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P á g i n a | 1 
 
 
Faculdade do Esporte - ESEFFEGO 
Av. Oeste, 56-250, Setor Aeroporto 
CEP: 74.075-110 
 
 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA PESQUISA DE 
SURVEY A PARTIR DE BABBIE (2003) 
 
Eneely Evelin Gomes de Araújo1 
Rahaby Nayanne Vieira Carvalho² 
 
 
1. História da Pesquisa de Survey 
Babbie (2003), discorre sobre algumas curiosidades a 
respeito da origem da pesquisa, e comenta que Karl Marx em 
1880, utilizou-se da pesquisa de survey como função política para 
averiguar o grau da exploração dos trabalhadores franceses, 
através de questionários. E que Max Weber, utilizou os métodos 
da pesquisa de survey em seu estudo sobre a ética protestante. 
O autor destaca três seguimentos importantes para o 
desenvolvimento da pesquisa de survey na contemporaneidade: 
 
1 ² Acadêmicas do 5º Período, Matutino, Metodologia Científica do Curso de 
Educação Física Licenciatura da Universidade Estadual de Goiás / Faculdade 
do Esporte-ESEFFEGO. (rahaby.gyn@gmail.com) 
1º - U. S. Bureau of Census: contribuições aos campos de 
amostragem e coleta de dados. 
 2º - Firmas comerciais de pesquisa de opinião: apoiaram o 
desenvolvimento e o uso dos métodos de survey, nas áreas de 
marketing de produtos e de pesquisas de políticas. 
3º - Samuel A. Stouffer e Paul F. Lazarsfeld: pioneiros da 
pesquisa de survey como ela é conhecida hoje. 
2. Conceito 
Segundo Babbie (2003), a pesquisa de survey, é uma 
pesquisa social empírica, e que o termo pode incluir censos 
demográficos, pesquisas de opinião pública, pesquisas de mercado 
sobre preferências do consumidor, estudos acadêmicos sobre 
preconceito, estudos epidemiológicos e etc. Os surveys se diferem 
em termos de objetivos, custos, tempo e finalidade. 
Tipicamente, métodos de survey são usados 
para estudar um segmento ou parcela – uma 
amostra – de uma população, para fazer 
estimativas sobre a natureza da população total 
da qual a amostra foi selecionada. (BABBIE, 
2003, p. 113) 
 
3. Unidades de Análise 
De acordo com Babbie (2003), através do survey, pode se 
estudar quase todo mundo, o autor trata esse “mundo” como sendo 
a unidade de análise, que por sua vez, são descritas com base em 
seus componentes. 
A função do survey é de viabilizar as descrições. 
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4. Pesquisa de Survey 
Segundo Babbie (2003), existem diversas razões em se fazer surveys, dentre essas, o autor classifica algumas categorias que 
permeiam esses interesses: 
 
Quadro 1 - Classificação das categorias da pesquisa de survey. Fonte: elaboração das autoras a partir de Babbie (2003). 
 
5. Dois Tipos de Métodos de Amostragem 
Para Babbie (2003), é importante tratar a distinção dos 
métodos de amostragem. Em sua obra, o autor comenta que 
amostragem probabilística é o método mais utilizado e respeitado 
na atualidade, e explica que uma amostragem será própria da 
população da qual foi selecionada se todos os membros da população 
tiverem oportunidade igual de serem selecionados para a amostra, e 
que a seleção aleatória é a chave desse processo. 
As amostras não probabilísticas, são assim classificadas: 
 Amostragem intencional ou por julgamento - permite 
uma seleção variada de entrevistados para testar a 
aplicabilidade das perguntas; 
 Amostragem por cotas – descreve as características da 
população alvo, afim de saber a proporção dos grupos; 
 Confiança em sujeitos disponíveis - método de baixo 
custo, conhecido também por ser uma “entrevista por 
interceptação” com finalidade de pré-testar um 
questionário; 
FUNÇÕES DA PESQUISA TIPOS DE PESQUISA 
EXPLORAÇÃO DESCRIÇÃO EXPLICAÇÃO INTERSECCIONAIS LONGITUDINAIS 
Mecanismo de busca 
para explorar 
fenômenos/objetos 
desconhecidos. 
Permite enunciados 
descritivos sobre 
determinada 
população, com a 
finalidade de descobrir 
certos traços e 
atributos. 
Seu objetivo é fazer 
asserções explicativas 
sobre a população. 
Descreve dados colhidos de 
uma amostra selecionada em 
um determinado momento, e 
assim determinar relações entre 
variáveis na época do estudo. 
Estudos de Tendências; 
Estudo de Cortes; 
Estudo de Painel; 
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6. Coleta de Dados 
O modelo abaixo, exemplifica os elementos que compõem a estrutura da coleta de dados, segundo Babbie (2003). 
 
 Organograma 1 - Elementos da coleta de dados. Fonte: elaboração das autoras a partir de Babbie (2003). 
7. Análise da Pesquisa de Survey 
 
 
 
 
 
Na maior parte, este livro trata mais da lógica da 
pesquisa do que das estatísticas envolvidas. 
Acredito que, entendendo bem a lógica da 
pesquisa, você está em condições de dominar as 
manipulações estatísticas relevantes. (BABBIE, 
2003, p. 324, grifos do autor). 
 
 
 
COLETA DE DADOS 
Questionários 
Auto-Administrativos 
 
Surveys por Entrevista 
 
Processamento de Dados 
 
Pré-Testes e Estudo Piloto 
Análise da Pesquisa de Survey 
Construção e Compreensão de Tabelas 
 
Modelo de Elaboração 
Estatística Social 
Lógica da Mediação e da Associação 
Técnicas Multivariadas e Avançadas 
Relatório da Pesquisa de Survey 
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4 
 
8. Guia para elaborações de questões 
Earl Babbie (2003), descreve em sua obra, pontos importantes 
de serem seguidos à risca, para uma formulação eficaz do 
questionário aplicado a pesquisa de survey: 
 Evitar questões duplas; 
 Os itens do questionário devem ser claros e não 
ambíguos; 
 Garantir a competência dos entrevistados em 
responder; 
 Fazer perguntas relevantes; 
 Usar itens curtos de fácil interpretação, para uma 
leitura e resposta rápida; 
 Evitar itens negativos que abre caminhos para uma 
fácil má interpretação; 
 Evitar itens e termos tendenciosos, se atentando ao 
efeito da redação das perguntas; 
 Ter precisão e exatidão nas medições; 
 O formato do questionário deve estar bem distribuído 
e não amontoado; 
 Formato para respostas em caixas espaçadas 
adequadamente; 
 O questionário deve conter instruções claras e 
comentários introdutórios onde apropriado; 
 
9. Referências Bibliográficas 
 
 
1. BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa de Survey/Earl 
Babbie; tradução de Guilherme Cezarino.- Belo 
Horizonte: Ed. UFMG; 1999. 519p. (Coleção Aprender) 
Tradução de: Survey research methods. 
2. BABBIE, Earl. A lógica da amostragem do survey. In: 
BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa de Survey. Belo 
Horizonte: Ed. UFMG; 1999. 519p. (p.113 – 158). 
3. BABBIE, Earl. Conceituação e desenho de instrumentos. 
In: BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa de Survey. 
Belo Horizonte: Ed. UFMG; 1999. 519p. (p.179 – 211). 
4. BABBIE, Earl. Pesquisa de survey como método das 
ciências sociais. In: BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa 
de Survey. Belo Horizonte: Ed. UFMG; 1999. 519p. 
(p.77 – 91). 
5. BABBIE, Earl. Tipos de desenhos de pesquisa. In: 
BABBIE, Earl. Métodos de Pesquisa de Survey. Belo 
Horizonte: Ed. UFMG; 1999. 519p. (p.95 – 110). 
 
 
 
 
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