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FACULDADE PITÁGORAS DE IPATINGA – CAMPUS CIDADE NOBRE 
CURSO/HABILITAÇÃO: ENFERMAGEM 
NATUREZA DO TRABALHO: EXERCICIOS DE REPOSIÇÃO 
DISCIPLINA: ENFERMAGEM TÓPICOS ESPECIAIS II 
PROFESSOR(A): MAYARA RIBEIRO 
	 	TURMA:NOTURNO PERÍODO: 9º PERIODO 
DATA:02/04/2020 	ALUNA: BÁRBARA ALINE ARAÚJO COELHO 
 
 
1. Em relação à testagem anti-HIV durante o pré-natal, assinale a alternativa CORRETA: 
a) ( ) A gestante deve ser testada apenas uma vez durante a gestação. 
b) ( ) O uso de teste rápido anti-HIV é contraindicado no pré-natal. 
c) ( ) Em caso de positividade em um primeiro teste anti-HIV, deve-se sempre realizar um segundo teste. 
d) (X) O exame de escolha para triagem anti-HIV no pré-natal é a carga viral (PCR quantitativo HIV). 
e) ( ) A testagem anti-HIV no pré-natal deve ser feita apenas em pacientes com fatores de risco para a doença. 
 
2. Na abordagem sindrômica das ISTs e HIV, quais principais elementos para o diagnóstico? 
a) ( ) Consulta e aconselhamento adequado; 
b) ( ) Anamnese e exame físico;
c) ( ) Anamnese e prescrição;
d) (X) Exame físico e solicitação de exames; 
e) ( ) Diagnostico e solicitação de exames. 
3. Cite quais são as medidas de Assistência e Diagnóstico da aids e DST na Atenção Básica: 
Assistência aos pacientes com IST: Pacientes que se apresentem com lesões ou corrimentos genitais, deve ser feita por meio da abordagem sindrômica na própria unidade básica de saúde (UBS). Os casos refratários ao tratamento inicial serão encaminhados aos serviços de referência. Além de evitar complicações, o tratamento das ISTs visa também interromper a cadeia de transmissão da doença. A assistência aos pacientes portadores do vírus HIV, no que tange o controle da infecção pelo vírus, é feita nos serviços de referência (SAES – serviços de assistência especializada).
 Ações relacionadas à prevenção do HIV feitas pela equipe da UBS: Promoção de práticas sexuais seguras; Distribuição de insumos de prevenção; Testagem anti-HIV (o teste anti-HIV deve ser realizado em toda gestante no primeiro e no terceiro trimestre da gestação.); As gestantes infectadas pelo HIV devem ser encaminhadas para serviços de referência, para iniciar a terapia antirretroviral.
Para prevenção da transmissão vertical do HIV: Além do uso do antirretroviral na gestação, durante o trabalho de parto, o recém-nascido não deve ser amamentado e fará uso do antirretroviral de maneira profilática durante algumas semanas após o nascimento. Além da oferta no pré-natal: oferecer a testagem anti-HIV aos pacientes que já iniciaram a vida sexual ou que tenham sido expostos a outras situações de risco para infecção pelo HIV. Na testagem anti-hiv convencional: realizar um exame sorológico de triagem (imunoensaio) que, em caso de positividade, será seguido de exame confirmatório; A testagem deve ser acompanhada de aconselhamento, objetivo a troca de informações sobre as formas de transmissão, prevenção e tratamento das DST/aids, além de aspectos relacionados ao exame em si;
Diagnóstico: Testagem anti-HIV
A comunicação do resultado: Seja ele positivo ou negativo, momento que exige bastante atenção do profissional; a equipe deve estar apta para reduzir o impacto do diagnóstico, se o resultado for positivo, e ter argumentos para reforçar práticas preventivas no caso de resultado negativo.
4. Caso clinico: 
Teresa, uma jovem de 22 anos, estudante do segundo período da Faculdade de Comunicação, vem à unidade de saúde com queixas de resfriados freqüentes, dor de garganta e "caroços" no pescoço. No exame físico apresentase em bom estado geral, corada, com gânglios palpáveis na região cervical e submandibular, móveis, indolores, de consistência elástica com diâmetro variando de 1 a 2,5 cm. O exame de orofaringe revela amígdalas hipertrofiadas com discreta hiperemia. Ao ser indagada sobre sua vida sexual, relata que há três anos namora Eric, seu colega de turma, e que sempre usam camisinha nas relações sexuais. O médico solícita uma série de exames complementares (Hemograma, VHS, PPD e monoteste). Os resultados dos exames foram negativos e as queixas persistiram. Ele então pede outros exames: sorologia para toxoplasmose e parecer do cirurgião para realização de biopsia ganglionar. Teresa pergunta se não seria necessário fazer um teste de HIV. O médico descarta a necessidade pois, pela anamnese que realizou, não há indicação para tal, uma vez que ela não se enquadra em nenhum grupo de risco. Um mês depois, Teresa voltou à consulta médica porque os "caroços" no pescoço persistiam. Desta vez, ela conversou com mais detalhes sobre sua vida sexual e relatou que há cinco anos manteve relações sexuais sem preservativo com outro rapaz e que esse fato estava trazendo-lhe preocupação. Com essa informação, Dr. Roberto, mesmo relutante, decidiu solicitar o teste anti-HIV (Elisa) Para surpresa do médico o resultado foi positivo, inclusive o teste – Western Blot – realizado para confirmação diagnóstica. Com a positividade dos testes, Dr. Roberto conversou com Teresa sobre a doença e seu tratamento. Enfatizou também a necessidade do comparecimento de sua família e de seu namorado para discutirem a respeito do diagnóstico. Extremamente angustiados, Eric e Teresa procuraram Dr. Roberto, que conversou sobre a importância de Eric também realizar o teste anti-HIV. O resultado foi negativo, mas o jovem foi orientado para repetir o teste em três e seis meses, para ter certeza da negatividade. Face aos resultados obtidos nos exames de Eric e Teresa, houve um clima tenso no relacionamento do casal, o que fez com que retornassem ao médico para orientação clínica e emocional. Durante a consulta comentaram a grande preocupação de ambas as famílias e relataram que Eric estava sendo pressionado a terminar o namoro, o que aumentava a angústia e o sofrimento de Teresa. 
a) Que problemas você identifica neste caso? 
Uma anamnese ineficaz, pois não houve um exame físico geral completo da paciente. 
Levando em conta também o fato que o primeiro relato da paciente foi superficial relatando vida sexual ativa com atual companheiro com devidas prevenções, mas omitindo relação passada com outro parceiro sem métodos contraceptivos, já no segundo relato foi exposto mais informações pela mesma sendo assim aberto critério de investigação para possível IST.
b) O que mais você gostaria de saber para elucidação diagnóstica? 
· Contagem de LT-CD4+ e carga viral do HIV;
· Avaliação hepática e renal (AST, ALT, Cr, Ur, Na, K, exame básico de urina);
· Exame parasitológico de fezes;
· Teste não treponêmicos (VDRL ou RPR);
· Teste para Hepatites virais (Anti-HAV, anti-HCV, HBs Ag, anti-HBcT e anti-HBs para verificação de imunização);
· IgG para toxoplasma;
· Sorologia para HTLV I e II e chagas (considerar triagem na rotina para indivíduos oriundos de áreas endêmicas);
· Dosagem de lipídios;
· Glicemia em jejum;
· Prova tuberculínica (PT);
· Radiografia de tórax.
c) Qual seria o diagnóstico diferencial? 
d) Com relação ao pedido de Teresa para a realização do teste de HIV, como você avalia a conduta do médico? 
A conduta do médico falha porque a paciente deu abertura a uma investigação mais detalhada do motivo do pedido do teste e o profissional não se atentou ao fato. O médico não fez perguntas objetivas sobre a vida sexual da paciente anteriormente do atual relacionamento.
e) Que outros dados de história e exame físico você gostaria de saber? 
· Doenças?
· Uso de medicações de uso continuo?
· Tabagismo?
· Uso de drogas?
· Sangramento ou infecções gengivais?
· Já realizou preventivo?

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