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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL - ADMINISTRAÇÃO
ANELISE BARBOSA FERREIRA
GLAUCO FERREIRA ARANHA
JACQUES VICENTINI
JHENIFFER DE JESUS SILVA
MARTHA DE JESUS FRUGOLI
MAURICIO VARJÃO DA COSTA
PROJETO MULTIDISCIPLINAR - AMBIENTE FINANCEIRO – EMPRESA: ALPARGATAS
SÃO PAULO - SP
2018
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
ANELISE BARBOSA FERREIRA – RGM 1426503-6
GLAUCO FERREIRA ARANHA – RGM: 20075251
JACQUES VICENTINI – RGM 2029346-1
JHENIFFER DE JESUS SILVA – RGM 1931927-4
MARTHA DE JESUS FRUGOLI – RGM 2042414-1
MAURICIO VARJÃO DA COSTA – RGM 1998574-6
PROJETO MULTIDISCIPLINAR - AMBIENTE FINANCEIRO – EMPRESA: ALPARGATAS
 (
Trabalho de Projeto, apresentado ao Curso de Administração, como parte de requisitos para a conclusão da disciplina Projeto multidisciplinar - ambiente financeiro - 2018, sob a orientação dos Professores e Tutores Marcio Francisco, Rogério Campos e Wania.
)
SÃO PAULO – SP 
2018
RESUMO
Para atendermos a proposta do “Projeto Multidisciplinar - Ambiente financeiro”, desenvolvemos a partir da escolha de uma empresa real, Alpargatas S.A, o presente trabalho apresentará as pesquisas e análises das quais levarão a diversos conhecimentos do ambiente interno/financeiro. Abordaremos desde sua história e crescimento como a área financeira, setor, funções e orçamentário sendo transcorrido o resultado do estudo nos seguimentos empresarial, demonstrativo financeiro, balanços e fluxos dos dois últimos anos. 
Palavras chaves: Ambiente financeiro; Descrição financeira; Demonstrativo financeiro. 
SUMÁRIO	
1. INTRODUÇÃO........................................................................................................6
2. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA..........................................................................7
2.1. Missão, visão e valores…...............................................................................10
3. ÁREA FINANCEIRA..............................................................................................10
3.1. Estrutura hierárquica, perfil e funções do setor financeiro.............................11
3.2. Controles financeiros e política de gerenciamento de riscos.........................12
3.2.1. Risco de mercado.................................................................................12
3.2.2. Risco cambial........................................................................................12
3.2.3. Risco de taxa de juros...........................................................................13
3.2.4. Risco de crédito....................................................................................13
3.2.5. Risco de liquidez...................................................................................13
3.2.6. Controle de contas a pagar e receber...................................................14
4. DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS..…………………........................................14 
4.1. Demonstrativo de resultados do exercício.....................................................15 
4.2. Fluxo de caixa................................................................................................18
4.2.1. Balanço patrimonial..............................................................................20
4.3. Análises do balanço patrimonial.....................................................................21 
4.3.1. Índice de liquidez..................................................................................21
4.3.2. Índice de liquidez corrente....................................................................22
4.3.3. Índice de liquidez seca..........................................................................23
4.3.4. Índice de liquidez imediata....................................................................23
4.3.5. Índice de liquidez geral.........................................................................25
4.3.6. Índice de endividamento.......................................................................25
4.3.6.1. Índice de participação do capital de terceiros (PCT)..................26
4.3.6.2. Garantia de capital próprio ao capital de terceiros.....................27
4.3.7. Composição do endividamento.............................................................27
4.3.8. Análise horizontal e vertical..................................................................28
4.3.8.1. Análise horizontal.......................................................................31
4.3.8.1.1. Resultado da análise horizontal do ativo.........................31
4.3.8.1.2. Resultado da análise horizontal do passivo.....................32
4.3.8.1.3. Demonstração de resultados...........................................32
4.3.8.2. Análise vertical...........................................................................33
4.3.8.2.1. Resultado da análise vertical do ativo.............................33
4.3.8.2.2. Resultado da análise vertical do passivo.........................33
5. ORÇAMENTO.......................................................................................................34 
6. CONCLUSÃO....................................................................................................…37 
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................................................................40
1. 
24
2. INTRODUÇÃO 
 No presente projeto apresentaremos a empresa Alpargatas S.A, um grupo de grande histórico com início em 1907. Obtendo de seu capital aberto pudemos acessar as informações necessárias, desenvolvendo a dissertação com pesquisas e contato com colaboradores da mesma. 
 Os pontos abordados trarão análises e mapeamentos realizados com base nas informações disponibilizadas, sendo elas a descrição do ambiente interno financeiro, o funcionamento do setor e as formas que trabalhão; estudos, cálculos e análises voltados aos demonstrativos financeiros, demonstração do resultado do exercício, fluxo de caixa, índices de liquidez e análise vertical e horizontal dos balanços.
3. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA
 Dirigida atualmente por Presidente Márcio Luiz Simões Utsch; Argentina – calçados e têxtil Diego Mohadeb; Havaianas e Dupé Carla Schmitzberger; Osklen Rogério Bastos Shimizu; Mizuno Marcelo Ferreira; Auditoria Roberto Cesar Guindalini; Finanças, Estratégia e Relações com Investidores Julian Garrido Del Val Neto; Industrial Edson Rubião Gonzales; Jurídico Adalberto Granjo; Recursos Humanos Ana Marcia Lopes; Supply Chain e TI Marcelo Turri, a Alpargatas S.A da continuidade na trajetória que se iniciou em 1907. 
 Em seu processo de transformação a “Sociedade Anonyma Fábrica Brazileira de Alpargatas e Calçados”, “São Paulo Alpargatas Company S.A” e pôr fim em “Alpargatas S.A”, desde a sua instalação no Brasil, passou por diversas dificuldade e decisões que levaram ao seu crescimento, enfrentando das crises e revoluções econômicas hoje se torna uma das principais empresas dentro da Bovespa, focando suas vendas em vestuário, calçados e artigos esportivos. 
 Em 1907, o escocês Robert Fraser associa-se a um grupo inglês e funda a Sociedade Anonyma Fábrica Brazileira de Alpargatas e Calçados, que mais tarde passa a se chamar São Paulo Alpargatas Company S.A, produzindo de primeiro momento os modelos de calçados Alpargatas Roda e o Encerado Locomotiva, em São Paulo. A partir de então começa o seu avante nas vendas de seus produtos, porem passa por sua primeira dificuldade em meados de 1910, enfrentando a primeira Guerra Mundial, afetando em sua produção e funcionários. E logo após a crise da quebra da Bolsa de Valores em Nova Iorque, 1920, paralisando a confecção e venda dos calçados mais acessíveis da época. 
 Já em 1930, a Alpargatas arrisca e retorna para o mercado, com as vendas e lançamento de um novo calçado de couro, e é convocada para outras confecções, como mochilas e barracas. Enfrentando novamente um balanço da história mundial, a Segunda Guerra, o grupo desenvolve um sistema de ajuda para seus funcionários, como também um novo produto,a calça jeans. 
 Desde então começa a lançar diversos modelos de calçados como, tênis Conga, bamba basquete, sete vidas, como também fica conhecida mundialmente pelo patrocínio feito a Seleção Brasileira em seus primeiro titulo da Copa, 1950. Na década seguinte são colocado no mercado as botas Sete Léguas, chinelos Havaianas, tênis Kichute como também produtos jeans, e novas fabricas, estourando no Brasil sete com seu novo jingle e cria seu logo lembrando a letra A, utilizado até hoje. Evoluindo dentro do país, como descrito em sua historia, “1980: A empresa é reconhecida pelo seu relacionamento com o mercado acionário e recebe o Prêmio Mauá, concedido pela Bolsa de Valores de São Paulo e pelo Jornal do Brasil. Na economia, o Brasil assiste à escalada da inflação. Apesar disso, a Alpargatas cresce e desenvolve-se, sendo eleita a Melhor Empresa do Ano, pela revista Exame. A Empresa encerra o processo de nacionalização de seu capital e inaugura novas fábricas na Paraíba. Em 1982, ao comemorar 75 anos, a Alpargatas adquire a Jeaneration. No ano seguinte, lança as sandálias Samoa e o jeans Top Plus.” 
 As demais conquistas da Alpargatas entrando no século 21 são: aderir ao Nível um de Governança Corporativa da Bovespa, e a Camargo Corrêa torna-se a principal acionista. A empresa também define a sua nova visão: ser uma empresa global de marcas desejadas; Em 2007, completa 100 anos de história, e neste mesmo ano compra 60% da operação na Argentina, ação que tem o papel estratégico na expansão de artigos esportivos na América Latina. Adquire a pernambucana Dupé e assume a liderança do segmento de sandálias no País; abertura de um escritório nos Estados Unidos; Em 2008, inaugura escritórios comerciais na Espanha e, no ano seguinte, no Reino Unido, na França e na Itália; Em 2009, a Topper ganha um novo posicionamento, a marca passa a ser unissex poliesportiva e patrocinadora de atletas de diferentes modalidades; As sandálias Havaianas em 2009 inauguram, em São Paulo, a sua primeira loja conceito, espaço com todos os modelos da marca.
 Contando hoje com mais de 10.000 colaboradores está distribuída em 14 unidades pelo Brasil, sendo a matriz em São Paulo, cinco fábricas e cinco satélites, sua produção e vendas expandissem internacionalmente para Colômbia, Buenos Aires, Hong Kong, Nova York, Madri, Paris, Londres e Bolonha. Na Argentina, a produção é realizada em oito fábricas distribuídas no país. 
 Com todo este crescimento (Havaianas, Osklen, Mizuno, Dupé, Sete Léguas e Magga Outlet) direcionam as vendas dos produtos, tanto em loja física ou online, sendo seu público alvo bem variável pela diversidade de fabricação e valores dos acessórios. 
· Havaianas:
 Criada a partir de um calçado japonês, a Alpargatas em 1962 inova essas sandálias utilizando de novas matérias primas, cores e modelos e assim cresce a oito marca Havaianas, hoje presente em mais de 150 mil pontos de vendas, mais a loja virtual, e ainda exporta seus produtos para mais de 80 países. 
· Osklen:
 Este seguimento foi criado em 1989 e envolve desde calçados, roupas, e em suas lojas, com a venda de materiais esportivos, trabalhando tanto para modelos masculinos e femininos tem o intuito de englobar todos os ambientes da vida contemporânea. 
· Mizuno: 
 Em 1990 está marca é trazida do Japão pela Alpargatas com licença para fabricação e venda dos produtos. Direcionada pelo linha de “calçados performance”, tênis de corrida, vestuário e acessórios para diversas modalidades esportivas. Dupé A Dupé começou a fazer parte do grupo em 2007, trabalhando diretamente com sandálias/chinelos, a marca, acessível em preços, desenvolve junto às tendências da moda e qualidade. 
· Sete Léguas:
 Voltada para produção de botas de segurança, borracha ou PVC, a Sete Léguas tem o intuito de que com essas peças os profissionais de diversos ramos possam estar em segurança, bem como, atualmente trabalha com uma linha de botas infantis. 
· Meggashop:
 Este Outlet é voltado para vendas de produtos das coleções anteriores dos diversos seguimentos da rede. Criada em 1994, tem 21 lojas espalhadas pelo Brasil.
 Obtendo ainda de uma extensão para colaboração com nossa sociedade o Instituto Alpargatas iniciou em janeiro de 2003 trabalhando com o desenvolvimento de alunos e professores, incentivando – os para o esporte e cultura nas instituições escolares municipais e estaduais.
 Desta forma as propostas do grupo se resumem de forma objetiva e com direcionamentos para continuidade em seu desenvolvimento, pensando sempre por âmbitos gerais e dos diversos segmentos internos. 
3.1. Missão, Visão e Valores 
4. ÁREA FINANCEIRA 
 Com sede em São Paulo capital, bairro Vila Olímpia, a Alpargatas gerencia sua área financeira com análise específica em seus ramos de atuação que são varejo, Outlet e e-commerce. 
 Como veremos nos demonstrativos abaixo é possível identificar a divisão e o peso que cada setor fornece para seu lucro e resultado. 
 Utilizando métodos modernos e confiáveis à marca tem se mantido sólida e suas decisões de mercado. Suas estratégias de negócio se mostram otimistas e promissoras mesmo com os desafios digitais que vem se apresentando. 
4.1. Estrutura hierárquica, perfil e funções do setor financeiro
A Alpargatas conta com uma estrutura de Conselho, onde os sete membros definem estratégias e decidem a direção da companhia. Destes sete membros tem pelo menos dois independentes e eleitos por acionistas minoritários ordinárias e preferenciais. 
Atualmente são: 
· Alfredo Egydio Setubal
· Marcelo Pereira Lopes de Medeiros
· Pedro Moreira Salles
· Roberto Funari
· Rodolfo Villela Marino
· Silvio Tini de Araujo
· Luiz Fernando Ziegler de Saint Edmond
 Para cuidar diretamente de seus números contam com contabilidade e auditoria terceirizadas, onde uma faz com que a outra ande corretamente. Assim trazendo números precisos e informações exatas. A companhia inclusive implantou um protocolo Anticorrupção, cartilha disponível on-line em seu site, firmando que a sua solidez vem de ética, integridade e respeito às leis. 
 A Diretoria da empresa administra e põe em prática às deliberações do Conselho, composta por nove membros se reúne semanalmente para discutirem e definirem o andamento da companhia. 
 Dos nove membros um é o diretor-presidente tem também quatro diretores de negócios e quatro diretores funcionais. Com a possibilidade de reeleição, os diretores estatutários têm mandato de um ano e são escolhidos no Conselho e pelo Conselho de Administração. 
Atualmente são: 
· Márcio Luiz Simões Utsch | Diretor-Presidente – Estatutário
· Ana Marcia Lopes | Diretora de Recursos Humanos
· Adalberto Fernandes Granjo | Diretor de Negócios Jurídicos – Estatutário
· Carla Schmitzberger | Diretora de Sandálias – Estatutária
· Edson Rubião Gonzales | Diretor Industrial
· Julian Garrido Del Val Neto | Diretor de Administração e Finanças, Relações com Investidores e Estratégia – Estatutário
· Marcelo Ferreira | Diretor de Artigos Esportivos
· Diego Mohadeb | Diretor geral Alpargatas Argentina
· Marcelo Turri | Diretor de Supply Chain
 Divulgado aos acionistas na Demonstração de Resultados, uma Diretoria-Executiva Digital será implantada na companhia. Visando avanço e resultados trarão a tecnologia também a favor dos números e decisões.
4.2. Controles financeiros e política de gerenciamento de riscos 
 A Alpargatas possui uma gestão de riscos que é realizada por sua tesouraria. Onde são identificados e avaliados os instrumentos financeiros que tem o intuito de prevenir riscos, principalmente os decorrentes de câmbio e juros. Todas as políticas financeiras passam pelo Conselho de Administração para serem aprovadas. 
 Como o mercado financeiro é imprevisível, a gestão serve para minimizar estes efeitos no desempenho da companhia e quando necessário tomar medidas para protegê-la de certos riscos identificados. 
4.2.1. Risco de mercado 
 O risco de mercado é o mais perceptível ao investidor,ele é decorrente das oscilações e flutuações de taxas de câmbio e juros, reflete diretamente nos investimentos. 
 A companhia se mantém a par das oscilações e sua tesouraria gera estratégias para manter este risco sob controle. 
4.2.2. Risco cambial 
 A companhia utiliza varias obrigações financeiras vindas do exterior do país, em moedas estrangeiras, por isso estabelecem níveis de exposição com uma política de proteção cambial. 
 Quando assume obrigações financeiras de contas a pagar e receber que são diretamente influenciadas por este risco é fundamental que se administre e controle na ponta os efeitos e possíveis danos. 
4.2.3. Risco de taxa de juros 
 Oriundos de taxas de juros de seus empréstimos e financiamentos, de curto e longo prazo. As correções pré e pós-fixadas decorrentes de aplicações financeiras oferecem e expõem a companhia a este risco. Porém previamente em contrato firmado com instituições financeiras o risco é calculado na assinatura dos mesmos.
4.2.4. Risco de crédito 
 Este se mantém reduzido em função de sua vasta carteira de clientes, avaliação e concessão de crédito. 
 Envolvem também instrumentos financeiros contratados na gestão de negócios as linhas de crédito que utilizam com instituições financeiras não se enquadram visto serem de primeira linha, ou seja, com baixo risco de não liquidação ampliando a oferta de linhas de crédito para a companhia. 
4.2.5. Risco de liquidez 
 Apresenta gestão analítica e prudente para que sejam suficientes no risco em questão. 
 Este que depende de disponibilidade de captação de linhas de crédito, capacidade de liquidar posições de mercado, manter caixa, títulos e valores mobiliários garantidos. 
 Mantém monitoramento sob montantes disponíveis em caixa e equivalentes de caixa, além das importações em dólares a companhia dispõe de matéria prima nacional onde seu valor não é impactado diretamente pela flutuação cambial. 
 Suas exportações são menores que suas importações onde expõem a companhia e a fazem que a gestão de fluxo de caixa seja mais agressiva, utilizam instrumentos financeiros derivativos. 
4.2.6. Controle de contas a pagar e receber 
 A companhia investe em empresas terceirizadas para controlar sua contabilidade. Estas passam por auditoria e ainda por consultoria eficaz, capacitada para prever e identificar possíveis problemas e soluções. 
 Com as informações fornecidas o conselho tem parâmetro para elaborar estratégias e definir o curso da companhia. 
 O controle de contas a pagar é um departamento importante para o sucesso e fracasso da empresa, por isso a Alpargatas utiliza de todas as fontes seguras e reavaliadas para que tomem as decisões corretas e para que os compromissos da empresa sejam cumpridos.
 Os objetivos, próximos passos também podem ser definidos com o controle de contas a pagar e receber. 
 Como ficou exemplificada na gestão de riscos, a companhia se preocupa com fatores importantes que visam liquidez. Estes fatores relacionados a fluxo de caixa e linhas de crédito com instituições financeiras mostram que a companhia está segura para garantir e manter seus compromissos em dia mesmo com as oscilações cambiais, os quais assumem risco. 
 Em nota aos acionistas deste segundo trimestre apresentaram proposta de uma Diretoria Executiva Digital onde poderão utilizar mais estrategicamente dos números alcançados para tomadas de decisões mais precisas e rápidas. 
5. DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS 
 Os demonstrativos financeiros são um conjunto de relatórios que apresentam um diagnóstico a respeito da saúde financeira de uma organização. Através deles é possível ter maior controle financeiro, organizar os orçamentos e assegurar as tomadas de decisão com maior eficiência. 
 A seguir, serão apresentados alguns destes demonstrativos da empresa Alpargatas S.A.:
5.1. Demonstrativo de resultados do exercício (DRE) 
 É um relatório contábil que visa detalhar os resultados financeiros de uma empresa num determinado período de exercício que pode ser mensal, trimestral, semestral ou mesmo anual. Através deste demonstrativo podemos ter uma visão real do desempenho econômico-financeiro e da gestão do seu negócio. 
 Esse demonstrativo pode, portanto, refletir o desempenho de uma empresa através das análises horizontal e vertical financeira. 
 No caso da empresa Alpargatas S.A, as apresentações dos seus demonstrativos de resultados são elaboradas de forma trimestral e semestral ou conforme necessidade. 
Quadro 1 – Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) Consolidado Alpargatas S.A. 
Quadro 2 – Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) Consolidado Alpargatas S.A. 
 Analisando o quadro (2), podemos notar que a receita líquida de vendas cresceu em relação ao ano anterior nos dois períodos avaliados, sendo +3,6% em 2T18 e +7,5% em 1S18. 
Quadro 3 – Receita líquida 2T18 Consolidado Alpargatas S.A. 
 Quanto ao lucro bruto, houve também um aumento nos dois períodos em relação a 2017, sendo de +6,8% em 2T18 e +11,5% em 1S18. Porém, em relação ao lucro líquido consolidado (operações continuadas), os resultados apresentaram uma queda nos dois períodos em 2T18 de -66,4% e em 1S18 de – 44,4% em relação ao ano anterior. 
Quadro 4 – Lucro Bruto 2T18 Consolidado Alpargatas S.A. 
 
 
 Já a distribuição do lucro líquido atribuível aos acionistas controladores, nos dois casos, nota-se que a empresa Alpargatas S.A. apresentou queda tanto no 2T18 ficando na casa de -66,4, quanto no 1S18 com -44%. O motivo para isto ter ocorrido foi a variação cambial negativa. 
5.2. Fluxo de Caixa 
 É um dos principais demonstrativos gerados por uma empresa, através dele é possível ter uma visão gerencial do negócio. É um instrumento importante para avaliar a disponibilidade de caixa e liquidez da empresa. Para isso, é extremamente importante registrar todos os recebimentos e todos os pagamentos de recursos financeiros num determinado período de tempo. 
 Diante deste controle, podemos projetar o lucro líquido esperado nos exercícios futuros, e também as tomadas de decisões mais assertivas. 
 A seguir, vamos analisar o Demonstrativo de Fluxo de Caixa da empresa Alpargatas S.A. 
Quadro 5 – Fluxo de Caixa 2T18 Consolidado Alpargatas S.A. 
 A empresa utiliza o fluxo de caixa de método indireto em seus demonstrativos, pois que possui baixo custo operacional e fácil visualização, basta utilizar dois balanços patrimoniais (início e final do período), algumas informações da contabilidade e a demonstração de resultados. 
 Pelo fluxo de caixa da empresa, é possível verificar que no ano de 2018 houve uma queda no lucro líquido de -44,4 % em comparação ao ano anterior. 
Observamos também que em 2018 os juros, variações monetárias e cambiais houve uma redução de -11,8% em relação ao ano anterior. Sendo assim, com o controle de fluxo de caixa a empresa pode tomar algumas decisões mais assertivas, visando se precaver gerando redução de custos e projetar lucro nos exercícios futuros. 
5.2.1. Balanço Patrimonial 
 O Balanço Patrimonial detalha a posição financeira atual da organização. Visa equilibrar o patrimônio apresentando uma “fotografia” da empresa. É através deste demonstrativo que é feita a análise dos ativos, passivos e do patrimônio líquido. Neste caso, serão verificados todos os itens capazes de gerar benefícios econômicos. 
 Os chamados “Ativos” descriminam todos os bens e direitos, ou seja, tudo que gera valor para a empresa. Já os “Passivos” representam todas as obrigações, ou melhor, todos os valores que devem ser pagos. Por fim, o “Patrimônio Líquido” apresenta a diferença em valores entre os “Ativos” e “Passivos”. 
 Vejamos a seguir o resultado do Balanço Patrimonial da empresa Alpargatas S.A: 20 
Quadro 6 – Balanço Patrimonial Alpargatas S.A 1° Semestre 2018 e 2017 
5.3. Análises do Balanço Patrimonial 
5.3.1. Índice de Liquidez 
 Os índices de liquidezsão indicadores importantes para observar a saúde financeira de uma determinada empresa, avaliando os recursos disponíveis e a capacidade de pagamento das suas obrigações. Revelam também a situação de crédito e a capacidade da empresa ser lucrativa.
 As informações necessárias para se calcular o índice de liquidez estão disponíveis no balanço patrimonial da companhia e podemos classificá-los em quatro indicadores, tais como: liquidez corrente, liquidez seca, liquidez imediata e liquidez geral. 
 Para calcular estes índices utilizamos as informações do balanço patrimonial da empresa Alpargatas S.A e a seguir apresentaremos as análises de cada item. 
5.3.2. Índice de Liquidez Corrente (ILC)
 Este índice mede a capacidade de uma empresa honrar suas obrigações em curto prazo. O índice de liquidez corrente geralmente é muito utilizado como referência para a maioria dos pagamentos. 
 Seguem as análises e os resultados do índice de liquidez corrente da Alpargatas S.A. 
· Dados: 
1S2018 
Ativo Circulante = R$ 2.275.490 
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
1S2017 
Ativo Circulante = R$ 2.152.961 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
· Cálculos: 
ILC = Ativo Circulante / Passivo Circulante 
1S2018 (ILC) = 2.275.490/ 1.023.122= 2.224 
1S2017 (ILC) = 2.152.961/ 1.132.862= 1.900 22 
 Pelo resultado obtido, podemos afirmar que no 1º semestre de 2017 e 2018 a empresa Alpargatas S.A deteve saldo suficiente para cumprir suas obrigações e compromissos, já que o seu índice ficou acima de 1 (um). 
5.3.3. Índice de Liquidez Seca 
 Este índice calcula os valores que a empresa dispõe para quitar as suas obrigações no curto prazo. Neste caso informa o valor real da liquidez, excluindo o seu estoque. O valor encontrado sempre é menor e/ou igual à liquidez corrente. 
 Seguem as análises e os resultados do índice de liquidez seca da Alpargatas S.A. 
· Dados: 
1S2018 
Ativo Circulante = R$ 2.275.490 
Estoque = R$ 753.747 
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
1S2017 
Ativo Circulante = R$ 2.152.961 
Estoque = R$ 794.898 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
· Cálculos: 
ILS = (Ativo Circulante – Estoque) / Passivo Circulante
1S2018 (ILS) = 2.275.490 – 753.747 / 1.023.122 = 1.487 
1S2017 (ILS) = 2.152.961 – 794.898 / 1.132.862 = 1.198 
 Neste cálculo, o resultado encontrado nos indica que no 1º semestre de 2017 e 2018 a empresa Alpargatas S.A deteve saldo suficiente para cumprir suas 23 obrigações e compromissos, já que o seu índice ficou acima de 1 (um), mesmo que nessa análise o estoque não é computado no cálculo do ativo circulante. 
5.3.4. Índice de Liquidez Imediata
 Este é um tipo de índice de caráter mais conservador e está atrelada a sua capacidade de pagamentos imediatos em curtíssimo prazo. 
 Neste cálculo vamos utilizamos apenas os valores disponíveis, ou seja, o caixa da empresa, saldos bancários e aplicações financeiras. ~
 Seguem as análises e os resultados do índice de liquidez imediata da Alpargatas S.A.
· Dados: 
1S2018 
Ativo Circulante (Disponíveis) 
Caixa e Bancos = R$ 133.344 
Aplicações financeiras = R$ 524.030
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
1S2017 
Ativo Circulante (Disponíveis) 
Caixa e Bancos = R$ 110.222 
Aplicações financeiras = R$ 289.108 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
· Cálculos:
ILI = (Disponíveis) / Passivo Circulante 
1S2018 (ILI) = 133.344 + 524.030 / 1.023.122 = 0.642 
1S2017 (ILI) = 110.222 + 289.108 / 1.132.862 = 0.352 24 
 De acordo com os resultados obtidos nos dois períodos analisados os índices ficaram abaixo de 1 (um). Portanto a empresa não teria caixa suficiente para quitar suas obrigações. Porém não seria tão preocupante, visto que esse índice compara os recursos financeiros que a empresa tem de imediato, com dívidas que irão vencer geralmente em até 12 meses e nem sempre representam a média mantida durante todo exercício. 
5.3.5. Índice de Liquidez Geral
 Este índice analisa a capacidade da empresa em gerar renda e o quanto ela poderá dispor para pagamentos de direitos e obrigações em longo prazo. 
 Seguem as análises e os resultados do índice de liquidez geral da Alpargatas S.A.
· Dados: 
1S2018 Ativo Circulante = R$ 2.275.490 
Realizáveis em longo prazo = R$ 215.181 
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
Passivo não circulante = R$ 453.989 
1S2017 
Ativo Circulante = R$ 2.152.961 
Realizáveis em longo prazo = R$ 189.037 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
Passivo não circulante = R$ 335.317 
· Cálculos: 
ILG = (Ativo Circulante + Realizável em Longo Prazo) / (Passivo Circulante + Passivo Não Circulante) 
1S2018 (ILG) = 2.275.490 + 215.181 / 1.023.122 + 453.989 = 1.686 25 
1S2017 (ILG) = 2.152.961 + 189.037 / 1.132.862 + 335.317 = 1.595 
 Neste cálculo, o resultado encontrado nos indica que no 1º semestre de 2017 e 2018 a empresa Alpargatas S.A deteve saldo suficiente para cumprir suas obrigações e compromissos em longo prazo, já que o seu índice ficou acima de 1 (um). 
5.3.6. Índices de Endividamento 
 São indicadores importantes para avaliar o equilíbrio financeiro de uma empresa, revelando o grau de endividamento da mesma. 
 Os recursos obtidos podem ser de capital próprio ou de terceiros. Normalmente são utilizados para pagamento de dívidas e/ou investimento em melhorias. 
 A seguir, apresentaremos dois indicadores de índices de endividamento: 
5.3.6.1. Índice de Participação do Capital de Terceiros (PCT) 
 Neste índice podemos calcular a porcentagem de capital de terceiros em relação ao capital próprio, permitindo uma avaliação do tamanho dos endividamentos de uma empresa. 
 Seguem as análises e os resultados do índice de Participação do Capital de Terceiros da Alpargatas S.A. 
· Dados: 
1S2018 Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 453.989 
Patrimônio Líquido = R$ 2.201.721 1S2017 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 335.317 
Patrimônio Líquido = R$ 2.240.513
· Cálculos: 
ÍPCT = (Passivo Circulante + Exigível em Longo Prazo) x 100 / Patrimônio Líquido 
1S2018 (PCT) = 1.023.122 + 453.989 x 100 / 2.201.721 = 67.08% 
1S2017 (PCT) = 1.132.862 + 335.317 x 100 / 2.240.513 = 65.52% 
 Observando os índices dos períodos acima, podemos afirmar que a empresa Alpargatas S.A deteve índice similares, o que significa que para cada R$ 100,00 de Capital Próprio, a empresa utiliza R$ 67,00 de Recursos de Terceiros, porém ambos estão com o índice de capital de terceiros considerado alto. 
5.3.6.2. Garantia de Capital Próprio ao Capital de Terceiros 
 Esta análise possibilita verificar qual é a porcentagem de dependência da empresa em relação aos recursos próprios e o capital de terceiros. 
 Seguem as análises e os resultados da Garantia de Capital Próprio ao Capital de Terceiros da Alpargatas S.A. 
· Dados: 
1S2018 Patrimônio Líquido = R$ 2.201.721 
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 453.989 1S2017 ~
Patrimônio Líquido = R$ 2.240.513 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 335.317 
· Cálculos: 
Garantia de Capital Próprio ao Capital de Terceiros = Patrimônio Líquido / (Passivo Circulante + Exigível em Longo Prazo) 
1S2018 (PCT) = 2.201.721 / 1.023.122 + 453.989 = 1.490 
1S2017 (PCT) = 2.240.513 / 1.132.862 + 335.317 = 1.526 
 Observando os índices dos períodos acima, podemos afirmar que a empresa Alpargatas S.A deteve uma queda em relação ao exercício de 2017, porém ainda sim o seu índice está acima de 1, sendo igual à 1.49. Isto significa que para cada R$ 1,00 de Capital de Terceiros havia R$ 1,49 de Capital Próprio como garantias. 
5.3.7. Composição do Endividamento 
 Nesta análise é possível identificar qual é a porcentagem da concentração de endividamento sobre o capital de terceiros em curto ou em longo prazo. 
 Seguem as análises e os resultados da Composição do Endividamento da Alpargatas S.A. 
· Dados: 
1S2018 
Passivo Circulante = R$ 1.023.122 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 453.9891S2017 
Passivo Circulante = R$ 1.132.862 
Passivo Exigível em longo prazo = R$ 335.317 
· Cálculos: 
Composição do Endividamento (CE) = Passivo Circulante x100 / (Passivo Circulante + Exigível em Longo Prazo) 
1S2018 (CE) = 1.023.122 x 100 / 1.023.122 + 453.989 = 69,26% 
1S2017 (CE) = 1.132.862 x 100 / 1.132.862 + 335.317 = 77,16% 
 Podemos observar que no 1S2017 a empresa Alpargatas S.A tinha uma alta porcentagem de uso de recursos de terceiros em curto prazo, correspondente a 77,16%. Já no 1S2018, houve uma redução de 7,9% chegando aos 69,26% da dívida com terceiros em curto prazo, o que não é saudável no ambiente financeiro empresarial. Com estas informações é possível avaliar que a referida empresa possui grande dependência de recursos de terceiros, o que pode significar gastos em excesso e margens insuficientes para comercialização. 
5.3.8. Análises Horizontal e Vertical 
 Com as análises destes relatórios é possível realizar um estudo de tendências, comparando os números, as variações de valores e os resultados de uma empresa num determinado período. Através destes indicadores financeiros podemos verificar o desempenho empresarial e saber qual rumo à empresa está tomando. É um importante instrumento para tomada de decisões. 
 A seguir iremos apresentar as análises horizontal e vertical realizadas nos balanços patrimoniais de 1S2018 e 1S2017 da Alpargatas S.A. 
Quadro 7 – Análise Horizontal e Vertical do Ativo Alpargatas S.A 1° Semestre 2018 e 2017 
Quadro 8 – Análise Horizontal e Vertical do Passivo Alpargatas S.A 1° Semestre 2018 e 2017
Quadro 9 – Análise Horizontal e Vertical do Passivo Alpargatas S.A 1° Semestre 2018 e 2017 
5.3.8.1. Análise Horizontal 
 Essa análise avalia os indicadores da mesma base, levando em conta exercícios anteriores. Permiti verificar se houve crescimento e/ou decréscimo e sua tendência no período avaliado. 
 De acordo com os quadros 7, 8 e 9, realizamos a análise horizontal das contas do balanço patrimonial e do DRE da Alpargatas S.A. 
 A seguir, seguem os cálculos e resultados obtidos. 
5.3.8.1.1. Resultados da análise horizontal do ativo: 
· O Ativo Circulante apresentou crescimento de 5,69% nas contas contábeis de curto prazo com destaque para o crescimento de 81,26% nas “Aplicações financeiras” e redução de (-42,45%) nas Demais contas a receber. 
· Na avaliação do Ativo Realizável à Longo Prazo o resultado foi um aumento de 13,83%. O I.R e contribuição social diferidos também apresentaram crescimento de 119,97% e uma redução nas Demais contas a receber de (-71,89%). 
· Já o Ativo permanente teve redução de (-13,06%). Destaque para os Investimentos que atingiram a marca de 102,80% positiva. O Intangível ficou negativo em (- 23,14%). 
· - No Total do Ativo do 1º semestre 2018 o resultado foi uma pequena queda de (- 0,81%) na comparação com 1º semestre de 2017.
5.3.8.1.2. Resultados da análise horizontal do passivo: 
· O Passivo Circulante apresentou em 2018 uma queda de (-9,69%). Destaque para as Outras Contas a pagar com porcentagem positiva de 23,23% e redução de (- 55,71%) nas Obrigações negociadas de controlada. 
· Se tratando do Passivo Exigível à Longo Prazo positivação de 35,39% assim como os valores de Financiamentos com porcentagem positiva de 78,58%. A redução ficou por conta das Obrigações Negociadas de Controla igual a (-55,33%) comparado com 2017. 
· Já o Patrimônio Líquido reduziu em (-1,73%), assim como a participação minoritária igual à (-13,22%). A avaliação patrimonial foi positiva em 26,76%. 
 No geral, com os resultados dos quadros 7 e 8, notamos que houve queda de (-0,81%) no patrimônio total da empresa Alpargatas S.A em 2018, assim como, no Patrimônio Líquido com redução de (-1,73%). Além disso, as contas do Ativo reduziram no longo prazo (-13,06%), mas no curto prazo cresceu 5,69% em 2018. Já no Passivo, as contas de curto prazo tiveram uma redução de (- 9,69%) e houve aumento nas dívidas de longo prazo 35,39%. Isto indica que a empresa pretende quitar valores de empréstimos e outra conta a pagar de 2018 no longo prazo. 
5.3.8.1.3. Demonstração de resultados (DRE): 
· Avaliando as informações do quadro 9 referentes às informações do DRE, chegamos aos seguintes dados: 
· Houve crescimento em 2018 na Receita Líquida de Vendas sendo igual a 3,61%, assim como o seu Lucro Bruto de 6,77% e as Receitas (Despesas) operacionais na casa de 10,73%.
· A queda ficou por conta dos Lucros Operacionais igual à (-76,99%) e o Lucro Líquido Consolidado em torno de (-66,42%), gerando prejuízo.
5.3.8.2. Análise Vertical 
 Essa análise permite identificar a representatividade de cada conta em relação ao total do ativo ou do passivo, calculando o seu percentual dentro da demonstração financeira. 
 Abaixo temos as análises da análise vertical em algumas contas do Patrimônio da empresa Alpargatas S.A. e os resultados foram os seguintes: 
5.3.8.2.1. Resultados da análise vertical do ativo: 
· O Ativo Circulante no 1º semestre de 2018 representa 61,85% do Ativo Total, tendo como maior peso o seu estoque que representa 20,49%. Já quando analisados os Ativos realizáveis à Longo Prazo o seu percentual é igual a 5,85% e o Ativo Permanente em torno de 32%. Isto significa que, em 2018 a empresa possui mais que a metade de seus bens e direitos empregados em curto prazo. 
· Já no Ativo Permanente, a conta “Imobilizado” foi a mais alta, representando em 2018, 19%. 
5.3.8.2.2. Resultados da análise vertical do Passivo: 
· Em relação ao Passivo Circulante, podemos notar que o mesmo representou em 2018 e 2017 respectivamente 27,81% e 30,55% do Passivo Total. Isto significa que houve uma queda do percentual das obrigações em curto prazo em 2018, enquanto que houve um aumento deste percentual no longo prazo, visto que, o Passivo Exigível à Longo Prazo em 2018 ficou em 12,34% e em 2016 foi de 9,04% do Passivo total. 
· A conta que mais influenciou tanto no Passivo Circulante foram os Fornecedores, sendo igual a 9,55%, muito similar aos valores de Financiamento nos Passivos Exigíveis em Longo Prazo de 9,10%. 
· Quanto ao patrimônio líquido, este apresentou pequena queda no percentual em 2018 em comparação com 2017, sendo 59,85% e 60,41%, respectivamente. A conta que mais representou este aumento foi o Capital Social Realizado com 17,63% em 2018 e 17,49% em 2017. 
 De acordo com as análises dos resultados acima, podemos dizer que a empresa possui a maior parte de seus bens e direitos empregados em curto prazo, tanto no ano de 2018 quanto no anterior (27,81% e 30,55%, respectivamente). Quanto às suas dívidas, nota-se que em 2018 a empresa pretende pagar parte dos empréstimos e financiamentos no curto prazo. Além disso, os dados mostraram que neste ano o capital social realizado cresceu em pontos percentuais do Patrimônio Líquido (17,63% contra 17,49% em 2017). 
 Avaliando as informações do quadro 9 referentes às informações do DRE, chegamos aos seguintes dados: 
 Houve pequeno crescimento em 2018 no seu Lucro Bruto saindo de 45.53% em 2017 partindo para 46,9% em 2018
6. ORÇAMENTO 
 A utilização do orçamento tipo Rolling ou continuo cobre em torno 12 meses podendo-se revisá-lo mensalmente, trimestralmente e semestralmente a fim de um orçamento mais claro e detalhado. Possuir um claro alinhamento entre o Orçamento Empresarial e o Planejamento Estratégico. 
 Desdobrar corretamente o orçamento “conversando” com o desdobramento do planejamento estratégico, tático e operacional (detalhamento por Unidades de Negócios, Centros de Custos, Departamentos, de forma que os gestores tenham uma visão ampla da estratégia corporativa.
 Ser modeladas com métricas e parâmetros operacionais, em vez de atualizações genéricas dos números das previsões anteriores. Ou seja, os números devem ter um “porque”. 
 Além disto, com a adoção do Orçamento Contínuo, grande parte do sucesso está condicionado à criação do hábito de análise de resultados e melhoria contínua dos planos futuros. 
 De forma resumida,todo o sistema começa com a análise dos relatórios mensais e a criação da cultura própria na entrega dos relatórios orçamentários mensais de forma rápida e ágil (não adianta os relatórios chegarem dois meses depois) é essencial para criar um comportamento proativo no lugar de reativo. Inclusive, este tipo de abordagem ajuda a induzir uma postura de auto-correção dos problemas orçamentários. 
 Uma vez em que os gestores recebem os relatórios orçamentários mensais, eles tem duas responsabilidades: Devem fazer analise do que deu certo e do que deu errado no período passado e como poderia ser feito diferentemente no período futuro; 
 Devem analisar detalhadamente as Receitas e as Despesas de seus respectivos departamentos onde cada departamento elabora as estimativas para o período futuro. 
 O fluxo de caixa indireto tem uma metodologia diferenciada de avaliar os impactos ocorridos no caixa de uma entidade em determinado período. Segundo este método, parte-se do lucro líquido (como se todas as contas da Demonstração de Resultado do Exercício fossem recebidas e pagas no período). Em seguida, identificam-se na DRE as contas que não tem impacto no caixa e faz-se a exclusão de seu impacto no lucro. 
 Por fim, através das variações das contas do Balanço Patrimonial, são feitos os ajustes finais nas movimentações de caixa. 
 A demonstração do fluxo de caixa projetado no método indireto, através das variações das contas do Balanço, evidencia as alterações no giro da empresa que podem aumentar ou diminuir o seu caixa, sem apresentar diretamente as saídas e 36 entradas de recursos. Com o objetivo de proteger o seu fluxo de caixa, foi aprovada pelo Conselho de Administração da Companhia a Política de Gestão de Risco Cambial. Esta política estabelece diretrizes para operações de proteção do fluxo de caixa através da utilização de instrumentos financeiros derivativos. As operações com derivativos visam proteger o fluxo de caixa futuro da Companhia através da redução da exposição cambial para um horizonte de doze meses futuros. A exposição cambial futura é baseada nas projeções de pagamentos e recebimentos em moeda estrangeira. Estas operações visam proteger os impactos da variação cambial sobre as importações e exportações. 
 A Alpargatas busca aperfeiçoar constantemente suas práticas de governança corporativa, incorporando ao seu modelo de gestão estratégica, os princípios de transparência, prestação de contas, responsabilidade corporativa e equidade. Pertencem ao grupo de empresas Nível 1 de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA, comprometendo-se com padrões ainda mais elevados de gestão e comunicação com o mercado. A governança da Alpargatas é exercida pelo Conselho de Administração e pela Diretoria, que contam com o apoio do Conselho Fiscal, órgão de caráter permanente. Todos os conselheiros têm larga experiência profissional e conhecimentos em várias áreas da administração. A condução dos negócios da Alpargatas é de responsabilidade da Diretoria, composta por um diretor-presidente e por nove diretores. 
 Os executivos estão alinhados aos interesses dos acionistas e têm como foco a criação de valores para a empresa e suas marcas. “Anualmente o Conselho Fiscal da Alpargatas S.A., realiza uma reunião ordinária onde se analisa o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras, compreendendo: Balanços Patrimoniais, Demonstrações do Resultado, Demonstrações do Resultado Abrangente, Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, Demonstrações dos Fluxos de Caixa, demonstrações do Valor Adicionado e Notas Explicativas, a distribuição de Juros sobre Capital Próprio e destinação do Lucro Líquido relativos ao exercício findo em 31 de dezembro do ano anterior. 
 São ainda, analisadas as propostas da Administração em relação à distribuição de dividendos e ao orçamento de capital proposto para o próximo ano! A Companhia, mediante deliberação do Conselho de Administração, poderá levantar balanços extraordinários em 30 de junho e 30 de setembro de cada ano, com base nos quais é facultado ao Conselho de Administração declarar parcelas de antecipação do dividendo anual e/ou o pagamento de juros sobre capital próprio, bem como fixar as condições de pagamento. 
 A Companhia adota a contabilidade de hedge (“hedge accounting”) para as operações com instrumentos financeiros derivativos do tipo Swap, tendo como objeto de hedge o risco da flutuação do câmbio sobre dívidas contraídas em moeda estrangeira. A gestão da companhia ao administrar seu capital são os de salvaguardar a capacidade de continuidade da Companhia para oferecer retorno aos acionistas e benefícios às outras partes interessadas. A análise das demonstrações financeiras contribui para a tomada de decisões de investimento e financiamento e serve como ferramenta de gestão e planejamento estratégico. Para que o direcionamento estratégico da empresa seja eficaz são necessárias informações precisas sobre a situação do negócio, tais como a evolução dos resultados financeiros da empresa, a participação da empresa no mercado em que atua e a avaliação contínua da concorrência. 
 A Companhia utiliza instrumentos financeiros derivativos do tipo NDF (“Non-DeliverableForward”) e Swap para se proteger dos riscos de variação das taxas de câmbio. Os instrumentos financeiros derivativos designados em operações de “hedge” são inicialmente reconhecidos ao valor justo na data em que o contrato de derivativo é firmado, sendo reavaliados subsequentemente também ao valor justo. Os instrumentos financeiros derivativos são apresentados como ativos financeiros quando o valor justo do instrumento for positivo e como passivos financeiros quando o valor justo for negativo. 
 Os contratos de derivativos da Companhia e suas controladas são considerados instrumentos de proteção de fluxo de caixa. A parcela efetiva das variações do valor justo dos instrumentos qualificados como “hedge accounting” de fluxo de caixa é registrada no patrimônio líquido, em outros resultados abrangentes. O ganho ou perda relacionado à parcela ineficaz é reconhecido no resultado do exercício, em receita (despesa) financeira.
7. CONCLUSÃO 
 Por meio da avaliação realizada nesse Projeto Multidisciplinar na área financeiro da Alpargatas S.A, o presente trabalho apresentou as pesquisas e análises das quais levaram a diversos conhecimentos do ambiente interno/financeiro. Abordamos desde sua história e crescimento como a área financeira, setor, funções e orçamentário sendo transcorrido o resultado do estudo nos seguimentos empresarial, demonstrativo financeiro, balanços e fluxos dos dois últimos anos. 
 Utilizando métodos modernos e confiáveis à marca tem se mantido sólida e suas decisões de mercado. Suas estratégias de negócio se mostram otimistas e promissoras mesmo com os desafios digitais que vem se apresentando. A empresa conta com contabilidade e pessoas especificam para cuidar da parte financeira com segurança, e não ocorrer desvios e riscos de perdas.
 Analisando o quadro (2), podemos notar que a receita líquida de vendas cresceu em relação ao ano anterior nos dois períodos avaliados, sendo +3,6% em 2T18 e +7,5% em 1S18. 
 Quanto ao lucro bruto, houve também um aumento nos dois períodos em relação a 2017, sendo de +6,8% em 2T18 e +11,5% em 1S18. Porém, em relação ao lucro líquido consolidado (operações continuadas), os resultados apresentaram uma queda nos dois períodos em 2T18 de -66,4% e em 1S18 de – 44,4% em relação ao ano anterior. O motivo para isto ter ocorrido foi a variação cambial negativa. 
 Pelo resultado obtido, podemos afirmar que no 1º semestre de 2017 e 2018 a empresa Alpargatas S.A deteve saldo suficiente para cumprir suas obrigações e compromissos, já que o seu índice ficou acima de 1 (um). Sendo Índice de Liquidez Corrente 1S2018 (ILC) = 2.224 e 1S2017 (ILC) = 1.900. 
 E no Índice de Liquidez Seca a empresa continuou no 1º semestre de 2017 e 2018 com o seu índice acima de 1 (um), mesmo que nessa análiseo estoque não é computado no cálculo do ativo circulante. Sendo 1S2018 (ILS) = 1.487 e 1S2017 (ILS) = 1.198.
 No Índice Liquidez Imediata de acordo com os resultados obtidos nos dois períodos analisados os índices ficaram abaixo de 1 (um). Portanto a empresa não teria caixa suficiente para quitar suas obrigações. Porém não seria tão preocupante, visto 39 que esse índice compara os recursos financeiros que a empresa tem de imediato, com dívidas que irão vencer geralmente em até 12 meses e nem sempre representam a média mantida durante todo exercício. Sendo 1S2018 (ILI) = 0.642 e 1S2017 (ILI) = 0.352. 
 No calculo do Índice Liquidez Geral Neste cálculo, o resultado encontrado nos indica que no 1º semestre de 2017 e 2018 a empresa Alpargatas S.A deteve saldo suficiente para cumprir suas obrigações e compromissos em longo prazo, já que o seu índice ficou acima de 1 (um). Sendo 1S2018 (ILG) = 1.686 e 1S2017 (ILG) = 1.595.
 Na Composição do Endividamento nós vimos que no 1S2017 a empresa Alpargatas S.A tinha uma alta porcentagem de uso de recursos de terceiros em curto prazo, correspondente a 77,16%. Já no 1S2018, houve uma redução de 7,9% chegando aos 69,26% da dívida com terceiros em curto prazo, o que não é saudável no ambiente financeiro empresarial. Com estas informações é possível avaliar que a referida empresa possui grande dependência de recursos de terceiros, o que pode significar gastos em excesso e margens insuficientes para comercialização. Também foram analisados os indicadores com as técnicas horizontais e verticais, ativas ou passivas; uma para visualizar crescimento ou caída no período avaliado, bem como na outra fase para verificar a porcentagem dentro da demonstração financeira, ambas apresentaram levantamento e baixa no comparativo de 2017 e 2018. 
 No orçamento observamos a forma que é realizada os orçamentos financeiros do grupo, em uma análise crítica utilizam do “orçamento continuo”, podendo verificar constantemente os resultados e as definições dos números apresentados pelo relatório, e direcionar, desta forma, os próximos passos dentro da empresa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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8. SEBRAE. Fluxo de caixa: o que é e como implantar. Disponível em: <http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/fluxo-de-caixa-o-que-e-e-comoimplantar,b29e438af1c92410VgnVCM100000b272010aRCRD> Acesso em outubro/2018.
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13. Autor desconhecido. Como elaborar e interpretar uma análise vertical e horizontal das demonstrações financeiras. Disponível em: <http://www.cavalcanteassociados.com.br/utd/UpToDate294.pdf> Acesso em outubro/2018.
14. Autor desconhecido. Análise vertical e análise horizontal: como comparar resultados. Disponível em: <https://asseinfo.com.br/blog/analise-vertical-e-analise-horizontal/> Acesso em outubro/2018.
15. OLIVEIRA, Geordânia. Entenda a diferença entre análise horizontal e análise vertical. Disponível em: <https://blog.fortestecnologia.com.br/entenda-a-diferenca-entre-analise-horizontal-eanalise-vertical/> Acesso em outubro/2018.
16. CAVALCANTE, Francélio. Demonstrações contábeis: elaboração de análise. Disponível em: <http://www.crcse.org.br/arquivos/palestras/analise_demonstracoes_contabeis2017.pdf> Acesso em outubro/2018.
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18. ALPARGATAS. Relações com investidores. Disponível em: <https://ri.alpargatas.com.br> Acesso em outubro/2018.

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