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UNIVERSIDADE UNIGRANRIO SHAYENE DA LUZ BEZERRA 5804251 AP1 - GESTÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS NOVA IGUAÇU, 2019 Primeira etapa: Tabela fictícia relacionada à curva ABC Produtos Qt. de produtos vendidos Valor dos produtos Valor total % % Acumulada Classificação Folha A4 2000 R$ 5,00 R$ 10.000,00 25,01% 25,01% A Fichário 250 R$ 25,00 R$ 6.250,00 15,63% 40,64% A Caderno 600 R$ 10,00 R$ 6.000,00 15,01% 55,65% A Grampeador 198 R$ 25,00 R$ 4.950,00 12,38% 68,02% A Agenda 111 R$ 30,00 R$ 3.330,00 8,33% 76,35% A Divisórias 150 R$ 15,00 R$ 2.250,00 5,63% 81,98% B Pasta 222 R$ 5,60 R$ 1.243,20 3,11% 85,09% B Marcador 144 R$ 7,00 R$ 1.008,00 2,52% 87,61% B Caderno de desenho 157 R$ 5,80 R$ 910,60 2,28% 89,89% B Lapiseira 155 R$ 4,50 R$ 697,50 1,74% 91,63% B Isopor 186 R$ 3,00 R$ 558,00 1,40% 93,03% B Caneta 255 R$ 2,00 R$ 510,00 1,28% 94,30% B Fita Adesiva 63 R$ 7,50 R$ 472,50 1,18% 95,48% C Lápis 450 R$ 1,00 R$ 450,00 1,13% 96,61% C Canetas coloridas 47 R$ 6,55 R$ 307,85 0,77% 97,38% C Apontador 69 R$ 4,30 R$ 296,70 0,74% 98,12% C Cola 88 R$ 2,88 R$ 253,44 0,63% 98,76% C Tesoura 62 R$ 3,69 R$ 228,78 0,57% 99,33% C Borracha 100 R$ 1,50 R$ 150,00 0,38% 99,70% C Giz 99 R$ 1,20 R$ 118,80 0,30% 100,00% C Total: R$ 39.985,37 100,00% Segunda etapa: Tipos de processos e dois exemplos Processo em fluxo contínuo: Produtos siderúrgicos e papel porque esse tipo de processo é uma produção planejada para longos períodos de tempo e a produção em grande quantidade. Processo em série (ou massa): produtos como calçados e bebidas, este tipo de processo em massa consiste na produção em alto volume, porém, com baixa diversificação de produtos. Processo em lotes grandes com fluxo intermitente: motores e bombas hidráulicas, este tipo de processo é usado porque produzem mais de um item por vez, seguindo onde as peças produzidas são organizadas de acordo com a função. ▪ Processo com lotes pequenos, com pouca repetição de produção: fabricantes de modelos e as indústrias que fabricam máquinas, porque produz uma quantidade limitada de um tipo de produto por vez, visando atender às necessidades particularidade de cada cliente. ▪ Processo por tarefa (por projetos): as indústrias do setor de construção civil e naval, cada operação está limitada a um produto por vez e as especificações são únicas para atender a exclusividade de cada pedido, sendo um processo produtivo flexível. Terceira etapa: (i) o que é a teoria das restrições; (ii) o que é gargalo, segundo a teoria das restrições; (iii) o que é recurso crítico, segundo a teoria das restrições; (iv) qual a diferença entre recurso crítico e gargalo? (i) A teoria das restrições nada mais é que uma forma alternativa para o planejamento da capacidade, que tem como foco identificar os gargalos na fábrica, e então programá-las para mantê-las em funcionamento, então planejar as estações não gargalos para manter as estações gargalos ocupadas. (ii) O gargalo é aquilo que limita o seu ganho, ou seja, sua capacidade final da produção. (iii) Recurso crítico observação dos recursos disponíveis a partir da identificação da restrição. (iv) A diferença é que o gargalo é um recurso onde a capacidade é restringida as quantidades onde o mercado comanda a demanda, já o recurso crítico nada mais é o caminho que demora mais tempo. REFERÊNCIAS CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N. Just In Time, MRP II e OPT: um enfoque estratégico. São Paulo: Atlas, 1996. COSTA, R. S.; JARDIM, E. G. M. Gestão de operações de produção e serviços. São Paulo: Atlas, 2017. COX III, J. F., SPENCER, M. S. Manual da teoria das restrições. Rio Grande do Sul: Bookmann, 2008. GOLDRATT, E. M.; COX, J. A meta um processo de melhoria contínua. 2 ed. São Paulo: Nobel, 2002. MEREDITH, Jack R. SHAFER, Scott M. Administração da produção para MBAs. Porto Alegre: Bookmann, 2002. SLACK, Nigel. CHAMBERS, Stuart. JOHNSTON, Robert. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2009.