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RESPOSTA 1- O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar no Cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. 2- A palavra "carnaval" está relacionada com a idéia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval". 3- A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. 4- Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras), último dia antes da Quaresma. Nos Estados Unidos, o termo mardi gras é sinônimo de Carnaval. 5- No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual. De acordo com o modo comtemporaneo o carnaval ainda e considerado uma forma de festa bastante tradicional, pois persistiou por vários anos com o mesmo aspecto. 6- Em finais do século XVIII, o entrudo era praticado por todo o país, consistindo em brincadeiras e folguedos que variavam conforme os locais e os grupos sociais envolvidos. As primeiras tentativas de civilizar a festa carnavalesca brasileira foram através da importação dos bailes e dos passeios mascarados parisienses, colocando o Entrudo Popular sob forte controle policial. A partir do ano de 1830, uma série de proibições vai se suceder na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira. Em finais do século XIX, toda uma série e grupos carnavalescos ocupam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para as diferentes folias. Nessa época, esses grupos eram chamados indiscriminadamente de cordões, ranchos ou blocos. Em 1890, Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música especificamente para o Carnaval, "Ô Abre Alas!". A música havia sido composta para o cordão Rosas de Ouro que desfilava pelas ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval. Os foliões costumavam freqüentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos baile de máscaras parisienses. As fantasias mais tradicionais e usadas até hoje são as de Pierrot, Arlequim e Colombina, originárias da commedia dell'arte. Atualmente, no Rio de Janeiro e em várias grandes e pequenas cidades, as escolas de samba fazem desfiles organizados, verdadeiras disputas para a eleição da melhor escola do ano segundo uma série de quesitos. Com o crescimento vertiginoso dessas agremiações o processo de criação se especializou gerando muitos empregos concentrados, principalmente, nos chamados barracões das escolas de samba. O desfile mais tradicional acontece no Rio de Janeiro, na Passarela do Samba, Marquês de Sapucai, como é chamado o sambódromo carioca, primeiro a ser construído no Brasil. Outros desfiles importantes ocorrem em Uruguaiana, Porto Alegre,Florianópolis,Manaus e em Vitória. Recentemente o desfile das escolas de samba de São Paulo adquiriu relevância ao passar a ser transmitido pela Rede Globo para quase todo o país, pois no Rio Grande do Sul, a Rbs tv(RS), afiliada da tv Globo, desde 2008 transmite os desfiles do grupo especial de Porto Alegre,que ocorre em dois dias, sexta e sabado de carnaval, e Florianópoles que no sabado de carnaval e exibido pela Rbs tv(SC) os desfiles do gupo especial de Florianópoles. Além dos desfiles das escolas de samba acontecem também os desfiles de blocos e bandas, grupo de pessoas que saem desfilando pelas ruas das cidades para se divertir, sem competição. Também existem os ébailes de carnaval, realizados em clubes, ou em áreas públicas abertas, com execução de músicas carnavalescas. O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi. A folia do Carnaval de Pernambuco começa muito antes do carnaval, e acontece de forma mais forte principalmente nos bairros do Recife Antigo, em Recife, e na Cidade Alta em Olinda, e em pequenos focos no restante da cidade. Ritmos comuns são o frevo, a ciranda e o maracatu. O carnaval de Olinda ostenta dezenas de bonecos gigantes, sendo o mais conhecido deles o Homem da Meia-Noite, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início, oficialmente, às zero hora do sábado de Zé Pereira, ao carnaval olindense. Além dos tradicionalíssimos blocos e troças que percorrem suas ladeiras, embalados pelo ritmo contagiante do frevo. São exemplos destes a Pitombeira dos Quatro Cantos, fundada em 1947, quando um grupo de rapazes desfilou pelas ruas da Cidade Alta cantando e empunhando galhos de pitombeira; e o Elefante de Olinda, fundado em 1952 por um grupo de rapazes da Cidade Alta, que durante o Carnaval saíram pelas ruas com um elefante de porcelana cantando uma música improvisada em homenagem ao animal. A grande concentração destes blocos e troças se dá na frente da Prefeitura Municipal, onde pode-se encontrar o maior número de foliões por metro quadrado. No Recife o carnaval tem sua abertura com a saída do maior bloco carnavalesco do mundo, o Galo da Madrugada, no sábado pela manhã. No bairro do Recife Antigo, começa a tarde com feirinhas de artesanato e apresentações de grupos percussivos, entre outras atrações. Seguindo, logo mais à noite, uma agenda de shows que são realizados em palcos espalhados por todo os bairros do Recife e região metropolitana, onde acontece simultaneamente a realização do RECBEAT, o carnaval da juventude alternativa recifense. Na noite da segunda-feira, no Pátio do Terço, é realizada uma das manifestações mais emocionantes da cultura negra no nordeste, a Noite dos Tambores Silenciosos, pontualmente a meia-noite. No interior, algumas cidades têm seus carnavais típicos, como Nazaré da Mata, com o Maracatu de Baque Solto, Bezerros, com os Papangús, Pesqueira, com o Carnaval dos Caiporas e a folia dos Caretas, em Triunfo, no Sertão pernambucano, entre outras. O carnaval pernambucano tem como característica principal a democratização da brincadeira. Os foliões participam intensamente das manifestações, sem a necessidade de uma distinção por mortalhas ou abadás. O Recifolia foi uma tentativa de inserir este lado da cultura baiana das micaretas no calendário de eventos pernambucano, sendo extinto no ano de 2004. 7- De escolas de samba * Carnaval do Rio de Janeiro * Carnaval de São Paulo * Carnaval de Manaus * Carnaval de Porto Alegre * Carnaval de Uruguaiana * Carnaval de Vitória * Carnaval de Florianópolis De rua * Carnaval da Bahia * Carnaval de Pernambuco * Carnaval de Ouro Preto 8- Indústria do carnaval é o nome dado ao conjunto de atividades para produção de fantasias, adereços, materiais para os carros alegóricos.São na maioria empregos informais para milhares de costureiras. São atividades que, segundo dados de 2006, movimenta anualmente cerca de 1 bilhão de real e gera mais de 300 mil empregos. Só as escolas de samba do grupo especial gastam cerca de 100 milhões de reais em matérias primas — sem contar salários e serviços — para pôr seu enredo na avenida. 9- A festa carnavalesca seria um espaço de inversão do cotidiano, onde a harmonia se realiza por músicas que congregam e fantasias (em duplo sentido) que libertam. Nos dias do Rei Momo, não há distinção de classe, cor, status. Nas palavras de DaMatta (1981): “[...] é a oportunidade de fazer tudo ao contrário: viver e ter uma experiência do mundo como excesso – mas agora como excesso de prazer, de riqueza, de alegria e de riso”. Já a violência se define por diversas formas de agressão e excessos que desestabilizam a harmonia e reforçam a dureza e miséria já vivida cotidianamente. Assim, apesar de estarem num âmbito avesso à rotina, são dois “eventos” que se excluem. Assim, atos violentos, entre nós, nunca foram eventos “extra-ordinários”. Ao contrário, tornaram-se uma rotina da qual não conseguimos escapar nem mesmo em momentos de “inversão” como o carnaval. Aliás, vale observar que o carnaval pensado nestes termos vem se tornando “coisa do passado”. Os trios elétricos com seus cordões de isolamento e dos sambódromos divididos em camarotes e arquibancadas são exemplos de como a festa tem se segmentado – indo ao encontro da distinção social real. Neste contexto cada vez menos utópico, a violência vem crescendo durante o evento nas grandes capitais. Mesmo no Recife onde, em grande medida, ainda se preserva o carnaval de rua, aquela festa que une o “povo” sem distinção e/ou discriminação. Daí a necessidade do Estado garantir que a festa carnavalesca ocorra de maneira tranqüila – disponibilizando um número suficiente de policiamento e demais profissionais que assegurem o acontecimento do “extra-ordinário”. Além disso, a violência não será resolvida enquanto autoridades agirem com o descaso como o demonstrado pelo presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa, ao dizer que a violência do último dia 04 foi super-dimensionada, pois não resultou em morte ou estupro (alguns dias depois, foi confirmado o falecimento já citado). Não será resolvida enquanto não assumirmos que ela só pode ser explicada por vários fatores[3], a saber, estruturais (desigualdades), culturais (códigos morais que incentivam a violência) e institucionais (impunidade) que são cotidianamente reforçados por um Estado patrimonialista que não está a serviço do interesse público. Não será resolvida enquanto não for combatida por suas diversas formas e pelos diversos atores sociais e políticos que compõem a sociedade. 10- - Tenha sempre em mãos as famosas camisinhas . Prevenir é melhor do que remediar, pois a alegria do Carnaval deve durar para sempre. - Beba muita água e mantenha o seu corpo hidratado. Isto pode ajudá-lo a aproveitar melhor a festa. - Nunca misture bebidas destiladas com fermentadas. Como bom folião, o melhor é estar bem todo o tempo e aproveitar tudo ao máximo. - Se estiver na praia ou piscina, use filtro solar e não fique o tempo todo no sol. A noite espera por você cheio(a)de energia. - Evitar nadar após algumas cervejas e drinques. Água e bebida nunca combinam. - Nunca dirija alcoolizado – sua vida vale ouro. - Beba com moderação . Evite brigas e em caso de complicações, procure ajuda; se necessário procure ajuda médica. Verifique antecipadamente na cidade onde está quais são os serviços médicos que se encontram de plantão no Carnaval. - Tome cuidado com as drogas. - Evite usar lança-perfume, além de ser proibido, em certos casos podem acontecer arritmias, etc. EREIMFO – ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO FREI ORLANDO EQUIPE: DANIELE FERREIRA RAYANNE BARROS LARISSA PEREIRA PROF.ª: SORAYA SÉRIE: 1º B ESCOLA FREI ORLANDO ROTEIRO PARA PESQUISA TEMA: CARNAVAL 1º Qual o conceito de carnaval? 2º Qual a etmologia da palavra carnaval? 3º Qual a origem da festa carnaval? 4º Carnaval e igreja? 5º Carnaval no mundo? 6º Carnaval no Brasil? 7º Principais carnavais brasileiros · Escola de Samba · De Rua 8º O que significa a indústria do carnaval? 9º Carnaval e violência? 10º Carnaval e saúde?