 
pequena. O problema é que escapar do modelo conhecido é um risco, e nem os professores nem os pais são muito abertos 
a novos experimentos. 
 
( ) Não acho. Crianças e adolescentes decoram muita informação à toa. É claro que é importante manter algumas 
habilidades e conhecimentos, mas, na verdade, são muito poucos os que de fato importam. 
 
( ) A questão é saber com o que vale a pena se preocupar. É mais ou menos como quando a pessoa se muda para uma 
cidade grande. Ela está ciente de que existem perigos, mas quer muito morar lá, então assume os riscos e toma suas 
precauções. 
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( ) Quem diz isso está desprezando a força da literatura, que expressa emoções profundas sem o envolvimento de qualquer 
tipo de contato físico. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 4 – 2 – 1 – 3. 
b) 3 – 4 – 2 – 1. 
c) 2 – 1 – 3 – 4. 
d) 4 – 2 – 3 – 1. 
e) 2 – 4 – 1 – 3. 
Gabarito: E 
 
Questão 137: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
A seguir, são apresentadas, fora de ordem, as primeiras frases de uma notícia publicada no jornal Tribuna do Paraná 
(<https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/>). Numere os parênteses, indicando a ordem correta das informações. 
 
( ) O outro foi levado para o hospital e passa bem. 
 
( ) Um homem de 46 anos morreu e outro foi para o hospital, na tarde deste sábado (21), após inalarem gás tóxico em 
uma empresa em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. 
 
( ) Segundo o Corpo de Bombeiros, o helicóptero da corporação chegou a se deslocar para o local, mas um dos homens 
acabou falecendo. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 3 – 2 – 1. 
b) 3 – 1 – 2. 
c) 2 – 3 – 1. 
d) 2 – 1 – 3. 
e) 1 – 2 – 3. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 138: NC-UFPR - Con (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
O escritor Ruy Castro, no texto a seguir, cujas frases estão fora de ordem, fala sobre o fechamento e reabertura da Biblioteca 
Parque do Estado no Rio de Janeiro. Numere os parênteses, identificando a sequência textual correta.( ) Findo o evento, o LER retirou-se, mas legou ao Estado um espaço em condições para que este reabra a Biblioteca 
Parque. 
 
( ) Eu a visitara havia pouco e ficara encantado – 250 mil livros (2.500 em braille) e 20 mil filmes, teatro, auditório, salas 
multiuso, espaço infantil, jardins, café, pátio, bicicletário. 
 
( ) Passou-se um ano e meio. Há meses, o pessoal do LER – Salão Carioca do Livro, um superevento literário – armou-se de 
parceiros e dispôs-se a realizar na biblioteca sua edição de 2018. 
 
( ) Em fins de 2016, a Biblioteca Parque do Estado, na avenida Presidente Vargas, fechou as portas. 
( ) Incrível o estrago que 18 meses de abandono podem provocar. E mais incrível ainda o que a vontade de servir, de 
salvar, de oferecer, pode produzir. Cada centímetro, do chão ao teto, foi restaurado. 
 
(Adaptado de <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ 
ruycastro/2018/05/renasce-uma-biblioteca.shtml>) 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 5 – 2 – 3 – 4 – 1. 
b) 4 – 3 – 1 – 2 – 5. 
c) 5 – 2 – 3 – 1 – 4. 
d) 3 – 5 – 1 – 2 – 4. 
e) 4 – 3 – 2 – 1 – 5. 
Gabarito: C 
 
Questão 139: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
http://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/
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Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam à especulação imobiliária e uma 
estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se 
adaptem aos tempos. Eles foram submetidos a alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos para 
adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi 
colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou a ela uma moral, com o objetivo de alertar as meninas quanto às intenções 
perversas dos desconhecidos. 
 
Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz. Se a 
Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua 
atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma 
linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por 
isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] 
 
A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por 
uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de 
Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças 
sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a 
morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as 
crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tristezas e de 
suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem 
violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. 
 
Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 
melhores contos da tradição popular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas 
são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e 
infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do 
mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiço s”. Com 
sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da 
avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá- 
 las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as 
partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória 
humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
 
(Marta Rebón. Disponível em: 
<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/eps/1537265048_460929.html>.) 
 
Considere as seguintes afirmativas sobre os termos em negrito e sublinhados no texto: 
 
1. No segundo parágrafo, “a” refere-se a “fera”. 
2. No terceiro parágrafo, “cuja” refere-se a “Wislawa Szymborska”. 
3. No terceiro parágrafo, “seus” refere-se a “Andersen”. 
4. No quarto parágrafo, “las” refere-se a “crianças”. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 4 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
Gabarito: C 
 
Questão 140: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam à especulação imobiliária e uma 
estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se 
adaptem aos tempos. Eles foram submetidos a alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos para 
adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi 
colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou a ela uma moral, com o objetivo de alertar as meninas quanto às intenções 
perversas dos desconhecidos. 
 
Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz. Se a 
Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua 
atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma 
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linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por 
isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] 
 
A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por 
uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de 
Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças 
sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a 
morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as 
crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tri stezas e de 
suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem 
violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. 
 
Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 
melhores contos da tradiçãopopular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas 
são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e 
infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do 
mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiços”. Com 
sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da 
avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá- 
 las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as 
partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória 
humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
 
(Marta Rebón. Disponível em: 
<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/eps/1537265048_460929.html>.) 
 
De acordo com o texto, o autor de O Barão nas Árvores é: 
a) Andersen. 
b) Italo Calvino. 
c) Wislawa Szymborska. 
d) C. S. Lewis. 
e) Robert Bly. 
Gabarito: B 
 
Questão 141: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Quase todo mundo é ansioso. Segundo a Associação Internacional de Controle do Stress (ISMA), 72% dos trabalhadores 
brasileiros são estressados. Mais da metade da população está acima do peso e tem problemas de sono – hoje se dorme 1h30 a 
menos, por noite, que na década de 1990. E nunca houve tanta gente, no mundo, sofrendo de depressão. De onde vem tudo 
isso? Cada um desses problemas tem suas próprias causas. Mas novos estudos têm revelado um ponto em comum entre todos 
eles: a sua barriga. 
 
Dentro do sistema digestivo humano existe o que alguns pesquisadores já chamam de “segundo cérebro”, com meio bilhão de 
neurônios e mais de 30 neurotransmissores (incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo). 
Tudo isso para controlar uma função essencial do corpo: extrair energia dos alimentos. Mas novas pesquisas estão revelando que 
não é só isso. Os neurônios da barriga podem interferir, sem que você perceba, com o cérebro de cima, o da cabeça – afetando o 
seu comportamento, as suas emoções e até o seu caráter. […] 
Outros estudos já encontraram relação entre a falta de lactobacillus e doenças como depressão e anorexia. Esses 
microorganismos ajudam a manter a camada de muco que protege o intestino. Quando eles não estão presentes, essa barreira 
fica mais fraca, e surgem pequenas inflamações no intestino – que são encontradas em 35% das pessoas deprimidas. Para tentar 
entender o porquê, os cientistas autores da descoberta injetaram lactobacilos em ratos. As bactérias protegeram o intestino e 
produziram efeitos semelhantes aos de remédios antidepressivos. 
 
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/seu-segundo-cerebro/>. Acesso em 05, set. 2018.) 
 
O termo sublinhado no segundo parágrafo faz referência a: 
a) sistema digestivo. 
b) pesquisadores. 
c) segundo cérebro. 
d) organismo. 
e) meio bilhão de neurônios e mais de 30 neurotransmissores. 
 
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Gabarito: E 
 
Questão 142: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio. 
 
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para 
familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no 
suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência 
comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores 
tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte. 
 
Morrer é uma certeza as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, 
quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o 
restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse. 
 
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes 
represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma 
prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar 
o risco de novas tentativas. 
 
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida. 
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia. 
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o 
personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo 
motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões criou-se o tabu de que a divulgação de um 
suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuai s 
de comunicação instantânea, tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real 
por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é 
decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.) 
 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem no texto. 
a) sob a qual – na qual – em que. 
b) sobre a qual – pelas quais – em que. 
c) da qual – pelas quais – onde. 
d) sobre a qual – nas quais – onde. 
e) sob a qual – pela qual – na qual. 
Gabarito: B 
 
Questão 143: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
O trecho a seguir é o início de um texto publicado na BBCBrasil em 01/05/2018 (http://www.bbc.com/portuguese/ geral- 
43962505): 
 
Uma dieta rica em carboidratos pode provocar menopausa precoce, sugere um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido, 
com 914 mulheres britânicas. 
 
Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem textual lógica das ideias que dão continuidade ao parágrafo inicial. 
( ) Especialistas dizem, porém, que muitos outros fatores, incluindo genes, influenciam a chegada da menopausa. 
 
( ) Comer muita massa e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das 
mulheres no Reino Unido, de 51 anos. 
 
( ) Eles acrescentam que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre esse aspecto ainda não está clara e alertam 
que as mulheres não devem se preocupar em mudar o que comem com base nos resultados do estudo. 
 
( ) No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixes oleosos, ervilhas e feijões pode atrasar a menopausa 
natural. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 3 – 4 – 1 – 2. 
http://www.bbc.com/portuguese/
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b) 1 – 3 – 2 – 4. 
c) 2 – 1 – 4 – 3. 
d) 3 – 1 – 4 – 2. 
e) 2 – 4 – 1 – 3. 
Gabarito: D 
 
Questão144: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Coerência. Coesão (Anáfora, Catáfora, Uso dos Conectores - Pronomes relativos, Conjunções etc) 
Na coluna da esquerda, são apresentadas algumas perguntas feitas à escritora Margaret Atwood, em entrevista concedida ao 
jornal El País (https://brasil.elpais.com/brasil/2017/11/21/eps/1511282293_560656.html). Numere a coluna da direita, 
relacionando as respostas às respectivas perguntas. 
 
 
1. Sua fama passou dos livros para as telas. Um leitor é o mesmo que um espectador? 
2. Você se colocou o desafio de testar todos os gêneros? 
3. Limitar-se a um gênero a teria fortalecido como autora? 
4. Tem equipe de documentalistas? 
 
 
( ) Na época, não. Era muito difícil publicar um romance. A maioria entre nós publicava poesia. 
 
( ) Só quando escrevi Alias Grace, baseada em um caso real. Faço o resto sozinha, inclusive a parte científica. Cresci 
cercada de cientistas. 
 
( ) De jeito nenhum. Um romance é o mais próximo que podemos chegar de estar dentro da cabeça de outra pessoa. O 
cinema e a televisão podem envolver, mas o que está vendo é uma atuação. Com o romance, você está na ação. 
 
( ) Ninguém me disse que não podia fazer isso. Na minha juventude não havia cursos para escritores. Acho que se você vai 
a um, eles aconselham que se especialize, mas não foi meu caso. Simplesmente escrevi o que quis. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 1 – 4 – 3 – 2. 
b) 3 – 2 – 4 – 1. 
c) 2 – 3 – 1 – 4. 
d) 3 – 4 – 1 – 2. 
e) 1 – 2 – 3 – 4. 
Gabarito: D 
 
Questão 145: NC-UFPR - Antro (UFPR)/UFPR/2018 
Assunto: Variações da linguagem (histórica, regional, social, contextual). Neologismos. Estrangeirismos. 
Leia o texto: 
 
Beija eu!(3 
Beija eu! 
Beija eu, me beija(1 
Deixa(2 
O que seja ser... 
 
Com base no texto “Beija eu”, de Arnaldo Antunes, e considerando a norma padrão da língua portuguesa, considere as seguintes 
afirmativas: 
1. A construção “Me beija” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, 
seria “Beije-me”. 
 
2. “Deixa...” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, seria “Deixe”. 
 
3. “Beija eu...” é própria da linguagem coloquial. Na linguagem culta, sabendo que o sujeito da oração é “você”, seria “Beija 
a mim”. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
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Gabarito: B 
 
Questão 146: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Partícula "se" 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Cientistas comprovaram, pela primeira vez, que o ritmo da entrada e saída de ar no corpo cria uma atividade elétrica no céreb ro 
humano que acentua os julgamentos emocionais e até lembranças desconfortáveis. Esses efeitos se alteram se a pessoa está 
inspirando ou expirando – e se ela respira pelo nariz ou pela boca. 
 
No estudo, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de Northwestern, voluntários foram capazes de identificar 
uma expressão amedrontada mais rapidamente quando deparavam com o rosto enquanto inalavam do que quando exalavam. Os 
participantes tiveram mais facilidade em se lembrar de um objeto quando se deparavam com ele enquanto inspiravam do que 
quando expiravam. O efeito desaparecia se eles estivessem respirando pela boca. 
 
“Uma das principais descobertas desse estudo é que existe uma grande diferença na atividade cerebral na amígdala e no 
hipocampo durante a inspiração em comparação com a expiração”, explicou a autora principal do estudo, Ch ristina Zelano, 
professora assistente de neurologia da Escola de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern. “Quando você inspira, nós 
descobrimos que você está estimulando neurônios no córtex olfativo, amígdala e hipocampo, através de todo o seu sistema 
límbico”. O estudo foi publicado noperiódico científico Journal of Neuroscience. O autor sênior é Jay Gottfried, professor de 
neurologia na Feinberg. 
 
Os pesquisadores chegaram a essas conclusões ao acompanhar sete pacientes com epilepsia que estavam com cirurgias cerebrais 
marcadas. Uma semana antes dos procedimentos, um cirurgião implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a 
origem das convulsões. Isso permitiu que os cientistas adquirissem dados eletrofisiológicos diretamente do cérebro dos pacientes. 
Os sinais elétricos registrados mostraram que a atividade cerebral flutuou durante a respiração. A atividade ocorre em áreas 
cerebrais nas quais emoções, memórias e cheiros são processados. 
 
A descoberta levou os cientistas a se perguntar se as funções cognitivas tipicamente associadas com essas regiões do cérebro – 
especialmente o processamento do medo e da memória – poderiam ser afetadas também pela respiração. A amígdala está 
fortemente associada com o processamento emocional, em particular emoções relacionadas ao medo. Desse modo, os cientistas 
pediram a 60 pessoas, no ambiente do laboratório, que tomassem uma decisão rápida sobre expressões emotivas enquanto 
registravam a respiração deles. 
 
Os voluntários receberam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tiveram de indicar rapidamente qual emoção 
cada rosto estava expressando. Quando encaravam as fotos durante a inspiração, os indivíduos as reconheciam como 
amedrontadas mais rapidamente do que quando faziam o mesmo durante a expiração. Isso não aconteceu com as expressões de 
surpresa. Esse efeito diminuiu quando os participantes realizaram a mesma tarefa enquanto respiravam pela boca. [...] 
 
Em um experimento que tinha como objetivo acessar a função da memória (ligada ao hipocampo), os mesmos participantes 
observaram fotos de objetos em uma tela de computador e foram instruídos a memorizá-las. Os pesquisadores descobriram que 
os participantes do experimento se lembraram melhor quando tinham encarado as imagens durante a inspiração. 
 
“Isso significa que uma respiração rápida poderia conferir vantagens quando alguém está numa situação perigosa”, explica 
Zelano. “Se você está em um estado de pânico, o ritmo da sua respiração se torna mais rápido”, afirma. “Como resultado, você 
passará proporcionalmente mais tempo inalando do que em um estado calmo; assim, a resposta natural do nosso corpo ao medo 
em aumentar a frequência da respiração pode ter um impacto positivo no funcionamento do cérebro e resultar em uma resposta 
mais rápida a estímulos perigosos do ambiente.” Outro insight potencial da pesquisa diz respeito aos mecanismos básicos da 
meditação ou percepção da respiração. “Quando a pessoa inspira, em certa medida está sincronizando oscilações cerebrais por 
meio da rede límbica”. 
(Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html) 
 
Considere os seguintes empregos da partícula “se” no texto: 
 
1. “Esses efeitos se alteram...” (1º parágrafo). 
 
2. “...lembrar de um objeto quando se deparavam com ele enquanto inspiravam” (2º parágrafo). 
 
3. “A descoberta levou os cientistas a se perguntar...” (5º parágrafo). 
 
4. “...descobriram que os participantes do experimento se lembraram melhor quando tinham encarado as imagens...” (7º 
parágrafo). 
 
A partícula está empregada como pronome reflexivo em: 
a) 3 apenas. 
b) 1 e 3 apenas. 
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html)
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c) 2 e 4 apenas. 
d) 1, 2 e 4 apenas. 
e) 1, 2, 3 e 4. 
Gabarito: A 
 
Questão 147: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O Texto a seguir, é referência para a questão. 
 
O dia 1º de outubrofoi dedicado ao idoso e o próximo dia 12 é a data das crianças. A proximidade das duas comemorações não 
foi planejada: o Dia da Criança é comemorado há quase 50 anos e lembra uma promoção de duas empresas que fabricam 
mercadorias para o público infantil e que criaram, dessa maneira, uma boa circunstância para o aumento de seu lucro. Aliás, é 
bom dizer que o índice de vendas para esse dia só é menor que o de outras duas datas exploradas comercialmente: o Natal e o 
Dia das Mães. 
 
O Dia do Idoso, por sua vez, é comemorado no dia 1º há pouco tempo, e a data foi escolhida porque lembra a criação do 
Estatuto do Idoso. Ainda não há exploração, tampouco efeito comercial, mas creio que não demorará para que isso ocorra. 
 
Esse fato não planejado, entretanto, nos dá a oportunidade de pensarmos a respeito das duas fases da vida que são 
extremidades de um percurso. O que há em comum entre elas? 
 
Em primeiro lugar, a negação de ambas. A infância, tanto quanto a velhice, tem perdido seu lugar neste mundo. Já nascemos 
jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida. É interessante perceber que adaptamos até a linguagem coloquial de modo 
a esconder essas condições da vida. Em relação às crianças, passamos a nos referir a elas como “baixinhos”, “pequenos” e seus 
correlatos, inclusive em textos jornalísticos, que usam e abusam de tais substitutos. Por certo você já ouviu a frase que afirma 
que a criança não é a miniatura de um adulto, não é? Mas essas palavras, que são usadas para suprimir a outra criança, apenas 
confirmam a tese negada na frase. 
 
Para o velho, reservamos a palavra idoso para situações formais – avisos de atendimento preferencial, por exemplo –, mas 
elegemos expressões como terceira idade ou melhor idade para ocultar a velhice. Aliás, li um texto escrito por um advogado 
recentemente que afirmou que ser chamado de velho hoje permite até processo por reparação de dano moral. Isso quer dizer 
que a palavra velho transformou-se em xingamento grave, veja só! [...] 
 
Temos orgulho de crianças que se comportam como jovens e de velhos com “espírito jovem”. Deveríamos é ter empatia e 
respeito com nossa infância e nossa velhice, isso sim. Por tudo isso, e por tudo aquilo que não coube neste texto dizer, 
poderíamos transformar as duas datas em uma, apenas: o dia dos excluídos. 
 
(Rosely Sayão, Extremidades da vida, FSP, 08/10/09) 
 
Assinale a alternativa que corresponde ao ponto de vista da autora nesse texto. 
a) As datas comemorativas Dia da Criança e Dia do Idoso são inúteis, porque foram criadas com interesses comerciais. 
b) Termos como “baixinhos” para crianças e “melhor idade” para a velhice são bem-vindos, porque demonstram carinho. 
c) É surpreendente que o termo “velho” tenha se transformado em um xingamento passível de processo judicial. 
d) As pessoas idosas precisam demonstrar “espírito jovem” para se manter saudáveis. 
e) A infância e a velhice têm em comum o fato de serem as fases mais comemoradas da vida. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 148: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O Texto a seguir, é referência para a questão. 
 
O dia 1º de outubro foi dedicado ao idoso e o próximo dia 12 é a data das crianças. A proximidade das duas comemorações não 
foi planejada: o Dia da Criança é comemorado há quase 50 anos e lembra uma promoção de duas empresas que fabricam 
mercadorias para o público infantil e que criaram, dessa maneira, uma boa circunstância para o aumento de seu lucro. Aliás, é 
bom dizer que o índice de vendas para esse dia só é menor que o de outras duas datas exploradas comercialmente: o Natal e o 
Dia das Mães. 
 
O Dia do Idoso, por sua vez, é comemorado no dia 1º há pouco tempo, e a data foi escolhida porque lembra a criação do 
Estatuto do Idoso. Ainda não há exploração, tampouco efeito comercial, mas creio que não demorará para que isso ocorra. 
 
Esse fato não planejado, entretanto, nos dá a oportunidade de pensarmos a respeito das duas fases da vida que são 
extremidades de um percurso. O que há em comum entre elas? 
 
Em primeiro lugar, a negação de ambas. A infância, tanto quanto a velhice, tem perdido seu lugar neste mundo. Já nascemos 
jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida. É interessante perceber que adaptamos até a linguagem coloquial de modo 
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a esconder essas condições da vida. Em relação às crianças, passamos a nos referir a elas como “baixinhos”, “pequenos” e seus 
correlatos, inclusive em textos jornalísticos, que usam e abusam de tais substitutos. Por certo você já ouviu a frase que afi rma 
que a criança não é a miniatura de um adulto, não é? Mas essas palavras, que são usadas para suprimir a outra criança, apenas 
confirmam a tese negada na frase. 
 
Para o velho, reservamos a palavra idoso para situações formais – avisos de atendimento preferencial, por exemplo –, mas 
elegemos expressões como terceira idade ou melhor idade para ocultar a velhice. Aliás, li um texto escrito por um advogado 
recentemente que afirmou que ser chamado de velho hoje permite até processo por reparação de dano moral. Isso quer dizer 
que a palavra velho transformou-se em xingamento grave, veja só! [...] 
 
Temos orgulho de crianças que se comportam como jovens e de velhos com “espírito jovem”. Deveríamos é ter empatia e 
respeito com nossa infância e nossa velhice, isso sim. Por tudo isso, e por tudo aquilo que não coube neste texto dizer, 
poderíamos transformar as duas datas em uma, apenas: o dia dos excluídos. 
 
(Rosely Sayão, Extremidades da vida, FSP, 08/10/09) 
 
A frase “Já nascemos jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida” (sublinhada no 3º parágrafo do texto): 
a) é uma ironia da autora, pois reproduz o senso comum que ela está criticando no texto. 
b) expressa a concordância da autora com a ideia de que nos sentimos jovens em qualquer idade. 
c) reconhece a verdade de que a juventude é um conceito criado pela publicidade. 
d) traduz o sentimento da autora em relação ao respeito que merecem crianças e velhos. 
e) é uma declaração que revela o quanto a autora preza pela juventude. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 149: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O Texto a seguir, é referência para a questão. 
 
O conceito de idoso está velho, de acordo com Ana Amélia Camarano, especialista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica 
Aplicada) em envelhecimento populacional. “Hoje quem tem 70 anos é como quem tinha 50 anos tempos atrás. Uma pessoa de 
60 anos, mesmo na classe mais baixa, não é idosa como foram nossos avós”. 
 
Segundo a pesquisadora, mais do que estabelecer um novo corte, é necessário igualar as idades exigidas nas diversas políticas 
públicas para os idosos. Ela aponta, ainda, que o Brasil está fora do caminho no que se refere à garantia de boas condições para 
o envelhecimento. 
 
(Trecho extraído da matéria “Conceito de idoso ficou velho, diz pesquisadora do Ipea”, FSP, 26/06/18) 
 
De acordo com a especialista Ana Amélia Camarano: 
a) o idoso de hoje está mais velho do que o de antes. 
b) o conceito atual de idoso está inadequado à realidade da população. 
c) as políticas públicas devem ser igualadas para todos os idosos. 
d) a velhice é difícil para as pessoas com poucos recursos econômicos. 
e) uma pessoa de 50 anos de tempos atrás era idosa; hoje, uma de 70 anos não é. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 150: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte texto: 
O ensino fundamental no Brasil hoje pode ser considerado universal, com 99,2% das crianças de 6 a 14 anos frequentando a 
escola, o que representa 26,5 milhões de estudantes, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: 
Educação (Pnad Contínua), divulgada no final de dezembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao mesmo 
tempo, um levantamentoda unidade brasileira da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), também produzido 
com base na PNAD, identificou que, em 2002, apenas 10,7% dos jovens mais pobres do país chegavam ao Ensino Médio na idade 
adequada, patamar que hoje subiu para 39%. Sem deixar de reconhecer a importância desses avanços, os números indicam que 
as desigualdades que antes se manifestavam no acesso à escola pública, agora se revelam dentro dela, com crescentes 
diferenças nos níveis de aprendizagem, que podem chegar ao equivalente a três anos de escolarização entre crianças da mesma 
idade. 
 
(Trecho extraído da reportagem “Expansão desigual”, Revista Pesquisa, FAPESP, fev. 2018.) 
 
Assinale a alternativa que está de acordo com as informações do texto. 
a) O Brasil tem 26,5 milhões de estudantes em sua rede total de escolas e níveis de ensino. 
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b) A alta na proporção de crianças de 6 a 14 anos na escola é reconhecida como um avanço. 
c) O Ensino Médio é uma etapa frequentada por cerca de 10% da população do país. 
d) As desigualdades educacionais no Brasil permanecem iguais às do século XX. 
e) Hoje a maioria dos jovens mais pobres do país chega ao Ensino Médio na idade adequada. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 151: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte texto: 
 
O Brasil, com 33.161 espécies, e a Colômbia, com 23.104, lideram um levantamento recém-publicado sobre a diversidade nas 
Américas de plantas vasculares, que incluem aquelas com flores e as samambaias (Science, 22 de dezembro de 2017). 
Coordenado por Carmen Ulloa Ulloa, do Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos, o trabalho indicou que as Américas 
abrigam 124.933 espécies de plantas vasculares, distribuídas em 6.227 gêneros e 355 famílias. O total corresponde a um terço 
das espécies desse grupo, que compreende a maioria das plantas terrestres já identificadas. Há mais plantas vasculares na 
América do Sul (82.052 espécies, das quais 73.552 são endêmicas) do que na América do Norte (51.241, com 42.941 exclusivas); 
apenas 8.300 espécies vivem nos dois continentes. 
 
(Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/02/15/todas-as-plantas-das-americas-por-enquanto/>.) 
 
Assinale a alternativa que corresponde ao que é afirmado no texto. 
a) Brasil, Colômbia e Estados Unidos são os países com maior diversidade de plantas do mundo. 
b) O país da América do Sul cuja diversidade de plantas vasculares é maior é a Colômbia. 
c) A maioria das plantas terrestres já identificadas por pesquisadores é de plantas vasculares. 
d) A maior parte das plantas vasculares que vivem na América do Sul vieram da América do Norte. 
e) As espécies que foram objeto da pesquisa divulgada compõem o acervo do Jardim Botânico de Missouri. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 152: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Iguais diante da lei? 
 
Hélio Schwartsman 
 
O STF deve retomar hoje o julgamento da criminalização da homofobia. As proteções que a legislação dá a negros e outros 
grupos mencionados na lei nº 7.716 devem ser estendidas a homossexuais? 
 
Conceitualmente, não vejo espaço para dúvidas. Se é errado discriminar alguém pela cor da pele, religião, nacionalidade ou grupo 
étnico, também o é fazê-lo em virtude de sua orientação sexual. Não tenho dificuldade em aceitar a ampliação de direitos pela via 
jurisprudencial. 
 
Não poderia ter sido mais acertada a decisão do Supremo que equiparou os direitos de casais homossexuais aos de 
heterossexuais, abrindo caminho para o casamento gay. 
 
O problema de fundo deste julgamento é que não estamos aqui tratando de direitos civis, mas de legislação criminal. Como a 
privação da liberdade é um dos castigos mais graves que o Estado pode impor, a maioria dos doutrinadores entende que tipos 
penais 
jamais podem ser criados por tribunais, exigindo sempre um ato do Legislativo. É um argumento forte. Estou curioso para ver 
como os 
ministros resolverão essa quadratura do círculo. 
Isso dito, devo afirmar que compreendo, mas não gosto da estratégia do movimento gay e de outros grupos de esquerda de levar 
a legislação penal para o terreno identitário. Não é por falta de tipos penais que os assassinatos de gays, por exemplo, não são 
contidos. No Brasil, matar um homossexual só pelo fato de ele ser homossexual configura homicídio doloso qualificado (motivo 
fútil), com pena de até 30 anos de reclusão, a maior admitida no país. Se a repressão à violência contra gays é tíbia, o problema 
não está na ausência de lei, mas em outras engrenagens do sistema, como polícia, MP e juízes. 
 
Ao advogar por legislações específicas para grupos, em vez de formulações universais, a esquerda erode a mensagem mais 
esquerdista de todos os tempos, que é a de que somos todos seres humanos, iguais diante da lei. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/02/iguais-diante-da-lei.shtml) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/02/15/todas-as-plantas-das-americas-por-enquanto/
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1. A luta pela criminalização da homofobia contradiz o movimento esquerdista de igualdade perante a lei. 
2. Apesar de não ser um tipo penal, o assassinato de gays é punido com a maior pena de reclusão do país. 
3. Enquanto os tribunais não puderem legislar sobre a criminalização da homofobia, a discriminação persistirá. 
 
Está/Estão de acordo com o texto a(s) afirmativa(s): 
a) 1 apenas. 
b) 2 apenas. 
c) 1 e 2 apenas. 
d) 2 e 3 apenas. 
e) 1, 2 e 3. 
Gabarito: C 
 
Questão 153: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Iguais diante da lei? 
 
Hélio Schwartsman 
 
O STF deve retomar hoje o julgamento da criminalização da homofobia. As proteções que a legislação dá a negros e outros 
grupos mencionados na lei nº 7.716 devem ser estendidas a homossexuais? 
 
Conceitualmente, não vejo espaço para dúvidas. Se é errado discriminar alguém pela cor da pele, religião, nacionalidade ou grupo 
étnico, também o é fazê-lo em virtude de sua orientação sexual. Não tenho dificuldade em aceitar a ampliação de direitos pela via 
jurisprudencial. 
 
Não poderia ter sido mais acertada a decisão do Supremo que equiparou os direitos de casais homossexuais aos de 
heterossexuais, abrindo caminho para o casamento gay. 
 
O problema de fundo deste julgamento é que não estamos aqui tratando de direitos civis, mas de legislação criminal. Como a 
privação da liberdade é um dos castigos mais graves que o Estado pode impor, a maioria dos doutrinadores entende que tipos 
penais 
jamais podem ser criados por tribunais, exigindo sempre um ato do Legislativo. É um argumento forte. Estou curioso para ver 
como os 
ministros resolverão essa quadratura do círculo. 
 
Isso dito, devo afirmar que compreendo, mas não gosto da estratégia do movimento gay e de outros grupos de esquerda de levar 
a legislação penal para o terreno identitário. Não é por falta de tipos penais que os assassinatos de gays, por exemplo, não são 
contidos. No Brasil, matar um homossexual só pelo fato de ele ser homossexual configura homicídio doloso qualificado (motivo 
fútil), com pena de até 30 anos de reclusão, a maior admitida no país. Se a repressão à violência contra gays é tíbia, o problema 
não está na ausência de lei, mas em outras engrenagens do sistema, como polícia, MP e juízes. 
 
Ao advogar por legislações específicas para grupos, em vez de formulações universais, a esquerda erode a mensagem mais 
esquerdista de todos os tempos, que é a de que somos todos seres humanos, iguais diante da lei. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/02/iguais-diante-da-lei.shtml) 
 
Em relação às ideias presentes no texto, é correto afirmar queo autor pretende: 
a) incitar um debate sobre a criminalização da homofobia. 
b) questionar a estratégia adotada pelo movimento gay e outros movimentos para reprimir a violência contra gays. 
c) incentivar o apoio à extensão dos direitos mencionados na lei nº 7.716 aos homossexuais. 
d) pôr em xeque a capacidade dos ministros do supremo de analisarem esse tipo de proposição. 
e) denunciar a responsabilidade do Ministério Público e dos juízes em relação à impunidade dos crimes contra os 
homossexuais. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 154: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte trecho: 
 
Um método sem aval científico que promete a cura de doenças oculares, como glaucoma e catarata, sem cirurgias ou tratamentos 
tradicionais, tem levado pacientes a retardar a busca por terapias mais efetivas, piorando problemas de visão. 
 
A expressão sublinhada faz referência a: 
a) um método sem aval científico. 
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b) doenças oculares. 
c) glaucoma. 
d) cataratas. 
e) tratamentos tradicionais. 
Gabarito: A 
 
Questão 155: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico de que bactérias desenvolverão resistência 
a antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo em que ele ocorre está sujeito às ações dos homens. O 
uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer suas 
equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
Sobre as ideias presentes no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Os efeitos da penicilina foram anulados pela resistência desenvolvida por algumas estirpes de bactérias. 
 
2. O uso de antibióticos no tratamento de carnes para consumo humano eleva o preço desse produto. 
 
3. O uso de antimicrobianos é diretamente proporcional à celeridade do aumento de resistência das bactérias. 
 
4. Com base em sua teoria, Darwin previu que os antibióticos se tornariam ineficazes contra as infecções bacterianas. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
Gabarito: B 
 
Questão 156: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico de que bactérias desenvolverão resistência 
a antibióticos. 
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Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que, em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo em que ele ocorre está sujeito às ações dos homens. O 
uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer suas 
equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mort es 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
 
De acordo com o texto, é intenção do autor: 
a) promover um debate sobre a relação entre o darwinismo e o surgimento de fungos e bactérias resistentes aos 
tratamentos. 
b) denunciar a falta de assepsia adequada nos hospitais, que eleva o número de mortes por infecção. 
c) divulgar os resultado de um estudo britânico sobre o darwinismo e a seleção natural que leva à resistência de bactérias. 
d) criticar a falta de diligência dos governos em relação ao crescente número de mortes causadas por infecções resistentes. 
e) embasar o darwinismo com provas científicas, a fim de aumentar o número de seguidores dessa corrente teórica. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 157: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Mortes anunciadas 
Hélio Schwartsman 
 
Uma das melhores provas de que o darwinismo é mais do que “apenas uma teoria” está no fato de que dele extraímos previsões 
que vêm – infelizmente – sendo corroboradas pela realidade. É o caso do prognóstico de que bactérias desenvolverão resistência 
a antibióticos. 
 
Desde que Alexander Fleming isolou a penicilina em 1928, todas as categorias de antibacterianos tiveram, com o tempo, seus 
mecanismos de ação debelados por algumas linhagens de micróbios. Bactérias, mesmo de espécies não aparentadas, são 
capazes de passar umas às outras o material genético responsável pela resistência a uma droga. 
 
O custo em vidas humanas não é pequeno. Um estudo do governo britânico estima que,em escala global, os óbitos por cepas 
resistentes já cheguem a 700 mil por ano. E as coisas têm piorado. Além das bactérias, já estão surgindo fungos resistentes, 
como a Candida auris. 
 
Se o fenômeno da resistência está inscrito nas leis da biologia, o ritmo em que ele ocorre está sujeito às ações dos homens. O 
uso exagerado de antimicrobianos, ao elevar as pressões seletivas, acelera a resistência. A dificuldade dos hospitais de fazer suas 
equipes realizarem uma antissepsia adequada facilita a troca dos plasmídeos que “ensinam” as bactérias a se defender das 
drogas. 
 
Há o que fazer. Banir o uso de antibióticos da indústria da carne é uma medida óbvia. O filé, é claro, ficaria um pouco mais caro. 
Outra providência útil seria exigir que hospitais informassem o público quando lidam com surtos de micróbios resistentes. O risco 
aí seria ver pacientes deixando de fazer procedimentos necessários por medo de contágio. 
 
Qualquer solução passa por um esforço multinacional de ações coordenadas. O crescente número de governos isolacionistas e até 
antidarwinistas não dá razões para otimismo. Há urgência. O estudo britânico calcula que, se nada for feito, em 2050, as mortes 
por infecções resistentes chegarão a 10 milhões ao ano, superando os óbitos por câncer. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/mortes-anunciadas.shtml) 
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69 
 
 
A tese central do autor é que: 
a) ignorar o darwinismo põe em risco ações de combate ao avanço das bactérias. 
b) o isolacionismo é a forma mais eficiente de evitar o contágio por bactérias ultrarresistentes. 
c) a velocidade com que a resistência das bactérias aumenta está inscrita nas leis da biologia. 
d) a divulgação de surtos de infecção hospitalar cria resistência nas pessoas de recorrerem a esses locais. 
e) eliminar o uso de antimicrobianos pode ser a solução do crescente número de mortes por infecção. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 158: NC-UFPR - Ag Adm (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Mágicas de linguagem 
Hélio Schwartsman 
 
A linguagem é uma ferramenta poderosa. Tão poderosa que basta insistir por alguns anos numa propaganda bem-feita para 
convencer pessoas inteligentes até de que algo que as prejudica é um direito inalienável. 
 
Victor Klemperer (1881-1960), o filólogo judeu que conseguiu sobreviver durante a Segunda Guerra na Alemanha, registrando 
num diário a ascensão do nazismo, faz uma análise primorosa de como a manipulação da linguagem pode servir a propósitos 
ideológicos. Se você pensou na “novilíngua” de George Orwell, acertou, mas Klemperer escreveu suas observações antes do 
inglês, e elas diziam respeito ao mundo real, e não ao da ficção. 
 
No Brasil, o FGTS é um bom exemplo dessa mágica operada pela linguagem. Quase todos, da esquerda à direita, passando pela 
própria Constituição, o tratam como um direito. Mais até, como cláusula pétrea da Carta, que só poderia ser extinta por revolução 
essa é a posição da OAB. 
 
Não é preciso, porém, mais do que noções elementares de economia e desprendimento em relação às “idées reçues”* para 
constatar que o Fundo é mais bem descrito como um confisco do que como um direito. 
 
Para início de conversa, num mercado de trabalho competitivo, se não houvesse FGTS, os vencimentos mensais recebidos pelos 
assalariados seriam 8% maiores. Na verdade, o que o FGTS faz é impor ao trabalhador uma poupança compulsória, da qual ele 
não pode dispor nem em emergências, cujos rendimentos são fixados pelo governo num valor que fica sistematicamente abaixo 
do da inflação. Nas contas da Econometrica, entre 1997 e 2017, o FGTS rendeu 202%, contra 465% da poupança, 756% do 
Ibovespa e 1.724% do CDI. O IPCA no período foi de 250%. 
 
Basicamente, o governo tirou dinheiro do trabalhador. Num mundo não povoado por singularidades de linguagem, sindicatos e 
organizações que defendem direitos difusos pediriam o fim do FGTS, não sua perpetuação. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/magicas-de-linguagem.shtml) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. As observações de Klemperer diziam respeito ao mundo real, e as de Orwell, ao mundo da ficção. 
 
2. Na quinta linha, “inglês” se refere a “novilíngua”. 
 
3. No terceiro parágrafo, “Carta” se refere a “Constituição”. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: D 
 
Questão 159: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Quando a Nasa começou a usar computadores para a missão em que John Gleen orbitou a Terra pela primeira vez (1962), 
Katherine Johnson foi consultada para verificar os cálculos da máquina. “Se a garota diz que são bons, então estou pronto para 
ir”, disse o astronauta, segundo lembrou a própria Katherine. De fato, a Nasa reconhece em seu site que “não teria sido possível 
fazer essas coisas sem Katherine Johnson e seu amor pela matemática”. 
 
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70 
 
Katherine foi uma menina curiosa e brilhante, nascida em 26 de agosto de 1918 em White Sulphur Springs Virgínia, EUA, que aos 
dez anos já cursava o ensino médio. Entrou para a Universidade Estadual de West Virginia, onde se graduou em Matemática e 
Francês com honras máximas em 1937, e aceitou um trabalho como professora em uma escola pública para negros. “Sempre 
estava cercada de gente que estava aprendendo coisas, eu adoro aprender. Você aprende se quiser”, afirmou. 
 
A vida tomaria um novo rumo para Katherine quando, em 1952, um parente lhe disse que havia vagas na seção de computação 
da ala oeste (onde trabalhavam os afro-americanos) do Laboratório Langley da Naca – a agência que antecedeu a Nasa –, razão 
pela qual ela e seu marido decidiram se mudar para Hampton, na Virgínia. 
 
Mulher decidida e com habilidades de liderança, Katherine não se limitou a fazer cálculos, mas pediu para participar das reuniões 
com os engenheiros, algo inédito para uma mulher e afro-americana, e finalmente conseguiu, o que lhe abriu o caminho e fez 
com que ganhasse o respeito de seus colegas. 
 
Eram os anos 1950 e havia leis de segregação racial nos EUA, mas a matemática garante que “não tinha tempo para isso”, 
lembrando o que o pai lhe ensinou: “Você é tão boa como qualquer um nesta cidade, mas não é melhor”. Katherine também não 
sentiu a segregação em seu trabalho. “Lá você pesquisava. Tinha uma missão e trabalhava nela”, afirmou. No entanto, quando 
ela começou a trabalhar com brancos, seus colegas exigiram que ela usasse uma cafeteira diferente. 
 
Essa é uma das histórias do livro “Hidden Figures”, de Margot Lee Shetterly, no qual se baseou o filme “Estrelas Além do Tempo”, 
e que tirou Katherine e duas de suas companheiras, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, do anonimato. 
 
(Disponível em: https://www.efe.com/efe/brasil/educacao/) 
 
De acordo com o texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Embora não fosse astronauta, Katherine Johnson teve papel decisivo no sucesso da missão de John Gleen, que orbitou a 
Terra pela primeira vez. 
 
2. Como não havia preconceito no campo da matemática e da engenharia, Katherine Johnson não sentiu a segregação em 
seu trabalho. 
 
3. Katherine Johnson conquistou o respeito de seus colegas, mesmo sendo uma mulher negra nos anos 50. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: C 
 
Questão 160: NC-UFPR - Prof (Curitiba)/Pref Curitiba/Educação Infantil/2019Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Leia a tirinha abaixo: 
 
 
Para produzir o efeito de humor que caracteriza essa tirinha, o autor emprega: 
a) o contraste entre a expressão de desespero da menina no primeiro quadrinho e a de alegria no último. 
b) a caracterização do menino sem nariz no segundo quadrinho. 
c) a quebra de expectativa do leitor, que se surpreende com o final da história. 
d) a criação de expectativa no segundo quadrinho, por meio de reticências na fala da menina. 
e) o pulo de alegria das personagens no último quadrinho. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 161: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
http://www.efe.com/efe/brasil/educacao/)
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71 
 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Em ensaio, a jornalista Alice Fishburn comenta sua decisão de consagrar um ano à leitura exclusiva de mulheres. A sua iniciat iva 
ganhou corpo a partir da observação do sistema de pontuação que seu irmão mais novo havia criado para se motivar a ler 
mulheres e outras minorias. 
 
Segundo a autora, as regras do irmão funcionavam da seguinte forma: “Pela leitura de uma mulher, ele receber ia um ponto. Por 
cada escritor vivo, outro ponto. Se a mulher estivesse viva, ele receberia dois pontos, enquanto a leitura de um autor falecido lhe 
custaria igual pontuação. Seu objetivo era conseguir manter um total acumulado de zero ou superar essa pontuação. Mas, para 
isso, ele sentia dificuldades”. 
 
Impressionada com tamanha disciplina, Fishburn, que se define feminista, viu-se obrigada a confrontar a precariedade das suas 
próprias estantes, questionando quão difícil seria, em nossa época, ter notícias do trabalho de escritoras antigas e 
contemporâneas. Ela surpreendeu-se ao constatar que, apesar de todo o seu feminismo, a sua lista de leituras do ano 
anterior resumia-se a títulos de “literatura vitoriana e testosterona”. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/03/por-que-ler-mulheres.shtml, acesso em 
13, mar. 2019.) 
 
Sobre o texto, é correto afirmar que a jornalista: 
a) foi influenciada por seu irmão, pois sabia que lia poucos livros escritos por mulheres. 
b) passou a ler mais títulos de escritoras mulheres, pois estes valiam mais pontos no sistema de seu irmão. 
c) constatou que, apesar de feminista, tinha lido poucos títulos de autoria de mulheres. 
d) percebeu que suas estantes estavam muito vazias. 
e) tinha como gênero preferido a literatura vitoriana e de testosterona. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 162: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
A coluna da esquerda apresenta algumas perguntas uma entrevista dada pela diretora da Nielsen Neuro para a Revista Época. 
Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
 
1. As redes sociais 
aumentaram 
o sofrimento das pessoas? 
( ) Precisaremos de décadas. Nossa 
sociedade não sabe lidar com a 
tecnologia disponível. Hoje já vejo 
pessoas saindo de redes sociais para 
ter mais qualidade na vida. 
 
 
 
2. E como se vive neste 
mundo, 
no qual nosso sistema 
nervoso 
não evoluiu? 
( ) Em alguns aspectos, sim. Tudo 
depende do uso e da faixa etária. A 
má notícia é a seguinte: o cérebro 
que temos evoluiu no meio do mato, 
sem geladeira, supermercado ou 
smartphone. Ele não está 
acostumado a lidar com esse monte 
de opções. Lá atrás, seu cérebro não 
tinha de lidar com a incerteza sobre a 
reação de outra pessoa quando se 
fala alguma coisa no mundo virtual. 
3. Chegaremos a um 
equilíbrio 
entre evolução da espécie 
e da 
tecnologia? 
( ) Se você é uma criança, ou um 
adolescente, não deveria ter acesso a 
tudo o que o mundo virtual oferece. 
Não tem cabimento uma criança levar 
smartphone para a escola. Hoje o 
bullying vai com a criança para casa 
porque o WhatsApp vai para casa. Já 
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72 
 
 um adulto deveria saber gastar o 
tempo físico sem deixar que o mundo 
virtual diminua a qualidade desse 
tempo. 
 
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) 2 – 1 – 3. 
b) 3 – 2 – 1. 
c) 2 – 3 – 1. 
d) 1 – 2 – 3. 
e) 3 – 1 – 2. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 163: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Com facas e panelas, supermercados expandem troca de selinho por prêmio 
 
As campanhas de fidelização de clientes com troca de selinhos por prêmios em supermercados viraram febre e devem avançar 
neste ano para além das panelas e facas. 
 
Uma das maiores empresas nesse segmento, a BrandLoyalty, que tem entre seus clientes o Pão de Açúcar e o Extra, calcula ter 
movimentado 760 milhões de selos, trocados por cerca de 8 milhões de produtos como facas, panelas e outros. 
 
De origem holandesa, a BrandLoyalty afirma que já tem o Brasil como seu quinto mercado de maior faturamento atualmente e 
que, neste mês, Pão de Açúcar, Extra e Muffato abrem novas temporadas de prêmios. 
 
Nos cerca de 60 países em que desenvolve suas campanhas, a BrandLoyalty já fez programas semelhantes, distribuindo bichinhos 
de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários. 
 
Segundo a empresa, o Pão de Açúcar distribuiu no ano passado mais de 800 mil panelas Fontignac, que foram trocadas por mais 
de 90 milhões de selos. O Extra, cuja campanha ofereceu facas da marca Royal VKB, movimentou mais de 260 milhões de 
selinhos e distribuiu mais de 2 milhões de produtos. 
 
A estratégia está em selecionar produtos que se tornem desejados pelo público-alvo ao longo de, em média, 18 semanas de 
compras. E é preciso fazer gestão de segurança. Os selinhos adesivos são impressos no exterior e numerados individualmente 
para evitar fraudes, com sistema de rastreamento do código de cada uma das unidades. 
 
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2019/03/com-facas-e-panelas-supermercados-expandem-troca-
de-selinho-por- 
premio.shtml>. Acesso em: 25 mar. 2019) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Os clientes dos supermercados recebem os selos de acordo com as compras que realizam. 
2. Pão de Açúcar, Extra e Muffato vão expandir a troca de selos por prêmios em cerca de 60 países. 
3. As campanhas com troca de selinhos por prêmios têm o objetivo de promover a venda de facas e panelas. 
 
Está/Estão de acordo com o texto a(s) afirmativa(s): 
a) 1 apenas. 
b) 2 apenas. 
c) 1 e 3 apenas. 
d) 2 e 3 apenas. 
e) 1, 2 e 3. 
Gabarito: A 
 
Questão 164: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
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O texto a seguir é referência para a questão. 
Com facas e panelas, supermercados expandem troca de selinho por prêmio 
 
As campanhas de fidelização de clientes com troca de selinhos por prêmios em supermercados viraram febre e devem avançar 
neste ano para além das panelas e facas. 
 
Uma das maiores empresas nesse segmento, a BrandLoyalty, que tem entre seus clientes o Pão de Açúcar e o Extra, calcula ter 
movimentado 760 milhões de selos, trocados por cerca de 8 milhões de produtos como facas, panelas e outros. 
 
De origem holandesa, a BrandLoyalty afirma que já tem o Brasil como seu quinto mercado de maior faturamento atualmente e 
que, neste mês, Pão de Açúcar, Extra e Muffato abrem novas temporadas de prêmios. 
 
Nos cerca de 60 países em que desenvolve suas campanhas, a BrandLoyalty já fez programas semelhantes, distribuindo bichinhos 
de pelúcia, álbuns de figurinhas, panelas e refratários. 
 
Segundo a empresa, o Pão de Açúcar distribuiu no ano passado mais de 800 mil panelas Fontignac, que foram trocadas por mais 
de 90 milhões de selos. O Extra, cuja campanhaofereceu facas da marca Royal VKB, movimentou mais de 260 milhões de 
selinhos e distribuiu mais de 2 milhões de produtos. 
 
A estratégia está em selecionar produtos que se tornem desejados pelo público-alvo ao longo de, em média, 18 semanas de 
compras. E é preciso fazer gestão de segurança. Os selinhos adesivos são impressos no exterior e numerados individualmente 
para evitar fraudes, com sistema de rastreamento do código de cada uma das unidades. 
 
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/2019/03/com-facas-e-panelas-supermercados-expandem-troca-
de-selinho-por- 
premio.shtml>. Acesso em: 25 mar. 2019) 
 
Os selos utilizados nas campanhas de fidelização são fornecidos às empresas por: 
a) Fontignac. 
b) BrandLoyalty. 
c) Pão de Açúcar. 
d) Extra. 
e) Royal VKB. 
Gabarito: B 
 
Questão 165: NC-UFPR - Fisc (Curitiba)/Pref Curitiba/"Sem Área"/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte início de um texto retirado do jornal El País
 (https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/16/ ciencia/1555413116_188030.html): 
 
Os pacientes que consomem maconha regularmente podem precisar de uma sedação duas vezes maior do que o nível habitual 
quando passam por procedimentos médicos, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores no Colorado (EUA). 
 
Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem das ideias que dão sequência lógica ao trecho acima. 
 
( ) O médico osteopata de medicina interna e principal pesquisador do estudo, Mark Twardowski, afirma que “alguns dos 
medicamentos sedativos têm efeitos secundários dependendo da dose, o que significa que quanto maior a dose, maior a 
probabilidade de problemas. Isso se torna particularmente perigoso quando a função respiratória suprimida é um efeito 
secundário conhecido”. 
 
( ) O estudo, publicado no The Journal of the American Osteopathic Association, examinou mais de 250 registros médicos de 
pacientes que receberam procedimentos endoscópicos após 2012, quando o Estado do Colorado legalizou a cannabis 
recreativa. 
 
( ) A equipe do doutor está agora desenvolvendo um estudo de acompanhamento sobre as diferenças nos requisitos de 
sedação e anestesia, assim como o manejo da dor após o procedimento para os usuários habituais de cannabis em relação 
aos não usuários. 
 
( ) O doutor Twardowski afirma também que “esse estudo realmente marca um pequeno primeiro passo. Ainda não 
entendemos o mecanismo por trás da necessidade de doses mais altas, o que é importante para encontrar melhores 
soluções de administração da atenção”. 
 
( ) O resultado foi que os pacientes que fumavam ou ingeriam cannabis diária ou semanalmente precisavam 14% a mais de 
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fentanil, 20% a mais de midazolam e 220% a mais de propofol para conseguir uma sedação excelente nos procedimentos 
de rotina, incluindo a colonoscopia. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo. 
a) 1 – 2 – 5 – 4 – 3. 
b) 3 – 1 – 4 – 5 – 2. 
c) 1 – 3 – 4 – 2 – 5. 
d) 4 – 3 – 1 – 2 – 5. 
e) 3 – 1 – 5 – 4 – 2. 
Gabarito: E 
 
Questão 166: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Em entrevista à Revista Veja, Claire Wardle, pesquisadora da Universidade de Harvard que lidera o First Draft, projeto de combate 
à desinformação na internet, fala sobre notícias falsas que circulam na internet. Quanto a um trecho dessa entrevista, numere a 
coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
 
1. Diz a máxima que não existe 
publicidade ruim. A verificação 
não pode acabar servindo como 
divulgação para informações 
deturpadas? 
( ) No Brasil, poderia haver 
uma telenovela com um 
enredo sobre isso. Deveríamos 
falar disso em Hollywood, nas 
escolas, nas casas de repouso, 
em todo lugar, porque todo 
mundo é afetado por isso. 
 
2. E qual é o ambiente em que 
essas habilidades deveriam ser 
ensinadas? 
( ) Há muita pesquisa 
acadêmica que sugere que dar 
oxigênio a um rumor é danoso. 
É preciso ter cuidado, porque 
um rumor sem amplificação 
não é problemático. 
 
 
 
 
3. A senhora já afirmou que o 
WhatsApp 
está sob pressão no Brasil. Como 
lidar 
com a questão da poluição 
informativa 
na plataforma? 
( ) Quando Duterte foi eleito, 
nas Filipinas, houve um 
questionamento sobre a 
desinformação no Facebook, 
mas poucos pesquisadores 
estavam examinando a 
questão de perto. Então Trump 
foi eleito e as pessoas 
passaram a se questionar do 
porquê de um resultado 
eleitoral tão surpreendente. 
Começaram a investigar, e 
encontraram, por 
exemplo, sites de notícias 
enganosas feitas por 
adolescentes macedônios. 
 
 
4. Qual foi o ponto de virada que 
fez o tema 
da desinformação se tornar tão 
central? 
( ) Precisamos pensar em um 
processo de dispersão de baixo 
para cima, achar 
influenciadores que tenham 
participação em muitos grupos 
de WhatsApp por todo o país. 
Precisamos mapear o país 
dessa maneira, de forma mais 
estratégica. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 4 – 3 – 2 – 1. 
b) 2 – 3 – 4 – 1. 
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c) 3 – 2 – 1 – 4. 
d) 2 – 1 – 4 – 3. 
e) 4 – 1 – 2 – 3. 
Gabarito: D 
 
Questão 167: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
O aplauso de pé, por Ruy Castro 
 
Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira 
no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para 
o cargo de primeira-ministra. Voltou ao palco e, há tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes 
diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a plateia a aplaudiu de pé por 
longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”. 
 
Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas por que de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é 
mais que suficiente. 
 
Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken 
Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, 
ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu 
seus papéis pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeir a 
opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim. 
 
Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé . No 
Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se 
começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo? 
 
Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão 
oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-
de-pe.shtml) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. No primeiro parágrafo, “cabeças coroadas” faz menção a diferentes títulos da nobreza. 
2. No início do terceiro parágrafo, a expressão “sempre foi assim” retoma a ideia presente em “o aplauso sentado é mais 
que suficiente”. 
3. No terceiro parágrafo, “de saída” significa que ela foi premiada com o Oscar só mais ao final da carreira.4. No terceiro parágrafo, o autor fez uso de travessão em vez de vírgula para realçar um gesto importante no processo 
descritivo da personalidade da atriz. 
 
Assinale a alternativa correta. 
 
a) Somente a afirmativa 4 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 168: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
O aplauso de pé, por Ruy Castro 
 
Glenda Jackson, a atriz britânica, acaba de estrear com “Rei Lear” na Broadway. Ela é danada. Nos anos 90, trocou sua carreira 
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no cinema e no teatro por uma cadeira no Parlamento, candidatou-se a prefeita de Londres pelos trabalhistas e foi cogitada para 
o cargo de primeira-ministra. Voltou ao palco e, há tempos, foi homenageada numa cerimônia em que estavam presentes 
diversas categorias de cabeças coroadas. Quando seu nome foi anunciado e ela surgiu no palco, a plateia a aplaudiu de pé por 
longos minutos. Glenda esperou os aplausos silenciarem, sorriu e disse: “Em Londres, não aplaudimos de pé”. 
 
Aplausos, tudo bem – ela diria –, mas por que de pé? Representar direito o papel é a obrigação do ator. O aplauso sentado é 
mais que suficiente. 
 
Sempre foi assim. Ao surgir no cinema, com filmes como “Delírios de Amor” (1969) e “Mulheres Apaixonadas” (1971), de Ken 
Russell, e “Domingo Maldito” (1971), de John Schlesinger, foi como se viesse de um planeta mais adulto que o nosso. De saída, 
ganhou dois Oscars – que aceitou, mas não foi receber. E, embora fosse filha de um pedreiro e de uma faxineira, nunca escolheu 
seus papéis pelo que lhe renderiam em dinheiro, mas pelo que exigiriam dela como atriz. Aliás, o cinema nunca foi sua primeir a 
opção, daí ter feito poucos filmes. O teatro, sim. 
Se fosse uma atriz brasileira de teatro, Glenda Jackson teria de repetir todas as noites sua advertência sobre aplaudir de pé. No 
Brasil, assim que qualquer espetáculo termina, todos se levantam e, tenham gostado ou não, começam a bater palmas. Se já se 
começa pelo aplauso de pé, o que será preciso fazer quando tivermos realmente gostado de um espetáculo? 
 
Neste momento, haverá outra atriz no mundo disposta a encarar o papel de Rei Lear? É uma peça de três horas e meia e serão 
oito récitas por semana. Glenda está com 82 anos. Isto, sim, é caso para aplaudir de pé. 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/04/o-aplauso-de-pe.shtml) 
 
Com base no texto, é correto inferir que: 
a) só tem sentido aplaudir de pé quando o público é qualificado. 
b) o público de teatro londrino é mais exigente que o brasileiro. 
c) aplaudir de pé, no Brasil, não tem significado especial. 
d) os brasileiros que frequentam teatro não consideram que representar bem seja obrigação do ator. 
e) o público brasileiro considera desrespeito ao trabalho do ator não o aplaudir de pé. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 169: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Uma espécie comum na fauna das redes sociais é o comentarista que não se conforma com os gastos em ciência que não se 
revertem diretamente em descobertas classificadas como “úteis”. Por “úteis”, entenda a cura do câncer, a solução para a miséria 
na África ou algo do tipo. Esse leitor acha que não tem cabimento apontar antenas para o céu em busca de ETs enquanto os 
hospitais públicos do Rio não têm antibióticos. 
 
Logo de cara, o argumento não é tão ruim assim. Afinal, utilidade prática é um ótimo critério para investir dinheiro público. Pena 
que ele quase nunca foi adotado. Prova disso é que, de 1940 em diante, os EUA, sozinhos, gastaram pelo menos 5,48 trilhões de 
dólares em armamento nuclear. Isso foi só 7% do custo total da birra com a União Soviética. Também foi necessário projetar os 
mísseis e aviões que levariam essas bombas por aí, é claro. Cada unidade do bombardeiro “invisível” B-2 Spirit (que só foi 
terminado em 1997, anos após a queda do Muro de Berlim) saiu por 2,1 bilhões de dólares. […] 
 
Hoje, na feliz ausência de um conflito armado de grande escala, um dos jeitos mais fáceis de unir pessoas de diferentes 
especialidades é buscar alienígenas – ou tentar imaginar como eles seriam, uma área de pesquisa conhecida como astrobiologia. 
 
Fomentar um ambiente produtivo assim não é nem de longe tão caro quanto parece. Uma das pedras fundamentais da 
astrobiologia foi o telescópio Kepler, o caçador de exoplanetas da Nasa – que já encontrou bem mais de 3 mil mundos fora do 
Sistema Solar, vários com potencial para abrigar vida como a conhecemos (ou vida como não a conhecemos, que é justamente o 
foco da astrobiologia). Ele custou 550 milhões de dólares – um quarto do valor de um único B-2 Spirit. Questão de prioridades? 
 
(Adaptado de: https://super.abril.com.br/opiniao/porque-procurar-ets-e-bom-para-a-ciencia-e-a-sociedade/) 
 
O autor emite sua opinião a partir de uma perspectiva: 
a) militar. 
b) política. 
c) sociológica. 
d) econômica. 
e) científica. 
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Gabarito: D 
 
Questão 170: NC-UFPR - ADO (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Uma espécie comum na fauna das redes sociais é o comentarista que não se conforma com os gastos em ciência que não se 
revertem diretamente em descobertas classificadas como “úteis”. Por “úteis”, entenda a cura do câncer, a solução para a miséria 
na África ou algo do tipo. Esse leitor acha que não tem cabimento apontar antenas para o céu em busca de ETs enquanto os 
hospitais públicos do Rio não têm antibióticos. 
 
Logo de cara, o argumento não é tão ruim assim. Afinal, utilidade prática é um ótimo critério para investir dinheiro público. Pena 
que ele quase nunca foi adotado. Prova disso é que, de 1940 em diante, os EUA, sozinhos, gastaram pelo menos 5,48 trilhões de 
dólares em armamento nuclear. Isso foi só 7% do custo total da birra com a União Soviética. Também foi necessário projetar os 
mísseis e aviões que levariam essas bombas por aí, é claro. Cada unidade do bombardeiro “invisível” B-2 Spirit (que só foi 
terminado em 1997, anos após a queda do Muro de Berlim) saiu por 2,1 bilhões de dólares. […] 
Hoje, na feliz ausência de um conflito armado de grande escala, um dos jeitos mais fáceis de unir pessoas de diferentes 
especialidades é buscar alienígenas – ou tentar imaginar como eles seriam, uma área de pesquisa conhecida como astrobiologia. 
 
Fomentar um ambiente produtivo assim não é nem de longe tão caro quanto parece. Uma das pedras fundamentais da 
astrobiologia foi o telescópio Kepler, o caçador de exoplanetas da Nasa – que já encontrou bem mais de 3 mil mundos fora do 
Sistema Solar, vários com potencial para abrigar vida como a conhecemos (ou vida como não a conhecemos, que é justamente o 
foco da astrobiologia). Ele custou 550 milhões de dólares – um quarto do valor de um único B-2 Spirit. Questão de prioridades? 
 
(Adaptado de: https://super.abril.com.br/opiniao/porque-procurar-ets-e-bom-para-a-ciencia-e-
a-sociedade/) 
 
Considere as seguintes estratégias discursivas: 
 
1. demonstrar que o princípio da utilidade não costuma orientar a destinação de recursos econômicos. 
2. demonstrar que pesquisas para encontrar alienígenas não só atendem o princípio da utilidade como envolvem menos 
recursos. 
3. demonstrar que a utilidade não deve ser um critério para nortear a destinação de recursos para a pesquisa. 
 
É/São estratégia(s) do autor para debater com os internautas identificados na primeira linha do texto: 
a) 2 apenas. 
b) 3 apenas. 
c) 1 e 2 apenas. 
d) 1 e 3 apenas.e) 1, 2 e 3. 
Gabarito: C 
 
Questão 171: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Ciência da mudança 
 
Hélio Schwartsman 
 
Um programa humorístico “mainstream” dos anos 70 ou 80, daqueles que a família se reunia em torno da TV para assistir junta, 
não iria ao ar hoje nos canais abertos nem no turno da madrugada. É que boa parte das piadas que nos faziam rir no passado 
soam hoje insuportavelmente machistas, homofóbicas, racistas etc. Nossas sensibilidades mudaram. Por quê? Como? 
 
É a essas perguntas que o jurista convertido em estudioso do comportamento humano Cass Sunstein (Harvard) tenta responder 
em seu mais recente livro, “How Change Happens” (como a mudança ocorre). 
 
A revisão de normas sociais pode ser rápida ou devagar, pode dar-se para o bem ou para o mal. Se a escravidão, que foi vista 
como perfeitamente natural durante a maior parte da história, tornou-se um tabu quase universal, o anti-intelectualismo, do qual 
as pessoas se envergonhavam uma década atrás, não só foi normalizado como é um dos elementos que marcam a recessão 
democrática que o mundo atravessa. 
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Uma das muitas razões por que esses processos são tão dinâmicos é que as pessoas não revelam suas reais preferências 
se estas não se coadunarem com a norma social vigente, mas basta que a regra seja contestada por um certo número de 
indivíduos (“tipping point”) para que a todos se sintam livres para dizer o que de fato pensam, levando eventualmente ao colapso 
do antigo consenso. Já se a norma social reflete as preferências, aí é difícil mudá-la, mesmo alterando a legislação. Um bom 
exemplo é a persistência de práticas racistas. 
 
Sunstein apoia-se em muita pesquisa científica e doses generosas de bom senso liberal. O conjunto da obra é um pouco 
descosido, já que o livro foi elaborado a partir de artigos publicados anteriormente. Essa falta de unidade não impede o autor de 
propor discussões interessantes. Devemos usar a lei para fazer avançar agendas políticas? Existem limites para o nível de 
transparência que devemos exigir dos governantes? 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/ciencia-da-mudanca.shtml) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. O autor avalia que o livro de Sunstein deixa a desejar, por ser descosido e não oferecer respostas a algumas perguntas. 
 
2. O anti-intelectualismo é exemplo de revisão das normas sociais para o bem. 
 
3. As pessoas esperam só revelam o que realmente pensam quando mais pessoas já expressaram a mesma ideia. 
4. Quando as normas sociais estão de acordo com o que as pessoas pensam, são mais fortes que as leis. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 2 apenas. 
b) Somente as afirmativas 1 e 2. 
c) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
Gabarito: C 
 
Questão 172: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Cientistas comprovaram, pela primeira vez, que o ritmo da entrada e saída de ar no corpo cria uma atividade elétrica no cérebro 
humano que acentua os julgamentos emocionais e até lembranças desconfortáveis. Esses efeitos se alteram se a pessoa está 
inspirando ou expirando – e se ela respira pelo nariz ou pela boca. 
 
No estudo, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de Northwestern, voluntários foram capazes de identificar 
uma expressão amedrontada mais rapidamente quando deparavam com o rosto enquanto inalavam do que quando exalavam. Os 
participantes tiveram mais facilidade em se lembrar de um objeto quando se deparavam com ele enquanto inspiravam do que 
quando expiravam. O efeito desaparecia se eles estivessem respirando pela boca. 
 
“Uma das principais descobertas desse estudo é que existe uma grande diferença na atividade cerebral na amígdala e no 
hipocampo durante a inspiração em comparação com a expiração”, explicou a autora principal do estudo, Christina Zelano, 
professora assistente de neurologia da Escola de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern. “Quando você inspira, nós 
descobrimos que você está estimulando neurônios no córtex olfativo, amígdala e hipocampo, através de todo o seu sistema 
límbico”. O estudo foi publicado noperiódico científico Journal of Neuroscience. O autor sênior é Jay Gottfried, professor de 
neurologia na Feinberg. 
 
Os pesquisadores chegaram a essas conclusões ao acompanhar sete pacientes com epilepsia que estavam com cirurgias cerebrais 
marcadas. Uma semana antes dos procedimentos, um cirurgião implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a 
origem das convulsões. Isso permitiu que os cientistas adquirissem dados eletrofisiológicos diretamente do cérebro dos pacientes. 
Os sinais elétricos registrados mostraram que a atividade cerebral flutuou durante a respiração. A atividade ocorre em áreas 
cerebrais nas quais emoções, memórias e cheiros são processados. 
 
A descoberta levou os cientistas a se perguntar se as funções cognitivas tipicamente associadas com essas regiões do cérebro – 
especialmente o processamento do medo e da memória – poderiam ser afetadas também pela respiração. A amígdala está 
fortemente associada com o processamento emocional, em particular emoções relacionadas ao medo. Desse modo, os cientistas 
pediram a 60 pessoas, no ambiente do laboratório, que tomassem uma decisão rápida sobre expressões emotivas enquanto 
registravam a respiração deles. 
 
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Os voluntários receberam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tiveram de indicar rapidamente qual emoção 
cada rosto estava expressando. Quando encaravam as fotos durante a inspiração, os indivíduos as reconheciam como 
amedrontadas mais rapidamente do que quando faziam o mesmo durante a expiração. Isso não aconteceu com as expressões de 
surpresa. Esse efeito diminuiu quando os participantes realizaram a mesma tarefa enquanto respiravam pela boca. [...] 
 
Em um experimento que tinha como objetivo acessar a função da memória (ligada ao hipocampo), os mesmos participantes 
observaram fotos de objetos em uma tela de computador e foram instruídos a memorizá-las. Os pesquisadores descobriram que 
os participantes do experimento se lembraram melhor quando tinham encarado as imagens durante a inspiração. 
 
“Isso significa que uma respiração rápida poderia conferir vantagens quando alguém está numa situação perigosa”, explica 
Zelano. “Se você está em um estado de pânico, o ritmo da sua respiração se torna mais rápido”, afirma. “Como resultado, você 
passará proporcionalmente mais tempo inalando do que em um estado calmo; assim, a resposta natural do nosso corpo ao medo 
em aumentar a frequência da respiração pode ter um impacto positivo no funcionamento do cérebro e resultar em uma resposta 
mais rápida a estímulos perigosos do ambiente.” Outro insight potencial da pesquisa diz respeito aos mecanismos básicos da 
meditação ou percepção da respiração. “Quando a pessoa inspira, em certa medida está sincronizando oscilações cerebrais por 
meio da rede límbica”. 
 
(Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html) 
 
Com base no texto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F): 
 
( ) O experimento foi realizado com pacientes com epilepsia que iam se submeter a cirurgia cerebral. 
( ) No texto, são mencionados dois experimentos. 
( ) Os experimentos foram feitos com grupos diferentes de participantes. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) V – V – V. 
b) F – V – V. 
c) V – F – V. 
d) V – F – F. 
e) F – V – F.Gabarito: E 
 
Questão 173: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Cientistas comprovaram, pela primeira vez, que o ritmo da entrada e saída de ar no corpo cria uma atividade elétrica no céreb ro 
humano que acentua os julgamentos emocionais e até lembranças desconfortáveis. Esses efeitos se alteram se a pessoa está 
inspirando ou expirando – e se ela respira pelo nariz ou pela boca. 
 
No estudo, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de Northwestern, voluntários foram capazes de identificar 
uma expressão amedrontada mais rapidamente quando deparavam com o rosto enquanto inalavam do que quando exalavam. Os 
participantes tiveram mais facilidade em se lembrar de um objeto quando se deparavam com ele enquanto inspiravam do que 
quando expiravam. O efeito desaparecia se eles estivessem respirando pela boca. 
 
“Uma das principais descobertas desse estudo é que existe uma grande diferença na atividade cerebral na amígdala e no 
hipocampo durante a inspiração em comparação com a expiração”, explicou a autora principal do estudo, Christina Zelano, 
professora assistente de neurologia da Escola de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern. “Quando você inspira, nós 
descobrimos que você está estimulando neurônios no córtex olfativo, amígdala e hipocampo, através de todo o seu sistema 
límbico”. O estudo foi publicado noperiódico científico Journal of Neuroscience. O autor sênior é Jay Gottfried, professor de 
neurologia na Feinberg. 
 
Os pesquisadores chegaram a essas conclusões ao acompanhar sete pacientes com epilepsia que estavam com cirurgias cerebrais 
marcadas. Uma semana antes dos procedimentos, um cirurgião implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a 
origem das convulsões. Isso permitiu que os cientistas adquirissem dados eletrofisiológicos diretamente do cérebro dos pacientes. 
Os sinais elétricos registrados mostraram que a atividade cerebral flutuou durante a respiração. A atividade ocorre em áreas 
cerebrais nas quais emoções, memórias e cheiros são processados. 
 
A descoberta levou os cientistas a se perguntar se as funções cognitivas tipicamente associadas com essas regiões do cérebro – 
especialmente o processamento do medo e da memória – poderiam ser afetadas também pela respiração. A amígdala está 
fortemente associada com o processamento emocional, em particular emoções relacionadas ao medo. Desse modo, os cientistas 
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html)
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80 
 
pediram a 60 pessoas, no ambiente do laboratório, que tomassem uma decisão rápida sobre expressões emotivas enquanto 
registravam a respiração deles. 
 
Os voluntários receberam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tiveram de indicar rapidamente qual emoção 
cada rosto estava expressando. Quando encaravam as fotos durante a inspiração, os indivíduos as reconheciam como 
amedrontadas mais rapidamente do que quando faziam o mesmo durante a expiração. Isso não aconteceu com as expressões de 
surpresa. Esse efeito diminuiu quando os participantes realizaram a mesma tarefa enquanto respiravam pela boca. [...] 
 
Em um experimento que tinha como objetivo acessar a função da memória (ligada ao hipocampo), os mesmos participantes 
observaram fotos de objetos em uma tela de computador e foram instruídos a memorizá-las. Os pesquisadores descobriram que 
os participantes do experimento se lembraram melhor quando tinham encarado as imagens durante a inspiração. 
 
“Isso significa que uma respiração rápida poderia conferir vantagens quando alguém está numa situação perigosa”, explica 
Zelano. “Se você está em um estado de pânico, o ritmo da sua respiração se torna mais rápido”, afirma. “Como resultado, você 
passará proporcionalmente mais tempo inalando do que em um estado calmo; assim, a resposta natural do nosso corpo ao medo 
em aumentar a frequência da respiração pode ter um impacto positivo no funcionamento do cérebro e resultar em uma resposta 
mais rápida a estímulos perigosos do ambiente.” Outro insight potencial da pesquisa diz respeito aos mecanismos básicos da 
meditação ou percepção da respiração. “Quando a pessoa inspira, em certa medida está sincronizando oscilações cerebrais por 
meio da rede límbica”. 
 
(Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. A palavra “encaravam” está empregada no texto em sentido conotativo. 
2. Na frase “Outro insight potencial da pesquisa...”, “potencial” significa que se trata de algo ainda a ser comprovado. 
 
3. O estudo visa monitorar as reações no cérebro das pessoas quando elas sentem medo. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 174: NC-UFPR - Ana Prev (FOZPREV)/FOZPREV/Arquivologia/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Assinale a alternativa em que é dada mais ênfase à quantidade de eleitores que compareceu às urnas para votar. 
a) Acreditando que pudesse haver uma mudança significativa, a grande quantidade de eleitores que compareceu às urnas 
para votar desiludiu-se. 
b) Embora tenha se desiludido, a grande a quantidade de eleitores que compareceu às urnas para votar acreditava que 
pudesse haver uma mudança significativa. 
c) A grande quantidade de eleitores que compareceu às urnas para votar acreditando que pudesse haver uma mudança 
significativa desiludiu-se. 
d) Embora tenha se desiludido, acreditando que pudesse haver uma mudança significativa, uma grande quantidade de 
eleitores compareceu às urnas para votar. 
e) Ao comparecer às urnas para votar acreditando que pudesse haver uma mudança significativa, a quantidade de eleitores 
que se desiludiu foi grande. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 175: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere a seguinte tira: 
 
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/como_a_respiracao_afeta_sentimentos.html)
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81 
 
 
(Retirado de: <https://tirasarmandinho.tumblr.com/>. Acesso em 12 jun. 2018.) 
 
Com base na tirinha, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. Os meninos dão significados diferentes para a palavra “marca”. 
 
2. No último quadrinho, a expressão “essa aqui” se refere à marca do fabricante da camiseta. 
 
3. O menino da direita entende “marca” como “etiqueta”. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
e) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
 
Gabarito: A 
 
Questão 176: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte trecho de uma notícia extraída do jornal Tribuna do Paraná (<https://www.tribunapr.com.br/noticias/ 
curitiba-regiao>): 
 
Dois cavalos do Centro de Pesquisa e Produção de Imunobiológicos (CPPI) que haviam sido roubados na terça-feira (17) foram 
recuperados na sexta-feira (20) após a ligação de um morador da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Os animais estavam 
amarrados em uma área de matagal no bairro Veisópolis, em Pinhais. Segundo o veterinário do CPPI, João Minozzo, o estado de 
saúde dos cavalos é bom, apesar de algumas arranhaduras. 
 
No CPPI, em Piraquara, também na RMC, os cavalos são utilizados no processo de produção de soro contra o veneno da aranha- 
marrom. O centro de pesquisa vinculado à Secretaria de Estado da Saúde doParaná (SESA-PR) tem 72 animais. A partir do 
plasma do sangue desses dois cavalos que haviam sido roubados, o Estado produz 1,2 mil ampolas de soro por ano, quantidade 
suficiente para atender 120 pacientes. 
 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
a) Os ladrões usariam os cavalos para produção de soro contra o veneno da aranha-marrom. 
b) Os ladrões usaram cavalos para roubar soro contra o veneno da aranha-marrom. 
c) Os cavalos pertenciam ao Centro de Pesquisa e Produção de Imunobiológicos (CPPI) de Piraquara. 
d) Os ladrões que roubaram os cavalos trabalhavam no Centro de Pesquisa e Produção de Imunobiológicos (CPPI) em 
Piraquara. 
e) Dos 72 cavalos roubados do Centro de Pesquisa e Produção de Imunobiológicos (CPPI) de Piraquara, apenas dois foram 
recuperados. 
Gabarito: C 
 
Questão 177: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere a seguinte tira de Armandinho: 
 
 
(https://www.facebook.com/tirasarmandinho/) 
 
http://www.tribunapr.com.br/noticias/
http://www.facebook.com/tirasarmandinho/)
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82 
 
Com base na tira, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. A pergunta da avó no primeiro quadrinho poderia ter sido “Você está torcendo pelo Brasil?”. 
 
2. Armandinho pensou que a avó estava se referindo ao futebol. 
 
3. A vó de Armandinho se referia à situação econômica do país. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: A 
 
Questão 178: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
A explosão das medusas em todo o mundo se deve a uma série de fatores inter-relacionados. Uma das principais causas é o 
excesso de pesca de seus predadores naturais, como o atum, o que ao mesmo tempo elimina a concorrência pelo alimento e o 
espaço de reprodução. Em paralelo, diversas atividades humanas em regiões costeiras também ajudam a explicar o fenômeno: ali 
onde enormes quantidades de nutrientes são jogadas no mar (em forma de resíduos agrícolas, por exemplo), produzindo grandes 
explosões de populações de algas e plânctons, que consomem o oxigênio da água e geram as denominadas zonas mortas. Não 
muitos peixes e mamíferos aquáticos conseguem sobreviver nelas, mas as medusas sim, além de encontrarem no plâncton uma 
fonte de alimentação abundante e ideal. Quando as populações de medusas conseguem se estabelecer, as larvas de outras 
espécies acabam sendo parte do cardápio também, desequilibrando a cadeia trófica. 
 
As medusas são, além disso, um dos poucos vencedores naturais da mudança climática, já que seu ciclo reprodutivo é favorecido 
pelo aumento da temperatura nos ciclos oceânicos. Mas há mais fatores. Existem evidências de que certas espécies de medusa se 
reproduzem com mais facilidade junto a estruturas costeiras artificiais, como molhes e píeres. Por isso, é difícil saber se os 
esforços para deter, ou até reverter a mudança climática, representam uma solução à crescente presença de medusas nos mares, 
pelo menos enquanto continuem gerando problemas em ecossistemas costeiros e cadeias alimentares marinhas. [...] 
 
No entanto – e não muito longe de Monte Hermoso – um cientista elucubra uma ideia mais interessante: se queremos resolver o 
problema das medusas, temos de parar de vê-las como um mal, e começar a vê-las como comida. 
 
(Disponível em: 
<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/ciencia/1537282711_864007.html>.) 
 
Entre principais e secundários, o texto menciona como causas de origem antrópica da proliferação de medusas: 
a) 2 fatores. 
b) 3 fatores. 
c) 4 fatores. 
d) 6 fatores. 
e) 7 fatores. 
Gabarito: C 
 
Questão 179: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam à especulação imobiliária e uma 
estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se 
adaptem aos tempos. Eles foram submetidos a alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos para 
adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi 
colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou a ela uma moral, com o objetivo de alertar as meninas quanto às intenções 
perversas dos desconhecidos. 
 
Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz. Se a 
Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua 
atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma 
linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por 
isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] 
 
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83 
 
A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por 
uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de 
Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças 
sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a 
morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as 
crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tristezas e de 
suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem 
violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. 
 
Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 
melhores contos da tradição popular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas 
são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e 
infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do 
mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiços”. Com 
sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da 
avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá- 
 las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as 
partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória 
humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
 
(Marta Rebón. Disponível em: 
<https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/18/eps/1537265048_460929.html>.) 
 
Com relação aos contos tradicionais, a autora: 
a) defende a ideia de que eles precisam ser reelaborados, para se adequarem aos valores de cada época. 
b) concorda que deve ser proibido assustar as crianças por meio dos contos, para que isso não as afaste da leitura. 
c) vê com bons olhos as versões dos irmãos Grimm, que abrandaram o enredo e passaram a apresentar finais felizes. 
d) considera a infinita repetição como um aspecto negativo dos contos, mas que é compensado pela infinitavariedade. 
e) é favorável a que tenham finais tristes e abordem situações de desigualdade, crueldade e infortúnios. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 180: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
‘Ferrugem’: um ótimo nacional encara o cyberbullying 
 
Um celular perdido, um vídeo viralizado, e Tati, de 16 anos, se vê no meio de um furacão que abalaria qualquer um – e muito 
mais uma menina a quem ainda falta o equipamento emocional para lidar com uma situação tão drástica de exposição da 
intimidade e de ostracismo social. Os amigos e amigas vão caindo fora; com os pais, ela não consegue falar. Renet, o garoto com 
quem ela começava a engatar um flerte quando tudo começou, dá as costas a ela. E Tati, interpretada pela ótima novata Tiffanny 
Dopke, de fisionomia suave e jeitinho cativante, sucumbe à pressão. 
 
‘Ferrugem’, do diretor Aly Muritiba, é um dos pontos altos de uma safra surpreendentemente boa do cinema nacional nos últimos 
meses (completada ainda por ‘Aos Teus Olhos’, ‘As Boas Maneiras’, ‘O Animal Cordial’ e ‘Benzinho’). Da agitação e cacofonia dessa 
primeira parte do filme, Muritiba vai, na segunda metade, para um estilo oposto: com atenção e reflexão, acompanha o 
sofrimento de Renet (o também muito bom Giovanni de Lorenzi) com as consequências do episódio que afetou Tati. Aqui, duas 
visões morais muito distintas se opõem: a do pai (Enrique Diaz), que quer poupar Renet, e a da mãe (a calorosa Clarissa Kiste), 
que quer obrigá-lo a enfrentar os fatos. 
 
Maduro, lúcido, muito bem escrito e filmado, ‘Ferrugem’ está na comissão de frente dos possíveis indicados do Brasil ao Oscar do 
ano que vem. 
 
(Disponível em: <https://veja.abril.com.br/tveja/em-cartaz/ferrugem-um-otimo-nacional-encara-o-cyberbullying/>. Acesso 
em 31/08/2018.) 
 
Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: 
 
( ) O filme “Ferrugem”, segundo a reportagem apura, concorrerá ao Oscar de melhor filme estrangeiro no ano que vem. 
 
( ) O filme “Ferrugem” narra a história de uma menina, Tati, que tem sua intimidade exposta publicamente depois de perder 
o celular. 
 
( ) O filme apresenta duas linhas narrativas: uma agitada e dissonante, e outra, psicológica e reflexiva. 
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( ) O filme “Ferrugem” critica a exposição descuidada dos adolescentes em redes sociais. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) F – F – V – V. 
b) F – V – V – F. 
c) V – F – F – V. 
d) V – V – F – F. 
e) V – F – V – V. 
Gabarito: B 
 
Questão 181: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava. 
O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de 
pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito 
queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam. 
 
Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 
O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No 
fora do tempo. 
 
O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na 
minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda 
chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da 
Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional 
queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante 
dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional 
queimando. […] 
Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na 
mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de 
Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carne iro da Cunha. “A 
realidade é Science Fiction”. 
 
Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em 
muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. 
Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
 
A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas 
em dimensões continentais”. […] 
 
Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O 
bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob 
controle”. 
 
Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida 
que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”. 
 
O Brasil está queimando. 
 
E o meteoro estava dentro do museu. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.) 
 
Sobre o texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. O articulista não expressa opiniões nesse texto, atendo-se aos fatos ocorridos. 
2. O articulista contrapõe a existência de um Museu do Amanhã no Rio de Janeiro com a falta de uma representação do 
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passado diante do incêndio do Museu Nacional. 
3. Trata-se de um texto narrativo, pois conta a história do que aconteceu com o articulista naquele dia. 
4. O articulista do texto é uma mulher. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 3 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
Gabarito: B 
 
Questão 182: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava. 
O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de 
pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito 
queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam. 
 
Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 
O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No 
fora do tempo. 
 
O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na 
minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda 
chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da 
Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional 
queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante 
dosportões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional 
queimando. […] 
Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na 
mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de 
Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A 
realidade é Science Fiction”. 
 
Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em 
muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. 
Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
 
A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas 
em dimensões continentais”. […] 
 
Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O 
bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob 
controle”. 
 
Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida 
que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”. 
 
O Brasil está queimando. 
 
E o meteoro estava dentro do museu. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.) 
 
No oitavo parágrafo do texto, o articulador: 
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a) compara a destruição de Luzia com a falta de reconhecimento da mulher. 
b) denuncia a falta de memória do povo brasileiro diante do incêndio no museu. 
c) descreve a mudez do povo brasileiro diante dos desastres que ocorrem no país. 
d) descreve que seu trabalho é viver das palavras e por isso ele consegue compreender o que o aconteceu. 
e) compara o que sobrou do museu (a estrutura de “fora”) com a sua própria situação como cidadão do país. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 183: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava. 
O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de 
pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito 
queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam. 
 
Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 
O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No 
fora do tempo. 
 
O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na 
minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda 
chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da 
Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional 
queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante 
dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional 
queimando. […] 
 
Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na 
mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de 
Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A 
realidade é Science Fiction”. 
 
Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em 
muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. 
Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
 
A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas 
em dimensões continentais”. […] 
 
Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O 
bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob 
controle”. 
 
Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida 
que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”. 
 
O Brasil está queimando. 
 
E o meteoro estava dentro do museu. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.) 
 
No sexto parágrafo do texto, a expressão “O Museu Nacional queimando” é repetida inúmeras vezes. Ao fazer isso, o articulista: 
a) ressalta o desaparelhamento dos órgãos públicos de segurança. 
b) critica a atuação inoperante dos bombeiros e policiais que atenderam a ocorrência. 
c) reflete sobre os problemas que assolam a comunidade brasileira, como roubos, truculência da polícia e falta de segurança. 
d) demonstra a falta de infraestrutura do museu, que ocasionou o incêndio. 
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e) culpa a sociedade pela fatalidade. 
Gabarito: A 
 
Questão 184: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava. 
O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de 
pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito 
queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam. 
 
Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 
O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No 
fora do tempo. 
 
O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na 
minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda 
chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da 
Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional 
queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante 
dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional 
queimando. […] 
 
Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na 
mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de 
Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A 
realidade é Science Fiction”. 
 
Eu, que vivocom as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em 
muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. 
Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
 
A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas 
em dimensões continentais”. […] 
 
Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O 
bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob 
controle”. 
Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida 
que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”. 
 
O Brasil está queimando. 
 
E o meteoro estava dentro do museu. 
 
(Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.) 
 
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Observe a charge acima e considere as seguintes afirmativas: 
 
1. A relação entre a charge e o texto é que ambos tratam da importância do Museu do Amanhã. 
2. Tanto o articulista do texto do El País quanto o chargista contrapõem a existência de um Museu do Amanhã com a falta de 
preservação do passado, diante do incêndio do Museu Nacional. 
3. A crítica da charge adiciona o paradoxo das contas públicas que ora permite gastos elevados e ora alega falta de verba. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: D 
 
Questão 185: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir contém trechos de uma entrevista dada pelo psicólogo Luiz Hanns para a Revista Isto É. Numere a coluna da 
direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. Criar um 
Brasil mais 
justo exigiria o 
quê? 
( ) Além da corrupção sistêmica, que atinge as instituições, temos mais duas camadas, a endêmica e a 
sindrômica. Hoje nos indignamos com a corrupção pública grandiosa, mas aceitamos sua face endêmica, que é 
corromper o guarda rodoviário ou não avisar quando a conta do restaurante vem com itens a menos. 
2. Existem 
diferentes 
corrupções? 
( ) Se continuarmos achando que a corrupção é só sistêmica, uma mera questão de caráter, de moral e de leis, 
vamos passar por mais uma década perdida. Vamos de novo fracassar. Temos de enfrentar simultaneamente as 
três camadas da corrupção, a sistêmica, a endêmica e a sindrômica. 
3. Como se 
manifesta a 
corrupção 
sindrômica? 
( ) Não basta punir os malvados. Temos que aceitar duras verdades sobre nós mesmos. É preciso combater 
simultaneamente as várias dimensões da corrupção. Além das leis anticorrupção, é preciso uma campanha 
moralizadora que pregue ser inaceitável não só a grande corrupção pública, mas também a pequena corrupção 
privada. 
4. Então qual 
seria a 
solução? 
( ) Trata-se de uma síndrome que interliga burocracia com ineficiência produzindo talvez a maior parte da 
corrupção. No Brasil, tendemos ao burocratismo, uma doença que nos faz criar leis sufocantes, contraditórias e 
inexequíveis. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) 2 – 4 – 1 – 3. 
b) 3 – 1 – 4 – 2. 
c) 3 – 4 – 2 – 1. 
d) 2 – 3 – 4 – 1. 
e) 4 – 1 – 2 – 3. 
Gabarito: A 
 
Questão 186: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere abaixo o trecho inicial de uma notícia publicada na revista Superinteressante (edição 394, out/2018): 
 
O exame que dedura o pé na jaca 
 
Que atire a primeira pedra quem nunca quebrou a dieta. É uma prática comum que, em certos casos, pode ter consequências 
perigosas. 
 
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a 
sequência que dá lógica discursiva ao texto. 
 
( ) Proteínas e gorduras, por exemplo, são transformadas em aminoácidos e lipídeos. Os níveis dessas moléculas variam de 
acordo com a sua dieta. 
 
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( ) Um vegano possui um conjunto de dez metabólitos no sangue que é totalmente diferente de quem come carne. 
 
( ) A dieta DASH, por exemplo, é usada como tratamento para hipertensão. Descumprir o regime, então, é equivalente a 
interromper um remédio. 
 
( ) Os cientistas só precisaram encontrar o “perfil” de quem segue a dieta à risca. Quem difere desse padrão é fatalmente 
denunciado, como num bafômetro da junk food. 
 
( ) Foi pensando nos hipertensos que cientistas criaram um exame de sangue dedo-duro. O teste se baseia nos metabólitos 
processados durante a digestão. 
 
a) 4 – 5 – 1 – 3 – 2. 
b) 3 – 4 – 2 – 5 – 1. 
c) 3 – 4 – 1 – 5 – 2. 
d) 5 – 2 – 4 – 1 – 3. 
e) 5 – 2 – 4 – 3 – 1. 
Gabarito: C 
 
Questão 187: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Leia o texto abaixo: 
 
Já ouviu falar em altimetria, as métricas alternativas para acompanhar e avaliar a ciência? Pois é, elas estão aí! Redes sociais 
(Facebook, Twitter etc.), blogues, sites especializados e de notícias podem ser fonte para novas formas de medir o impacto da 
produção científica. Como essas novas mídias podem revelar a ciência em um ambiente onde a academia e a sociedade estão 
juntas, refletindo e se apropriando do debate, das controvérsias e das descobertas científicas? Será que poderemos transforma r 
polegares de curtidas e corações em indicadores para a ciência? 
 
A web já faz parte do cotidiano de pesquisadores, editoras e instituições científicas. Publicamos e lemos periódicos on -line e 
utilizamos plataformas da web social (Twitter, Facebook, blogues, YouTube etc.) para divulgar nossos trabalhos, fazer contatos, 
encontrar novos colaboradores… Nossas produções e resultados de pesquisa também circulam no ambiente on -line, recebendo 
curtidas e comentários, sinalizando um interesse que, até pouco tempo atrás, era muito mais difícil de acompanhar. O padrão 
ouro da avaliação dos artigos científicos até a década passada era a citação. Diante da possibilidade de se ver e monitorar todo 
esse diálogo da ciência em ação na internet, não seria interessante considerar essa uma nova forma de medir os impactos da 
ciência? 
 
(Disponível em: <http://cienciahoje.org.br/artigo/a-ciencia-compartilhada-na-rede/>. Acesso em 01, 
set. 2018.) 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. A altimetria refere-se a formas alternativas de avaliar artigos científicos que são compartilhados em plataformas online, 
como redes sociais. 
2. O texto configura o uso dessas métricas alternativas como uma forma menos qualificada de avaliação científica. 
3. A indagação que se dá no texto pretende levar o leitor à reflexão de que, já que os meios de publicação de informações 
científicas mudaram, o mesmo pode ocorrer com seus métodos avaliativos. 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: C 
 
Questão 188: NC-UFPR - Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto abaixo é referência para a questão. 
 
Quase todo mundo é ansioso. Segundo a Associação Internacional de Controle do Stress (ISMA), 72% dos trabalhadores 
brasileiros são estressados. Mais da metade da população estáacima do peso e tem problemas de sono – hoje se dorme 1h30 a 
menos, por noite, que na década de 1990. E nunca houve tanta gente, no mundo, sofrendo de depressão. De onde vem tudo 
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isso? Cada um desses problemas tem suas próprias causas. Mas novos estudos têm revelado um ponto em comum entre todos 
eles: a sua barriga. 
 
Dentro do sistema digestivo humano existe o que alguns pesquisadores já chamam de “segundo cérebro”, com meio bilhão de 
neurônios e mais de 30 neurotransmissores (incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo). 
Tudo isso para controlar uma função essencial do corpo: extrair energia dos alimentos. Mas novas pesquisas estão revelando que 
não é só isso. Os neurônios da barriga podem interferir, sem que você perceba, com o cérebro de cima, o da cabeça – afetando o 
seu comportamento, as suas emoções e até o seu caráter. […] 
 
Outros estudos já encontraram relação entre a falta de lactobacillus e doenças como depressão e anorexia. Esses 
microorganismos ajudam a manter a camada de muco que protege o intestino. Quando eles não estão presentes, essa barreira 
fica mais fraca, e surgem pequenas inflamações no intestino – que são encontradas em 35% das pessoas deprimidas. Para tentar 
entender o porquê, os cientistas autores da descoberta injetaram lactobacilos em ratos. As bactérias protegeram o intestino e 
produziram efeitos semelhantes aos de remédios antidepressivos. 
 
(Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/seu-segundo-cerebro/>. Acesso em 05, set. 2018.) 
 
Com relação ao texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: 
( ) O tema do texto é o estresse do cotidiano dos trabalhadores brasileiros. 
( ) De acordo com o texto, existe uma relação entre a saúde do intestino com a saúde da mente. 
 
( ) Para extrair a energia dos alimentos, nosso sistema digestivo conta com uma rede neurológica complexa, podendo ser 
comparado ao nosso cérebro. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) V – F – F. 
b) F – V – V. 
c) V – V – F. 
d) F – F – V. 
e) F – V – F. 
Gabarito: B 
 
Questão 189: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais 
 
Sérgio Pardellas 
 
Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma 
idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se 
informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
 
E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espect ro político, quase ninguém 
escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, 
é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do 
adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá 
na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”. 
 
Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasileiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e 
crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. 
Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara 
para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitas vezes não faz qualquer 
sentido, não junta lé com cré. 
 
O pior é quando o texto embute uma meia-verdade bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a 
mensagem e, se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade. 
 
A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente, 
constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, autocrítica é fundamental. A mídia exagera, beatifica e lincha na mesma 
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velocidade, enviesa e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não 
aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalista gosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem 
torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom 
debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas 
ainda não inventaram modelo mais eficaz. 
 
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma 
catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua 
existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da 
cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-jamais/>.) 
 
Com relação às ideias presentes no texto, considere as seguinte afirmativas: 
 
1. Com a expressão “a pena do jornalista” (5º parágrafo), o autor faz referência ao que os jornalistas escrevem. 
2. Ao mencionar que o filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard disse “que ensinaria às pessoas como produzir uma catástrofe”, 
o autor insinua que ele teria sido o precursor da fake news. 
3. Com o termo “beócio”, o autor faz uma referência positiva aos que replicam informações pelo whatsapp. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: A 
 
Questão 190: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais 
 
Sérgio Pardellas 
 
Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma 
idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se 
informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
 
E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espectro político, quase ninguém 
escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, 
é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do 
adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá 
na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”. 
 
Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasi leiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e 
crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. 
Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara 
para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitasvezes não faz qualquer 
sentido, não junta lé com cré. 
O pior é quando o texto embute uma meia-verdade bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a 
mensagem e, se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade. 
 
A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente, 
constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, autocrítica é fundamental. A mídia exagera, beatifica e lincha na mesma 
velocidade, enviesa e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não 
aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalista gosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem 
torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom 
debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas 
ainda não inventaram modelo mais eficaz. 
 
O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma 
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catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua 
existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da 
cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-
jamais/>.) 
 
Em relação ao tema do texto, é correto afirmar que: 
a) As disputas entre direita e esquerda são causadas pelas fake news. 
b) As fake news compartilhadas via whatsapp originam-se de ações inadvertidas da mídia. 
c) O aprimoramento da divulgação de informações é imprescindível para o estancamento definitivo da divulgação de falsas 
notícias. 
d) A distorção das informações realizada pelos jornalistas resulta em debates nocivos à democracia. 
e) A disseminação de notícias via whatsapp é realizada em detrimento da verdade, que é relativizada em favor de interesses 
pessoais. 
Gabarito: E 
 
Questão 191: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O texto a seguir é referência para a questão. 
 
Doutor, quero me parecer com minha selfie 
 
Cada vez mais requisitantes de cirurgias plásticas tentam parecer com suas fotos retocadas em filtros de aplicativos 
 
Nós nos acostumamos a nos ver com orelhas de cachorro sobre nossa cabeça e até com olhos totalmente desproporcionais. Os 
filtros de aplicativos como o Snapchat, Instagram e Facetune permitem que mudemos a aparência física a nosso bel -prazer. 
Muitas vezes porque a selfie ficou muito escura, mas em outras será para ressaltar as maçãs do rosto e clarear a pele. Esses 
apps se transformaram em verdadeiros laboratórios fotográficos digitais à procura da aprovação social do like e, para um número 
cada vez maior de pessoas, delas mesmas. Os pacientes de cirurgias plásticas que querem se parecer com seu eu do celular 
aumentaram no último ano. Esse fenômeno tem nome graças a um artigo da doutora Neelham Vashi na revista de cirurgia 
plástica JAMA: “dismorfia do Snapchat”. 
 
Um estudo da Academia Norte-Americana de Cirurgia Facial, Plástica e Reconstrutiva afirma que 55% dos cirurgiões plásticos 
receberam em 2017 pacientes que queriam operar para sair melhor nas selfies – especialmente adolescentes. Como Vashi explica 
na publicação, são pessoas que tentam se parecer com uma versão fantasiosa de si mesmas. “As pessoas levam suas fotos de 
determinados ângulos e com certos tipos de luz”, afirma. O risco de querermos nos transformar em uma versão filtrada de nós 
mesmos, de transformar o físico através de aplicativos e de ficarmos obcecados por isso que chamamos de defeitos é cair em um 
transtorno dismórfico corporal (TDC). “As redes sociais se transformam em um acelerador para esse tipo de pessoa, que se 
preocupa em como se parece diante dos outros”, afirma a doutora. [...] 
 
(Garcia, Jorge. <Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/20/tecnologia/1534765145_147411.html>. Acesso em 
23/08/18.) 
 
Sobre a opinião da doutora Neelham Vashi, assinale a alternativa correta. 
a) Filtros de aplicativo só deveriam servir para melhorar a luz quando a selfie ficou muito escura. 
b) Os cirurgiões plásticos não devem dar aprovação a quem procura esse tipo de cirurgia. 
c) Ficar parecidos com nossas fotos é uma expectativa irreal, porque as fotos são tiradas em condições favoráveis. 
d) O número de requisitantes de cirurgia plástica cresceu 55% em 2017. 
e) A cirurgia plástica é o tratamento mais indicado para o transtorno dismórfico corporal. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 192: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte trecho inicial de uma notícia publicada na revista Super Interessante (edição 394, out/2018): 
Onde as formigas constroem os formigueiros? 
 
Depende bastante da espécie de formiga. 
 
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a 
sequência que dá lógica discursiva ao texto. 
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( ) As formigas traçam os caminhos por meio de feromônios, substância que permite que os insetos se comuniquem. 
 
( ) Umas constroem sua casa acima do solo. Outras, abaixo. Já a formiga-carpinteira faz seu ninho em árvores ou em 
qualquer madeira disponível, tal qual os cupins. 
 
( ) Em geral, a toca tem várias galerias, usadas para estoque ou transporte de detritos, por exemplo. 
( ) Assim, nenhuma cava um túnel que não dê em lugar algum. 
( ) Nesse mundo de mais de 13 mil espécies, há até as que estão mais para cigarra boa-vida do que para a formiga da 
fábula: nem se dão o trabalho de erguer um formigueiro. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo. 
a) 2 – 1 – 3 – 5 – 4. 
b) 4 – 3 – 1 – 2 – 5. 
c) 1 – 4 – 5 – 3 – 2. 
d) 2 – 4 – 1 – 3 – 5. 
e) 4 – 1 – 3 – 5 – 2. 
Gabarito: E 
 
Questão 193: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
O Ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, entre 2011 e 2015, concedeu entrevista à revista Veja. Numere a coluna da 
direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. O senhor provocou debate 
acirrado entre educadores do 
mundo todo ao afirmar que a 
escola moderna é vítima do 
“eduquês”. Por que o assunto 
causou tanto barulho? 
( ) Muitos batem na tecla de que prova faz mal. Acham que ela submete o aluno a um alto 
grau de stress, sem necessidade. Vão aí na contramão do que afirmam os grandes 
pesquisadores. Eles já sabem que, ao ser questionada e posta a refletir sobre um conteúdo, 
a criança consegue absorvê-lo melhor, avançando no conhecimento. Também a disciplina é 
um ponto em que a condescendência e a leitura enviesada de velhas teorias ofuscam a 
razão. 
2. A neurociência vem mapeando 
os caminhos que a informação 
percorre no cérebro de uma 
criança até ser assimilada. As 
escolas já começaram a fazer uso 
desse conhecimento? 
 
 
( ) Infelizmente, a grande maioria passa ao largo dessas descobertas. E isso as mantém 
congeladas no tempo, aferradas a pensamentos anacrônicos. 
 
 
3. Quais boas práticas exatamente 
essa ala de educadores rejeita? 
( ) Minha crítica bate de frente com uma linha muito celebrada nas escolas de hoje. É uma 
corrente que dá ênfase excessiva às atitudes e à formação cívica do aluno e deixa em 
segundo plano o conhecimento propriamente dito. Pergunto: como investir em formação 
cívica se o estudante não consegue nem ler o jornal? Vejo vários educadores por aí se 
perdendo em uma linguagem hermética,dúbia e demagógica para falar sobre seus objetivos 
difusos para a sala de aula. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 3 – 1 – 2. 
b) 2 – 1 – 3. 
c) 1 – 2 – 3. 
d) 2 – 3 – 1. 
e) 3 – 2 – 1. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 194: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio. 
 
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para 
familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no 
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suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência 
comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores 
tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte. 
 
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, 
quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o 
restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse. 
 
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes 
represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma 
prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar 
o risco de novas tentativas. 
 
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação, para evitar que as pessoas se desencantem com a vida. 
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia. 
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o 
personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo 
motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” – uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um 
suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuai s 
de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real 
por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas é 
decisivo para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade. 
 
(Disponível em: <https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/>. Acesso em 28 abr. 2018.) 
 
 
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas: 
 
 
1. O texto tematiza o sensacionalismo que cerca a divulgação de casos de suicídio pela imprensa, muitas vezes cometidos ao 
vivo. 
2. A intenção do texto é apresentar as razões que tornam legítimo o receio da imprensa em divulgar casos de suicídio, para 
respeitar a angústia de quem perde um ente querido. 
3. O autor critica a ideia de que a divulgação de casos de suicídio possa induzir outras pessoas a cometerem atos dessa 
natureza. 
4. O objetivo da campanha “Prevenir suicídio – um imperativo global” é fazer com que a imprensa deixe de relatar casos de 
suicídio. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 3 é verdadeira. 
b) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
Gabarito: A 
 
Questão 195: NC-UFPR - Med (UFPR)/UFPR/Anestesiologia/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
 
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Com base no texto acima, considere as seguintes afirmativas: 
 
1. O humor da tira é produzido pelo recurso da paródia. 
2. Se o verbo “explorar” estivesse conjugado com o pronome “nós”, teria a forma “exploremo-nos”. 
3. O menino está tentando determinar a raiz da violência nos dias atuais. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. 
b) Somente a afirmativa 2 é verdadeira. 
c) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. 
d) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2 e 3 são verdadeiras. 
Gabarito: E 
 
Questão 196: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Considere o seguinte trecho do texto “A obesidade entorpece o sentido do paladar”, que se refere a uma pesquisa que averiguou 
as respostas fisiológicas à dieta em ratos de laboratório: 
 
A obesidade entorpece o sentido do paladar 
 
[…] Os cientistas alimentaram um grupo de ratos com uma dieta composta por 58% de gordura e deram uma dieta normal (14% 
de gordura) ao grupo de controle. Ao final de oito semanas, os ratos com a comida insalubre pesavam um terço a mais e tinham 
25% menos papilas gustativas na língua do que os outros. 
 
(https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/20/ciencia/1521558844_786559.html) 
Com base no título e no trecho do texto acima, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas: 
( ) A obesidade em ratos causa disfunção sensorial do paladar. 
( ) Ratos obesos são mais sensíveis ao sabor da comida. 
( ) Ratos obesos são aqueles que foram alimentados por comida nociva à saúde. 
 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
a) V – F – V. 
b) V – V – F. 
c) F – V – F. 
d) V – F – F. 
e) F – F – V. 
Gabarito: A 
 
Questão 197: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Interpretação de Textos (compreensão) 
Em entrevista à revista Veja (https://complemento.veja.abril.com.br/entrevista/ronaldo-fenomeno.html), Ronaldo Fenômeno diz 
querer ser gestor de um time de futebol. No Brasil ou no exterior. Quanto a um trecho dessa entrevista, numere a coluna da 
direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. Qual foi seu primeiro negócio? 
2. E a sociedade com Fort Lauderdale Strikers, clube dos Estados Unidos? 
3. Qual posição é a mais difícil: a de empresário ou de artilheiro? 
 
( ) Fora do campo é muito mais difícil. Fazer gols era fácil e muito mais rentável também (risos). 
 
( ) Não lembro... Mas desde cedo me vendo, trabalho com minha imagem no futebol. Sempre fui muito curioso, queria 
entender como tudo funcionava. [...] Depois que parei de jogar, passei a investir. 
 
( ) Saí há quase dois anos. Mas tenho simpatia e carinho. Estou fazendo pesquisa, buscando clubes de futebol, quero ter 
uma experiência como gestor de um clube, estou olhando o mercado em geral, até o Brasil. 
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo. 
a) 2 – 1 – 3. 
b) 3 – 2 – 1. 
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c) 1 – 3 – 2. 
d) 3 – 1 – 2. 
e) 1 – 2 – 3. 
Gabarito: D 
 
Questão 198: NC-UFPR - Arqt (Curitiba)/Pref Curitiba/2019 
Assunto: Tipologia Textual 
O texto a seguir é referência para a questão abaixo. 
 
Ciência da mudança 
 
Hélio Schwartsman 
 
Um programa humorístico “mainstream” dos anos 70 ou 80, daqueles que a família se reunia em torno da TV para assistir junta, 
não iria ao ar hoje nos canais abertos nem no turno da madrugada. É que boa parte das piadas que nos faziam rir no passado 
soam hoje insuportavelmente machistas, homofóbicas, racistas etc. Nossas sensibilidades mudaram. Por quê? Como? 
 
É a essas perguntas que o jurista convertido em estudioso do comportamento humano Cass Sunstein (Harvard) tenta responder 
em seu mais recente livro, “How Change Happens”(como a mudança ocorre). 
 
A revisão de normas sociais pode ser rápida ou devagar, pode dar-se para o bem ou para o mal. Se a escravidão, que foi vista 
como perfeitamente natural durante a maior parte da história, tornou-se um tabu quase universal, o anti-intelectualismo, do qual 
as pessoas se envergonhavam uma década atrás, não só foi normalizado como é um dos elementos que marcam a recessão 
democrática que o mundo atravessa. 
 
Uma das muitas razões por que esses processos são tão dinâmicos é que as pessoas não revelam suas reais preferências 
se estas não se coadunarem com a norma social vigente, mas basta que a regra seja contestada por um certo número de 
indivíduos (“tipping point”) para que a todos se sintam livres para dizer o que de fato pensam, levando eventualmente ao colapso 
do antigo consenso. Já se a norma social reflete as preferências, aí é difícil mudá-la, mesmo alterando a legislação. Um bom 
exemplo é a persistência de práticas racistas. 
 
Sunstein apoia-se em muita pesquisa científica e doses generosas de bom senso liberal. O conjunto da obra é um pouco 
descosido, já que o livro foi elaborado a partir de artigos publicados anteriormente. Essa falta de unidade não impede o autor de 
propor discussões interessantes. Devemos usar a lei para fazer avançar agendas políticas? Existem limites para o nível de 
transparência que devemos exigir dos governantes? 
 
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019/04/ciencia-da-mudanca.shtml) 
 
Pelas suas características, esse texto é um exemplo de: 
a) crônica. 
b) dissertação. 
c) notícia. 
d) resenha. 
e) texto informativo. 
Gabarito: D 
 
Questão 199: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Reescrita de Frases. Substituição de palavras ou trechos de texto. 
O Texto a seguir, é referência para a questão. 
 
O dia 1º de outubro foi dedicado ao idoso e o próximo dia 12 é a data das crianças. A proximidade das duas comemorações não 
foi planejada: o Dia da Criança é comemorado há quase 50 anos A) e lembra uma promoção de duas empresas que fabricam 
mercadorias para o público infantil e que criaram, dessa maneira, uma boa circunstância para o aumento de seu lucro. Aliás, é 
bom dizer que o índice de vendas para esse dia só é menor que o de outras duas datas exploradas comercialmente: o Natal e o 
Dia das Mães. 
 
O Dia do Idoso, por sua vez, é comemorado no dia 1º há pouco tempo, e a data foi escolhida porque lembra a criação do 
Estatuto do Idoso. Ainda não há exploração, tampouco efeito comercial B), mas creio que não demorará para que isso ocorra. 
Esse fato não planejado, entretanto, C) nos dá a oportunidade de pensarmos a respeito das duas fases da vida que são 
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extremidades de um percurso. O que há em comum entre elas? E) 
 
Em primeiro lugar, a negação de ambas. A infância, tanto quanto a velhice, tem perdido seu lugar neste mundo. Já nascemos 
jovens e continuamos assim até o fim de nossa vida. É interessante perceber que adaptamos até a linguagem coloquial de modo 
a esconder essas condições da vida. Em relação às crianças, passamos a nos referir a elas como “baixinhos”, “pequenos” e seus 
correlatos, inclusive em textos jornalísticos, que usam e abusam de tais substitutos. Por certo você já ouviu a frase que afi rma 
que a criança não é a miniatura de um adulto, não é? Mas essas palavras, que são usadas para suprimir a outr a criança, apenas 
confirmam a tese negada na frase. 
 
Para o velho, reservamos a palavra idoso D) para situações formais – avisos de atendimento preferencial, por exemplo –, mas 
elegemos expressões como terceira idade ou melhor idade para ocultar a velhice. Aliás, li um texto escrito por um advogado 
recentemente que afirmou que ser chamado de velho hoje permite até processo por reparação de dano moral. Isso quer dizer 
que a palavra velho transformou-se em xingamento grave, veja só! [...] 
 
Temos orgulho de crianças que se comportam como jovens e de velhos com “espírito jovem”. Deveríamos é ter empatia e 
respeito com nossa infância e nossa velhice, isso sim. Por tudo isso, e por tudo aquilo que não coube neste texto dizer, 
poderíamos transformar as duas datas em uma, apenas: o dia dos excluídos. 
 
(Rosely Sayão, Extremidades da vida, FSP, 08/10/09) 
 
Assinale a alternativa em que a reescrita da expressão destacada mantém o sentido original do texto. 
a) ... é comemorado há quase 50 anos ... (primeiro parágrafo) → ...foi celebrado faz quase 50 anos ... 
b) ... tampouco efeito comercial (segundo parágrafo) → ... com efeito comercial limitado. 
c) Esse fato não planejado, entretanto, ... (terceiro parágrafo) → Esse fato não planejado, não obstante, ... 
d) Para o velho, reservamos a palavra idoso... (quinto parágrafo) → Para o velho, deixamos de lado a palavra idoso ... 
e) O que há em comum entre elas? (terceiro parágrafo) → O que elas fazem ao mesmo tempo? 
 
Gabarito: C 
 
Questão 200: NC-UFPR - Fisc Trib (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 
Assunto: Reescrita de Frases. Substituição de palavras ou trechos de texto. 
O texto a seguir contém trechos de uma entrevista dada pelo astronauta Scott Kelly para a Revista Galileu. Numere a coluna da 
direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas. 
 
1. Antes de se aposentar, em 2016, aos 52 anos, você passou 520 dias no espaço. Como se sente a respeito de sua 
carreira? 
 
2. Em Endurance você conta que, no início da exploração espacial, os astronautas eram escolhidos pela habilidade de pilotar 
espaçonaves, mas hoje há qualidades mais valorizadas. Qual seria “a coisa certa” para a primeira tripulação em Marte? 
 
3. Há problemas em aberto com relação aos voos espaciais que precisamos resolver antes de embarcarmos em jornadas 
interplanetárias. Quais são os fundamentais? 
 
4. Esse interesse renovado pela Lua deu início a conversas entre a Nasa, a Roscosmos e outras agências visando a 
construção de uma “EEI” na órbita da Lua na década de 2020. Como seria estar a bordo de uma estação dessas? 
 
( ) Você não poderia voltar tão rápido em caso de uma emergência. Além disso, os atrasos de comunicação não 
seriam tão longos, então ainda seria possível manter uma conversa pelo telefone. A estação poderia ser reabastecida 
com suprimentos, mas seria mais complicado. Ir até a Lua não é como ir até a órbita terrestre baixa. 
 
( ) Pessoas que sejam capazes de trabalhar bem juntas, como um time, que sejam tecnicamente competentes, confiáveis. 
Pessoas que tenham muitas outras habilidades além de pilotar. 
 
( ) O que vai nos impedir de ir a Marte ou desacelerar nossa potencial jornada é o financiamento para isso. Será caro, 
vamos precisar de pessoas no governo que reconheçam o valor da ciência, da pesquisa e da descoberta. E creio que este 
seja o maior desafio que temos: não a ciência dos foguetes, mas a ciência política. 
 
( ) Privilegiado por ter voado ao espaço, por ter tido a oportunidade de fazer isso quatro vezes. Tive uma experiência bem 
diversificada, como piloto em uma missão de reparo do telescópio espacial Hubble e, mais tarde, ao voar como comandante 
do ônibus espacial até a estação. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
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a) 1 – 3 – 2 – 4. 
b) 4 – 3 – 2 – 1. 
c) 3 – 2 – 1 – 4. 
d) 1 – 4 – 3 – 2. 
e) 4 – 2 – 3 – 1. 
Gabarito: E 
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1 
 
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2 
 
Matemática 
 
Questão 1: Instituto AOCP - Vest (FCN)/FCN/2019 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Considere os seguintes conjuntos: 
 
A = {x ∈ N/x2 − x − 20 = 0} 
B = {x ∈ N/2 ≤ x < 7} C = {4; 6; 7; {8}} 
 
a) A ∩ B ∩ C = {5} 
b) A ∪ B = {5} 
c) B − A = {2; 3; 4; 6} 
d) {8} ⊂ C 
e) 8 ∈ C 
 
 
 
Gabarito: C 
 
Questão 2: Instituto AOCP - AU (UEFS)/UEFS/Administração/2018 
Assunto: Definição,subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Considerando as seguintes afirmações sobre o conjunto U = { 5, 6, 7, 9, 10}, analise-as e assinale a alternativa que aponta as 
verdadeiras. 
 
I. { } ⊂ U 
II. n(U) = 5 
III. {5} ∈ U 
IV. {3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10} ∩ U = U 
 
 
a) Apenas I , II e IV . 
b) Apenas III e IV. 
c) Apenas II e III. 
d) Apenas I e II. 
e) I, II, III e IV. 
Gabarito: A 
 
Questão 3: Instituto AOCP - Ana TIC I (PRODEB)/PRODEB/Arquitetura de Soluções/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Dados três conjuntos, A, B e C, e utilizando a simbologia de Conjuntos, o diagrama a seguir é descrito como 
 
 
a) A ∩ B ∩ C. 
b) A ∩ (B ∪ C). 
c) A ∪ (B ∩ C). 
d) A ∪ B ∩ C. 
e) A ∪ B ∪ C. 
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3 
 
Gabarito: B 
 
Questão 4: Instituto AOCP - Ana TIC II (PRODEB)/PRODEB/Back Up/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Dados três conjuntos: A, B e C, utilizando a simbologia de Conjuntos, o diagrama a seguir é descrito como 
 
 
a) A ∩ B ∩ C. 
b) A ∩ (B ∪ C). 
c) A ∪ (B ∩ C). 
d) A ∪ B ∩ C. 
e) A ∪ B ∪ C. 
Gabarito: C 
 
Questão 5: Instituto AOCP - Ana TI (UFOB)/UFOB/Infraestrutura/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Em matemática, conjunto é uma coleção, reunião, agrupamento de objetos, coisas, itens, números. Cada item desse conjunto é 
chamado de elemento. Em relação ao exposto, julgue o item a seguir. 
 
O símbolo ∈ significa pertence. É usado quando se quer dizer que um elemento pertence a um determinado conjunto. 
Já o símbolo ∉ significa não pertence e quer dizer que um elemento não pertence a um determinado conjunto. 
 
Certo 
Errado 
 
Gabarito: Certo 
 
Questão 6: Instituto AOCP - Ana TI (UFOB)/UFOB/Infraestrutura/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Em matemática, conjunto é uma coleção, reunião, agrupamento de objetos, coisas, itens, números. Cada item desse conjunto é 
chamado de elemento. Em relação ao exposto, julgue o item a seguir. 
 
⊂ denomina-se contém e serve para dizer que todos os elementos de um conjunto também são elementos de outro conjunto. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Errado 
 
Questão 7: Instituto AOCP - Ana TI (UFOB)/UFOB/Infraestrutura/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Em matemática, conjunto é uma coleção, reunião, agrupamento de objetos, coisas, itens, números. Cada item desse conjunto é 
chamado de elemento. Em relação ao exposto, julgue o item a seguir. 
 
Dados os conjuntos A, B e C não vazios, então (A ∩ B ) ∪ (A ∩ C ) = A ∩ (B ∪ C ). 
 
Certo 
Errado 
Gabarito: Certo 
 
Questão 8: Instituto AOCP - Ana TI (UFOB)/UFOB/Infraestrutura/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Em matemática, conjunto é uma coleção, reunião, agrupamento de objetos, coisas, itens, números. Cada item desse conjunto é 
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4 
 
chamado de elemento. Em relação ao exposto, julgue o item a seguir. 
 
Dados os conjuntos A e C não vazios, é correto afirmar que se A ∩ C = ϕ, então, obrigatoriamente, A = C = ϕ. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Errado 
 
Questão 9: Instituto AOCP - Tec (UFOB)/UFOB/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Na matemática, diz-se que um conjunto é a reunião de elementos com propriedades específicas, sendo possível efetuar 
operações entre dois ou mais conjuntos. Por exemplo, tem-se o conjunto das notas musicais, representado por M = {dó, ré, mi, 
fá, sol, lá, si} e o conjunto das vogais do alfabeto latino A = {a, e, i, o, u}. Facilmente, verifica-se que os dois conjuntos não 
possuem elementos em comum, sendo possível afirmar que a intersecção entre esses dois conjuntos é vazia. Em relação às 
Operações entre Conjuntos, julgue o item a seguir. 
Se A, B e C são três subconjuntos do conjunto U, tais que A ∩ B = Ø, A ∩ C = Ø, B ∩ C = Ø, então A U B U C = U. 
Certo 
Errado 
 
Gabarito: Errado 
 
Questão 10: Instituto AOCP - Tec (UFOB)/UFOB/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Na matemática, diz-se que um conjunto é a reunião de elementos com propriedades específicas, sendo possível efetuar 
operações entre dois ou mais conjuntos. Por exemplo, tem-se o conjunto das notas musicais, representado por M = {dó, ré, mi, 
fá, sol, lá, si} e o conjunto das vogais do alfabeto latino A = {a, e, i, o, u}. Facilmente, verifica-se que os dois conjuntos não 
possuem elementos em comum, sendo possível afirmar que a intersecção entre esses dois conjuntos é vazia. Em relação às 
Operações entre Conjuntos, julgue o item a seguir. 
 
Os conjuntos A = {x | x é divisor positivo de 18}, B = {x | x é divisor positivo de 30} e C = {x | x é múltiplo positivo de 3} são 
tais que (B ∩ C ) – (A ∩ B ) = {3, 6}. 
Certo 
Errado 
 
 
Gabarito: Errado 
 
Questão 11: Instituto AOCP - Adm (ADAF)/ADAF/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Dados os conjuntos H = {amarelo, azul, branco, verde, vermelho} , K = {azul, roxo, marrom, verde} e L = {roxo, azul}, então o 
conjunto será H − (K ∩ L)dado por 
a) {amarelo, azul, branco, verde}. 
b) {amarelo, azul, branco, vermelho}. 
c) {azul, branco, verde, vermelho}. 
d) {amarelo, azul, verde, vermelho}. 
e) {amarelo, branco, verde, vermelho}. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 12: Instituto AOCP - Ag Fisc Agro (ADAF)/ADAF/2018 
Assunto: Definição, subconjuntos, inclusão e pertinência, operações, conjunto das partes 
Dados os conjuntos M = {x, y, z, w, k} e N = {w, y, f}, então o número de elementos de M ∪ N e de M ∩ N serão dados, 
respectivamente, por 
a) 2 e 8. 
b) 8 e 3. 
c) 5 e 3. 
d) 6 e 2. 
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5 
 
e) 7 e 1. 
Gabarito: D 
 
Questão 13: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma academia oferece diversas modalidades de práticas esportivas. Dentre elas, as mais procuradas são hidroginástica e 
musculação. Uma análise das matrículas mostrou que, dos 221 matriculados, 147 praticavam hidroginástica, 128 praticavam 
musculação e 23 não praticavam nenhuma dessas modalidades. Com base nisso, quantos alunos praticavam as duas 
modalidades, hidroginástica e musculação? 
a) 77. 
b) 74. 
c) 70. 
d) 51. 
e) 19. 
Gabarito: A 
 
Questão 14: Instituto AOCP - Ana TI (UFPB)/UFPB/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Foi realizada uma pesquisa, entre os 3000 assinantes de uma operadora de TV a cabo, a respeito da audiência dos assinantes 
entre dois canais de filmes, o “Live” e o “Memory”. Após o término da pesquisa, constatou-se que metade dos assinantes não 
assistem a nenhum desses dois canais, 900 assinantes assistem o canal “Live” e 750 assistem o canal “Memory”. Dessa forma, o 
número de assinantes que assistem o canal “Memory”, mas não assistem o canal “Live”, é igual a 
a) 600. 
b) 650. 
c) 700. 
d) 750. 
e) 900. 
Gabarito: A 
 
Questão 15: Instituto AOCP - Ass TI (UFPB)/UFPB/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Foi feita uma pesquisa sobre os sistemas operacionais utilizados em aparelhos celulares e cada pessoa poderia escolher um, do is 
ou os três sistemas operacionais para ser(em) classificado(s) como excelente(s). 
 
Os resultados são apresentados nas informações a seguir: 
 
• 50 pessoas escolheram o sistema Android; 
 
• 54 pessoas escolheram o sistema iOS; 
 
• 40 pessoas escolheram o sistema Windows Phone; 
 
• 22 pessoasescolheram o sistema Android e o iOS; 
 
• 20 pessoas escolheram o sistema Android e o Windows Phone; 
 
• 16 pessoas escolheram o sistema iOS e o Windows Phone; 
 
• 12 pessoas escolheram os três sistemas operacionais. 
 
Sabendo que cada pessoa escolheu pelo menos 1 sistema operacional como o seu preferido, então é correto afirmar que o total 
de pessoas que escolheram somente o sistema Android é igual a 
a) 16. 
b) 18. 
c) 20. 
d) 24. 
e) 36. 
Gabarito: C 
 
Questão 16: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
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6 
 
Um professor aplicou uma prova contendo 3 questões. Cada questão de cada um dos 200 alunos foi depois corrigida e 
classificada como certa ou errada. Após a correção, verificou-se que: 
 
• 35 alunos não acertaram nenhuma questão; 
 
• a primeira questão foi feita corretamente por 120 alunos; 
 
• a segunda questão foi feita corretamente por 100 alunos; 
 
• a terceira questão foi feita corretamente por 85 alunos; 
 
• 25 alunos acertaram as três questões. 
Com base nas informações acima, o número de alunos que acertaram exatamente duas das questões é: 
a) 45. 
b) 50. 
c) 65. 
d) 90. 
e) 98. 
Gabarito: D 
Questão 17: Instituto AOCP - AIS (EMPREL)/EMPREL/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma loja de informática fez uma pesquisa para saber com qual tipo de computador seus clientes tinham preferência para 
trabalhar. 400 clientes falaram que preferem o computador de mesa, 600 disseram que preferem o computador portátil e 150 
clientes responderam que tanto faz o tipo de computador. Sabendo que todos os clientes optaram por pelo menos um dos dois 
tipos de computadores citados, qual foi o número de clientes que respondeu a pesquisa? 
a) 700 
b) 850 
c) 950 
d) 1100 
e) 1150 
Gabarito: B 
 
Questão 18: Instituto AOCP - AIS (EMPREL)/EMPREL/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Para os 80 funcionários do setor de tecnologia de uma empresa, foi aplicado um teste valendo 9,0 pontos, que foram distribuídos 
igualmente entre três questões sobre os conhecimentos da área. Sabe-se que: apesar de 70% dos funcionários terem acertado a 
questão número 01, apenas 10% do setor conseguiu tirar 9,0 pontos; 20 funcionários acertaram as questões de número 01 e 02; 
22 funcionários acertaram as questões de número 02 e 03; 18 funcionários acertaram as questões de número 01 e 03 e o número 
de acertos apenas na questão 02 é o mesmo que o número de acertos apenas na questão 03. Se nenhum dos funcionários zerou 
o teste, então é correto afirmar que 
a) 30 funcionários acertaram apenas a questão 01. 
b) 10 funcionários acertaram as três questões. 
c) Menos da metade dos funcionários acertou a questão 01. 
d) Mais de 50% dos funcionários erraram a questão 03. 
e) 46 funcionários acertaram apenas uma das três questões. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 19: Instituto AOCP - Adm (Pref S Bento S)/Pref S Bento do Sul/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma entrevista foi realizada com um grupo de funcionários públicos de um determinado departamento da prefeitura, a fim de 
saber em qual(is) dos feriados (Natal e Ano novo) eles trabalharam no último ano. O resultado foi o seguinte: 
 
 Número de 
funcionários 
Trabalharam no Natal 75 
Trabalharam no 
Ano novo 
36 
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7 
 
Trabalharam nos dois 
feriados 
15 
Não trabalharam nesses 
dois feriados 
21 
Com base nessas informações, quantos funcionários participaram dessa pesquisa? 
a) 147. 
b) 137. 
c) 127. 
d) 117. 
Gabarito: D 
 
Questão 20: Instituto AOCP - FTrib (S Bento Sul)/Pref S Bento do Sul/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em uma pesquisa que foi realizada com 320 pessoas para saber em qual de três candidatos à presidência da associação dos 
servidores municipais elas votariam, foram feitas as seguintes perguntas: Você votaria no candidato A? Você votaria no candidato 
B? Você votaria no candidato C? O resultado foi o seguinte: 
 
150 pessoas votariam em A; 
160 pessoas votariam em B; 
155 pessoas votariam em C; 
70 pessoas votariam em A e B; 
68 pessoas votariam em A e C; 
59 pessoas votariam em B e C; 
20 pessoas votariam em qualquer um dos três. 
 
Das 320 pessoas entrevistadas, quantas não votariam em nenhum dos três candidatos? 
a) 32 
b) 42 
c) 12 
d) 22 
Gabarito: A 
 
Questão 21: Instituto AOCP - Vest (FCN)/FCN/2019 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma pesquisa feita com 500 moradores de um bairro objetivava medir a frequência com que seus moradores andavam de 
bicicleta. 300 pessoas responderam que utilizavam a bicicleta em dias da semana para irem trabalhar, 400 pessoas afirmaram que 
utilizavam a bicicleta nos fins de semana para lazer e 40 pessoas disseram que não tinham e nem usavam bicicletas. Do total de 
entrevistados, quantas pessoas afirmaram que utilizam bicicleta tanto durante a semana como nos fins de semana? 
a) 200 
b) 240 
c) 260 
d) 280 
e) 300 
Gabarito: B 
 
Questão 22: NC-UFPR - Ass Prev (FOZPREV)/FOZPREV/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Um modelo de carro é vendido com opcionais de freios ABS, câmbio automático, ou ambos. Num mês, foram vendidas 291 
unidades desse veículo, sendo que 243 tinham freios ABS e 129 câmbio automático. Quantos veículos, vendidos nesse mês, 
possuíam simultaneamente freios ABS e câmbio automático? 
a) 210. 
b) 177. 
c) 162. 
d) 114. 
e) 81. 
Gabarito: E 
 
Questão 23: Instituto AOCP - Of (PM ES)/PM ES/Combatente/2018 
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8 
 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em um destacamento composto de 250 soldados, sabe-se que 150 soldados possuem idade abaixo ou igual a 18 anos, 130 
soldados possuem idade acima ou igual a 18 anos e x soldados possuem idade igual a 18 anos. 
Dessa forma, o valor de x é igual a 
a) 30. 
b) 40. 
c) 50. 
d) 60. 
e) 70. 
Gabarito: A 
 
Questão 24: Instituto AOCP - Sold (PM ES)/PM ES/Combatente/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Dados os conjuntos A = {1, 2, 3, 4} e B = {3, 4, 5}, então o número de elementos de A ∪ B é igual a 
a) 3. 
b) 4. 
c) 5. 
d) 6. 
e) 7. 
Gabarito: C 
 
Questão 25: Instituto AOCP - Sold (PM ES)/PM ES/Combatente/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
70 soldados se inscreveram em três cursos, em que cada curso é direcionado para uma área de atuação de suas funções: 
Combate a Incêndio, Busca e Salvamento ou Atendimento Pré-hospitalar. Cada soldado podia optar por se inscrever em um, em 
dois ou nos três cursos disponibilizados e todos os soldados se inscreveram em pelo menos um dos três cursos oferecidos, da 
seguinte maneira: 
 
• 59 soldados optaram por cursar Combate a Incêndio; 
 
• 56 soldados optaram por cursar Busca e Salvamento; 
 
• 33 soldados optaram por cursar Atendimento Pré-hospitalar; 
 
• 50 soldados optaram por cursar Combate a Incêndio e Busca e Salvamento; 
 
• 23 soldados optaram por cursar Busca e Salvamento e Atendimento Pré-hospitalar; 
 
• 25 soldados optaram por cursar Atendimento Pré-hospitalar e Combate a Incêndio; 
 
• 20 soldados optaram por cursar as três áreas oferecidas. 
 
Dessa forma, o número de soldados que optaram por cursar somente uma das três áreas de atuação é igual a 
a) 7. 
b) 8. 
c) 9. 
d) 10. 
e) 12. 
Gabarito: E 
 
Questão 26: Instituto AOCP - Ag Adm (IPM RP)/IPM RP/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Emuma exposição de Informática, em um stand de uma empresa, trinta pessoas responderam a uma única enquete: “Você 
utiliza o sistema operacional A ou utiliza o sistema operacional B?”. As pessoas podiam marcar somente um dos sistemas, nenhum 
ou ambos, conforme o seguinte quadro. 
 
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9 
 
5 
 
Ao final da enquete, foi observado que 15 pessoas marcaram como resposta o sistema operacional A; 10 pessoas marcaram como 
resposta o sistema operacional B; 5 pessoas marcaram como resposta os dois sistemas operacionais. Dessa forma, o número de 
pessoas que marcou como resposta nenhum dos dois sistemas operacionais é igual a 
a) 25. 
b) 20. 
c) 15. 
d) 10. 
e) 5. 
Gabarito: D 
 
Questão 27: Instituto AOCP - Tec Con (IPM RP)/IPM RP/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Para fins de dados estatísticos, foi feito um levantamento do quadro de funcionários de uma empresa sobre quantos funcionário s 
possuem ou não carteira de motorista e quantos usam ou não óculos. Os resultados obtidos foram os seguintes: 80% dos 
funcionários usam óculos; 2 dos funcionários que não usam óculos não possuem carteira de motorista; 90% dos funcionários 
possuem carteira de motorista. 
 
Dessa forma, é correto afirmar que, entre os funcionários que não possuem carteira de motorista, o percentual de funcionários 
que usa óculos é igual a 
a) 35%. 
b) 30%. 
c) 25%. 
d) 20%. 
e) 15%. 
Gabarito: D 
 
Questão 28: Instituto AOCP - Tec Con (IPM RP)/IPM RP/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Como parte do Projeto Pedagógico de uma escola, a cada bimestre os alunos deverão visitar um órgão público ou uma empresa 
particular ou ambos os lugares. Considere que, em um determinado bimestre, os alunos poderiam visitar a companhia de 
saneamento de sua cidade ou uma empresa de refrigerantes. Feita a votação entre os professores para escolha do local a ser 
visitado, em que cada professor poderia escolher mais de um local para a visita, os resultados foram os seguintes: 30 professores 
escolheram a companhia de saneamento; 15 professores escolheram a empresa de refrigerantes; 5 professores escolheram 
ambos os lugares. 
 
Sabendo que todos os professores votaram em pelo menos um dos dois lugares possíveis, então o número de professores que 
votou por visitar somente a companhia de saneamento foi igual a 
a) 50. 
b) 5. 
c) 10. 
d) 35. 
e) 25. 
Gabarito: E 
 
Questão 29: Instituto AOCP - Ana TIC I (PRODEB)/PRODEB/Arquitetura de Soluções/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em um congresso de informática realizado em Salvador, 1800 pessoas foram entrevistadas. Nessa entrevista, as pessoas 
opinaram se gostam do sistema operacional Alfa ou se gostam do sistema operacional Beta. Após o término da entrevista, 
observou-se que 1180 pessoas gostam do sistema operacional Alfa, 1050 pessoas gostam do sistema operacional Beta e 900 
gostam dos dois sistemas operacionais. 
 
Com base nessas informações, é correto afirmar que o número de pessoas que não gostam dos dois sistemas operacionais, Alfa e 
Beta, ou que não opinaram, é igual a 
a) 280. 
b) 470. 
c) 900. 
d) 150. 
e) 680. 
Gabarito: B 
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10 
 
 
Questão 30: Instituto AOCP - Ana TIC II (PRODEB)/PRODEB/Back Up/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em uma clínica de saúde, foram aplicadas dois tipos de vacinas, A e B, em 400 pacientes. Uma semana após essas aplicações, 
verificou-se que 200 pessoas tiveram rejeição à vacina A, 150 pessoas tiveram rejeição à vacina B e 100 pessoas não tiveram 
qualquer rejeição à vacina A e nem à vacina B. Dessa forma, o número de pacientes que tiveram rejeição às duas vacinas, A e B, 
é igual a 
a) 300. 
b) 150. 
c) 100. 
d) 50. 
e) 200. 
Gabarito: D 
 
Questão 31: Instituto AOCP - Tec (UFOB)/UFOB/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Na matemática, diz-se que um conjunto é a reunião de elementos com propriedades específicas, sendo possível efetuar 
operações entre dois ou mais conjuntos. Por exemplo, tem-se o conjunto das notas musicais, representado por M = {dó, ré, mi, 
fá, sol, lá, si} e o conjunto das vogais do alfabeto latino A = {a, e, i, o, u}. Facilmente, verifica-se que os dois conjuntos não 
possuem elementos em comum, sendo possível afirmar que a intersecção entre esses dois conjuntos é vazia. Em relação às 
Operações entre Conjuntos, julgue o item a seguir. 
 
Se em uma pesquisa com todos os clientes de uma empresa de informática sobre os dois softwares produzidos pela empresa 
(Malbare e Clentlet), constatou-se que vinte clientes utilizam o software Malbare, vinte e cinco clientes utilizam o software Clentlet 
e dez clientes utilizam os dois softwares, então 35 clientes foram consultados nessa pesquisa. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Certo 
 
Questão 32: NC-UFPR - Aux Adm (COREN PR)/COREN PR/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Numa academia, 38 alunos praticam natação e 52 musculação. 11 alunos não fazem parte de nenhum desses dois grupos. 
Se há um total de 83 alunos na academia, quantos desses praticam ambas, musculação e natação? 
a) 34. 
b) 20. 
c) 18. 
d) 9. 
e) 7. 
Gabarito: C 
 
Questão 33: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Análises Clínicas/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma escola com 650 alunos oferece cursos extra de inglês e espanhol. Se 280 alunos estudam inglês, 170 estudam espanhol e 
350 não estudam nenhuma dessas línguas, quantos alunos há, nessa escola, que estudam ambas as línguas, inglês e espanhol? 
a) 480. 
b) 450. 
c) 370. 
d) 200. 
e) 150. 
Gabarito: E 
 
Questão 34: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Uma sorveteria realizou uma pesquisa com 150 fregueses. A pesquisa consistiu em responder sim ou não às seguintes perguntas: 
 
• Você gosta de sorvete de baunilha? 
• Você gosta de sorvete de chocolate? 
 
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11 
 
Um total de 80 pessoas respondeu sim à primeira pergunta e 85 pessoas responderam sim à segunda. Sabendo que 23 dos 
entrevistados relataram não gostar de nenhum dos sabores de sorvete da pesquisa, o total de pessoas que disseram gostar de 
ambos os sabores foi de: 
a) 35. 
b) 38. 
c) 53. 
d) 119. 
e) 142. 
Gabarito: B 
 
Questão 35: Instituto AOCP - Ass (UNIR)/UNIR/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em uma recepção, foram servidas duas opções de suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compareceram 70 pessoas, 
das quais 25 tomaram suco de uva, 40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrigerante. Em relação a essa recepção, 
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
 
35 pessoas tomaram apenas suco de laranja. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Certo 
 
Questão 36: Instituto AOCP - Ass (UNIR)/UNIR/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferença 
Em uma recepção, foram servidas duas opções de suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compareceram 70 pessoas, 
das quais 25 tomaram suco de uva, 40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrigerante. Em relação a essa recepção, 
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
 
10 pessoas tomaram tanto o suco de uva quanto o de laranja. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Errado 
 
Questão 37: Instituto AOCP - Ass (UNIR)/UNIR/Tecnologia da Informação/2018 
Assunto: Número de elementos da união, da intersecção, do complemento e da diferençaEm uma recepção, foram servidas duas opções de suco: uva e laranja. Sabe-se que, nessa recepção, compareceram 70 pessoas, 
das quais 25 tomaram suco de uva, 40 tomaram suco de laranja e 10 tomaram apenas refrigerante. Em relação a essa recepção, 
julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir. 
 
60 pessoas tomaram ao menos um dos dois sucos. 
Certo 
Errado 
Gabarito: Certo 
 
Questão 38: Instituto AOCP - AC (IBGE)/IBGE/Análise de Sistemas/Desenvolvimento de Aplicações Web Mobile/2019 
Assunto: Números naturais: introdução, representação, propriedades 
Em um bairro de uma cidade existem 10 casas, numeradas de 1 a 10. Duas pessoas visitaram algumas dessas casas, para 
divulgação de um novo produto no mercado. Sabe-se que a primeira pessoa visitou as casas de número ímpar e a segunda visitou 
as casas cuja numeração era um número par e divisor de 8. 
Dessa forma, as casas que NÃO foram visitadas foram as que possuem as respectivas numerações iguais a 
a) 2 e 10. 
b) 4 e 10. 
c) 6 e 10. 
d) 2 e 8. 
e) 4 e 8. 
Gabarito: C 
 
Questão 39: Instituto AOCP - Ass Adm (UFFS)/UFFS/2019 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
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12 
 
4 
Para celebrar o aumento nas vendas de uma loja atacadista, o gerente decidiu dividir R$ 12.000,00 entre os oito funcionários 
contratados da loja, todos recebendo a mesma quantia em dinheiro. O dono da loja, ao ficar ciente da decisão do gerente, 
resolveu acrescentar mais R$ 3.000,00 ao valor inicial e, além dos oito funcionários, incluiu mais quatro funcionários estagiários 
da loja, sendo que, novamente, essa nova quantia foi dividida igualmente entre o total de funcionários contratados e estagiários. 
Como a decisão do dono da loja foi executada, se compararmos a quantia em dinheiro que um dos funcionários contratados 
receberia na partilha do valor inicial com a quantia que esse funcionário recebeu após a nova partilha, com o adicional propo sto 
pelo dono da loja, então esse funcionário recebeu 
a) R$ 250,00 a mais do que receberia na divisão inicial. 
b) R$ 500,00 a menos do que receberia na divisão inicial. 
c) a mesma quantia que receberia na divisão inicial. 
d) R$ 250,00 a menos do que receberia na divisão inicial. 
e) R$ 500,00 a mais do que receberia na divisão inicial. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 40: Instituto AOCP - Cont (CM C Sto Agos)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
Em um escritório, trabalham 10 pessoas e cada uma delas faz 4 intervalos durante um dia de trabalho, sendo que esses intervalos 
nunca ocorrem no mesmo horário. 
 
Considerando que cada intervalo é de 10 minutos, então o tempo total gasto com intervalos por essas 10 pessoas, em 25 dias de 
trabalho, é igual a 
a) 10.000 minutos. 
b) 12.000 minutos. 
c) 8.000 minutos. 
d) 6.000 minutos. 
Gabarito: A 
 
Questão 41: Instituto AOCP - Cont (CM C Sto Agos)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
Considere uma caixa na qual existem esferas de plástico de mesmo tamanho, cada uma de uma cor, entre três cores possíveis, 
sendo que: 7 esferas são cinzas, 5 esferas são azuis e o total de esferas vermelhas é igual a 3 do total obtido somando-se o total 
de esferas cinzas com o total de esferas azuis. Dessa forma, o total de esferas existentes nessa caixa é igual a 
a) 21. 
b) 17. 
c) 23. 
d) 19. 
Gabarito: A 
 
Questão 42: NC-UFPR - Tec (UFPR)/UFPR/Laboratório/Análises Clínicas/2018 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
Uma pilha de blocos de madeira idênticos mede 270 centímetros de altura, como indicado na figura ao lado. Qual será a distânc ia 
h, do topo do 5º bloco ao topo do 16º bloco? 
 
 
a) 165 cm. 
b) 160 cm. 
c) 150 cm. 
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13 
 
d) 145 cm. 
e) 135 cm. 
Gabarito: A 
 
Questão 43: Instituto AOCP - Aux Fisc Agro (ADAF)/ADAF/2018 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
Se somarmos o oposto de – 3 com o oposto de 7, obtemos como resultado 
a) 4. 
b) 3. 
c) – 3. 
d) – 4. 
e) zero. 
Gabarito: D 
 
Questão 44: Instituto AOCP - Aux Fisc Agro (ADAF)/ADAF/2018 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
A divisão do sucessor de 89 pelo antecessor de 31 resulta em 
a) 1. 
b) 2. 
c) 3. 
d) 4. 
e) 5. 
Gabarito: C 
 
Questão 45: Instituto AOCP - Aux Fisc Agro (ADAF)/ADAF/2018 
Assunto: Adição, subtração, multiplicação e divisão de números naturais 
O total de números que estão entre o dobro de 140 e o triplo de 100 é igual a 
a) 17. 
b) 19. 
c) 21. 
d) 23. 
e) 25. 
Gabarito: B 
 
Questão 46: NC-UFPR - Prof Mag (Curitiba)/Pref Curitiba/II/Matemática/2019 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Existem alguns números na Matemática que possuem algumas propriedades especiais, como é o caso dos “números perfeitos”. 
Esses números possuem a curiosa propriedade de serem iguais à soma de seus divisores próprios, ou seja, o conjunto dos 
divisores excetuando o próprio número. Um exemplo é o número 6, cujos divisores são os números 1, 2 e 3, que somados 
resultam no próprio 6. De maneira semelhante, existem os números deficientes, em que a soma de seus divisores próprios é 
menor que o número, e os abundantes, cuja soma dos divisores próprios é maior que o número. Com base nisso, considere as 
seguintes afirmativas: 
 
1. O número 40 é um número abundante. 
2. O número 12 é um número deficiente. 
3. Todo número primo é deficiente. 
4. O número 28 é perfeito. 
5. O número 45 é perfeito. 
 
Assinale a alternativa correta. 
a) Somente as afirmativas 1 e 5 são verdadeiras. 
b) Somente as afirmativas 2 e 5 são verdadeiras. 
c) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras. 
d) Somente afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras. 
e) As afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5 são verdadeiras. 
 
Gabarito: C 
 
Questão 47: NC-UFPR - Ass (UFPR)/UFPR/Administração/2019 
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Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Se o produto de três números inteiros positivos resulta em 182, a soma deles resulta em: 
a) 21. 
b) 22. 
c) 23. 
d) 24. 
e) 25. 
Gabarito: B 
 
Questão 48: Instituto AOCP - AC (IBGE)/IBGE/Análise de Sistemas/Desenvolvimento de Aplicações Web Mobile/2019 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Duas competidoras irão fazer uma disputa particular em uma pista circular de atletismo, cujo comprimento total é de 600 metros. 
Por meio de medições em disputas anteriores, a corredora Alice corre a uma velocidade de 120 metros por minuto e a corredora 
Tereza corre a uma velocidade de 180 metros por minuto. Ambas correm no mesmo sentido da pista. Como Tereza é mais rápida 
que Alice, fica estipulado que Alice iniciará a corrida em um ponto da pista e Tereza somente entrará na competição no exato 
momento em que Alice passar novamente no ponto de partida, ou seja, quando ela completar 1 volta. Dado o início da prova, a 
quantidade de voltas completas que Tereza dará na pista até encontrar Alice no ponto de partida pela terceira vez será igual a 
a) 15 voltas. 
b) 6 voltas. 
c) 9 voltas. 
d) 3 voltas. 
e) 12 voltas. 
Gabarito: C 
 
Questão 49: NC-UFPR - Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Serviços Gerais/2018 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Duas motos estão percorrendo uma pista de corridas no mesmo sentido. A primeira moto dá uma volta na pista a cada 4 minutos. 
A segunda dá uma volta a cada 6 minutos. Se num dado instante ambas estão juntas, depois de quantos minutos essa 
coincidência voltará a ocorrer? 
a) 2 minutos. 
b) 6 minutos. 
c) 10 minutos. 
d) 12 minutos. 
e) 16 minutos. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 50: NC-UFPR- Aux (CM Quitandinha)/CM Quitandinha/Administrativo/2018 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Fábio possui dois rolos de arame: um medindo 12 m e outro medindo 16 m. Ele deseja cortá-los inteiramente em pedaços de 
mesmo comprimento. Qual o maior comprimento possível que cada pedaço pode ter? 
a) 4 m. 
b) 7 m. 
c) 8 m. 
d) 12 m. 
e) 14 m. 
Gabarito: A 
 
Questão 51: Instituto AOCP - Ana TIC II (PRODEB)/PRODEB/Back Up/2018 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Sejam dados dois conjuntos de números inteiros, cada um com dez elementos, sendo que, no conjunto A, dois de seus elementos 
são desconhecidos e denominados de x e y: 
 
A = {2, 3, 4, 7, 8, 15, 18, 19, x, y} 
 
B = {1, 2, 5, 6, 9, 13, 17, 21, 29, 100} 
 
Sabendo que x é um número inteiro, múltiplo de sete, compreendido entre 22 e 33, e que a soma dos elementos do conjunto A é 
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15 
 
3 
igual a soma dos elementos do conjunto B, então o valor de y é igual a 
a) 105. 
b) 99. 
c) 93. 
d) 87. 
e) 81. 
Gabarito: B 
 
Questão 52: NC-UFPR - Cad (PM PR)/PM PR/2018 
Assunto: Divisibilidade, números primos, fatores primos, divisor e múltiplo comum 
Giovana deseja fazer um painel usando folhas de papel de tamanhos carta e A4. O painel será composto por duas faixas, cada 
uma contendo apenas folhas inteiras de um tipo dispostas lado a lado (sem sobreposição e sem espaço entre elas), formando 
uma figura retangular, sem sobras e sem cortes de papel. As folhas do tipo carta (1) serão dispostas na posição vertical, e as 
folhas do tipo A4 (2) serão dispostas na posição horizontal, conforme ilustra a figura abaixo: 
 
 
Sabendo que as folhas A4 têm tamanho 210 mm por 297 mm e que as folhas carta têm tamanho 216 mm por 279 mm, a menor 
quantidade total de folhas de papel (incluindo A4 e carta) que Giovanna precisa usar para conseguir atender às exigências do 
enunciado é: 
a) 12. 
b) 19. 
c) 21. 
d) 57. 
e) 88. 
Gabarito: B 
 
Questão 53: NC-UFPR - Aux Adm (FPMA)/FPMA/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Jéssica saiu de casa com uma certa quantidade de dinheiro. Comprou um sanduíche gastando metade desse dinheiro, e depois 
comprou um suco, gastando 2 do que sobrou. 
Sabendo que, após as duas compras, restaram-lhe R$ 2,50, é correto afirmar que Jéssica saiu de casa com: 
a) R$ 35,00. 
b) R$ 30,00. 
c) R$ 25,00. 
d) R$ 20,00. 
e) R$ 15,00. 
Gabarito: E 
 
Questão 54: Instituto AOCP - Aux Per ML (PC ES)/PC ES/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Aldo possui animais de 3 espécies diferentes: 3 cachorros, 3 gatos e 8 coelhos. O peso dos animais da mesma espécie é igual. 
Sabendo que o peso de 1 cachorro é igual ao peso de 2 gatos e que o peso de 3 gatos é igual ao peso de 4 coelhos, utilizando 
como base os animais citados, é correto afirmar que 
a) um gato pesa mais do que um cachorro. 
b) um coelho pesa mais do que um gato. 
c) o peso de um cachorro equivale ao peso de seis coelhos. 
d) o peso de dois cachorros é menor do que o peso de quatro coelhos. 
e) o peso de três cachorros é igual ao peso de oito coelhos. 
 
Gabarito: E 
 
Questão 55: NC-UFPR - Prof Mag (Curitiba)/Pref Curitiba/II/Matemática/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
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A lei de partilha de bens estabelece critérios para divisão do patrimônio entre os herdeiros. Constituem-se herdeiros, em primeira 
instância, os descendentes que são filhos e netos de filhos já falecidos. Estes têm direito à metade dos bens adquiridos após o 
matrimônio. A outra metade cabe ao cônjuge casado, em regime de comunhão total ou parcial de bens. Assim, qual é a fração 
que representa a parte da partilha de bens que caberia a cada descendente, se a divisão dos bens fosse constituída entre o 
cônjuge e 6 filhos? 
a) 1/2. 
b) 1/3. 
c) 1/6. 
d) 1/12. 
e) 1/14. 
Gabarito: D 
 
 
 
 
Gabarito: A 
 
Questão 57: Instituto AOCP - AIS (EMPREL)/EMPREL/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Considerando os conhecimentos sobre as operações com frações, assinale a alternativa INCORRETA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gabarito: B 
 
Questão 58: Instituto AOCP - AIS (EMPREL)/EMPREL/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
O responsável por um setor, para agradar seus colaboradores, comprou 3 pacotes de balas, cada um com a mesma quantidade 
de balas. No primeiro pacote, o número de balas está igualmente dividido entre os sabores morango, chocolate, hortelã e 
abacaxi. No segundo pacote, o número de balas está igualmente dividido entre os sabores de morango, chocolate e uva. Já no 
terceiro pacote, o número de balas está igualmente dividido entre os sabores de chocolate e morango. Qual é a fração que 
corresponde à quantidade total de balas de morango que o responsável comprou? 
a) 13/12 
b) 13/24 
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17 
 
c) 13/36 
d) 1/12 
e) 2/3 
Gabarito: C 
 
Questão 59: Instituto AOCP - Adv (CM CS Agosti)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Uma pessoa estabeleceu que, a cada dia, deveria ler 30 páginas de um livro. Após 10 dias, essa pessoa descobriu que leu apenas 
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do total esperado para esse período de tempo. Dessa forma, o total de páginas do livro lidas por essa pessoa, nesses 10 
dias, é igual a 
a) 220. 
b) 180. 
c) 200. 
d) 140. 
Gabarito: D 
 
Questão 60: Instituto AOCP - Adv (CM CS Agosti)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Dois prédios, A e B, possuem 27 e 36 andares, respectivamente. 
A razão entre a altura do prédio A com a altura do prédio B, nessa ordem, será representada pela seguinte fração irredutível: 
a) 
3 
4 
b) 
4 
3 
c) 
9 
11 
d) 
3 
2 
Gabarito: A 
 
Questão 61: Instituto AOCP - Adv (CM CS Agosti)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Uma cidade possui uma população estimada em 120.000 habitantes. 
 
Essa população pode ser separada em três grupos, A, B ou C, segundo critérios pré-estabelecidos. Se 1/10
 
dessa população está 
no grupo A, 3/5 da população está no grupo B e o restante está no grupo C, então a porcentagem do número de habitantes 
dessa população que está no grupo C é igual a 
a) 0,6. 
b) 0,5. 
c) 0,4. 
d) 0,3. 
Gabarito: D 
 
Questão 62: Instituto AOCP - Adv (CM CS Agosti)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
Um trabalhador recebe um salário mensal igual a R$ 1.500,00. A terça parte desse salário é utilizada para pagar o aluguel e R$ 
200,00 são utilizados na compra de vale transporte. Dessa forma, a fração irredutível desse salário que sobra para outras 
despesas é igual a 
a) 
5 
9 
b) 
7 
13 
c) 
8 
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15 
d) 
4 
5 
Gabarito: C 
 
Questão 63: Instituto AOCP - Cont (CM C Sto Agos)/CM C Sto Agostinho/2019 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
 
 
 
Gabarito: B 
 
Questão 64: Instituto AOCP - Sold (PM ES)/PM ES/Combatente/2018 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
 
 
 
Gabarito: D 
 
Questão 65: Instituto AOCP - Ag Adm (IPM RP)/IPM RP/2018 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
 
Dois colaboradores foram convocados para conferir o lançamento de notas fiscais arquivadas em 80 caixas e guardadas 
em um arquivo morto do setor de compras. Ao final da conferência, verificou-se que o primeiro colaborador conferiu 3/5 
do total de caixas e o segundo conferiu o restante das caixas. Dessa forma, o número de caixas conferidas pelo segundo 
colaborador é 
a) 28. 
b) 32. 
c) 42. 
d) 58. 
e) 45. 
Gabarito: B 
 
Questão 66: Instituto AOCP - TU (UEFS)/UEFS/Administrativa/2018 
Assunto: Frações e dízimas periódicas 
 
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Gabarito: D 
 
Questão 67: Instituto AOCP - Ana TIC I (PRODEB)/PRODEB/Arquitetura de Soluções/2018 
Assunto: Frações e dízimas periódicas

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