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Cisticercose Aspectos Epidemiológicos O complexo Teníase/Cisticercose constitui-se de duas entidades mórbidas distintas, causadas pela mesma espécie de cestódio, em fases diferentes do seu ciclo de vida. A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium ou da Taenia saginata, no intestino delgado do homem. A cisticercose é uma entidade clínica provocada pela presença da forma larvária nos tecidos de suínos, bovinos ou do homem. Agente Etiológico Taenia Solium – Em estado larvário ( Cisticerco ) Reservatório e Fonte de Infecção O homem é o único hospedeiro definitivo da forma adulta da Taenia solium O suíno é o hospedeiro intermediário (por apresentar a forma larvária no seu tecido). Modo de Transmissão O homem que tem teníase, ao evacuar a céu aberto, contamina o meio ambiente com ovos eliminados nas fezes, o suíno ao ingerirem fezes humanas (direta ou indiretamente), contendo ovos de Taenia solium, adquirem a cisticercose. Ao alimentar-se com carne suína, mal cozida, contendo cisticercos, o homem adquire a teníase. A cisticercose humana é transmitida através das mãos, da água e de alimentos contaminados com ovos de Taenia solium. Período de Incubação O período de incubação para a cisticercose humana pode variar de 15 dias a muitos anos após a infecção. Para a teníase, após a ingestão da larva, em aproximadamente três meses, já se tem o parasita adulto no intestino delgado humano. Período de Transmissibilidade Os ovos de Taenia solium e de Taenia saginata podem permanecer viáveis por vários meses no meio ambiente, principalmente em presença de umidade. Susceptibilidade e Imunidade A susceptibilidade é geral. Tem-se observado que a presença de uma espécie de Taenia garante certa imunidade, pois dificilmente um indivíduo apresenta mais de um exemplar da mesma espécie no seu intestino; porém não existem muitos estudos abordando este aspecto da infestação. Aspectos Clínicos As manifestações clínicas estão na dependência da localização, tipo morfológico, número e fase de desenvolvimento dos cisticercos e da resposta imunológica do hospedeiro. A localização no sistema nervoso central é a forma mais grave desta zoonose, podendo existir também nas formas oftálmica, subcutânea e muscular (como o tecido cardíaco). As manifestações clínicas variam desde a simples presença de cisticerco subcutâneo até graves distúrbios neuropsiquiátricos (convulsões epileptiformes, hipertensão intracraniana, quadros psiquiátricos como demência ou loucura), com seqüelas graves e óbito. Tratamento relação à cisticercose, até há pouco mais de uma década e meia, a terapêutica medicamentosa da neurocisticercose era restrita ao tratamento sintomático. Atualmente, praziquantel e albendazol têm sido considerados eficazes na terapêutica etiológica da neurocisticercose. (TAKAYANAGUI - 1987; 1990-b). Diagnostico O diagnóstico é realizado através de biópsia tecidual, cirurgia cerebral, testes imunológicos no soro e líquido cefalorraquiano ou exames de imagem (RX, tomografia computadorizada e ressonância magnética). Medidas de Controle Tratamento dos individuos infectados Saneamento básico Cisticercose Aspectos Epidemiológicos O complexo Teníase/Cisticercose constitui-se de duas entidades mórbidas distintas, causadas pela mesma espécie de cestódio, em fases diferentes do seu ciclo de vida. A teníase é provocada pela presença da forma adulta da Taenia solium ou da Taenia saginata, no intestino delgado do homem. A cisticercose é uma entidade clínica provocada pela presença da forma larvária nos tecidos de suínos, bovinos ou do homem. Agente Etiológico Taenia Solium – Em estado larvário ( Cisticerco ) Reservatório e Fonte de Infecção O homem é o único hospedeiro definitivo da forma adulta da Taenia solium O suíno é o hospedeiro intermediário (por apresentar a forma larvária no seu tecido). Modo de Transmissão O homem que tem teníase, ao evacuar a céu aberto, contamina o meio ambiente com ovos eliminados nas fezes, o suíno ao ingerirem fezes humanas (direta ou indiretamente), contendo ovos de Taenia solium, adquirem a cisticercose. Ao alimentar-se com carne suína, mal cozida, contendo cisticercos, o homem adquire a teníase. A cisticercose humana é transmitida através das mãos, da água e de alimentos contaminados com ovos de Taenia solium. Período de Incubação O período de incubação para a cisticercose humana pode variar de 15 dias a muitos anos após a infecção. Para a teníase, após a ingestão da larva, em aproximadamente três meses, já se tem o parasita adulto no intestino delgado humano. Período de Transmissibilidade Os ovos de Taenia solium e de Taenia saginata podem permanecer viáveis por vários meses no meio ambiente, principalmente em presença de umidade. Susceptibilidade e Imunidade A susceptibilidade é geral. Tem-se observado que a presença de uma espécie de Taenia garante certa imunidade, pois dificilmente um indivíduo apresenta mais de um exemplar da mesma espécie no seu intestino; porém não existem muitos estudos abordando este aspecto da infestação. Aspectos Clínicos As manifestações clínicas estão na dependência da localização, tipo morfológico, número e fase de desenvolvimento dos cisticercos e da resposta imunológica do hospedeiro. A localização no sistema nervoso central é a forma mais grave desta zoonose, podendo existir também nas formas oftálmica, subcutânea e muscular (como o tecido cardíaco). As manifestações clínicas variam desde a simples presença de cisticerco subcutâneo até graves distúrbios neuropsiquiátricos (convulsões epileptiformes, hipertensão intracraniana, quadros psiquiátricos como demência ou loucura), com seqüelas graves e óbito. Tratamento relação à cisticercose, até há pouco mais de uma década e meia, a terapêutica medicamentosa da neurocisticercose era restrita ao tratamento sintomático. Atualmente, praziquantel e albendazol têm sido considerados eficazes na terapêutica etiológica da neurocisticercose. (TAKAYANAGUI - 1987; 1990-b). Diagnostico O diagnóstico é realizado através de biópsia tecidual, cirurgia cerebral, testes imunológicos no soro e líquido cefalorraquiano ou exames de imagem (RX, tomografia computadorizada e ressonância magnética). Medidas de Controle Tratamento dos individuos infectados Saneamento básico