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Sistema Respiratório
Função principal: garantir a hematose com segurança; estabelecer um contato direto com segurança entre o meio interno e externo. 
TRS: narina, faringe e laringe.
TRI: traqueia, brônquios, bronquíolos, pulmões.
• Aparelho mucociliar é o principal mecanismo de defesa.
• Defesa celular: imunoglobulinas, macrófagos alveolares. 
Cabeça: 
Narinas: lesões, obstrução, secreção.
- qualidade do ar: temperatura, volume, fluxo e odor.
- seios paranasais: presença de secreções (percussão: som mais alto na presença de ar)
Secreções nasais: Uni/bilateral Aquoso, seroso, mucoso, purulento, sanguinolento (epistaxe)
Traqueia: palpação dos anéis traqueais para avaliar sensibilidade ou reflexo de tosse.
Muflo 
Exame físico: 
1. Inspeção: observar a integridade, a umidade e se há pigmentação. O animal troca calor através do muflo (focinho). Úmido = hidratado| Seco = desidratação 
2. Palpação: presença de fluxo uni ou bilateral, quantidade, coloração, odor em cada narina.
3. Ar expirado: 
- O ar está sendo expirado pelas duas narinas? 
- Qual a frequência respiratória?
- A Temperatura deve ser igual a temperatura normal do animal 
- Observar se a intensidade é forte ou fraca, e também a simetria da intensidade (se em uma for mais forte do que na outra pode indicar obstrução parcial ou total). 
- Odor: alguns tipos de envenenamento apresentam odores específicos. Com as mãos em formato de concha, dividindo as narinas e isolando a que está sendo examinada, cheirar o ar com a cabeça um pouco distante do animal. 
Ruídos nasais: Começam a ser examinados desde o início do exame do sistema respiratório. 
Anormais: 
- crepitação: papel de bala + ducto com secreção/liquido no pulmão.
- roçar (som mais áspero): desidratação ou pleurite prejudica a lubrificação entre pulmão e pleura.
- sibilo (assobio): indica dificuldade na passagem do ar. Obstrução parcial densa / estenose. 
- ausência de som (área de surdez): indica obstrução, área de cicatriz ou abcesso. 
- som cardíaco (ausculta o coração no pulmão): indica secreção.
Obs: • Reflexo de tosse: se o animal desencadear um processo de tosse: alteração na traqueia.
 • Se tiver som + alto: acumulo de ar na região.
 • Bordas do pulmão: tem menos ar.
Seios: paranasais (são os mais acessíveis), maxilares e frontal (segundo mais acessível). 
Função: são espaços vazios para a condução do ar, que auxiliam também na vocalização e na umidificação do ar. 
Avaliar: Integridade, presença de nódulo, corpo estranho, perda de pêlos, parasitas, feridas. 
Olhar o animal de frente e observar a simetria de perfil.
- Palpar os dois seios ao mesmo tempo buscando perceber anormalidades (ex: mobilidade de alguma placa óssea, consistência, temperatura, sensibilidade dolorosa.) 
- Fazer percussão, mantendo a simetria entre os locais percutidos para permitir a comparação de sons.
Ficar atento a ruídos anormais. 
6. Bolsa gutural: só equinos 
Função: 
- aquecimento do sangue da carótida que vai para o cérebro 
- comunicação entre os animais, já que eles conseguem emitir com a boca fechada ruídos de baixa frequência que humanos não conseguem captar. 
Divertículo faríngeo da tuba auditiva, estrutura de formato piriforme (estrutura sacular), localizada no triângulo de Viborg. Ela está localizada dentro do triângulo, mas quando sofre algum processo como timpanismo, empiema, acúmulo de líquido, ela aumenta de volume e se projeta na região do triângulo, podendo ser confundida com o linfonodo parotídeo. CUIDADO! 
Exame físico da bolsa gutural: 
- Olhar se há aumento de volume. 
- Verificar se o animal tem sensibilidade dolorosa. Depois abaixar a cabeça do cavalo e massagear a região da bolsa gutural direita e esquerda, pois ao massagear haverá aumento do fluxo. 
- Fazer a percussão se ela estiver aumentada de volume. Se tiver acúmulo de ar (timpanismo), a percussão resultará em um som timpânico. 
- Métodos auxiliares: Endoscopia e raio-x.
Pescoço: Laringe e traquéia: 
- Olhar a anatomia, simetria dos lados, integridade das estruturas.
- Palpar o animal em estação e com uma mão palpa-se os dois lados. Nos pequenos, a palpação é feita de cima, e nos grandes é feita de lado (posicionamento ao lado do animal). 
 Laringe: tocar a laringe, observar a mobilidade, consistência, reflexo de deglutição e a sensibilidade. A superfície deve ser lisa e móvel. 
 Traquéia: a palpação é móvel, inodolor, com ausência de tosse. Anormalidade podem ser percebidas em caso de inflamação ou de fratura dos anéis (obs: a região dorsal dos anéis é aberta). Se durante esse exame o animal tiver uma crise de tosse, esperar ele parar de tossir para continuar o exame. 
- Auscultação: é feita quando são avaliados os ruídos respiratórios, ou seja, junto com a auscultação pulmonar. 
Exame interno: 
1. Inspeção do fundo da boca: Integridade da laringe, mobilidade da epiglote. 
Se tiver indicação clínica, fazer endoscopia. 
Tórax: 
Palpação para avaliar se tem 0sensibilidade dolorosa + auscultação:
- som laringo-traqueal: + alto, grave e áspero 
- som traqueo-brônquico: + baixo e – áspero.
- som brônquio-bronquiolar: suave, discreto, quase ausente 
Movimento respiratórios: 
Tipos: 
- Costo-abdominal: movimento normal em todos os animais 
- Costal: se há dor abdominal, o animal movimentará apenas o tórax. 
- Abdominal: se há dor torácica, o animal movimentará apenas o abdômen. 
Ex: pleurites, tumores intercostais. 
Alterações: Arritmias – observar o tipo, número de movimentos 
Inspiração interrompida: dor torácica 
Inspiração prolongada: obstruções parciais das vias aéreas 
	Bovinos
	10 a 30 mpm
	Equinos
	8 a 20 mpm
	Cães
	10 a 30 mpm
	Gatos
	20 a 30 mpm
	Suínos 
	8 a 18 mpm
	Ovinos
	10 a 20 mpm
Frequência respiratória:
Alterações na frequência: 
- Apneia: parada da respiração.
- Taquipnéia: aumento da frequência respiratória 
- Bradipnéia: redução da frequência respiratória 
- Dispnéia: dificuldade respiratória. Envolve o tipo, ritmo e a frequência. Pode estar presente na taquipnéia, na bradipinéia ou na normopnéia. 
Podem ser: Dispnéia inspiratória | Dispnéia expiratória | Dispnéia mista. 
Obs: tem que especificar qual é o tipo de dispnéia, pois se falar apenas dispnéia fica subentendido que se trata de dispnéia mista. 
- Inspeção e palpação: 
Musculatura intercostal: inspecionar e palpar dos dois lados a musculatura intercostal e a costela ao longo de todo o seu trajeto, principalmente nas articulações, observando sua mobilidade e volume. 
Costelas e articulações: Identificar na palpação mobilidade anormal e soluções de continuidade (às vezes o animal não demonstra dor). 
- Percussão de tórax: 
Objetivo da percussão de tórax é examinar a sonoridade (verificar o tamanho do órgão, saúde interna e confirmar se a sua posição está de acordo com a anatomia normal do órgão). Cada órgão vai emitir um som específico que vai permitir a sua delimitação externa, e essas sonoridades específicas são alteradas por doenças. 
Ex: uma pneumonia pode alterar a sonoridade do pulmão, mas isso pode ocorrer apenas em um espaço de 2cm, por esse motivo, a percussão precisa ser feita ao longo de todo o espaço intercostal para que não se perca nenhum ponto.
Teste de sensibilidade: realizar ao final do exame clínico. 
- Apoiar-se de costas no bovino, apoiar a mão esquerda no animal e com a mão fechada em punho, golpear o animal. Este teste pode ser realizado com o martelo, pois este concentra mais a pressão. 
Exame da tosse: faz a qualquer momento que o animal estiver tossindo. 
Classificação da tosse: - Frequente/rara 
- Dolorosa 
- Forte/moderada/fraca 
- Seca/úmida 
Teste da tosse: se faz ao final do exame clínico e não ao final do exame do sistema respiratório. 
- Compressão da traqueia com a mão (terço superior nos bovinos, terço médio nos caninos e terço médio e inferior nos equinos).
Comprimir até 3 vezes a traqueia, de forma vigorosa para promover o desconforto interno e desencadear a tosse. 
Em bovinos, devido ao vigor dos anéis de cartilagemda traqueia, é possível que após três compressões o animal ainda não tenha tossido. Então fazemos o teste de oclusão das narinas Coloca-se uma luva nas narinas do animal, o CO2 vai se acumular nas vias respiratórias causando irritação. Se o animal tem o sintoma de tosse em seu quadro clínico, basta tossir uma vez para desencadear uma crise. Se após três minutos o animal não tossir, é porque não possui o sintoma tosse no seu quadro. Obs: durante o exame, tem que provocar pelo menos uma tosse. 
Exames complementares: 
Toracocentese: perfuração do tórax para um objetivo qualquer (ex: biópsia, punção). 
Sistema Cardiovascular 
 
 
Parâmetros que alteram com problemas circulatórios :
- Postura
- Alterações anatômicas 
- Mucosas 
 
Observamos: FC e pulso.
CORAÇÃO: bombeia o sangue
- Vasos: 
* Artéria - pulso (SG do coração corpo) 
* Veias – retorno (corpo coração)
* Capilares – trocas gasosas (obrigam a hemácias (O2) encostar na parede para ocorrer as trocas de nutrientes – diferença de osmolaridade)
Obs: Átrio não é câmara, pois não se fecha. O átrio direito é apenas uma dilatação do tronco da veia cava, e o átrio esquerdo é a dilatação das veias pulmonares. Os átrios são o local de chegada do sangue. É importante saber disso para identificar a origem dos sopros cardíacos. 
 
Sistema elétrico do coração:
- Nodo sinoatrial 
- Nodo atrioventricular 
Modulação: feita pelo Sistema Nervoso Autônomo. O sistema nervoso simpático aumenta a frequência
cardíaca. O parassimpático reduz a frequência cardíaca. Esse sistema central é modulador. 
Semiologia do coração: 
Exame Clínico: Espécie, raça, idade, sexo, uso e ambiente em que vive. 
 
Anamnese: Queixa principal, sinais e sintomas, evolução clínica da doença, manejo nutricional e higiênico-sanitário, condicionamento físico, medicamentos (dose e frequência), se o animal apresenta tosse, síncopes, intolerância ao exercício. 
 
Sinais Clínicos da Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) em pequenos animais: 
- Esquerda: congestão venosa pulmonar com sintomatologia de tosse, dispnéia/taquipnéia e edema pulmonar. 
- Direita: edema de membros, hepato e esplenomegalia, ascite e efusão pleural, anasarca 
Grandes animais: Edema: Bovinos: cabeça, barbela e peito | Equinos: peito e abdome.
 
Exame Físico: 
Inspeção: Avaliação Física e Comportamental: verificar edemas, pulso venoso, postura dos membros torácicos (abdução na tentativa de respirar melhor (posição ortopnéica), observar se há dilatação de veias (Ex.: jugular, epigástrica cranial superficial) e anóxia (palidez de mucosas). 
 - Examinar as mucosas (avaliação da coloração), fazer TPC (avalia volemia; estado hídrico; desidratação, anemia..)
 - Avaliar os vasos sanguíneos (avaliação da veia jugular: dilatações)
 
Inspeção da área cardíaca: Observar a integridade da área cardíaca (esquerda e direita) e o choque cardíaco (vibração da parede torácica decorrente da movimentação do coração durante a sístole.)
- indica a localização (Se o choque está fora do lugar, é indicativo de ectopia cardíaca.)
- reflexo de contração cardíaca 
- intensidade/força de contração 
 
Alterações do choque cardíaco: 
Aumentado ou diminuído: Fisiológico (exercício), patológico. 
Ausência: Piotórax, hidrotórax 
Obs: para saber se é fisiológico ou patológico, precisa dar um tempo para o animal se recuperar de um possível exercício ou estresse.
Auscultação: 
Método direto (colocar o ouvido diretamente na área cardíaca do animal), e indireto (estetoscópio). 
Focos de auscultação: PAM (lado esquerdo)
	Lado esquerdo: 
P: pulmonar – 3 espaço intercostal
A: aórtica – 4 espaço intercostal
M: mitral – 5 espaço intercostal
	Lado direito:
T: tricúspide – 3, 4 espaço intercostal
1º bulha: BUN T e M
2º bulha: DUP P e A 
Bulha: é o som produzido pelo funcionamento do coração durante a sístole e a diástole. 
 
1º bulha: Sístole (longo, alto e grave) – predomínio muscular; pequeno silêncio; 
2ª bulha (curta, aguda, mais alta e mais fraca) – predomínio valvular; grande silêncio. 
 
 
O pequeno e o grande silêncio também são entidades clínicas. Se é silêncio, não pode ter ruído. Tem que saber separar pequeno silêncio e grande silêncio. Alterações nos silêncios alteram o ritmo cardíaco. 
 
1º bulha: SOM DE SAÍDA de sangue.
Ocorre durante a sístole ventricular Sangue saindo dos ventrículos para o corpo.
Resulta dos seguintes eventos: contração do miocárdio, fechamento das válvulas átrio-ventriculares (Tricúspide e Mitral), vibrações das cordas tendíneas. Esta bulha coincide com o pulso jugular. 
 
2º bulha: Ocorre durante a diástole coração relaxa e enche os ventrículos.
Resulta do seguinte evento: fechamento das válvulas semilunares (Pulmonar e Aórtica). 
Obs.: válvula só faz ruído quando se fecha. 
- Avalia frequência, intensidade e ritmo. (Regular= normal / irregular= arritmia)
Exame da Circulação Periférica: 
Artérias examináveis (Examinar artérias é examinar o pulso): 
- Pequenos animais: femoral (eleita na rotina), digital comum 
- Bovinos: coccígea média (na rotina), facial, digital comum e aorta abdominal (palpação interna) 
- Equinos: mediana, ramo mandibular da artéria facial e ramo orbital da artéria facial, digital comum e aorta abdominal. 
 
Pulso arterial: método de exploração semiológica: Palpação. 
 
	 
	Frequência de Pulso 
	Equinos 
	28-40 ppm 
	Bovinos 
	40-80 ppm 
	Gatos 
	100-130 ppm 
	Cães 
	60-130 ppm 
 
OBS.: Frequência de pulso não é a mesma da frequência cardíaca. 
 
Alterações da frequência do pulso: 
· Fisiológicas: exercício, gestação, etc 
· Patológicas: anemia, febre, venenos, etc. 
· Aumento: taquisfigmia / Diminuição: bradisfigmia 
 
Parâmetros para a avaliação do pulso: 
- Frequência: número de pulsações por minuto (ppm) 
- Plenitude: dimensão do calibre arterial. Classificado como cheio (normal) e vazio (anemia, hemorragia, insuficiência cardíaca) 
- Amplitude: altura do pulso percebida pelo dedo. Relacionado com a diferença entre a pressão sistólica e diastólica. 
- Dureza ou tensão: grau de pressão para fazer desaparecer a pulsação. Classificado com pulso duro (hipertensão, nefrite crônica, tétano) e pulso mole (hipotensão, insuficiência cardíaca) 
- Celeridade: velocidade com que a artéria se expande e se retrai. Classificado como célere (insuficiência aórtica) e pulso tardio ou lento (estenose aórtica). 
 
	Veias examináveis: 
- Pequenos animais: Jugulares, braquicefálicas, safenas 
- Equinos: Jugulares 
- Bovinos: Jugulares e veia epigástrica cranial superficial (veia mamária). 
Avaliar: Integridade, calibre (é muito importante, pois quando está muito aumentado indica estase venosa). 
 
Sistema nervoso
• Síndrome cortical perda de consciência 
• Síndrome cerebelar perda de equilíbrio permanente
• Síndrome vestibular perda de equilíbrio (andar cambaleante, etc.) intermitente (se o quadro evoluir muito pode se tornar permanente)
• Síndrome medular perda de movimentos
Exame clínico
Inspeção:
• Comportamento interação do animal com o meio 
• Consciência interação do animal com estímulos (se o animal sabe o que está acontecendo no ambiente/ao seu redor)
• Propriocepção interação do animal com o corpo/reflexos (quanto menos o animal se ajustar, menor é a propriocepção) ex: ficar batendo nas coisas..
• Postura 
• Movimentos involuntários/locomoção
• Alterações dos processos fisiológicos
Graus de perda de consciência:
1. Sonolência: volta ao normal com estímulos
2. Estupor: perda mais intensa de consciência volta ao normal apenas com estímulo doloroso
3. Coma: volta quando “quer”
Equilíbrio
1. Sistema vestibular
2. Visão
3. Tato
Tônus muscular
- Paresia diminuição do movimento
- Paralisia ausência de movimento
A falta de movimento é por falta de sensibilidade ou falta de tônus?
- Perda de sensibilidade superficial lesão na medula ou lesão superficial
- Perda de sensibilidade profunda lesão profunda
Reflexos
Membro anterior: reflexos carpo-radial, bicipital e tricipital
Exame dos nervos cranianos
- Nervoolfatório: amônia, fumaça, alimento
- Nervo óptico: teste de agressão se enxerga pisca/reflexo pupilar contração pupilar em reflexo à luz nervo óptico funcionando/cegueira pode ser por lesão no olho, lesão no nervo ou lesão central (no cérebro)
- Nervo óculomotor puxa o olho para cima e para dentro (estrabismo dorsomedial)
- Nervo troclear puxa o olho para baixo e para fora (estrabismo ventrolateral)
- Abducente puxa o olho para fora 
- Nervo trigêmeo musculatura de face (lesão de nervo trigêmeo atrofia de face, dificuldade de mastigação, acúmulo de comida do lado da lesão)
- Nervo facial estruturação de face (pálpebras, orelhas, lábios no lugar?)
Está relacionado a expressão de face (lesão de nervo facial queda de pálpebra, orelha, perda de expressão, etc.)
Obs: lesão no óculomotor, no troclear ou no abducente estrabismo 
- Lesão no nervo troclear estrabismo dorsomedial
- Lesão no nervo óculomotor estrabismo ventrolateral
- Lesão no abducente olho para dentro estrabismo medial (também pode ter paralisia de 3ª pálpebra)