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CURSO GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA 3º ANO 
ADRIANO REIS DE ASSIS 
 
 
 
 
 
ESTUDOS DIRIGIDOS I 
 
Resumo do capítulo O escravo negro na 
Antiguidade do Livro: Manilha e o Libambo 
do autor Alberto da Costa Silva. Orientador 
Prof. Dr. Lucas Antonio de Araujo 
 
 
 
 
 
Franca SP 
2017 
Resumo do Capítulo: O escravo negro na Antiguidade do Livro: A Manilha e o 
Libambo 
 
A escravidão dos negros ao longo da humanidade vem desde o Egito que no começo 
do capítulo o autor mostra que desde IV Dinastia com o faraó Esneferu que via suas tropas 
regressarem da Núbia com números espantosos de prisioneiros e algumas centenas de cabeça 
de gado, em que esses prisioneiros virariam escravos do seu reino, portanto a Núbia foi a 
grande fonte dessas mercadorias de bens e reprodutora e revendedora de escravos, com isso os 
egípcios faziam várias expedições e guerras com o intuito de obter mais escravos vindos da 
Núbia. 
 Com essas expedições egípcias na procura de escravos que não tinha muitos homens 
adultos o que se achava era mulheres e crianças, os homens que os egípcios capturavam 
viravam bons guerreiros, que antes de serem escravos já vaziam parte de grupos guerreiros, os 
escravos que não serviam para a guerra eram levados para canteiros de pedras e minas de ouro 
assim como homens e mulheres não tinha distinção de sexo, eles também eram levados para 
as savanas desérticas que muitos morriam de sede ao escavar no sol escaldante. 
 Na pirâmide da sociedade egípcia coube o faraó dividir entre deuses, clero e a nobreza 
e os escravos que nem eram homens vivos o nome datado a eles os “mortos vivos”, e tinha 
outras regras para os escravos que nada lhe pertencia nem seu corpo e nem as parte mais 
intima deles que eram sua sexualidade, que tempos em tempos as mulheres eram objetos de 
sexuais e isso se perpetuou ao longo de todo o regime escravocrata na história da humanidade. 
Esses escravos eram posto ao trabalho árduo no sistema de irrigação das terras que os egípcios 
tiveram grandes êxitos com essa prática em suas lavouras. 
 Os escravos como eram de propriedade de seu amo, assim como qualquer objeto os 
cativos viravam produto de trocas entres seus soberanos, e essas trocas variavam de diversos 
produtos que o outrem ofertava sobre o escravo. Também há indícios que escravos eram item 
de escambo na Europa antiga de tão valioso eram o escravo negro nesse período. 
 Muito desses escravos eram capturado de diversas regiões da África de diversas 
culturas e línguas distintas ao se tornarem escravos em solos estrangeiros eles perdiam suas 
identidades culturais, sendo escravo não tinha mais direitos de praticar seus ritos e nem sua 
língua nativa, também havia cidadãos que caia na extrema pobreza viravam escravos que 
sofria repudio até dos deuses, em que se tornava um “morto vivo” que era incapaz de gerir sua 
própria vida. 
 O Médio Império da Baixa Núbia cresceu, e com isso multiplica os cativos que o 
império conquistara, e mesmo sem declarar guerra com império Núbio os egípcios adquiriam 
escravos, cuja procura era muita, devido a escassez que ao longo de um ano tinham apenas 
centenas de escravos, o monopólio do trafico de escravo não eram somente do Egito e o reino 
da Núbia. Muitos dos reinos que comercializavam escravos eles compravam que é era mais 
seguro de que captura-los, como o monopólio não era dos egípcios e do reino da Núbia, foram 
achadas centenas de ossadas de escravos nos túmulos de reis quermianos, tudo indica que essa 
gente foi enterrada viva devido de como a ossada foi encontrada, nesse período era comum 
um rei ser sepultado com todos seus pertences. 
 
 O Egito sob o domínio dos Gregos com os Ptolomeus o mar Vermelho foi 
transformado numa gigante lago comercial e os meroítas foram seus principais fornecedores 
comercias de produtos e escravos, os meroítas não se deslocavam para conseguir escravos 
esse eram trazidos por tribos que capturava de outras tribos rivais, e muito dos prisioneiros de 
guerra virava escravos trabalhavam em templos e outros eram levados para trabalhar nas 
construções Templos e pirâmides, o Egito que tinha uma grade procura pela mão de obra 
escrava, os egípcios também usavam mulheres e crianças em trabalhos domésticos. 
A escravidão foi datada na Grécia clássica e um terço de sua população era escrava, 
até nos poemas de Ulisses mencionada o escravo negro. A escravidão, nas cidades Estadas 
Gregas teve um maior fluxo nos grandes centros urbanos como Atenas, Quios, Corinto e 
Egina que tinham uma grande rede de comercio de escravos. 
As capturas desses cativos eram praticadas por homens no Saara Central no período 
dos primeiros milênios antes de Cristo, esses caçadores de escravos capturavam negros 
trogloditas para escravizarem para fins pastoris, domesticas e agrícolas em trabalhos penosos 
por toda a vida. Também a indícios de escravos negros no reino de Cartago, em que o mesmo 
sistema de irrigação era praticado pelos escravos do Egito, e esses negros que trabalhavam 
para os cartagineses eram adquiridos pela rede de tráficos de escravo da grande rede que 
ficava entre Núbia e Egito. 
A com a conquista de Roma em vários territórios africanos, em que os 
comercializavam viveres e gado em que essas mercadorias geralmente eram alguns escravos, 
a relatos de autores anônimos, que escravos negros saíram para Roma em portos do mar 
Vermelho, e que controlavam uma rede de trafico de escravos eram os axumitas que vendia os 
cativos para mercado, os axumitas faziam os presos de guerras em escravos para depois 
vender. Já em Roma os mercadores começaram suas carreiras em recolher principalmente 
crianças descartadas pelos seus pais que não queriam ou por outras circunstancias maiores, o 
mais preferível para esse mercadores eram as meninas que ser tornou rotina entre os romanos 
para praticas domestica e sexuais. Com a expansão romana com Julio Cesar muitas das vezes 
tinham muitos cativos de nas conquistas, e os mercadores acompanhavam as tropas com o 
intuito de fazer bons negócios com os prisioneiros de guerra, ha também outro ponto para 
destacar o escravo negro em Roma eram raro na maioria das vezes por Roma esta expandindo 
seu império, mas para os territórios gregos, eslavos, líberos, gauleses e germanos, escravos 
negros eram como artigo de luxo em alguns casos. 
A partir do século VI o trafico se expandiu para Arábia quando os iranianos a 
conquistou que intensificou ainda mais o comercio de escravos negros da Etiópia da África 
Índica, em que usavam esses escravos para atividade diversas como na agricultura e trabalhos 
penosos braçais e como soldado em eventuais guerras. 
Em fim a escravidão foi tão intensa que chegou a e extremo Oriente com na China, em 
que embaixadores de Java deram de presente para o imperador da China dois escravos negros, 
que nesse reino eram artigo luxuoso, que somente a nobreza mais abastada poderia ter 
escravos de origem africana. 
Nesse Capítulo Alberto da Costa Silva mostra paro leitor de como a escravidão ao 
longo do processo da civilização que ficavam em torno do crescente fértil que é o Egito e o 
reino da Núbia que de principio foram os pioneiros no comercio de escravos, mas ao passar de 
tempos em tempos essa pratica tomou dimensões geográficas ainda maiores, chegado a o 
extremo Oriente, cujos objetivos eram os mesmo tirar da mão de obra escrava de diversas 
formas e exploração, e, em certas ocasiões para objetos sexuais que eram sua maior parte por 
meninas e mulheres com tais objetos de luxo em reinos muitos peculiares e distantes, também 
usada para defender território em guerra de seus respectivos reinos.

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