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ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR TABOSA DE ALMEIDA BACHARELADO EM FISIOTERAPIA MAPA CONCEITUAL – CAPÍTULOS 8 E 9 CARUARU 2020 HÍTHALA NATASHA CINTRA DE ANDRADE JOSEANE AGRA DOS SANTOS PATRÍCIA APARECIDA TORRES DA SILVA Capítulo 8Redução do fluxo Pulmonar Limitação do fluxo aéreo Obstrução Causa Secreção Aumentada Doenças Pulmonares Crônicas Pessoas Saudaveis - Cobertas por uma fina camada de muco composta por uma mistura complexa de mucinas, proteínas, lipídios, íons e água secretada por células epiteliais que cobrem a superfície dessas vias, bem como as glândulas submucosas que contribuem para a secreção de muco nas grandes vias aéreas. Vias Aéreas Reduzir o trabalho respiratório; e facilitar a ação dos músculos ventilatórios. Associação Isolado Modo Processo dinâmico, com aplicação terapêutica de intervenções mecânicas Fisiologia das vias aéreas INTRODUÇÃO Fisioterapia Respiratória CLASSIFICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE REMOÇÃO DE SECREÇÃO DAS VIAS AÉREAS E MANUTENÇÃO E GANHO DE VOLUMES PULMONARES Os incentivadores inspiratórios são classificados em fluxodependente (EI fluxo-dependente) e volume-dependente (EI volume-dependente). Ambos são utilizados para incentivar o paciente a respirar à capacidade pulmonar total com a ajuda de um feedback visual. Expirações forçadas TEF AFE TOSSE PROVOCADA/ASSISTIDA Expirações Profundas ELTGOL ELPr DA Inspirações DDR Inspirações Lentas EI EDIR MIR SUSPIRO Inspirações sejam realizadas de maneira lenta (para garantir um fluxo laminar) Profunda (para aumentar a pressão transpulmonar e a expansão pulmonar) sustentação do esforço inspiratório favorece a estabilidade alveolar. Recomenda Melhora estabilidade pulmonar De Volume e capacidade Objetivo Incentivadores Inspiratórios Técnicas de Inspiração Lenta Supralateral: DL, olicita-se uma inspiração lenta e profunda, recrutando o volume de reserva inspiratório (VRI) Região Pulmonar Posterolateral: DL, com o tronco ligeiramente inclinado anteriormente e a pelve perpendicular ao plano de apoio. Anterolateral: DL, com o membro superior fletido e a mão apoiada na região occipital para favorecer o alongamento da musculatura peitoral igualar as diferentes constantes de tempo nas unidades alveolares periféricas, propiciando uma distribuição mais homogênea da ventilação Objetivo Inspiração Lenta a expansão passiva dos alvéolos da região a ser tratada favorecer o aumento da negatividade da pressão pleural (região não dependente) Posicionamento Exercício de fluxo inspiratório controlado técnica de ELTGOL é efetiva na remoção de secreção principalmente em vias aéreas médias e periféricas realiza expirações lentas, partindo da capacidade residual funcional (CRF) até o volume residual (VR) com a glote aberta. Técnica Ativa Técnicas Ativo-passiva Remoção de secreção Expiração lenta total com a glote aberta em decúbito infralateral desinsuflação pulmonar, com consequente alcance da periferia broncopulmonar, obtida por um volume expirado maior que o de uma expiração normal Objetivo prossegue até a expiração a volume residual (VR) final da expiração espontânea (CRF) pressão manual toracoabdominal lenta ajuda expiratória aplicada no lactente Passiva Expiração Lenta Prolongada Técnicas de Expiração Lenta Capítulo 9