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AULA PRÁTICA 8 Isolamento de microrganismos do solo: Método de diluição em placa Objetivo: Permitir ao aluno um aperfeiçoamento da técnica de diluição seriada e mostrar as diferenças visíveis no desenvolvimento dos microrganismos (fungos e bactérias) após cada etapa da diluição. Material: Agitador de tubos Álcool Alça de Drigalski Amostra de solo Balança analítica Becker Lamparina Meios de cultura Martin, NA e Amido Caseína + agar(AC) Tubos de ensaio contendo solução salina Pipetas Placas de Petri contendo meio de cultura estéril Ponteiras estéreis Procedimento 1: Diluição de solo 1. Identificar as placas de Petri (data, nome do grupo, concentração) 2.Retirar o tampão de um erlenmeyer esterilizado com 90 ml de Solução salina (85%) 3.Colocar 10 g de solo no erlenmeyer 4.Fechar o erlenmeyer com o tampão, agitando-se para homogeneizar a solução de solo 5.Retirar 1 ml da solução de solo do erlenmeyer 6.Verter este 1 ml de solução de solo do erlenmeyer em um primeiro tubo (1), marcar 1:10 (10 -1) 7.Agitar o tubo de ensaio (1) e retirar 1 ml da solução de solo 8.Verter este 1 ml de solução de solo do primeiro tubo em um segundo tubo, marcar 1:100 (10 -2) 9.Agitar o tubo de ensaio (2) e retirar 1 ml da solução de solo 10.Verter este 1 ml de solução de solo do segundo tubo em um terceiro tubo, marcar 1:1000 (10 -3) 11. Agitar o tubo de ensaio (3) e retirar 1 ml da solução de solo 12.Verter este 1 ml de solução de solo do terceiro tubo em um quarto tubo, marcar 1:10000 (10 -4) 13. Agitar o tubo de ensaio (4) e retirar 1 ml da solução de solo 14.Verter este 1 ml de solução de solo do quarto tubo em um quinto tubo, marcar 1:100000 (10 -5) Procedimento 2: Plaqueamento Para cada tubo de ensaio (cada diluição) plaquear duas placas de cada meio, sendo Martin, NA e AC. 1. Agitar o tubo (1) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 1) 2. Agitar o tubo (1) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 2) 3. Agitar o tubo (2) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 1) 4. Agitar o tubo (2) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 2) 5. Agitar o tubo (3) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 1) 6. Agitar o tubo (3) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 2) 7. Agitar o tubo (4) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski flambada. (Placa 1) 8. Agitar o tubo (4) e retirar 0,1 mL com ajuda de uma pipeta. Verter a solução sobre a placa de Petri, espalhando-a, posteriormente, com uma alça de Drigalski. (Placa 2) Procedimento 3: Incubação em BOD ou estufa a 28°C O período de incubação para bactérias é de 48 h, fungos e actinomicetos é de 96 h, conforme velocidade de crescimento de cada microrganismo. Usar as diluições 1 e 2 para análise de fungos; e as diluições 3 e 4 para análise de bactérias e actinomicetos (isso para análise de solo). Contar a diluição que está entre 20 e 200, Depois fazer a transformação para o valor real de UFC (unidade formadora de colônia). Figura 1: Esquema de diluição seriada de amostra de solo e contagem de colônias.