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Avaliação: ( ) N1 ( X ) N2 
Curso: Direito 
Turno: Noturno Período: 1º Período 
Disciplina: Língua Portuguesa e Argumentação Jurídica 
Professor: Adilson dos Reis Felipe 
Aluno (a): Amanda Fernandes da Silva 
 
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS 
 
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ª VARA CÍVEL DA 
COMARCA DE CALDAS NOVAS/GO. 
 
 Semprônio da Silva Oliveira, brasileiro, divorciado, servidor público, portador da carteira de 
identidade RG n. 12.345.678 (DF) e inscrito no CPF/MF sob n. 012.345.678-90, residente e domiciliado na 
Rua Mévio de Paula, n. 015, Setor Central, Caldas Novas/GO, CEP 75.690-000, por seu advogado que esta 
subscreve, constituído na forma do incluso instrumento de mandato, vem, a presença de Vossa Excelência, 
propor a presente: 
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS 
 
contra a operadora Oiê Telefônica S/A, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob n. 
50.601.180/0001-05, com escritório local sediado na Avenida Principal, n. 023, Setor Central, Caldas 
Novas/GO, CEP 75.690-000, consubstanciado nos motivos fáticos e de direito a seguir aduzidos: 
 
 
 
DOS FATOS 
 
 O autor foi até o Banco BNG Financeira S/A para obter empréstimo no valor de R$ 8.000,00 
para comprar as ferramentas necessárias para uma pequena oficina de máquinas de costura. Depois das 
exigências do Banco, onde o autor já havia superado todas, foi surpreendido com a negativação da 
concessão do numerário almejado. 
 Ao indagar, junto à gerência, o motivo de o Banco não liberar o empréstimo, mais uma vez 
foi surpreendido com a informação de que em seu nome havia restrição junto ao Serviço de Proteção ao 
Crédito. Pediu ao funcionário do Banco que lhe desse tal informação por escrito, pois tinha certeza de que 
não devia nada a ninguém, senão seria desprovido de vergonha em querer um empréstimo, sabendo das 
normas do Banco, e em seguida passar por uma vergonha sem valores para o respeito, que até então havia 
conquistado junto àquela instituição. 
 O documento, que o autor recebeu do Banco, traz a informação de que seu nome consta no 
rol dos inadimplentes por atraso no pagamento de conta telefônica, datada de 31/Jan/2020 e com valor 
facial de R$ 800,00 (oitocentos reais). 
 Ocorre que o autor nunca ficou devendo nenhuma conta para a ré, e que ao buscar 
explicações junto à empresa ré foi informado que houve um erro de comunicação junto ao órgão de proteção 
ao crédito, porém que caberia a ele providenciar a retirada do seu nome do rol dos inadimplentes. 
 Indignado, o autor exigiu que retirassem seu nome daquela lista, obtendo a resposta de que 
fariam, mas isto levaria tempo. Assim o autor teve seu nome negativado, sem dever nada a ninguém, por 
um período de trinta e cinco dias, e neste período teve prejuízos incalculáveis para a sua realidade 
econômica. 
 Toda esta narrativa de fatos objetiva dar a perfeita interação sobre o ocorrido, que pode ser 
sintetizado nos seguintes termos: ficou claro que a ré, de forma irresponsável, deixou que se incluísse o 
nome do autor no rol dos inadimplentes do serviço de proteção ao crédito, trazendo ao autor grande prejuízo, 
pois buscava empréstimo para iniciar um pequeno negócio de concerto de máquinas de costura, e ao 
questionar o ocorrido a autora não obteve nenhuma resposta plausível que solucionasse o caso 
imediatamente, sofrendo grande prejuízo. 
 Assim, nada mais justo, venha o autor requerer judicialmente uma reparação por tal fato. 
 
DO DIREITO 
 
 Em nosso direito é certa e pacífica a tese de que quando alguém viola um interesse de outrem, 
juridicamente protegido, fica obrigado a reparar o dano daí decorrente. Basta adentrar na esfera jurídica 
alheia, para que venha certa a responsabilidade civil. E no caso particular, deve-se considerar que dano é 
“qualquer lesão injusta a componentes do complexo de valores protegidos pelo Direito”. 
 No mesmo entendimento de dano material, temos a definição clara e objetiva de que a 
subtração de um objeto de outrem deverá devolver a coisa em espécie, e se o objeto não mais existir, deverá 
o esbulhador pagar o preço ordinário da coisa, ou repor o numerário a título de dano material, além do valor 
referente ao dano moral do autor, que ao buscar um empréstimo, junto ao banco, teve resposta negativa por 
motivos alheio a sua vontade. 
 Sendo assim, não há como confundir a reparabilidade do dano material e do dano moral. Na 
primeira busca-se a reposição do numerário que deu causa ao prejuízo sofrido, ao passo que na segunda, a 
reparação se faz por meio de uma compensação ou reparação que satisfaça o autor pelo mal sofrido. 
 Pois bem, adentrando na análise legal do tema, inicialmente é oportuno fazer referência à 
Constituição Federal de 1988, que foi muito clara ao dispor, no seu art. 5º, inciso X, “in verbis”: “são 
invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a 
indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.” 
 Sem, também deixarmos claro que o legislador não deixou de pronunciar esta garantia de 
direito ao consumidor, que no caso em tela tem claramente uma relação de consumo entre autor e ré, onde 
pedimos vênia para transcrever: 
Código de Defesa do Consumidor: 
“Art. 6°.... 
VI – a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, 
individuais, coletivos e difusos”; 
 Além de incansáveis decisões assegurando o direito líquido e certo de quem se encontrar 
lesado por fato alheio a sua vontade, pedimos, mais uma vez vênia para transcrever a súmula do Superior 
Tribunal de Justiça¹ 
¹ Não fora encontrada jurisprudência do STF, todavia, lista-se aqui vários precedentes do STJ 
 
A inscrição indevida em cadastro de inadimplentes configura dano moral 
“in re ipsa”. (Jurisprudência em Teses – Edição nº 59). 
Precedentes: Acórdãos: STJ. AgRg no AREsp 821839/SP, Rel. Ministro 
ANTÔNIO CARLOS FERREIRA, QUARTA TURMA,Julgado em 
26/04/2016, DJE 03/05/2016; AgRg no AREsp 838709/SP, Rel. Ministro 
RAUL ARAÚJO, QUARTA TURMA, Julgado em 17/03/2016,DJE 
13/04/2016; REsp 1550509/RJ, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, 
QUARTA TURMA, Julgado em 03/03/2016,DJE 14/03/2016; AgRg no 
AREsp 796447/RS, Rel. Ministro MARCO BUZZI, QUARTA TURMA, 
Julgado em 02/02/2016,DJE 16/02/2016; AgRg no REsp 1435412/MA, Rel. 
Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, Julgado 
em 15/12/2015, DJE 03/02/2016; AgRg no AREsp 729678/SP, Rel. Ministro 
JOÃO OTÁVIO DE NORONHA, TERCEIRA TURMA, Julgado em 
24/11/2015,DJE 30/11/2015. 
 E, por estarem tais argumentos, cabe lembrar que estão presentes os pressupostos da 
responsabilidade civil deste resultado danoso. 
 Pois bem, superada toda essa discussão, nesse momento é imprescindível a discussão a 
respeito de outro assunto de extrema relevância nesta demanda: o “quantum” a ser fixado. 
 Logo de início, é importante considerar que a reparação, na qual se convertem em pecúnia 
os danos morais, devem ter caráter dúplice, ou seja, o que penaliza o ofensor, sancionando-o para que não 
volte a praticar o ato ilícito, bem como o compensatório, para que o ofendido, recebendo determinada soma 
pecuniária, possa amenizar os efeitos decorrentes do ato que foi vítima. 
 Ante esse raciocínio, deve-se sopesar, em cada caso concreto, todas as circunstâncias que 
possam influenciar na fixação do “quantum” indenizatório, levando em consideração que o dano moral 
abrange, além das perdas valorativas internas, as exteriorizadas no relacionamento diário pessoal, familiar, 
profissional e social do ofendido. 
 Deve-se lembrar ainda, por outro ângulo, que a indenização por danos morais deve ser fixada 
num montante que sirva de aviso à ré e à sociedade, como um todo, de que o nosso direito não tolera aquela 
conduta danosa impunemente, devendoa condenação atingir efetivamente, de modo muito significativo, o 
patrimônio da causadora do dano, para que assim o Estado possa demonstrar que o Direito existe para ser 
cumprido. 
 
 
 
 
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGARESP%27.clas.+e+@num=%27821839%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20ARESP%27+adj+%27821839%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGARESP%27.clas.+e+@num=%27838709%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20ARESP%27+adj+%27838709%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27RESP%27.clas.+e+@num=%271550509%27)+ou+(%27RESP%27+adj+%271550509%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGARESP%27.clas.+e+@num=%27796447%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20ARESP%27+adj+%27796447%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGARESP%27.clas.+e+@num=%27796447%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20ARESP%27+adj+%27796447%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGRESP%27.clas.+e+@num=%271435412%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20RESP%27+adj+%271435412%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
http://www.stj.jus.br/SCON/jurisprudencia/toc.jsp?i=1&b=ACOR&livre=((%27AGARESP%27.clas.+e+@num=%27729678%27)+ou+(%27AGRG%20NO%20ARESP%27+adj+%27729678%27.suce.))&thesaurus=JURIDICO&fr=veja
 
DO PEDIDO 
 
 Posto isso, requer a Vossa Excelência: 
 A citação da ré, no endereço inicialmente referido, para comparecer na audiência de 
instrução e julgamento a ser designada, e, querendo, apresentar resposta, sob pena de revelia e confissão 
quanto à matéria de fato; 
 Se digne Vossa Excelência considerar procedente o seu pedido, para o fim de condenar a ré 
ao pagamento de indenização no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), pelos danos materiais, mais o 
valor a ser arbitrado por Vossa Excelência em salários mínimos referentes ao dano moral, bem como das 
custas processuais e honorários advocatícios, na base de 10% sobre o valor da condenação, tudo com a 
devida atualização. 
 Os benefícios da justiça gratuita, previsto na Lei n. 1.060/1950, por ser o autor pessoa pobre 
na acepção jurídica do termo, não podendo arcar com as despesas processuais sem que cause prejuízos para 
sua sobrevivência. 
DAS PROVAS 
 
 Protesta por todos os meios de prova em direito admitidos, depoimentos de testemunhas, 
bem como novas provas, documentais e outras, que eventualmente venham a surgir. 
 
DO VALOR DA CAUSA 
 
Dá-se à causa o valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Termos em que pede deferimento. 
 
 
Caldas Novas/GO, 05 de junho de 2020. 
Amanda Fernandes da Silva 
OAB/GO 123.456 
 
 
QUESTÃO 01 - Leia com bastante atenção o modelo de Petição Inicial em seguida faça o que se pede: 
 Para dar sentido a este documento preencha com dados fictícios os espaços onde se encontram os 
(XXX), ok 
 Observe que a mesma não esta com os devidos parágrafos conforme determina as regras, assim eles 
devem ser organizados, ok 
 Preencha também local e data, ano nome do advogado e número da carteira da OAB. Feito isto 
assine a petição. Ok 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 02 – Do ponto de vista da “linguagem” apodere-se dos conhecimentos prévios e adquiridos 
em nossos estudos e sendo estudante de direito responda de forma dissertativa argumentativa sobre as 
características, elementos construtivos e linguagem da “Petição Inicial”. 
 
Resposta: a Petição Inicial é conceituada como o “ato pelo qual o autor propõe, por escrito e 
articuladamente, a espécie da questão que se há de tratar em juízo” (LOUREIRO, 1850). É privativa do 
advogado, nos termos dos arts. 1º, inciso I e 3º da Lei n. 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB), 
devendo ser redigida com precisão e clareza, objetividade, concisão, coesão e coerência, e impessoalidade; 
bem como, conter todos os requisitos dos incisos de I a VI do art. 319 da Lei n. 13.105/2015 (Código e 
Processo Civil – NCPC): 
“I – o juízo a que é dirigida; 
II – os nomes, os prenomes, o estado civil, a existência de união estável, a 
profissão, o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no 
Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o endereço eletrônico, o domicílio 
e a residência do autor e do réu; 
III – o fato e os fundamentos jurídicos do pedido; 
IV – o pedido com as suas especificações; 
V – o valor da causa; 
VI – as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos 
alegados.” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 03 – Observe as palavras em destaque na “Petição Inicial” realize uma pesquisa vocabular em 
seguida discrimine em ordem alfabética cada uma delas. (favor citar as fontes). 
 
Mandato: ato de delegar alguma função ou missão a alguém, na maioria das vezes quando se diz isto em 
âmbito jurídico é referente a outorgar poderes para uma parte representar o outorgante. 
Consubstanciado: algo materializado – a palavra ‘substância’ remete ‘matéria’, ou seja aquilo que é 
concretizado ou fortalecido 
Autor: aquele que pratica alguma ação. No processo civil é a parte ativa que provoca o Poder Judiciário 
em algum processo ou ação. Bate às portas do Poder Judiciário em busca da prestação jurisdicional 
Rol: referente a lista ou relação 
Inadimplentes: aquele que não cumpre sua obrigação 
Dano Material: prejuízo de cunho financeiro ou patrimonial relativo a perda de algo material causado por 
terceiros 
In Verbis: vem do latim ‘nestes termos’ ou ‘nestas palavras’. Transcreve o que já foi escrito. 
Difusos: vem do verbo ‘difundir’ ou se espalhar, aquilo que foi espalhado 
Direito Líquido e Certo: o direito que se conquista ou adquire que é certo e não se tem dúvidas disso - 
não há como negar este direito e nem contestar, em regra. Não necessita nem de comprovação. Por existir 
já se tem garantia de exercício. 
Súmula: é um conjunto textual que explicita a ideia ou pensamento em geral pacificado e majoritário de 
algum Tribunal Superior a respeito de um assunto. Servem para nortear decisões em casos afins e em 
relação as súmulas vinculantes, tem caráter vinculante devendo ser seguidas. 
Pecuniária: vem de ‘pecúnia’ que significa dinheiro 
Revelia: de acordo com o Código Civil é a não contestação da parte ré com relação as afirmações ditas no 
processo em seu desfavor 
Honorários Advocatícios: o valor ou remuneração a ser recebido pelos trabalhos de um advogado 
 
 
QUESTÃO 04 – Discorra qual é o seu entendimento sobre documentos jurídicos e qual a importância de 
saber redigi-los seguindo os padrões da norma culta em observância às formalidades estruturais. (Apoio 
para resolução: livro Curso de Português Jurídico DAMIÃO, HENRIQUES páginas 201 a 206). 
 
Resposta: a finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer pela escrita. Para que haja comunicação, 
são necessários: (1) alguém que comunique; (2) algo a ser comunicado; e (3) alguém que receba essa 
comunicação. A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e nos expedientes 
direcionados ao Poder Judiciário decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e 
comunicações; de outro, de sua finalidade. Os documentos jurídicos – aqui entendidos como aqueles 
direcionados às autoridades judiciárias em seu papel jurisdicional de “dizer o Direito” diante de casos 
concretos, resolvendo lides em sede de processos judiciais – só são aptos e idôneos a produzirem seus 
efeitos se, quando de sua elaboração, forem redigidos com linguagem adequada, sobretudo no que se refere 
à clareza e à objetividade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÃO 05 – Por qual motivo foi utilizado “EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE 
DIREITO”? 
 
Resposta: aparentemente por desconhecimento da norma, qualseja o Manual de Redação da Presidência 
da República. Publicação que versa inclusive sobre pronomes de tratamento a serem utilizados em 
comunicações oficiais, dentre os quais não se incluem a expressão “Doutor”, que por sinal é um título 
acadêmico e não um pronome de tratamento. Em seu turno, a própria utilização de “Excelentíssimo” no 
Vocativo foi feita de forma equivocada, uma vez que essa expressão só é cabível a chefes de Poder, nos 
termos do supracitado Manual (pág. 26). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL.Código de Defesa do Consumidor 
 
BRASIL.Estatuto da Advocacia e da OAB 
 
BRASIL. Lei n. 13.105/2015 (Código e Processo Civil – NCPC) 
 
BRASIL.Lei n. 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB) 
 
BRASIL. Jurisprudência em Teses – Edição nº 59. Brasília. Disponivel em< 
http://www.stj.jus.br/ Acesso em 09-06-2020 as 00:20 
 
Disponivel em< https://www.direitonet.com.br> Acesso em 09-06-2020/ as 00:20 
 
 Disponivel em< https://www.significados.com.br/ Acesso em 09-06-2020/ as 00:20 
 
 Disponivel em< https://dicionariodireito.com.br/ Acesso em 09-06-2020/ as 00:20 
 
 
 Disponivel em< pt.wikipedia.org › Acesso em 09-06-2020/ as 00:20 
 
 
Lourenço Trigo de Loureiro, Teoria do Processo, 1850, p. 91 
 
MENDES, Gilmar. Manual de Redação da Presidência da República. 1991. 320 p. 
 
 
 
 
 
 
http://www.stj.jus.br/
https://www.significados.com.br/
https://dicionariodireito.com.br/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Súmula
https://pt.wikipedia.org/wiki/Súmula