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CAPITULO 10 trabalho

Trabalho parcial de graduação em Psicologia que analisa o capítulo 10 do livro Coerção e suas implicações (Murray Sidman), comparando Sidman e outros autores sobre punição, contingências aversivas, reforço positivo/negativo e esquiva adaptativa; contém introdução, capítulo, conclusão e referências.

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EVELYN THAYARA DE OLIVEIRA ORTIGOZA ALVES
MYLLENE PASSOS MOREIRA
LEANDRO DOS SANTOS MARTINS
LUANA DE JESUS QUINTANA
DANIELLY DE SOUZA LICETTI
JENNIFER LÚCIA T. NEGRETE
COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES
AUTOR: MURRAY SIDMAN
Campo Grande – MS
01 de junho de 2020
EVELYN THAYARA DE OLIVEIRA ORTIGOZA ALVES
MYLLENE PASSOS MOREIRA
LEANDRO DOS SANTOS MARTINS
LUANA DE JESUS QUINTANA
DANIELLY DE SOUZA LICETTI
JENNIFER LÚCIA T. NEGRETE
COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES
AUTOR: MURRAY SIDMAN
Trabalho parcial de graduação de Psicologia apresentado como requisito parcial para a disciplina Analise Experimental do Comportamento Humano, sob a orientação da Prof.(a) Mestre Giuliana Elisa dos Santos.
Campo Grande – MS
01 de junho de 2020
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SUMÁRIO
COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES
1 INTRODUÇÃO............................................................................ pag.4
2 CAPITULO 10: COMO NOS EQUIVOCAMOS.....................pag.5
ESQUIVA ADAPTATIVA
PERMANECENDO FORA DO MUNDO
NÃO É PROBLEMA MEU
QUEM PORÁ A BOCA NO TROMBONE?
SE VENDE, DEVE SER BOM.
3 CONCLUSÃO...............................................................................pag.14
4 REFERÊNCIAS...........................................................................pag. 16
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INTRODUÇÃO
No presente estudo analisou-se no capítulo 10 do livro Coerção e suas implicações, de Murray Sidman. Foram examinados e comparados textos de Sidman e de outros autores selecionados, em um estudo teórico-conceitual.
Os resultados apontam as seguintes posições de Sidman, nessa obra, que têm sido debatidas por outros autores: ele não vê a punição como efetiva para manter modificações comportamentais, embora outros autores defendam sua efetividade em certas condições específicas; aponta apenas efeitos indesejáveis de contingências aversivas, ao passo que outros autores apresentam a possibilidade de procedimentos aversivos produzirem também determinados efeitos desejáveis; recomenda a substituição de procedimentos embasados em contingências aversivas por intervenções fundamentadas em reforço positivo, sem discutir amplamente seus (do reforço positivo) possíveis efeitos indesejáveis, um debate que tem sido feito por outros autores. Verificou-se, ainda, que um dos temas selecionados se destacou por ter merecido grandes debates na literatura mais recente: trata-se da distinção usual entre reforço positivo e negativo.
Espera-se que os debates e os esclarecimentos de questões conceituais relativas do capitulo ao livro “Coerção e suas implicações”, aqui apresentados, possam contribuir com os profissionais analistas do comportamento, no sentido de poderem avaliar melhor as contribuições e os limites que o livro aqui estudado pode oferecer-lhes.
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CAPITULO 10: COMO NOS EQUIVAMOS
ESQUIVA ADAPTATIVA
 Esquivar-se de um estímulo ou de uma situação aversiva significa prevenir sua ocorrência. Embora Sidman (1995) considere parte de nossos comportamentos de esquiva como adaptativos, no sentido de nos proteger do mundo natural em que vivemos, ele avalia que vários prejuízos sociais derivam-se desse tipo de comportamento. Muitas pessoas esquivam-se de suas famílias, escolas, ou comunidades coercitivas, mantendo distância dessas ou adotando estilos de vida completamente diferentes. Outros, se esquivam de participar das responsabilidades de sua comunidade e das políticas públicas. Cria-se então um vácuo nas instituições de governo representativo, segurança pública, justiça social e oportunidade econômica que acaba sendo ocupado por incompetentes e criminosos.
Pessoas de valores sociais elevadas, poderosas e proeminentes esquivam-se de inconveniências pessoais em relação ao desempenho de responsabilidades da comunidade e acabam por criar um sistema de justiça duplo. As outras pessoas, diante dessa situação, esquivam-se olhando para o outro lado, ou seja, não tomam providências no sentido de incriminarem os culpados para que a mesma regra se aplique a todos. 
Existem exemplos de esquiva adaptativa para previnir como: evitar queimaduras do sol usando protetor solar, usar antisséptico para evitar infecções ou até mantes distância de superfícies quente para não nos queimarmos.
Pessoas prevenidas automaticamente já se preparam para o pior, e já conhecem os choques nos quais se esquiva. Pessoas que mantém hábitos ruins como fumar ou bêbera que desejam ter um autocontrole, na verdade tem um controle fraco devido o ambiente.
É necessário reformular o ambiente externo, fortalecendo as contingências de esquiva, ou provendo de outros reforçadores para o comportamento que desejamos ter. Exemplo: médicos deveriam apelar para o ambiente social - amigos e família - de seu paciente, em busca de apoio para a obediência (seguir prescrições médicas: dieta, medicação etc).
De acordo com Sidman (1995), as pessoas emitem uma quantidade impressionante de esquiva e a maioria delas trabalha para prevenir fome extrema, congelamento e sede. Esquiva também é utilizada. 
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... para estabelecer e manter habilidades acadêmicas, interações familiares, práticas sexuais, relações sociais, costumes grupais, obediência às leis, afiliações políticas, valores morais, associações de negócios e alianças internacionais (Sidman, 1995, p. 148).
A esquiva pode ser a origem de muitos comportamentos usualmente classificados pela psiquiatria como transtornos mentais. Muitos dos efeitos colaterais da coerção envolvem atos de esquiva que são desnecessários, irrealistas ou não-adaptativos e ao se considerar se a punição funciona, devem-se pesar esses efeitos colaterais.
Algumas formas de esquiva seriam mais problemáticas que outras e, às vezes, podem preocupar tanto uma pessoa a ponto de interferir em seu cotidiano. Sendo a coerção social tão predominante, a ansiedade severa oriunda de sinais de aviso de punição, perda, fracasso ou embaraço inevitáveis surgem freqüentemente em interações cotidianas. Essas práticas coercitivas resultam em pessoas que geram ansiedade, pânico, paralisia e depressão nos demais. Alguns chegam a atribuir o autismo infantil a uma história de punição excessiva. Também a depressão do adulto tem como característica mais consistente a ausência de comportamento adaptativo. As prisões e as forças armadas são campos férteis para a depressão comportamental.
O sofredor, incapaz de controlar sua incapacidade, sente culpa e perda de auto- respeito. “Então, em qualquer momento que uma punição inevitável seja iminente, seus sinais de aviso podem produzir incapacitação completa ou parcial, preocupação inútil e sofrimento físico” (Sidman, 1995, p. 219).
Segundo Sidman (1995), quando eventos punitivos são seguidos por reforçamento positivo pode-se ter como resultado conduta patológica. Pessoas institucionalizadas podem, por exemplo, apresentar comportamentos de auto-injúria. Outro exemplo seria o masoquismo, ou seja, a dor no contexto de atividade sexual.
Contingências de reforço negativo, particularmente se intensas e contínuas, podem tornar indivíduos em autômatos, ou seja, incapazes de relaxar sua vigilância por desligar choques. O único critério de sucesso passa a ser sua efetividade em reduzir a quantidade de choques que ele toma. O repertório comportamental torna-se estreito, deixando o 
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sujeito temeroso por novidades e com medo de explorar. Seu repertório pode possibilitar a sobrevivência dentro de rotinas estabelecidas, embora talvez de uma maneira estereotipada, mecânica ou compulsiva.
A punição envenena relações, empurra crianças para fora da família, subverte a aprendizagem, gera violência e nos torna doentes. O reforçamento negativo produz vidas de desespero, esmaga a engenhosidade e a produtividade, transforma a alegria em sofrimento, confiança em si mesmo em medo e amor em ódio (Sidman, 1995, p. 231).
Assim, na visão do autor, conseqüências negativas para o repertório comportamental são igualmente trazidas por contingências punitivas. Como exposto anteriormente, punição reforça comportamentos de fuga e, desistir de aspectos coercitivos, mas importantes, pode empobrecer severamentea existência de um indivíduo. A sociedade também é perdedora quando um indivíduo pára de participar.
Nas diferentes sociedades humanas, muitas pessoas classificadas como desistentes podem ser fugitivos da coerção, que jamais tiveram acesso a reforçadores positivos supostamente disponíveis. Em famílias economicamente bem-sucedidas, onde o único apoio conhecido é o monetário e ainda, não contingente a comportamentos esperados, jovens emocionalmente privados desperdiçam seus recursos financeiros diante de quaisquer reforçadores positivos.
PERMANECENDO FORA DO MUNDO
Segundo Carr, Langdon e Yarbrough (2000), o behaviorismo operante é, essencialmente, a análise científica das intenções, motivações, objetivos e propósitos. No entanto, seguindo os pressupostos filosóficos e epistemológicos do Behaviorismo Radical, comportamentalistas operantes evitam utilizar termos mentalistas como "propósito" ou afins como "intenção", "motivação" e "objetivo". Em seu lugar, optam por falar de variáveis das quais o comportamento é função e o nome que se dá ao método para identificar essas variáveis é "análise funcional".
Como a fuga, a esquiva tem muitas faces. Nenhum ato particular define a esquiva; todos temos muitos tipos de barras para prevenir vários tipos de choques. Ainda assim, 
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algumas formas de esquiva são mais problemáticas que outras. Se quisermos entender e, talvez, fazer algo a respeito da esquiva, primeiro temos que reconhecê-la.
Uma vez que desistentes tenham fugido de suas famílias, escolas, ou comunidades coercitivas, eles mantêm sua distância.
Tendo se libertado de um ambiente aversivo, eles então fazem tudo que estiver ao seu alcance para impedir que esse ambiente restabeleça seu domínio. Manter-se sem envolvimento é um ato de esquiva.
O principal instrumento conceitual adotado para a realização de análises funcionais é o conceito de contingência, introduzido por Skinner em 1938, e que aparece depois como central em toda a sua obra:
"Uma formulação das interações entre um organismo e o seu meio ambiente, para ser adequada, deve sempre especificar três coisas: 1) a ocasião na qual ocorreu a resposta, 2) a própria resposta e 3) as consequências reforçadoras. As relações entre elas constituem as 'contingências de reforço'" (Skinner, 1975, p.182).
Interpretar um comportamento significa compreender sua função, que pode variar de um indivíduo a outro, entre situações e no tempo. De forma geral, as funções dizem respeito à obtenção de estímulos apetitivos (ou prazerosos) ou á evitação de estímulos aversivos. Pesquisas são conduzidas de forma a especificar, de modo genérico, as funções de condutas que tendem a ocorrer dados determinados contextos.
Viver uma vida de isolamento social ou intelectual pode impor privações, desconfortos físicos e estresses biológicos que terminam em doença e inabilidade para manter nossa independência. Desistentes do veio central da sociedade frequentemente sofrem desses resultados atrasados. Eles descobrem que seu novo ambiente desaprova curiosidade intelectual, faz com que se sintam culpados por qualquer sinal de individualidade e considera desconforto e doença como formas de distinção. 
O reconhecimento dos componentes de esquiva na conduta dos desistentes da sociedade torna-se mais importante quando queremos trazê-los de volta. Tendemos a colocar a culpa nas comunidades ou contraculturas que atraem os desistentes, ou em seus estilos de vida alternativos. Mas a falha está na coerção que permeia a interações sociais "normais". Ainda que um observador não-envolvido possa ver as novas formas de coerção 
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a que muitos desistentes se submetem, permanece o fato de que eles consideram a nova coerção, pelo menos temporariamente, menos aversiva que a antiga.
"é apenas quando analisamos o comportamento sob contingências conhecidas de reforço que podemos começar a ver o que ocorre na vida cotidiana. Fatos que inicialmente desprezamos começam a comandar a nossa atenção, e coisas que inicialmente nos chamavam a atenção aprendemos a descontá-las ou ignorá-las. (...) Em outros termos, não mais encaramos o comportamento e o ambiente como coisas ou eventos separados, mas nos preocupamos com a sua inter-relação. Procuramos as contingências de reforço. Podemos então interpretar o comportamento com mais sucesso" (Skinner, 1975, p.184).
O analista comportamental é antes de mais nada um cientista natural, não um filósofo, não um cientista social e muito menos um estudioso do mental. É também um darwinista e um funcionalista. Parafraseando Jack Michael (1993): Ele tem uma postura determinista na medida em que vê o comportamento humano como um produto inevitável de uma herança genética e de eventos ambientais ocorrendo durante a vida de uma pessoa. Acredita firmemente no uso do método científico em relação a todos os aspectos do comportamento humano. Não estuda apenas o condicionamento operante, não exclui eventos privados e comportamentos encobertos de suas análises. Não insiste que o comportamento possa mudar apenas como resultado de uma exposição direta a contingências, reconhecendo que mudanças podem resultar de instrução e de descrições das contingências. Não tem uma postura antifisiológica, anti-genética, nem antiteórica; porém rejeita explicações internas inferidas.
Como darwinista (referência ao teólogo e historiador natural inglês, Charles Darwin) o analista de comportamento acredita que todas as mudanças comportamentais, operantes ou não, resultam de um processo de seleção pelas consequências. Isto supõe que o organismo seja dotado de uma sensibilidade inata ao efeito destas consequências.
Como funcionalista o analista de comportamento é um machiano (referência ao físico alemão Ernst Mach). Substitui a noção de 'causa' pela de 'função', e a explicação pela descrição. Para um estudioso da natureza não há nada mais do que o estudo da dependência dos fenômenos, uns em relação aos outros. Os fenômenos sempre ocorrem 
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em variadas relações de interdependência uns em relação aos outros e assim a tarefa do estudioso funcionalista é descrever estas interdependências. Causas e efeitos são simplesmente mudanças, correlacionadas, em duas classes de fenômenos.
NÃO É PROBLEMA MEU
A maioria das pessoas se esquiva de participar das responsabilidades da comunidade. Diariamente mesmo sem nos dar conta, colocamos uma distância emocional e social em nós mesmos e em nossos semelhantes que estão com problemas.
Quando percebemos que há alguma distinção em nosso meio entre os que têm e os que nada têm, torna-se mais fácil ignorar os que nada têm, do que fazer algo para mudar sua realidade. É o que acontece quando tratamos da miséria humana, poucos se sensibilizante ficam a disposição para tentar mudar, é mais fácil não vê-la, o que é um modo simples de se esquivar, porque lidar com o sofrimento alheio é cansativo, é custoso, leva tempo, pois para muitos o importante é a prioridade pessoal. Por isso no mundo existem uns com muito e outros com tão pouco.
O governo ignora problemas como esse pois para eles, cedo ou tarde se tornará um problema pior e, por isso também se esquivam. Escolhemos sempre manter nosso foco em algo que nós julgamos mais interessante, deixando de lado nosso interesse político, o que faz com mais tarde isso nos traga problemas. 
Não entender política nos traz problemas, é fato que, ao deixar de votar, por exemplo, estamos abrindo mão de nossa escolha, deixando que outras pessoas escolham por nós. A ausência de um posicionamento a favor de alguma situação, faz com que os restos das outras pessoas pense que você é contra. Assim, as pessoas interpretam como um “faça o que você quiser”.
Aí escolhemos não votar, nos esquivamos de ter que parar nosso dia para nos deslocarmos de nossa casa até o local da urna. E, não é adicionando mais publicidade que fará mudar esse comportamento, para isso serão necessários meios que facilitem essa ação como transporte gratuito até os locais de votação ou mais urnas para que não haja um congestionamento nas filas para votar.
QUEM PORÁ A BOCA NO TROMBONE?11
Tem como início explicações de modelos de quando alguém vê algo ou alguém agindo ilegalmente, fazendo coisas erradas é irresponsável. Quando olhamos para um lado oposto ao nosso é como se evitassem problemas. Geralmente é passado a frente quaisquer coisas descobertas e reclamações, mas, ainda assim, aqueles que vimos agindo errado, levam vantagens em nos avaliar, como se fossem juízes. 
 Podemos ver exemplos como esses nas áreas de instituições profissionais. Costumam manter uma contemplação de irmandade entre eles “uma família” . Porém, usam mais isso pela economia do que por algo fraternal e respeitoso. Por mais que é imposto que não são feitas coisas desonestas, a cobrança de padrões é séria, os atos que acontecem internamente para combater quem comete coisas criminosas correm chances de vazar e causar caos com a mídia. 
 Ocorrem isso quando diligências são tomadas com alguém que comete algo errado, passam riscos a imagem da profissão, deixando em prioridade em não denunciar. Por fim, pôde-se concluir que entre os profissionais não há fiscalização precisamente com os comportamentos de seus membros. Utilizam o termo “em família” para manter os problemas entre eles e nada ser feito. 
 Os que decidem trazer a público suas reclamações e denúncias, geralmente são humilhados, despedidos ou são deslocados para outro local bem distante do atual, no entanto, seja para onde for, não terá boas recomendações, não é nenhuma surpresa de que quem faz todas as coisas erradas saem por cima, mesmo colocando em perigo a segurança dos outros, usando uma fala bem comum como “não é da minha conta”. 
 A população costuma dizer que possuem costumes moral contra julgamentos. De acordo com as informações, pertencemos a vários “clubes”, sendo unidos por traços e interesses pessoais. O que mais causa revolta é que dizer “por a boca no trombone” é mais forte e leva mais valor do que chamar a pessoa de honesta, sincera e justa. Tratam eles como errados, são punidos e a observação que se faz é que “botar a boca no trombone é errado”?
 A prevenção formada pela coerção que tem início no respectivo topo é uma aflição mediana do nosso sistema de defesa. Em grande parte, as motivações são negativas. Mesmo todos os problemas não indo para a mídia, colocaram uma carreira em risco. Os órgãos maiores, observando os problemas correndo riscos de vir a público, tomam 
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providências e com pressa colocam nas fichas dos seus inferiores taxando como “criadores de problemas” e levam isso para todos os lugares que vão. 
 Evitando perder a carreira cedo demais e ser perseguido, os responsáveis que encarregamos a segurança de todos nós, desenvolvem seus trabalhos e conversa dos outros. Com a força da coerção sobre eles, costumam dominar as seguranças individuais e nacionais. O resultado da ausência de respeito e preocupação multas é constantemente destinada a moral baixa, mas isso é um resultado, não causa.
 Se por acaso enxergarmos mais próximo às contingências, com pensamento de mudá-las, uma verídica crise achava nosso sistema militar inepto de fazer o seu trabalho. Lamentavelmente, a incompetência incompetência militar mostra-se somente quando já é tarde.
 Infelizmente, temos que concordar que o governo federal não possui mais fundos para auxiliar a educação das crianças e adolescentes, para dar alimentos as que sentem fome, para dar empregos, garantir cuidados médicos para todos. Os governos estaduais e municipais têm a capacidade de encarregar com as obrigações citadas somente diminuindo outros custos, Como polícia e proteção contra fogo. Se por acaso desejarmos que o sistema militar mude, precisaremos encontrar algum modo de evita Los de cancelar a crítica.
 Mesmo que apelamos para o patriotismo e outras responsáveis pela nação não são o suficiente, repetidamente o problema é comportamental, porém, é engano nosso se concordarmos como uma prioridade de mudar. Somente conseguiremos modificar uma instituição se mudarmos os indivíduos que a cercam. 
 Não devemos desejar que os indivíduos que se encontram nas forças armadas concordem a ter espontaneamente responsabilidade pública. Os grandes cargos apresentam argumentos que é indispensável proteger-se de opiniões amadoras para poderem conseguir fazer o trabalho profissional. Elas enxergam o povo como alguém enxerido. 
 Contudo, quaisquer das agências necessitam de contingência que não são colocados para determinar e conservar auto controle consciente. Quiçá o que precisamos seja um campo de monitores principalmente treinados e teoricamente competente, porém, serem responsáveis somente pelo público. Somente a autoridade externa pode retirar os gêneros de coerção.
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SE VENDE, DEVE SER BOM.
Se vende é bom? Humanos tem a tendência de seguir o efeito manada e repetir ações feitas por outras pessoas, ainda mais se estas forem influentes, esperando assim ter o melhor resultado possível em um mar de escolhas. O nome é dado graças à semelhança com o que ocorre no reino animal. Especificamente, com espécies que vivem em comunidades.
 Nestes casos, é comum que todos os integrantes de um grupo (ou manada) sigam em uma mesma direção, seguindo os indivíduos mais fortes. Em muitos casos, este comportamento é motivado pela necessidade de proteção. Porque, juntos, estes animais têm mais chances de sobreviver ao ataque de um predador. Mas, quando ocorre com os humanos, os efeitos podem não ser tão positivos.
 Quando uma marca é associada aos influenciadores certos, ela é transferida para a cultura e se transforma em um nome conhecido, fazendo assim com que aquele grupo de pessoas comecem a consumir tal produto.
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CONCLUSÃO.
De certa forma entende-se que se esquivar, significa se afastar de coisas ou pessoas desagradáveis, levando em conta que a esquiva tem muitas faces e nenhuma é capaz de definir totalmente sua causa. Cada indivíduo tem sua maneira de fazer sua barreira contra choques e problemas mais graves.
Parte de nossos comportamentos mais úteis são de esquiva, afinal nos preparamos para realizar muitas coisas extremas diariamente o que determinam ações de pessoas que "são prevenidas" e "mantêm o controle". Estas características de personalidade não explicam nossas ações, mas as causas de nossa antevisão devem ser encontradas no comportamento de esquiva, ou seja, aqueles em que um estímulo aversivo não está presente no ambiente no momento em que o comportamento é emitido e realmente se esquivam.
O problema real não é um controle fraco pelo self, mas um controle fraco pelo ambiente, sendo assim o que precisamos não é fortalecer nossa vontade interior, mas reparar o ambiente externo, fortalecendo a probabilidade de esquiva, ou provendo outros reforçadores para o comportamento que desejaríamos ter. 
 Quando a dor de um choque é atrasada, a aprendizagem da esquiva será lenta, podendo ter de aceitar muitos choques antes de aprender a evitá-los, também com relações pessoais destrutivas, que geralmente contêm elementos positivos que por algum tempo sobrepujam inclinações que nos esquivam de situações aversivas. Viver uma vida de isolamento social ou intelectual pode impor privações, desconfortos físicos e estresses biológicos que terminam em doença e inabilidade para manter nossa independência. Quando os elementos destrutivos de seus novos estilos de vida se tornam óbvios o suficiente para gerar um novo ciclo de esquiva, jovens desistentes podem já ter se prejudicado irrecuperavelmente. Deste modo a diferença está apenas no fato de a consequência ser a adição ou a retirada de um estímulo do ambiente. É importante notar que o comportamento de esquiva somente é estabelecido e mantido em casos de reforço negativo.
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Sendo assim é notável que a esquiva esta onde o desafeto e desconforto é mais forte, levando em conta que uma pessoa não se esquiva de algo positivo ou que goste de obter por perto, não é errado considerar a esquiva como uma prevenção, considerando-se que “prevenir é melhor do que remediar”, emitimos mais comportamentosde esquiva do que de fuga. Isto é, na esquiva, prevenimos a apresentação de estímulo aversivo, enquanto que o desconforto presente seja suprimido.
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REFERÊNCIAS
LIVRO: COERÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES
AUTOR: MURRAY SIDMAN

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