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RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA 
IDENTIFICAÇÃO DO MARCADOR QUÍMICO NO XAROPE DE Mikania glomerata.
Gurupi - TO
Março/2020
Disciplina: Tecnologia de Fitomedicamentos
Professora: Jaqueline Cibene M. Borges
Acadêmicos: Dállib Souza
 Johanes Guilherme
 Maira Cristina
 Pahedra de Sousa
 Sílvia Cabral
CURSO DE FARMÁCIA
7° PERÍODO
Gurupi - TO
Março/2020
 INTRODUÇÃO
Por longos períodos na história, o uso de plantas medicinais foi presente não só devido ao seu caráter alimentar, mas também às suas propriedades de cura, sejam elas reais ou ritualísticas. Entretanto, até a metade do século XX, o uso de medicamentos de origem sintética tornou-se mais amplo que o uso de plantas medicinais, principalmente na sociedade ocidental, com destaque para os países desenvolvidos visto que os considerados países em desenvolvimento permaneceram fazendo uso das propriedades curativas das plantas, certamente devido às difíceis condições econômicas de aquisição dos medicamentos sintéticos (Korolkovas, 1996; Farnsworth, 1997; Rates, 2001; Springfield et al., 2005; Foglio et al., 2006; Gupta et al., 2008). No Brasil, em 2004, foi aprovada a Resolução nº 48, que dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos e, entre outros pontos, abrange as etapas de controle de qualidade da droga vegetal, do produto acabado e da importação de produtos fitoterápicos (Anvisa, 2004).
	
A cumarina é a principal substância ativa do guaco, além disso ela também é classificada como o marcador químicos da Mikania glomerata para controle de qualidade das formulações a base do guaco. O marcador cumarina é formado após lactonização do seu composto precursor, o ácido o-cumárico, por ação enzimática e na presença de calor, processos que ocorrem na danificação dos tecidos vegetais durante processamento das folhas de guaco para obtenção de extrato (Santos, 2005).
	
O guaco (Mikania glomerat) faz parte da lista simplificada de registro de fitoterápicos da ANVISA, sendo recomendado o uso de suas folhas nas formas de extrato fluído e tintura, padronizados em cumarina, indicados como expectorante e broncodilatador (Brasil, 2004; Farmacopéia Brasileira, 2005). 
Sendo assim, a tecnologia de fitomedicamentos dispõe ao aprender sobre como realizar testes de identificação em extratos de fitoterápicos, podendo então, caracterizar a padronização do teor de um principio ativo ou marcador para obtenção de um produto de qualidade.
 OBJETIVO
Realizar a identificação do marcador químico cumarina, dos medicamentos fitoterápicos Xarope de Guaco (Mikania glomerata) dos fabricantes NATULAB® e GUACOFUS® através de reações químicas específicas.
MATERIAIS
- Lanterna ultravioleta 
- Papel de filtro 
- Cadinho de porcelana
- Chapa aquecedora 
- Pipeta volumétrica
- Pera
- Pipeta de pasteur
- Béquer
REAGENTES
- Extrato concentrado do fitoterápico
- Hidróxido de sódio
METODOLOGIA
Os alunos, com o apoio da professora, dissolveram 5 ml de xarope de guaco juntamente com éter etílico, após isso, levaram a solução em um béquer para a chapa aquecedora a 90ºC até concentrar o extrato.
Deixamos preparado o papel de filtro dividido em dois lados. Onde colocamos um lado escrito A e o outro B para colocar solução do xarope concentrado de guaco junto ao éter etílico. Utilizamos a pipeta de pauster para preencher todo o papel de filtro com gotas da mistura, assim em seguida, preenchemos o papel de filtro, colocamos gotas de hidróxido de sódio no lado A do papel de filtro, deixamos por alguns minutos até que o papel secasse.
Repetimos o experimento, não levando à solução a chapa aquecedora. Após a secagem, foram expostos os dois papeis de filtro dividido em lado A e B em uma luz ultravioleta. 
 RESULTADOS E DISCUSSÕES
	Informações
	Presença de cumarina:
positiva ou negativa
	Xarope de Guaco - NATULAB®
	Negativa
	Xarope - GUACOFUS®
	Positiva
O xarope de guaco (NATULAB®) obteve um resultado negativo, pois o laboratório não padronizou o marcador, a concentração dele não é real ou pode ser uma alta dosagem.
 Assim sendo o marcador a cumarina, a fluorescência azul na parte exposta do papel filtro com as gotículas do extrato, indicaram a reação positiva para o xarope (GUACOFUS®).
 CONCLUSÃO
Sabemos que um critério obrigatório para registro de fitoterápico é a comprovação da sua segurança e eficácia. Assim, dos experimentos que realizamos o Xarope de Guaco - NATULAB® consta em sua embalagem informações que não são as mesmas quando realizadas em laboratório, que comprova os devidos fins, sendo o mesmo negativo para presença de cumarina.
 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Korolkovas A 1996. A riqueza potencial de nossa flora. Rev Bras Farmacogn 1: 1-7. 
Farnsworth NR 1997. Testando plantas para novos remédios. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Rates SMK 2001. Plants as source of drugs. Toxicon 39: 603-613.
Springfield EP, Eagles PKF, Scott G 2005. Quality assessment of South African herbal medicines by means of HPLC fingerprinting J Ethnopharmacol 101: 75-83. 
Foglio MA, Queiroga CL, Sousa IMO, Rodrigues RAF 2006. Plantas Medicinais como Fonte de Recursos Terapêuticos: Um Modelo Multidisciplinar. Construindo a História dos Produtos Naturais. http://www.multiciencia.unicamp.br/art04_7.htm, acesso em setembro de 2007. 
Gupta D, Bleakley B, Gupta RK 2008. Dragon's blood: Botany, chemistry and therapeutic uses. J Ethnopharmacol 115: 361-380.
Anvisa 2004. Resolução RDC nº 48, de 16 de março de 2004. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da União. Disponível em http://e-legis.anvisa.gov.br/leisref/public/showAct.php?id=10230, acesso em setembro de 2007.
SANTOS, S. C.; Caracterização cromatográfica de extratos medicinais de guaco: Mikania laevigata Schulyz Bip. ex Baker e M. glomerata Sprengel e ação de M. laevigata na inflamação alérgica pulmonar. 2005. 93p.
FARMACOPEIA BRASILEIRA. 4.ed., II pt., 6 fasc., 2005. 305p.

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