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PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS ELETROMECÂNICOS
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Introdução à segurança com eletricidade
Eletricidade
Sistema Elétrico
Trabalho em instalações elétricas
Acidentes no trabalho – setor elétrico
Eng. MARTINS - 2007
2
ELETRICIDADE
Energia Solar
Energia Mecânica
Energia Química
Energia Eólica
Energia Térmica
Energia Sonora
Energia Nuclear (atômica)
Usina Hidrelétrica
Usina Termoelétrica
Usina Nuclear
Usina Eólica
Pilha
Dínamo
Eng. MARTINS - 2007
3
SISTEMA ELÉTRICO
GERAÇÃO
TRANSMISSÃO
DISTRIBUIÇÃO
UTILIZAÇÃO
(CONSUMO)
Eng. MARTINS - 2007
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SISTEMA ELÉTRICO
GERAÇÃO: Usinas – 13,8 KV – Itaipu; Ilha Solteira, Jupiá; Americana; etc.
	 Subestação Elevadora
TRASMISSÃO: Linhas / Torres de Transmissão – 138 KV (69KV-440KV-600KV)
(AT)	 Subestação Mantenedora – Longas distâncias – Subestação Abaixadora
DISTRIBUIÇÃO: Linhas primária e secundária – Cidades – 11,95KV / 13,8 KV
(MT)	 Transformadores de Distribuição – 220V / 127V
UTILIZAÇÃO: Consumidores – 220V / 127V (380V / 440V)
(BT)
Eng. MARTINS - 2007
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TRABALHOS EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Projeto
Construção
Montagem
Operação
Manutenção das instalações elétricas
Aplica-se também a
Quaisquer serviços realizados nas proximidades das instalações elétricas
10.1.2
Eng. MARTINS - 2007
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ACIDENTES
NO
TRABALHO
Eng. MARTINS - 2007
7
DADOS DE 2018
390 mil acidentes de trabalho
2.582 acidentes fatais
13,5 mortes para cada 100 mil trabalhadores
Significa Brasil 2,7 vezes acima da média mundial (países desenvolvidos)
Fonte: INSS / 2018
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PANORAMA DE
ÓBITOS NO TRABALHO
NO SETOR ELÉTRICO
Eng. MARTINS - 2007
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ÓBITOS NO SETOR ELÉTRICO 
	Fundação COGE	2001	2002	2003
	Massa trabalhadora	97 mil	96 mil	96 mil
	Mortes no trabalho	77
óbitos	85
óbitos	88
óbitos
	Mortes x massa trab.	0,080%	0,088%	0,091%
Eng. MARTINS - 2007
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COMPARAÇÃO DOS ÓBITOS
SETOR ELÉTRICO X GERAL (NACIONAL)
2001 – 5,7 VEZES MAIOR
2002 – 5,9 VEZES MAIOR
2003 – 7,0 VEZES MAIOR
Eng. MARTINS - 2007
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LEGISLAÇÃO
NORMAS TÉCNICAS
Eng. MARTINS - 2007
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CLT
Capítulo V do Título II
Segurança e Medicina do Trabalho
(Arts. 154 a 201)
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NORMAS TÉCNICAS
BRASILEIRAS
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Normas ABNT
NBR 6533 – Estabelecimentos dos Efeitos da Corrente Elétrica do Corpo Humano
NBR 5410 – Instalações Elétricas em Baixa Tensão
NBR 14039 – Instalações Elétricas em Média Tensão
NBR 5418 – Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas
NBR 5419 – Proteção de Estruturas contra Descargas Atmosféricas
NBR 10622 – Ensaios Elétricos em Luvas Isolantes de Borracha
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NORMAS REGULAMENTADORAS
NRs
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NRs
NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA
NR-6 – Equipamento de Proteção Individual
NR-17 – Ergonomia
NR-26 – Sinalização de Segurança
NR-10 – Instalações e Serviços em Eletricidade
Eng. MARTINS - 2007
17
CONDIÇÕES PARA AUTORIZAÇÃO
DE TRABALHADORES
QUALIFICAÇÃO
X
HABILITAÇÃO
X
CAPACITAÇÃO
X
AUTORIZAÇÃO
Item 10.8 da NR-10
Eng. MARTINS - 2007
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10.8 -	HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO, CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES.
 
10.8.1 É considerado trabalhador qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico na área elétrica reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino.
 
10.8.2 É considerado profissional legalmente habilitado o trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.
 
10.8.3 É considerado trabalhador capacitado aquele que atenda às seguintes condições, simultaneamente:
a) receba capacitação sob orientação e responsabilidade de profissional habilitado e autorizado; e
b) trabalhe sob a responsabilidade de profissional habilitado e autorizado.
 
10.8.3.1 A capacitação só terá validade para a empresa que o capacitou e nas condições estabelecidas pelo profissional habilitado e autorizado responsável pela capacitação.
 
10.8.4 São considerados autorizados os trabalhadores qualificados ou capacitados e os profissionais habilitados, com anuência formal da empresa.
 
10.8.5 A empresa deve estabelecer sistema de identificação que permita a qualquer tempo conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador, conforme o item 10.8.4.
 
Eng. MARTINS - 2007
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10.8.6 Os trabalhadores autorizados a trabalhar em instalações elétricas devem ter essa condição consignada no sistema de registro de empregado da empresa.
10.8.7 Os trabalhadores autorizados a intervir em instalações elétricas devem ser submetidos à exame de saúde compatível com as atividades a serem desenvolvidas, realizado em conformidade com a NR 7 e registrado em seu prontuário médico.
 
10.8.8 Os trabalhadores autorizados a intervir em instalações elétricas devem possuir treinamento específico sobre os riscos decorrentes do emprego da energia elétrica e as principais medidas de prevenção de acidentes em instalações elétricas, de acordo com o estabelecido no Anexo II desta NR.
 
Eng. MARTINS - 2007
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10.8.8.1 A empresa concederá autorização na forma desta NR aos trabalhadores capacitados ou qualificados e aos profissionais habilitados que tenham participado com avaliação e aproveitamento satisfatórios dos cursos constantes do ANEXO II desta NR.
10.8.8.2 Deve ser realizado um treinamento de reciclagem bienal e sempre que ocorrer alguma das situações a seguir:
a) troca de função ou mudança de empresa;
b) retorno de afastamento ao trabalho ou inatividade, por período superior a três meses; e
c) modificações significativas nas instalações elétricas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho.
 
10.8.8.3 A carga horária e o conteúdo programático dos treinamentos de reciclagem destinados ao atendimento das alíneas “a”, “b” e “c” do item 10.8.8.2 devem atender as necessidades da situação que o motivou.
 
10.8.8.4 Os trabalhos em áreas classificadas devem ser precedidos de treinamento especifico de acordo com risco envolvido.
 
10.8.9 Os trabalhadores com atividades não relacionadas às instalações elétricas desenvolvidas em zona livre e na vizinhança da zona controlada, conforme define esta NR, devem ser instruídos formalmente com conhecimentos que permitam identificar e avaliar seus possíveis riscos e adotar as precauções cabíveis.
Eng. MARTINS - 2007
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FORMAÇÃO
SISTEMA OFICIAL DE ENSINO NA EMPRESA
Registro
no Conselho
HABILITADO
QUALIFICADO
AUTORIZADOS
Capacitação Específica
dirigida e sob responsabilidade
de Profissional Habilitado
Autorizado
CAPACITADO
Sob supervisão de
Habilitado e Autorizado
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RISCOS
EM
INSTALAÇÕES
E SERVIÇOS
COM ELETRICIDADE
Eng. MARTINS - 2007
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O CHOQUE ELÉTRICO
Eng. MARTINS - 2007
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É uma perturbação acidental que se
manifesta no organismo humano,
quando percorrido por uma corrente elétrica.
CHOQUE
ELÉTRICO
Eng. MARTINS - 2007
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TENSÃO DE PASSO
TENSÃO DE TOQUE
Eng. MARTINS - 2007
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Os perigos do choque elétrico
podem ser mais danosos ainda,
desde que a corrente passe
a transitar com maior
intensidade pelo coração.
F
N
F
F
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Eng. MARTINS - 2007
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CHOQUE ELÉTRICO
E SUAS CONSEQÜÊNCIAS
PARA O SER HUMANO
- Contrações musculares,
- fibrilação ventricular, 
- parada cardíaca,
- queimaduras,
- asfixia, anoxia, anoxemia.
- Quedas de níveis elevados,
- batidas,
- fraturas,
- traumatismos,
- perda de membros.
MORTE
DIRETAS
INDIRETASEng. MARTINS - 2007
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O choque elétrico é a perturbação que se manifesta no organismo humano, quando este é percorrido pela corrente elétrica. A gravidade do acidente está ligada às características físicas da corrente e condições do acidente, tais como:
Natureza da corrente (contínua/alternada); Freqüência;
Resistência do corpo humano à passagem da corrente elétrica, que varia segundo as condições ambientais;
Percurso da corrente pelo corpo; Tempo de duração da passagem.
Eng. MARTINS - 2007
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O choque elétrico  corrente elétrica que passa através do corpo humano ou de um animal qualquer. O pior choque  é aquele que, atravessando o tórax, tem grande chance de afetar o coração e a respiração.
(Se fizerem parte do circuito elétrico o dedo polegar e o dedo indicador de uma mão, ou uma mão e um pé, o risco é menor.)
O mínimo que uma pessoa pode perceber: 1 mA. Com uma corrente de 10 mA, a pessoa perde o controle dos músculos, sendo difícil abrir as mãos para se livrar do contato.
O valor mortal está compreendido entre 10 mA e 3 A. 
Eng. MARTINS - 2007
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Existem três formas distintas de ocorrer o choque elétrico.
O choque estático acontece com o contato com equipamentos que possuem eletricidade estática, como por exemplo, um capacitor carregado (carro, porta metálica, etc).
O choque dinâmico é através do contato ou excessiva aproximação do fio fase de uma rede ou circuito de alimentação elétrico descoberto.
Através do raio, acontece o choque atmosférico que é o recebimento de descarga atmosférica.
Eng. MARTINS - 2007
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AS MANIFESTAÇÕES DO CHOQUE
Contrações musculares;
Comprometimento do sistema nervoso 	central, podendo levar à parada 	respiratória;
Comprometimento cardiovascular 	provocando a fibrilação ventricular – 	"parada cardíaca";
Queimaduras de grau e extensão 	variáveis, podendo chegar até a 	necrose do tecido. 
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O ARCO ELÉTRICO
PIPAS E REDE ELÉTRICA
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Em caso de choque elétrico, para você ajudar seu amigo e não se machucar também, a primeira coisa a fazer é desligar a energia.
DEPENDENDO DA SUA ATITUDE, A SITUAÇÃO PODE SE COMPLICAR!
Eng. MARTINS - 2007
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PROBLEMAS 
AÇÕES
Eng. MARTINS - 2007
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Parada do coração e da respiração
Acontece porque o coração ao receber o choque elétrico altera bruscamente o seu batimento, parando também a respiração.
O que fazer?
Depois de desligar a energia elétrica, ajoelhe-se ao lado do seu amigo, veja se ele respira e se o coração está batendo. Se não estiver, faça a respiração boca-máscara e a compressão do peito.
Eng. MARTINS - 2007
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Queimaduras
A energia elétrica gera calor, por isso quando alguém leva um choque elétrico pode ter queimaduras. Quase sempre a queimadura acontece na parte do corpo que teve contato com o fio desencapado, tomada ou qualquer objeto que gerou o choque.
O que fazer?
Trate a queimadura conforme treinamento específico.
Eng. MARTINS - 2007
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Ossos quebrados
Se o choque que seu amigo levou foi muito forte e ele caiu, dependendo da altura ou da violência que ele bateu no chão, pode ter quebrado algum osso.
O que fazer?
Cuide dele, seguindo as instruções para ossos quebrados.
Eng. MARTINS - 2007
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TREINAMENTO
É IMPORTANTE?
QUEM VOCÊ GOSTARIA QUE
TE SOCORRESSE?
VOCÊ PODE SALVAR!
Eng. MARTINS - 2007
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OS RISCOS PODEM SER
MINIMIZADOS?
CONSCIENTIZAÇÃO
AS CONSEQUÊNCIAS VOCÊ
PODE IMAGINAR!
Eng. MARTINS - 2007
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DE QUEM DEPENDE A
SUA ATITUDE?
Do Técnico de Segurança do Trabalho?
Do Chefe?
Do seu salário?
Do resultado do jogo do seu time?
Do colega de trabalho?
 ?
DE VOCÊ MESMO?
Eng. MARTINS - 2007
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO
COLETIVA
INDIVIDUAL
Eng. MARTINS - 2007
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
10.2.8.1 Em todos os serviços executados em instalações elétricas devem ser previstas e adotadas, prioritariamente, medidas de proteção coletiva aplicáveis, mediante procedimentos, às atividades a serem desenvolvidas, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores.
10.2.8.2 As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de tensão de segurança. 
Eng. MARTINS - 2007
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
10.2.8.2.1 Na impossibilidade de implementação do estabelecido no subitem 10.2.8.2., devem ser utilizadas outras medidas de proteção coletiva, tais como: isolação das partes vivas, obstáculos, barreiras, sinalização, sistema de seccionamento automático de alimentação, bloqueio do religamento automático.
10.2.8.3 O aterramento das instalações elétricas deve ser executado conforme regulamentação estabelecida pelos órgãos competentes e, na ausência desta, deve atender às Normas Internacionais vigentes. 
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DR, RELÉS DE FUGA
Medidas de controle:
Desenergização
Isolação das partes vivas
Emprego de tensão de segurança
Obstáculos
Barreiras
Sinalização
Sistema de seccionamento automático
Bloqueio de religamento automático
MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
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10.5 – SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS 
10.5.1 Somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados, obedecida a seqüência abaixo:
 a) seccionamento;
b) impedimento de reenergização;
c) constatação da ausência de tensão;
d) instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos;
e) proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada (Anexo I); e
f) instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
Eng. MARTINS - 2007
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Provisório não é temporário.
10.5.2 O estado de instalação desenergizada deve ser mantido até a autorização para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a seqüência de procedimentos abaixo:
 a) retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos;
b) retirada da zona controlada de todos os trabalhadores não envolvidos no processo de reenergização;
c) remoção do aterramento temporário, da equipotencialização e das proteções adicionais;
d) remoção da sinalização de impedimento de reenergização;
e) destravamento, se houver, e religação dos dispositivos de seccionamento.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS
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10.5.3 As medidas constantes das alíneas apresentadas nos itens 10.5.1 e 10.5.2 podem ser alteradas, substituídas, ampliadas ou eliminadas, em função das peculiaridades de cada situação, por profissional legalmente habilitado, autorizado e mediante justificativa técnica previamente formalizada, desde que seja mantido o mesmo nível de segurança originalmente preconizado.
10.5.4 Os serviços a serem executados em instalações elétricas desligadas, mas com possibilidade de energização, por qualquer meio ou razão, devem atender ao que estabelece o disposto no item 10.6.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS
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10.6 - SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS
10.6.1 As intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 Volts em corrente alternada ou superior a 120 Volts em corrente contínua somente podem ser realizadas por trabalhadores que atendam ao que estabelece o item 10.8 desta Norma.
10.6.1.1 Os trabalhadores de que trata o item anterior devem receber treinamento de segurança para trabalhos com instalações elétricas energizadas, com currículo mínimo, carga horária e demais determinações estabelecidas no Anexo II desta NR.
Eng. MARTINS - 2007
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS
10.6.1.2 As operações elementares como ligar e desligar circuitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, podem ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.
10.6.2 Os trabalhos que exigem o ingresso na zona controlada devem ser realizados mediante procedimentos específicos respeitando as distâncias previstas no Anexo I.
10.6.3 Os serviços em instalações energizadas, ou em suas proximidades devemser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo.
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10.6.4 Sempre que inovações tecnológicas forem implementadas ou para a entrada em operações de novas instalações ou equipamentos elétricos devem ser previamente elaboradas análises de risco, desenvolvidas com circuitos desenergizados, e respectivos procedimentos de trabalho.
 
10.6.5 O responsável pela execução do serviço deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. 
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS
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Do Anexo 1 – Distâncias de Segurança
Fig 1. – Distâncias que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre:
		 		 ZL
	RC
ZC
 ZR
Rr
PE
PE = Ponto Energizado
Rr = Raio de Risco
ZR = Zona de Risco
RC = Raio Controlado
ZC = Zona Controlada
ZL = Zona Livre
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Do Anexo 1 – Distâncias de Segurança
Fig. 2 - Distâncias que delimitam radialmente as zonas
de risco, controlada e livre c/ superfície separação
ZC
 ZR
Rr
PE
RC ZL
SI
PE = Ponto Energizado
Rr = Raio de Risco
ZR = Zona de Risco
RC = Raio Controlado
ZC = Zona Controlada
ZL = Zona Livre
SI = Superfície isolante
adequada
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ZL = Livre
ZC = Restrita a trabalhadores autorizados
ZR = Restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho.
Do Anexo 1 – Distâncias de Segurança
ZC
 ZR
ZL
PE
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SERVIÇOS EM INSTALAÇÕES DESENERGIZADAS
ZC
 ZR
Rr
PE
ÁREA DE
TRABALHO
RC
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SERVIÇOS EM PROXIMIDADE
ZC
 ZR
Rr
PE
RC
ÁREA DE
TRABALHO
Eng. MARTINS - 2007
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SERVIÇOS EM INSTALAÇÕES ENERGIZADAS
ZC
 ZR
 Rr
PE
ÁREA DE
TRABALHO
RC
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OS RAIOS DE DELIMITAÇÃO DE ZONAS DE
RISCO, CONTROLADA E LIVRE
ESTÃO NA
TABELA DO ANEXO II
NR-10
Do Anexo 1 – Distâncias de Segurança
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TABELA DE RAIOS DE DELIMITAÇÃO DE ZONAS DE RISCO, CONTROLADA E LIVRE
Faixa de Tensão Nominal da instalação elétrica, em kV
Rr – Raio de delimitação entre zona de risco e controlada, em metros
Rc – Raio de delimitação entre zona controlada e livre, em metros
 1
0,20
0,70
 1 e  3
0,22
1,22
 3 e  6
0,25
1,25
 6 e  10
0,35
1,35
 10 e  15
0,38
1,38
 15 e  20
0,40
1,40
 20 e  30
0,56
1,56
 30 e  36
0,58
1,58
 36 e  45
0,63
1,63
 45 e  60
0,83
1,83
 60 e  70
0,90
1,90
 70 e  110
1,00
2,00
 110 e  132
1,10
3,10
 132 e  150
1,20
3,20
 150 e  220
1,60
3,60
 220 e  275
1,80
3,80
 275 e  380
2,50
4,50
 380 e  480
3,20
5,20
 480 e  700
5,20
7,20
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APROXIMAÇÃO DAS ZONAS DE RISCO E CONTROLADA
ZONA DE RISCO
	PERMITIDA PARA PROFISSIONAIS AUTORIZADOS E COM ADOÇÃO DE TÉCNICAS E INSTRUMENTOS APROPRIADOS DE TRABALHO.
ZONA CONTROLADA
	APROXIMAÇÃO PERMITIDA A PROFISSIONAIS AUTORIZADOS.
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ATERRAMENTO
DE PROTEÇÃO
TEMPORÁRIO
MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA
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ESQUEMAS DE ATERRAMENTO
Esquema TN
Esquema TT
Esquema IT
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ESQUEMA TN
Ponto de alimentação aterrado  condutor neutro = condutor terra
(podem ser dois ou um só)
As massas são aterradas no (s) condutor (es) 
L1
L2
L3
N
PE
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ESQUEMA TT
Ponto de alimentação aterrado  condutor neutro + condutor terra
(diferentes)
As massas são aterradas apenas no condutor de proteção ou individualmente
L1
L2
L3
N
PE
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ESQUEMA IT
Ponto de alimentação s/ aterramento ou aterrado com impedância  com ou sem neutro + condutor terra
Massas são aterradas apenas no
condutor de proteção ou individualmente
L1
L2
L3
N
PE
IMPED.
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MEDIDAS DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL
Eng. MARTINS - 2007
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10.2.9.1 Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR 6. 
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
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68
10.2.9.2 As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromagnéticas.
 
10.2.9.3 É vedado o uso de adornos pessoais nos trabalhos com instalações elétricas ou em suas proximidades. 
MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
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VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
ARCO ELÉTRICO  LIBERA CALOR
RADIAÇÃO, CONVECÇÃO
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VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
Energia 
Incidente
Energia Máxima
Limite para queimadura de 2º grau
		5 Joule / cm²
Cal / cm²
ATPV ou EBT do tecido
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ATPV (Arc Thermal Performance Value)
	Indicador que mede desempenho dos tecidos e caracteriza as roupas de proteção contra arco elétrico.
EBT (Breakopen Threshold Energy)
	Média dos 5 valores máximos de energia incidente que não provoca “break open” do tecido (material carbonizado não apresenta rachadura na parte interna – próximo à área protegida – maior que 0,5 pol² em área ou maior que uma polegada em comprimento.
VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
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	Normas para testes de tecidos e roupas para proteção contra queimaduras por arcos elétricos:
ASTM-F 1959/F 1959M – 1999
IEC-61482-1
CENELEC ENV 50354:2000
Siglas:
ASTM – American Society for Testing and Materials
IEC – International Electrotechnical Comission
CENELEC – Comité Europeu de Normalização Eletrotécnica
VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
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FIBRAS RECOMENDADAS – NFPA 70E
(NFPA – National Fire Protection Association)
Fibras de algodão com retardante de chamas
Meta-aramida
Para-aramida (também evita o Break open)
Poli-benzimidazole (PBI)
NÃO RECOMENDADAS
Fibras sintéticas (naylon, poliéster, rayon)
Algodão misturado com fibras sintéticas
VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
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VESTIMENTA É UMA PROTEÇÃO DE RETAGUARDA DA PESSOA
ASSIM COMO DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO DE RETAGUARDA DO EQUIPAMENTO
DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO DO EQUIPAMENTO
NÃO PROTEGE AS PESSOAS
NO CASO DE UMA FALHA!
VESTIMENTA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEIMADURAS POR ARCOS ELÉTRICOS
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RISCOS ADICIONAIS
ALTURA
AMBIENTES CONFINADOS
ÁREAS CLASSIFICADAS
UMIDADE
CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS
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TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCO
É IMPORTANTE PLANEJAR?
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 A.P.R 
 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO
Nº 00
 
DATA: 00/00/ 06
SERVIÇO A SER REALIZADO: 
 
 
LOCAL: 
 
HORA INÍCIO :
 
HORA TÉRMINO:
 
DURAÇÃO PREVISTA:
 
RESPONSÁVEL FERTÉCNICA:
 
SEGURANÇA FERTÉCNICA:
RESPONSÁVEL (CLIENTE):
 
SEGURANÇA (CLIENTE):
 
 
 
RISCO ASSOCIADO
MEDIDAS PREVENTIVAS
 ( AÇÕES TOMADAS )
O QUE PODE SAIR 
ERRADO
MEDIDAS PREVENTIVAS 
DO QUE PODE SAIR ERRADO
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10.10 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
10.10.1 Nas instalações e serviços em eletricidade deve ser adotada sinalização adequada de segurança, destinada à advertência e à identificação, obedecendo ao disposto na NR-26 - Sinalização de Segurança, de forma a atender, dentre outras, as situações a seguir:
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 a) identificação de circuitos elétricos;
b) travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
c) restrições e impedimentosde acesso;
d) delimitações de áreas;
e) sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas;
f) sinalização de impedimento de energização; e
g) identificação de equipamento ou circuito impedido.
10.10 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA
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10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
10.7.1 Os trabalhadores que intervenham em instalações elétricas energizadas com alta tensão, que exerçam suas atividades dentro dos limites estabelecidos como zonas controladas e de risco, conforme Anexo I, devem atender ao disposto no item 10.8 desta NR.
10.7.2 Os trabalhadores de que trata o item 10.7.1 devem receber treinamento de segurança, específico em segurança no Sistema Elétrico de Potência (SEP) e em suas proximidades, com currículo mínimo, carga horária e demais determinações estabelecidas no Anexo II desta NR.
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10.7.1. – O item 10.8 fala sobre autorização (capacitação, habilitação, qualificação).
Proximidades – slide 55
10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
10.7.3 Os serviços em instalações elétricas 	energizadas em AT, bem como aqueles 	executados no Sistema Elétrico de Potência - 	SEP, não podem ser realizados individualmente.
10.7.4 Todo trabalho em instalações elétricas energizadas em AT, bem como aquelas que interajam com o SEP, somente pode ser realizado mediante ordem de serviço específica para data e local, assinada por superior responsável pela área.
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10.7.3 – Mínimo 2 pessoas
10.7.5 Antes de iniciar trabalhos em circuitos energizados em AT, o superior imediato e a equipe, responsáveis pela execução do serviço, devem realizar uma avaliação prévia, estudar e planejar as atividades e ações a serem desenvolvidas de forma a atender os princípios técnicos básicos e as melhores técnicas de segurança em eletricidade aplicáveis ao serviço.
10.7.6 Os serviços em instalações elétricas energizadas em AT somente podem ser realizados quando houver procedimentos específicos, detalhados e assinados por profissional autorizado.
10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
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10.7.7 A intervenção em instalações elétricas energizadas em AT dentro dos limites estabelecidos como zona de risco, conforme Anexo I desta NR, somente pode ser realizada mediante a desativação, também conhecida como bloqueio, dos conjuntos e dispositivos de religamento automático do circuito, sistema ou equipamento.
10.7.7.1 Os equipamentos e dispositivos desativados devem ser sinalizados com identificação da condição de desativação, conforme procedimento de trabalho específico padronizado. 
10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
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10.7.8 Os equipamentos, ferramentas e dispositivos isolantes ou equipados com materiais isolantes, destinados ao trabalho em alta tensão, devem ser submetidos a testes elétricos ou ensaios de laboratório periódicos, obedecendo-se as especificações do fabricante, os procedimentos da empresa e na ausência desses, anualmente.
10.7.9 Todo trabalhador em instalações elétricas energizadas em AT, bem como aqueles envolvidos em atividades no SEP devem dispor de equipamento que permita a comunicação permanente com os demais membros da equipe ou com o centro de operação durante a realização do serviço.
10.7 - TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT)
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10.13 - RESPONSABILIDADES
10.13.1 As responsabilidades quanto ao cumprimento desta NR 	são solidárias aos contratantes e contratados envolvidos.
10.13.2 É de responsabilidade dos contratantes manter os 	trabalhadores informados sobre os riscos a que estão 	expostos, instruindo-os quanto aos procedimentos e 	medidas de controle contra os riscos elétricos a serem	adotados.
10.13.3 Cabe à empresa, na ocorrência de acidentes de trabalho 	envolvendo instalações e serviços em eletricidade, 	propor e adotar medidas preventivas e corretivas.
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10.13.4 Cabe aos trabalhadores:
a) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho;
b) responsabilizar-se junto com a empresa pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares, inclusive quanto aos procedimentos internos de segurança e saúde; e
c) comunicar, de imediato, ao responsável pela execução do serviço as situações que considerar de risco para sua segurança e saúde e a de outras pessoas.
10.13 - RESPONSABILIDADES
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Riscos Ambientais
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Perigo
 uma ou mais condições de uma variável com potencial necessário para causar danos, como: lesões pessoais, danos a equipamentos e instalações físicas, danos ao meio-ambiente, perda de material em processos, perda da capacidade produtiva
 é a fonte (agente físico, fator humano, situação ou condição) que tem o potencial para contribuir ou causar um efeito indesejado (lesão, morte ou dano material) quando não controlado
Perigo
 é uma propriedade inerente de um agente físico, químico, biológico, ou conjunto de condições que apresentam potencial para um acidente
Ex: o transporte rodoviário de uma carga inflamável é uma atividade inerentemente perigosa. O risco envolvido é expresso em termos de Probabilidade x Severidade
 Um perigo, assim, pode ser uma causa ou um fator que contribui para um risco
Risco
 probabilidade de possíveis danos dentro de um período específico de tempo, em um cenário específico 
probabilidade x gravidade
 
é a combinação da probabilidade e das consequências de ocorrer um evento perigoso
o termo risco deve ser entendido como sendo um adjetivo que caracteriza o perigo, podendo este ter um risco alto ou baixo por exemplo
O QUE É PERIGO:
PERIGO
Situação ou fonte potencial de dano em termos de acidentes pessoais, doenças, danos materiais e ao meio ambiente de trabalho, ou a combinação dos mesmos
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PERIGO
Situação ou fonte potencial de dano em termos de acidentes pessoais, doenças, danos materiais e ao meio ambiente de trabalho, ou a combinação dos mesmos
RISCO
Combinação da probabilidade e gravidade (Conseqüência) de um determinado evento (perigo) ocorrer.
O QUE É PERIGO E O QUE É RISCO:
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 Antecipação – identificar os potenciais de riscos e perigos à saúde, antes que um determinado processo industrial/administrativo seja implementado ou modificado, ou que novos agentes geradores de riscos sejam introduzidos no ambiente de trabalho. 
 Avaliação – Designa principalmente as medições e monitorizações que serão conduzidas no ambiente de trabalho.
 Controle – Está associado a minimização ou eliminação dos potenciais de exposição, antecipados, reconhecidos e avaliados no ambiente de trabalho.
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RISCOS AMBIENTAIS
A verificação das condições ambientais tem como objetivo antecipar, reconhecer, avaliar e controlar todos os fatores ou agentes de RISCO do ambiente de trabalho, que podem causar danos à saúde do trabalhador. 
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RISCOS AMBIENTAIS
	Riscos ambientais são fatores ou agentes que, dependendo da atividade que é desenvolvida nos ambientes de trabalho e dentro de certas condições irão causar danos à saúde do trabalhador. 
E não tem nada a ver com riscos ao meio ambiente.
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Fatores Desencadeantes de Doenças ou de danos à Saúde
 Tempo de exposição 
 Susceptibilidade do indivíduo 
 Concentração ou intensidade 
 Forma do agente 
 Falta de manutenção nas máquinas e equipamentos 
 Falta de sinalização
 Falta de treinamento
 Desconhecimento dos riscos 
 Falta de equipamentos de proteção 
 Inobservância das normas de segurança. 
RISCOS AMBIENTAIS 
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Conceitos
Classificação do Riscos 
 Agentes Físicos 
 Agentes Químicos
 Agentes Biológicos
 Agentes Ergonômicos
 Agentes de Acidentes
99
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Agentes Físicos – Conceitos e Conseqüências 
Ruído: Barulho ou som indesejável produzidos por máquinas, equipamentos ou processos.
Efeitos à Audição 
 Sensação de Zumbido 
Surdez Temporária 
Ruptura do Tímpano 
Surdez Permanente 
100
Agentes Agressivos à Saúde e suas Consequências 
 RuídoEfeitos no Trabalho
 Problemas na comunicação 
Baixa concentração 
Desconforto 
Cansaço 
Nervosismo 
Diminuição da produtividade 
101
Agentes Agressivos à Saúde e suas Consequências 
 Ruído 
Efeitos ao Organismo
Aumento da pressão arterial 
Ansiedade e tensão 
Insônia 
Alterações menstruais 
Impotência sexual 
Desequilíbrio emocional 
 Contração dos músculos 
Estreitamento dos vasos sangüíneos 
102
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Vibrações 
Vibrações Mecânicas: São oscilações, tremores, balanços, movimentos vibratórios e trepidações produzidas por máquinas e equipamentos. 
Vibrações Localizadas 
Alterações Neuro-Vasculares 
Problemas nas Articulações 
Osteoporose 
103
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Vibrações 
Vibrações de Corpo Inteiro 
Problemas na coluna vertebral 
Dores lombares 
Lesões nos rins 
104
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Temperaturas Extremas
São condições térmicas rigorosas bastante diferentes daquelas a que o organismo humano está habitualmente submetido, onde o trabalhador realiza suas atividades profissionais. 
105
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Temperaturas Extremas
Calor Intenso 
Insolação 
Prostração Térmica 
Desidratação 
Queimaduras
Câimbras do calor 
Fadiga 
Frio Intenso 
Enregelamento dos membros 
Hipotermia 
Ulcerações do frio 
106
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Pressões Anormais 
Pressões Anormais: são as pressões a que estão expostos trabalhadores que realizam suas atividades abaixo ou acima do nível do mar. 
Intoxicação pelo gás carbônico (CO2) 
Embolia 
107
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
 Radiações Ionizantes 
Radiações Ionizantes: energia produzida por materiais artificiais ou naturais que afetam gravemente o organismo humano como: césio, cobalto, aparelhos de RX, ultra-sonografia, irídio, etc.. 
Anemia
Câncer 
Leucemia 
Alterações Genéticas 
Queda de Cabelo 
Etc. 
108
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
Radiações não ionizantes
Energia eletromagnética encontrada em diversas formas: 
Radiação Infravermelho - também chamada de calor radiante, é bastante comum em indústrias siderúrgicas e metalúrgicas. 
Radiação Ultravioleta - são encontradas em operações de solda elétrica, fusão de metais, calor radiante do sol. 
109
Agentes Agressivos à Saúde e suas Conseqüências 
Radiações não ionizantes
Radiação a laser - - Encontradas nas atividades de levantamento topográficos, medicinas, comunicações. 
Radiação de microondas - são bastante utilizadas nas comunicações sendo produzida em instalações de radar e rádio transmissores. 
Queimaduras 
Conjuntivite 
Catarata 
Câncer de pele 
Alterações no SNC 
Sistema Nervoso Central
110
Conceitos
Agentes Químicos 
São agentes ambientais causadores em potencial de doenças profissionais devido a sua ação química sobre o organismo do trabalhador. 
111
Conceitos
Agentes Químicos 
São agentes ambientais causadores em potencial de doenças profissionais devido a sua ação química sobre o organismo do trabalhador. 
Gases
Substâncias que nas CNTP (Condições Normais de Temperatura e Pressão) estão no estado gasoso como: metano, monóxido de carbono, etc. 
112
Agentes Químicos 
Poeira
Partículas sólidas em suspensão no ar derivadas de esmerilhamento, trituração, impacto, manejo de materiais, etc. 
113
Fumos
Partículas sólidas suspensas no ar geradas pelo processo de condensação de vapores metálicos como: chumbo, antimônio, manganês, ferro, etc. 
Agentes Químicos 
114
Névoas 
Agentes Químicos 
115
Partículas em suspensão derivadas de: pintura por pistola, spray, processo de lubrificação, etc. 
São gotículas em suspensão formadas pela condensação de gás ou vapor, pela dispersão de líquido por formação de espuma, ou ainda, por atomização.
Agentes Químicos 
116
Neblina 
Agentes Químicos 
117
Vapores 
Fase gasosa de uma substancia que nas Condições Normais de Temperatura e Pressão é sólida ou líquida como: vapor de gasolina, álcool, benzeno, etc. 
Agentes Químicos 
118
SUBST. COMPOSTOS OU PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL
Podem englobar qualquer uma das formas de riscos químicos apresentadas anteriormente como: soda cáustica, ácidos, cálcio, etc. 
Agentes Químicos 
VIAS DE PENETRAÇÃO - CONSEQÜÊNCIAS 
VIA RESPIRATÓRIA 
Bronquites 
Pneumoconioses 
Asma 
119
Agentes Químicos 
VIAS DE PENETRAÇÃO - CONSEQÜÊNCIAS 
Via Cutânea 
Dermatoses 
Anemia 
Alterações na circulação e oxigenação do sangue 
120
Agentes Químicos 
VIAS DE PENETRAÇÃO - CONSEQÜÊNCIAS 
Via Digestiva 
Intoxicação acidental 
121
Agentes Biológicos
São microorganismos presentes no ambiente de trabalho, causadores de doenças com as quais pode o trabalhador entrar em contato no exercício de suas atividades profissionais. 
Principais agentes biológicos: 
Bactérias 
Parasitas
Vírus 
Bacilos 
Protozoários
Fungos 
122
Agentes Biológicos
Conseqüências à saúde do trabalhador: 
Tuberculose 
Tétano 
Brucelose 
Febre tifóide 
Gripe 
Malária 
Leptospirose 
Febre amarela 
AIDS 
Cólera 
123
Riscos Ergonômicos
Agentes de Riscos Ergonômicos
São os agentes ergonômicos caracterizados pela falta de adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas do trabalhador.
Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos (do ambiente) e internos (do plano emocional), em síntese, quando há disfunção entre o indivíduo e seu posto de trabalho.
Entre os agentes ergonômicos mais comuns estão: 
trabalho físico pesado; posturas incorretas; posições incômodas; repetitividade, monotonia; ritmo excessivo; trabalho em turnos e trabalho 
noturno; jornada de trabalho.
125
Ergonomia - NR 17 
Portaria 3214/78 MTE 
Condição de trabalho: carga física, mobiliário, 
postura, exigêncial sensorial e equipamentos.
Condições ambientais de trabalho: (conforto) 
ruído, temperatura, velocidade do ar, umidade
Organização do trabalho: norma de produção,
modo operatório, exigência de tempo, 
determinação do conteúdo-tempo, ritmo de 
trabalho e o conteúdo das tarefas.
Agentes de Riscos Ergonômicos e Repercussão na Saúde
Trabalho físico pesado, esforço físico, posturas incorretas e posições incômodas: 
Provoca cansaço, dores musculares e fraqueza, além de doenças como hipertensão arterial, diabetes, úlceras, moléstias nervosas, alterações no sono, acidentes, problemas de coluna, etc.
Ritmo excessivo, monotonia e repetitividade, trabalho em turnos, jornada prolongada, controle rígido da produtividade, excesso de responsabilidade, outras situações (conflitos, ansiedade, responsabilidade):
provocam desconforto, cansaço, ansiedade, doenças no aparelho 
digestivo (gastrite, úlcera), dores musculares, fraqueza, alterações no sono e na vida social (com reflexos na saúde e no comportamento), hipertensão arterial, taquicardia, cardiopatias (angina, infarto), diabetes, asmas, doenças nervosas, tensão, medo, ansiedade e comportamentos estereotipados.
127
Principais Fatores Individuais de Riscos Ergonômicos 
Esforço físico intenso 
Imposição de ritmos excessivos 
Levantamento e transporte manual de peso 
Exigência de postura inadequada 
Controle rígido de produtividade 
Jornada de trabalho prolongada 
Trabalho em turno e noturno 
Monotonia e repetitividade 
128
Outros agentes causadores de males ao trabalhador, mas não considerados Riscos Ambientais.
129
Agentes de Acidentes
São agentes causadores de acidentes, e que são responsáveis por uma série de lesões nos trabalhadores, como cortes, fraturas, escoriações, queimaduras, etc.
130
Agentes de Acidentes
Alguns riscos de acidentes 
Arranjo físico inadequado 
Máquinas e equipamentos sem proteção 
Ferramentas inadequadas ou defeituosas 
Iluminaçãoinadequada 
Eletricidade 
Probabilidade de incêndio ou explosão 
Animais peçonhentos 
Armazenamento inadequado 
Outras situações de risco. 
131
Agentes de Acidentes
Medidas de Controle dos Agentes Agressivos à Saúde 
Relativas ao Ambiente 
Substituição do produto tóxico 
Mudança do processo ou equipamentos 
Enclausuramento ou confinamento 
Ventilação 
Umectação 
Segregação 
Manutenção e conservação 
Ordem e limpeza. 
132
Agentes de Acidentes
Medidas de Controle dos Agentes Agressivos à Saúde 
Relativas ao Trabalhador 
Equipamento de proteção individual 
Limite de tolerância 
Vacinação 
Controle médico permanente. 
133
 Relação Dose-Resposta – Produto da concentração (C) do agente pela duração de tempo (T) da exposição ao mesmo.
 Vias de Penetração – As principais vias de penetração dos agentes químicos no organismo são:
 - Respiratórias;
 - Cutânea;
 - Digestiva.
 Tipos de Intoxicações – As intoxicações podem ser:
 Agudas: podem provocar alterações profundas no organismo em curto espaço de tempo, por exposição a altas concentrações.
 Crônicas: podem produzir danos consideráveis ao organismo, porém a longo prazo, por exposições contínuas a baixos níveis de concentração.
Riscos Toxicológicos
134
Tipos de Agentes Tóxicos:
A classificação dos agentes tóxicos segundo a ação sobre o organismo.
Irritantes: devido a uma ação química ou corrosiva, têm a propriedade de produzir inflamação nos tecidos com os quais entram em contato. Atuam principalmente nas mucosas das vias respiratórias, conjuntiva ocular, etc. Ex.: amoniaco, cloro, ácido sulfúrico.
Asfixiantes: estas podem ser de dois tipos:
 Simples: não interferem nas funções do organismo, mas reduzem a concentração de oxigênio no ar. Ex.: nitrogênio.
 Químicos: interferem no processo de absorção de oxigênio no sangue ou nos tecidos. Ex.: monóxido de carbono.
Riscos Toxicológicos
135
Tipos de Agentes Tóxicos:
Classificação dos agentes tóxicos segundo a ação sobre o organismo.
Narcóticos: ação depressiva sobre o sistema nervoso central, produzindo efeito anestésico, após terem sido absorvidos pelo sangue. Ex.: éter etílico, acetona.
Intoxicantes Sistêmicos: são compostos que podem causar tanto intoxicações agudas quanto crônicas em sistemas do organismo.
Riscos Toxicológicos
136
Tipos de Agentes Tóxicos:
Riscos Toxicológicos
Material Particulado: são compostos sólidos que se mantêm em suspensão e podem causar efeitos nocivos.
 Poeiras produtoras de fibrose;
 Poeiras Inertes
 Partículas alergizantes e irritantes.
137
Exposição a Riscos: 
Estudos de Casos
Fadiga Visual
Proteção Respiratória
Vibrações
Ruídos
Pressões
Lembre-se que pelo fato de você estar com o EPI adequado, não significa que está isento de se acidentar, por isso:
 Conheça a natureza do risco.
 Estabeleça e mantenha o controle das medidas.
 Seja responsável pela sua segurança e a daqueles que dependem de você.
Matriz de Risco: 
Modelo MORGADO, 2000
Gradação de Risco 
Matriz de Risco: 
Modelo MORGADO, 2000
Matriz de Risco – Frequência x Consequência
Que Estratégia Adotar?
Levantamento de Riscos COSAT/ICBS
GRAU 1
GRAU 2
GRAU 3
G R A D A Ç Ã O
A falha provoca graves efeitos sobre o homem, o meio ambiente ou instalações.
A falha acarreta riscos para o homem, o meio ambiente ou instalações.
A falha não produz conseqüências.
A falha afeta muito a qualidade, gerando produtos fora da especificação.
A falha faz variar a qualidade do produto.
A falha não produz efeito sobre a qualidade do produto.
É exigido em tempo integral.
É exigido aproximadamente a metade do período.
Uso ocasional.
A falha provoca interrupção total do processo produtivo.
A falha provoca interrupção parcial na produção ou cria restrições operacionais.
A falha não provoca interrupções do processo produtivo ou existe componente reserva.
Muitas paradas devido as falhas
(mais de 1por semestre).
Paradas ocasionais
( 1 a cada ano).
Paradas pouco frequentes
(menos de 1por ano).
O tempo de reparo e custos são muito elevados.
O tempo de reparo e custos são elevados.
O tempo de reparo e custo não são relevantes.
FATORES DE
AVALIAÇÃO
SEGURANÇA
Riscos potenciais para as pessoas, meio ambiente e instalações.
QUALIDADE
Efeito da falha dos equip. sobre a qualidade dos produtos.
REGIME DE TRABALHO
Tempo de operação do equipamento quando programado.
ATENDIMENTO
Efeito da falha sobre as interrupções do processo produtivo.
FREQUÊNCIA
Quantidade de falhas por período de utilização
(taxa de falha).
CUSTO
Mão de obra e materiais envolvidos no reparo
ALGORÍTIMO DE PRIORIZAÇÃO
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Controle dos perigos respiratórios
	Num bom programa de proteção respiratória, é essencial a avaliação correta do perigo. Isso requer que se conheça o processo, as matérias primas empregadas, os produtos finais, derivados e outros.
	Com esse conhecimento deve-se recolher uma quantidade suficiente de amostras apropriadas, que mostrem, durante todas as condições de operação, atmosferas que por seu conteúdo de oxigênio e níveis de concentração, sejam suficientemente conhecidas para avaliar a que exposição uma pessoa estará exposta durante o trabalho.
	
Conhecimento dos perigos respiratórios
 	Pelas características da formação do corpo humano, os materiais tóxicos podem penetrar no corpo por 3 (três) diferentes caminhos:
Sistema Respiratório
Gastro- intestinal
(boca)
Pele
(Poros)
Classificação dos riscos
 	Os riscos respiratórios classificam-se normalmente, por:
 Deficiência de oxigênio;
 Contaminação por gases: Imediatamente perigosos à vida, ou não.
 Contaminação por aerodispersóides (poeiras, fumos, etc...);
 Contaminação por gases e aerodispersóides: imediatamente 
 perigosos à vida, ou não.
O conteúdo normal de oxigênio no ar atmosférico é de aproximadamente 21% em volume.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
	As concentrações de oxigênio abaixo de 19,5% são consideradas inseguras para as exposições humanas devido aos efeitos nocivos nas funções do organismo, processos mentais e coordenação muscular.
Gases imediatamente perigosos à vida
 	São contaminantes que podem estar presentes em concentrações perigosas, mesmo quando a exposição for por um período curto.
Gases não imediatamente perigosos à vida
 	São contaminantes que podem ser respirados por um período curto, sem que ofereçam risco de vida, porém podem causar desconforto e possivelmente danos quando respirados por um período longo ou em períodos curtos, mas repetidos muitas vezes.
Classes de contaminantes gasosos
 	Quimicamente os contaminantes gasosos podem ser classificados como:
 Inertes
Não são metabolizados pelo organismo
Ex: Nitrogênio, Hélio, Argônio, Neônio, Dióxido De Carbono.
 Ácidos
Podem causar irritações no sistema respiratório e provocar o aparecimento de edemas pulmonares
Ex: Dióxido De Enxofre, Gás Sulfídrico, Ácido Clorídrico.
Classes de contaminantes gasosos
Alcalinos
Idem ao Ácidos - Ex: Amônia E Aminas.
 Orgânicos
Podem existir como gases ou vapores de composto líquido orgânico. Ex: Acetona, Cloreto De Vinila, Etc...
 Organo Metálicos
Compostos metálicos combinados a grupos orgânicos.
Ex: Chumbo Tretaetile e Fósforo Orgânico.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Efeitos biológicos 
Os gases e vapores podem ser classificados segundo a sua ação
sobre o organismo. 
 Irritante 
Produzem inflamação nos tecidos com que entra em contato direto: pele, olhos, via respiratória. 
Ex: ácido clorídrico, sulfúrico, amônia, soda cáustica. o ponto de ação dos gases e vapores irritantes é determinado pela solubilidade.
 Anestésico
A maioria dos solventes pertencem a este grupo, uma propriedade comum a todos é o efeito anestésico, devido a ação depressiva sobre o sistema nervoso central. 
Ex: clorofórmio, éter; os quais podem provocar perda da sensibilidade, inconsciência e a morte.
Efeitos biológicos 
Asfixiantes
Simples = Nitrogênio.
Químico = “CO “ - Monóxido de carbono.
 Venenos sistêmicos
Podem causar danos aos órgãos e sistemasvitais do corpo humano.
Ex: vapores metálicos de Mercúrio, Arsênio, etc...
Aerodispersóides 
 Formação: dispersão de partículas no ar de tamanho reduzido.
Podem ser classificados em três grupos, de acordo com sua ação nociva:
 Partículas Tóxicas
Podem passar dos pulmões para a corrente sangüínea e levadas para as diversas partes do corpo, onde vão exercer ação nociva à saúde (Irritação química, envenenamento sistêmico, tumores, etc...)
Ex: Antimônio, Arsênio, Cádmio, Ácido Fosfórico, Fósforo, ácido Crômio, etc...
Poeiras causadoras de fibroses ou pneumoconioses
As quais não sendo absorvidas pela corrente sangüínea permanecem nos pulmões podendo causar lesões sérias neste órgão.
Ex: Asbesto, Carvão, Bauxita, Sílica livre, etc...
 Partículas não tóxicas
Chamadas também de poeiras não agressivas, não causam fibroses, podem ser dissolvidas e passar diretamente para a corrente sangüínea ou que podem permanecer nos pulmões, sem causar efeitos nocivos locais ou sistêmicos.
Ex: Algodão, Lã, Farinhas, Poeiras de Couro, Pó de Madeira, etc...
“ Altas concentrações destes aerodispersóides devem ser considerados sempre com muita atenção”.
Os aerodispersóides segundo suas propriedades físicas classificam-se em:
 Névoas ou neblinas
Partículas líquidas em suspensão no ar, com dimensões que vão desde 5 a 100 mícrons.
 Fumos
Partículas sólidas de origem orgânica. São encontradas em dimensões que vão de 0,01 a 0,3 mícrons.
 Poeiras
Partículas sólidas geradas mecanicamente por manuseio, moagem, raspagem, esmerilhamento, etc... São encontradas em dimensões perigosas que vão desde 0,5 a 10 mícrons.
 Vapores Metálicos
Partículas sólidas condensadas. São encontradas em dimensões de 0,1 a 1 mícron.
 Organismos vivos
Bactérias em suspensão no ar, com dimensões de 0,001 a 15 mícrons.
* mícron - Unidade de comprimento igual a uma milionésima parte do metro padrão.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
 Perigos das partículas
	As dimensões das partículas expressas em mícrons, são de suma importância.
	As partículas menores de 10 mícrons de diâmetro tem mais facilidade para penetrar no sistema respiratório.
	As partículas menores de 5 mícrons de diâmetro são mais fáceis de alcançar os pulmões. 
 Formas de expressão de quantidades de poluentes no ar
 
 PPM - (partes por milhão)
	1 ppm de poluente corresponde a 1 cm3 de poluente por metro cúbico de ar respirado. Assim, ao constatarmos que determinado ambiente tem 30 ppm de cloro, estamos respirando 30 cm3 desse gás por metro cúbico de ar que respiramos.
1 metro cúbico de ar
1 PPM = 1 centímetro
 cúbico de ar respirado
 Mg/m3 - Miligramas de poluente por metro cúbico de ar respirado.
 Mg/L - Miligramas de poluente por litro de ar respirado.
 MPPC - Milhões de partículas por pé cúbico de ar.
 outras de menor uso, entre elas a “porcentagem por volume” por abranger grandes quantidades.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Trabalhos com proteção respiratória
	Apesar de todo o esforço realizado, nem sempre será possível conseguir que certos locais de trabalho estejam livres de contaminantes que vez e outra ou continuamente excedem os limites de tolerância previstos. Nestes casos será inevitável um controle contínuo dos contaminantes.
TRABALHOS
COM
PROTEÇÃO
RESPIRATÓRIA
ÁREAS
DE
TRABALHO
CONTAMINADAS
ATUAÇÕES
IMPREVISÍVEIS
ABANDONO
EM
PERIGO
EMINENTE
SALVAMENTOS
E
AÇÃO 
DE SOCORRO
Sistemas de equipamentos de proteção respiratória
	A variedade de tarefas que são realizadas com proteção respiratória é demasiadamente grande para um único tipo universal de equipamento. Desenvolveu-se portanto, para atender às inúmeras tarefas distintas, várias espécies diferentes de proteção respiratória.
	Pelo efeito de sua proteção os equipamentos de proteção respiratória são divididos em 2 grupos principais, assim temos “os dependentes” que dependem do efeito do ar atmosférico e “os independentes”, aqueles que independem do efeito ao ar atmosférico ambiental.
DEPENDE
DE AR
DEPENDENTE
AUTÔNOMA
AR MANDADO
INDEPENDENTES
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Filtros
	Os filtros de respiração retêm os
poluentes do ar respirado, porém não fornecem
oxigênio.
	Em decorrência deste fato só poderão
ser usados em atmosferas que contenham no mínimo 19,5% em volume de oxigênio.
	Os filtros de respiração aparecem nas mais variadas formas construtivas.
	São concebidos como:
			- Filtros de encaixe;
			- Filtros de rosca;
			- Filtros de cartucho.
	Em lugares com deficiência de oxigênio ou com elevadas concentrações de contaminantes, é obrigatório o uso de equipamentos que independem do meio atmosférico ambiental, tais como:
- Equipamento de respiração com linha de ar;
- Equipamentos autônomos de respiração a ar comprimido;
- Equipamentos autônomos de respiração com oxigênio.
DEPENDE
DE AR
Espécies de filtros
 Filtros contra gases
Os filtros contra gases são recheados com carvão ativo, cuja estrutura porosa oferece uma grande superfície.
Enquanto o ar respirado flui através da carga de carvão ativo do filtro, as moléculas do contaminante são retidas na grande superfície do carvão ativo granulado.
Para muitos outros gases (por exemplo: amônia, cloro, dióxido de enxofre), o efeito de retenção no filtro poderá ser melhorado com a impregnação do carvão com produtos químicos de retenção, utilizando-se para tanto sais minerais e elementos alcalinos.
 Filtros contra aerodispersóides
Os filtros contra aerodispersóides consistem de material fibroso microscopicamente fino. Partículas sólidas e líquidas são retidas na superfície dessas fibras com grande eficiência.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
 Filtros combinados
Os filtros combinados formam a união de filtro contra gases e de filtro contra aerodispersóides numa mesma unidade filtrante.
Oferecem proteção quando gases e aerodispersóides aparecem simultaneamente no ambiente.
O ar inalado atravessa inicialmente o filtro contra aerodispersóides que retêm todas as partículas em suspensão no ar.
 Tempo de uso e saturação
Dependendo de suas dimensões e das condições de uso, os filtros de respiração são capazes de reter uma certa quantidade de contaminantes. Os filtros contra aerodispersóides em geral tendem a se fechar mais com o uso. A resistência respiratória aumenta.
Observações Necessárias
Quando os filtros contra gases são usados até o limite, atingindo sua saturação, o usuário nota-o em geral pela percepção do cheiro característico de um gás ou pela irritação da mucosa.
No uso de filtros combinados, dependendo da composição dos contaminantes, o filtro poderá saturar pelo entupimento dos aerodispersóides e assim se notaria uma elevada resistência respiratória ou o filtro se satura pelo elemento contaminante gasoso e a troca se fará quando notado o primeiro cheiro de gás. 
Armazenamento
O armazenamento de filtro contra gases ou combinados, novos, na embalagem original de fabricação, e acondicionados convenientemente àvácuo, é de 3 anos após sua fabricação.
Após o vencimento desse prazo os filtros não devem ser usados.
Filtros contra aerodispersóides podem ser armazenados por tempo praticamente ilimitado.
Os filtros uma vez abertos, mesmo que nunca usados, devem ser substituídos dentro de um prazo de 6 meses.
 
 Capacitação e Treinamento
Para usar com segurança qualquer equipamento de proteção respiratória, é essencial que o usuário tenha sido instruído corretamente sobre a seleção, uso e manutenção.
O treinamento deverá, no mínimo, incluir o seguinte:
- Instrução sobre a natureza dos perigos, bem como, uma apreciação do que poderia suceder se não se usasse o equipamento correto.
- Comentários sobre o porque esse é o modelo indicado para o fim específico.
- Comentários sobre a capacidade e limitações dos dispositivos ou equipamentos.
- Instrução e treinamento sobre o seu uso.
- Instrução teórica e pratica para reconhecer e saber enfrentar situações de emergência.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
 Inspeção
Todos os equipamentos deverão ser inspecionados periodicamente, antes e depois do seu uso.
 Manutenção
Todos os equipamentos de proteção respiratória deverão ser limpos e higienizados depois de cada uso.
 Reparos
A substituição de peças que não sejam aproveitáveis, qualquer reparo e a manutenção dos equipamentos de proteção respiratória, deverá ser feita pela Segurança do Trabalho que providenciará o contato com o órgão especializado e competente para tal.
Método correto de uso
Para uso com segurança das máscaras faciais, existe um método padronizado e seguro cujos passos passamos a mostrar:
Carregue-a sempre pendurada pela alça de borracha, pois estará sempre pronta para o uso;
- Segure a parte superior da máscara com as duas mãos, tendo antes o cuidado de “soltar” totalmente todos os tirantes;
- Coloque primeiramente o queixo, “vestindo” a máscara totalmente, posicionando-a no lugar certo;
- Aperte os tirantes inferiores, puxando as tiras de borracha autotravantes;
- Faça a mesma operação com os tirantes superiores;
- Da mesma forma ajuste o tirante posicionado sobre o couro cabeludo.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
 Importante
- Faça o teste de vedação tampando seu bocal ou apertando a traquéia da mascara.
- Se a máscara estiver bem ajustada, o contorno do equipamento aderirá fortemente ao rosto, impedindo possíveis infiltrações de gases para dentro da mascara.
- Se isso não ocorrer aperte novamente os tirantes, fazendo novo teste.
Obs.: Nas mascaras autônomas (faciais) este teste deverá ser feito com o suprimento de ar fechado . Em seguida deverá ser colocado o filtro e/ou aberto o suprimento de ar.
Para retirar a máscara, aperte a parte interna da fivela dos tirantes de fixação de borracha, fazendo a operação ao inverso:
 Tirante do couro cabeludo;
 Tirantes superiores;
 Tirantes inferiores.
168
RUÍDO
É uma sensação sonora desagradável, pode ser mensurado, não desejado ou inútil.
SOM
É uma variação de pressão sonora capaz de sensibilizar os ouvidos.
Efeitos indesejados causados pelo ruído:
Psicológicos: nervosismo, neuroses, prejudica a concentração, causa irritabilidade e prejudica o sono.
Deficiências de comunicação: altera o estado emocional dos interlocutores, prejudica a qualidade de trabalho.
Fisiológicos: perda de audição, dor de cabeça, vômitos, diminuição do controle muscular.
RUÍDO
Ruídos suportáveis:
Rádios e televisores em alto volume;
Várias pessoas falando ao mesmo tempo; e
Ruídos provenientes das ruas.
Ruídos que causam perturbações nervosas:
Buzinas estridentes;
Alto-falantes;
Descargas livres de automóveis; e
Máquinas e motores de indústrias em funcionamento permanente.
RUÍDO - FONTES
RUÍDO - PREVENÇÃO
Incentivo e conscientização da utilização dos protetores auriculares. 
Programa de manutenção periódica do maquinário, pois peças gastas, soltas, falta de lubrificação e de ajustes, e disfunções mecânicas implicam na geração desnecessária de ruído. 
Instalação de barreiras, que são colocadas entre as fontes de ruído e os trabalhadores, podendo ser formadas por painéis fixos ou móveis, constituídos com materiais isolantes, podem minimizar o ruído. 
Limites de tolerância para ruído contínuo 
ou intermitente – NR-15
Nível de Ruído – dB (A)
Máxima exposição diária permissível
85
8 horas
90
4 horas
100
1 hora
110
15 minutos
115
8 minutos
PRESSÕES ANORMAIS
 
EXISTEM DOIS TIPOS DE PRESSÕES ANORMAIS, CAUSADAS PELA VARIAÇÃO DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA: 
PRESSÃO HIPERBÁRICA
PRESSÃO HIPOBÁRICA.
 
 
	Riscos físicos
Pressões Anormais
Hipobárica: quando o homem está sujeito a pressões menores que a pressão atmosférica. Estas situações ocorrem a elevadas altitudes. 
	(coceira na pele, dores musculares, vômitos, hemorragias pelo ouvido e ruptura do tímpano) 
Hiperbárica: quando o homem fica sujeito a pressões maiores que a atmosférica. 
	(mergulho e uso de ar comprimido).
MODELO DE CÂMARA HIPERBÁRICA, QUE PERMITE EQUILIBRAR A ADEQUAÇÃO DO CORPO HUMANO À PRESSÃO.
OS SISTEMAS DE OXIGENIOTERAPIA HIPERBÁRICA PODEM SER CLASSIFICADOS EM DOIS GRUPOS:
 
SISTEMAS MONOPACIENTE 
SISTEMAS MULTIPACIENTES 
PRESSÕES ANORMAIS
- SISTEMAS MONOPACIENTE 
CÂMARAS HIPERBÁRICAS COM CAPACIDADE PARA APENAS UM PACIENTE, TEM FORMATO CILÍNDRICO, FABRICADO EM ACRÍLICO TRANSPARENTE PARA PERMITIR AO PACIENTE UMA VISÃO DESIMPEDIDA DO EXTERIOR, O QUE REDUZ UMA POSSÍVEL ANSIEDADE MOTIVADA PELO CONFINAMENTO EM ESPAÇO TOTALMENTE FECHADO. 
POSSUEM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO QUE CONTRIBUI PARA DAR AO PACIENTE SENSAÇÃO DE SEGURANÇA, POSSIBILIDADE DE OUVIR MÚSICA, ASSISTIR TELEVISÃO OU SIMPLESMENTE CONVERSAR DURANTE O SEU TRATAMENTO. 
PRESSÕES ANORMAIS
PRESSÕES ANORMAIS
- SISTEMAS MULTIPACIENTES 
CÂMARAS HIPERBÁRICAS TÊM CAPACIDADE PARA O TRATAMENTO DE DIVERSOS PACIENTES SIMULTANEAMENTE, E ADICIONALMENTE PERMITEM QUE O PESSOAL MÉDICO ESTEJA PRESENTE DENTRO DA CÂMARA.
POR TEREM DOIS COMPARTIMENTOS, ESSAS CÂMARAS PERMITEM A ENTRADA E SAÍDA DE PESSOAL ADICIONAL SEM QUE SEJA NECESSÁRIO A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO. 
PRESSÕES ANORMAIS
 
MERGULHO: Condições Perigosas
Situações em que uma operação de mergulho envolva riscos adicionais ou condições adversas, tais como:
uso e manuseio de explosivos;
b) trabalhos submersos de corte e solda;
c) trabalhos em mar aberto;
 
Condições Perigosas
d) correntezas superiores a 2 (dois) nós;
e) estado de mar superior a "mar de pequenas vagas" (altura máxima das ondas de 2,00 (dois metros);
f) manobras de peso ou trabalhos com ferramentas que impossibilitem o controle da flutuabilidade do mergulhador;
g) trabalhos noturnos;
h) trabalhos em ambientes confinados.;
 
Obrigações do Empregador
garantir que todas as operações de mergulho obedeçam a este item;
b) manter disponível, para as equipes de mergulho, nos locais de trabalho, manuais de operação completos,equipamentos e tabelas de descompressão adequadas;
 
Obrigações do Empregador
c) indicar por escrito os integrantes da equipe e suas funções;
d) comunicar, imediatamente, à Delegacia do Trabalho Marítimo da região, através de relatório circunstanciado, os acidentes ou situações de risco ocorridos durante a operação de mergulho;
 
Obrigações do Empregador
e) exigir que os atestados médicos dos mergulhadores estejam atualizados;
f) garantir que as inspeções de saúde e propiciar condições adequadas à realização dos exames médico-ocupacionais;;
 
Obrigações do Empregador
g) garantir a aplicação do programa médico aos seus mergulhadores, bem como assegurar comunicações eficientes e meios para, em caso de acidente, prover o transporte rápido de médico qualificado para o local da operação;
h) fornecer à equipe de mergulho as provisões, roupas de trabalho e equipamentos, inclusive os de proteção individual, necessários à condução segura das operações planejadas;
 
Obrigações do Empregador
i) assegurar que os equipamentos estejam em perfeitas condições de funcionamento e tenham os seus certificados de garantia dentro do prazo de validade;
j) proveros meios para assegurar o umprimento dos procedimentos normais e de emergência, necessários à segurança da operação de mergulho, bem como à integridade física das pessoas nela envolvida;
 
Obrigações do Empregador
l) fornecer, imediatamente, aos órgãos competentes, todas as informações a respeito das operações, equipamentos de mergulho e pessoal envolvidos, quando solicitadas;
m) timbrar e assinar os livros de registro dos mergulhadores, referentes às operações de mergulho em que os mesmos tenham participado;
 
Obrigações do Empregador
n) guardar os Registros das Operações de Mergulho - ROM e outros julgados necessários, por um período mínimo de 5 (cinco) anos, a contar da data de sua realização;
o) providenciar, para as equipes, condições adequadas de alojamento, alimentação e transporte.
 
Exames Médicos 
a) por ocasião da admissão;
b) a cada 6 seis meses, para todo o pessoal em efetiva atividade de mergulho;
c) imediatamente, após acidente ocorrido no desempenho de atividade de mergulho ou moléstia grave;
d) após o término de incapacidade temporária;
e) em situações especiais, por solicitação do mergulhador ao empregador.
 
TRABALHO SOB CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS
Folha de Registro
TRABALHO SOB CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS
Tabela de Descompressão, Período de 2 a 2,5 horas
A vibração é um movimento oscilatório 
de um corpo, devido a forças 
desequilibradas de componentes rotativos 
e movimentos alternados de uma 		
máquina ou equipamento.
Como todo corpo com movimento 	oscilatório, um corpo que vibra, descreve um movimento periódico, que envolve um deslocamento num certo tempo. Daí resulta a velocidade, bem como a aceleração do movimento em questão.
Vibração
Vibrações
193
Outro fator importante é a frequência desse movimento, isto é, o número de ciclos (movimentos completos) realizado num período de tempo. 
No caso de ciclos por segundo, utiliza-se a unidade Hertz (Hz).
 
Vibração
Ao contrário de muitos agentes ambientais, a vibração somente será problema quando houver efetivo contato físico entre um indivíduo e a fonte, o que auxilia no reconhecimento da exposição. 
Vibração
VIBRAÇÕES NO CORPO INTEIRO
Todo o corpo pode ser interpretado como um sistema mecânico (massa e mola, por exemplo), lembrando-se que, na prática, existe também o amortecimento. Assim, todo corpo possui uma frequência natural de oscilação, podendo ser quantificada com um pequeno estimulo no sistema. 
No entanto, este corpo poderá estar sujeito a forças externas, vibrações de outras fontes que podem entrar em contato com o mesmo. 
Para uma melhor compreensão de como o corpo humano é mais sensível a determinadas faixas de freqüências de acordo com os segmentos corporais, utiliza-se um modelo mecânico simplificado, que mostra as faixas de freqüências naturais de partes importantes do corpo, conforme ilustrado a seguir:
Vibração no corpo humano
Os antecedentes legais e técnicos da exposição a vibrações se contemplados na Legislação Brasileira no Anexo 12/83:
 
As atividades e operações que exponham os trabalhadores, sem a proteção adequada às vibrações localizadas ou de corpo inteiro, serão caracterizadas como insalubres, através de perícia realizada no local de trabalho.
Vibração
VIBRAÇÕES DE CORPO INTEIRO (VCI): Trabalho com veículos, máquinas,...
Posição sentado (reclinado ou não), em pé...
Fatores: tipo de piso, assento, operação e velocidades, amortecedores (projeto e manutenção), susceptibilidades individuais, aspectos ergonômicos...
  EFEITOS AO ORGANISMO
 
Os motoristas de ônibus estão mais predispostos ou propensos ao desenvolvimento de síndromes dolorosas de origem vertebral, deformações da espinha, estiramento e maus-jeitos, apendicites, problemas estomacais e hemorróidas. Todavia, posturas forçadas, manuseio de cargas e maus hábitos alimentares não podem ser descartados como desordens. 
VCI
Efeitos à saúde devido a exposição às vibrações de corpo inteiro
• Lombalgias
• Efeitos em grupos expostos a condições severas citados em literatura:
– Gastrintestinais
– Sistema reprodutivo
– Sistemas visual e vestibular
– Discos intervertebrais
– Degenerações na coluna vertebral
VIBRAÇÃO EM MÃOS E BRAÇOS:
Ferramentas elétricas e pneumáticas ⇒ marteletes; britadores; rebitadeiras; compactadores; politrizes; motosserras; lixadeiras, etc.
Sistema gastrointestinal
Outros estudos em laboratórios, mostraram grande relação causal com desordens gastrintestinais e uma cadeira vibratória, usada como simulador em testes com motoristas revelou que a vibração causa desconforto e pode interferir com a destreza de comando manual e acuidade visual. 
Vibração
Atividade muscular/ postura
Na faixa de 1 a 30 Hz, dificuldades para manter a postura, bem como o aumento de balanço postural.
Há uma tendência à lentidão de reflexos na faixa de frequência entre 10 a 200 Hz.
Efeito no sistema cardiovascular
Em frequência inferior a 20 Hz, ocorre um aumento da frequência cardíaca, durante a exposição à vibração. 
Vibração e os efeitos ao organismo
Efeitos cardiopulmonares 
Aparentemente existem alterações nas condições de ventilação pulmonar e taxa respiratória com vibrações de 4,9 mls2 (134 dB), na faixa de 1 a 10 Hz.
Efeitos metabólicos e endocrinológicos
Foram observados alterações na bioquímica urinária e sanguínea, como uma reação genérica.
Vibração
Um estudo polonês sobre trabalhadores agrícolas e florestais descreveu os efeitos do que se chamou “vibration sickness”:
1) o primeiro estágio evidenciou: distensões, náuseas, perda de peso, redução visual, cólicas no cólon etc; e
2) num segundo estágio as dores se intensificam, mais concentradas no sistema muscular e exames em trabalhadores revelaram atrofia muscular e lesões na pele.
Vibração efeitos ao organismo
VIBRAÇÕES LOCALIZADAS: EFEITOS NOS DEDOS
 Os primeiros sintomas da síndrome são: formigamentos ou adormecimentos leves, sendo, intermitente ou ambos, que são usualmente ignorados por não interferirem no trabalho e outras atividades.
Mais tarde, o paciente pode experimentar ataques de branqueamento de dedos confinados, primeiramente às pontas. Entretanto, com a continuidade da exposição, os ataques podem se estender à base do dedo. 
O frio frequente provoca os ataques, mas há outros fatores envolvidos, como o mecanismo de disparo: a temperatura central do corpo, taxa metabólica, tônus vascular (especialmente na manhã) e estado emocional. 
Os ataques usualmente duram 15 a 60 minutos, mas nos caso avançados podem durar 1 ou 2 horas. A recuperação se inicia com um rubor, uma hipertemia reativa, usualmente vista na palma da mão, avançando do pulso para os dedos.
 
VIBRAÇÕES LOCALIZADAS: EFEITOS NOS DEDOS
Nos casos avançados, devido aos repetidos ataques isquêmicos, o tato e a sensibilidade à temperatura ficam comprometidos. Há perda de destreza e incapacidade para a realização de trabalhos finos. Prosseguindo a exposição, o número de ataques de branqueamento reduz, sendo substituído por uma aparência cianótica dos dedos (acrocianose).
VIBRAÇÕES LOCALIZADAS: EFEITOS NOS DEDOS
Estágio
Grau
Descrição
0
--
Sem ataques
1
Leve
Ataques ocasionais, afetando apenas a ponta de um ou mais dedos
2
Moderado
Ataques ocasionais, afetando as falanges dos dedos 
3
Severo
Ataques freqüentes afetando todas as falanges de um ou mais dedos
4
Muito severo
Idem estágio 3, com alterações de tróficas, na pele e na ponta dos dedos
 
Melhora do equipamento, reduzindo a intensidade das vibrações,
Instituir períodos de repouso e rotatividade, evitando exposições contínuas, e
Após identificar as lesões iniciais deve-se proceder o rodízio no posto de trabalho.
Vibração - prevenção
“Critério Legal - Anexo 8 / NR15 (Portaria nº 12/83)*
Válido até 13/08/2014
As atividades e operações que exponham os trabalhadores sem proteção
adequada às vibrações localizadas ou de corpo inteiro serão caracterizadas
como insalubres através de perícia realizada no local de trabalho.
 
A perícia visando à comprovaçãoou não da exposição deve tomar por base
os limites de exposição definidos pela Organização Internacional para a
Normalização - ISO em suas normas ISO 2631 e ISO/DIS 5349 ou suas
substitutas.
A Insalubridade, quando constatada, será de grau médio. Constarão obrigatoriamente do Laudo de perícia :
• O Critério Adotado;
• O Instrumental Utilizado;
• A metodologia de Avaliação;
• A descrição das condições de trabalho e do tempo de exposição as vibrações;
• O resultado da avaliação quantitativa;
• As medidas para eliminação e/ou neutralização da insalubridade quando houver.
*Alterado pela Portaria N.º 1.297 DE 13 DE AGOSTO DE 2014
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
PORTARIA N.º 1.297 DE 13 DE AGOSTO DE 2014 (DOU de 14/08/ 2014 - Seção 1)
ANEXO 8 da NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES
Sumário:
1. Objetivos
2. Caracterização e classificação da
insalubridade
1. Objetivos
1.1 Estabelecer critérios para caracterização
da condição de trabalho insalubre decorrente da exposição às Vibrações de Mãos e Braços (VMB) e Vibrações de Corpo Inteiro (VCI).
1.2 Os procedimentos técnicos para a
avaliação quantitativa das VCI e VMB são os
estabelecidos nas Normas de Higiene
Ocupacional da FUNDACENTRO
Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
Histórico e Introdução à NR-12
OBS.: % em relação ao total de acidentes no Brasil
	ANO	% de acidentes	% de óbitos
	2005	12,54	7,12
	2006	12,07	5,97
	2007	12,23	6,02
Acidentes do Trabalho no Brasil
SITUAÇÃO GERADORA - MÁQUINAS
TOTAL DE ACIDENTES	
2005	2006	2007	72081	74687	71613	TOTAL DE ÓBITOS	2005	2006	2007	199	172	174	
TOTAL DE ÓBITOS	
2005	2006	2007	199	172	174	
Situação da Antiga NR-12
NR 12 – Defasada
	(Portaria nº 3.214/1978) – mais de 30 anos
Instalações e áreas de trabalho
Normas sobre proteção de máquinas
Assentos e mesas
Manutenção e operação
Anexo 1 – Motosserras
Anexo 2 – Cilindro de Massas
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Cenário Social
Avanço tecnológico natural
Desenvolvimento de vasta tecnologia e conhecimentos sobre proteção de máquinas
Existência de disposições legais, normas técnicas nacionais e internacionais
Existência de iniciativas sobre proteção de máquinas e diversos Estados impulsionaram a alteração da NR-12
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Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Publicada a Nova NR-12 em 24 de Dezembro de 2010 
Portaria 197/2010
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Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
12.1 Princípios Gerais – (espírito da norma)
Garantir segurança em todas as fases de vida da máquina em todos os setores econômicos:
Projeto
Utilização
Fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer titulo
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Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
NR 12 – Estruturação
Parte principal 
Corpo
(19 títulos)
Anexos 
I , II, III e IV
Informações complementares para atendimento do corpo e demais anexos
Anexos V, VI,VII,VIII,
IX, X, XI e XII
Especificidades sobre determinado tipo de máquina 
NR 12 
Corpo
Definições básicas e medidas de ordem geral
para todas as máquinas
Anexos
Disposições específicas ou excepcionalidades
19 – Disposições Finais –
12.153 ate 12.155
I - Distâncias de segurança e requisitos para o uso de detectores de presença optoeletrônicos
II - Conteúdo programático da capacitação
III - Meios de acesso permanentes
IV - Glossário
NR 12 - ANEXOS 
V - Motosserras
VI - Máquinas para panificação e confeitaria
VII - Máquinas para açougue e mercearia
VIII - Prensas e similares
IX - Injetora de materiais plásticos
X - Máquinas para fabricação de calçados e afins
XI - Máquinas e implementos para uso agrícola e florestal
XII - Equipamentos de guindar
NR 12 - ANEXOS 
NR 12 - Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
Apreciação de Riscos
e
Sistemas de Segurança
COMO TORNAR UMA MÁQUINA SEGURA
Com a redução dos riscos.
A redução dos riscos é atingida através de medidas de segurança 
A segurança é baseada em três procedimentos:
 	Proteções adequadas
 	Procedimentos adequados
 	Capacitação do fator humano
229
FATORES CAUSAIS - ACIDENTES ANALISADOS 2011
MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGUR	ANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU I	NADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	6.7615658362989328E-2	7.1952846975088969E-2	4.3816725978647796E-2	4.726423487544492E-2	3.1138790035587189E-2	3.6032028469750933E-20.7021797153024919	MODO OPERATORIO INADEQUADO A SEGURANCA / PERIGOSO. 	FALHA NA ANTECIPACAO / DETECCAO DE RISCO / PERIGO. 	AUSENCIA / INSUFICIENCIA DE TREINAMENTO. 	FALTA OU INADEQUACAO DE ANALISE DE RISCO DA TAREFA	IMPROVISACAO. 	SISTEMA / DISPOSITIVO DE PROTECAO AUSENTE / INADEQUADO POR CONCEPCAO.	OUTROS	6,8%	7,2%	4,4%	4,7%	3,1%	3,6%	70,2%	608,00	647,00	394,00	425,00	280,00	324,00	6314,00	2011	6.7615658362989328E-2	7.1952846975088969E-2	4.3816725978647796E-2	4.726423487544492E-2	3.1138790035587189E-2	3.6032028469750933E-2	0.7021797153024919	
CHOQUE 
ELÉTRICO
CALOR E FOGO
RADIAÇÕES / EMISSÕES
PERIGOSAS
PERIGOS MECÂNICOS 
IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E 
ANÁLISE DE RISCO
A ABNT NBR 213-1 – Item 4 descreve os perigos que podemos encontrar em uma máquina:
Designa-se assim o conjunto dos fatores físicos que podem estar na origem de um ferimento causado pela ação mecânica de elementos de máquinas, de ferramentas, de peças ou de projeções de materiais sólidos ou fluidos.
231
PERIGOS PROVOCADOS 
POR MÁQUINAS
Riscos de origem mecânica
PERIGOS PROVOCADOS 
POR MÁQUINAS
Riscos de origem elétrica:
Arco Elétrico
PERIGOS PROVOCADOS 
POR MÁQUINAS
Riscos de origem térmica:
Contato com superfícies com alta temperatura;
Transferência de calor por radiação;
Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
Princípios Gerais
 e
 Sistemas de Segurança
Princípios Gerais
12.1. Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda a sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR aprovadas pela Portaria no 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis.
12.1.1. Entende-se como fase de utilização a construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação e desmonte da máquina ou equipamento.
Medidas de Proteção 
Medidas de proteção coletiva
Medidas administrativas ou de organização do trabalho
Medidas de proteção individual
NR 12 
12.3 e 12.4
Clique para editar o texto mestre
Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Exemplo de medida de proteção coletiva: enclausuramento de transmissão mecânica por polia e correia
09/04/12
238
Exemplo de medida administrativa ou de organização do trabalho: trabalhador com tempo máximo de 4 horas diárias de trabalho em operação de solda contínua
09/04/12
239
Exemplo de medida de proteção individual: máscara de solda de segurança
09/04/12
240
Medidas de Proteção 
Sistemas de Segurança
Proteções
Dispositivos de segurança
Fixas
Móveis
Medidas administrativas ou de organização do trabalho
Medidas de proteção individual
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Sistemas de Segurança
12.38. As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores.
Sistemas de Segurança
12.39. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos:
ter categoria de segurança conforme previa análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes;
b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado;
NBR 14009 - Segurança de máquinas
Princípios para apreciação de riscos
Descreve procedimentos básicos, conhecidos como apreciação de riscos, pelos quais os conhecimentos e experiências de projeto, utilização, incidentes, acidentes e danos relacionados a máquinas são considerados conjuntamente, com o objetivo de avaliar os riscos durante a vida da máquina. Estabelece um guia sobre as informações necessárias para que a apreciação dos riscos seja efetuada. Procedimentos são descritos para a identificação dos perigos, estimando e avaliando os riscos. A finalidade desta Norma é fornecer as informações necessárias à tomada de decisões em segurança de máquinas e o tipo de documentação necessária para verificar a análise da apreciação dos riscos.
244
Determinação dos limites
da máquina
(seção 5)
Identificação do perigo
(seção 6)
Estimativa de risco
(seção 7)
Avaliação do risco
A máquina
é segura?
Fim
Opção de análises de
redução de riscos
(ver nota e anexo A)
Análise de risco
Apreciação de risco
Início
Sim
Não
NBR 14009
ANÁLISE DO RISCO
A análise do risco indicará a ordem de magnitude do risco.
 
Envolve as seguintes fases:
Identificação do Perigo;
Avaliação do Risco, valorizando conjuntamente a probabilidade e as conseqüências da materialização do perigo.
    
 Se da avaliação do risco, se deduzir que o risco não é tolerável, há que CONTROLAR O RISCO 
Medidas de Proteção 
Sistemas de Segurança
Proteções
Dispositivos de segurança
Fixas
Móveis
Medidas administrativas ou de organização do trabalho
Medidas de proteção individual
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
O que são proteções?
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Conceitos Fundamentais sobre Segurança em Máquinas
NR 12
NBR NM 213-1 Seguranca de máquinas - Conceitos fundamentais, princípios gerais de projeto
Elemento utilizado pra prover segurança por meio de
 BARREIRA FÍSICA
PROTEÇÃO
Cumprir suas funções durante a vida útil da máquina
Ser constituídas de materiais resistentes - robustas
 
Fixação firme
Não criar pontos de esmagamento ou agarramento
Não possuir extremidades e arestas cortantes
CARACTERÍSTICAS DAS PROTEÇÕES – Item 12.49
Resistir às condições ambientais do local
Impedir que possam ser burladas
 
Proporcionar condições de higiene e limpeza
Impedir o acesso à zona de perigo
Permitir as intervenções necessárias
Não acarretar riscos adicionais
CARACTERÍSTICAS DAS PROTEÇÕES – Item 12.49
Proteção Fixa
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
PROTEÇÃO FIXA
	
	Mantida em sua posição de maneira permanente ou por meio de elementos de fixação que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas específicas.
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Proteção Fixa
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Proteção Móvel
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
PROTEÇÃO MÓVEL – Item 12.41 “b”
Pode ser aberta sem uso de ferramentas
Deve estar associada a dispositivos de intertravamento
Só pode operar quando a proteção estiver fechada
Se a proteção for aberta, as funções perigosas devem ser paralisadas
O fechamento da proteção por si só não pode dar início às funções perigosas
Proteção móvel com intertravamento
12.45
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Só pode operar quando a proteção estiver fechada e bloqueada
A proteção permanece fechada e bloqueada até que seja eliminado os riscos das funções perigosas
O fechamento da proteção por si só não pode dar início às funções perigosas
Proteção móvel intertravada com bloqueio
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Como escolher o tipo de proteção? 
 FIXA OU MÓVEL?
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Riscos nas zonas de perigo - área de operação ounas transmissões de força
É necessário o acesso uma ou mais vezes por turno de trabalho?
Não
Proteção fixa
A abertura da proteção provoca a eliminação do perigo, antes que o acesso seja possível ?
Sim
Sim
Proteção móvel intertravada
Não
Proteção móvel intertravada com bloqueio
Item 12.44
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
12.47. As transmissões de força e os componentes móveis a elas interligados, acessíveis ou expostos, devem possuir proteções fixas, ou móveis com dispositivos de intertravamento, que impeçam o acesso por todos os lados.
Transmissões de força e elementos móveis a elas interligados – eixos retos e excêntricos, polias, engrenagens, roda dentadas com tração, cremalheiras, etc. 
Acesso deve ser impedido por todos os lados – Item 12.47
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Transmissões de força - acesso deve ser impedido por todos os lados
PROTEÇÃO POR ENCLAUSURAMENTO
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Transmissões de força - acesso deve ser impedido por todos os lados
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Dispositivos de Segurança
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Medidas de Proteção 
Sistemas de Segurança
Proteções
(barreiras físicas)
Dispositivos de segurança
Fixas
Móveis
Medidas administrativas ou de organização do trabalho
Medidas de proteção individual
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Componentes que, por si só ou associados a uma proteção, reduzam os riscos de acidentes e de outros agravos a saúde – Item 12.42
Dispositivos de Segurança
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
Interfaces de segurança
Dispositivos de intertravamento
Sensores de segurança detectores de presença
Válvulas e blocos de segurança
Dispositivos mecânicos
Dispositivos de validação
Dispositivos de Segurança – Classificação
12.42, alíneas “a” a “f”
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Segundo nível
Terceiro nível
Quarto nível
Quinto nível
1 - Relé de Segurança
2 - CLP de Segurança - Controlador Lógico Programável 
INTERFACES DE SEGURANÇA
TIPOS
INTERFACES DE SEGURANÇA
Dispositivos responsáveis por realizar o monitoramento, verificando a interligação, posição e funcionamento de outros dispositivos do sistema e impedir a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança.
Características: redundância, diversidade e autoteste
270
Dispositivos de Intertravamento – função
12.42, “b”
Possuem a finalidade de impedir o funcionamento de elementos da máquina sob condições específicas, como por exemplo a proteção móvel aberta.
			TIPOS
Chaves de segurança eletromecânicas
Chaves de segurança magnéticas
Sensores indutivos de segurança
Chaves de segurança eletromecânicas
12.42. (Dispositivos de segurança – cont.)
(…)
sensores de segurança: dispositivos detectores de presença mecânicos e não mecânicos, que atuam quando uma pessoa ou parte do seu corpo adentra a zona de perigo de uma máquina ou equipamento, enviando um sinal para interromper ou impedir o início de funções perigosas, como cortinas de luz, detectores de presença optoeletrônicos, laser de múltiplos feixes, barreiras óticas, monitores de área, ou scanners, batentes, tapetes e sensores de posição;
válvulas e blocos de segurança ou sistemas pneumáticos e hidráulicos de mesma eficácia;
dispositivos mecânicos, como: dispositivos de retenção, limitadores, separadores, empurradores, inibidores, defletores e retráteis; e
dispositivos de validação: dispositivos suplementares de comando operados manualmente, que, quando aplicados de modo permanente, habilitam o dispositivo de acionamento, como chaves seletoras bloqueáveis e dispositivos bloqueáveis.
SISTEMAS DE SEGURANÇA
UNIDADE DE
AVALIAÇÃO
UNIDADE DE ATUAÇÃO
UNIDADE DE DETECÇÃO(SENSORES) 
Ex.: Relé de Segurança
VASOS DE PRESSÃO
Welding Soldagem e Inspeções Ltda
Benedito Campanha
Considerações Iniciais
O que contempla a NR-13?
Edição
Segurança
PH (Profissional Habilitado)
Suportada por uma ou mais normas de fabricação
Histórico das inspeções
Como eram feitas
Atendimento à NR-13 (documentação)
Inspeção além do vaso
Arquivo dos documentos
277
Considerações Iniciais
Dificuldade da inspeção:
Limpeza
Acesso para inspeção
Reconstituição da documentação
Desenhos - Vasos fabricados ou modificados
Dispositivos de segurança sem identificação
Tempo para inspeção
Vaso com limite da vida útil ultrapassado
Dimensionamento da firma inspetora
278
Estratégia para resolver o problema
Identificação de todos os vasos
Definir prioridades para inspeção
Elaboração da documentação
Treinamento
Coordenação
Avaliação dos resultados
Reparos que constitui risco grave e iminente
Reparos programáveis
Considerações Iniciais
Fabricação de vasos novos
 Responsabilidade do comprador
 Responsabilidade do fabricante
Considerações Iniciais
Assuntos a serem abordados
Vasos de Pressão - Disposições Gerais
Enquadramento do Vaso de Pressão
Documentação
Placa de Identificação
Dispositivos de Segurança
Risco Grave e Iminente
Inspeções
Data-book
Discussão de Casos Práticos
Conclusão
281
A documentação que deve acompanhar os vasos de pressão durante toda a sua vida útil. Esta documentação compõe o histórico do vaso de pressão, cobrindo tanto o período anterior à operação (projeto, fabricação e montagem), quanto o período em serviço (ocorrências operacionais, inspeção e manutenção). Este conjunto de informações é necessário para a determinação os limites operacionais e a vida residual dos vasos de pressão.
Documentação
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
Neste capítulo, é citado a necessidade de se ter à vista os medidores de temperatura, pressão e nível para facilitar a rápida verificação, sendo também necessária a presença de rotas de fuga, iluminação e ventilação adequadas, para que haja segurança para os operadores no campo.
Instalação do Vaso de Pressão
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
A segurança na operação dos vasos de pressão tem seu capítulo focado no uso de procedimentos escritos e na qualificação dos operadores.
Segurança na Operação de Vaso de Pressão
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
O objetivo é garantir que qualquer reparo ou serviço que venha a ser realizado tenha a sua qualidade garantida. Para tal, é necessário que seja implementado um “Projeto de alteração ou reparo”, que deve contemplar todos os procedimentos normativos para a execução do serviço.
Segurança na Manutenção do Vaso de Pressão
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
 Define que os vasos de pressão devem sofrer inspeções de segurança inicial, periódicas e extraordinárias. As periódicas têm seu intervalo máximo, definidos em função do risco de falha com base no produto “PV” e da classificação do fluído. Esta forma de classificar o risco leva em consideração somente os aspectos relacionados com a conseqüência de uma falha estrutural, o que torna a matriz da NR-13 “estática”, isto é, os equipamentos apresentarão o mesmo risco durante toda a vida.
Inspeção de Segurança do Vaso de Pressão
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
DISCUSSÃO:
A NR-13 estabelece para os vasos de pressão uma classificação que define os intervalos máximos entre inspeções,se for realizada uma inspeção de melhor ou pior qualidade nos períodos determinados pela NR-13, não há um mecanismo na Norma que permite estabelecer diretamente se o risco após a inspeção está ou não adequado para o vaso operar pelo tempo de campanha previsto.
API 581 Inspeção baseada em risco
INI Inspeção não intrusiva
1 - Vaso de Pressão - Disposições Gerais
 O que a NR-13 considera como Vaso de Pressão?
 Como enquadrá-los?
- Grupo potencial de risco
- Classe do fluido
2 - Enquadramento do Vaso de Pressão
Agoravamos verificar o GRUPO POTENCIAL DE RISCO
1 Kgf/cm2 = 0,098 MPA
Então temos 2 Kgf/cm2 de vapor, que é equivalente a 0,196 MPA 
P (0,196) x V (2 m3) = 0,392
Por exemplo:
Um vaso que opera com vapor a 2 kgf/cm2 de pessão e possui um volume de 2 m3
Vamos verificar se ele é um vaso de pressão através do produto P x V > 8 onde:
 - P = KPA sendo que 1 kgf/cm2 = 98,066 KPA
 - V = m3
Fazendo as contas, temos: P (196,132 KPA) x V (2 m3) = 392,2
Portanto, 392,2 é > que 8, logo é considerado um vaso de pressão!
2 - Enquadramento do Vaso de Pressão
CLASSIFICAÇÃO DO FLUIDO DOS VASOS DE PRESSÃO
1 -	PARA EFEITO DESTA NR OS VASOS DE PRESSÃO SÃO CLASSIFICADOS EM CATEGORIAS SEGUNDO O TIPO DE FLUIDO E O POTENCIAL DE RISCO.
1.1 	Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:
	CLASSE “A”:
- Fluidos inflamáveis - combustível com temperatura superior ou igual a 200ºC;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm;
- Hidrogênio;
- Acetileno.
	CLASSE "B”:
- Fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200°C;
- Fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm.
	CLASSE “C”: 
- Vapor de água, gases asfi­xiantes simples ou ar comprimido.
	CLASSE “D": 
Água ou outros fluidos não enquadrados nas 
classes “A”, “B” ou "C", com temperatura superior a 50°C.
2 - Enquadramento do Vaso de Pressão
Todo vaso de pressão deve possuir, no estabelecimento onde estiver instalado, a seguinte documentação devidamente atualizada:
a) Prontuário do Vaso de Pressão;
b) Registro de Segurança;
c) Projeto de Instalação;
d) Projetos de Alteração ou Reparo;
e) Manual de Operação;
f) Certificado de Treinamento dos Operadores;
g) Relatórios de Inspeção.
3 - Documentação
a) Prontuário do Vaso de Pressão, a ser fornecido pelo fabricante, contendo as seguintes informações:
- código de projeto e ano de edição;
- especificação dos materiais;
- procedimentos utilizados na fabricação, montagem e inspeção final e determinação da PMTA;
- conjunto de desenhos e demais dados necessários para o monitoramento da sua vida útil;
- características funcionais;
- dados dos dispositivos do segurança;
- ano de fabricação;
- categoria do vaso.
3 - Documentação (Prontuário)
a) todas as ocorrências importantes capazes de influir nas condições de segurança dos vasos;
b) as ocorrências de inspeção de segurança.
3 - Documentação (Registro de Segurança)
3 - Documentação (Projeto de Instalação)
O "Projeto de Instalação" deve conter pelo menos a planta baixa do estabelecimento, com o posicionamento e a categoria de cada vaso e das instalações de segurança.
a) dispor de pelo menos duas saldas amplas, permanentemente desobstruídas e dispostas em direções distintas;
b) dispor de acesso fácil e seguro para as atividades de manutenção, operação e inspeção, sendo que, para guarda-corpos vazados, os vãos devem ter dimensões que impeçam a queda de pessoas;
c) dispor de ventilação permanente com entradas de ar que não possam ser bloqueadas;
d) dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes;
e) possuir sistema de iluminação de emergência.
13.7.4 - Constitui risco grave e iminente o não atendimento às seguintes alíneas:
- "a", "c", "e" para vasos instalados em ambientes confinados;
- “a” para vasos instalados em ambientes abertos;
- "e” para vasos instalados em ambientes abertos e que operem à noite.
Quando o estabelecimento não puder atender o disposto no item anterior, deve ser elaborado “Projeto Alternativo de Instalação” com medidas complementares de segurança que permitam a atenuação dos riscos.
Todo vaso de pressão enquadrado nas categorias “I” e “II” deve possuir Manual de Operação de fácil acesso aos operadores.
a) procedimentos de partidas e paradas;
b) procedimentos e parâmetros operacionais de rotina;
e) procedimentos para situações de emergência;
d) procedimentos gerais de segurança, saúde e de preservação do meio ambiente.
3 - Documentação (Manual de Operação)
“Projetos de Alteração ou Reparo” devem ser concebidos previamente nas seguintes situações:
a) sempre que as condições de projeto forem modificadas;
b) sempre que forem realizados reparos que possam comprometer a segurança.
Reparos ou alterações que envolvam as especialidades de eletrecidade, eletrônicas ou química deverão ser concebidos e assinados por profissionais legalmente habilitados.
3 - Documentação (Projetos de Alteração e Reparo)
A operação de unidades que possuam vasos de pressão de categoria "I" ou “II” deve ser efetuada por profissional com “Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo", sendo que o não atendimento a esta exigência caracteriza condição de risco grave e iminente.
Todo profissional com "Treinamento de Segurança na Operação de Unidades de Processo", deve cumprir estágio prático, supervisionado, na operação de vasos de pressão com as seguintes durações mínimas:
a) 300 (trezentas) horas para vasos de categorias “I" ou "II";
b) 100 (cem) horas para vasos de categorias "III", "IV" ou "V"
3 - Documentação (Certificado de Treinamento)
O Relatório de inspeção deve conter no mínimo:
3 - Documentação (Relatório)
a) identificação do vaso de pressão;
b) fluidos de serviços e categoria do vaso de pressão;
c) tipo do vaso de pressão;
d) data de inicio e término da inspeção;
e) tipo de inspeção executada;
f) descrição dos exames e testes executados;
g) resultado das inspeções e intervenções executadas;
h) conclusões;
i) recomendações e providências necessárias;
j) data prevista para a próxima inspeção;
k) nome legível, assinatura e número do registro no conselho profissional do "Profissio­nal Habilitado", nome legível e assinatura de técnicos que participaram da inspeção.
Placa de Identificação
As válvulas de segurança dos vasos de pressão devem ser desmontadas, inspecionadas e recalibradas por ocasião do exame interno periódico.
Os serviços previstos nesse item poderão ser realizados pela remoção da válvula e deslocamento para oficina ou no próprio local de instalação.
5 - Dispositivos de Segurança
Conforme ASME VIII , Boiler & Pressure Vessel Code, Division 1, part UG-126, page 94: 
Todos os vasos de pressão devem ser protegidos por uma válvula de alívio de pressão, que deve garantir que a pressão não suba acima de 10% ou 3 psi da pressão máxima de trabalho admissível (PMTA).
5 - Dispositivos de Segurança
O que é risco grave e iminente?
A falta de:
a) válvula ou outro dispositivo de segurança com pressão de abertura ajustada em valor igual ou inferior a PMTA, instalada diretamente no vaso ou no sistema que o inclui;
b) dispositivo de segurança contra bloqueio inadvertido da válvula quando esta não estiver instalada diretamente no vaso:
c) instrumento que indique a pressão de operação.
d) A operação de qualquer vaso de pressão em condições diferentes das previstas no projeto original.
6 - Risco Grave e Iminente
Os vasos de pressão devem ser submetidos a inspeções de segurança inicial, periódico e extraordinária.
7 - Inspeção
A inspeção de segurança periódica, constituída por exame externo, interno e teste hidrostático, deve obedecer aos seguintes prazos máximos estabelecidos a seguir:
20 ANOS
10 ANOS
5 ANOS
V
16 ANOS
8 ANOS
4 ANOS
IV
12 ANOS
6 ANOS
3 ANOS
III
8 ANOS
4 ANOS
2 ANOS
II
6 ANOS
3 ANOS
1 ANO
I
TESTE HIDROSTÁTICO
EXAME INTERNO
EXAME EXTERNO
CATEGORIA DO VASO
a) Para estabelecimentos que não possuam “Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos”.
7 - Inspeção
Vasos de pressão que não permitam o exame interno ou externo por impossibilidade física devem ser alternativamente submetidos a teste hidrostático.
7 - Inspeção
Quando for tecnicamente inviável e mediante anotação no "Registro de Segurança" pelo “Profissional Habilitado", o teste hidrostático pode ser substituído por outra técnica de ensaio não-destrutivo ou inspeção que permita obter segurança equivalente.
Considera-se como razões técnicas que inviabilizam o teste hidrostático:
a) resistênciaestrutural da fundação ou da sustentação do vaso incompatível com o peso da água que seria usada no teste;
b) efeito prejudicial do fluido de teste a elementos internos do vaso;
c) impossibilidade técnica de purga e secagem do sistema;
d) existência de revestimento interno;
e) influência prejudicial do teste sobre defeitos subcríticos.
Teste Hidrostático
7 - Inspeção
A inspeção de segurança extraordinária deve ser feita nas seguintes oportunida­des:
a) sempre que o vaso for danificado por acidente ou outra ocorrência que comprometa sua segurança;
b) quando o vaso for submetido a reparo ou alterações importantes, capazes do alterar sua condição de segurança;
c) antes do vaso ser recolocado em funcionamento, quando permanecer inativo por mais de 12 (doze) meses;
d) quando houver alteração de local de instalação do vaso.
7 - Inspeção
- Ensaios especiais
Ensaios não-destrutivos
 Inspeção visual
Líquido penetrante
Partículas magnéticas fluorescentes
Ultra-som para medição de espessura
Ultra-som para verificação de integridade das soldas
Análise metalográfica por réplica
Ensaios mecânicos em amostra
Correntes Parasitas
Ensaio Íris
Emissão Acústica
7 - Inspeção
8 - Data-book
319
Data-Book
1.1 Nome do cliente
Identificação do vaso
Categoria
Classe do fluído
Grupo de risco
1.2 Desenho / Croqui / Foto
1.3 Desenho da placa de identificação
1.4 Prontuário
1.5 Relatório de inspeção
1.6 Projeto de alteração e reparo
1.7 Manual de operação
1.8 Documentação do operador
1.9 Certificados de calibração das válvulas de segurança
1.10 ART - Anotação de Responsabilidade Técnica
1.11 Divisões para próxima inspeção
8 - Data-Book
NR - 14 Fornos	
NR - 14 Fornos	
1. Introdução
Na indústria de petróleo e petroquímica, diversas fases do seu processamento, o produto que está sendo processado precisa ser aquecido antes de entrar na torre ou reator (processamento mais rápido).
Para prover este aquecimento são utilizados fornos, que utilizam o calor gerado pela queima do gás ou óleo combustível (normalmente).
NR - 14 Fornos	 	
2. Tipos
a. Horizontais
CHAMINÉ
BASE DE CHAMINÉ
TUBOS DA 	 	 CONVECÇÃO
QUEIMADORES
TUBOS DA RADIAÇÃO
PAREDE REFRATÁRIA
CÂMARA DE COMBUSTÃO
NR - 14 Fornos	
2. Tipos
b. Verticais
CHAMINÉ
SECÇÃO DE CONVECÇÃO
TUBOS DA RADIAÇÃO
QUEIMADORES
CONE DE RADIAÇÃO
PAREDE REFARTÁRIA
NR - 14 Fornos	
2. Tipos
c. Mistos
NR - 14 Fornos	 	
3. Partes
	Serpentinas de aquecimento
Fornalhas
Estrutura Refratários
auxiliares
CHAMINÉ
BASE DE CHAMINÉ
TUBOS DA 	 	 CONVECÇÃO
d. Equipamentos
TUBOS DA
RADIAÇÃO PAREDE
REFRATÁRIA
QUEIMADORES
CÂMARA DE COMBUSTÃO
NR - 14 Fornos	
3. Partes
e. Chaminé
Função: descarregar os gases de combustão e provocar a “tiragem”
Podem ser de: tijolo, concreto ou aço
NR - 14 Fornos	
4. Sistema de controle
NR - 14 Fornos	
5. Otimização energética
NR - 14 Fornos	
6. Procedimentos para acendimento e desligamento
Preparação para partida do forno (acendimento) Parada de emergência
Problemas operacionais
Outros termos:
Shut down Purga Steam out
Ramonagem
Violação da densidade colorimétrica (MA)
NR - 14 Fornos	
Itens relevantes para discussão:
14.3 Os fornos que utilizarem combustíveis gasosos ou líquidos devem ter sistemas de proteção para:
não ocorrer explosão por falha da chama de aquecimento ou no acionamento do queimador;
evitar retrocesso da chama.
14.3.1 Os fornos devem ser dotados de chaminé, suficientemente dimensionada para a livre saída dos gases queimados, de acordo com normas técnicas oficiais sobre poluição do ar.
Intensidade
da corrente
alternada
Perturbações
possíveis durante o
contato
Estado
possível
da vítima
após o
contato
Salva-
mento
Resultado
final mais
provável
0,5 a 1 mA
Nenhuma. Apenas uma
leve sensação de
formigamento.
Normal
Normal
1,1 a 9 mA
Sensação cada vez mais
desagradável a medida
que a intensidade
aumenta.
Há possibilidade de
contrações musculares.
Normal
Normal
10 a 20 mA
Sensação dolorosa.
Pode haver contrações
musculares e possível
asfixia com perturbações
na circulação sanguínea.
Morte
aparente
Respiração
artificial
Restabeleci-
mento
21 a 100 mA
Sensação insuportável
com contrações violentas.
Asfixia. Perturbações
circulatórias graves com
possibilidade de fibrilação
ventricular.
Morte
aparente
Respiração
artificial
Restabeleci-
mento ou
morte
dependendo
do tempo
Acima de
100 mA
Asfixia imediata.
Fibrilação ventricular e
alterações musculares,
muitas vezes
acompanhadas de
queimaduras.
Morte
aparente.
Muito difícil
Morte
Próximo de
1000 mA
Asfixia imediata. Paralisia
dos centros nervosos com
possível destruição de
tecidos e queimaduras
graves.
Morte
aparente
ou imediata
Praticamente
impossível
Morte
Intensidade da corrente alternada�
Perturbações possíveis durante o contato
�
Estado possível da vítima após o contato�
Salva-
mento
�
Resultado final mais provável
�
�
0,5 a 1 mA�
Nenhuma. Apenas uma leve sensação de formigamento.
�
Normal�
�
Normal�
�
1,1 a 9 mA�
Sensação cada vez mais desagradável a medida que a intensidade aumenta.
Há possibilidade de contrações musculares.
�
Normal�
�
Normal�
�
10 a 20 mA�
Sensação dolorosa.
Pode haver contrações musculares e possível asfixia com perturbações na circulação sanguínea.
�
Morte aparente�
Respiração artificial�
Restabeleci-
mento�
�
21 a 100 mA�
Sensação insuportável com contrações violentas. Asfixia. Perturbações circulatórias graves com possibilidade de fibrilação ventricular.
�
Morte aparente�
Respiração artificial�
Restabeleci-
mento ou morte dependendo do tempo�
�
Acima de
100 mA�
Asfixia imediata. Fibrilação ventricular e alterações musculares, muitas vezes acompanhadas de queimaduras.
�
Morte aparente.�
Muito difícil�
Morte�
�
Próximo de 1000 mA�
Asfixia imediata. Paralisia dos centros nervosos com possível destruição de tecidos e queimaduras graves.
�
Morte aparente ou imediata
�
Praticamente impossível�
Morte�
�
F
1 
-
2
Q
A
C
A
RT
S
C
F
EQUIPAMENTO 
CLASSE “A”
EQUIPAMENTO 
CLASSE “B”
EQUIPAMENTO 
CLASSE “C”
3
1 
-
2
3
1 
-
2
3
1
2 
-
3
1
2 
-
3
1
2 
-
3
3
1 
-
2
2 
-
3
1
2 
-
3
1
F
1 
-
2
Q
A
C
A
RT
S
C
F
EQUIPAMENTO 
CLASSE “A”
EQUIPAMENTO 
CLASSE “B”
EQUIPAMENTO 
CLASSE “C”
3
1 
-
2
3
1 
-
2
3
1
2 
-
3
1
2 
-
3
1
2 
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3
3
1 
-
2
2 
-
3
1
2 
-
3
1
S 
-
SEGURANÇA
Q 
-
QUALIDADE
RT 
-
REGIME DE 
TRABALHO
A 
-
ATENDIMENTO
F 
-
FREQUÊNCIA
C 
-
CUSTO
S 
-
SEGURANÇA
Q 
-
QUALIDADE
RT 
-
REGIME DE 
TRABALHO
A 
-
ATENDIMENTO
F 
-
FREQUÊNCIA
C 
-
CUSTO
A 
-
CONFIABILIDADE MÁXIMA
B 
-
DISPONIBILIDADE MÁXIMA
C 
-
CUSTO MÍNIMO
CLASSES DE EQUIPAMENTOS:
A 
-
CONFIABILIDADE MÁXIMA
B 
-
DISPONIBILIDADE MÁXIMA
C 
-
CUSTO MÍNIMO
CLASSES DE EQUIPAMENTOS:

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