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Poesia de vanguarda / século XX 
IFRN – Campus Natal Cidade Alta
Curso de Tecnologia em Produção Cultural
Disciplina: Estudos de literatura brasileira
Professor: Marcel Matias 
Percurso I
Antecedentes: Parnasianismo > Há uma gota de sangue em cada poema
Vanguardas europeias > Introdução Gilberto Mendonça Telles
Modernismo de 22 > poesia de Mário de Andrade > Paulicéia desvairada
RN: O caso Jorge Fernandes
Poetas da segunda fase modernista
Percurso II
	Antecedentes: Geração de 45
	Poesia Concreta
	Poema-processo > poema de Falves Silva
	Poesia Intersemiótica (visual)
A poesia de Mário de Andrade
Mário de Andrade (1893-1945)
	Poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, estudioso da cultura popular, ensaísta.
	Um dos pioneiros na poesia modernista brasileira com a publicação da obra Paulicéia Desvairada em 1922.
	Mentor intelectual do Modernismo.
Obras publicadas no gênero poesia
	Há uma gota de sangue em cada poema (1917)
	Paulicéia desvairada (1922)
	Losango cáqui (1926)
	Clã do jabuti (1927)
	Remate de males (1930)
	Lira paulistana, seguida de O carro da miséria (1946)
Há uma gota de sangue em cada poema (1917)
	Obra periférica de Mário de Andrade.
	Pouco estudada na academia.
	Não apresenta as inovações modernistas das obras posteriores.
	“Equívoco parnasiano”.
	Do ponto de vista temático, é influenciada pela Primeira Grande Guerra Mundial.
	13 poemas: uma gota de sangue/caneta em cada página.
Paulicéia desvairada (1922)
Paulicéia desvairada (1922)
	Repleto de inovações na linguagem (sem métrica e sem rima / verso livre e verso branco).
	Referência obrigatória para os modernistas.
	A cidade de São Paulo é o ponto de partida para a temática do livro.
	“Prefácio interessantíssimo” explica a teoria poética do “desvairismo”.
	Poema-piada; poesia cotidiana; poesia próxima à prosa.
Losango cáqui (1926) 
Notações líricas, inspiradas por sensações, ideias e momentos da vida.
Meditações, poemas longos nos quais o poeta discute seu destino ou o destino do país.
Mantém as inovações modernistas.
Clã do jabuti (1927)
Utiliza material da cultura popular de diferentes regiões do país.
Diversidade cultural.
Serve de prenúncio para Macunaíma.
Remate de males (1930)
Diversidade cultural.
Sondagem do mundo interior do poeta.
Nesta obra, está o famoso poema usado para descrever a personalidade múltipla de Mário de Andrade: “Eu sou trezentos”. 
Lira paulistana, seguida de O carro da miséria (1946)
	Cidade de São Paulo é retomada como tema.
	Famoso e complexo poema “A meditação sobre o Tietê”.
	Obra madura do poeta que não foi bem recebida pela crítica da época.
Indicação de leitura
Percurso na poesia de Mário de Andrade
http://www.substantivoplural.com.br/percurso-na-poesia-de-mario-de-andrade/
Referências
	ANDRADE, Mário de. Os melhores poemas de Mário de Andrade. Seleção de Gilda de Mello e Souza. 4. ed., São Paulo: Global, 1997. 
	BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed., São Paulo: Cultrix, 2003.
	CANDIDO, Antonio & CASTELLO, José Aderaldo. Presença da literatura brasileira: história e antologia, Modernismo. 15. ed., Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2006.
	SCHWARZ, Roberto. “O psicologismo na poética de Mário de Andrade”. In ______. A sereia e o desconfiado. 2. ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

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